Manual conservando escolas

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Manual conservando escolas

  1. 1. Manual do Usuário de Instalações Escolas Municipais da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro Secretaria Municipal de Obras e Conservação - RIO urbe
  2. 2. ELETRICIDADE Mexer com eletricidade sem conhecimento especifico é muito perigoso. E um serviço mal feito, desrespeitando as normas vigentes da ABNT podem provocar acidentes graves! GARANTA UMA INSTALAÇÃO ELÉTRICA SEGURA!
  3. 3. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  4. 4. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  5. 5. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  6. 6. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  7. 7. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  8. 8. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS É importante conhecermos a relação entre potência aparente e potência ativa! Só assim entenderemos o que é fator de potência!
  9. 9. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  10. 10. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Assim passamos a perceber alguns conceitos de projeto de instalação elétrica,isto é: É necessário a previsão das potências ( cargas ) mínimas de iluminação e tomadas a serem instaladas, possibilitando assim determinar a potência total para a instalação da escola. A previsão de cargas de um projeto de eletricidade segue o levantamento das cargas pré definidas a edificação nas recomendações e parâmetros da Norma Brasileira Registrada de projeto elétricos NBR 5410. Então não arrisque ! Evite o uso de benjamins (tês) que além de desperdiçar energia,podem comprometer a segurança da sua escola!
  11. 11. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS TUE – Tomada de uso específico Conceitua-se na NBR 5410 dois tipos de tomadas: TUG –Tomada de uso geral
  12. 12. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Exemplo de uma memória de cálculo projeto elétrico: Como vimos precisamos primeiro conhecer as demandas de todos os ambientes do projeto ,assim obtemos as potências (cargas )ativa e aparente,depois obtemos pela soma de todas as duas,a potência total necessária a escola . Em função da potência ativa total prevista é que se dimensiona o tipo de fornecimento, a tensão de alimentação e o padrão geral de entrada de energia (Light)
  13. 13. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  14. 14. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  15. 15. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  16. 16. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  17. 17. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  18. 18. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  19. 19. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  20. 20. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  21. 21. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  22. 22. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  23. 23. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  24. 24. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  25. 25. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  26. 26. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  27. 27. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  28. 28. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  29. 29. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  30. 30. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  31. 31. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Os fios (condutores) dos circuitos e os eletrodutos são dimensionados pela NBR 5410 Não se deve passar mais que 6 ou 7 condutores por eletroduto As cores dos fios São padronizadas pela NBR 5410 Facilita a instalação e a manutenção
  32. 32. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  33. 33. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  34. 34. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  35. 35. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  36. 36. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  37. 37. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  38. 38. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
  39. 39. ELETRICIDADE • INSTALAÇÕES ELÉTRICAS • Lembre-se... • Uma instalação elétrica é composta por diversos componentes selecionados e instalados adequadamente, resultando em um funcionamento correto e seguro para os usuários. • É fundamental a realização de projetos devidamente elaborados por profissionais capacitados e com a devida Anotação de Responsabilidade Técnica – ART/CREA. • A instalação elétrica deve passar por uma avaliação criteriosa, feita por um profissional qualificado e habilitado, com base em normas técnica NBR5410 (da ABNT), que dá os parâmetros e as condições mínimas de qualidade e desempenho que as instalações de baixa tensão devem apresentar, garantindo assim o seu correto e seguro funcionamento.
  40. 40. ELETRICIDADE Segurança e Desperdício de energia • Quais os principais problemas em instalações elétricas? – Sobrecargas, que ocorrem pela utilização de muitos aparelhos ligados na mesma tomada (como benjamins ou “tês”), pelo uso de aparelhos de potência muito elevada em redes elétricas que não estavam preparadas para isto e por improvisações (gambiarras) executadas por pessoal não qualificado. – Extensão solta pelo piso, uma causa freqüente de acidentes, deve ser eliminada e em seu lugar executada instalação definitiva. – Mau dimensionamento dos fios e cabos. Tomadas quentes... muito cuidado ! Tomada quente é sinônimo de desperdício e indicação de perigo (possibilidade de fogo). Cada tomada é dimensionada para a passagem de um determinado valor de corrente elétrica. Muitos aparelhos ligados na mesma tomada podem causar sobrecarga e curto-circuito na fiação.
  41. 41. ELETRICIDADE Segurança e Desperdício de energia • ORIENTAÇÕES GERAIS – Antes de ligar qualquer aparelho à energia elétrica você deve saber qual a voltagem naquele local 127V ou 220V e a voltagem do aparelho. – Um aparelho NÃO pode funcionar em outra voltagem que aquela indicada em seu corpo. – Porém existem eletrodomésticos com "bi-voltagem" automáticos ou com uma pequena chave que deverá ser colocada na posição correta, antes de ligados à tomada. – Aparelhos elétricos no banheiro são um grande risco. – Se for fazer qualquer conserto elétrico, desligue o disjuntor ou a chave geral. – Nunca conserte ou ligue aparelhos elétricos com as mãos ou corpo molhados. – Não mexa em eletricidade pisando em chão úmido, suado e muito menos descalço. – Antes de ligar um aparelho novo, leia as instruções do fabricante. – Se algum eletrodoméstico dá choques sempre que você encosta nas partes metálicas, alguma coisa está errada. Chame a manutenção urgente para consertar e desligue-o da tomada com as devidas precauções.
  42. 42. ELETRICIDADE Segurança e Desperdício de energia • Dicas para diminuir o desperdício e aumentar a segurança das instalações: – Instale vários disjuntores – Quanto mais circuitos houver, melhor será a distribuição da carga elétrica – Evite emendas – O fio de cobre é um excelente condutor, e só. Utilize conectores pois permitem maior aperto na junção de fios e cabos elétricos, sem que sejam cortados. Proporcionam menores perdas na passagem da corrente elétrica. • O uso de materiais com certificação do INMETRO é fundamental para garantir uma instalação elétrica segura e eficiente.
  43. 43. ELETRICIDADE Segurança e Desperdício de energia • PRINCIPAIS PROBLEMAS
  44. 44. ELETRICIDADE Segurança e Desperdício de energia • PRINCIPAIS PROBLEMAS
  45. 45. ELETRICIDADE Segurança e Desperdício de energia • PRINCIPAIS PROBLEMAS
  46. 46. ELETRICIDADE Segurança e Desperdício de energia • CURTO-CIRCUITO – Geralmente os curto - circuitos provocam reações violentas devido à dissipação instantânea de energia, tais como: explosões, calor e faíscas. É uma das principais causas de incêndios em instalações elétricas mal conservadas ou com erros de dimensionamento. – É importante impedir o acesso de crianças às tomadas, e naquelas que não estiverem sendo utilizadas fazer o uso de protetores de tomadas ou coloque um pequeno pedaço de esparadrapo cobrindo-as. – Tomadas que aquecem e derretem o plugue • Normalmente isso ocorre porque a tomada está operando com uma corrente nominal (Ampéres) superior à sua capacidade (especificação), acarretando um superaquecimento e muitas vezes, chegando a derreter a tomada e o plugue do equipamento, podendo gerar um princípio de incêndio. • Verificar sempre o valor da corrente nominal (Ampéres) ou potência nominal (Watts) do circuito, antes de ligar ou instalar novos equipamentos. Caso seja necessário, efetue um aumento de capacidade do circuito por intermédio de um profissional habilitado (Engenheiro registrado no CREA-Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura).
  47. 47. ELETRICIDADE Segurança e Desperdício de energia • SOBRECARGA – O disjuntor desarma a toda hora, deve-se colocar outro de amperagem maior? • Não. Esta troca só estará ocultando um possível defeito, recomenda-se avaliar o circuito ao qual este disjuntor está ligado. – Qual a função do fio Terra? • Como o corpo humano é capaz de conduzir eletricidade, se uma pessoa se encosta em um equipamento elétrico ela estará sujeita a levar um choque, que nada mais é do que a sensação desagradável provocada pela passagem dos elétrons pelo corpo. O conceito básico da proteção contra choques é o de que os elétrons devem ser desviados da pessoa e o fio terra viabiliza este desvio.
  48. 48. ELETRICIDADE Segurança e Desperdício de energia
  49. 49. ELETRICIDADE Segurança e Desperdício de energia • FUGA DE CORRENTE – São responsáveis por grandes desperdícios de energia elétrica podendo ser comparados aos vazamentos das instalações hidráulicas. – A fuga de corrente elétrica é uma causa muito comum de aumento do consumo. Ela ocorre devido a fios desencapados e mal dimensionados, emendas mal feitas, isolamento desgastado. Ou ainda, provocada por eletrodomésticos defeituosos. Por exemplo, se a torneira do chuveiro ou a porta da geladeira estão dando choque, além de ser perigoso, pode ser sinal de fuga de corrente. • Para verificar se existe fuga, desligue todos os aparelhos das tomadas e todos os interruptores de luz e observe o medidor de energia elétrica, se ele continuar girando/marcando, é porque existe fuga de corrente. • Para identificar a origem da "fuga", desligue a chave geral. Se o disco do medidor parar de girar, então o defeito é na instalação elétrica. Neste caso, chame a manutenção elétrica. • Caso o medidor continue funcionando, o defeito poderá ser no medidor, neste caso deve-se abrir uma solicitação de verificação do medidor junto a concessionária.
  50. 50. ELETRICIDADE MATERIAIS ELÉTRICOS
  51. 51. ELETRICIDADE Materiais Elétricos • FUSÍVEIS E DISJUNTORES – Esses funcionam como chaves automáticas cuja a função é cortar a passagem de corrente elétrica quando esta for excessiva para o circuito, causando danos ao sistema. Portanto, a função dos disjuntores e fusíveis é desarmar em caso de sobrecarga, protegendo a instalação, pessoas e seus aparelhos conectados a instalação. – A diferença básica entre os dois sistemas de proteção é que os disjuntores permitem serem rearmados, já os fusíveis, uma vez atuados devem ser substituídos. Esses dois sistemas de proteção, disjuntores e os fusíveis, devem atender as normas: NBR IEC 60898 e 60947-2 e NBR 11840 a 11849, respectivamente.
