Experiências do pibid cleo.docx

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Este artigo tem como objetivo apresentar as experiências desenvolvidas na Escola Básica Municipal Clotilde Ramos Chaves, situada no município de Camboriú no estado de Santa Catarina, com 25 crianças do 1° ano do ensino fundamental, com as bolsistas e professora supervisora do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) do Instituto Federal Catarinense - Campus Camboriú.

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Experiências do pibid cleo.docx

  1. 1. 1 EXPERIÊNCIAS DO PIBID: DESCOBRINDO O MUNDO ANIMAL NA  RELAÇÃO INTERDISCIPLINAR Taizi Nascimento da Silva Cleonice Vieira Jessyk da Cunha                                                                                                 Instituto Federal Catarinense  CAPES  RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar as experiências desenvolvidas na Escola                      Básica Municipal Clotilde Ramos Chaves, situada no município de Camboriú no estado                        de Santa Catarina, com 25 crianças do 1° ano do ensino fundamental, com as bolsistas e                                professora supervisora do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência                      (PIBID) do Instituto Federal Catarinense ­ Campus Camboriú. As experiências que aqui                        relataremos teve início com a fábula “A galinha bota o ovo e o coelho leva a fama”,                                  extraída da revista: projetos escolares de educação infantil de abril de 2013. As crianças                            ficaram demasiadamente intrigadas com a fábula, razão esta que nos motivou a                        desenvolver um projeto de trabalho com as mesmas, intitulado Animais ovíparos. O                        projeto em questão priorizou recursos metodológicos objetivando o acesso a novos                      conhecimentos, bem como a ampliação dos conhecimentos que as crianças trazem                      consigo. Nesta perspectiva lançamos mão das atividades lúdicas enquanto elementos                    fundamentais para o profícuo processo de ensino e aprendizagem. Compreendemos que                      o processo de ensino e aprendizagem ocorre através das relações sociais, da participação                          de todos os sujeitos na troca e na construção de novos saberes, sobretudo no                            enriquecimento das experiências promovidas prioritariamente pelo professor por                intermédio da observação, do planejamento e da avaliação. Para tanto recorremos as                        contribuições de Vygotsky (2007), Ostetto (2000), Debus (2006), Fanny (2004). Os                      objetivos específicos deste projeto buscavam estabelecer uma relação interdisciplinar                  dos conhecimentos dando relevo as áreas disciplinares que diz respeito Língua                      Portuguesa, Matemática, Ciências, Arte e Informática. Os esforços durante este projeto                      foram no sentido de reafirmar o interesse e gosto por leituras literárias e informativas,                            construção de textos coletivos e individuais; conceitos matemáticos fundamentais. Para                    tanto utilizamos como recursos metodológicos jogos, livros, músicas, contação de                    histórias, passeios, entre outras.
  2. 2. 2 Palavras­chave: formação de professores, literatura, anos iniciais. INTRODUÇÃO O presente projeto se originou com o questionamento das 25 crianças do 1º ano                            da Escola Básica Municipal Clotilde Ramos Chaves acerca do costume de se retratar o                            coelho de páscoa trazendo ovos sendo que quem as põe é a galinha. A partir da                                instigação natural das crianças foi então desenvolvido um trabalho, a fim de conhecer os                            animais juntamente com as bolsistas do PIBID do Instituto Federal Catarinense –                        Campus Camboriú. Os objetivos imediatos buscavam reafirmar o interesse e gosto por leituras                      literárias e informativas; identificar características do modo de vida dos animais                      ovíparos e conhecer diferentes espécie, bem como a compreensão dos diferentes tipos                        de organização familiar, introduzindo­se a ideia de que há vários tipos de famílias. Assim o trabalho foi desenvolvido a partir de uma metodologia lúdica e                          interdisciplinar trabalhando as disciplinas Língua Portuguesa, Matemática, Ciências e                  Informática.  A inserção do assunto foi feita por meio da contação da história “Um amor de                              confusão” da autora Dulce Rangel que conta que uma galinha vai encontrando vários                          tipos de ovos diferentes ao percorrer determinado caminho e então os leva com ela,                            pudemos então falar sobre os sentimentos e a diversidade, que cada ser é especial e que                                cada um possui características próprias.  Vários assuntos puderam ser abordados durante a sequência didática sempre                    enfatizando o conhecimento e a curiosidade das crianças, introduzindo várias ações e                        várias atividades esclarecendo dúvidas e mostrando novos conteúdos relacionados                  instigando ainda mais a curiosidade e a busca pelo conhecimento. DESENVOLVIMENTO 
