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ESCOLA SECUNDÁRIA DE ESTARREJA


          Curso Profissional de Animador Sociocultural – 12º O


          Curso Profissional Técnico de Gestão – 12º L


                                                                                                                        Roteiro da Visita




                                                                                                           CONVENTO/PALÁCIO DE MAFRA

                     MUSEU DA MARIONETA




                                                                                                                       DATA- 25 e 26/02/2011



Objectivos:

1.    Alargar o campo de conhecimentos teórico/práticos dos alunos através da exploração dos diferentes domínios interdisciplinares, (Português, Economia,
      Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada, Área de Estudo de Comunidade, Animação Sociocultural e Área de Expressão ), com vista à formação global
      do aluno;
2.    Promover o convívio salutar entre alunos de áreas técnicas diferentes e professores participantes;
3.    Desenvolver o espírito de convivência e respeito em grupo, criando o sentido de responsabilidade de cada um.
4.    Fomentar a interdisciplinaridade.
Português
5.    Contextualizar espacialmente a escrita de José Saramago como forma de compreender os contrastes sociais que transparecem da monumentalidade da
      obra;
6.    Fomentar o gosto pelo património histórico, cultural e literário nacional;
7.    Desenvolver a sensibilidade literária e estética;
8.    Desenvolver o gosto pelo teatro;
Economia – Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada
9. Reconhecer a evolução histórica e socioeconómica que caracteriza a sociedade portuguesa;
10. Utilizar conceitos económicos e financeiros para compreender as funções e as relações que se estabelecem entre os vários intervenientes na actividade
      económica nacional e internacional;
11. Reconhecer a importância da Estatística como uma ferramenta importante de análise e suporte não só ao nível da Gestão Orçamental Nacional como na
      Gestão Estratégica Empresarial ( Relatórios do Banco de Portugal, etc. );
12. Permitir o desenvolvimento de novas competências em áreas diversificadas ( Moda/Design, Animação e Eventos Culturais ), com vista à eficaz gestão do
      conhecimento e inovação e ao desenvolvimento do espírito empreendedor na criação e gestão de novos negócios ( Gestão e Marketing de Museus, título
      de um tema a desenvolver na PAP pela aluna nº 10 do 12º L);
Animador Sociocultural
13.   Dotar os alunos de conhecimentos e experiências que facilitem a sua intervenção nas áreas actuais;
14.   Consciencializar os alunos para o facto de que as técnicas de animação geram processos de comunicação e de que o animador é também um agente de
      socialização;
15.   Valorar roteiros turísticos organizadamente;
16.   Promover através das animações uma pedagogia participativa para a manifestação criativa das ideias e dos valores de um grupo;
17.   Desenvolver estratégias de modificação de um espaço;
Área de Expressões
18.   Reconhecer estilos e formas de representação;
19.   Vivenciar formas de produção teatral;
20.   Reconhecer a importância das marionetas como elemento educativo no trabalho do Animador Sociocultural;
Área de Estudo da Comunidade
21. Sensibilizar para a heterogeneidade sociocultural dos indivíduos e grupos;
22.   Estimular o espírito crítico e fomentar a auto-análise;
23.   Potencializar a aquisição de competências pessoais e sociais ao nível do saber ser, saber estar e saber fazer;
24.   Reconhecer os direitos do homem como direitos, liberdades e garantias fundamentais;



                                                                                                                                                         1
25.   Reconhecer alguns direitos de grupos sociais específicos ( direitos dos trabalhadores, da família, da mulher, das crianças, das minorias étnicas,
      culturais e religiosas);
26.   Reconhecer a necessidade da utilização dos direitos e deveres fundamentais enquanto cidadão português e europeu.
                                                Museu do Banco de Portugal

  A exposição permanente do Banco de Portugal, intitulada "O Dinheiro no Ocidente Peninsular: do Artigo Padrão ao
  Euro" apresenta o "dinheiro" nas suas diferentes formas, reflectindo a evolução histórica, socioeconómica e artística que
  caracterizou a sociedade portuguesa e os povos que habitaram o ocidente peninsular antes da fundação do Reino.

  É bom ter a noção que o dinheiro, tal como hoje o entendemos, é uma "invenção" relativamente
  recente. No entanto, ao longo dos tempos, o homem encontrou soluções bastante diversificadas
  que facilitaram as sua s transacções.

