GEOGRAFIA DO BRASIL           Prof. André Tiago
SITUAÇÃO DO TERRITÓRIO
A LOCALIZAÇÃO DO BRASIL
BRASIL: HORÁRIO DE VERÃO
REGIONALIZAÇÃO DO BRASIL
REGIONALIZAÇÃO DO BRASILSÉCULO XIX     1942
REGIONALIZAÇÃO DO BRASILANEXAÇÃO DO ACRE
O BRASIL NA VISÃO DOS PAULISTAS
RELEVO BRASILEIRO: IDADE E  ESTRUTURA GEOLÓGICA
ESCALA GEOLÓGICA DO TEMPOERAS      GERAL             BRASIL
ESCALA GEOLÓGICA DO TEMPO
TEORIA DA DERIVA   CONTINENTAL:1915 - Alfred Wegener                         Alfred                        Wegener
TEORIA DA TECTÔNICA DE            PLACAS:1960 - Harry Hess e Jason Morgan
LIMITES DE PLACAS TECTÔNICAS E AS    “FALHAS DE TRANSFORMAÇÃO”
DORSAL MESOATLÂNTICA
RELEVO     BRASILEIRO:ESTRUTURA GEOLÓGICA
RELEVO     BRASILEIRO:ESTRUTURA GEOLÓGICA
RELEVO    BRASILEIRO:ESTRUTURA GEOLÓGICA
RELEVO BRASILEIRO:CLASSIFICAÇÕES       AROLDO DE        AZEVEDO
RELEVO BRASILEIRO:CLASSIFICAÇÕES     AZIZ AB’SABER
RELEVO BRASILEIRO:CLASSIFICAÇÕES   JURANDYR ROSS
RELEVO BRASILEIRO:CLASSIFICAÇÕES     JURANDYR ROSS
RELEVO BRASILEIRO:TOPOGRAFIA
RELEVO BRASILEIRO: ALTIMETRIA ATUALIZADA
ZONAS HIPSOMÉTRICAS DO BRASIL
RELEVO DA REGIÃO NORTE: TOPOGRAFIA
PERFIL DE RELEVO DA AMAZÔNIA CENTRO-OCIDENTAL
RELEVO DA REGIÃO CENTRO-OESTE: TOPOGRAFIA
RELEVO DA REGIÃO SUDESTE: TOPOGRAFIA
BACIA SEDIMENTAR DE SÃO PAULO
RELEVO DA REGIÃO SUL: TOPOGRAFIA
RELEVO DA REGIÃO NORDESTE: TOPOGRAFIA
REGIÃO NORDESTE: PERFIL DO RELEVO
PERFIS DO RELEVO BRASILEIRO
PERFIS DO RELEVO BRASILEIRO
PERFIS DO RELEVO BRASILEIRO
SUPERFÍCIES DE ARRASAMENTO FORMADAS SOB CONDIÇÕES                CLIMÁTICAS SEMI-ARIDAS
SUPERFÍCIES DE ARRASAMENTO FORMADAS SOB CONDIÇÕES                CLIMÁTICAS SEMI-ARIDAS
SUPERFÍCIES DE ARRASAMENTO FORMADAS SOB CONDIÇÕES                CLIMÁTICAS SEMI-ARIDAS
MORROS-TESTEMUNHOS: inselbergues
MORROS-TESTEMUNHOS: inselbergues
MORROS-TESTEMUNHOS: inselbergues
MORROS-TESTEMUNHOS: chapadas
PALEOPAVIMENTO   DETRÍTICO:   “Stone Line”
AFLORAMENTOS ROCHOSOS      MATACÕES
SUPERFÍCIE DE ARRASAMENTO FORMADA SOB CONDIÇÕES                 CLIMÁTICAS ÚMIDAS
MORROS-TESTEMUNHOS:           monadnocks
RELEVO DE CUESTA
RELEVO DE CUESTA
GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL:COSTA SETENTRIONAL (LITORAIS BAIXOS, DUNAS E FALÉSIAS)
CARACTERÍSTICAS DA COSTA BRASILEIRA - SETENTRIONAL Litoral Norte – é também chamado de Litoral  Setentrional e se estende...
Foz do Rio Amazonas – entre APe PA -Delta e estuário
ILHA DE MARAJÓ
ILHA DE MARAJÓ
Golfão Maranhense e vistaparcial da Cidade de São Luís
Lençois Maranhenses
LENÇOIS MARANHENSES
Delta do Rio Parnaíba – entre PI e MA
FALÉSIA SEDIMENTAR DE MORRO BRANCO-CE
GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL: COSTA ORIENTAL(MARES-DE-MORROS ,TABULEIROS, FALÉSIAS E ARRECIFES)
   Litoral Leste – ou Litoral Oriental, vai do cabo de São Roque    (RN) ao cabo Frio (RJ). O trecho que se estende do ca...
