Centro de Cultura Contemporânea Caracterização do Programa Museológico A constituição do programa museológico se rege segu...
Objectivos Principio de serviço público e da promoção da cidadania, através da valorização da pessoa (democratização da cu...
Plano estratégico de dinamização cultural  O plano de revigorar culturalmente a região assenta sobre o pilar da dinamizaçã...
A criação de ateliers de diversidade cultural [2]  em projectos de acordo multilaterais com entidades – Companhias de Teat...
A proposta avançada, sendo um exercício académico, não esgota as normas impostas pela Lei de Quadro 47/2004, artigo 86; ta...
Este projecto contempla os seguintes componentes básicos:  PLANO DE EXPOSIÇÕES   (Colecções temporárias e permanentes) Nar...
Figura 1  Evolução do conjunto monástico a complexo industrial.
Figura 2 Imagem a três dimensões do conjunto monástico sobre a planta do complexo actual.
Figura 3  Reprodução a três dimensões do complexo edificado, identificando os diferentes pisos e a respectiva localização ...
Figura 4  Imagem a três dimensões representativa do estabelecimento museológico: A vermelho, as instalações museológicas i...
Figura 5 Figuração de sala de exposições temporárias.
Figura 6 Planta do complexo edificado com as respectivas reutilizações da diversidade do espaço – piso térreo.
Figura 7 Planta do complexo edificado com as respectivas reutilizações da diversidade do espaço – piso superior.
<ul><li>MODELO DE GESTÃO CULTURAL – CCC </li></ul><ul><li>Centro de Cultura Contemporânea </li></ul><ul><li>Modelo de Gest...
<ul><li>Financiamento do projecto </li></ul><ul><li>Ministério da Cultura; Programa Operacional de Cultura;  </li></ul><ul...
Índice provisório Apresentação da Empresa 1.1 Identificação e caracterização da empresa / Empresários 1.2 Objectivo geral ...
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Centro de Cultura Contemporânea

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Projecto de Centro de Cultura Contemporânea
Pedro Nascimento

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Centro de Cultura Contemporânea

  1. 1. Centro de Cultura Contemporânea Caracterização do Programa Museológico A constituição do programa museológico se rege segundo um plano de proposta de valorização e requalificação do património edificado – Fábrica de Moagem e Massa a vapor, anteriormente Mosteiro de S. Bernardo – cujo projecto tenta revitalizar, não apenas o espaço arquitectónico, mas acima de tudo coloca-lo novamente ao serviço da comunidade, através da musealização do conjunto arquitectónico. Esta revitalização é constituída pela sua musealização dividida em núcleos museológicos temáticos: a Fábrica de Moagem e o Mosteiro de S. Bernardo. São ainda existentes vestígios e elementos patrimoniais importantes que corroborem esta opção, tornando-se assim primordial a sua recuperação, conservação e divulgação para a sociedade. A proposta de revigorar o espaço arquitectónico em sítio museológico, tenta não se fechar sobre si e sobre a temática meramente de lugar de conservação do património, tentando se colocar ao serviço da sociedade humana. Desta forma o programa museológico contempla princípios essenciais de revitalização da região algarvia e de carácter nacional e, consequentemente, internacional; por meio de um plano estratégico que abarca temas sociais, artísticos, museológicos e patrimoniais. A opção de reabilitar, requalificar e valorizar o espaço arquitectónico em duas temáticas museológicas, tem como fundamento, a preservação do passado arquitectónico do edifício – Mosteiro de S. Bernardo –, património este que ainda é visível por determinados vestígios e elementos perfeitamente identificáveis, sendo esse o motivo da sua patrimonialização. A outra temática – Fábrica Moagem e Massa a vapor – cujo valor histórico mais se nos aproxima e seguindo os mesmos argumentos da temática anterior, impõe ainda mais uma possível requalificação e valorização de tão emblemático conjunto arquitectónico. O objecto de arbítrio de um Centro de Arte e Cultura Contemporânea , visa uma excelente versatilidade e da conjugação das tipologias de Centro de Arte Contemporânea [1] e Centro Cultural [2] , claro está usufruindo de todas as características aconselhadas pela Nova Museologia quanto à interacção do binómio agentes patrimoniais-sociedade. [1] Um Centro de Arte Contemporânea porque alberga a possibilidade da participação cultural activa de uma variedade de comunidades e manifestações artísticas de vanguarda. [2] Centro Cultural porque tenta receber as comunidades de determinada região, se tornando num local interacção social e cultural, abrangendo todas as camadas da sociedade, assim como as diversas faixas etárias.