  O homem pré-histórico vivia em economia recolectora, tendo passado posteriormente a produzir e
  a trocar os bens de que necessitava. Mais tarde assiste-se à troca feita com base no valor de um
  artigo reconhecido entre as sociedades – o artigo padrão. A moeda, com as
  características que hoje lhe conhecemos, surge no Ocidente, cerca de 700 a.C., na
  L ídia (Ásia    Menor).

  Na mesma época, na China, utilizava-se uma forma diferente de "dinheiro", em
  bronze, com a forma de cauris e de utensílios miniaturizados.

  Os recibos passados por mercadores chineses, há mais de mil anos, são considerados como a
  primeira forma de papel moeda. Já no século XIV, o governo chinês emite "notas".

  Na Europa, as primeiras notas foram emitidas pelo Banco de Estocolmo em 1661. Em Portugal
  Continental, as primeiras notas entraram em circulação em 1822.

  Por ser a moeda um documento histórico, rico em informação iconográfica, económica e
  financeira, a exposição pretende, para além de salientar os aspectos já mencionados, evidenciar a
  evolução das Armas Nacionais.




                                                 Museu do Design e da Moda


  O Museu do Design e da Moda– MUDE ocupa a antiga sede do Banco Nacional Ultramarino, o banco das colónias. E só isso
  já revela muito da riqueza do recheio. Foi o último projecto do arquitecto Cristino da Silva (1964) e ainda que tenha chegado
  aos nossos dias bastante degradado, continua a ser possível admirar a arquitectura em grande escala, pouco usual em
  Portugal naquela altura, e a riqueza de alguns materiais, como o mármore verde de Viana que forra todo o antigo balcão.

  Os arquitectos Ricardo Carvalho e Joana Vilhena foram os responsáveis pelo actual projecto
  de instalação da colecção do MUDE e tiraram partido da imagem de ruína interrompida que
  encontraram, reduzindo a intervenção ao mínimo indispensável para mostrar as peças
  escolhidas. A colecção de Francisco Capelo foi adquirida pela Câmara Municipal de Lisboa e
  conta com 2500 peças de design.

  No piso térreo está a exposição “Ante-Estreia” que percorre o século XX desde
  Le Corbusier passando por Jean Paul Gaultier e Cristian Dior. A preocupação foi
  escolher as peças que fossem as protagonistas das principais transformações dos hábitos,
  culturas e mentalidades, e do próprio conceito do design de todo o século XX e primeiros
  anos do século XXI.

  No piso 1 está a Exposição "É proibido proibir!" que propõe viajar no tempo, remetendo para
  os finais dos anos 60 e início dos 70, através de uma apresentação de cerca de 60 peças,
  cruzando o design e a moda com o cinema, a literatura e a música, de modo a poder retratar a
  riqueza dessa época.

  No piso 2 está a instalação feita pela dupla de criadores Manuel Alves e José Manuel Gonçalves, que mostra o processo
  criativo do atelier de moda, desde os croquis às peças finais

                                                                                                                                                      2
Museu da Marioneta


O Museu da Marioneta encontra-se instalado no Convento das Bernardas (edifício do século
XVIII), constituindo-se como o primeiro e único espaço museológico, no panorama nacional,
inteiramente dedicado à interpretação e divulgação da história da marioneta e difusão do teatro
de marionetas, percorrendo a história desta fascinante forma de arte através do mundo,
apresentando os diferentes tipos de marionetas e as diversas abordagens que elas permitem,
com especial relevo para a marioneta portuguesa.
Grande parte do espólio deste original museu é constituído por peças de origem portuguesa,
pertencentes à Companhia das Marionetas de São Lourenço. No entanto, há também marionetas
de outras partes do mundo, totalizando mais de mil peças, feitas de tecidos e madeiras.
Encontram-se espalhadas por seis núcleos: "A Sombra", "Oriente", "O Berço da Marioneta", "A
Máscara", "As Grandes Tradições", "A Marionete Portuguesa" e a "A Marioneta e os Medias".

O Museu possui ainda uma exposição de adereços, exemplares de maquinaria de cena, guaritas
de cena e teatros de silhueta, bem como um local denominado espaço-criança, onde se podem
realizar festas de aniversário e outros eventos.