  3. 3. 3 Este trabalho iniciou­se a partir de um questionamento da história contada: “A galinha bota o ovos e o coelho leva a fama” extraída da revista: projetos                              escolares de educação infantil de abril de 2013. Através desta instigação das crianças                          iniciou­se o trabalho com sequência didática com a contação da história Um Amor de                            Confusão da autora Dulce Rangel. A história narra fatos da vida de uma galinha que em                                seu percurso diário encontra várias espécies de ovos e os leva consigo. Depois de serem                              chocados, nascem diferentes filhotes, surgindo então uma família diferente, fora do                      comum, e, com ela, a dificuldade de encontrar comida apropriada para tantos animais                          diferentes. Destacamos esse momento importante para o desenvolvimento da capacidade                    de leitura das crianças, como cita Cagliari (2009): Uma leitura pode ser ouvida, vista ou falada. Um texto escrito pode ser                          decifrado e decodificado por alguém que traduz o escrito numa realização da                        fala [...] A leitura oral é feita não somente por quem lê, mas pode ser dirigida                                a outras pessoas que também leem o texto, ouvindo­o. Os primeiros contatos                        das crianças com a leitura ocorrem desse modo. Os adultos leem para elas.                          Ouvir histórias é uma forma de ler.  (CAGLIARI, 2009, p.137). A partir dessa história foram desenvolvidas várias atividades englobando língua                    portuguesa, matemática, ciências e informática. Essa experiência foi separada em várias                      etapas e a partir destas etapas foram desenvolvidos trabalhos em grupo, individual,                        pesquisa de campo, leitura, escrita, jogos, alfabeto móvel, situações matemáticas, uso do                        material dourado, dezenas e unidades, contagem com materiais diversos, noção de                      quantidade, quebra­cabeça, adjetivos, entre outros.  Essa abordagem interdisciplinar, em grande parte lúdica e principalmente                  dinâmica e sequencial permite que o aprendizado se dê continuadamente, na qual os                          conhecimentos prévios e associados à temática permitem a construção do conhecimento.  De acordo com Moyles (2002):  O papel do professor é o de garantir no contexto escolar, que a aprendizagem                            seja contínua e desenvolvimentista em si mesmo, e inclua fatores além dos                        puramente intelectuais. O emocional, social, o físico, o estético, o ético e o                          moral, se combinam com o intelectual para incorporar um conceito                    abrangente de aprendizagem. (MOYLES, 2002, p.43).  Depois que as crianças já tinham o conhecimento dessa história, a professora                        trabalhou sua reestruturação, apresentado para as crianças a história escrita em um                        cartaz. Neste momento realizamos a leitura de forma coletiva, levando os meninos e                          meninas a perceberem toda a estrutura do texto como: pontuação, acentuação,                     
  4. 4. 4 paragrafação, espaçamento entre palavras, título, bem como as etapas que compõem um                        texto, sendo elas: início, meio e fim. Após a leitura, as crianças foram motivadas a                              produzirem a mesma história, analisando os critérios estudados anteriormente. Deste                    modo confeccionamos um segundo cartaz em que as crianças colavam as palavras                        seguindo a estrutura textual do cartaz anterior, como relata Santos et al. (2007):  Sabemos que, para a formação de leitores e escritores competentes, é                      importante a interação com diferentes gêneros textuais, com base em                    contextos diversificados de comunicação. Cabe à escola oportunizar essa                  interação, criando atividades em que os alunos sejam solicitados a ler e                        produzir diferentes textos. Por outro lado, é imprescindível que os alunos                      desenvolvam autonomia para ler e escrever seus próprios textos. Assim, a                      escola deve garantir, desde cedo, que as crianças se apropriem do sistema de                          escrita