Apresentação da iv formação sea luciana

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Apresentação da iv formação sea luciana

  1. 1. Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa - PNAIC Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa - PNAIC
  2. 2. Leitura para deleite por Delmara Sampaio Leitura para deleite por Delmara Sampaio
  3. 3. Informes
  4. 4. Tarefa de casa/escola Retomada do encontro anterior: socialização das atividades realizadas.
  5. 5. ObjetivosObjetivos Entender a concepção de alfabetização na perspectiva do letramento, compreendendo que a aprendizagem da escrita alfabética constitui um processo de compreensão de um sistema de notação e não a aquisição de um código; Entender a concepção de alfabetização na perspectiva do letramento, compreendendo que a aprendizagem da escrita alfabética constitui um processo de compreensão de um sistema de notação e não a aquisição de um código;
  6. 6. ObjetivosObjetivos Analisar as contribuições da teoria da psicogênese da escrita para compreensão do processo de apropriação do Sistema de Escrita Alfabética; Analisar as contribuições da teoria da psicogênese da escrita para compreensão do processo de apropriação do Sistema de Escrita Alfabética;
  7. 7. ObjetivosObjetivos Entender as relações entre consciência fonológica e alfabetização, analisando e planejando atividades de reflexão fonológica e gráfica de palavras, utilizando materiais distribuídos pelo MEC; Entender as relações entre consciência fonológica e alfabetização, analisando e planejando atividades de reflexão fonológica e gráfica de palavras, utilizando materiais distribuídos pelo MEC;
  8. 8. ObjetivosObjetivos Analisar diferentes alternativas didáticas para o ensino do Sistema de Escrita Alfabética - SEA com uso de diferentes materiais distribuídos pelo MEC, identificando os objetivos a elas associados. Analisar diferentes alternativas didáticas para o ensino do Sistema de Escrita Alfabética - SEA com uso de diferentes materiais distribuídos pelo MEC, identificando os objetivos a elas associados.
  9. 9. CÓDIGO X SISTEMA A escrita alfabéticaé um sistema notacional. Nestes sistemas, temos não só um conjunto de “caracteres” ou símbolos, mas, para cada sistema, há um conjunto de “regras” ou propriedades, que definem como aqueles símbolos funcionam para poder substituir os elementos da realidade que notam ou registram.
  10. 10. Hora do lanche
  11. 11. Leal e Morais (2010) sugerem alguns princípios que constituem o nosso SEA e que necessitam ser compreendidos/dominado s pelas crianças para que elas se apropriem da escrita.
  12. 12. Propriedades do SEA que o aprendiz precisa reconstruir para se tornar alfabetizado Escreve-se com letras que não podem ser inventadas, que têm um repertório finito e que são diferentes de números e de outros símbolos.
