Uva selo

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Uva selo

  1. 1. Certificação de Sistema de Gestão AmbientalCertificação de Sistema de Gestão Ambiental ISO 14000ISO 14000 1MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  2. 2. O QUE É .......O QUE É ....... Conhecido como o programa de Rotulagem Ambiental (ISO-14020), o selo verde éConhecido como o programa de Rotulagem Ambiental (ISO-14020), o selo verde é um, entre uma série de normas de Certificação de Sistema de Gestão Ambiental - ISO 14000,um, entre uma série de normas de Certificação de Sistema de Gestão Ambiental - ISO 14000, que determinam e garantem a qualidade e a procedência de certos produtos, empresas eque determinam e garantem a qualidade e a procedência de certos produtos, empresas e processos produtivos de acordo com as normas pré-estabelecidas pela Internacionalprocessos produtivos de acordo com as normas pré-estabelecidas pela Internacional Organization for Standardization (ISO), conferindo autenticidade ao selo. A principalOrganization for Standardization (ISO), conferindo autenticidade ao selo. A principal diferença entre as duas normas é que a primeira certifica o produto e a outra seu processodiferença entre as duas normas é que a primeira certifica o produto e a outra seu processo produtivo .produtivo . O selo verde é um rótulo colocado em produtos comerciais, trazendo informações queO selo verde é um rótulo colocado em produtos comerciais, trazendo informações que asseguram que eles não foram produzidos às custas de um bem natural que foi degradado ouasseguram que eles não foram produzidos às custas de um bem natural que foi degradado ou que seu uso, embalagem ou o resíduo que dele resultar, não irão causar malefício ambiental.que seu uso, embalagem ou o resíduo que dele resultar, não irão causar malefício ambiental. O selo confirma, por meio de uma marca colocada voluntariamente pelo fabricante, queO selo confirma, por meio de uma marca colocada voluntariamente pelo fabricante, que determinados produtos são adequados ao uso e apresentam menor impacto ambiental emdeterminados produtos são adequados ao uso e apresentam menor impacto ambiental em relação a seus concorrentes.relação a seus concorrentes. 2MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  3. 3. CONCEITO .....CONCEITO ..... De acordo com a norma ISO 14020 existem 2 conceitos básicos de seloDe acordo com a norma ISO 14020 existem 2 conceitos básicos de selo verde:verde: • O tipo I é uma declaração feita por uma terceira entidade que o produto deO tipo I é uma declaração feita por uma terceira entidade que o produto de uma determinada empresa é ambientalmente correto.uma determinada empresa é ambientalmente correto. • O tipo II é uma auto-declaração da empresa dizendo no seu rótulo que é umO tipo II é uma auto-declaração da empresa dizendo no seu rótulo que é um produto reciclável, que consome menos energia, que foi reciclado etc.produto reciclável, que consome menos energia, que foi reciclado etc. 3MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  4. 4. EVOLUÇÃO NO TEMPO E NO ESPAÇOEVOLUÇÃO NO TEMPO E NO ESPAÇO 4MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  5. 5. CONCEPÇÃO DOS PROJETOS:CONCEPÇÃO DOS PROJETOS: Nova atitude frente a Concepção.Nova atitude frente a Concepção. • Abordagem do projeto de construção desde seu início com iteração com o lugar, seuAbordagem do projeto de construção desde seu início com iteração com o lugar, seu entorno, o clima e os hábitos construtivos locais.entorno, o clima e os hábitos construtivos locais. • A liberdade de escolha associada a responsabilidade ambientalA liberdade de escolha associada a responsabilidade ambiental • A tecnologia com o uso de equipamentos para resolver a posteriori o problema doA tecnologia com o uso de equipamentos para resolver a posteriori o problema do conforto ambiental no interior das edificaçõesconforto ambiental no interior das edificações SUSTENTABILIDADE Ponto chave no conceito de desenvolvimento.SUSTENTABILIDADE Ponto chave no conceito de desenvolvimento. Conceito: Assegurar que sejam supridas as necessidades presentes, sem porémConceito: Assegurar que sejam supridas as necessidades presentes, sem porém comprometer a possibilidade de futuras gerações satisfazerem as necessidades de seucomprometer a possibilidade de futuras gerações satisfazerem as necessidades de seu tempo.tempo. Problema: Gerado pelo processo. Edificações consomem recursos materiais e energia nãoProblema: Gerado pelo processo. Edificações consomem recursos materiais e energia não renováveis, produzem resíduos e modificam a qualidade do ar. Somos predadores...renováveis, produzem resíduos e modificam a qualidade do ar. Somos predadores... Sociedade industrial = vida melhorSociedade industrial = vida melhor 5MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  6. 