  52. 52. ELETRICIDADE Materiais Elétricos • QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO – Item de grande importância em uma instalação elétrica. Como os demais, deve obedecer a critérios técnicos conforme NBR 6808, pois nesse componente da instalação elétrica concentra-se duas características importantes: o número de circuitos total da instalação e a capacidade de carga de cada um deles. – É o local onde se reúnem e partem todos os fios para todo o prédio. Fios para tomadas, para lâmpadas de teto, cozinha, etc. No Quadro de Distribuição, se dividem as cargas elétricas, ou seja, é onde se decide quanto cada fio pode suportar sem colocar em risco a segurança (fogo) da instalação.
  53. 53. ELETRICIDADE Materiais Elétricos • O CIRCUITO - FIOS E CABOS ELÉTRICOS – O circuito elétrico pode ser definido como o percurso completo por onde a eletricidade passa através de condutores e componentes, até chegar no terminal oposto da mesma fonte. – Um circuito elétrico é constituído basicamente por uma ou mais fontes de energia elétrica, fios condutores e algum elemento de circuito. – Um circuito monofásico é um circuito que é constituído apenas de uma fase elétrica e um neutro, devendo também possuir um condutor de eqüipotencialização chamado de "terra". – Um circuito trifásico é constituído por três fases e um neutro, devendo também possuir um condutor de eqüipotencialização chamado de "terra".
  54. 54. ELETRICIDADE Materiais Elétricos • CONECTORES ELÉTRICOS – É um dispositivo eletromecânico que faz ligação elétrica entre condutores, concebido para eliminar ou reduzir fugas de corrente provocadas por emendas ou outros tipos de conexões. – Sua função é unir (emendar) duas partes de um mesmo fio. O conector é muito barato! – Os conectores evitam perda de energia elétrica e consumo desnecessário quando dimensionados e instalados corretamente para os fios. – Evite acidentes. Antes de proceder a instalação verifique se os condutores estão desenergizados. – Ao conectar, aperte bem os parafusos e verifique se estão realmente fixados, puxando os fios..
  55. 55. ELETRICIDADE Materiais Elétricos • INTERRUPTORES – É o dispositivos usado para ligar ou desligar equipamentos em um circuito elétrico (ex. Lâmpadas). – Este dispositivo, após término da vida útil, apresentam falhas na mola que mantém os contatos bem pressionados. Quando se percebe aquecimento ou folga a troca deve ser urgente: é uma das principais causas de incêndios em edificações. • TOMADAS – São os terminais com tensão que alimentarão os equipamentos elétricos. – Com a NBR 14136 , o formato das tomadas e plugues foram alterados considerando-se a adoção do fio terra nas instalações. – Os parafusos de conexão dos condutores devem estar sempre bem apertados, evitando mau contato e curto circuito. Não esqueça de puxar o fio para verificar se está bem fixado. – As conexões e estado geral dos interruptores e tomadas devem ser verificados pelo menos uma vez ao ano.
  56. 56. ELETRICIDADE Materiais Elétricos
  57. 57. ELETRICIDADE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS
  58. 58. ELETRICIDADE Equipamentos Elétricos • ILUMINAÇÃO – Todo ambiente deve contar com a iluminação natural. Isso faz parte do que chamamos conforto ambiental. Seguindo algumas pequenas regras você pode melhorar as condições de luminosidade em um ambiente mal iluminado e que solicita que lâmpadas sejam acesas durante o dia: • Utilize cores claras em todo o ambiente. Isso vale para a cor das paredes, do teto, piso e móveis. As cores que tendem ao branco ou seja, claras, têm a propriedade de refletir a luz e permitir que o ambiente retenha mais a luz que incide sobre elas. – Evite utilizar vidros fumês ou coloridos nas janelas. Prefira os vidros incolores, que oferecem melhor aproveitamento da luz. – Em reformas, jamais retire a luz natural de um ambiente. É um erro muito comum quando não há um profissional orientando.
  59. 59. ELETRICIDADE Equipamentos Elétricos • ILUMINAÇÃO – Quanto mais "amarelada" for a tonalidade da luz, mais aconchegante e tranqüila será a atmosfera do ambiente. – A luz "mais branca" ou "azulada" é recomendada para ambientes mais ativos, onde se pretende estimular a produtividade, tais como: cozinhas, áreas de serviço, escritórios, hospitais, escolas etc. – A Temperatura de cor é a grandeza que expressa a aparência de cor da luz, sendo a sua unidade o Kelvin (K). Quanto mais alta a temperatura de cor, mais branca é a cor da luz. A “luz quente” é a que tem aparência amarelada e temperatura de cor baixa: 3000K ou menos. A “luz fria”, ao contrário, tem aparência azul-violeta, com temperatura de cor elevada: 6000K ou mais. A luz emitida pelo sol em céu aberto ao meio-dia tem temperatura de cor de 5800K.
  60. 60. ELETRICIDADE Equipamentos Elétricos Produto Vida Média Incandescente Standard 750 e 1.000 h Fluorescente Compacta 3.000 a 10.000 h Fluorescente Tubular 20 W 7.500 h Fluorescente Tubular 40 W 12.000 h • ILUMINAÇÃO – Para locais de difícil acesso, procure instalar lâmpadas com maior vida útil média, exemplo:
  61. 61. ELETRICIDADE Equipamentos Elétricos • ILUMINAÇÃO TABELA DE EQUIVALÊNCIA DE LÂMPADAS 127V 220V Incandescente Fluorescente compacta Incandescente Fluorescente compacta 60 W 15 W 75 W 15 W 75 W 20 W 100 W 20 W 100 W 23 W 120 W 23 W Lâmpada Existente Lâmpada Proposta Mista 160 W 250 W 500 W Vapor de Sódio VS 70W VS 70W VS 150W Vapor de Mercúrio 80 W 125 W 250 W 400 W 700 W Vapor de Sódio VS 70 W VS 100W VS 150W VS 250 W VS 400 W
  62. 62. ELETRICIDADE Equipamentos Elétricos • ILUMINAÇÃO – Manutenção em lâmpadas fluorescentes tubulares – pg 1 • Faça a manutenção preventiva eliminando mau contatos. • Para realizar este trabalho a rede elétrica deve estar desligada no disjuntor do circuito equivalente. As lâmpadas devem estar apagadas durante todo o processo. • Retire a lâmpada do soquete segurando pela parte metálica (bocal), puxando-o para fora do soquete. Faça o mesmo do outro lado da luminária. • Observe os terminais da lâmpadas: como são metálicos devem estar brilhantes, com o passar do tempo tornam-se escuros devido a oxidação, ocasionando mau contatos e falhas no acendimento das lâmpadas. • Para limpar utilize uma lixa d’água #600 e remova toda a oxidação até o contato se tornar novamente amarelo brilhante. Retire todo o pó que tenha ficado nos terminais, não é necessário aplicar nenhum tipo de lubrificante.
  63. 63. ELETRICIDADE Equipamentos Elétricos • Observe também os contatos do soquete da luminária, removendo qualquer sujeira. Aproveite limpando a base refletora e a parte de vidro da lâmpada com um pano levemente úmido com detergente. • Para reinstalar a lâmpada recoloque-a na ranhura do soquete, pressionando na parte metálica até encaixar corretamente. • Teste o acendimento, caso a lâmpada não acenda, desligue a luminária e verifique possíveis mau contatos no soquete; tente trocar as lâmpadas de lugar ou inverter sua posição. • Caso a Lâmpada esteja realmente queimada troque-a por outra de mesma potência e tamanho, observe a numeração impressa na própria lâmpada. • ILUMINAÇÃO – Manutenção em lâmpadas fluorescentes tubulares – pg 2
  64. 64. ELETRICIDADE Equipamentos Elétricos • ILUMINAÇÃO – Como substituir uma lâmpada fluorescente compacta queimada: • Desligue o disjuntor referente ao local. • Se a lâmpada já está queimada, portanto fria é só desenroscá-la com suavidade no sentido anti-horário. • Se estiver em funcionamento portanto muito quente, deve-se desligá-la e esperar esfriar por completo, para então desenroscá-la. • No fim de vida de uma lâmpada fluorescente, nunca a descarte no lixo comum (é tóxica). Entregue-a para reciclagem – Quando lançadas sobre o solo, os resíduos das lâmpadas, contaminam o solo e as águas, atingindo as cadeias alimentares. • Não toque na parte metálica do bocal nem na rosca enquanto estiver fazendo a troca. • Pegue uma lâmpada nova e enrosque no bocal. Não exagere na força ao rosqueá-la, pois o vidro pode partir. Basta ajustá-la para dar contato. Se for possível torça gentilmente a lâmpada pelo reator acoplado (parte branca entre o vidro e o bocal)
  65. 65. ELETRICIDADE Equipamentos Elétricos • AR CONDICIONADO – Há medidas que podem ser tomadas pelos próprios usuários para que os condicionadores de ar utilizem energia elétrica em menor quantidade e tenham sua vida útil prolongada. Conheça algumas delas: – É preciso dimensionar corretamente, contate um especialista. – Troque as lâmpadas incandescentes por fluorescentes compactas ou tubulares. – Evite o contato direto com o sol, tanto do aparelho quanto do ambiente. Instale uma proteção caso você tenha que instalar o aparelho exposto a raios solares. – Mantenha as portas e janelas fechadas ao usar o ar-condicionado. – O ideal é que a temperatura esteja entre 20º e 22ºC. Em aparelhos sem display, regule o termostato com o auxílio de um termômetro de mercúrio posicione o termômetro em uma parede perpendicular (90º) a do ar condicionado instalado. – É recomendável também a compra de equipamentos que funcionem em tensão de 220 Volts, independente da capacidade (BTU/h).
