Maternidade o triunfo da vida

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Maternidade; Triunfo da vida

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  • Página psicografada pelo médium Divaldo P Franco, na manhã de 10 de março de 2006, na residência de George e Akemi Adams, em Santa Monica, Califórnia, EUA.)\n
  • Os Imortais respondem a Allan Kardec que a missão mais importante é a da mulher. E complementam – porque é ela quem educa o homem.\n\nProlegômenos\n
  • 1. +, amoroso, ou lamentável, doentio, patológico. Mas, ninguém escapa da presença da mãe.\n\n2. Alguém pode nascer sem a presença do pai, mas é impossível alguém nascer no mundo sem a presença da mãe.\n\nAllan Kardec em LE pergunta aos seres espirituais qual é a missão mais importante dentre aquelas que Deus concedeu aos homens na Terra. Os Imortais respondem a Allan Kardec que a missão mais importante é a da mulher. E complementam – porque é ela que educa o homem.\n\n\n
  • 1. +, amoroso, ou lamentável, doentio, patológico. Mas, ninguém escapa da presença da mãe.\n\n2. Alguém pode nascer sem a presença do pai, mas é impossível alguém nascer no mundo sem a presença da mãe.\n\nAllan Kardec em LE pergunta aos seres espirituais qual é a missão mais importante dentre aquelas que Deus concedeu aos homens na Terra. Os Imortais respondem a Allan Kardec que a missão mais importante é a da mulher. E complementam – porque é ela que educa o homem.\n\n\n
  • 1. +, amoroso, ou lamentável, doentio, patológico. Mas, ninguém escapa da presença da mãe.\n\n2. Alguém pode nascer sem a presença do pai, mas é impossível alguém nascer no mundo sem a presença da mãe.\n\nAllan Kardec em LE pergunta aos seres espirituais qual é a missão mais importante dentre aquelas que Deus concedeu aos homens na Terra. Os Imortais respondem a Allan Kardec que a missão mais importante é a da mulher. E complementam – porque é ela que educa o homem.\n\n\n
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  • Irma Castro. Nascida em Mateus Leme a 22 de outubro de 1922, era filha de Adolfo Castro e sua esposa, Mariana Castro. Aos dois anos de idade a família transferiu-se para Itaúna. Aos cinco anos de idade ficou órfã de pai.\nÉ referida como uma criança bonita e inteligente, alegre e espontânea. Cursou o ensino fundamental, matriculando-se na Escola Normal de Itaúna. Primeira aluna da classe, no segundo ano do curso foi obrigada a abandonar os estudos por força de uma nefrite.\nPosteriormente, melhor de saúde, transferiu-se para Belo Horizonte em companhia de uma das irmãs, Alaíde, a fim de arranjar um emprego. Nesse período conheceu Arnaldo Rocha, com quem se casou aos 22 anos de idade. O matrimônio durava há apenas dois anos, quando voltou a adoecer. Permaneceu acamada por três meses, vindo a falecer a 1 de outubro de 1946, na capital mineira.\nCerca de cinqüenta dias após a morte da esposa, Arnaldo Rocha, acompanhado de seu irmão Orlando, que era espírita, descia a Av. Santos Dumont, em Belo Horizonte, quando avistou o médium Francisco Cândido Xavier. O próprio Arnaldo narra o ocorrido:\n"Chico olhou-me e disse: 'Ora gente, é o nosso Arnaldo, está triste, magro, cheio de saudades da querida Meimei…' Afagando-me, com a ternura que lhe é própria, foi-me dizendo: 'Deixe-me ver, meu filho, o retrato de nossa Meimei que você guarda na carteira.' E, dessa forma, após olhar a foto que lhe apresentara, Chico lhe disse: '- Nossa querida princesa Meimei quer muito lhe falar!' "\nNaquela mesma noite, em reunião realizada em casa de amigos espíritas, o espírito Meimei deixou a sua primeira mensagem psicografada. Com o passar dos anos, o médium mineiro foi revelando aos amigos mais chegados que Meimei era a mesma Blandina, citada por André Luiz na obra "Entre a Terra e o Céu" (capítulos 9 e 10), que morava na cidade espiritual "Nosso Lar"; referiu ainda que ela é a mesma Blandina, filha de Taciano e Helena, que Emmanuel descreve no romance "Ave Cristo", e que viveu no terceiro século depois de Jesus.\nOs seus textos encontram-se em diversas obras mediúnicas, como "Pai Nosso", "Amizade", "Palavras do Coração", "Cartilha do Bem", "Evangelho em Casa", "Deus Aguarda" e "Mãe".\nÉ homenageada por dezenas de casas espíritas em todo o país, que adotam o seu nome.\n