  2. 2. Objectivos Principio de serviço público e da promoção da cidadania, através da valorização da pessoa (democratização da cultura), por intermédio das instituições museológicas que contribuem para a fruição cultural: estimulando os cidadãos na sua salvaguarda, enriquecimento e divulgação; Articulação de museus com outras politicas culturais e com as políticas da educação, ciência, do ordenamento do território, do ambiente e do turismo; Principio da transversalidade através da integração de recursos nacionais, regionais e locais, de forma a abranger a diversidade cultural portuguesa; Principio da informação, por meio da recolha e divulgação de dados sobre o património cultural, com o fim da difusão e intercambio de conhecimentos.
  3. 3. Plano estratégico de dinamização cultural O plano de revigorar culturalmente a região assenta sobre o pilar da dinamização cultural. Revitalizar implica conhecimento da área a transformar, das suas necessidades e carências, assim como das suas potencialidades. Assim sendo, o Algarve é pois uma das regiões que mais potencialidades – algumas sobejamente conhecidas e outras em desenvolvimento – oferecem no nosso país. O Centro de Arte e Cultura Contemporânea proposto constitui um elemento fundamental de ligação das comunidades de uma região com a sua cultura. Mas como fazer essa ponte? Trata-se pois de integrar num espaço patrimonial algumas das carências sociais (não em regime de internato conventual ou laboral fabril, como outrora) mas através da sensibilização cultural. Para tal, e considerando que o espaço arquitectónico em questão oferece possibilidades inúmeras, se tentaria integrar algumas profissões que estão em risco de desaparecimento (têxteis; olaria; etc.) procurando através de consultadoria, re-design e marketing, tornar viável a comercialização desses produtos na sociedade actual. Conservando as técnicas e materiais tradicionais por meio da divulgação através de aulas/workshops nestas áreas [1] , em parceria com o Ministério da Cultura, Instituto Português de Formação Profissional, Instituto Português da Juventude, e outras instituições ou empresas. Garantindo assim um passado recente, assegurando-lhe um futuro. [1] De forma a empregar idosos inactivos na sociedade ou PME´s desactivadas pela falta de comercialização dos seus produtos, sendo os tutores de jovens, desempregados e interessados, formando assim um círculo cultural activo.
  4. 4. A criação de ateliers de diversidade cultural [2] em projectos de acordo multilaterais com entidades – Companhias de Teatro e Dança, Ateliers artísticos, etc. – de forma a criar um centro de aprendizagem e desenvolvimento das capacidades culturais de uma região (incorporando a população desde crianças a idosos, escolas a centros de reformados); assim como a criação de espaços para exposição dos trabalhos realizados. Outra forma de dinamização cultural é por meio dos planos de actividade social. Tornar activa parcelas da comunidade regional, que não podendo integrar este ciclo artístico, possam ter a possibilidade de participar. Este é sem dúvida o maior desafio no que respeita à dinamização cultural. Permitir uma comunidade interessar-se em actividades que lhes escapa da sua rotina diária, é uma tarefa complexa e muitas vezes estéril. Algumas das actividades propostas englobam concursos de fotografia, artes plásticas; teatro e concertos de rua; jornadas pedestres indo ao encontro do património edificado, artístico e natural; intervenções artísticas nas regiões de grande actividade citadina; promover actividades específicas em bairros urbanos; etc. [2] Ateliers de Artes Plásticas; Fotografia; Multimédia; Teatro; Dança; Música; …, com monitorização de jovens licenciados ou outros graus ensino e profissionais nas diversas áreas em questão, que estão inactivos na sociedade.
  5. 5. A proposta avançada, sendo um exercício académico, não esgota as normas impostas pela Lei de Quadro 47/2004, artigo 86; tal como a regulamentação das instituições como o Instituto Português de Museus ou o ICOM, como se pode apreciar no quadro seguinte:
  6. 6. Este projecto contempla os seguintes componentes básicos: PLANO DE EXPOSIÇÕES (Colecções temporárias e permanentes) Narrativa expositiva : - Objectivo da exposição - Exposições temáticas (sistemas de classificação) - Tipologias - Descrição da exposição - Modelo de organização do espaço - Sinalética e informação – museu; exposição - Meios audiovisuais PROGRAMA DE ACTIVIDADES / PROJECTOS CULTURAIS Promover actividades culturais e actividades educativas; A função educativa de um museu visa a educação permanente, a participação da comunidade, o aumento e a diversificação dos públicos. PLANO DE ARQUITECTURA: ESPAÇOS E FUNÇÕES Espaços de acolhimento; Exposição; Reservas; Serviços Técnicos e Administrativos; Biblioteca ou Centro de Documentação Áreas para actividades educativas; Oficina de conservação.
  7. 7. Figura 1 Evolução do conjunto monástico a complexo industrial.
  8. 8. Figura 2 Imagem a três dimensões do conjunto monástico sobre a planta do complexo actual.