  13. 13. As letras têm formatos fixos e pequenas variações produzem mudanças em sua identidade (p, q, b, d), embora uma letra assuma formatos variados (P, p, P, p). Propriedades do SEA que o aprendiz precisa reconstruir para se tornar alfabetizado
  14. 14. A ordem das letras no interior da palavra não pode ser mudada. Propriedades do SEA que o aprendiz precisa reconstruir para se tornar alfabetizado
  15. 15. Uma letra pode se repetir no interior de uma palavra e em diferentes palavras, ao mesmo tempo em que distintas palavras compartilham as mesmas letras. Propriedades do SEA que o aprendiz precisa reconstruir para se tornar alfabetizado
  16. 16. Nem todas as letras podem ocupar certas posições no interior das palavras e nem todas as letras podem vir juntas de quaisquer outras. Propriedades do SEA que o aprendiz precisa reconstruir para se tornar alfabetizado
  17. 17. As letras notam ou substituem a pauta sonora das palavras que pronunciamos e nunca levam em conta as características físicas ou funcionais dos referentes que substituem. Propriedades do SEA que o aprendiz precisa reconstruir para se tornar alfabetizado
  18. 18. As letras notam segmentos sonoros menores que as sílabas orais que pronunciamos. Propriedades do SEA que o aprendiz precisa reconstruir para se tornar alfabetizado
  19. 19. As letras têm valores sonoros fixos, apesar de muitas terem mais de um valor sonoro e certos sons poderem ser notados com mais de uma letra. Propriedades do SEA que o aprendiz precisa reconstruir para se tornar alfabetizado
  20. 20. Além de letras, na escrita de palavras, usam-se, também, algumas marcas (acentos) que podem modificar a tonicidade ou o som das letras ou sílabas onde aparecem. Propriedades do SEA que o aprendiz precisa reconstruir para se tornar alfabetizado
  21. 21. As sílabas podem variar quanto às combinações entre consoantes e vogais (CV, CCV, CVV, CVC, V, VC, VCC, CCVCC...), mas a estrutura predominante no português é a sílaba CV(consoante – vogal), e todas as sílabas do português contêm, ao menos, uma vogal. Propriedades do SEA que o aprendiz precisa reconstruir para se tornar alfabetizado
  22. 22. O investimento maior no 3º ano é levar as crianças a consolidarem seus conhecimentos das correspondências som-grafia, de modo a ler e escrever palavras formadas por diferentes estruturas silábicas.
  23. 23. Infelizmente, o ensino das relações som-grafia tem ficado em segundo plano. A discussão mais relevante, deve ser sobre como as correspondências letra-som podem ser ensinadas de forma reflexiva e prazerosa. Infelizmente, o ensino das relações som-grafia tem ficado em segundo plano. A discussão mais relevante, deve ser sobre como as correspondências letra-som podem ser ensinadas de forma reflexiva e prazerosa.
  24. 24. Tipos de atividades fundamentais para que os alunos avancem nos seus conhecimentos sobre as relações som-grafia: 1.Atividades envolvendo a sistematização das correspondências som-grafia. 2.Atividades envolvendo consciência fonológica. 3.Atividades para desenvolver a fluência de leitura. 4.Atividades envolvendo leitura e produção de texto. 5.Atividades para o ensino da norma ortográfica.
  25. 25. Atividade envolvendo a sistematização das correspondências som-grafia Atividade envolvendo a sistematização das correspondências som-grafia Alfabetizado, envolve a possibilidade de participar das práticas de letramento, a partir da leitura, compreensão e produção de textos escritos (cf. SOARES, 1998). Para conseguir ler com autonomia, as crianças necessitam dominar as relações letra-som Alfabetizado, envolve a possibilidade de participar das práticas de letramento, a partir da leitura, compreensão e produção de textos escritos (cf. SOARES, 1998). Para conseguir ler com autonomia, as crianças necessitam dominar as relações letra-som
  26. 26. Exemplos de atividades envolvendo a sistematização das correspondências som-grafia Exemplos de atividades envolvendo a sistematização das correspondências som-grafia  Atividades que envolvem a escrita de palavras que começam com a mesma letra;  Ou procurar palavras que iniciam com uma determinada letra ou sílaba;  Atividades de cruzadinha, caça-palavras;  Atividades que envolvem a escrita de palavras que começam com a mesma letra;  Ou procurar palavras que iniciam com uma determinada letra ou sílaba;  Atividades de cruzadinha, caça-palavras;
  27. 27. Exemplos de atividades envolvendo a sistematização das correspondências som-grafia Exemplos de atividades envolvendo a sistematização das correspondências som-grafia  Exploração da ordem alfabética;  Escrita de palavras com uso do alfabeto móvel ou silabário e de textos que permitam a reflexão de uma determinada letra ou sílaba (trava-línguas, parlendas, cantigas);  Escrita de palavra que possuam uma determinada letra  Exploração da ordem alfabética;  Escrita de palavras com uso do alfabeto móvel ou silabário e de textos que permitam a reflexão de uma determinada letra ou sílaba (trava-línguas, parlendas, cantigas);  Escrita de palavra que possuam uma determinada letra
  28. 28. Exemplos de atividades envolvendo a sistematização das correspondências som-grafia Exemplos de atividades envolvendo a sistematização das correspondências som-grafia  Atividades de composição e decomposição de palavras  Atividades de montagem de textos que foram trabalhados em sala  jogos envolvendo leitura e escrita de palavras.  Atividades de composição e decomposição de palavras  Atividades de montagem de textos que foram trabalhados em sala  jogos envolvendo leitura e escrita de palavras.