6. SUSTENTABILIDADE NAS CONSTRUÇÕESSUSTENTABILIDADE NAS CONSTRUÇÕES A construção sustentável tem como princípio a aplicação deA construção sustentável tem como princípio a aplicação de elementos construtivos que em sua fabricação não agridem o meio ambienteelementos construtivos que em sua fabricação não agridem o meio ambiente e por materiais que possam ser reaproveitados ao invés de sereme por materiais que possam ser reaproveitados ao invés de serem acumulados como entulhos. Os projetos devem contemplar além do uso deacumulados como entulhos. Os projetos devem contemplar além do uso de materiais ecologicamente corretos e que demandem menos manutenção;materiais ecologicamente corretos e que demandem menos manutenção; dispositivo para economizar água; serem energeticamente mais eficientes edispositivo para economizar água; serem energeticamente mais eficientes e evitar a poluição do ar para oferecer mais qualidade de vida aos seusevitar a poluição do ar para oferecer mais qualidade de vida aos seus usuários ou moradores.usuários ou moradores. 6MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  7. 7. SUSTENTABILIDADE E O PROCESSOSUSTENTABILIDADE E O PROCESSO DE PROJETO DE EDIFICAÇÕESAMBIENTALDE PROJETO DE EDIFICAÇÕESAMBIENTAL 7MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  8. 8. Sistemas de CertificaçãoSistemas de Certificação USGBC – U.S. Green Building CouncilUSGBC – U.S. Green Building Council •• Organização não governamental reconhecida internacionalmente com foco emOrganização não governamental reconhecida internacionalmente com foco em sustentabilidade de edificações e empreendimentos imobiliários, criado em 1993, hojesustentabilidade de edificações e empreendimentos imobiliários, criado em 1993, hoje esta presente em 41 países ( Emirados Árabes,esta presente em 41 países ( Emirados Árabes, Angola, Argentina, Austrália, Brasil,Angola, Argentina, Austrália, Brasil, Bulgária, China,Bulgária, China, Canadá, Espanha, Itália, Corea, México, Chile, Egito,Tailândia, Índia,Canadá, Espanha, Itália, Corea, México, Chile, Egito,Tailândia, Índia, etc.).etc.). • O GBC é o representanteO GBC é o representante Oficial do LEED no Brasil .Oficial do LEED no Brasil . 8MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  9. 9. PARA QUE SERVE O LEED ?PARA QUE SERVE O LEED ? •• Projetos que diminuem a poluição, economizam energia, racionalizam o uso daProjetos que diminuem a poluição, economizam energia, racionalizam o uso da água e utilizam materiais reciclados e não agressivos.água e utilizam materiais reciclados e não agressivos. •• Critério de classificação elaborado pelo USGBC;Critério de classificação elaborado pelo USGBC; •• Critério voluntário criado com base em consenso;Critério voluntário criado com base em consenso; •• Objetiva o desenvolvimento de edifícios de alta performance e sustentáveis;Objetiva o desenvolvimento de edifícios de alta performance e sustentáveis; •• Orientado para o mercado;Orientado para o mercado; •• Reconhecimento Internacional;Reconhecimento Internacional; 9MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  10. 10. CERTIFICAÇÕES NO MUNDOCERTIFICAÇÕES NO MUNDO BREEAM (BREEAM (Building Research Establishment Environmental Assessment Method)Building Research Establishment Environmental Assessment Method) 10MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  11. 11. MÉTODOS E SISTEMAS PARA APOIOMÉTODOS E SISTEMAS PARA APOIO DE PROJETOS COM ALTA QUALIDADE AMBIENTALDE PROJETOS COM ALTA QUALIDADE AMBIENTAL 11MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  12. 12. INCORPORANDO OS PRINCÍPIOS DA ALTAINCORPORANDO OS PRINCÍPIOS DA ALTA QUALIDADE AMBIENTAL AO PROJETOQUALIDADE AMBIENTAL AO PROJETO 12MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  13. 13. SELO VERDE:SELO VERDE: LEEDtm A PROPOSTA NORTE AMERICANALEEDtm A PROPOSTA NORTE AMERICANA RREQUISITOS A SEREM ATENDIDOS:EQUISITOS A SEREM ATENDIDOS:  Controle da erosão e sedimentação: induzir ao controle da erosão visandoControle da erosão e sedimentação: induzir ao controle da erosão visando a minimizar os impactos negativos na qualidade da água e ar;a minimizar os impactos negativos na qualidade da água e ar;  Gestão do uso da água: Este pré-requisito tem como principal objetivo aGestão do uso da água: Este pré-requisito tem como principal objetivo a utilização eficiente da água potável visando à sua conservação evitando outilização eficiente da água potável visando à sua conservação evitando o desperdício ;desperdício ;  Conservação de energia e preservação da atmosfera: É