  • Irma Castro. Nascida em Mateus Leme a 22 de outubro de 1922, era filha de Adolfo Castro e sua esposa, Mariana Castro. Aos dois anos de idade a família transferiu-se para Itaúna. Aos cinco anos de idade ficou órfã de pai.\nÉ referida como uma criança bonita e inteligente, alegre e espontânea. Cursou o ensino fundamental, matriculando-se na Escola Normal de Itaúna. Primeira aluna da classe, no segundo ano do curso foi obrigada a abandonar os estudos por força de uma nefrite.\nPosteriormente, melhor de saúde, transferiu-se para Belo Horizonte em companhia de uma das irmãs, Alaíde, a fim de arranjar um emprego. Nesse período conheceu Arnaldo Rocha, com quem se casou aos 22 anos de idade. O matrimônio durava há apenas dois anos, quando voltou a adoecer. Permaneceu acamada por três meses, vindo a falecer a 1 de outubro de 1946, na capital mineira.\nCerca de cinqüenta dias após a morte da esposa, Arnaldo Rocha, acompanhado de seu irmão Orlando, que era espírita, descia a Av. Santos Dumont, em Belo Horizonte, quando avistou o médium Francisco Cândido Xavier. O próprio Arnaldo narra o ocorrido:\n"Chico olhou-me e disse: 'Ora gente, é o nosso Arnaldo, está triste, magro, cheio de saudades da querida Meimei…' Afagando-me, com a ternura que lhe é própria, foi-me dizendo: 'Deixe-me ver, meu filho, o retrato de nossa Meimei que você guarda na carteira.' E, dessa forma, após olhar a foto que lhe apresentara, Chico lhe disse: '- Nossa querida princesa Meimei quer muito lhe falar!' "\nNaquela mesma noite, em reunião realizada em casa de amigos espíritas, o espírito Meimei deixou a sua primeira mensagem psicografada. Com o passar dos anos, o médium mineiro foi revelando aos amigos mais chegados que Meimei era a mesma Blandina, citada por André Luiz na obra "Entre a Terra e o Céu" (capítulos 9 e 10), que morava na cidade espiritual "Nosso Lar"; referiu ainda que ela é a mesma Blandina, filha de Taciano e Helena, que Emmanuel descreve no romance "Ave Cristo", e que viveu no terceiro século depois de Jesus.\nOs seus textos encontram-se em diversas obras mediúnicas, como "Pai Nosso", "Amizade", "Palavras do Coração", "Cartilha do Bem", "Evangelho em Casa", "Deus Aguarda" e "Mãe".\nÉ homenageada por dezenas de casas espíritas em todo o país, que adotam o seu nome.\n
  • Irma Castro. Nascida em Mateus Leme a 22 de outubro de 1922, era filha de Adolfo Castro e sua esposa, Mariana Castro. Aos dois anos de idade a família transferiu-se para Itaúna. Aos cinco anos de idade ficou órfã de pai.\nÉ referida como uma criança bonita e inteligente, alegre e espontânea. Cursou o ensino fundamental, matriculando-se na Escola Normal de Itaúna. Primeira aluna da classe, no segundo ano do curso foi obrigada a abandonar os estudos por força de uma nefrite.\nPosteriormente, melhor de saúde, transferiu-se para Belo Horizonte em companhia de uma das irmãs, Alaíde, a fim de arranjar um emprego. Nesse período conheceu Arnaldo Rocha, com quem se casou aos 22 anos de idade. O matrimônio durava há apenas dois anos, quando voltou a adoecer. Permaneceu acamada por três meses, vindo a falecer a 1 de outubro de 1946, na capital mineira.\nCerca de cinqüenta dias após a morte da esposa, Arnaldo Rocha, acompanhado de seu irmão Orlando, que era espírita, descia a Av. Santos Dumont, em Belo Horizonte, quando avistou o médium Francisco Cândido Xavier. O próprio Arnaldo narra o ocorrido:\n"Chico olhou-me e disse: 'Ora gente, é o nosso Arnaldo, está triste, magro, cheio de saudades da querida Meimei…' Afagando-me, com a ternura que lhe é própria, foi-me dizendo: 'Deixe-me ver, meu filho, o retrato de nossa Meimei que você guarda na carteira.' E, dessa forma, após olhar a foto que lhe apresentara, Chico lhe disse: '- Nossa querida princesa Meimei quer muito lhe falar!' "\nNaquela mesma noite, em reunião realizada em casa de amigos espíritas, o espírito Meimei deixou a sua primeira mensagem psicografada. Com o passar dos anos, o médium mineiro foi revelando aos amigos mais chegados que Meimei era a mesma Blandina, citada por André Luiz na obra "Entre a Terra e o Céu" (capítulos 9 e 10), que morava na cidade espiritual "Nosso Lar"; referiu ainda que ela é a mesma Blandina, filha de Taciano e Helena, que Emmanuel descreve no romance "Ave Cristo", e que viveu no terceiro século depois de Jesus.