                                 Convento/Palácio Nacional de Mafra

Mandado construir por D. João V, ( em consequência de uma promessa que o jovem rei fizera caso a rainha D. Maria Ana de
Áustria lhe desse descendência), o Real Convento de Mafra é o mais importante monumento do barroco português, marca
importante do Absolutismo português.

A construção do Convento de Mafra iniciou-se no ano de 1717, com uma forte inspiração
italiana e francesa, a cargo do arquitecto João Frederico Ludo Vici. A basílica, o convento e
o palácio real demoraram a construir treze anos, com cerca de 45 mil trabalhadores. O
Convento foi erigido para a Ordem Franciscana.

O conjunto arquitectónico desenvolve-se simetricamente a partir de um eixo central, a
basílica, ponto principal de uma longa fachada ladeada por dois torreões, localizando-se na
sua zona posterior o recinto conventual da Ordem de São Francisco da Província da
Arrábida.

A basílica apresenta 58 peças de estatuária italiana e seis órgãos. Na fachada principal
foram erguidas duas torres sineiras, com dois relógios e dois carrilhões.

O convento é constituído pela casa do capítulo, as celas, a cozinha, o refeitório, a farmácia,
a enfermaria dos frades e a mais típica biblioteca monástico-real existente em Portugal.

A magnífica biblioteca do século XVIII, com aproximadamente 38 mil volumes espalhadas
por estantes, feitas de madeira exótica vinda do Brasil, que contemplam todos os ramos do
saber e que se estendem ao longo de 83 metros de comprimento. A biblioteca tem planta em
cruz, dispondo na parte mais a sul os livros religiosos. Actualmente a presença de
morcegos na biblioteca evitam que as traças destruam as obras, contribuindo, deste modo,
para a conservação de todos estes volumes.

O Palácio Real foi residência de veraneio, além de alojar a Corte por ocasião das caçadas
reais; um enorme corredor atravessa o palácio, dando acesso a todas as suas salas e
aposentos. Os frescos são deslumbrantes, nomeadamente na Sala do Trono, onde dão ideia
de relevo, parecendo estátuas. Na Sala da Caça, pode ver-se uma impressionante
quantidade de troféus, todos de animais caçados na Tapada; até o mobiliário foi feito
aproveitando as hastes de veados. Muito curiosa é também a Sala da Bênção, toda em
mármore, a partir da qual, com a simples abertura de uma janela, os soberanos assistiam à
missa na Basílica.

Este monumento tornou-se a primeira Escola de Belas Artes do país. Durante o reinado de D. José criou-se a Escola de
Escultura de Mafra, dirigida pelo italiano Alessandro Giusti, e por onde passou Machado de Castro.


                                                                                                                      3
É o maior e mais sumptuoso monumento de Portugal com 4 500 portas e janelas, bem à maneira da magnificência económica
que o país atravessava com a chegada do ouro brasileiro.

      “D. João, quinto do nome na tabela real, irá esta noite ao quarto de sua mulher, D. Maria de Ana Josefa, que chegou há mais de dois
     anos da Áustria para dar infantes à coroa portuguesa e até hoje ainda não emprenhou”.

                                                                                               in Memorial do Convento de José Saramago




ITINERÁRIO E HORÁRIO:

                                                               25/02/2011




     •     Partida da Escola Secundária Estarreja - 6h 30m

             10h 30m – Museu do Banco de Portugal e palestra para os alunos da turma do 12º L;
                  −    Avenida Almirante Reis, 71 - 1150-012 Lisboa - Telefone: 213 128 281
             11h – Museu do Design e da Moda para os alunos turma do 12º O;
                  −    Rua Augusta, 24 - 1100-053 Lisboa - Telefone: 218 886 117
             13h 15m - Almoço livre;

             14h – Museu da Marioneta para as duas turmas;
                  −    Rua da Esperança, n° 146, 1200-660 Lisboa – Telefone: 213 942 810
             18h 30m – Jantar, dormida e pequeno-almoço no LISB´ON HOSTEL;
                  −    Rua do Ataíde, 7A, Baixa, 1200-34 Lisboa - Telefone:   213 467 413




                                                                   26/02/2011




     •     Partida do LISB´ON HOSTEL para Mafra - 8h 30m


             11h – Visita temática “ Memorial do Convento” ( 2 grupos);
             13h – Almoço livre;
             15h – Espectáculo de Teatro “Leitura Encenada do Memorial do Convento”;

       •     Chegada à Escola Secundária de Estarreja – 21h




Nota: Os alunos de ambas as turmas devem conservar os recibos comprovativos do pagamento do
      almoço ( limite 5,0 €).