necessárioConservação de energia e preservação da atmosfera: É necessário verificar se os sistemas prediais estão realmente funcionando da maneira comoverificar se os sistemas prediais estão realmente funcionando da maneira como foram projetados, e com a máxima eficiência e também verificar se o projeto foiforam projetados, e com a máxima eficiência e também verificar se o projeto foi concebido de forma a garantir um mínimo consumo de energia, maximizando oconcebido de forma a garantir um mínimo consumo de energia, maximizando o desempenho dos sistemas;desempenho dos sistemas;  Materiais e recursos: reutilização de edificações existentes, gerenciamentoMateriais e recursos: reutilização de edificações existentes, gerenciamento do entulho de obra, reaproveitamento de recursos, reciclagem, utilização dedo entulho de obra, reaproveitamento de recursos, reciclagem, utilização de materiais locais e renováveis e preferência pelo uso de madeira certificada (semateriais locais e renováveis e preferência pelo uso de madeira certificada (se for utilizar madeira);for utilizar madeira);  Qualidade do ar interior:Manutenção do IAQ (Índice de Qualidade do ArQualidade do ar interior:Manutenção do IAQ (Índice de Qualidade do Ar Interior) em valores satisfatórios através da gestão do ar no interior dasInterior) em valores satisfatórios através da gestão do ar no interior das edificações, garantindo conforto e bem estar dos usuários e controle da fumaçaedificações, garantindo conforto e bem estar dos usuários e controle da fumaça de cigarros.de cigarros. 13MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  14. 14. HQE – Haute Qualité Environmentale (Alta Qualidade Ambiental)HQE – Haute Qualité Environmentale (Alta Qualidade Ambiental) Criada em 1997, a associação HQE –Haute Qualité Environmentale (AltaCriada em 1997, a associação HQE –Haute Qualité Environmentale (Alta Qualidade Ambiental) é destinada ao desenvolvimento da gestão da qualidadeQualidade Ambiental) é destinada ao desenvolvimento da gestão da qualidade ambiental.A metodologia proposta recomenda a abordagem ambiental nas edificaçõesambiental.A metodologia proposta recomenda a abordagem ambiental nas edificações dentro de um procedimento voluntário do arquiteto/engenheiro responsável e apresentadentro de um procedimento voluntário do arquiteto/engenheiro responsável e apresenta uma série de recomendações sob forma de alvos.uma série de recomendações sob forma de alvos. ECO-CONSTRUÇÃOECO-CONSTRUÇÃO ALVO 1:Relações harmoniosas das edificações com o entorno imediatoALVO 1:Relações harmoniosas das edificações com o entorno imediato ALVO 2:Escolha integrada dos processos construtivosALVO 2:Escolha integrada dos processos construtivos ALVO 3: Canteiro de obras com baixo impacto (Instauração do “Comitê de Pilotagem”)ALVO 3: Canteiro de obras com baixo impacto (Instauração do “Comitê de Pilotagem”) ECO-GESTÃOECO-GESTÃO ALVO 4: Gestão da EnergiaALVO 4: Gestão da Energia ALVO 5: Gestão da ÁguaALVO 5: Gestão da Água ALVO 6: Gestão de rejeitos/sobras de atividadesALVO 6: Gestão de rejeitos/sobras de atividades ALVO 7: Reparo e ManutençãoALVO 7: Reparo e Manutenção CONFORTOCONFORTO ALVO 8: Conforto higrotérmicoALVO 8: Conforto higrotérmico ALVO 9: Conforto AcústicoALVO 9: Conforto Acústico ALVO 10: Conforto visualALVO 10: Conforto visual ALVO 11: Conforto olfativoALVO 11: Conforto olfativo SAÚDESAÚDE ALVO 12: Condições sanitáriasALVO 12: Condições sanitárias ALVO 13: Qualidade do arALVO 13: Qualidade do ar ALVO 14: Qualidade da ÁguaALVO 14: Qualidade da Água 14MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  15. 15. LEED ou HQE?LEED ou HQE? Não basta a existência de requisitos de projeto. Para avaliar oNão basta a existência de requisitos de projeto. Para avaliar o desempenho ambiental de uma edificação é necessário definir os critérios quedesempenho ambiental de uma edificação é necessário definir os critérios que quantificam os requisitos – os indicadores de desempenho ambiental.quantificam os requisitos – os indicadores de desempenho ambiental. Os problemas metodológicos de um esquema de avaliação de edifícios podemOs problemas metodológicos de um esquema de avaliação de edifícios podem ser estruturados em torno de três questões centrais (SILVAser estruturados em torno de três questões centrais (SILVA et al, 2003):et al, 2003): ·· O que medir?Definição da estrutura e do conteúdo da avaliação, dos itens queO que medir?Definição da estrutura e do conteúdo da avaliação, dos itens que serão medidos;serão medidos; ·· Como medir?Seleção dos indicadores destas medidas e definição dos pesos aComo medir?Seleção dos indicadores destas medidas e definição dos pesos a serem atribuídos; eserem atribuídos; e ·· Quanto atingir?Definição dos níveis de referência (benchmarks) e metas deQuanto atingir?Definição dos níveis de referência (benchmarks) e metas de desempenho.desempenho. 15MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  16. 16. CERTIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE GESTÃOCERTIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE GESTÃO VERSUSVERSUS CERTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE DO PRODUTOCERTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE DO PRODUTO 16MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  17. 17. CERTIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE GESTÃOCERTIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE GESTÃO VERSUSVERSUS CERTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE DO PRODUTOCERTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE DO PRODUTO 17MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  18. 18. PRINCIPAIS NORMAS DE SISTEMAS DE GESTÃOPRINCIPAIS NORMAS DE SISTEMAS DE GESTÃO Normas que descrevem sistemas de gestão:Normas que descrevem sistemas de gestão: NBR ISO 9001:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade –requisitos;NBR ISO 9001:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade –requisitos; NBR ISO 14001:2004 Sistemas da Gestão Ambiental –RequisitosNBR ISO 14001:2004 Sistemas da Gestão Ambiental –Requisitos; BS OHSAS 18001:2007 Sistemas de Gestão da Saúde e Segurança doBS OHSAS 18001:2007 Sistemas de Gestão da Saúde e Segurança do Trabalho –Requisitos;Trabalho –Requisitos; NBR 16001:2004 –Responsabilidade Social –Sistema de Gestão –NBR 16001:2004 –Responsabilidade Social –Sistema de Gestão – RequisitosRequisitos 18MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  19. 19. SISTEMAS DE GESTÃO -CERTIFICAÇÕESSISTEMAS DE GESTÃO -CERTIFICAÇÕES Obter a certificação do sistema de gestão de qualidade ISO 9001 demonstra oObter a certificação do sistema de gestão de qualidade ISO 9001 demonstra o compromisso com a eficiência do processo de produção, satisfação do cliente e melhoriacompromisso com a eficiência do processo de produção, satisfação do cliente e melhoria da qualidade.da qualidade. Obter a certificação do sistema de gestão ambiental conforme a ISO 14001 demonstra oObter a certificação do sistema de gestão ambiental conforme a ISO 14001 demonstra o compromisso com operações ambientalmente seguras.compromisso com operações ambientalmente seguras. Obter a certificação do sistema de gestão de saúde e segurança ocupacional OHSASObter a certificação do sistema de gestão de saúde e segurança ocupacional OHSAS 18001 demonstra a capacitação da organização no controle dos riscos em saúde e18001 demonstra a capacitação da organização no controle dos riscos em saúde e segurança no trabalho.segurança no trabalho. Obter o sistema de certificação NBR 16001 de Responsabilidade Social demonstra oObter o sistema de certificação NBR 16001 de Responsabilidade Social demonstra o compromisso da organização com ao princípios éticos, com a promoção da cidadania ecompromisso da organização com ao princípios éticos, com a promoção da cidadania e do desenvolvimento sustentável.do desenvolvimento sustentável. 19MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  20. 20. O Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobras (Cenpes)O Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobras (Cenpes) MARCO DE SUSTENTABILIDADEMARCO DE SUSTENTABILIDADE Planejado por Siegbert Zanettini, o projeto de ampliação do Cenpes, no Rio dePlanejado por Siegbert Zanettini, o projeto de ampliação do Cenpes, no Rio de Janeiro, inclui a expansão de uma das áreas mais importantes do conjunto: osJaneiro, inclui a expansão de uma das áreas mais importantes do conjunto: os laboratórios onde serão desenvolvidas novas tecnologias da empresa.laboratórios onde serão desenvolvidas novas tecnologias da empresa. Todo o complexo, que foi pensado a partir de soluções construtivasTodo o complexo, que foi pensado a partir de soluções construtivas industrializadas, já começou a ser construído.industrializadas, já começou a ser construído. Centro de Pesquisas daCentro de Pesquisas da Petrobrás Projeto de Expansão –Petrobrás Projeto de Expansão – Ilha do Fundão Rio de JaneiroIlha do Fundão Rio de Janeiro Projeto:Projeto: Arq. Siegbert ZanettiniArq. Siegbert Zanettini 20MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  21. 21. 