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O governo do estado cria através de decreto o grupo de trabalho que coordenará asações do programa estadual do açaí :Art. ...
AÇÕES DO grupo de trabalho que coordena as o programa estadual do açaí:1- Estabelece a regulamentação da cadeia produtiva ...
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UTILIDADES DO AÇAÍO caroço (endocarpo e amêndoa) pode ser usado para produzirartesanato e após decomposição é largamente e...
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Recomendação Técnica-Camisa em algodão-Cinto com bainha, para proteger a faca ou o facão, preso nacintura, enquanto sobe n...
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TRANSPORTE TradicionalO transporte do açaí para Belém é feito por via marítima.-As embarcações não dispõem de locais reser...
TRANSPORTE Recomendado-Evitar o transporte em cestos;-Devem ser utilizadas basquetas desinfectadas após a debulha e odesca...
FEIRAS E ENTREPOSTOS
AGROINDÚSTRIAS
DOENÇA DE CHAGAS      TRANSMISSORESPanstrongylus megistusTriatoma infestans                         Triatoma sordida
HABITAT                                   Interior das casas,De baixo do colchão                                frestas (l...
Propostas do Governo do EstadoREUNIÃOCOM O SECRETÁRIO DE AGRICULTURA•Assunto:1-Produção do fruto do açaí no estado do Pará...
Criação de entrepostos decomercialização em Belém          OBRIGADO!     José Severino Silva     Engenheiro Agrônomo – ADE...
Dia 2 - Expansão do Açaí e seu potencial em SAFs - Programas do Governo do Estado do Pará relacionados ao açaí - Ana Gabri...
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Dia 2 - Expansão do Açaí e seu potencial em SAFs - Programas do Governo do Estado do Pará relacionados ao açaí - Ana Gabriela Polaro Serra

  1. 1. Perfil InstitucionalADEPARÁ é uma entidade de Direito Público, constituída sob a forma de autarquia, vinculada à Secretaria Especial de Estado de Produção, com sede e fórum na capital (Belém) e jurisdição em todo o Estado do Pará. Criada em 2002, pela Lei Estadual nº 6.482, de 17 de setembro, tem por finalidade planejar e executar políticas de Defesa Agropecuária.Missão: Garantir a segurança do consumo de produtos agropecuários contribuindo para a competitividade do agronegócio e para a preservação do meio ambiente.
  2. 2. O CODEX ALIMENTARIUS A Comissão do Codex Alimentarius executa o ProgramaConjunto da FAO/OMS sobre Normas Alimentares, cujo objetivo éproteger a saúde dos consumidores e garantir práticas eqüitativas nocomércio de alimentos. é uma coletânea de normas alimentaresadotadas internacionalmente e apresentadas de modo uniforme. Espera-se que esse formato compacto permita a amplautilização e compreensão dos princípios básicos de higiene dosalimentos, incentivando seu uso por governos, autoridades reguladoras,indústrias de alimentos, manipuladores de alimentos e consumidores.
  3. 3. A publicação do Codex Alimentarius tem por objetivoorientar e promover a elaboração de definições e o estabelecimentode requisitos aplicáveis aos alimentos, auxiliando a sua harmonizaçãoe, conseqüentemente, facilitando o comércio internacional. Os textos básicos sobre higiene dos alimentos foramadotados pela Comissão do Codex Alimentarius em 1997 e em 1999. Conseqüências prejudiciais decorrentes de doenças e danosprovocados pelos alimentos à saúde humana e à economia sãoresponsabilidades de todos , agricultores e cultivadores, fabricantes eprocessadores, manipuladores de alimentos e consumidores . Todostêm a responsabilidade de garantir que o alimento seja seguro eadequado para consumo.