MARES DE MORROS FLORESTADOS, AO LONGO DA RODOVIA                                           PE-60
TABULEIROS COSTEIROS
FALÉSIAS
ARRECIFES
ILHA DE ITAMARACÁ E  COROA DO AVIÃO
RECÔNCAVO E BAÍA DE  TODOS OS SANTOS
GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL:     COSTA MERIDIONAL (COSTÕES E FALÉSIAS BASÁLTICAS )                      FALÉSIAS     ...
   Estende-se de Cabo Frio até a foz do arroio Chuí. O trecho    desse litoral, que vai de Cabo Frio ao cabo de Santa Mar...
GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL:  COSTA MERIDIONAL (COSTÕES E FALÉSIAS BASÁLTICAS )                     FALÉSIASCOSTÕES  ...
BAÍA DA GUANABARA
LAGOA RODRIGO DE FREITAS
RESTINGA DE JACAREPAGUÁ
RIAS DA BAÍA DE  PARANAGUÁ
HIDROGRAFIA DO BRASIL
BACIAS HIDROGRÁFICAS BRASILEIRAS
BACIAS HIDROGRÁFICAS BRASILEIRAS
BACIAS HIDROGRÁFICAS BRASILEIRAS
CARACTERIZAÇÃO DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS:                 AMAZÔNICA É a maior bacia do mundo. Drena cerca de 6,5 milhões d...
Encontro dos Rios Negro e Solimões
Encontro entre os rios Negro e Solimões - AM                                                       Porto de Manaus        ...
Rio Negro em Manaus-AM
Rio Negro em Manaus-AM
Foz do Rio Amazonas - PA
Estuário do Rio Amazonas-PA
Pororoca
Fenômeno da Pororoca
BACIA AMAZÔNICA - ELEMENTOS
DRENAGEM E DEGRAUS DA VEGETAÇÃO AMAZÔNICA
Usina de Belo Monte-PA   (em implantação)
Usina de Belo Monte-PA   (em implantação)
Usinas do Rio Madeira-RO    (em implantação)
CARACTERIZAÇÃO DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS:            TOCANTINS-ARAGUAIAÉ  a maior bacia totalmente brasileira e a terceira...
Vista Parcial do Rio Tocantins
Vista Parcial do Rio Araguaia
Ilha do Bananal, no Rio Araguaia: maior          ilha fluvial do mundo
Ilha do Bananal
CARACTERIZAÇÃO DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS:                   SÃO FRANCISCO   Drena cerca de 645 mil km² e é a segunda maior...
Vista Parcial do Cânion do São Francisco - SergipeFoz do Rio do São Francisco – SE/AL
CARACTERIZAÇÃO DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS: PLATINA Drena cerca de 17% do território        brasileiro e é formada    pelas ...
Usina Hidrelétrica de Itaipu-PR
CARACTERIZAÇÃO DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS: PLATINA Bacia do Paraguai – bacia de planície que banha a planície  do Pantanal;...
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HIDRELÉTRICAS NO BRASIL
HIDROVIAS E PORTOS BRASILEIROS
Hidrovias do Mercosul
Hidrovia Tietê-Paraná
Esquema de Eclusa
Eclusa de Três Irmãos – Rio Tietê
BACIAS HIDROGRÁFICAS NORDESTINAS
Vistas Parciais do Rio Parnaíba
Transposição do São Francisco - projeto
AQUÍFEROS BRASILEIROS
Aquífero Guarani
CARACTERIZAÇÃO DO AQUÍFERO GUARANIO   Aquífero Guarani é o maior manancial de água doce subterrânea transfronteiriço do m...
CARACTERIZAÇÃO DO AQUÍFERO GUARANI Sua maior ocorrência se dá em território brasileiro (2/3 da    área total), abrangendo...
Aquífero Guarani - em perspectiva
Aquífero Alter do Chão
CARACTERIZAÇÃO DO AQUÍFERO ALTER DO CHÃOO Aquífero Alter do Chão é o que apresenta o maior volume deágua potável do mundo....
O LITORAL BRASILEIRO
O LITORAL BRASILEIRO
ZONAS CLIMÁTICAS
MASSAS DE AR NA AMÉRICA DO SUL
CONVERGÊNCIA INTERTROPICAL ATUANDO   SOBRE O NORDESTE BRASILEIRO
FAIXA DE INSTABILIDADE PRODUZIDA PELO ENCONTRO DOAR QUENTE E ÚMIDO DA AMAZÔNIA COM UMA FRENTE FRIA                 VINDA D...