01: Cenpes atual • 02: Projeto de ampliação • 03: Baia de Guanabara01: Cenpes atual • 02: Projeto de ampliação • 03: Baia de Guanabara 04: Centro Universitário • 05: Avenida • 06: Aeroporto04: Centro Universitário • 05: Avenida • 06: Aeroporto Ao todo serão 152.447 m² de área dedicadas à produção do conhecimento.Ao todo serão 152.447 m² de área dedicadas à produção do conhecimento. Somente para o projeto – que demandou cerca de um ano e meio – foramSomente para o projeto – que demandou cerca de um ano e meio – foram necessárias 5.200 pranchas de desenhos.necessárias 5.200 pranchas de desenhos. Estes números sintetizam a dedicação de 45 anos de carreira do arquitetoEstes números sintetizam a dedicação de 45 anos de carreira do arquiteto Siegbert Zanettini ao uso de tecnologias limpas, sobretudo do aço, em projetosSiegbert Zanettini ao uso de tecnologias limpas, sobretudo do aço, em projetos construtivos. Segundo o arquiteto, a ampliação do Cenpes ofereceu à equipe aconstrutivos. Segundo o arquiteto, a ampliação do Cenpes ofereceu à equipe a oportunidade e as condições propícias para uma ocorrência global dosoportunidade e as condições propícias para uma ocorrência global dos fundamentos que ele define comofundamentos que ele define como arquitetura contemporânea e ecossistêmicaarquitetura contemporânea e ecossistêmica.. 21MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  22. 22. VISTA AEREA DO PROJETO - 150 mil metros quadradosVISTA AEREA DO PROJETO - 150 mil metros quadrados 22MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  23. 23. PARTIDO DO PROJETO Zanettini.PARTIDO DO PROJETO Zanettini. O projeto se caracteriza por um partido horizontal composto por diversosO projeto se caracteriza por um partido horizontal composto por diversos edifícios com áreas cobertas e descobertas. Frente ao diagnóstico das condiçõesedifícios com áreas cobertas e descobertas. Frente ao diagnóstico das condições climáticas locais, uma das preocupações foi em relação à adoção de estratégias declimáticas locais, uma das preocupações foi em relação à adoção de estratégias de sombreamento e ventilação. Para o conforto ambiental dos espaços internos e externossombreamento e ventilação. Para o conforto ambiental dos espaços internos e externos do conjunto, a mata original da região foi incorporada ao projeto.do conjunto, a mata original da região foi incorporada ao projeto. "Ela não atua apenas"Ela não atua apenas como um elemento envoltório, mas está impregnada ao complexo, possibilitando acomo um elemento envoltório, mas está impregnada ao complexo, possibilitando a formação de espaços sombreados",formação de espaços sombreados", 23MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  24. 24. ESPECIFICAÇÃO TECNICA DO PROJETOESPECIFICAÇÃO TECNICA DO PROJETO Foram adotadas estruturas metálicas de coberturas e envoltórias, que além deForam adotadas estruturas metálicas de coberturas e envoltórias, que além de ampliar este conforto térmico, assumem um papel estético na concepção dos espaços abertos eampliar este conforto térmico, assumem um papel estético na concepção dos espaços abertos e também edificados. Elas atuam na mediação climática entre os meios externo e interno,também edificados. Elas atuam na mediação climática entre os meios externo e interno, protegendo os edifícios do sol e da chuva, e mantendo o aproveitamento da ventilação eprotegendo os edifícios do sol e da chuva, e mantendo o aproveitamento da ventilação e iluminação naturais.iluminação naturais. Nas áreas internas dos edifícios, a proposta foi o aproveitamento máximo da luzNas áreas internas dos edifícios, a proposta foi o aproveitamento máximo da luz natural, bem como da temperatura ambiente nos períodos em que as condições externas sãonatural, bem como da temperatura ambiente nos períodos em que as condições externas são favoráveis. Já nos momentos em que é necessário o ar condicionado, ainda assim, o uso foifavoráveis. Já nos momentos em que é necessário o ar condicionado, ainda assim, o uso foi dimensionado de maneira a minimizar o consumo de energia elétrica no conjunto.dimensionado de maneira a minimizar o consumo de energia elétrica no conjunto. Quanto aos materiais, a predominância do aço em todo o complexo traz vantagensQuanto aos materiais, a predominância do aço em todo o complexo traz vantagens em relação ao impacto ambiental. Isso se deve ao tempo superior de vida útil da estrutura deem relação ao impacto ambiental. Isso se deve ao tempo superior de vida útil da estrutura de aço em comparação às soluções alternativas, somado às possibilidades de reutilização eaço em comparação às soluções alternativas, somado às possibilidades de reutilização e reciclagem.reciclagem. As vedações das edificações – painéis pré-moldados de concreto como fechamentoAs vedações das edificações – painéis pré-moldados de concreto como fechamento externo, painéis duplos de drywall com manta sintética interna nas vedações internas e asexterno, painéis duplos de drywall