                                                                                                                                        4
NORMAS A OBSERVAR NESTA VISITA DE ESTUDO



1.  Os Alunos deverão ser portadores do Guião/Roteiro da Visita.
2.  Cumprimento dos horários estabelecidos.
3.  Os alunos não podem afastar–se do grupo sem autorização expressa dos professores
    responsáveis.
4. Ler e cumprir as indicações à entrada dos locais a visitar.
5. Desligar sempre os telemóveis.
6. Não mexer nem retirar quaisquer objectos dos seus lugares.
7. São expressamente proibidos actos e comportamentos que perturbem o bom funcionamento
    das instalações do Hotel.
8. São expressamente proibidos actos e comportamentos que colidam com os princípios éticos
    socialmente aceites.
9. Todas as indicações fornecidas pelos responsáveis desta visita e professores acompanhantes,
    deverão ser sempre acatadas.
10. Tratar com respeito e correcção todas as pessoas com quem contactar durante a VE.
11. Participar de forma interessada nas actividades desenvolvidas.
12. Qualquer alteração ao programa inicialmente previsto deverá ser respeitada.



AVALIAÇÃO DA VISITA DE ESTUDO


Na aula seguinte à realização da visita, os alunos realizam um trabalho ilustrado
( Relatório ), que apresente em síntese as suas conclusões.
De seguida, deve haver uma reflexão conjunta entre professor e alunos sobre a visita,
discutindo:


          Os conhecimentos adquiridos;
          Os aspectos positivos ou negativos da visita.


PROFESSORES ACOMPANHANTES E ORGANIZADORES


          Maria dos Anjos Sarmento (Grupo 420 - Geografia );
          Marília Teixeira ( Grupo 430 – Economia e Contabilidade );
          Rosa Cristina Almeida ( Técnicas especializadas );
          Rosário Rito ( Grupo 300 - Português );
          Rosário Santos ( Grupo 430 - Economia e Contabilidade).

PROFESSORES ORGANIZADORES NÃO ACOMPANHANTES


          Inês Castro e Sá ( Técnicas Especializadas ).




                                                                                             5
Museu do Banco de Portugal




Museu do Design e da Moda




Museu da Marioneta




                             6
LISB´ON HOSTEL




Convento/Palácio Nacional de Mafra




                                     7
QUESTÕES




Tira o máximo proveito da tua VE,
estando atento(a) ao que vais ver e
              ouvir!