alfabético, e essa apropriação não se dá, pelo menos para a maioria das                            pessoas, espontaneamente, valendo­se do contato com textos diversos. É                  preciso o desenvolvimento de um trabalho sistemático de reflexão sobre as                      características do nosso sistema de escrita alfabético. (SANTOS et. Al 2007,                      p. 18 e 19) A história “Um amor de confusão” permeou toda a sequência didática, cujo                        trabalho envolveu: letras do alfabeto (evidenciando a letra G) fazendo uso do alfabeto                          móvel para montar diversas palavras, reestruturação de frases, produção de frases, entres                        outras atividades envolvendo a leitura e a escrita.  Continuando a história... As crianças receberam a história “Um amor de confusão” contada em                        quadrinho, tendo por objetivo a interpretação do texto através de desenhos.   O ato de ler comporta uma aprendizagem estética, poética e fluidora, que                        torna possível a construção de outros saberes. Isso porque se trata de uma                          prática que, além de estimular a imaginação, leva o leitor a socializar as                          vivências transmitidas pelo texto, a refletir sobre o seu cotidiano, assim como                        a incorporar novos conhecimentos. (POGLIA, 2010, s/p).    Então lhes foi proposto realizar as operações matemáticas apresentada em cada                      quadrinho, fazendo uso de material de contagem como: tampinhas de garrafa pet e                          palitos de picolé.  A sequência deste trabalho se deu a partir de atividades lúdicas, pois acreditamos                          ser estes o caminho para a promoção de aprendizagens significativas. Deste modo                        desenvolveu­se uma atividade em grupo sendo que cada grupo recebeu uma porção de                          amendoim colorido (num faz de conta que eram os ovos da galinha). Num esforço de                             
  5. 5. 5 retomada de experiências passadas, a professora começou a aula resgatando a história                        contada, nesse movimento as crianças foram desafiadas com o seguinte questionamento:                      se ela encontrou nove ovos, por que ela chocou dez ovos? E por meio dessa conversa as                                  crianças foram fazendo resgate daquilo que elas já sabiam sobre o assunto em questão.  Em seguida as crianças realizaram a divisão dos ovos entre os membros do                          grupos, sendo que teriam que dividir igualmente as quantidades para cada membro.                        Percebemos que as dúvidas que surgiram entre as crianças durante a realização das                          atividades estavam circunscritas as questões matemáticas, uma vez que não era possível                        dividir igualmente os ovos para todos devido a quantidade disponível.Nestemomento se                      fez necessário a intervenção da professora e das bolsistas do PIBIB que se fizeram                            presentes durante todo o desenvolvimento do trabalho. Esta atividade teve como                      principal objetivo a inserção do conceito das quatro operações com destaquepara a                        divisão. Após a divisão dos ovos os alunos foram estimulados a separar, seriar e                            classificar os ovos por cor e tamanho. O jogo como um recurso pedagógico.  O jogo é uma atividade que tem valor educacional intrínseco. Mas além desse                          valor educacional, que lhe é inerente, o jogo tem sido usado como recurso pedagógico.                            Várias são as razões que levam os educadores a recorrer ao jogo e a utilizá­lo como um                                  recurso no processo ensino­aprendizagem. Faz­se necessário salientar a importância dos jogos como instrumento formativo,                    pois além de exercitar o corpo, os sentidos e as aptidões, os jogos também preparam                              para a vida em comum e para as relações sociais. Deste modo, ao final da atividade as                                  crianças continuaram nos seus respectivos grupos, em que lhes proposto um jogo                        chamado “jogo do troca­troca” com o uso do material dourado, uma criança de cada                            grupo recebeu uma folha pra ser o escriba. Então escreveu o nome de todos os                              componentes do respectivo grupo e a pontuação que cada um conseguiria. O jogo                          consistia em: cada criança jogava o dado e conforme caia um numero a criança pegava a                                quantidade de unidades, utilizando para isto o material dourado, a partir do momento em                            que formava dez unidades a criança trocava por uma dezena, quem conseguisse compor                          cinco dezenas primeiro ganhava o jogo. 