com manta sintética interna nas vedações internas e as coberturas protegidas por placas sanduíche de alumínio pré-pintado, preenchidas comcoberturas protegidas por placas sanduíche de alumínio pré-pintado, preenchidas com material de proteção térmica – foram especificadas com base em seu desempenho térmico ematerial de proteção térmica – foram especificadas com base em seu desempenho térmico e compatibilidade com o sistema estrutural. Neste caso, o objetivo foi melhorar o confortocompatibilidade com o sistema estrutural. Neste caso, o objetivo foi melhorar o conforto interno e reduzir o consumo de energia elétrica decorrente do uso de equipamentos de ar-interno e reduzir o consumo de energia elétrica decorrente do uso de equipamentos de ar- condicionado.condicionado. 24MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  25. 25. 25MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  26. 26. 26MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  27. 27. 27MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  28. 28. INOVAÇÃO & TECNOLOGIASINOVAÇÃO & TECNOLOGIAS Em todos os aspectos do projeto ele é inovador, pois integra e coordenaEm todos os aspectos do projeto ele é inovador, pois integra e coordena arquitetura, estrutura, sistemas de eco-eficiência, paisagismo, recuperação da paisagem,arquitetura, estrutura, sistemas de eco-eficiência, paisagismo, recuperação da paisagem, comunicação visual, economia, planejamento, organização e racionalidade da obra.comunicação visual, economia, planejamento, organização e racionalidade da obra. Além disso, foi concebido com a preocupação de desenvolver tecnologias,Além disso, foi concebido com a preocupação de desenvolver tecnologias, utilizando materiais nacionais compatíveis com a realidade econômica brasileira,utilizando materiais nacionais compatíveis com a realidade econômica brasileira, superando inclusive, as expectativas de desempenho econômico, tendo em vista asuperando inclusive, as expectativas de desempenho econômico, tendo em vista a complexidade e tamanho da obra.complexidade e tamanho da obra. Vistas: 01 - Elevação da praia 02 - Elevação da AvenidaVistas: 01 - Elevação da praia 02 - Elevação da Avenida 28MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  29. 29. O CENTRO DE CONVENÇÕESO CENTRO DE CONVENÇÕES Corte Transversal do prédio centralCorte Transversal do prédio central O Centro de Convenções possui auditório, salas de reuniões, lanchonete e área deO Centro de Convenções possui auditório, salas de reuniões, lanchonete e área de eventos. Fica próximo da edificação atual, na extremidade oposta da passagem subterrânea eeventos. Fica próximo da edificação atual, na extremidade oposta da passagem subterrânea e constitui a porta de entrada ao público que a ele se dirige, possibilitando o uso para os maisconstitui a porta de entrada ao público que a ele se dirige, possibilitando o uso para os mais diversos eventos culturais e educativos, sem que interfiram nas atividades científicas dodiversos eventos culturais e educativos, sem que interfiram nas atividades científicas do Centro de PesquisasCentro de Pesquisas Do Centro de Convenções parte o eixo principal, o Norte-Sul, considerado a colunaDo Centro de Convenções parte o eixo principal, o Norte-Sul, considerado a coluna vertebral de articulação de todas as atividades de produção científica, dos laboratórios evertebral de articulação de todas as atividades de produção científica, dos laboratórios e escritórios no pavimento térreo; dos escritórios nos dois pavimentos superiores; das salas deescritórios no pavimento térreo; dos escritórios nos dois pavimentos superiores; das salas de visualização do Centro de Realidade Virtual (CRV), do Centro Integrado de Processamento devisualização do Centro de Realidade Virtual (CRV), do Centro Integrado de Processamento de Dados (CIPD) e Biblioteca no 1º pavimento, e ao bloco separado do Holospace. Este mesmoDados (CIPD) e Biblioteca no 1º pavimento, e ao bloco separado do Holospace. Este mesmo eixo constitui nos dois níveis (térreo e 2º pavimento) a principal circulação de usuárioseixo constitui nos dois níveis (térreo e 2º pavimento) a principal circulação de usuários internos e externos.internos e externos. 29MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  30. 