PIBID-PUC-SPFEIRA DE CIÊNCIAS EXATASAstronomia e AstronáuticaProjeto idealizado pelos alunos do PIBID PUC-SP EMEF Prof. Ca...
1.          OBJETIVORealizar a Feira de Ciências Exatas(1) de forma interdisciplinar com as disciplinas de Ciênciase Matem...
resolução de problemas e levando à introdução de conceitos para que os alunos possamconstruir seu conhecimento (Carvalho e...
Fig. 1 – Fases da Lua em caixa de papelão2.2.2. FoguetesUm foguete espacial é uma máquina que se desloca expelindo atrás d...
monitoramento de superfície, telecomunicações, história da astronáutica) será abordado pormeio de questionários ao longo d...
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3. ATIVIDADES3.1.   Desenvolvimento das oficinasAs atividades iniciaram-se com a apresentação dos temas para todos os alun...
Fig. 6 – Montagem dos foguetes com garrafa petMesmo com a abertura para que os alunos desenvolvessem os próprios temas, as...
A maior parte dos materiais utilizados nas oficinas foi trazida pelos próprios alunos (garrafaspet, bolas de borracha, cai...
cada um sobre o seu experimento, todos foram montados e testados, a decoração da sala ficoua cargo dos alunos com auxílio ...
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4. CONCLUSÃOO desenvolvimento de todas as etapas da feira de ciências exatas, foi de grande proveito paracomplemento da fo...
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS1.2.      http://www.feiradeciencias.com.br/ - site sobre feiras de ciências, desde elaboraçã...
10.   http://www.cienciamao.usp.br/tudo/exibir.php?midia=pmd&cod=_pmd2005_i3701                                           ...
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Artigo, pibid pasquale, astronomia e astronautica

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  1. 1. PIBID-PUC-SPFEIRA DE CIÊNCIAS EXATASAstronomia e AstronáuticaProjeto idealizado pelos alunos do PIBID PUC-SP EMEF Prof. Carlos Pasquale, com foco ematividades a serem desenvolvidas pelos alunos 4º ano.Bolsistas:Carlos Eduardo Monteiro RodriguesGeisy Nunes AdrianoJosé Neres de Almeida JuniorJuliana FariasRita de Cassia Celio PasquarelliRicardo BeneditoMarcelo XXXXXXXCoordenadora: Profª Drª Ana Lucia Manrique (PUC-SP/PIBID)Supervisora: Profª Andrea dos Santos Arruda (EMEF Prof. Carlos Pasquale) 1
  2. 2. 1. OBJETIVORealizar a Feira de Ciências Exatas(1) de forma interdisciplinar com as disciplinas de Ciênciase Matemática, com o propósito de apresentar à comunidade escolar os conhecimentos geraisdessas áreas, e propiciar aos envolvidos, formas de investigação dos mesmos.2. INTRODUÇÃO 2.1. JustificativaPropiciar aos alunos a oportunidade de investigar e apreciar fenômenos naturais.Desenvolvendo ciência, o aluno desenvolve o raciocínio lógico-dedutivo, estimula opensamento independente, a criatividade e a capacidade de resolver problemas.Sobre a física experimental, notamos que o contato direto provoca discussões entre os alunosque não seriam tão interessantes se estivessem dentro da sala de aula vendo apenas o conteúdoteórico da disciplina. Possibilitar ao aluno a oportunidade de entrar em contato comexperimentos físicos que estejam presentes no cotidiano, além do notável fascínio peloprocesso, introduz no pensamento do aluno a parte da teoria que não foi absorvida. Isso tornaa disciplina muito mais interessante e motivadora, tanto para o educando quanto para oeducador.“Os trabalhos de pesquisa em ensino mostram que os estudantes aprendem muito mais sobreciência e desenvolvem melhor seus conhecimentos conceituais quando participam deinvestigações científicas, semelhantes às feitas nos laboratórios de pesquisa [...]