SISTEMAS ATMOSFÉRICOS  INFLUENTES NO CLIMA       BRASILEIRO
CLIMAS DO BRASIL
Climas do Brasil – classificação de Köppen
Brasil - Temperatura média anual
CLIMOGRAMAS DO BRASIL
CLIMOGRAMAS DO BRASIL
CLIMOGRAMAS DO BRASIL
CLIMOGRAMAS DO BRASIL
FLORESTA AMAZÔNICA
FLORESTA AMAZÔNICA
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CERRADO
CERRADO
PANTANAL
CAATINGA
CAATINGA
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RESTINGA
MANGUE
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DEMOGRAFIA - BRASIL
DEMOGRAFIA - BRASILBRASIL: CRESCIMENTO POPULACIONAL
PIRÂMIDE ETÁRIA 2000 [BR]   PIRÂMIDE ETÁRIA 2010 [BR]
PIRÂMIDE ETÁRIA 2010 [BR]
DEMOGRAFIA - BRASIL          ESPERANÇA DE VIDA AO NASCER
DEMOGRAFIA - BRASIL
DEMOGRAFIA - BRASIL
DEMOGRAFIA - BRASIL
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DEMOGRAFIA - BRASIL
DEMOGRAFIA - BRASIL
DEMOGRAFIA - BRASIL
DEMOGRAFIA - BRASIL
BRASIL – PRINCIPAIS GRUPOS DE IMIGRANTES E ÁREAS DE FIXAÇÃO  Imigrantes                         Áreas de Fixação Portugues...
DEMOGRAFIA - BRASIL
DEMOGRAFIA – BRASIL [imigrações]
DEMOGRAFIA – BRASIL [imigrações]
DEMOGRAFIA – BRASIL [emigrações]
DEMOGRAFIA – BRASIL [emigrações]
DEMOGRAFIA – BRASIL [migrações internas]
DEMOGRAFIA - BRASIL
DEMOGRAFIA - BRASIL
BRASIL: IDH
BRASIL: IDH
URBANIZAÇÃO - MUNDO
URBANIZAÇÃO - BRASIL
URBANIZAÇÃO - BRASIL
URBANIZAÇÃO - BRASIL
URBANIZAÇÃO - BRASIL
URBANIZAÇÃO - BRASIL
URBANIZAÇÃO - BRASIL
URBANIZAÇÃO - MUNDO
DISTRIBUIÇÃO DOS RECURSOS MINERAIS
QUADRILÁTERO FERRÍFERO (MG)
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O CARVÃO MINERAL NO BRASIL
ÁREAS DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO NO BRASIL
BACIAS PETROLÍFERAS BASILEIRAS
EVOLUÇÃO DA EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO NO BRASIL
O PETRÓLEO NO ATLÂNTICO SUL
O PRÉ-SAL            SEGURANÇA DO PRÉ-SAL
O GASODUTO BRASIL-BOLÍVIA
4                                 Matriz Energética Brasileira                                    Oferta de Energia - 2002...
HIDRELÉTRICAS NO BRASIL
HIDRELÉTRICAS NA REGIÃO NORTE
PONTENCIAL HIDRELÉTRICO BRASILEIRO
BRASIL: POTENCIAL HÍDRICO E POPULAÇÃO                          (POR REGIÃO)
CONSUMO DE ENERGIA NO BRASIL - 2003FONTES1Hidráulicas(Produzidas em Usinas Hidrelétricas)   37%2 Derivados do Petróleo    ...
AGROPECUÁRIABRASILEIRA
BRASIL:INVESTIMENTOSAGRÍCOLAS
ÁREASAGRÍCOLASESPECIALIZADASNO BRASIL
PECUÁRIA:POR TIPOS
Boi "Orgânico"                                Boi "Verde"Criado a pasto sem agrotóxico.             Criado a pasto sem agr...
A ESTRUTURA FUNDIÁRIA BRASILEIRA
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RENDA PER CAPITA
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Geografia do Brasil

  1. 1. GEOGRAFIA DO BRASIL Prof. André Tiago
  2. 2. SITUAÇÃO DO TERRITÓRIO
  3. 3. A LOCALIZAÇÃO DO BRASIL
  4. 4. BRASIL: HORÁRIO DE VERÃO
  5. 5. REGIONALIZAÇÃO DO BRASIL
  6. 6. REGIONALIZAÇÃO DO BRASILSÉCULO XIX 1942
  7. 7. REGIONALIZAÇÃO DO BRASILANEXAÇÃO DO ACRE
  8. 8. O BRASIL NA VISÃO DOS PAULISTAS
  9. 9. RELEVO BRASILEIRO: IDADE E ESTRUTURA GEOLÓGICA
  10. 10. ESCALA GEOLÓGICA DO TEMPOERAS GERAL BRASIL
  11. 11. ESCALA GEOLÓGICA DO TEMPO