30. Centro Integrado de Processamento de Dados (CIPD)Centro Integrado de Processamento de Dados (CIPD) Na extremidade norte do eixo, está situado o restaurante central e o orquidário,Na extremidade norte do eixo, está situado o restaurante central e o orquidário, que também se interligam ao prédio central. Este eixo articula também todo o sistema deque também se interligam ao prédio central. Este eixo articula também todo o sistema de energia, através de umenergia, através de um pipe-rackpipe-rack, originário da central de utilidades, de onde partem, na, originário da central de utilidades, de onde partem, na mesma cota, um pipe-rack principal que atende aos laboratórios, conectando-se nomesma cota, um pipe-rack principal que atende aos laboratórios, conectando-se no extremo sul ao armário de instalações da passagem subterrânea até o edifício atual doextremo sul ao armário de instalações da passagem subterrânea até o edifício atual do Cenpes, aos edifícios de Empreiteirópolis, Almoxarifado e Oficinas, por meio de tubovia.Cenpes, aos edifícios de Empreiteirópolis, Almoxarifado e Oficinas, por meio de tubovia. O pipe-rack possui, ao longo de toda sua extensão dentro da projeção do prédioO pipe-rack possui, ao longo de toda sua extensão dentro da projeção do prédio central, salas de painéis e equipamentos, além de casas de máquinas, baterias e centraiscentral, salas de painéis e equipamentos, além de casas de máquinas, baterias e centrais setoriais de ar condicionado, definindo o 1º pavimento como uma grande área técnica.setoriais de ar condicionado, definindo o 1º pavimento como uma grande área técnica. 30MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  31. 31. OBRA ABERTAOBRA ABERTA Para o arquiteto Zanettini, o partido adotado reflete a condição de "obra aberta",Para o arquiteto Zanettini, o partido adotado reflete a condição de "obra aberta", que entende o espaço relativizado no tempo em função da evolução das necessidades,que entende o espaço relativizado no tempo em função da evolução das necessidades, imprimindo às soluções grande flexibilidade para ampliações e reformulações, deimprimindo às soluções grande flexibilidade para ampliações e reformulações, de acordo com novos usos.acordo com novos usos. Vale ressaltar ainda que, todas as soluções tiveram embasamento científico, emVale ressaltar ainda que, todas as soluções tiveram embasamento científico, em relação à urbanização, arquitetura e arquitetura de interiores, aos sistemas de confortorelação à urbanização, arquitetura e arquitetura de interiores, aos sistemas de conforto ambiental e eficiência energética, aos sistemas prediais de utilidades, aos sistemasambiental e eficiência energética, aos sistemas prediais de utilidades, aos sistemas construtivos e estruturais e à recomposição dos ecossistemas naturais.construtivos e estruturais e à recomposição dos ecossistemas naturais. 31MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  32. 32. SUSTENTABILIDADE CONSTRUTIVASUSTENTABILIDADE CONSTRUTIVA 32MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  33. 33. SUSTENTABILIDADE PROJETO ARQUITETÔNICOSUSTENTABILIDADE PROJETO ARQUITETÔNICO •• Permeabilidade no olharPermeabilidade no olhar • Simetria e regularidade da estrutura• Simetria e regularidade da estrutura • Equalização de vãos e dimensões das peças• Equalização de vãos e dimensões das peças • Padronização de usos• Padronização de usos • Facilidade de transporte e organização• Facilidade de transporte e organização do canteiro de obrado canteiro de obra • Racionalização de materiais e mão-de-obra• Racionalização de materiais e mão-de-obra • Metodologia e rapidez de montagem• Metodologia e rapidez de montagem • Clareza nos detalhes• Clareza nos detalhes • Reversibilidade com uma possível• Reversibilidade com uma possível desmontagemdesmontagem 33MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  34. 34. SUSTENTABILIDADE PRODUÇÃOSUSTENTABILIDADE PRODUÇÃO •• A cobertura de sombreamento com chapa perfurada sobre a estrutura espacialA cobertura de sombreamento com chapa perfurada sobre a estrutura espacial desempenha a função de pulmão para a respiração das coberturas ajardinadas e preserva adesempenha a função de pulmão para a respiração das coberturas ajardinadas e preserva a transparência do espaço, permitindo com isso a entrada de iluminação natural.transparência do espaço, permitindo com isso a entrada de iluminação natural. 34MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  35. 