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Visita de estudo a mafra

  • 1. ESCOLA SECUNDÁRIA DE ESTARREJA Curso Profissional de Animador Sociocultural – 12º O Curso Profissional Técnico de Gestão – 12º L Roteiro da Visita CONVENTO/PALÁCIO DE MAFRA MUSEU DA MARIONETA DATA- 25 e 26/02/2011 Objectivos: 1. Alargar o campo de conhecimentos teórico/práticos dos alunos através da exploração dos diferentes domínios interdisciplinares, (Português, Economia, Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada, Área de Estudo de Comunidade, Animação Sociocultural e Área de Expressão ), com vista à formação global do aluno; 2. Promover o convívio salutar entre alunos de áreas técnicas diferentes e professores participantes; 3. Desenvolver o espírito de convivência e respeito em grupo, criando o sentido de responsabilidade de cada um. 4. Fomentar a interdisciplinaridade. Português 5. Contextualizar espacialmente a escrita de José Saramago como forma de compreender os contrastes sociais que transparecem da monumentalidade da obra; 6. Fomentar o gosto pelo património histórico, cultural e literário nacional; 7. Desenvolver a sensibilidade literária e estética; 8. Desenvolver o gosto pelo teatro; Economia – Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada 9. Reconhecer a evolução histórica e socioeconómica que caracteriza a sociedade portuguesa; 10. Utilizar conceitos económicos e financeiros para compreender as funções e as relações que se estabelecem entre os vários intervenientes na actividade económica nacional e internacional; 11. Reconhecer a importância da Estatística como uma ferramenta importante de análise e suporte não só ao nível da Gestão Orçamental Nacional como na Gestão Estratégica Empresarial ( Relatórios do Banco de Portugal, etc. ); 12. Permitir o desenvolvimento de novas competências em áreas diversificadas ( Moda/Design, Animação e Eventos Culturais ), com vista à eficaz gestão do conhecimento e inovação e ao desenvolvimento do espírito empreendedor na criação e gestão de novos negócios ( Gestão e Marketing de Museus, título de um tema a desenvolver na PAP pela aluna nº 10 do 12º L); Animador Sociocultural 13. Dotar os alunos de conhecimentos e experiências que facilitem a sua intervenção nas áreas actuais; 14. Consciencializar os alunos para o facto de que as técnicas de animação geram processos de comunicação e de que o animador é também um agente de socialização; 15. Valorar roteiros turísticos organizadamente; 16. Promover através das animações uma pedagogia participativa para a manifestação criativa das ideias e dos valores de um grupo; 17. Desenvolver estratégias de modificação de um espaço; Área de Expressões 18. Reconhecer estilos e formas de representação; 19. Vivenciar formas de produção teatral; 20. Reconhecer a importância das marionetas como elemento educativo no trabalho do Animador Sociocultural; Área de Estudo da Comunidade 21. Sensibilizar para a heterogeneidade sociocultural dos indivíduos e grupos; 22. Estimular o espírito crítico e fomentar a auto-análise; 23. Potencializar a aquisição de competências pessoais e sociais ao nível do saber ser, saber estar e saber fazer; 24. Reconhecer os direitos do homem como direitos, liberdades e garantias fundamentais; 1
  • 2. 25. Reconhecer alguns direitos de grupos sociais específicos ( direitos dos trabalhadores, da família, da mulher, das crianças, das minorias étnicas, culturais e religiosas); 26. Reconhecer a necessidade da utilização dos direitos e deveres fundamentais enquanto cidadão português e europeu. Museu do Banco de Portugal A exposição permanente do Banco de Portugal, intitulada "O Dinheiro no Ocidente Peninsular: do Artigo Padrão ao Euro" apresenta o "dinheiro" nas suas diferentes formas, reflectindo a evolução histórica, socioeconómica e artística que caracterizou a sociedade portuguesa e os povos que habitaram o ocidente peninsular antes da fundação do Reino. É bom ter a noção que o dinheiro, tal como hoje o entendemos, é uma "invenção" relativamente recente. No entanto, ao longo dos tempos, o homem encontrou soluções bastante diversificadas que facilitaram as sua s transacções. O homem pré-histórico vivia em economia recolectora, tendo passado posteriormente a produzir e a trocar os bens de que necessitava. Mais tarde assiste-se à troca feita com base no valor de um artigo reconhecido entre as sociedades – o artigo padrão. A moeda, com as características que hoje lhe conhecemos, surge no Ocidente, cerca de 700 a.C., na L ídia (Ásia Menor). Na mesma época, na China, utilizava-se uma forma diferente de "dinheiro", em bronze, com a forma de cauris e de utensílios miniaturizados. Os recibos passados