  29. 29. Atividade envolvendo consciência fonológica Atividade envolvendo consciência fonológica Consciência fonológica é um conjunto de habilidades metalinguísticas que permitem ao indivíduo refletir sobre os segmentos sonoros das palavras em diferentes níveis: silábico, intra-silábico e fonêmico. Consciência fonológica é um conjunto de habilidades metalinguísticas que permitem ao indivíduo refletir sobre os segmentos sonoros das palavras em diferentes níveis: silábico, intra-silábico e fonêmico.
  30. 30. Atividade envolvendo consciência fonológica Atividade envolvendo consciência fonológica As atividades que envolvem a reflexão fonológica auxiliam tanto os alunos que ainda não perceberam o que a escrita representa, como os alunos que já compreenderam o princípio alfabético da escrita, mas apresentam dificuldades em estabelecer relação som-grafia. As atividades que envolvem a reflexão fonológica auxiliam tanto os alunos que ainda não perceberam o que a escrita representa, como os alunos que já compreenderam o princípio alfabético da escrita, mas apresentam dificuldades em estabelecer relação som-grafia.
  31. 31. Exemplo de atividade envolvendo consciência fonológica Exemplo de atividade envolvendo consciência fonológica Atividades de exploração de textos que trabalham o extrato sonoro da língua: cantigas de roda Parlendas  trava-línguas  textos poéticos Atividades de exploração de textos que trabalham o extrato sonoro da língua: cantigas de roda Parlendas  trava-línguas  textos poéticos
  32. 32. Trava línguaTrava língua O Rio Capibaribe foi descapibarizado. Quem descapibarizou o Rio Capibaribe foi o descapibarizador. O Rio Capibaribe foi descapibarizado. Quem descapibarizou o Rio Capibaribe foi o descapibarizador.
  33. 33. Atividades para desenvolver fluência de leitura Atividades para desenvolver fluência de leitura Leitura livre ou em pequenos grupos com gêneros diversos, em que a professora pode organizar um cantinho de leitura, com variados textos (histórias em quadrinhos, livros de histórias, jornais, revistas científicas) Leitura livre ou em pequenos grupos com gêneros diversos, em que a professora pode organizar um cantinho de leitura, com variados textos (histórias em quadrinhos, livros de histórias, jornais, revistas científicas)
  34. 34. Atividades para desenvolver fluência de leitura Atividades para desenvolver fluência de leitura É importante destacarmos que a reflexão sobre o SEA não pode estar distanciada das atividades de leitura e produção de texto. É importante destacarmos que a reflexão sobre o SEA não pode estar distanciada das atividades de leitura e produção de texto.
  35. 35. Exemplos de atividades para desenvolver a fluência da leitura Exemplos de atividades para desenvolver a fluência da leitura • Recital de poemas • Hora da Notícia ou da reportagem • Recital de poemas • Hora da Notícia ou da reportagem
  36. 36. Exemplos de atividades para desenvolver a fluência da leitura Exemplos de atividades para desenvolver a fluência da leitura Atividades que trabalhem diferentes habilidades em diferentes níveis das palavras, como por exemplo, identificar, adicionar, subtrair e produzir unidades similares de diferentes palavras. Atividades que trabalhem diferentes habilidades em diferentes níveis das palavras, como por exemplo, identificar, adicionar, subtrair e produzir unidades similares de diferentes palavras.