  66. 66. ELETRICIDADE Equipamentos Elétricos – Para limpar o filtro, não se esqueça de desligar o aparelho, limpe-o com aspirador ou com água morna e sabão, deixando-o secar completamente antes de recolocá-lo, não esfregue, nem torça. – Não exponha o filtro ao sol para secar, ele deforma. – A começar pelo consumo. O Inmetro e o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (PROCEL), da Eletrobrás, criaram o Selo PROCEL, que indica os produtos mais eficientes no consumo de energia – dê preferência aos produtos classe A. • AR CONDICIONADO • Manutenção do Aparelho – Exija o manual do seu aparelho, leia com calma e atenção e observe as indicações para instalação e uso. – O filtro deve ser limpo a cada 15 dias, pois, quando estão sujos, impedem a circulação livre do ar, forçando o aparelho. Se o aparelho ficar em ambientes muito poluídos, a limpeza deve ser feita semanalmente.
  67. 67. ELETRICIDADE Equipamentos Elétricos • CHUVEIROS ELÉTRICOS – Cuidados na instalação e uso. – Jamais utilize nas escolas, chuveiros na tensão de 127V. Utilize os de 220V. – Não mude a chave liga/desliga e/ou verão/inverno com o chuveiro ligado, dá choque e pode ser fatal (feche a torneira antes). – Fios derretidos, pequenos choques e cheiro de queimado indicam problemas que precisam ser corrigidos imediatamente. – Verifique se a instalação elétrica está correta, aterrada e protegida, se a grelha não apresenta sujeira, e, a potência (posição inverno e verão) está adequada à época do ano. – Antes de checar se a resistência do chuveiro está mesmo queimada, desligue a chave geral ou disjuntor. Esse passo é muito importante, pois evita os choques. – Inicie a desmontagem do chuveiro. Os de plástico são mais fáceis, basta desenroscar a parte de baixo, também chamada de espalhador.
  68. 68. ELETRICIDADE Equipamentos Elétricos • CHUVEIROS ELÉTRICOS – Substituição da Resistência Elétrica. – Retire a resistência queimada e substitua pela nova, que deve ser idêntica, segundo o modelo do chuveiro. A queimada apenas apresentará rompimento na espiral. – Aproveite para limpar o espalhador com uma escova de dentes. Limpe as partes interna e externa e enxágue em água corrente. • Atenção: não utilize objetos pontiagudos, que possam alterar o diâmetro dos furos, nem produtos abrasivos. – Organize os fios e prenda-os no conector de fios. – Passe a fita veda-rosca na extremidade do tubo do chuveiro. – Antes de religar a chave geral, abra o chuveiro e deixe a água fria escorrer por 30 segundos na posição desligado. – Verifique se não há vazamentos. – Feche o registro. – Religue a chave geral do quadro de força ou o disjuntor.
  69. 69. GÁS Gás Natural e Gás GLP
  70. 70. GÁS Cuidados no Uso e Instalação • GÁS NATURAL - Cabine – A Cabine de Medidores deve ter ventilação permanente equivalente a, no mínimo, 1/10 da área do piso. Deve estar em local de fácil acesso e ter iluminação especial, com luminária a prova de explosão, se for o caso e o interruptor deve ser instalado do lado de fora. – A cabine não deve ser usada como local de depósito. – Telefone da CEG - 08000-247766
  71. 71. GÁS Cuidados no Uso e Instalação • GÁS NATURAL
  72. 72. GÁS Cuidados no Uso e Instalação • GÁS NATURAL – Todos os elementos por onde passa o gás em uma instalação: as tubulações, as uniões, e conexões, os aparelhos a gás devem estar em boas condições de conservação. • Não utilize as tubulações de gás como suporte de outros objetos. • Não submeta as tubulações de gás ao contato com cabos elétricos. • Não coloque materiais inflamáveis ou corrosivos próximos às tubulações. • Feche o registro de gás após a utilização dos aparelhos. • Feche a válvula do medidor de gás caso se ausente por vários dias. • Quando a combustão é correta, a chama (no fogão) não oscila, é silenciosa e de cor azul. Caso oscile ou seja amarelada, há má combustão. Contate o fabricante do equipamento ou a assistência técnica da CEG-RIO. • A cada dois anos os usuários de aquecedores de água e fogões devem fazer uma vistoria das condições de queima e da exaustão desses equipamentos. • Deve ser feita também uma vistoria das demais instalações e equipamentos a gás, através de uma empresa instaladora credenciada pela CEG. Caso detectem algum defeito na vistoria, é prudente que este seja reparado imediatamente. Não espere ter problemas. Previna, faça a vistoria periódica de sua instalação e equipamentos a gás.
  73. 73. GÁS Cuidados no Uso e Instalação • GÁS GLP – BOTIJÃO – O gás de botijão (GLP) é altamente inflamável – O gás de botijão só é perigoso à saúde quando toma todo o ambiente, expulsando dali o oxigênio, causando asfixia. – Use sempre o regulador de pressão (registro) com a inscrição NBR 8473 em relevo. – Troque o regulador a cada 5 anos ou quando apresentar defeito.
  74. 74. GÁS Cuidados no Uso e Instalação • GÁS GLP – BOTIJÃO – Use sempre a mangueira correta, com uma "malha" transparente e com uma tarja amarela, onde aparece a inscrição NBR 8613, o prazo de validade e o número do lote. – A mangueira deve ser fixada no regulador com braçadeiras apropriadas. Nunca com arames ou fitas. – Para sua segurança nunca instale qualquer acessório no botijão, além do regulador de pressão e da mangueira. – Mantenha o botijão em local ventilado. Nunca dentro de armários ou gabinetes. – Nunca deite e nem vire o botijão para saber se todo o gás foi usado. – A mangueira nunca deve passar por trás do fogão.
  75. 75. GÁS Cuidados no Uso e Instalação
  76. 76. GÁS Cuidados no Uso e Instalação • GÁS GLP – Antes de trocar o botijão, certifique-se de que: – Todos os botões dos queimadores estão desligados; O local está bem ventilado e livre de qualquer tipo de fogo (vela, fósforos, isqueiros ou cigarros acesos). – Em seguida faça a troca: • Feche o registro de gás; • Retire o lacre do botijão cheio; • Retire o regulador do botijão vazio; • Segure o bico do regulador na posição vertical e encaixe-o na válvula do botijão cheio; • Gire a borboleta do regulador para a direita, até ficar firme. • Use apenas as mãos para rosquear a borboleta do regulador; nunca utilize ferramentas. • Ao rosquear a borboleta do regulador, evite incliná-lo, mantendo-o sempre na posição vertical. • Após a instalação do botijão, verifique se há vazamento de gás aplicando espuma de sabão na junção do regulador com a válvula do botijão. • Se houver vazamento, começarão a se formar bolhas na espuma. Neste caso, feche imediatamente o registro de gás e chame a empresa fornecedora.
  77. 77. GÁS Cuidados no Uso e Instalação • GÁS – Emergências – Em caso de vazamento SEM fogo no botijão • Se você ao retornar à cozinha depois de sair de casa ou passar algum tempo sem utilizar o fogão e sentir cheiro de gás, este é um indicativo de vazamento de gás. • Feche imediatamente o registro de gás. • Afaste as pessoas da cozinha ou banheiro. • Abra as portas e janelas para que haja ventilação e a rápida dispersão do gás. • Se for noite não acione o interruptor de luz, porque poderá provocar uma centelha e por conseqüência um incêndio. • Desligue a chave geral de eletricidade somente se ela estiver fora da residência. • Não acenda fósforos ou isqueiros. • Chame o Corpo de Bombeiros (193). – Em caso de vazamento COM fogo no botijão • Chame o Corpo de Bombeiros (193), imediatamente. • Tente apagar a chama com extintor apropriado (pó químico). • Retire as pessoas da escola. • Desligue a chave geral de eletricidade.
  78. 78. GÁS Cuidados no Uso e Instalação • FOGÃO À GÁS: Diagnóstico e Orientações Defeitos do Fogão Possíveis Causas Como Fazer Vazamento de gás (verificar com espuma de sabão) Vazamento no botijão Vazamento no regulador de pressão Vazamento na mangueira Verifique se na válvula do botijão existe um anel de vedação. Caso não exista troque o botijão no vendedor da distribuidora. Verifique se o regulador do botijão está na posição adequada e bem apertado. Se não estiver troque o regulador por um aprovado pelo INMETRO. Se o vazamento for na área das braçadeiras, corte um pedaço de 3cm da mangueira recoloque-a com pressão. Caso não funcione substitua-a. Chamas baixas Gás do botijão terminando Troque o botijão Chamas soprando - Fuligem nas panelas Regulador de ar fechado ou quase fechado Regule até atingir uma chama azulada (embaixo dos queimadores).
  79. 79. GÁS Cuidados no Uso e Instalação • FOGÃO À GÁS: Diagnóstico e Orientações Defeitos do Fogão Possíveis Causas Como Fazer Chamas deslocando Chamas soprando Chamas apagando. Regulador aberto ou quase aberto Furação do queimador obstruída com resíduos de alimentos ou líquidos Regule até atingir uma chama azulada. Faça uma limpeza e enxugue o queimador antes de usar. Queimadores não acendem Falta gás Registro do gás fechado Conexão de gás entupida Mangueira dobrada Substituir o botijão Abra o registro do botijão Retire a mangueira e desentupa Deixe a mangueira de forma que não atrapalhe a passagem do gás. Queimador do forno não acende completamente ou demora para acender. Furação do queimador obstruída Faça uma limpeza no queimador e enxugue antes de recolocá-lo no lugar.