por mercadores chineses, há mais de mil anos, são considerados como a primeira forma de papel moeda. Já no século XIV, o governo chinês emite "notas". Na Europa, as primeiras notas foram emitidas pelo Banco de Estocolmo em 1661. Em Portugal Continental, as primeiras notas entraram em circulação em 1822. Por ser a moeda um documento histórico, rico em informação iconográfica, económica e financeira, a exposição pretende, para além de salientar os aspectos já mencionados, evidenciar a evolução das Armas Nacionais. Museu do Design e da Moda O Museu do Design e da Moda– MUDE ocupa a antiga sede do Banco Nacional Ultramarino, o banco das colónias. E só isso já revela muito da riqueza do recheio. Foi o último projecto do arquitecto Cristino da Silva (1964) e ainda que tenha chegado aos nossos dias bastante degradado, continua a ser possível admirar a arquitectura em grande escala, pouco usual em Portugal naquela altura, e a riqueza de alguns materiais, como o mármore verde de Viana que forra todo o antigo balcão. Os arquitectos Ricardo Carvalho e Joana Vilhena foram os responsáveis pelo actual projecto de instalação da colecção do MUDE e tiraram partido da imagem de ruína interrompida que encontraram, reduzindo a intervenção ao mínimo indispensável para mostrar as peças escolhidas. A colecção de Francisco Capelo foi adquirida pela Câmara Municipal de Lisboa e conta com 2500 peças de design. No piso térreo está a exposição “Ante-Estreia” que percorre o século XX desde Le Corbusier passando por Jean Paul Gaultier e Cristian Dior. A preocupação foi escolher as peças que fossem as protagonistas das principais transformações dos hábitos, culturas e mentalidades, e do próprio conceito do design de todo o século XX e primeiros anos do século XXI. No piso 1 está a Exposição "É proibido proibir!" que propõe viajar no tempo, remetendo para os finais dos anos 60 e início dos 70, através de uma apresentação de cerca de 60 peças, cruzando o design e a moda com o cinema, a literatura e a música, de modo a poder retratar a riqueza dessa época. No piso 2 está a instalação feita pela dupla de criadores Manuel Alves e José Manuel Gonçalves, que mostra o processo criativo do atelier de moda, desde os croquis às peças finais 2
  • 3. Museu da Marioneta O Museu da Marioneta encontra-se instalado no Convento das Bernardas (edifício do século XVIII), constituindo-se como o primeiro e único espaço museológico, no panorama nacional, inteiramente dedicado à interpretação e divulgação da história da marioneta e difusão do teatro de marionetas, percorrendo a história desta fascinante forma de arte através do mundo, apresentando os diferentes tipos de marionetas e as diversas abordagens que elas permitem, com especial relevo para a marioneta portuguesa. Grande parte do espólio deste original museu é constituído por peças de origem portuguesa, pertencentes à Companhia das Marionetas de São Lourenço. No entanto, há também marionetas de outras partes do mundo, totalizando mais de mil peças, feitas de tecidos e madeiras. Encontram-se espalhadas por seis núcleos: "A Sombra", "Oriente", "O Berço da Marioneta", "A Máscara", "As Grandes Tradições", "A Marionete Portuguesa" e a "A Marioneta e os Medias". O Museu possui ainda uma exposição de adereços, exemplares de maquinaria de cena, guaritas de cena e teatros de silhueta, bem como um local denominado espaço-criança, onde se podem realizar festas de aniversário e outros eventos. Convento/Palácio Nacional de Mafra Mandado construir por D. João V, ( em consequência de uma promessa que o jovem rei fizera caso a rainha D. Maria Ana de Áustria lhe desse descendência), o Real Convento de Mafra é o mais importante monumento do barroco português, marca importante do Absolutismo português. A construção do Convento de Mafra iniciou-se no ano de 1717, com uma forte inspiração italiana e francesa, a cargo do arquitecto João Frederico Ludo Vici. A basílica, o convento e o palácio real demoraram a construir treze anos, com cerca de 45 mil trabalhadores. O Convento foi erigido para a Ordem Franciscana. O conjunto arquitectónico desenvolve-se simetricamente a partir de um eixo central, a basílica, ponto principal de uma longa fachada ladeada por dois torreões, localizando-se na sua zona posterior o recinto conventual da Ordem de São Francisco da Província da Arrábida. A basílica apresenta 58 peças de estatuária italiana e seis órgãos. Na fachada principal foram erguidas duas torres sineiras, com dois relógios e dois carrilhões. O convento é constituído pela casa do capítulo, as celas, a cozinha, o refeitório, a farmácia, a enfermaria dos frades e a mais típica biblioteca monástico-real existente em Portugal. A