  37. 37. Atividades envolvendo leitura e produção de texto Atividades envolvendo leitura e produção de texto É importante destacarmos que a reflexão sobre o SEA não pode estar distanciada das atividades de leitura e produção de texto É importante destacarmos que a reflexão sobre o SEA não pode estar distanciada das atividades de leitura e produção de texto
  38. 38. Atividades envolvendo leitura e produção de texto Atividades envolvendo leitura e produção de texto Vale ressaltar que, quando a criança compreende a escrita alfabética, ela já apreende o modo de funcionamento do sistema e começa a aprender diferentes relações som-grafia.Mesmo avançando nessa última empreitada, ela ainda desconhece a norma ortográfica. Vale ressaltar que, quando a criança compreende a escrita alfabética, ela já apreende o modo de funcionamento do sistema e começa a aprender diferentes relações som-grafia.Mesmo avançando nessa última empreitada, ela ainda desconhece a norma ortográfica.
  39. 39. Exemplos de atividades envolvendo leitura e produção de texto Exemplos de atividades envolvendo leitura e produção de texto
  40. 40. Apresentação dos jogos do CEEL
  41. 41. Um sapo dentro dum sacoUm sapo dentro dum saco Um sapo dentro dum saco - Marcos Mairton.mp4
  42. 42. Trabalho de grupo e socialização dos resultados
  43. 43. Divisão dos grupos • Grupo 1: Quem escreve sou eu • Grupo 2: Caça rimas • Grupo 3: Dado sonoro • Grupo 4: Trinca mágica • Grupo 5: Pra que dinheiro? (Almanaque do Maluquinho) – Ziraldo • Grupo 6: Ritmo é tudo – Ricardo Elia • Grupo 7: ABC doido – Ângela Lago • Grupo 8: As paredes tem ouvido – Fátima Miguez • Grupo 9: Rimas saborosas – César Obeid • Grupo 1: Quem escreve sou eu • Grupo 2: Caça rimas • Grupo 3: Dado sonoro • Grupo 4: Trinca mágica • Grupo 5: Pra que dinheiro? (Almanaque do Maluquinho) – Ziraldo • Grupo 6: Ritmo é tudo – Ricardo Elia • Grupo 7: ABC doido – Ângela Lago • Grupo 8: As paredes tem ouvido – Fátima Miguez • Grupo 9: Rimas saborosas – César Obeid
  44. 44. Jogo: Quem escreve sou euJogo: Quem escreve sou eu
  45. 45. Jogo: Caça rimasJogo: Caça rimas
  46. 46. Jogo: dado sonoroJogo: dado sonoro
  47. 47. Jogo: Trinca mágicaJogo: Trinca mágica
  48. 48. Literatura: Almanaque Maluquinho: Pra que dinheiro? Ziraldo Literatura: Almanaque Maluquinho: Pra que dinheiro? Ziraldo
  49. 49. Ritmo é tudo – Ricardo EliaRitmo é tudo – Ricardo Elia
  50. 50. ABC doido – Ângela LagoABC doido – Ângela Lago
  51. 51. As paredes tem ouvido Fátima Miguez As paredes tem ouvido Fátima Miguez
  52. 52. Rimas saborosos César Obeid Rimas saborosos César Obeid
  53. 53. Hora do almoço
  54. 54. BOA TARDE
  55. 55. Programa do Jô Placas 2008.mp4
  56. 56. Como foi seu aprendizado em ortografia na escola?
  57. 57. Ortografia: como trabalhar? Nossa norma ortográfica apresenta casos de regularidades e irregularidades na relação entre sons e letras.