\nOs seus textos encontram-se em diversas obras mediúnicas, como "Pai Nosso", "Amizade", "Palavras do Coração", "Cartilha do Bem", "Evangelho em Casa", "Deus Aguarda" e "Mãe".\nÉ homenageada por dezenas de casas espíritas em todo o país, que adotam o seu nome.\n
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  • Irma Castro. Nascida em Mateus Leme a 22 de outubro de 1922, era filha de Adolfo Castro e sua esposa, Mariana Castro. Aos dois anos de idade a família transferiu-se para Itaúna. Aos cinco anos de idade ficou órfã de pai.\nÉ referida como uma criança bonita e inteligente, alegre e espontânea. Cursou o ensino fundamental, matriculando-se na Escola Normal de Itaúna. Primeira aluna da classe, no segundo ano do curso foi obrigada a abandonar os estudos por força de uma nefrite.\nPosteriormente, melhor de saúde, transferiu-se para Belo Horizonte em companhia de uma das irmãs, Alaíde, a fim de arranjar um emprego. Nesse período conheceu Arnaldo Rocha, com quem se casou aos 22 anos de idade. O matrimônio durava há apenas dois anos, quando voltou a adoecer. Permaneceu acamada por três meses, vindo a falecer a 1 de outubro de 1946, na capital mineira.\nCerca de cinqüenta dias após a morte da esposa, Arnaldo Rocha, acompanhado de seu irmão Orlando, que era espírita, descia a Av. Santos Dumont, em Belo Horizonte, quando avistou o médium Francisco Cândido Xavier. O próprio Arnaldo narra o ocorrido:\n"Chico olhou-me e disse: 'Ora gente, é o nosso Arnaldo, está triste, magro, cheio de saudades da querida Meimei…' Afagando-me, com a ternura que lhe é própria, foi-me dizendo: 'Deixe-me ver, meu filho, o retrato de nossa Meimei que você guarda na carteira.' E, dessa forma, após olhar a foto que lhe apresentara, Chico lhe disse: '- Nossa querida princesa Meimei quer muito lhe falar!' "\nNaquela mesma noite, em reunião realizada em casa de amigos espíritas, o espírito Meimei deixou a sua primeira mensagem psicografada. Com o passar dos anos, o médium mineiro foi revelando aos amigos mais chegados que Meimei era a mesma Blandina, citada por André Luiz na obra "Entre a Terra e o Céu" (capítulos 9 e 10), que morava na cidade espiritual "Nosso Lar"; referiu ainda que ela é a mesma Blandina, filha de Taciano e Helena, que Emmanuel descreve no romance "Ave Cristo", e que viveu no terceiro século depois de Jesus.\nOs seus textos encontram-se em diversas obras mediúnicas, como "Pai Nosso", "Amizade", "Palavras do Coração", "Cartilha do Bem", "Evangelho em Casa", "Deus Aguarda" e "Mãe".\nÉ homenageada por dezenas de casas espíritas em todo o país, que adotam o seu nome.\n
  • Irma Castro. Nascida em Mateus Leme a 22 de outubro de 1922, era filha de Adolfo Castro e sua esposa, Mariana Castro. Aos dois anos de idade a família transferiu-se para Itaúna. Aos cinco anos de idade ficou órfã de pai.\nÉ referida como uma criança bonita e inteligente, alegre e espontânea. Cursou o ensino fundamental, matriculando-se na Escola Normal de Itaúna. Primeira aluna da classe, no segundo ano do curso foi obrigada a abandonar os estudos por força de uma nefrite.\nPosteriormente, melhor de saúde, transferiu-se para Belo Horizonte em companhia de uma das irmãs, Alaíde, a fim de arranjar um emprego. Nesse período conheceu Arnaldo Rocha, com quem se casou aos 22 anos de idade. O matrimônio durava há apenas dois anos, quando voltou a adoecer. Permaneceu acamada por três meses, vindo a falecer a 1 de outubro de 1946, na capital mineira.