  12. 12. TEORIA DA DERIVA CONTINENTAL:1915 - Alfred Wegener Alfred Wegener
  13. 13. TEORIA DA TECTÔNICA DE PLACAS:1960 - Harry Hess e Jason Morgan
  14. 14. LIMITES DE PLACAS TECTÔNICAS E AS “FALHAS DE TRANSFORMAÇÃO”
  15. 15. DORSAL MESOATLÂNTICA
  16. 16. RELEVO BRASILEIRO:ESTRUTURA GEOLÓGICA
  17. 17. RELEVO BRASILEIRO:ESTRUTURA GEOLÓGICA
  18. 18. RELEVO BRASILEIRO:ESTRUTURA GEOLÓGICA
  19. 19. RELEVO BRASILEIRO:CLASSIFICAÇÕES AROLDO DE AZEVEDO
  20. 20. RELEVO BRASILEIRO:CLASSIFICAÇÕES AZIZ AB’SABER
  21. 21. RELEVO BRASILEIRO:CLASSIFICAÇÕES JURANDYR ROSS
  22. 22. RELEVO BRASILEIRO:CLASSIFICAÇÕES JURANDYR ROSS
  23. 23. RELEVO BRASILEIRO:TOPOGRAFIA
  24. 24. RELEVO BRASILEIRO: ALTIMETRIA ATUALIZADA
  25. 25. ZONAS HIPSOMÉTRICAS DO BRASIL
  26. 26. RELEVO DA REGIÃO NORTE: TOPOGRAFIA
  27. 27. PERFIL DE RELEVO DA AMAZÔNIA CENTRO-OCIDENTAL
  28. 28. RELEVO DA REGIÃO CENTRO-OESTE: TOPOGRAFIA
  29. 29. RELEVO DA REGIÃO SUDESTE: TOPOGRAFIA
  30. 30. BACIA SEDIMENTAR DE SÃO PAULO
  31. 31. RELEVO DA REGIÃO SUL: TOPOGRAFIA
  32. 32. RELEVO DA REGIÃO NORDESTE: TOPOGRAFIA
  33. 33. REGIÃO NORDESTE: PERFIL DO RELEVO
  34. 34. PERFIS DO RELEVO BRASILEIRO
  35. 35. PERFIS DO RELEVO BRASILEIRO
  36. 36. PERFIS DO RELEVO BRASILEIRO
  37. 37. SUPERFÍCIES DE ARRASAMENTO FORMADAS SOB CONDIÇÕES CLIMÁTICAS SEMI-ARIDAS
  38. 38. SUPERFÍCIES DE ARRASAMENTO FORMADAS SOB CONDIÇÕES CLIMÁTICAS SEMI-ARIDAS
  39. 39. SUPERFÍCIES DE ARRASAMENTO FORMADAS SOB CONDIÇÕES CLIMÁTICAS SEMI-ARIDAS
  40. 40. MORROS-TESTEMUNHOS: inselbergues
  41. 41. MORROS-TESTEMUNHOS: inselbergues
  42. 42. MORROS-TESTEMUNHOS: inselbergues
  43. 43. MORROS-TESTEMUNHOS: chapadas
  44. 44. PALEOPAVIMENTO DETRÍTICO: “Stone Line”
  45. 45. AFLORAMENTOS ROCHOSOS MATACÕES
  46. 46. SUPERFÍCIE DE ARRASAMENTO FORMADA SOB CONDIÇÕES CLIMÁTICAS ÚMIDAS
  47. 47. MORROS-TESTEMUNHOS: monadnocks
  48. 48. RELEVO DE CUESTA
  49. 49. RELEVO DE CUESTA
  50. 50. GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL:COSTA SETENTRIONAL (LITORAIS BAIXOS, DUNAS E FALÉSIAS)
  51. 51. CARACTERÍSTICAS DA COSTA BRASILEIRA - SETENTRIONAL Litoral Norte – é também chamado de Litoral Setentrional e se estende da foz do rio Oiapoque, ou cabo Orange (PA), ao cabo de São Roque (RN). Seu primeiro trecho estende-se da foz do Oiapoque ao delta do rio Parnaíba. É um litoral de terras baixas e sedimentares. No Amapá, o litoral é pantanoso e aparecem inúmeras lagunas, em um terreno argiloso e com mangues. A foz do rio Amazonas é importante acidente desse litoral, apresentando inúmeras ilhas, destacando-se a de Marajó, com 47.964 km², a de Caviana e de Mexiana. No litoral do Pará e Maranhão, a linha costeira é mais recortada, aparecendo pequenas falésias. O destaque desse trecho litorâneo é o Golfão Maranhense, com a ilha de São Luís, cercada pelas baías de São Marcos e de São José. No segundo trecho, do delta do rio Parnaíba ao cabo de São Roque, a costa semi-árida está caracterizada por ser pouco recortada e pela presença de uma faixa de dunas. O clima semi-árido propicia a instalação de um grande número de salinas, as mais importantes do Brasil.