magnífica biblioteca do século XVIII, com aproximadamente 38 mil volumes espalhadas por estantes, feitas de madeira exótica vinda do Brasil, que contemplam todos os ramos do saber e que se estendem ao longo de 83 metros de comprimento. A biblioteca tem planta em cruz, dispondo na parte mais a sul os livros religiosos. Actualmente a presença de morcegos na biblioteca evitam que as traças destruam as obras, contribuindo, deste modo, para a conservação de todos estes volumes. O Palácio Real foi residência de veraneio, além de alojar a Corte por ocasião das caçadas reais; um enorme corredor atravessa o palácio, dando acesso a todas as suas salas e aposentos. Os frescos são deslumbrantes, nomeadamente na Sala do Trono, onde dão ideia de relevo, parecendo estátuas. Na Sala da Caça, pode ver-se uma impressionante quantidade de troféus, todos de animais caçados na Tapada; até o mobiliário foi feito aproveitando as hastes de veados. Muito curiosa é também a Sala da Bênção, toda em mármore, a partir da qual, com a simples abertura de uma janela, os soberanos assistiam à missa na Basílica. Este monumento tornou-se a primeira Escola de Belas Artes do país. Durante o reinado de D. José criou-se a Escola de Escultura de Mafra, dirigida pelo italiano Alessandro Giusti, e por onde passou Machado de Castro. 3
  • 4. É o maior e mais sumptuoso monumento de Portugal com 4 500 portas e janelas, bem à maneira da magnificência económica que o país atravessava com a chegada do ouro brasileiro. “D. João, quinto do nome na tabela real, irá esta noite ao quarto de sua mulher, D. Maria de Ana Josefa, que chegou há mais de dois anos da Áustria para dar infantes à coroa portuguesa e até hoje ainda não emprenhou”. in Memorial do Convento de José Saramago ITINERÁRIO E HORÁRIO: 25/02/2011 • Partida da Escola Secundária Estarreja - 6h 30m  10h 30m – Museu do Banco de Portugal e palestra para os alunos da turma do 12º L; − Avenida Almirante Reis, 71 - 1150-012 Lisboa - Telefone: 213 128 281  11h – Museu do Design e da Moda para os alunos turma do 12º O; − Rua Augusta, 24 - 1100-053 Lisboa - Telefone: 218 886 117  13h 15m - Almoço livre;  14h – Museu da Marioneta para as duas turmas; − Rua da Esperança, n° 146, 1200-660 Lisboa – Telefone: 213 942 810  18h 30m – Jantar, dormida e pequeno-almoço no LISB´ON HOSTEL; − Rua do Ataíde, 7A, Baixa, 1200-34 Lisboa - Telefone: 213 467 413 26/02/2011 • Partida do LISB´ON HOSTEL para Mafra - 8h 30m  11h – Visita temática “ Memorial do Convento” ( 2 grupos);  13h – Almoço livre;  15h – Espectáculo de Teatro “Leitura Encenada do Memorial do Convento”; • Chegada à Escola Secundária de Estarreja – 21h Nota: Os alunos de ambas as turmas devem conservar os recibos comprovativos do pagamento do almoço ( limite 5,0 €). 4
  • 5. NORMAS A OBSERVAR NESTA VISITA DE ESTUDO 1. Os Alunos deverão ser portadores do Guião/Roteiro da Visita. 2. Cumprimento dos horários estabelecidos. 3. Os alunos não podem afastar–se do grupo sem autorização expressa dos professores responsáveis. 4. Ler e cumprir as indicações à entrada dos locais a visitar. 5. Desligar sempre os telemóveis. 6. Não mexer nem retirar quaisquer objectos dos seus lugares. 7. São expressamente proibidos actos e comportamentos que perturbem o bom funcionamento das instalações do Hotel. 8. São expressamente proibidos actos e comportamentos que colidam com os princípios éticos socialmente aceites. 9. Todas as indicações fornecidas pelos responsáveis desta visita e professores acompanhantes, deverão ser sempre acatadas. 10. Tratar com respeito e correcção todas as pessoas com quem contactar durante a VE. 11. Participar de forma interessada nas actividades desenvolvidas. 12. Qualquer alteração ao programa inicialmente previsto deverá ser respeitada. AVALIAÇÃO DA VISITA DE ESTUDO Na aula seguinte à realização da visita, os alunos realizam um trabalho ilustrado ( Relatório ), que apresente em síntese as suas conclusões. De seguida, deve haver uma reflexão conjunta entre professor e alunos sobre a visita, discutindo:  Os conhecimentos adquiridos;  Os aspectos positivos ou negativos da visita. PROFESSORES ACOMPANHANTES E ORGANIZADORES  Maria dos Anjos Sarmento (Grupo 420 - Geografia );  Marília Teixeira ( Grupo 430 – Economia e Contabilidade );  Rosa Cristina Almeida ( Técnicas especializadas );  Rosário Rito ( Grupo 300 - Português );  Rosário Santos ( Grupo 430 - Economia e Contabilidade). PROFESSORES ORGANIZADORES NÃO ACOMPANHANTES  Inês Castro e Sá ( Técnicas Especializadas ). 5
  • 6. Museu do Banco de Portugal Museu do Design e da Moda Museu da Marioneta 6
  • 8. QUESTÕES Tira o máximo proveito da tua VE, estando atento(a) ao que vais ver e ouvir! 8