  4. 4. Lei de Defesa Sanitária Vegetal Lei nº 7.392, de 7 de abril de 2010 Dispõe sobre a Defesa Sanitária Vegetal no âmbito do Estado doPará e dá outras providências. Art. 1º Esta Lei fixa os fundamentos, define os objetivos, prevêsanções e estabelece as ações de Defesa Sanitária Vegetal no Estado do Pará. 1º Para os efeitos desta Lei, considera-se Defesa Sanitária Vegetal,todas as atividades e procedimentos de sanidade, educação, vigilância, inspeção,classificação, identificação e fiscalização de: I - vegetais, seus produtos, subprodutos, derivados e resíduos; Da Inspeção e Fiscalização de Produtos de Origem Vegetal Art. 25. As atividades de Inspeção e Fiscalização de Produtos deOrigem Vegetal têm por objetivo assegurar a identidade, a qualidade, aconformidade, a idoneidade e a segurança higiênico-sanitária e tecnológica deprodutos vegetais in natura, semi ou minimamente processados, processados eindustrializados, seus subprodutos, derivados e resíduos de valor econômico, pormeio das ações de inspeção, fiscalização, classificação e identificação deprodutos, sistemas, ou cadeia produtiva, conforme o caso.
  5. 5. Art. 27. Fica estabelecida, em todo o território paraense, a obrigatoriedade doregistro e/ou cadastro, da padronização, da classificação, da inspeção e da fiscalizaçãoda produção e do comércio de produtos vegetais in natura, semi ou minimamenteprocessados, processados e industrializados, seus subprodutos, derivados e resíduos devalor econômico. 1º A inspeção de que trata o caput deste artigo incidirá sobre: I - equipamentos e instalações, sob os aspectos higiênico-sanitários etécnicos; II - embalagens, matérias-primas e demais substâncias, sob os aspectoshigiênico-sanitários e qualitativos. 2º A fiscalização de que trata o caput incidirá sobre: I - estabelecimentos que se dediquem ao processamento, beneficiamento,industrialização e/ou comercialização dos objetos desta Seção; II - transporte, comércio, armazenagem, depósito, cooperativa e casaatacadista; III - quaisquer outros locais previstos nesta Lei e no respectivo regulamento. Art. 28. A inspeção e fiscalização citadas nesta Seção serão executadas emterritório paraense nos produtos de origem vegetal regionais padronizados e apósdelegação do MAPA, nos produtos de origem vegetal de competência desse Órgão Federal. Art. 29. A ADEPARÁ fixará em regulamento, além de outras providências,as disposições específicas referentes à classificação, padronização, rotulagem, análise deprodutos, matérias-primas, inspeção e fiscalização de equipamentos, instalações econdições higiênico-sanitárias dos estabelecimentos industriais e artesanais, assim comoa inspeção da produção e a fiscalização do comércio de que trata esta Seção.
  6. 6. LEI DE PRODUTOS ARTESANAIS Dispõe sobre as normas para licenciamento de estabelecimentosprocessadores, registro e comercialização de produtos artesanaiscomestíveis de origem animal e vegetal no Estado do Pará e dá outrasprovidências.Art. 1º Ficam estabelecidas as normas para licenciamento deestabelecimentos processadores, beneficiamento, elaboração ecomercialização de produtos artesanais comestíveis de origem animal evegetal no Estado do Pará.Art. 2º Entende-se por elaboração de produtos artesanais comestíveis deorigem animal e vegetal, o processo utilizado na obtenção de produtos quemantenham características culturais ou regionais produzidos em escala nãoindustrial, obedecidos os parâmetros fixados em regulamento específico porproduto.
  7. 7. 1º São consideradas matérias primas passíveis de beneficiamento eelaboração de produtos artesanais comestíveis de origem animal evegetal:I – produtos cárneos;II – leite;III – ovos;IV – produtos de abelhas;V - peixes, crustáceos e moluscos;VI – mandioca e outros tubérculos comestíveis;VII - frutas;VIII – hortaliças e legumes;IX - cereais;X - outros produtos de origem animal e vegetal comestíveis, compadrão de qualidade e identidade estabelecidos, e passíveis deregulamentação;
  8. 8. SUASA ARCABOUÇO LEGAL DO SUASALei nº 8.171/1991 (Lei agrícola), alterada pela Lei nº9.712/1998, nos artigos 27, 28 e 29, que constituiu o Sistema Unificado de Atenção a Sanidade Agropecuária -Decreto nº 5.741/2006, que regulamentou oSUASA.Instrução Normativa do MAPA nº 19/2006, quedefiniu os procedimentos para adesão dos entesfederados ao SUASA.