  52. 52. Foz do Rio Amazonas – entre APe PA -Delta e estuário
  53. 53. ILHA DE MARAJÓ
  54. 54. ILHA DE MARAJÓ
  55. 55. Golfão Maranhense e vistaparcial da Cidade de São Luís
  56. 56. Lençois Maranhenses
  57. 57. LENÇOIS MARANHENSES
  58. 58. Delta do Rio Parnaíba – entre PI e MA
  59. 59. FALÉSIA SEDIMENTAR DE MORRO BRANCO-CE
  60. 60. GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL: COSTA ORIENTAL(MARES-DE-MORROS ,TABULEIROS, FALÉSIAS E ARRECIFES)
  61. 61.  Litoral Leste – ou Litoral Oriental, vai do cabo de São Roque (RN) ao cabo Frio (RJ). O trecho que se estende do cabo de São Roque à baía de Todos os Santos apresenta “barreiras”, em trechos onde o planalto interior chega diretamente junto ao mar, dando origem a costas altas com falésias. À pequena distância da linha litorânea, o primeiro trecho do Litoral Leste apresenta uma linha de recifes de arenito ou coralinos, muito perigosos para a navegação, por se elevarem apenas alguns centímetros acima da água. O nome da capital de Pernambuco, Recife, tem origem na existência dessas formações em seu litoral. No litoral sul baiano existem, mais afastados do continente, os recifes coralinos dos Abrolhos. Da baía de Todos os Santos ao norte do litoral do Espírito Santo, surgem trechos mais baixos, com lagunas separadas do mar por restingas, com extensos manguezais. No último trecho desse litoral, surge uma costa baixa e alagadiça, mas onde não faltam as pontas graníticas que ladeiam a baía de Vitória. O cabo de São Tomé e a baía de Vitória são os acidentes mais notáveis da área.
  62. 62. MARES DE MORROS FLORESTADOS, AO LONGO DA RODOVIA PE-60
  63. 63. TABULEIROS COSTEIROS
  64. 64. FALÉSIAS
  65. 65. ARRECIFES
  66. 66. ILHA DE ITAMARACÁ E COROA DO AVIÃO
  67. 67. RECÔNCAVO E BAÍA DE TODOS OS SANTOS
  68. 68. GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL: COSTA MERIDIONAL (COSTÕES E FALÉSIAS BASÁLTICAS ) FALÉSIAS BASÁLTICASCOSTÕES
  69. 69.  Estende-se de Cabo Frio até a foz do arroio Chuí. O trecho desse litoral, que vai de Cabo Frio ao cabo de Santa Maria, em Santa Catarina, é caracterizado pela proximidade dos altos paredões que dão acesso ao planalto cristalino, na Serra do Mar. Em certos trechos, a escarpa se afasta para o interior, dando origem a extensas praias, restingas e lagoas costeiras. A Baixada Fluminense abriga as lagoas Feia, de Araruama, Saquarema e Marica, separadas ao mar por restingas. A baía de Guanabara abre-se na Baixada Fluminense, com um perímetro de 130 km e uma área de 412 km². Mais para o Sul, acha-se a Baixada Santista, de menor tamanho. O último trecho de nosso litoral se estende do cabo de Santa Marta à desembocadura do arroio Chuí. É uma costa baixa e arenosa, onde surge uma planície bastante larga, que abriga inúmeras lagunas, separadas do mar por restingas. Algumas lagunas se comunicam com o oceano através de um estreito canal, como acontece com a maior de todas, a lagoa dos Patos, com 10.000 km² de área. A lagoa Mirim está em contato com a lagoa dos Patos, através do canal de São Gonçalo, tendo uma área de aproximadamente 4.000 km².
  70. 70. GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL: COSTA MERIDIONAL (COSTÕES E FALÉSIAS BASÁLTICAS ) FALÉSIASCOSTÕES BASÁLTICAS
  71. 71. BAÍA DA GUANABARA
  72. 72. LAGOA RODRIGO DE FREITAS
  73. 73. RESTINGA DE JACAREPAGUÁ
  74. 74. RIAS DA BAÍA DE PARANAGUÁ
  75. 75. HIDROGRAFIA DO BRASIL
  76. 76. BACIAS HIDROGRÁFICAS BRASILEIRAS
  77. 77. BACIAS HIDROGRÁFICAS BRASILEIRAS
  78. 78. BACIAS HIDROGRÁFICAS BRASILEIRAS
  79. 79. CARACTERIZAÇÃO DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS: AMAZÔNICA É a maior bacia do mundo. Drena cerca de 6,5 milhões de km², dos quais 3,9 milhões situados no Brasil. Além do Brasil, banha: Guiana, Guiana Francesa, Suriname, Venezuela, Colômbia, Peru, Equador e Bolívia. Os formadores da Bacia Amazônica são: Cordilheira dos Andes (oeste), Planalto das Guianas (norte) e Planalto Central (sul). É uma bacia de planície e oferece 20.000 km de percurso navegável, apesar da navegação ser pouco aproveitada. Mesmo sendo de planície, boa parte dos afluentes do Amazonas apresenta trechos encachoeirados nos planaltos, o que confere grande potencial hidráulico.
  80. 80. Encontro dos Rios Negro e Solimões
  81. 81. Encontro entre os rios Negro e Solimões - AM Porto de Manaus Margem do Rio Negro - Manaus
  82. 82. Rio Negro em Manaus-AM
  83. 83. Rio Negro em Manaus-AM
  84. 84. Foz do Rio Amazonas - PA
  85. 85. Estuário do Rio Amazonas-PA
  86. 86. Pororoca
  87. 87. Fenômeno da Pororoca
  88. 88. BACIA AMAZÔNICA - ELEMENTOS
  89. 89. DRENAGEM E DEGRAUS DA VEGETAÇÃO AMAZÔNICA
  90. 90. Usina de Belo Monte-PA (em implantação)
  91. 91. Usina de Belo Monte-PA (em implantação)
  92. 92. Usinas do Rio Madeira-RO (em implantação)
  93. 93. CARACTERIZAÇÃO DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS: TOCANTINS-ARAGUAIAÉ a maior bacia totalmente brasileira e a terceira em potencial hidroelétrico, após a Amazônica e a do Paraná. Possui a segunda maior usina totalmente brasileira, Tucuruí, situada no curso inferior do rio Tocantins (PA), que abastece com energia os grandes projetos minerais da Amazônia (Carajás, Albrás, etc.).