  80. 80. HIDRÁULICA ÁGUA – CONSUMO E DICAS DE ECONOMIA
  81. 81. ÁGUA Consumo e Desperdício • CONSUMO DE ÁGUA – Imagine o absurdo de alguém jogando dinheiro pela janela afora. Pois não difere muito das pessoas que não têm o menor cuidado para evitar o desperdício de água. Para elas, "a água cai do céu e não custa nada". Até que o hidrômetro lhes prove o contrário. Pois aí está: o valor elevado da conta deste mês pode ser resultado do mau uso da água. Geralmente é. – Observe as ilustrações que retratam as situações mais comuns de desperdício. Faça tudo para evitá-las. Inclusive, porque sempre é possível a alguém aproveitar o dinheiro jogado fora. Já a água desperdiçada, além de não servir a ninguém, ainda irá fazer falta a outras pessoas.
  82. 82. ÁGUA Consumo e Desperdício • DICAS PARA GASTAR MENOS – Durante 15 minutos uma torneira meio aberta consome aproximadamente mais de 200 litros. Se a torneira estiver fechada enquanto se ensaboa, diminuindo o tempo de ducha aberta para cinco minutos, o consumo cai para 81 litros. – Quando se escova os dentes com uma torneira não muita aberta, gasta-se 12 litros de água. No entanto, se a pessoa molhar a escova e fechar a torneira enquanto escova os dentes e ainda enxaguar a boca com um copo de água, ela consegue economizar mais de 11,5 litros de água. • Medidas práticas para gastar somente o essencial : – Limpe os restos dos pratos e panelas com uma escova e jogue no lixo; – Coloque água na pia até a metade para ensaboar, enquanto isso, feche a torneira; – Coloque água novamente para enxaguar.
  83. 83. ÁGUA Vazamentos
  84. 84. ÁGUA Vazamentos • CONSUMO DE ÁGUA – pg 1 – Em primeiro lugar, observe a ilustração para entender o percurso da água, desde que chega ao imóvel até a saída, em forma de esgoto. Na ilustração, vê-se o caminho que a água percorre numa instalação simples de um imóvel. No trajeto, indicado por letras, estão os pontos onde mais comumente ocorrem vazamentos. Veja o que fazer para descobri-los: • Vazamento na instalação alimentada pela caixa – Verificação geral – Feche todas as torneiras da escola e não utilize os sanitários; – Feche completamente a torneira de bóia da caixa, impedindo a entrada da água; – Marque na caixa o nível da água e, após 1hora, no mínimo, verifique se ele baixou; – Em caso afirmativo, há vazamentos na canalização ou nos sanitários alimentados pela caixa d'água.
  85. 85. ÁGUA Vazamentos • VAZAMENTOS – pg 2 – O mais comum dos vazamentos acontece no ponto A, do ramal interno. A água vaza e se infiltra no terreno, que, dependendo da permeabilidade, dificilmente permite o afloramento à superfície, principalmente se houver algum tipo de piso ou calçamento. – Para detectá-lo, fecha-se a entrada de água da cisterna, levantando e prendendo a bóia. Se, depois disso, o ponteiro do hidrômetro continuar girando, é sinal de vazamento em A. Um outro teste consiste em fechar o registro do cavalete, abrindo a torneira do jardim (no. 1 na ilustração) e colocando um copo cheio d'água na boca da torneira. Se houve sucção da água do copo, é porque existe vazamento no ponto A. – O vazamento B ocorre na cisterna, por rachaduras ou impermeabilização defeituosa. Mantenha a bóia levantada e não ligue a bomba. Após determinado tempo, se o nível da cisterna não baixar, não existe vazamento. – Ainda na cisterna, há possibilidade de vazamento no ponto C, embora não muito freqüente. A bóia defeituosa permite à água escapar pelo espaço entre as paredes e a laje superior da cisterna. Se houver extravasor (ladrão) irregular, da cisterna para as águas pluviais, o nível da água estará sempre alto, com o excesso se perdendo, sem ser visto, para a rede pluvial.
  86. 86. ÁGUA Vazamentos • VAZAMENTOS – pg 3 – Na caixa d'água elevada, se a bóia estiver defeituosa, o vazamento D será logo notado, desde que a água tenha condições de cair numa área livre, como deve ser. Muitas vezes, no entanto, para não se incomodar com a água que vaza nessas condições, o responsável pelo imóvel liga o extravasor à canaleta de chuva. Resultado: o valor da conta d'água aumenta, sem motivo aparente. • No caso de eventuais vazamentos pelo tubo de descarga, deve ser verificado: – se a caixa está no prumo e no nível; – se a régua de fixação está com folga; – se a bóia está posicionada corretamente e com movimento vertical; – se há sujeira na junta de vedação do mecanismo; – se a borracha de vedação está adequadamente posicionada; – Em E acontece o mesmo, só que no dreno de limpeza da caixa d'água, se o registro 2 não estiver bem fechado e o dreno estiver ligado ao tubo de esgotos ou à canaleta de água da chuva. – Em F, o vazamento será numa válvula interna do imóvel. Para descobri-lo, interrompa o uso da água. Feche o registro da cozinha (no. 3) e do banheiro (no. 4). Marque o nível da água na caixa (é prático utilizar uma vareta como medida). Em seguida, abra apenas um registro (por exemplo, o no. 3). Confira se o nível da caixa permanece o mesmo (aguarde um bom tempo antes de conferir). Se o nível baixar, há vazamento na cozinha. Depois, faça a mesma coisa, somente com outro registro aberto (no. 4).
  87. 87. ÁGUA Vazamentos • VAZAMENTOS – pg 4 – Se houver redução no nível da caixa, é sinal de vazamento no banheiro. – Nas instalações mais complexas, o procedimento é o mesmo, com os registros de saída de uma coluna de cada vez. No caso do vaso sanitário, o vazamento pode ser descoberto com a ajuda de pó de café. – Esses vazamentos nas válvulas irão para a rede de esgotos e aparecerão na caixa de inspeção de esgotos (5). Normalmente é uma água clara, diferente da água turva do esgoto. – Se, após esses testes, o nível da caixa continuar baixando, o vazamento será na parte externa do imóvel (o ponto G). – Para detectá-lo, ligue uma mangueira transparente à torneira no. 6, levantando a extremidade até uma determinada altura. Feche a torneira, deixando a mangueira erguida ainda com água até a extremidade. Em seguida, feche o registro no. 4 e abra a torneira no. 6. Se o nível da mangueira diminuir, está confirmado o vazamento em G.
  88. 88. HIDRÁULICA COMPONENTES
  89. 89. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais • HIDRÔMETRO – O abrigo deve estar limpo e desobstruído para facilitar a leitura e manutenção.
  90. 90. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais • CISTERNA E RESERVATÓRIO – A limpeza da caixa d’água deve ser feita a cada seis meses. • Iniciar a limpeza amarrando a bóia para que não entre água durante a limpeza, e tampar a saída de água com um pano para que a sujeira não desça pela tubulação. • Esfregar uma esponja nas paredes e no fundo (caso a caixa possua uma superfície lisa somente é necessário passar um pano); recolher, com um pano úmido, a sujeira depositada no fundo e os resíduos da limpeza, colocando tudo num balde. • Desamarrar a bóia e deixar a caixa encher até a altura de 30cm de altura, adicionando 250ml de hipoclorito (água sanitária) para cada 100 litros de água. • Umedecer as paredes da caixa com esta mistura utilizando uma esponja; esperar duas horas e a desinfecção estará pronta, retire a água da cisterna/reservatório, encha novamente adicione 250 mililitros de água sanitária para cada 1000 litros de água, utilize esta água após 4 horas.
  91. 91. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais • BOMBAS HIDRÁULICAS – Bombas Centrífugas são bombas hidráulicas que têm como princípio de funcionamento a força centrífuga através de palhetas que giram no interior de uma carcaça estanque, jogando líquido do centro para a periferia do conjunto girante, é o equipamento mais utilizado para bombear líquidos, transferindo líquidos de um local para outro. – Ela funciona da seguinte maneira: Uma fonte externa à bomba, como um motor elétrico, gira o rotor dentro do corpo da bomba, movimentando o líquido e criando a força centrífuga que se transforma em energia de pressão. – Constam de uma câmara fechada, carcaça, dentro da qual gira uma peça, o rotor, impulsiona o líquido através da voluta. O rotor é fixado no eixo da bomba.
  92. 92. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais • BOMBAS HIDRÁULICAS – A carcaça é a parte da bomba onde, no seu interior, a energia de velocidade é transformada em energia de pressão, o que possibilita o líquido alcançar o ponto final do recalque. É no seu interior que está instalado o conjunto girante (eixo-rotor) que torna possível o bombeamento do líquido. – A entrada do líquido na bomba é chamada de sucção. – A saída é denominada recalque. Carcaça da Bomba
  93. 93. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais Esquema Típico de uma Instalação em uma Captação de Água de uma Moto Bomba Centrífuga – para alturas de sucção inferiores a 8 metros. • BOMBAS D’ÁGUA • Equipamentos indispensáveis para uma ótima instalação de bombeamento: – Na sucção: • Válvula de Pé • Fluxostato. – No Recalque: • Manômetro; • Registros • Válvula de retenção vertical. • Bóia com contato elétrico. • Instalações que não contenham os equipamentos mencionados acima poderão comprometer a vida útil do conjunto moto-bomba.
  94. 94. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais • INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO HIDRÁULICA DA BOMBA – Instale a sua bomba o mais próximo possível da fonte de água, a qual deve estar isenta de sólidos em suspensão como: areia, galhos, folhas, etc.; – Não exponha a sua bomba a ação do tempo. Proteja-a das intempéries (sol, chuva, poeira, etc.); – Mantenha espaço suficiente para ventilação e fácil acesso para manutenção; – Os diâmetros de sucção e recalque da bomba jamais devem ser inferiores àqueles da saída e entrada da bomba. – Utilize válvula de pé (fundo de poço) com diâmetro maior que a da tubulação de sucção da bomba. Instale a válvula no mínimo a 30cm acima do fundo do local da captação; – A bomba dever ser fixada em uma base através de parafusos adequados. A base deve ser rígida o suficiente para absorver todas as vibrações da bomba. – Instale um manômetro na tubulação de recalque. Ele é o instrumento adequado e seguro para certificação de que a bomba está em bom funcionamento. – Recomenda-se o máximo cuidado com a vedação da tubulação de sucção, evitando a entrada de ar, prejudicial ao desempenho da bomba. – As tubulações devem ser aparentes, pois facilita a verificação de defeitos e a manutenção do sistema.