  58. 58. As correspondências regulares podem ser de três tipos: Diretas Contextuais morfológico-gramaticais
  59. 59. As regularidades diretas são evidenciadas quando só existe na língua um grafema para notar determinado fonema (é o caso de P, B,T, D, F, V). Por exemplo, o P representará sempre o fonema /p/(pato,capa, chapéu, entre outras), independentes.
  60. 60. As regularidades contextuais, por sua vez, ocorrem quando a relação letra-som é determinada pela posição (contexto) em que a letra aparece dentro da palavra. Por exemplo: o uso do C ou QU relaciona-se ao som /k/, mas depende da vogal com que forme sílaba (casa, pequeno).
  61. 61. As correspondências regulares morfológico--gramaticais são compostas de regras que envolvem morfemas tanto ligados à formação de palavras por derivação lexical como por flexão (MORAIS, 1998).
  62. 62. Direitos de aprendizagemDireitos de aprendizagem
  63. 63. Falando de acordoFalando de acordo Falando de Acordo.mp4
  64. 64. Segundo a psicogênese da escrita, é possível perceber que alguns alunos tendem a imaginar que cada letra representa um único som, cometendo várias violações ortográficas. Segundo a psicogênese da escrita, é possível perceber que alguns alunos tendem a imaginar que cada letra representa um único som, cometendo várias violações ortográficas.
  65. 65. Escritas alfabéticas sem predomínio de valor sonoro convencional Escritas alfabéticas com algumas falhas na utilização do valor sonoro convencional Escritas alfabéticas com valor sonoro convencional Escritas alfabéticas sem predomínio de valor sonoro convencional Escritas alfabéticas com algumas falhas na utilização do valor sonoro convencional Escritas alfabéticas com valor sonoro convencional Ferreiro e Teberosky (1984) apontam três subdivisões para a hipótese alfabética:
  66. 66. Escritas alfabéticas sem predomínio de valor sonoro convencional Escritas alfabéticas sem predomínio de valor sonoro convencional
  67. 67. Escritas alfabéticas com algumas falhas na utilização do valor sonoro convencional Escritas alfabéticas com algumas falhas na utilização do valor sonoro convencional
  68. 68. Escritas alfabéticas com valor sonoro convencional Escritas alfabéticas com valor sonoro convencional
  69. 69. Propostas que internalizam a norma ortográfica Propostas que internalizam a norma ortográfica Convivência diária com diferentes materiais impressos (histórias, jornais, revistas, histórias em quadrinhos cartazes, panfletos, dicionário). Convivência diária com diferentes materiais impressos (histórias, jornais, revistas, histórias em quadrinhos cartazes, panfletos, dicionário).
  70. 70. Propostas que internalizam a norma ortográfica Propostas que internalizam a norma ortográfica Atividades que possibilitem a reflexão sobre a norma ortográfica, individual e coletivamente, de modo a permitir aos alunos expressarem seus conhecimentos sobre a escrita correta das palavras, analisando as regularidades existentes.
  71. 71. Propostas que internalizam a norma ortográfica Propostas que internalizam a norma ortográfica Atividades que possibilitem a explicitação dos conhecimentos (KARMILOFF-SMITH, 1992) pelos alunos de forma verbalizada (quando a criança é capaz de informar a regra em questão) ou não. Atividades que possibilitem a explicitação dos conhecimentos (KARMILOFF-SMITH, 1992) pelos alunos de forma verbalizada (quando a criança é capaz de informar a regra em questão) ou não.
  72. 72. Propostas que internalizam a norma ortográfica Propostas que internalizam a norma ortográfica Atividades que possibilitem a sistematização do conhecimento pelo próprio aluno. Atividades que possibilitem a sistematização do conhecimento pelo próprio aluno.