. Essasinvestigações, quando propostas aos alunos, tanto podem ser resolvidas na forma de práticasde laboratório como de problemas de lápis e papel. [...]Uma atividade investigativa é, semdúvida, uma importante estratégia no ensino de Física e Ciências em geral. Moreira eLevandowski (1983) ressaltam que a atividade experimental ‘é componente indispensável noensino de Física’ e que ‘esse tipo de atividade pode ser orientada para a consecução dediferentes objetivos’. É preciso que sejam realizadas diferentes atividades, que devem estaracompanhadas de situações problematizadoras, questionadoras e de diálogo, envolvendo a 2
  3. 3. resolução de problemas e levando à introdução de conceitos para que os alunos possamconstruir seu conhecimento (Carvalho et al., 1995)” (Azevedo, 2004).Nós, como cientistas e educadores devemos procurar alternativas para aumentar a motivaçãopara a aprendizagem, desenvolver a autoconfiança, a organização, concentração, atenção,raciocínio lógico-dedutivo e o senso cooperativo, desenvolvendo a socialização e aumentandoas interações do indivíduo com outras pessoas. Do ponto de vista do professor, propiciarferramentas que supram as dificuldades(2) dos professores dos anos iniciais eventualmentetenham para tratar dos temas relacionados ao tema.2.2. Temas e OficinasNeste trabalho, alguns dos bolsistas do projeto PIBID estiveram responsáveis pela orientaçãodos alunos e professores do 4º ano, no desenvolvimento de várias atividades ligadas àastronomia e astronáutica. Todas as oficinas desenvolvidas foram baseadas no programa deensino e divulgação de astronomia, astronáutica e astrofísica “FAMÍLIA DO UNIVERSO”(3),programa desenvolvido com êxito e ótimos resultados educacionais do Planetário e EscolaMunicipal de Astrofísica Prof. Aristóteles Orsini, que conta no programa com diversasoficinas, dentre elas, as relacionadas a seguir, os bolsistas responsáveis pela condução dasatividades também tiveram apoio dos funcionários do Planetário e Escola de Astrofísica.2.2.1. Fases da luaAs fases da lua como são denominados os quatro aspectos básicos que o satélite natural daTerra, a Lua, apresenta conforme o ângulo pelo qual é vista a face iluminada pelo Sol. Aatividade proposta é fases da lua com caixa de papelão(4). Os conceitos de ótica e movimentosplanetários, denominado mecânica celeste, foram abordados sem aprofundamento matemáticocorriqueiro, haja vista a falta de maturidade matemática dos alunos envolvidos no processo. 3
  4. 4. Fig. 1 – Fases da Lua em caixa de papelão2.2.2. FoguetesUm foguete espacial é uma máquina que se desloca expelindo atrás de si um fluxo de fluido aalta velocidade. Por extensão, o veículo, geralmente espacial, que possui motor(es) depropulsão deste tipo é denominado foguete ou míssil. Normalmente, o seu objetivo é enviarobjetos (especialmente satélites artificiais e sondas espaciais) e/ou naves espaciais e homensao espaço. Apesar de parecer muito complicado, existem várias formas de se construir elançar foguetes.Neste trabalho, será apresentada uma das formas mais práticas, simplificada ao máximo, a fimde tornar possível a sua construção por pessoas menos habilidosas. Esse tipo de foguete ébastante simples de construir e utiliza materiais muito fáceis de serem encontrados.Apesar disso, esse foguete envolve alguns conceitos físicos importantes e, portanto, suaconstrução deve seguir a risca certos princípios que tratam basicamente de sua estabilidadeem voo e segurança para quem vai lançá-lo.O foguete de garrafa pet(5) desenvolvido com os alunos, não visa o aprofundamento deconceitos físicos que os alunos só terão contato no ensino médio, no entanto, os principaisconceitos relacionados ao funcionamento e finalidade dos foguetes (propulsão, aerodinâmica, 4