  95. 95. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais • BOMBAS D’ÁGUA – INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO ELÉTRICA – Deverá ser construído um circuito de forca e comando de acordo com as normas técnicas da ABNT. Todos os seus componentes elétricos que acionam e protegem o sistema, deverão ser montados em um quadro em chapa de aço, devidamente protegido contra corrosão. • CASA DE BOMBA – Manter a casa de bomba fechada, sem entulhos e com fácil acesso. – A casa de bomba deve ter boa circulação de ar. As portas devem garantir boa ventilação.
  96. 96. ÁGUA Escorva e Acionamento • INSTRUÇÕES PARA ACIONAMENTO DA BOMBA - pg 1 – Antes de conectar a tubulação de recalque à bomba, faça a escorva da mesma, preenchendo com água todo o corpo e a tubulação de sucção, eliminando-se o ar existente em seu interior. Proceda como a seguir. – Desrosquer a tampa do copinho aos poucos, sem retirar totalmente. Saindo água, ela estará afogada, não saindo água proceder como a seguir: • Retire a tampa do copinho; • Encher o copinho até transbordar; • Rosquear a tampa do copinho. – Ligue a bomba: se não houver pressão no manômetro, desligue o motor e repita a operação de escorva. • Nunca toque no conjunto motor- bomba, sob o risco de choque elétrico.
  97. 97. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais • INSTRUÇÕES PARA ACIONAMENTO DA BOMBA - pg 1 – operação de escorva, deve ser repetida cada vez que a bomba ficar parada por longos períodos ou quando existirem bolsões de ar no sistema. – ATENÇÃO: O funcionamento a seco (Manômetro com ponteiro na posição zero) não pode ocorrer de forma alguma. Desligue imediatamente a bomba e repita a operação de escorva. – Ao efetuar o primeiro acionamento do conjunto moto bomba, a partida do mesmo deve ser feita com registro fechado, abrindo-o lentamente e medido-se a corrente e a voltagem através de um alicate amperímetro/voltímetro até que o sistema estabilize-se. – Tal procedimento permite que sejam conhecidos os pontos operacionais do equipamento (Vazão, Pressão, Corrente e Voltagem) evitando-se assim, eventuais danos ao mesmo. 07/05/2015
  98. 98. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais • A bomba deve ser desligada imediatamente se: – O manômetro estiver com seu ponteiro na posição zero. – Não há descarga de líquido; – Ao ligar uma bomba TRIFÁSICA, percebendo um ruído diferente do normal ou caso a bomba não funcione, desligar imediatamente e aguardar. Ligar mais tarde e em se repetindo o fato chamar a manutenção técnica. – Verificar periodicamente a válvula de pé e o crivo. • Armazenagem sem uso – Se a bomba não for operada por um longo período, é recomendável que a carcaça seja limpa com pano embebido de solução composta por água e querosene (100 partes de água para 1 parte de querosene). – deverá ser aplicado sobre a carcaça do motor uma película, em spray, de óleo lubrificante (WD40 ou similar). Na parte traseira do motor, onde está localizada a ventoinha de refrigeração, não podem ser aplicados nem água nem óleo. – Complementando a lubrificação do conjunto, aplicar WD40 no interior da carcaça e da bomba, através dos bocais de sucção e recalque. – após a lubrificação, envolver o conjunto com um plástico e armazená-la em local seco.
  99. 99. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais • A BOMBA LIGA, MAS NÃO JOGA ÁGUA: • MOTOR NÃO LIGA OU NÃO CONSEGUE PARTIR: Defeito Solução - Válvula de pé presa, parcial ou totalmente entupida. - chamar a divisão de manutenção. - A canalização de sucção e bomba não estão completamente cheias de água. - Escorvar a Bomba - Corpo da bomba furado ou entupido. - chamar a divisão de manutenção. - Selo mecânico com vazamento. - chamar a divisão de manutenção. Defeito Solução - Energia elétrica deficiente (queda de tensão ou ligação inadequada). - chamar a divisão de manutenção. - Ruído diferente do normal. - Desligue imediatamente - chamar a divisão de manutenção. - Motor em curto ou queimado. - chamar a divisão de manutenção. - Motor super aquecido - chamar a divisão de manutenção.
  100. 100. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais • BEBEDOUROS DE PRESSÃO – Higienização • É preferível que o bebedouro seja higienizado uma vez por semana. Para isto, escoe toda a água do reservatório (fechando primeiramente o registro) e lave bem o equipamento, de preferência com uma esponja nova. • Depois prepare uma solução com bicarbonato de sódio e água mineral para lavar bem o bebedouro, incluindo os acessórios. Escoe o resto da solução pela torneira e depois enxague bem o reservatório com água mineral, repetindo o mesmo procedimento anterior com água quente.
  101. 101. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais • BEBEDOUROS DE PRESSÃO – Características do Produto: • Segurança e qualidade garantidas pelo INMETRO; – (1) Depósito de água em aço inox (próprio para alimentos), – (2) Tampo de aço inox – (3) Ralo sifonado – (4) Registros – (5) Controle automático da temperatura da água – (6) Moto-compressor – (7) Mangueira – (8) Elemento filtrante – (9) Tampo menor acoplado – (10) parafuso de ajuste – A perda de vazão no bebedouro é compensada pelo desrosqueamento (girar no sentido anti-horário) do parafuso de ajuste (10). – Quando a vazão for mínima e a abertura do ajuste for máxima, é hora de substituir o elemento filtrante (8). 10
  102. 102. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais • BEBEDOUROS – Cuidados ao usar bebedouros de maneira geral • O jato de água deve ser jorrado a uma distância considerável da torneira, pois o contato com a boca, além de não ser higiênico, facilita a proliferação de bactérias; • Evite deixar o bebedouro próximo ao calor; • Antes de instalar o galão de água no bebedouro, limpe a parte externa do garrafão com pano limpo e umedecido em água e álcool; • Verifique sempre se o lacre de segurança do galão não está violado; • Certifique-se de que o bebedouro é capaz de purificar a água através de um filtro de fácil instalação; • Bebedouros com termostato fixo permitem a regulagem externa da temperatura; • Peças em aço inoxidável refrigeram a água mais rapidamente, evitam a ferrugem e evitam a contaminação da água; • Bebedouros com filtros purificadores proporcionam água com mais qualidade, protegendo a sua saúde.
  103. 103. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais • TORNEIRAS E REGISTROS: – Quando alguma torneira começa a pingar quando fechada, a forma mais comum de vazamento, recomenda-se conserto imediato, é de fácil execução. – As torneiras mais antigas, têm um sistema de vedação mais simples, a carrapeta. As mais modernas, usam um sistema de reparo e retentor, que é bem diferente daqueles encontrados nas torneiras antigas. – Feche registro geral até que bloqueie totalmente a passagem de água para todas as torneiras do ambiente. Abra a torneira com defeito, deixando sair a água que ainda estiver no encanamento. – Retire o volante (comando de abrir e fechar a torneira). – Nas torneiras mais antigas, com carrapeta, o próximo passo é retirar o conjunto interno, chamado de castelo. Na ponta, fica o vedante, mais conhecido como "courinho". Solte-o.
  104. 104. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais • TORNEIRAS E REGISTROS: – Com a peça na mão, para não haver dúvida, vá a uma loja de ferragens e compre outra igual, da mesma marca. Pode ser que só exista uma peça igual à sua em borracha. Isto não irá alterar o funcionamento da torneira. O mais importante é que seja do mesmo tamanho da original. – Agora, instale a nova carrapeta, recoloque o conjunto interno (castelo) e recoloque o volante, usando uma fita de teflon na rosca, para garantir que não haverá vazamento. Feche a torneira, reabra o registro geral, e faça um teste de funcionamento. Se necessário, retire o volante novamente, e coloque um pouco mais de fita teflon na rosca da torneira, para eliminar um eventual vazamento. • TORNEIRAS MODERNAS – Nas torneiras mais modernas, retire o volante e, quando for o caso, o retentor (mais uma peça que prende o cartucho no corpo da torneira). Cuidado para não forçar a peça de plástico e quebrá-la. Em alguns tipos de torneira pode haver um grampo prendendo o retentor. Se isso acontecer, retire-o com um alicate de bico fino. – Com o novo reparo nas mãos, execute os mesmos passos, agora de trás para frente: coloque o reparo no corpo da torneira, coloque o retentor (se houver), não esquecendo que colocar o grampo (se houver), coloque o volante, atarrachando-o ou recolocando o parafuso de volta.
  105. 105. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais • TORNEIRAS E REGISTROS: – Os mesmos procedimentos descritos anteriormente podem ser executados quando se trata de um registro de parede. Neste caso, há no mercado, dois tipos de registros: o de pressão (1) e o de gaveta (2). – Depois de retirado o reparo, compre o substituto adequado, recoloque-o e, para garantir vedação total, coloque um pouco de fita teflon na rosca externa do registro. Agora sim, basta colocar de volta a gaxeta, usando uma chave de boca, sem apertar demais para não prejudicar o conjunto.