\nCerca de cinqüenta dias após a morte da esposa, Arnaldo Rocha, acompanhado de seu irmão Orlando, que era espírita, descia a Av. Santos Dumont, em Belo Horizonte, quando avistou o médium Francisco Cândido Xavier. O próprio Arnaldo narra o ocorrido:\n"Chico olhou-me e disse: 'Ora gente, é o nosso Arnaldo, está triste, magro, cheio de saudades da querida Meimei…' Afagando-me, com a ternura que lhe é própria, foi-me dizendo: 'Deixe-me ver, meu filho, o retrato de nossa Meimei que você guarda na carteira.' E, dessa forma, após olhar a foto que lhe apresentara, Chico lhe disse: '- Nossa querida princesa Meimei quer muito lhe falar!' "\nNaquela mesma noite, em reunião realizada em casa de amigos espíritas, o espírito Meimei deixou a sua primeira mensagem psicografada. Com o passar dos anos, o médium mineiro foi revelando aos amigos mais chegados que Meimei era a mesma Blandina, citada por André Luiz na obra "Entre a Terra e o Céu" (capítulos 9 e 10), que morava na cidade espiritual "Nosso Lar"; referiu ainda que ela é a mesma Blandina, filha de Taciano e Helena, que Emmanuel descreve no romance "Ave Cristo", e que viveu no terceiro século depois de Jesus.\nOs seus textos encontram-se em diversas obras mediúnicas, como "Pai Nosso", "Amizade", "Palavras do Coração", "Cartilha do Bem", "Evangelho em Casa", "Deus Aguarda" e "Mãe".\nÉ homenageada por dezenas de casas espíritas em todo o país, que adotam o seu nome.\n
  • Irma Castro. Nascida em Mateus Leme a 22 de outubro de 1922, era filha de Adolfo Castro e sua esposa, Mariana Castro. Aos dois anos de idade a família transferiu-se para Itaúna. Aos cinco anos de idade ficou órfã de pai.\nÉ referida como uma criança bonita e inteligente, alegre e espontânea. Cursou o ensino fundamental, matriculando-se na Escola Normal de Itaúna. Primeira aluna da classe, no segundo ano do curso foi obrigada a abandonar os estudos por força de uma nefrite.\nPosteriormente, melhor de saúde, transferiu-se para Belo Horizonte em companhia de uma das irmãs, Alaíde, a fim de arranjar um emprego. Nesse período conheceu Arnaldo Rocha, com quem se casou aos 22 anos de idade. O matrimônio durava há apenas dois anos, quando voltou a adoecer. Permaneceu acamada por três meses, vindo a falecer a 1 de outubro de 1946, na capital mineira.\nCerca de cinqüenta dias após a morte da esposa, Arnaldo Rocha, acompanhado de seu irmão Orlando, que era espírita, descia a Av. Santos Dumont, em Belo Horizonte, quando avistou o médium Francisco Cândido Xavier. O próprio Arnaldo narra o ocorrido:\n"Chico olhou-me e disse: 'Ora gente, é o nosso Arnaldo, está triste, magro, cheio de saudades da querida Meimei…' Afagando-me, com a ternura que lhe é própria, foi-me dizendo: 'Deixe-me ver, meu filho, o retrato de nossa Meimei que você guarda na carteira.' E, dessa forma, após olhar a foto que lhe apresentara, Chico lhe disse: '- Nossa querida princesa Meimei quer muito lhe falar!' "\nNaquela mesma noite, em reunião realizada em casa de amigos espíritas, o espírito Meimei deixou a sua primeira mensagem psicografada. Com o passar dos anos, o médium mineiro foi revelando aos amigos mais chegados que Meimei era a mesma Blandina, citada por André Luiz na obra "Entre a Terra e o Céu" (capítulos 9 e 10), que morava na cidade espiritual "Nosso Lar"; referiu ainda que ela é a mesma Blandina, filha de Taciano e Helena, que Emmanuel descreve no romance "Ave Cristo", e que viveu no terceiro século depois de Jesus.\nOs seus textos encontram-se em diversas obras mediúnicas, como "Pai Nosso", "Amizade", "Palavras do Coração", "Cartilha do Bem", "Evangelho em Casa", "Deus Aguarda" e "Mãe".\nÉ homenageada por dezenas de casas espíritas em todo o país, que adotam o seu nome.\n
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  • Maternidade o triunfo da vida

    1. 1. Maternidade:Triunfo da Vida Flávio Abraão Carosio Zanetti
    2. 2. Anjo Misterioso Amélia Rodrigues
    3. 3. Qual é a Missão maisImportante na Terra?
    4. 4. Qual é a Missão mais Importante na Terra?A da mulher, pois é elaquem educa o homem.