  94. 94. Vista Parcial do Rio Tocantins
  95. 95. Vista Parcial do Rio Araguaia
  96. 96. Ilha do Bananal, no Rio Araguaia: maior ilha fluvial do mundo
  97. 97. Ilha do Bananal
  98. 98. CARACTERIZAÇÃO DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS: SÃO FRANCISCO Drena cerca de 645 mil km² e é a segunda maior bacia totalmente brasileira. Além de apresentar grandes quedas- d’água e bom aproveitamento hidrelétrico (Usinas de Três Marias, Paulo Afonso, Sobradinho, de Xingó, etc.). O Rio São Francisco possui um longo trecho navegável (Pirapora/MG-Juazeiro/BA) e desempenha importante papel regional no povoamento e na agropecuária realizados ao longo de seu curso e proximidades. O rio São Francisco nasce em Minas Gerais (Serra da Canastra) e deságua no Atlântico, onde serve de divisa entre Alagoas e Sergipe. No passado, desempenhou importante papel na expansão da pecuária e na integração nacional (Sudeste-Nordeste).
  99. 99. Vista Parcial do Cânion do São Francisco - SergipeFoz do Rio do São Francisco – SE/AL
  100. 100. CARACTERIZAÇÃO DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS: PLATINA Drena cerca de 17% do território brasileiro e é formada pelas bacias dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai. Banha terras do Brasil, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai. Bacia do Paraná – é uma bacia planáltica com grande potencial hidrelétrico e a mais aproveitada no Brasil para a produção de eletricidade. Nela está situada a maior usina hidrelétrica no mundo, em operação (Itaipu), um consórcio binacional entre Brasil e Paraguai. A maior parte da energia consumida nas regiões Sudeste e Sul é oriunda da bacia do Paraná. Apesar de planáltico, o rio Paraná apresenta um longo trecho navegável (Urubupungá- Guaíra). A bacia do Paraná se transformou, com a implantação da hidrovia Tietê-Paraná, na espinha dorsal do Mercosul, isso só foi viabilizado com a construção das eclusas de Três Irmãos e Jupiá, que integra cinco estados brasileiros (PR, SP, MG, GO, MS) e os parceiros do Mercosul.
  101. 101. Usina Hidrelétrica de Itaipu-PR
  102. 102. CARACTERIZAÇÃO DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS: PLATINA Bacia do Paraguai – bacia de planície que banha a planície do Pantanal; é utilizada principalmente pela navegação em território brasileiro e paraguaio. O principal porto é o de Corumbá (MS). Pelo rio Paraguai, o Brasil escoa principalmente minério de manganês e produtos agropecuários. Bacia do Uruguai – drena cerca de 3% do território brasileiro. O rio Uruguai nasce pela fusão dos rios Canoas (SC) e Pelotas (RS), e serve de divisa entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Argentina, Argentina e Uruguai. O curso superior do rio Uruguai é de planalto com aproveitamento hidrelétrico, e o curso inferior é de planície e navegável. O aproveitamento econômico desta bacia é pouco expressivo.
  103. 103. Vista Parcial do Rio Paraguai-MS
  104. 104. Vista Parcial do Rio Uruguai-RS
  105. 105. HIDRELÉTRICAS NO BRASIL
  106. 106. HIDROVIAS E PORTOS BRASILEIROS
  107. 107. Hidrovias do Mercosul
  108. 108. Hidrovia Tietê-Paraná
  109. 109. Esquema de Eclusa
  110. 110. Eclusa de Três Irmãos – Rio Tietê
  111. 111. BACIAS HIDROGRÁFICAS NORDESTINAS
  112. 112. Vistas Parciais do Rio Parnaíba
  113. 113. Transposição do São Francisco - projeto
  114. 114. AQUÍFEROS BRASILEIROS
  115. 115. Aquífero Guarani
  116. 116. CARACTERIZAÇÃO DO AQUÍFERO GUARANIO Aquífero Guarani é o maior manancial de água doce subterrânea transfronteiriço do mundo. Está localizado na região centro-leste da América do Sul, entre 12º e 35º de latitude sul e entre 47º e 65º de longitude oeste e ocupa uma área de 1,2 milhões de Km², estendendo-se pelo Brasil (840.000l Km²), Paraguai (58.500 Km²), Uruguai (58.500 Km²) e Argentina (255.000 Km²).