  106. 106. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais • VÁLVULAS DE DESCARGA :
  107. 107. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais • VÁLVULAS DE DESCARGA – Abra a parte externa da válvula. O que vemos na parede é apenas acabamento. A válvula, mesmo, fica dentro da caixa externa. – Retirada a caixa, você verá um parafuso e um conjunto com uma mola. Solte o parafuso, libere o cartucho e coloque o novo. – Encaixe e aperte, sem exagerar, o parafuso e a mola. Por fim, recoloque a caixa externa. • TESTANDO AS VÁLVULAS E CAIXAS DE DESCARGA – Seque totalmente o vaso sanitário com um pano. – Usando luvas, retire toda a água do vaso sanitário. – Aguarde meia hora. Se voltar a encher de água, existe vazamento na válvula ou caixa de descarga. – Se seu banheiro tem válvula embutida, inspecione o reparo interno e a regulagem. – Se seu banheiro tem caixa de descarga externa, verifique a regulagem da bóia. – Lembre-se: em caso de substituição de peças, um encanador realiza essas tarefas com maior eficiência
  108. 108. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais • ANEL DE VEDAÇÃO EM BACIAS SANITÁRIAS – Para garantir a qualidade da instalação hidráulica, não basta contar só com as melhores louças e metais sanitários. Se a instalação da Bacia Sanitária não for adequada, o mau cheiro do esgoto pode passar para o ambiente do banheiro. – O anel é feito de um material maleável, que não endurece nem quebra com o tempo, vedando o mau cheiro do esgoto e dispensando o uso da bolsa plástica ou massa de vidraceiro.
  109. 109. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais • CAIXA DE DESCARGA ACOPLADA – Apresenta como principal característica a simplicidade de instalação e a utilização de tubos de diâmetros menores, sendo que o tempo de uso é dado pelo preenchimento da caixa acoplada, dependendo diretamente da pressão de instalação, pois quanto menor a pressão, maior será o tempo de enchimento da caixa. – Três pontos de regulagem do volume de água (torre de entrada, flutuador e comporta); • Facilidade de manutenção; • Acionamento suave; • Sistema de funcionamento hidráulico (através de membrana), que garante exatidão do volume de descarga na caixa acoplada; • Botão do acionador embutido
  110. 110. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais • CAIXA DE DESCARGA ACOPLADA – Regulagem de volume de descarga: • Verifique qual é o mecanismo da caixa e faça a regulagem adequada. • Regulagem através do anel trava da torre de entrada ou tubo de enchimento da bacia. • Regulagem fina através do flutuador ou guia. • Regulagem através da comporta ou bóia da caixa.
  111. 111. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais • VASO SANITÁRIO ACOPLADO – diagnóstico e orientações Problema Possível causa Solução A água da caixa vaza constantemente A bóia ou a corda está desalinhada Incline a bóia cuidadosamente para mover a válvula de modo a não fazer bolhas do lado do tanque. A bóia contém água Esvaziar ou substituir a válvula da bóia. A bóia não sobe o suficiente Com cuidado incline apenas um pouco a vara. A caixa da bóia não está bem fechada Remova qualquer substância da superfície da válvula do assento. Substitua a bóia da caixa d'água se estiver gasta. Ajuste os fios e guias. A válvula da bóia não fecha Substitua as anilhas da válvula da bóia ou, se necessário, substitua a bóia por inteiro.
  112. 112. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais • VASO SANITÁRIO ACOPLADO – diagnóstico e orientações Problema Possível causa Solução O vaso não dá descarga ou a descarga não funciona direito Dreno está obstruído Remova a obstrução no dreno. Não há água suficiente na caixa Aumente o nível da água na caixa e incline um pouco a bóia. A bóia retorna antes que água suficiente saia da caixa Suba a guia para que a bóia possa subir mais. Seque o lugar onde a caixa se junta ao vaso Aperte as porcas sobre o cano e substitua as anilhas, se necessário. Encanamento do vaso obstruído Retire os resíduos
  113. 113. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais • VASO SANITÁRIO ACOPLADO – diagnóstico e orientações Problema Possível causa Solução A caixa faz barulho enquanto enche A válvula da bóia não funciona corretamente Substitua as anilhas ou instale uma nova bóia. A caixa de resíduos está fechada Verifique se o registro está completamente aberto. Verifique crosta ou corrosão na entrada da válvula do tanque.
  114. 114. HIDRÁULICA Equipamentos e Materiais • VASO SANITÁRIO ACOPLADO – diagnóstico e orientações Problema Possível causa Solução A caixa faz barulho enquanto enche Condensação Instale um revestimento de espuma, cubra a caixa, verifique as goteiras ou temperatura da válvula. Vazamentos na beira do vaso Remova o vaso e coloque uma nova vedação. Vazamento na conexão entre a caixa e vaso Aperte as porcas sobre o cano e substitua as anilhas, se necessário. Vazamento no duto de entrada da água Aperte a rosca, ligue as porcas e substitua as anilhas e vedação, se necessário. Rachadura no vaso ou na caixa Substitua o vaso, caixa ou o acessório inteiro.
  115. 115. CAPTAÇÃO DE ÁGUAS PLUVIAIS Sistemas
  116. 116. CAPTAÇÃO DE ÁGUAS PLUVIAIS • CALHAS – Uma boa drenagem é essencial para o bem estar estrutural de sua escola. As calhas e tubos de queda conectados ao telhado são os principais componentes de um sistema de drenagem interno e externo e devem ser mantidos limpos para evitar o extravasamento ou o retorno das águas de chuva. – Coloque ralos ou grelhas na saída das calhas para prevenir obstruções nos canos de descida. – As calhas obstruídas podem causar erosão em torno da escola, danos nas paredes exteriores, vazamentos no porão e, algumas vezes, recalques diferenciais na fundação. – Para evitar esses transtornos, faça a manutenção regular de suas calhas e tubos de queda, reparando-os ao primeiro sinal de problema. • Limpe suas canaletas trimestralmente. • Em áreas onde existem muitas árvores a limpeza deve ser feita com maior freqüência.
  117. 117. CAPTAÇÃO DE ÁGUAS PLUVIAIS • CALHAS – A ferramenta ideal para limpeza de calhas é uma pá de plástico. • Use luvas de trabalho para proteger as mãos. Limpe as calhas retirando folhas e outros resíduos com a pá. • Trabalhe com uma escada suficientemente alta para que as calhas sejam alcançadas com facilidade. • Mova a escada frequentemente durante a limpeza das calhas. Não apóie ou curve o corpo para os lados, para não correr o risco de perder o equilíbrio e cair use cinto de segurança • Depois de limpar todos os resíduos, lave as calhas com uma mangueira. Verifique os tubos de queda lavando-os com o jato da mangueira. Se ele estiver entupido, a obstrução poderá ser rompida descendo-se um peso de areia ensacada pela sua abertura. • Limpe resíduos remanescentes com a mangueira.
  118. 118. CAPTAÇÃO DE ÁGUAS PLUVIAIS • RALOS – As águas pluviais são captadas pelas calhas e valas existentes nas lajes de coberturas, ralos de terraços, sacadas e áreas externas, são levadas por tubulações, que seguem rede de água pluvial. – Os ralos externos e as caixas de inspeção de drenagem também devem ser limpos periodicamente. – É importante, semanalmente ou prenúncio de chuvas, fazer uma inspeção na cobertura, verificar a limpeza dos ralos e calhas.Orientar as pessoas para quando fizerem a limpeza não jogarem lixo ou detritos nos ralos, que poderão causar entupimentos das tubulações.
  119. 119. ESGOTO Sistema
  120. 120. ESGOTO Equipamentos e Materiais • SIFÕES – É necessário, periodicamente, remover o sifão para limpeza geral e desobstrução de detritos acumulados. • Sifões em forma de "U" devem ser retirados por inteiro, soltando-se as braçadeiras de suas duas extremidades. Limpe o sifão e aproveite para limpar o cano que liga o ralo da pia ao sifão . Usando um arame grosso e flexível, com uma bucha na ponta, remexa pelo cano e retire toda a sujeira. Cuidado para não danificar as peças de plástico. Recoloque o sifão, atarraxando as braçadeiras. • Sifões em forma de cotovelo têm uma espécie de copo no fundo Esta peça deve ser desatarraxada e retirada, para facilitar a limpeza (é nela que os resíduos ficam retidos). Limpe também o cano e recoloque o copo. Utilize fita de vedação na rosca e assegurar maior vedação. Se, por acaso, o seu sifão for de chumbo, tome cuidado para não entortá-lo ao soltar a rosca.
  121. 121. ESGOTO Equipamentos e Materiais • RALOS SIFONADOS – Verifique os ralos, providenciando a sua limpeza, com a retirada de todo e qualquer material que cause entupimento e odor (palitos, cabelos, panos, etc.). Convém lembrar que por falta de limpeza ou evaporação da água no ralo sifonado, poderá provocar mau cheiro. – Conserve-os sempre com água. Usar sempre detergente neutro. Nunca use espátula ou qualquer material contundente (como barra de ferro, de vassoura, etc) pois poderá danificar o ralo.
  122. 122. ESGOTO Equipamentos e Materiais • RALOS ENTUPIDOS – pg 1 – O sistema de esgotamento sanitário de um banheiro tem um ralo central, localizado no próprio banheiro, que coleta a água servida de todos os equipamentos do banheiro, exceto do vaso sanitário (pias, chuveiro, banheira, etc.). Todos os ralos, sirvam eles a banheiros, cozinha, área de serviço, ou mesmo a terraços, possuem um sistema de proteção que evita que detritos maiores caiam em seu interior, entupindo-os. Esta proteção é feita por grelhas de metal ou plástico e por um sistema de sifão, instalado em seu interior. – Mesmo com essa proteção, pode ser que um ralo sifonado venha a entupir, mais cedo ou mais tarde, devido à presença de corpos estranhos que vedem a passagem da água pela tubulação (cabelos, resíduos de sabonete, grampos, e outros pequenos objetos que podem cair no ralo da pia ou do chuveiro, por exemplo). Outra informação importante é que em toda a tubulação de saída de água da pia e lavatório, haverá sempre um sifão em PVC ou metal para impedir o entupimento da tubulação de águas servidas que vai da pia ou lavatório até o ralo central sifonado. – Desentupir um ralo é um problema que pode ser resolvido com certa facilidade.