  5. 5. monitoramento de superfície, telecomunicações, história da astronáutica) será abordado pormeio de questionários ao longo das oficinas. Fig. 2 – Montagem de foguete com garrafa pet2.2.3. CometasCometa é um corpo menor do sistema solar que orbita o Sol é composto basicamente dedióxido de carbono congelado, água, moléculas orgânicas (baseadas em carbono) e silicatos.Estes elementos são detectados pelos telescópios e pelas sondas que recolheram e analisarampartículas dos cometas quando de sua passagem pelas proximidades da Terra. Quando seaproxima do Sol, um cometa passa a exibir uma atmosfera difusa, denominada coma, e umacauda, ambas causadas pelos efeitos da radiação solar sobre o núcleo cometário. Os núcleoscometários são compostos de gelo, poeira e pequenos fragmentos rochosos, variando emtamanho de alguns quilômetros até algumas dezenas de quilômetros. O experimento sugeridofoi o cometa com gelo seco(6). 5
  6. 6. Fig. 3 – Mistura de elementos do cometa com gelo seco2.2.4. Sistema SolarO Sistema Solar é constituído pelo Sol e por um conjunto de objetos astronômicos que seligam ao Sol através da gravidade. Acredita-se que esses corpos tenham sido formados pormeio de um colapso de uma nuvem gigante há 4,6 bilhões de anos atrás. Entre os muitoscorpos que orbitam ao redor do Sol, a maior parte da massa está contida dentro de oitoplanetas relativamente solitários e cujas órbitas são quase circulares e se encontram dentro deum disco quase plano, denominado plano da eclíptica. Fig. 4 – Representação do Sistema solar em escala 6
  7. 7. 3. ATIVIDADES3.1. Desenvolvimento das oficinasAs atividades iniciaram-se com a apresentação dos temas para todos os alunos selecionadospelos professores. Fig. 5 – Alunos presentes no AuditórioNa apresentação, cada tema foi individualmente discutido, a história, a oficina que seriaabordada e como seria desenvolvido. De inicio todos os alunos manifestaram interesse notema que mais chamou a atenção das crianças que foi o foguete a agua, mas diante daexposição de que os temas deveriam ser diversificados, todos concordaram em diversificar aescolha com outros temas. 7
  8. 8. Fig. 6 – Montagem dos foguetes com garrafa petMesmo com a abertura para que os alunos desenvolvessem os próprios temas, as turmas das4ªs séries optaram pelos temas propostos, e selecionaram por grupo, os temas mencionadosanteriormente.O inicio dos trabalhos se dedicou à pesquisa do tema, onde os alunos tinham que debater comtoda a turma os temas propostos para serem escolhidos e após a definição, começamos aexplicação da montagem dos projetos, passando pela seleção dos materiais (todos de fácilutilização, recicláveis, em acordo com a proposta do tema Sustentabilidade).Durante o trabalho, os encontros aconteciam semanalmente com todas as turmas nos horáriosdas 14 as 18 hs, tratamos com alunos da manhã e da tarde, sendo 2 horas dedicadas à cadagrupo de alunos (manhã e tarde). Ao longo do projeto, alguns alunos se interessaram poroutros temas, tanto que a maior parte dos grupos acabou fazendo o próprio foguete (mesmoque não fosse responsabilidade do seu grupo) para ser lançado. Houve momentos em que osalunos queriam ao menos entender o que se passava nos trabalhos dos outros e de certa forma“brincar” com os outros experimentos. Na medida do possível, incentivamos essa práticafazendo com que os alunos praticassem a exposição do seu trabalho para outro público. 8