  73. 73. Finá de ato* Adispôs de tanto amor De tanto cheiro cheiroso De tanto beijo gostoso, nós briguemos Foi uma briga fatá; eu disse: cabou-se ! Ele, disse; cabou-se! E nós dois fiquemos mudo, sem vontade de falá. Xinguemos, sim, nós se xinguemos Finá de ato* Adispôs de tanto amor De tanto cheiro cheiroso De tanto beijo gostoso, nós briguemos Foi uma briga fatá; eu disse: cabou-se ! Ele, disse; cabou-se! E nós dois fiquemos mudo, sem vontade de falá. Xinguemos, sim, nós se xinguemos
  74. 74. Como se pode axingá: — Ô, mandinga de sapo seco! — Ô baba de cururu! — Tu fica no Norte Que eu vô pru sul Não quero te ver nem pintado de carvão Lá no fundo do quintá E se eu contigo sonhar Acordo e rezo o Creio em Deus Pai Pru modi não me assombrá. É… o Brasil é muito grande Bem pode nos separar! Como se pode axingá: — Ô, mandinga de sapo seco! — Ô baba de cururu! — Tu fica no Norte Que eu vô pru sul Não quero te ver nem pintado de carvão Lá no fundo do quintá E se eu contigo sonhar Acordo e rezo o Creio em Deus Pai Pru modi não me assombrá. É… o Brasil é muito grande Bem pode nos separar!
  75. 75. Eu engoli um salucio Ele, engoliu bem uns quatro. Larguemo o pé pelo mato Passou-se tantos tempo Que nem é bom rescordar… Eu engoli um salucio Ele, engoliu bem uns quatro. Larguemo o pé pelo mato Passou-se tantos tempo Que nem é bom rescordar…
  76. 76. Onti, nós si encotremus Nenhum tentou disfaçá Eu parti pra riba dele Cum um fogo aceso nu oiá Que se num fosse um cabra de osso Tava aqui dois pedaço. Onti, nós si encotremus Nenhum tentou disfaçá Eu parti pra riba dele Cum um fogo aceso nu oiá Que se num fosse um cabra de osso Tava aqui dois pedaço.
  77. 77. Foi tanto cheiro cheiroso… Foi tanto beijo gostoso… Antonce nós si alembremos O Brasil… é tão pequeno Nem pode nos separá! Texto original de autor desconhecido. Adaptação de Gertrudes da Silva Jimenez Varg Foi tanto cheiro cheiroso… Foi tanto beijo gostoso… Antonce nós si alembremos O Brasil… é tão pequeno Nem pode nos separá! Texto original de autor desconhecido. Adaptação de Gertrudes da Silva Jimenez Varg
  78. 78. ConclusãoConclusão O ensino da ortografia deve ser contínuo ao longo de todo ensino fundamental, apesar de propormos a consolidação de algumas regularidades no 3º ano do Ensino Fundamental, essas mesmas regularidades devem ser retomadas em outras etapas da escolarização. O ensino da ortografia deve ser contínuo ao longo de todo ensino fundamental, apesar de propormos a consolidação de algumas regularidades no 3º ano do Ensino Fundamental, essas mesmas regularidades devem ser retomadas em outras etapas da escolarização.
  79. 79. Reforçamos, ainda, que o trabalho mais sistemático com ortografia só deve ser iniciado após domínio do SEA pelas crianças. Reforçamos, ainda, que o trabalho mais sistemático com ortografia só deve ser iniciado após domínio do SEA pelas crianças. ConclusãoConclusão
  80. 80. Bingo
  81. 81. Malvadeza Pureza Fineza Dureza Riqueza Tristeza Esperteza Beleza Todas têm o mesmo som. No entanto, a O que as palavras abaixo têm em comum? Chinesa Portuguesa Inglesa Baronesa Duquesa Princesa Japonesa
  82. 82. Jogo de palavrasJogo de palavras
  83. 83. Bingo de rimasBingo de rimas
  84. 84. Ditado de palavras estranhas
  85. 85. Trocando as letras
  86. 86. Unidade 03 Para casa/escola ... Questão 05 Página 46
  87. 87. avaliação
  88. 88. Até breve • Data do proximo encontro

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