  6. 6. 6 Atividades envolvendo a linguagem oral e escrita.  “A oralidade é, portanto, dinâmica, pois ao preservar o mito ela tem de se                            adaptar às novas circunstancias, como fator de transmissão cultural e de valores. A                          oralidade é movimento.” (Caldin 2002, s/p.)  Sendo assim foi proposto para as crianças uma atividade de tentativas de escrita.                          Cada criança por sua vez falou uma palavra com a letra G no início meio e no fim, após                                      falar a palavra a mesma criança era convidada a escrever no quadro a palavra que falou,                                assim realizamos a analise fonética das silabas que compõem a referida palavra. Depois da escrita as crianças realizavam tentativas de leitura e uma a uma a                            professoras as apagavam. Depois ditou algumas das palavras escrita anteriormente para                      que as crianças assim as escrevessem. Em um outro momento uma outra proposta lhes                            foi oferecida, um ditado diferente, em que as crianças receberam uma folha contendo                          palavras explicitadas na história e conforme a professora as ditava as crianças                        procuravam na folha a referida palavras, marcando­as com pintura. Pesquisa de campo O livro da autora Dulce Rangel possibilitou desenvolver um trabalho                      interdisciplinar. Com o surgimento dos questionamentos abordados no início deste                    trabalho por parte das crianças iniciamos um trabalho de pesquisa sobre animais                        ovíparos e nossa primeira investigação sobre o tema foi uma pesquisa de campo ao IFC­                              Instituto Federal de Camboriú. Lá as crianças encontraram algumas das espécies de                        animais ovíparos e puderam conhecer e aprofundar seus conhecimentos sobre o modo                        de vida deste animais.  Nossa pesquisa de campo contou com o auxílio e intervenção das bolsistas do                          Pibid que observaram e acompanharam todo o percurso. Ao retornar escola as crianças                          buscaram outras informações, fazendo uso da internet em sites de busca de pesquisa                          sobres os animais necessitando do auxílio do professor de informática. Após a coleta de dados as crianças realizaram um trabalho em dupla, onde teriam                            que produzir uma ficha contendo as informações do animal pesquisado como: onde                        vive, do que se alimenta, reprodução e tempo de vida. Com as fichas prontas                            produzimos um álbum dos animais e este fará parte do acervo de livros de nossa sala. Em outro momento trabalhamos os adjetivos referente a galinha na história                     
  7. 7. 7 contada. As crianças ganharam uma figura da galinha, onde coloriram conforme sua                        criatividade e em seguida a professora questionou o que as crianças acharam da atitude                            da galinha que num gesto fraterno recolheu os ovos mesmo não sendo seus. Um a um as                                  crianças participavam da conversa, revelando suas opiniões e vivências sobre o assunto                        em questão. Deste modo surgiram os adjetivos: carinhosa, bondosa generosa entre                      outros, possibilitando também um trabalho de analise fonética das palavras citadas pelas                        crianças. Logo após a escrita dos adjetivos, as crianças recortaram o desenho que                          haviam recebido, sendo que cada parte recortada constavam uma letra que formava a                          palavra “galinha” numa tentativa de formar novas palavras.      Lançando mão de recursos áudio visuais... O processo de aprendizagem é bastante complexo, e, por isso, a reflexão acerca                          das diversas metodologias de ensino deve levar em conta aspectos que influenciam                        nesse processo.Além disso, o professor deve utilizar recursos auxiliares de ensino                      diversificados, utilizando­se das mais diversas ferramentas pedagógicas dentro de suas                    ações planejadas.  Planejar é essa atitude de traçar, projetar, programar, elaborar                  um roteiro paraempreender uma viagem de conhecimento, de                interação, de experiências múltiplas esignificativas para/com o              grupo de crianças. Planejamento pedagógico é atitudecrítica do                educador diante de seu trabalho docente. Por isso, não é uma                      fôrma! Ao contrário, é flexível e, como tal, permite ao educador                      pensar, revisando, buscando novos significados para a sua                prática docente (OSTETTO, 2000, p. 177).    