  9. 9. A maior parte dos materiais utilizados nas oficinas foi trazida pelos próprios alunos (garrafaspet, bolas de borracha, caixas de papelão, etc), enquanto outros de custo mais alto ou difícilaquisição (gelo seco, areia, bolas, etc) eram trazidos pelos bolsistas a fim de tornar asatividades mais simples para os mesmos. Fig. 7 – Oficina de FoguetesDurante todas as fases, houve muito interesse dos alunos nos temas, recursos tecnológicos(pesquisas na internet, softwares de astronomia, vídeos de astronomia, jogos educativos paratablets, simuladores, etc) foram utilizados para os alunos se familiarizarem com as tarefas eentenderem os fenômenos que estavam se relacionando.Desenvolvemos todas as oficinas até o dia 18/ago/2012, deixando a última semanaexclusivamente para testes e revisão dos conceitos tratados para apresentação, nestas ocasiões,atividades (questionários, pesquisas, etc) foram entregues corrigidos para que os alunospudessem estudar e estar aptos a apresentar os assuntos durante a feira. Nas últimas 2 semanasos encontros foram mais frequentes, sendo 2 a 3 vezes por semana, para que os detalhes deorganização para o dia da feira, fossem corrigidos.3.2. ApresentaçãoNo dia da apresentação, todos os alunos compareceram com uma hora de antecedência àabertura da sala de astronomia. Foi feita uma reunião onde repassamos a responsabilidade de 9
  10. 10. cada um sobre o seu experimento, todos foram montados e testados, a decoração da sala ficoua cargo dos alunos com auxílio de professores dos mesmos, e depois da abertura geral dafeira, todos tomaram seus postos diante dos experimentos.Por segurança, os experimentos que envolviam algum risco mínimo (tratar com gelo seco,lançar o foguete à alta pressão), eram desenvolvidos pelos bolsistas, sendo que os alunosapenas auxiliavam nas tarefas e explicavam do que se tratava o experimento. Fig. 8 – Mistura dos elementos do cometa Fig. 9 – Lançamento do foguete durante a feira de ciênciasDurante a apresentação, os alunos se mostraram ansiosos principalmente com o lançamentodos próprios foguetes (interesse também do público presente) e da mostra do cometa com gelo 10
  11. 11. seco. Também manifestaram maior interesse na apresentação, quando pais e parenteschegavam à sala para ver a mostra que haviam desenvolvido. Fig. 10 – Aluna apresentando as fases da lua para visitante da feira 11
  12. 12. 4. CONCLUSÃOO desenvolvimento de todas as etapas da feira de ciências exatas, foi de grande proveito paracomplemento da formação dos orientadores, pois o trabalho em oficinas foge da rotina detrabalhos em sala de aula, o que exige uma dinâmica diferente da sala de aula. Para odesenvolvimento acadêmico do aluno, foi perceptível o interesse deles em todos os trabalhosdas oficinas, com os recorrentes comentários sobre o desejo de “ser cientista” quando crescer,o que por si só, demonstra a afinidade dos alunos quanto em contato com os assuntos ligadosà astronomia. 12
  13. 13. 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS1.2. http://www.feiradeciencias.com.br/ - site sobre feiras de ciências, desde elaboraçãoconceitual a construção física, com foco em experimentos de física, voltados a alunos de 6° a9° anos, com alguns experimentos mais simples e mais lúdicos para anos anteriores3. LANGUI, R. e NARDI, R. - DIFICULDADES INTERPRETADAS NOS DISCURSOSDE PROFESSORES DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL EMRELAÇÃO AO ENSINO DA ASTRONOMIA.4. , http://www.sbfisica.org.br/fne/Vol8/Num2/v08n02a02.pdf5. http://www.relea.ufscar.br/num4/A1_n4.pdf6. http://www.pucsp.br/iniciacaocientifica/downloads/artigos/LIVIA_CAMARGOS_CRUZ.pdf7. http://universo.liada.net/Memorias/3%20-%20Simula__o_de_um_cometa__.pdf8. http://www.feiradeciencias.com.br/sala24/24_k15.asp9. CAPELARI, D.;1 ZUKOVSKI, S. N. S. 2 - A IMPORTÂNCIA DA FÍSICAEXPERIMENTAL NO COTIDIANO E A EDUCAÇÃO 13
  14. 14. 10. http://www.cienciamao.usp.br/tudo/exibir.php?midia=pmd&cod=_pmd2005_i3701 14

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