  123. 123. ESGOTO Equipamentos e Materiais • RALOS ENTUPIDOS – pg 2 – Para desentupir o ralo, siga estes procedimentos: • Usando um desentupidor de ralos: coloque sua ventosa diretamente sobre o ralo (da pia, do chuveiro, da banheira, etc.), abra a torneira, deixe a água acumular um pouco, cobrindo a borracha do desentupidor e bombeie para baixo e para cima, segurando em seu cabo, até notar que a sujeira está sendo liberada do ralo. • Verifique se a água corre normalmente. Caso contrário, insista mais um pouco, para tentar liberar a sujeira restante. Mas lembre-se: este procedimento não deve ser executado com muita força, pois pode forçar as juntas do encanamento, provocando um problema maior ainda. • Se o problema não for resolvido com os procedimentos anteriores, deve-se limpar o ralo central. Retire a grelha e, usando luvas de borracha, retire os resíduos e corpos estranhos. • No ralo sifonado, existe um tampão sobre o sifão. Caso haja necessidade de retirá-lo para limpeza, não esqueça de colocá-lo novamente. A sua falta permitirá a entrada de odores provenientes da coluna de esgoto primário. • Se, ainda assim, o problema não for resolvido, o próximo passo pode ser a aplicação de algum produto desentupidor de pias (em geral, soda cáustica), que pode ser facilmente encontrado. Retire a água parada e adicione, no ralo, a quantidade recomendada do produto.
  124. 124. ESGOTO Equipamentos e Materiais • RALOS ENTUPIDOS – pg 3 • Como esses produtos geralmente são perigosos, siga rigorosamente as instruções do fabricante. Para manuseá-los utilize sempre luvas e óculos de proteção. • Caso tenha usado um produto desentupidor como descrito nos passos anteriores e, mesmo assim, não tenha tido sucesso no desentupimento, você terá que tentar retirar o produto restante com muito cuidado, usando sempre luvas e óculos protetores. • Se, apesar de todas as tentativas anteriores, o entupimento não for eliminado, é recomendável chamar um técnico especializado.
  125. 125. ESGOTO Equipamentos e Materiais • FOSSA SÉPTICA E SUMIDOURO – Devido a possibilidade da presença de organismos patogênicos, a parte sólida deve ser retirada, através de um caminhão limpa-fossas e transportada para um aterro sanitário.
  126. 126. ESGOTO Equipamentos e Materiais • FOSSA SÉPTICA E SUMIDOURO – OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO – Os dispositivos de entrada e saída, das fossas e dos filtros devem ser mensalmente verificados e limpos. – Quando a fossa séptica em funcionamento produz maus odores é conveniente introduzir substância alcalinizante, como cal. – A cada 4 anos, verificar com o auxílio de uma vareta a existência de lodo. Caso ultrapasse 60 cm, torna-se necessária a sucção mecânica. – É desaconselhável o uso de produtos químicos, pois matam as bactérias biodegradadoras que mantêm o sistema funcionando (cloro, desinfetantes, etc.); – Não jogar papel higiênico, preservativos, absorventes, etc. nos vasos sanitários. – Atualmente existem produtos (limpa fossas biológicos) que aceleram a biodegradação, eliminam a maior parte dos coliformes e bactérias patogênicas e evitam a formação do lodo. Evitam também a limpeza constante das caixas de gordura e caixas gradeadas, como Biorooter ou similar.
  127. 127. ESGOTO Equipamentos e Materiais • CAIXA DE GORDURA – A limpeza da caixa de gordura deve ser feita semanalmente, lançando-se os resíduos, devidamente ensacados, no lixo. – A falta de limpeza de sua caixa de gordura poderá lhe causar alguns transtornos, tais como: • Transbordamento através da tampa; • Entupimento das canalizações; • Escoamento lento da água pelo ralo da pia; • Mau cheiro. – Bactérias amigas: caso não disponha de mão de obra para limpeza, utilize as bactérias biológicas, para digerir e limpar as caixas. Elas agem degradando a gordura, evitando entupimentos nas tubulações sem danificar nenhuma estrutura estanques das caixas, podendo ser adicionadas diretamente na pia da cozinha.
  128. 128. CIVIL TELHADOS, PAREDES E PISOS
  129. 129. CIVIL • TELHADOS – Providenciar escada para o acesso. – Limpar as telhas e as calhas mensalmente. – As telhas francesas (barro) podem ter encaixe a direita ou a esquerda. Ao substituí-las atentar para o tipo adotado no telhado. – As telhas coloniais (barro) têm calhas e coberturas (ou cobertores). Ao substituí-las atentar para a parte necessária. – Providenciar a poda de arvores com galhos muito próximo ao telhado; – Mantenha sempre atenção a fixação das telhas ,elas devem estar amarradas a estrutura de madeiramento de cobertura; – Manter sempre desobstruídos os ralos e grelhas de descidas d'água;
  130. 130. CIVIL Nos telhados um defeito comum que acontece é o caimento de telhas inadequado; Diversos fatores influenciam estes ângulos,tais como: o sistema de fixação das peças; o sistemas de encaixe laterais e longitudinais; o impermeabilidade das telhas; Caimento exagerado Caimento pequeno O caimento deve ser o primeiro fator a ser analisado quando ocorrer com freqüência goteiras!
  131. 131. CIVIL Madeiramento do telhado O mau dimensionamento e a má especificação da madeira ,acarreta diversos danos ,tais como ,se a madeira for fraca ,gera flechas que irão deixar as telhas fora do seu plano,contribuindo para o aparecimento de goteiras. Também deve-se atentar para o recobrimento das telhas,sendo que no sentido lateral, nunca deve-se recobrir menos de uma onda (telha fibro - cimento). Outro problema são os parafusos mal colocados e/ou má fixação dos furos de passagem.Nas telhas de fibro- cimento o parafuso devem estar sempre na parte elevada da onda.
  132. 132. CIVIL Para fixação de telhas utilizar grampos,unir as telhas superior com a inferior,em toda a extensão do telhado
  133. 133. CIVIL Tipos de telhas e suas possíveis contribuições de danos ao prédio escolar
  134. 134. CIVIL Tipos de telhas e suas possíveis contribuições de danos ao prédio escolar
  135. 135. CIVIL Diagnóstico do telhado Presença de água! trata-se de um problema muito comum ,e também um dos mais graves,que gera todos os outros e que podem ser identificados quando surgem goteiras,quando o telhado apresenta áreas seladas ,quando o beiral está desnivelado,desalinhado ou apresenta manchas de umidade e fissuras.Pode ser ocasionado por: 1. Telhas quebradas ,mal encaixadas ou “corridas” ,isto é que saíram de sua posição original pela ação de aves ;animais ,vandalismo,fatores climáticos,descuido ao andar no telhado e outros; 2. Entupimentos de calhas e condutores; 3. Refluxo de águas pluviais pela ação dos ventos; 4. Deteorização das peças de armação do telhado (ripas,caibros,terças); 5. Degradação da madeira de estrutura por ação de fungos e cupins; 6. Desagregação da argamassa de ligação pela ação das águas de chuva;
  136. 136. CIVIL Telhados - Pontos importantes! • Nunca emende as telhas com argamassa de cimento e areia,além de nada adiantar irá sobrecarregar o madeiramento! • Atentar para trincas e rachaduras nos componentes da cobertura ; • Ao substituir as telhas ,utilize sempre as mesmas existentes,e nunca dispense a fixação ; • Ao aparecimento de pombos ,focos de cupins ,ratos,contrate imediatamente serviço especializado de combate a estes agentes nocivos a escola; • Se seu telhado esta sempre destelhando pela ação dos ventos,chame a equipe do conservando escolas; • Nunca utilize a laje de cobertura para nenhum tipo de estoque,isto pode ser muito perigoso,além de atrair animais indesejáveis; • Vede os acessos possíveis de pombos,utilize telas de arame ou acessórios apropriados;
  137. 137. CIVIL
  138. 138. CIVIL Vazamento pelo sistema de águas pluviais
  139. 139. CIVIL Laje impermeabilizada O grande problema que contribui para os vazamentos em lajes de cobertura e terraço é o defeito do sistema de impermeabilização; Muitas ocorrências são oriundas das platibandas adjacentes, que apresentando rachaduras infiltram água para baixo do sistema de impermeabilização ; Outra ocorrência muito comum se dá pelos ralos,estes correm dentro da laje E ao romper-se vazam para dentro da laje;
  140. 140. CIVIL Laje impermeabilizada Outro fator muito comum de infiltração nas lajes é devido a rodapés mau executados. É necessário sempre subir a manta pelo menos 30 cm acima do piso ,deve-se ainda ancorar internamente; Pode-se ainda fixar a manta por chapa de fibro cimento aparafusada,ou por embuti mento em caneletas;
  141. 141. CIVIL Cuidados nas lajes impermeabilizadas! Não permitir a instalação de antenas ou qualquer outro equipamento que possa vir a perfurar a manta,isto irá danificar toda a impermeabilização! Quando ocorrer vazamentos generalizados, o sistema deve ser todo refeito! Os ralos quando refeitos devem garantir 1m2 de nova impermeabilização em todo o seu quadro, e emergir 10 cm para dentro ;
  142. 142. CIVIL
  143. 143. CIVIL • PISOS E PAREDES – Para evitar o aparecimento de mofo, recomenda-se: • Caso surjam mofos, as áreas afetadas podem ser limpas com escova, aplicando a solução: – (80 g de fosfato trissódico, 30 g de detergente neutro, 90 ml de hipocloreto de sódio e 2.700 ml de água) – A superfície deve ser enxaguada com água limpa, e seca com pano úmido. Deve-se evitar contato com a pele, olhos e inclusive com componentes metálicos, existentes nas águas tratadas. – Não limpe pisos e paredes revestidas de material cerâmico com vassouras de piaçava ou escova, porque estas removem o rejunte, provocando infiltrações em outros cômodos ou em outro apartamento.