    5. 5. O Mistério daMaternidade
    6. 6. O Mistério daMaternidade Todos experimentamos o envolvimento de uma mãe;
    7. 7. O Mistério daMaternidade Todos experimentamos o envolvimento de uma mãe; É impossível alguém nascer no mundo sem a presença da mãe;
    8. 8. O Mistério daMaternidade Todos experimentamos o envolvimento de uma mãe; É impossível alguém nascer no mundo sem a presença da mãe; Todas as mães exercem tremenda influência sobre seus filhos.
    9. 9. Frederico Figner
    10. 10. ANN JARVIS (1864-1948)O PRIMEIRO DIA DAS MÃES - 2º DOMINGO DE MAIO DE 1914
    11. 11. IMPORTÂNCIA DA MATERNIDADE
    12. 12. IMPORTÂNCIA DA MATERNIDADE
    13. 13. IMPORTÂNCIA DA MATERNIDADEMoldam a personalidade (até os 7 anos);
    14. 14. IMPORTÂNCIA DA MATERNIDADEMoldam a personalidade (até os 7 anos);Amam com o interesse de conservação - nosanimais, esse ele se limita às necessidades (LE. 890)
    15. 15. IMPORTÂNCIA DA MATERNIDADEMoldam a personalidade (até os 7 anos);Amam com o interesse de conservação - nosanimais, esse ele se limita às necessidades (LE. 890)A causa predominante de desequilíbro se situana fase de gestação e nascimento do ser;
    16. 16. IMPORTÂNCIA DA MATERNIDADEMoldam a personalidade (até os 7 anos);Amam com o interesse de conservação - nosanimais, esse ele se limita às necessidades (LE. 890)A causa predominante de desequilíbro se situana fase de gestação e nascimento do ser; “Mães! abraçai o filho que vos dá desgostos e dizei convosco mesmas: Um de nós dois é culpado” ESE Cap 14 Ítem 9
    17. 17. Diante a Maternidade e Paternidade Cap XXIII - Item 3
    18. 18. Diante a Maternidade e Paternidade “Quis Deus que os seres se unissem não só pelos laços da carne, mas também pelos da alma, a fim de que a afeição mútua dos esposos se lhes transmitisse aos filhos e quefossem dois, e não um somente, a amá-los, a cuidar deles e a fazê-los progredir.” Cap XXIII - Item 3
    19. 19. Que fizestes daqueles quem lhes confiei?
    20. 20. Que fizestes daqueles quem lhes confiei?Importancia de ambos os pais, presentes e ativos na educação de seus filhos. Amor
    21. 21. TEMPOS DE VALORIZAÇÃO DA VIDA
    22. 22. Diante do Aborto Obrigatório
    23. 23. Diante do Aborto Obrigatório Mãe no aborto obrigatório, Não digas que a vida é má. Não chores. Deus não te esquece. Teu filhinho voltará.Meimei
    24. 24. Diante do Aborto Natural
    25. 25. Diante do Aborto Natural Não te incrimines, nem te lastimes pois muitos espíritoschegam até a limiar da reencarnação, necessitando voltar à Espiritualidade a fim de se preparem com mais segurançapara usufruirem, com êxito, a concessão de nova existência no mundo. Meimei
    26. 26. O Evangelho segundo o Espiritismo - Cap14 - Ítem 8
    27. 27. Porque alguns progenitores rejeitam seus bebês desde mesmo o ventre? O Evangelho segundo o Espiritismo - Cap14 - Ítem 8
    28. 28. Porque alguns progenitores rejeitam seus bebês desde mesmo o ventre?“Imperfeita intuição do passado se revela, doqual podeis deduzir que um ou outro já odioumuito, ou foi muito ofendido; que um ou outro veio para perdoar ou para expiar” O Evangelho segundo o Espiritismo - Cap14 - Ítem 8
    29. 29. Maternidade:
    30. 30. Maternidade: O Triunfo da Vida
    31. 31. Uma Heroína no Inferno Matéria publicada na Reader’s Digest de março de 99
    32. 32. Uma Heroína no Inferno Matéria publicada na Reader’s Digest de março de 99
    33. 33. Uma Heroína no Inferno Matéria publicada na Reader’s Digest de março de 99
    34. 34. Uma Heroína no Inferno Luba Gercak e os seus 52 filhos 50 anos depois. Matéria publicada na Reader’s Digest de março de 99
    35. 35. A Verdadeira Família: não de sangueSimpatia mútua e comunhão de ideas Mantendo espíritos juntos antes, durante e depois de reencarnações. O Evangelho segundo o Espiritismo - Cap14 - Ítem 8

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