  117. 117. CARACTERIZAÇÃO DO AQUÍFERO GUARANI Sua maior ocorrência se dá em território brasileiro (2/3 da área total), abrangendo os Estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Esse reservatório de proporções gigantescas de água subterrânea é formado por derrames de basalto ocorridos nos Períodos Triássico, Jurássico e Cretáceo Inferior (entre 200 e 132 milhões de anos). É constituído pelos sedimentos arenosos da Formação Pirambóia na Base (Formação Buena Vista na Argentina e Uruguai) e arenitos Botucatu no topo (Missiones no Paraguai, Tacuarembó no Uruguai e na Argentina).
  118. 118. Aquífero Guarani - em perspectiva
  119. 119. Aquífero Alter do Chão
  120. 120. CARACTERIZAÇÃO DO AQUÍFERO ALTER DO CHÃOO Aquífero Alter do Chão é o que apresenta o maior volume deágua potável do mundo. A reserva subterrânea está localizadasob os estados do Amazonas, Pará e Amapá e tem volume de86 mil km³ de água doce, o que seria suficiente para abastecera população mundial em cerca de 100 vezes, ainda de acordocom a pesquisa. Um novo levantamento, de campo, deve serfeito na região para avaliar a possibilidade de o aquífero serainda maior do que o calculado inicialmente pelos geólogos.Em termos comparativos, a reserva Alter do Chão tem quase odobro do volume de água potável que o Aquífero Guarani - com45 mil km³ de volume -, até então considerado o maior do país eque passa pela Argentina, Paraguai e Uruguai.
  121. 121. O LITORAL BRASILEIRO
  122. 122. O LITORAL BRASILEIRO
  123. 123. ZONAS CLIMÁTICAS
  124. 124. MASSAS DE AR NA AMÉRICA DO SUL
  125. 125. CONVERGÊNCIA INTERTROPICAL ATUANDO SOBRE O NORDESTE BRASILEIRO
  126. 126. FAIXA DE INSTABILIDADE PRODUZIDA PELO ENCONTRO DOAR QUENTE E ÚMIDO DA AMAZÔNIA COM UMA FRENTE FRIA VINDA DO ATLÂNTICO
  127. 127. SISTEMAS ATMOSFÉRICOS INFLUENTES NO CLIMA BRASILEIRO
  128. 128. CLIMAS DO BRASIL
  129. 129. Climas do Brasil – classificação de Köppen
  130. 130. Brasil - Temperatura média anual
  131. 131. CLIMOGRAMAS DO BRASIL
  132. 132. CLIMOGRAMAS DO BRASIL
  133. 133. CLIMOGRAMAS DO BRASIL
  134. 134. CLIMOGRAMAS DO BRASIL
  135. 135. FLORESTA AMAZÔNICA
  136. 136. FLORESTA AMAZÔNICA
  137. 137. MATA ATLÂNTICA
  138. 138. CERRADO
  139. 139. CERRADO
  140. 140. PANTANAL
  141. 141. CAATINGA
  142. 142. CAATINGA
  143. 143. MATA DOS COCAIS
  144. 144. BURITI E CARNAÚBA - COCAIS
  145. 145. BABAÇU - COCAIS
  146. 146. MATA DOS PINHAIS - ARAUCÁRIAS
  147. 147. CAMPOS SULINOS
  148. 148. RESTINGA
  149. 149. MANGUE
  150. 150. O “DESERTO” BRASILEIRO – LENÇÓIS MARANHENSES
  151. 151. DEMOGRAFIA - BRASIL
  152. 152. DEMOGRAFIA - BRASILBRASIL: CRESCIMENTO POPULACIONAL
  153. 153. PIRÂMIDE ETÁRIA 2000 [BR] PIRÂMIDE ETÁRIA 2010 [BR]
  154. 154. PIRÂMIDE ETÁRIA 2010 [BR]
  155. 155. DEMOGRAFIA - BRASIL ESPERANÇA DE VIDA AO NASCER
  156. 156. DEMOGRAFIA - BRASIL
  157. 157. DEMOGRAFIA - BRASIL
  158. 158. DEMOGRAFIA - BRASIL
  159. 159. DEMOGRAFIA - BRASIL
  160. 160. DEMOGRAFIA - BRASIL
  161. 161. DEMOGRAFIA - BRASIL
  162. 162. DEMOGRAFIA - BRASIL
  163. 163. DEMOGRAFIA - BRASIL
  164. 164. BRASIL – PRINCIPAIS GRUPOS DE IMIGRANTES E ÁREAS DE FIXAÇÃO Imigrantes Áreas de Fixação Portugueses Praticamente em todo país, em especial no Rio de Janeiro, com uma preferência pelas cidades em relação ao campo. Italianos São Paulo (capital e interior), Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Espanhóis Principalmente São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul Japoneses São Paulo, Pará, Paraná e Mato Grosso do Sul. Alemães Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Espírito Santo. Eslavos Paraná (Curitiba, Ponta Grossa, Castro e Lapa)Sírio-libaneses Quase todo o país, em especial nos centros urbanos. Com certos destaque para São Paulo (capital).