  144. 144. CIVIL • PISOS E PAREDES – Para evitar o aparecimento de mofo, recomenda-se: • Caso surjam mofos, as áreas afetadas podem ser limpas com escova, aplicando a solução: – (80 g de fosfato trissódico, 30 g de detergente neutro, 90 ml de hipocloreto de sódio e 2.700 ml de água) – A superfície deve ser enxaguada com água limpa, e seca com pano úmido. Deve-se evitar contato com a pele, olhos e inclusive com componentes metálicos, existentes nas águas tratadas. – Não limpe pisos e paredes revestidas de material cerâmico com vassouras de piaçava ou escova, porque estas removem o rejunte, provocando infiltrações em outros cômodos ou em outro apartamento.
  145. 145. CIVIL • PISOS E PAREDES – Para limpeza de pisos cerâmicos e azulejos, usar produtos a base de amoníaco, misturado com água, de acordo com as instruções na embalagem do produto. Após a secagem do piso, passar um pano umedecido com álcool para dar brilho. – Para limpeza de juntas encardidas, usar detergente neutro, misturado com água e 10% de água sanitária. – Para limpeza de pisos, paredes e tampos em granito ou mármore deve-se usar sabão neutro. Após secar, passar um pano macio embebido em álcool, polindo em seguida para dar brilho.
  146. 146. CIVIL • PINTURA – Periodicamente deve ser feito revisão da pintura, principalmente das peças metálicas (no máximo de 6 em 6 meses). – Recomenda-se a utilização de tintas com anti-mofo, e a remoção de toda sujeira, umidade, bolor e materiais soltos, antes de qualquer reparo. • METAIS – Usar sempre detergentes neutro e um pano para a limpeza. Não usar produtos abrasivos, pois podem danificar o acabamento.
  147. 147. CIVIL Pinturas problemas e soluções
  148. 148. CIVIL Pinturas problemas e soluções
  149. 149. CIVIL Pinturas problemas e soluções
  150. 150. CIVIL Pinturas problemas e soluções
  151. 151. CIVIL Pinturas problemas e soluções
  152. 152. CIVIL Pinturas problemas e soluções
  153. 153. CIVIL Pinturas problemas e soluções
  154. 154. CIVIL Pinturas problemas e soluções
  155. 155. CIVIL Pinturas problemas e soluções
  156. 156. CIVIL Pinturas problemas e soluções
  157. 157. CIVIL Pinturas problemas e soluções
  158. 158. CIVIL Pinturas problemas e soluções
  159. 159. CIVIL Pinturas problemas e soluções
  160. 160. CIVIL Pinturas problemas e soluções
  161. 161. CIVIL • Esquadrias de Portas e Janelas – Manter as dobradiças e articulações de portas e janelas com uma fina película de óleo lubrificante. – Recompor as paredes à volta das esquadrias para evitar que se soltem. – Evitar substituir e deslocar arbitrariamente portas e janelas para não comprometer a iluminação e ventilação das dependências, possivelmente, os elementos estruturais. – Fazer a correção na fixação dos portões nos muros e paredes internas, caso estejam frouxos, soltos ou com folga. – Manter as portas travadas para evitar batidas frequentes que abalam portais e paredes ao redor. – Retirar totalmente vidros quebrados, evitando acidentes.
  162. 162. CIVIL • Esquadria de Alumínio – Para retirar poeira, use apenas flanela ou pano seco. Para limpar a sujeira, passe um pano com água e sabão, secando em seguida. – Para remover tinta, graxa, massa de vedação, passe um pano com solvente tipo varsol. Para limpeza, nunca use qualquer tipo de palha de aço. Recomenda-se periodicamente a aplicação de uma cera líquida ou removedor a base de cera. – Não retirar, quando da limpeza, os mastiques de vedação externa, aparentes, pois pode haver infiltração de umidade. • Esquadrias de Madeira – Para dar melhor proteção e brilho, recomenda-se fazer enceramento periódico, sendo que os vidros das portas, podem ser limpos com pano umedecido em água. – O fechamento brusco, com impacto, das portas pode ocasionar rachaduras na parede ao contorno destas portas. – Evitar água em excesso – limpar com pano, água e sabão as pintadas à óleo. – Providenciar dedetização periódica para proteção contra insetos.
  163. 163. ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE DICAS DE COMO CONTRIBUIR
  164. 164. ECOLOGIA • DICAS DE SER ECOLOGICAMENTE CORRETO – RECICLE O LIXO: cada família que adere ao programa de coleta seletiva reduz em cerca de 1 tonelada por ano a emissão de dióxido de carbono na atmosfera – JOGUE MENOS COMIDA FORA: aproveite talos, cascas e restos em receitas nutritivas. Restos de comida representam 60% do lixo que vem dos lares brasileiros, e sua decomposição resulta na produção de gás metano, ligado ao efeito estufa – PREFIRA ALIMENTOS FRESCOS: comida congelada precisa de dez vezes mais energia para ser produzida – REGULE O TERMOSTATO DA GELADEIRA: se ela não estiver lotada, a refrigeração pode ser mínima. Manter a temperatura abaixo de 5 ou 6 graus aumenta o consumo energético em 7% – TAMPE AS PANELAS: reduz o tempo de preparo e economiza 30% de energia
  165. 165. ECOLOGIA • DICAS DE SER ECOLOGICAMENTE CORRETO – DESPLUGUE-SE: quando não estiver usando seus aparelhos eletrônicos, tire-os da tomada. Cerca de 5% da energia utilizada em residências (e que corresponde à emissão de 18 milhões de toneladas de carbono na atmosfera por ano) é consumida para manter aparelhos em modo stand-by. Isso vale inclusive para carregadores de laptop e celular, que gastam energia mesmo que não estejam conectados a nenhum aparelho – CONFIGURE A IMPRESSORA PARA O MODO IMPRESSÃO EM FRENTE E VERSO: papéis e produtos feitos de papel representam quase um terço de todo o lixo produzido no Brasil – UTILIZE PAPEL RECICLADO: para fabricar 1 tonelada de papel virgem, são necessários dezessete árvores e 26 000 litros de água a mais do que o exigido para fazer papel reciclado. Além disso, o cloro, que algumas empresas ainda utilizam no processo de branqueamento do papel virgem, resulta na liberação, no meio ambiente, de dioxina, substância altamente tóxica – LIMPE SEU AR-CONDICIONADO: aparelhos com filtro sujo consomem mais energia. Mantê-los sempre limpos garante a economia de cerca de 160 quilos de CO2 por ano.
  166. 166. ECOLOGIA • DICAS DE SER ECOLOGICAMENTE CORRETO – RECICLE O ÓLEO DE COZINHA: Jogar o óleo na pia, em terrenos baldios ou no lixo acarreta três fins desastrosos a esse óleo • permanece retido no encanamento, causando entupimento das tubulações se não for separado por uma estação de tratamento e saneamento básico; • se não houver um sistema de tratamento de esgoto, acaba se espalhando na superfície dos rios e das represas, causando danos à fauna aquática; • fica no solo, impermeabilizando-o e contribuindo com enchentes, ou entra em decomposição, soltando gás metano durante esse processo, causando mau cheiro, além de agravar o efeito estufa. – Não jogar óleo em fontes de água, na rede de esgoto ou no solo é uma questão de cidadania e por isso deve ser incentivada. – o óleo que seria jogado pode ser levado para os postos implantados pelo Programa de Reaproveitamento de Óleos Vegetais, o Prove, firmado entre a iniciativa privada, a Refinaria de Manguinhos e a Secretaria de Meio Ambiente do Rio. Entre os postos de coleta está o Circo Voador. Outro meio de colaborar é ligar para o Disque-Óleo • http://www.disqueoleo.com.br/ • (21)2260-3326 / (21)7827-9449
  167. 167. ECOLOGIA • SE O VASO QUEBROU, TROQUE POR OUTRO COM DESCARGA ACOPLADA! – as tradicionais são responsáveis por até 40% do total da água consumida por uma residência. Já existem no mercado vasos com caixa acoplada ou válvula de parede com dois modos de descarga, uma de 3 litros, para líquidos, e outra de 6, para sólidos. • REAPROVEITE A ÁGUA DA CHUVA: construir coletores em telhados e calhas é bem mais fácil do que se pensa. Você pode usá-la para regar o jardim, lavar a calçada ou até mesmo para dar descarga no banheiro
  168. 168. ECOLOGIA • AQUECEDOR SOLAR: é uma ótima medida de economia, sabendo que o chuveiro elétrico é responsável pelo maior consumo de energia.
  169. 169. ECOLOGIA • REAPROVEITE A ÁGUA DA CHUVA: construir coletores em telhados e calhas é bem mais fácil do que se pensa. Você pode usá-la para regar o jardim, lavar a calçada ou até mesmo para dar descarga no banheiro – A água da chuva é coletada através das calhas dos telhados, passa por filtros e fica armazenada na cisterna, essa água pode ser aproveitada nas descargas dos sanitários, lavar calçadas e regar jardim. Essa medida gera grande economia e diminui o desperdício de água potável.
  170. 170. Equipe Técnica Coordenação Arquiteta Isabel Cristina Guerreiro Ferreira Equipe de consultores especialistas Engenheira eletricista Beatriz Pamplona Engenheiro mecânico José Antonio Gomes Equipe Conservando Escolas: Arquiteta Anna Christina G. Merege Arquiteto Amarillo Fernandes Arquiteto Marcio Bentes Engenheiro José Carlos Novello Pinheiro Engenheiro Renato Lepsch Fiscais colaboradores do Programa Arquiteta Adriana Arquiteta Bianca Gil Arquiteta Gloria Arquiteta Valéria Reis Arquiteta Vanessa Bergman Engenheira Elaine Monsores Engenheiro Pedro Santos Engenheira Sylvia Arakaki Engenheira Sonia Miquelotti Estagiários Danilo Borges Karina Machado dos Santos Pedro Milani

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