  9. 9. Figura 3 Reprodução a três dimensões do complexo edificado, identificando os diferentes pisos e a respectiva localização da maquinaria que ainda se preserva in situ.
  10. 10. Figura 4 Imagem a três dimensões representativa do estabelecimento museológico: A vermelho, as instalações museológicas industriais (colecção permanente); A azul, as instalações museológicas conventuais (colecção permanente/temporária); A verde, as instalações expositivas de temáticas temporárias.
  11. 11. Figura 5 Figuração de sala de exposições temporárias.
  12. 12. Figura 6 Planta do complexo edificado com as respectivas reutilizações da diversidade do espaço – piso térreo.
  13. 13. Figura 7 Planta do complexo edificado com as respectivas reutilizações da diversidade do espaço – piso superior.
  14. 14. <ul><li>MODELO DE GESTÃO CULTURAL – CCC </li></ul><ul><li>Centro de Cultura Contemporânea </li></ul><ul><li>Modelo de Gestão </li></ul><ul><li>Público e Privado </li></ul><ul><li>Modelo de gerência e administração </li></ul><ul><li>- </li></ul><ul><li>Projecto de Viabilidade </li></ul><ul><li>- </li></ul><ul><li>Planificação Cultural: </li></ul><ul><li>Recursos Humanos (colaboradores possíveis): </li></ul><ul><ul><li>Arquitectura </li></ul></ul><ul><li>Profª. Mestre </li></ul><ul><li>Prof. Mestre Luís Nunes </li></ul><ul><li>Design </li></ul><ul><li>- Design Gráfico – Dr. Mário Coelho </li></ul><ul><li>- Design Interiores e Equipamento – Dr. Miguel Pacheco </li></ul><ul><li>Web Design – Gawel </li></ul><ul><li>Serviços Educativos </li></ul><ul><li>- Prof. Ângela Vargues </li></ul><ul><li>Produção Cultural </li></ul><ul><li>- Profª. Doutora Renata Araújo </li></ul><ul><li>- Profª. Doutora Eglantina Monteiro </li></ul><ul><li>- Prof. Mestre Reinaldo Barros </li></ul><ul><li>- Dr. Raul Pereira </li></ul><ul><li>- Drª. Vera Lisa </li></ul><ul><li>Drª. Catarina Machado </li></ul><ul><li>Relações Internacionais </li></ul><ul><li>- Museum of Drom (Zurich) </li></ul><ul><li>- Leonaldo Leopoldo (Unesco) </li></ul><ul><li>- Christof Struder (Artista) </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Financiamento do projecto </li></ul><ul><li>Ministério da Cultura; Programa Operacional de Cultura; </li></ul><ul><li>Fundos Comunitários/Interreg; APGC; Directório Cultural Português; </li></ul><ul><li>Gabinete de Relações Culturais Internacionais </li></ul><ul><li>Autarquias; Governos Civis; </li></ul><ul><li>IPM – RPM; IPJ; IA; IPFP; IPPAR; </li></ul><ul><li>Instituições colaboradoras </li></ul><ul><ul><li>Ministério da Cultura </li></ul></ul><ul><ul><li>Instituto das Artes </li></ul></ul><ul><ul><li>Instituto Português de Museus / Rede Portuguesa de Museus </li></ul></ul><ul><ul><li>Universidade do Algarve </li></ul></ul><ul><ul><li>Autarquias / Junta Metropolitana do Algarve </li></ul></ul><ul><ul><li>Governos Civis / Junta Autónoma de Andaluzia </li></ul></ul><ul><ul><li>Direcção Geral de Turismo / Junta de Turismo do Algarve </li></ul></ul><ul><ul><li>Orquestra do Algarve / ACTA (A Companhia de Teatro do Algarve) </li></ul></ul><ul><ul><li>Companhias de Teatro </li></ul></ul><ul><ul><li>Associações culturais </li></ul></ul><ul><ul><li>Instituições hoteleiras </li></ul></ul><ul><ul><li>IPPAR </li></ul></ul><ul><ul><li>Directório Cultural Português </li></ul></ul><ul><ul><li>Gabinete de Relações Culturais Internacionais </li></ul></ul><ul><ul><li>Programa de apoio sustentado às Artes do Espectáculo </li></ul></ul>
  16. 16. Índice provisório Apresentação da Empresa 1.1 Identificação e caracterização da empresa / Empresários 1.2 Objectivo geral da empresa 1.3 Identificação e caracterização do serviço Classificação do projecto de investimento Estudo de mercado 3.1 Análise do ambiente interno 3.2 Análise do ambiente externo 3.3 Análise de SWOT Estudo da localização Estudo da dimensão Estudo técnico Estudo jurídico / legal Estudo financeiro Plano de Investimento Plano de Exploração Plano de Financiamento Análise da viabilidade Económica e financeira Análise do risco

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