  165. 165. DEMOGRAFIA - BRASIL
  166. 166. DEMOGRAFIA – BRASIL [imigrações]
  167. 167. DEMOGRAFIA – BRASIL [imigrações]
  168. 168. DEMOGRAFIA – BRASIL [emigrações]
  169. 169. DEMOGRAFIA – BRASIL [emigrações]
  170. 170. DEMOGRAFIA – BRASIL [migrações internas]
  171. 171. DEMOGRAFIA - BRASIL
  172. 172. DEMOGRAFIA - BRASIL
  173. 173. BRASIL: IDH
  174. 174. BRASIL: IDH
  175. 175. URBANIZAÇÃO - MUNDO
  176. 176. URBANIZAÇÃO - BRASIL
  177. 177. URBANIZAÇÃO - BRASIL
  178. 178. URBANIZAÇÃO - BRASIL
  179. 179. URBANIZAÇÃO - BRASIL
  180. 180. URBANIZAÇÃO - BRASIL
  181. 181. URBANIZAÇÃO - BRASIL
  182. 182. URBANIZAÇÃO - MUNDO
  183. 183. DISTRIBUIÇÃO DOS RECURSOS MINERAIS
  184. 184. QUADRILÁTERO FERRÍFERO (MG)
  185. 185. SERRA DOS CARAJÁS (PA)
  186. 186. O CARVÃO MINERAL NO BRASIL
  187. 187. ÁREAS DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO NO BRASIL
  188. 188. BACIAS PETROLÍFERAS BASILEIRAS
  189. 189. EVOLUÇÃO DA EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO NO BRASIL
  190. 190. O PETRÓLEO NO ATLÂNTICO SUL
  191. 191. O PRÉ-SAL SEGURANÇA DO PRÉ-SAL
  192. 192. O GASODUTO BRASIL-BOLÍVIA
  193. 193. 4 Matriz Energética Brasileira Oferta de Energia - 2002 Outras fontes não- Derivados Cana-de-açucar renováveis 12,6% 2,5% P etróleo e DerivadosLenha e Carvão vegetal 43,1% 1 ,9% 1 Hidráulica e Eletricidade 14,0% Urânio e Derivados 1,8% Carvão Mineral e Derivados Gás Natural 6,6% 7,5% Fonte: Balanço Energético Nacional – Ministério das Minas e Energia - 2003
  194. 194. HIDRELÉTRICAS NO BRASIL
  195. 195. HIDRELÉTRICAS NA REGIÃO NORTE
  196. 196. PONTENCIAL HIDRELÉTRICO BRASILEIRO
  197. 197. BRASIL: POTENCIAL HÍDRICO E POPULAÇÃO (POR REGIÃO)
  198. 198. CONSUMO DE ENERGIA NO BRASIL - 2003FONTES1Hidráulicas(Produzidas em Usinas Hidrelétricas) 37%2 Derivados do Petróleo 32%Gás Engarrafado (GLP)GasolinaQueroseneÓleo DieselÓleo Combustível3 Carvão Vegetal e Lenha 9%4 Bagaço de Cana 7%5 Álcool 4%6 Carvão Mineral 3%7 Gás Natural 2%8 Outras Fontes 6%
  199. 199. AGROPECUÁRIABRASILEIRA
  200. 200. BRASIL:INVESTIMENTOSAGRÍCOLAS
  201. 201. ÁREASAGRÍCOLASESPECIALIZADASNO BRASIL
  202. 202. PECUÁRIA:POR TIPOS
  203. 203. Boi "Orgânico" Boi "Verde"Criado a pasto sem agrotóxico. Criado a pasto sem agrotóxico.Adubação verde (Sistema Agroecológico). Adubação verde e fertilizantes sintéticos no pasto.É proibido usar uréia. Uréia é permitida.Confinamento somente 90 dias antes do Confinamento somente 90 dias antes do abate. abate.Suplementação com alimentos de origem Suplementação com alimentos de origem exclusivamente vegetal, dos quais 80% exclusivamente vegetal. orgânicos.Sal mineral permitido. Sal mineral permitido.Área de criação deve estar de acordo com Áreas de criação devem seguir normas normas ambientais. ambientais.Emprego de vacina apenas contra a febre Pode-se usar medicamentos alopáticos aftosa. No mais, apenas prevenção. contra parasitas.Antibióticos são proibidos. Recebe antibióticos, se necessário.Transferências de embriões é proibida. É permitida a transferência de embriões.Medicamentos homeopáticos, fitoterapia e Medicamentos alopáticos são acumpuntura contra parasitas. empregados.
  204. 204. A ESTRUTURA FUNDIÁRIA BRASILEIRA
  205. 205. A ESTRUTURA FUNDIÁRIA BRASILEIRA
  206. 206. A POSSE DA TERRA
  207. 207. Cinco commodities garantem 43% da exportação do Brasil
  208. 208. RENDA PER CAPITA
  209. 209. UNASUL

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