35. ECOEFICIENCIAECOEFICIENCIA O projeto incorpora conceitos de eco eficiência. “Estamos utilizando materiaisO projeto incorpora conceitos de eco eficiência. “Estamos utilizando materiais de menor impacto no meio ambiente. Nossas referências de construção verde (origem dode menor impacto no meio ambiente. Nossas referências de construção verde (origem do material, distância de transporte, modo de aplicação, entre outros) são o padrãomaterial, distância de transporte, modo de aplicação, entre outros) são o padrão americano e europeu”, explicou Rene.americano e europeu”, explicou Rene. A arquitetura dos edifícios tira o maior proveito de elementos da naturezaA arquitetura dos edifícios tira o maior proveito de elementos da natureza como luz, sombra, ventos etc. No caso da luz solar, os edifícios ganharam aberturascomo luz, sombra, ventos etc. No caso da luz solar, os edifícios ganharam aberturas translúcidas no teto que permitem a sua entrada e os ambientes são equipados comtranslúcidas no teto que permitem a sua entrada e os ambientes são equipados com sensores que ativam a energia elétrica em caso de redução da luz natural. “Com asensores que ativam a energia elétrica em caso de redução da luz natural. “Com a solução encontrada, reduzimos nossa participação no consumo de energia e asolução encontrada, reduzimos nossa participação no consumo de energia e a necessidade de ventilação, uma vez que a luz solar entra de forma indireta não gerando,necessidade de ventilação, uma vez que a luz solar entra de forma indireta não gerando, portanto, calor”, disse o gerente de projetos.portanto, calor”, disse o gerente de projetos. A solução no caso da ventilação foi explorar a localização física do Cenpes, queA solução no caso da ventilação foi explorar a localização física do Cenpes, que está à beira da Baía de Guanabara. Abreu explicou que o sistema privilegiou aestá à beira da Baía de Guanabara. Abreu explicou que o sistema privilegiou a ventilação natural. “O prédio ajuda a criação de colchões frios de ar permitindo atéventilação natural. “O prédio ajuda a criação de colchões frios de ar permitindo até mesmo climatizar salas que estão na sombra.”mesmo climatizar salas que estão na sombra.” 35MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  36. 36. REAPROVEITAMENTO DE ÁGUAS.REAPROVEITAMENTO DE ÁGUAS. OO projeto também inclui o reaproveitamento de águas. A água da chuva,projeto também inclui o reaproveitamento de águas. A água da chuva, contou, será captada, armazenada. Depois de tratada será usada em sanitários econtou, será captada, armazenada. Depois de tratada será usada em sanitários e irrigação. O esgoto produzido pelo complexo será enviado à estação de tratamento.irrigação. O esgoto produzido pelo complexo será enviado à estação de tratamento. A água industrial resultante desse processo será direcionada para o sistema deA água industrial resultante desse processo será direcionada para o sistema de refrigeração (maior consumidor de água). “Estimamos uma redução de 60% norefrigeração (maior consumidor de água). “Estimamos uma redução de 60% no consumo”, afirma Rene. A previsão é a de que o sistema de tratamento de águaconsumo”, afirma Rene. A previsão é a de que o sistema de tratamento de água estará pago em cinco anos.estará pago em cinco anos. Também foi planejada uma Central de Utilidades, que vai responder peloTambém foi planejada uma Central de Utilidades, que vai responder pelo fornecimento de energia e de alguns itens fundamentais para o desenvolvimentofornecimento de energia e de alguns itens fundamentais para o desenvolvimento das pesquisas como ar-comprimido, vapor, gases especiais.das pesquisas como ar-comprimido, vapor, gases especiais. 36MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira
  37. 37. CONCLUSÃOCONCLUSÃO Os sistemas de Certificação de Construção Sustentáveis são aquelas queOs sistemas de Certificação de Construção Sustentáveis são aquelas que permitem avaliar o desempenho sustentável de obras civis. Seu objetivo e verificarpermitem avaliar o desempenho sustentável de obras civis. Seu objetivo e verificar junto ao mercado consumidor obras que se esforçam para incorporar diferenciaisjunto ao mercado consumidor obras que se esforçam para incorporar diferenciais ambientais consistentes .ambientais consistentes . Os Passos para o SELO VERDE:Os Passos para o SELO VERDE: 1.1.Planejamento sustentável da obra;Planejamento sustentável da obra; 2.2.Aproveitamento passivo dos recursos naturais;Aproveitamento passivo dos recursos naturais; 3.3.Eficiência energética;Eficiência energética; 4.4.Gestão e economia d'água;Gestão e economia d'água; 5.5.Gestão de resíduos na edificação;Gestão de resíduos na edificação; 6.6.Qualidade do ar e do ambiente interior;Qualidade do ar e do ambiente interior; 7.7.Conforto térmico acústico;Conforto térmico acústico; 8.8.Uso racional de materiais;Uso racional de materiais; 9.9.Uso de Madeiras certificadas ;Uso de Madeiras certificadas ; 10.10.Uso de produtos e tecnologias ambientalmente amigas;Uso de produtos e tecnologias ambientalmente amigas; Muito Obrigada!Muito Obrigada! 37MsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro FerreiraMsC Engenharia Civil & Especialista Eng. Urbana Arquiteta Urbanista Isabel Cristina Guerreiro Ferreira

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