Neste sentido planejou­se uma aula expositiva e dialogada com o intuito de                          complementar uma pesquisa realizada anteriormente pelas crianças. Nesta aula as                    crianças conheceram os tipos de ovos das espécies pesquisadas, seus respectivos filhotes                        o tempo de reprodução de cada espécie. Um vídeo apresentado pela TV culturas                          intitulado como “De onde vem o ovo”, encontrado no endereço eletrônico:                      http://tvescola.mec.gov.br/tve/videoteca­series!loadSerie?idSerie=312​, que    complementou o trabalho acima citado.  Através deste vídeo as crianças conheceram desde o desenvolvimento do ovo até                        a sua fase industrial, explorando também suas utilidades e seus benefícios.   As histórias:“E o dente ainda doía da autora: Ana Terra; Beleléu e os números do                             
  8. 8. 8 autor: Patrício Dugnani, também fizeram parte do contexto, ampliando o repertorio d                        leituras que comtemplavam os conteúdos abordado nesta sequência.    CONSIDERAÇÕES FINAIS  Este artigo partiu do pressuposto de que as interações entre as crianças e seus                            pares e as crianças e adultos são importantes para o desenvolvimento oral e da escrita.   O trabalho com sequencia didática permite ao professor, desenvolver um                    trabalho interdisciplinar e de ações planejadas, que possibilitam aos alunos                    aprendizagem significativas, contemplando o direitos de aprendizagem. O referido                  artigo teve como subsidio a curiosidade das crianças, pois o trabalho desenvolvido tinha                          outro tema e em conversa com eles surgiu o tema citado acima e a partir disso foi                                  realizado uma sequência didática.  Quando os professores se atentam para a curiosidade das crianças, e tornam o                          planejamento flexível, levando em conta os instinto humanos que aprendem por meio da                          curiosidade e com isso podemos dizer que o aprendizado é muito mais significativo                          quando aprendemos aquilo que queremos no momento.  Sempre devemos estar atentos as manifestações de curiosidades infantis e as                      nossas também, pois assim conseguimos desenvolver um melhor relacionamento com o                      mundo em que vivemos. 
  9. 9. 9 REFERÊNCIAS:    ABRAMOVICH, Fanny. ​Literatura infantil: gostosuras e bobices​. – 4° ed. São Paulo  : Scipione, 1994.    CAGLIARI, Luiz Carlos. ​Alfabetização e linguística​. Pensamento e ação na sala de  aula. São Paulo: Scipione, 2009.    CALDIN, Clarice Fortkamp. ​A oralidade e a escritura infantil: referencial teórico  para a hora do conto.​ 2002. Universidade Federal de Santa Catarina. (UFSC).  Disponivél em: http://www.redalyc.org/pdf/147/14701304.pdf. Acessado em: 30 de  Outubro de 2014.    DEBUS, Eliane Santana Dias. ​Festaria de brincança: a leitura literária na educação  infantil.​ – São Paulo :Paulus, 2006.   
  10. 10. 10 MOYLES, J. R..​Só brincar?​ O papel do brincar na educação infantil].: Porto Alegre:  Artmed Editora, 2002.    SANTOS, Carmi Ferraz; MENDONÇA, Márcia. (orgs.). ​Alfabetização e  letramento:conceitos e relações. ​ALBUQUERQUE, Eliana Borges Correia de.  Conceituando alfabetização e letramento. 1ed., 1reimp. – Belo Horizonte: Autêntica,  2007.Disponível em  http://pacto.mec.gov.br/images/pdf/Formacao/Alfabetizacao_letramento_Livro.pdf​.  Acessado em 18/08/2014.    OSTETTO, Luciana Esmeralda (Org.). Planejamento na educação infantil mais que a  atividade, a criança em foco. In: OSTETTO, Luciana Esmeralda (Org.). ​Encontros e  encantamentos na educação infantil: ​partilhando experiências de estágios. Campinas:  Papirus, 2000.    POGLIA, Maria Cláudia. ​Leitura Compartilhada Promovendo o Encontro de  Leituras com a Literatura. ​2010. Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL).  Tubarão.    VIGOTSKY, Lev Semenovich, 1896­1934. ​A formação social da mente: o  desenvolvimento dos processos psicológicos superiores​/ L.S. Vigotsky; organizadores  Michael Cole... [el al]; tradução José Cipolla Neto. 7 ed. – São Paulo: Martins Fontes –  Selo Martins, 2007. – (Psicologia e Pedagogia).      ANEXOS:       
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