  9. 9. GERÊNCIA DE INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM VEGETAL - GIPOV OBJETIVOS: IMPLANTAR A INSPEÇÃO VEGETAL NO ESTADO DO PARÁ- Selecionar e capacitar 100 (cem) técnicos para realizar a inspeção;- Realizar treinamento para Engº Agrônomos – Ministrado por Instrutorespecializado do MAPA.- Realizar treinamento Para técnicos agrícolas e barreiristas( ou técnicosagrícolas de barreira) – Ministrado por Técnicos da ADEPARÁ.- Realizar banco de dados, através do cadastro de agroindústrias e demanipuladores artesanais paraenses. – Eleger os produtos que serão padronizados Estabelecendo seusregulamentos técnicos, e o padrão de identidade e qualidade do produto.– Elaborar e encaminhar à assembléia legislativa do estado a lei de produtosartesanais.– Implantar o SIE vegetal no Estado do Pará.
  10. 10. BENEFÍCIOS DO SERVIÇO DA INSPEÇÃO VEGETAL PARA OS PRODUTORES RURAIS: - Garantia da comercialização dos seus produtos (a maioria oriundo daagricultura familiar).- Melhoramento e aprimoramento nas Boas Práticas de Produção. - Melhoramento e aprimoramento das embalagens e do transporte de seusprodutos.- Terão maior aceitação de seus produtos nos supermercados. - A população passará a dar mais valor a produtos que possuam arotulagem com o SIE da ADEPARA.
  11. 11. BENEFÍCIOS DO SERVIÇO DA INSPEÇÃO VEGETAL PARA A AGROINDUSTRIA E MANIPULADORES ARTESANAIS:- Receberá uma matéria prima de melhor qualidade, mai fácil deprocessar em B.P.F e A.P.P.C.C.-Terá acompanhamento do técnico da ADEPARA em seu municípioorientando e controlando o transito a industrialização na unidadeprodutiva e expedindo a GTV evitando problemas nas barreiras e postosde fiscalização. - Diminuirá a clandestinidade dos produtos eliminando produtoresdesqualificados para manipular estes produtos.
  12. 12. BENEFÍCIOS DO SERVIÇO DA INSPEÇÃO VEGETAL PARA O CONSUMIDOR - Segurança da qualidade e da sanidade dos produtos que estaconsumindo. - Diminuição de doenças provocadas por contaminação, por fungos,bactérias, protozoários, substâncias proibidas como corantes artificiais eetc. - maior oferta nos supermercados de produtos regionais com qualidade esanidade. PARA O ESTADO- Maior confiabilidade nos produtos produzidos no estado. -Aumento do parque industrial e conseqüentemente aumento de, empregoe renda- Diminuição de gastos com atenção básica de saúde.
  13. 13. I – Programas e Projetos em andamento:1 - Programa estadual da qualidade do açaí; (envolve a SESPA, SAGRI ,EMATER,ADEPARÁ, SEBRAE, SESMA , Promotoria do consumidor, etc.).2 - Projeto de inclusão sócio Produtiva; ( envolve a EMATER, SAGRI,ADEPARÁ, SEPAQ, e a SEDES).3 - Programa alimento seguro;( envolve o SEBRAE, A SESPA A SESMA ASAGRI e ADEPARÁ).4 - Projeto de padronização de produtos regionais ; ( envolve a comissão Estadualde padronização composta por, ADEPARÁ; ANVISA; AEAPA; CEPLAC;SFA/PA; EMATER/PA; EMBRAPA/Amazônia Oriental; FAEPA; FETAGRI;FIEPA; SAGRI; SEMA; SESPA; SESMA; SINDFRUTAS; SEBRAE/PA; UFRA;UEPA; UFPA/POEMA/FADESP; PAS/SENAI e ADA,).5 - Proposta de adesão ao SUASA; ( envolve o Ministério da Agricultura eADEPARÁ). 6 - Proposta para a criação da lei de produtos artesanais; (envolve todos dentro dascadeias produtivas do Estado do Pará).
  14. 14. PROGRAMA ESTADUAL DE QUALIDADE DO AÇAÍADEPARÁ - SESPA – EMATER – SAGRI - SESMA’s - LACEN - SEBRAE OBJETIVO GERAL Estabelecer procedimentos de colheitaacondicionamento, transporte, comércio e manipulação,higiênico-sanitário do produto, assegurando aqualidade através de fiscalização, inspeção,monitoramento e educação sanitária continuada nosdiversos segmentos da cadeia produtiva do açaí.
  15. 15. A exportação de suco de frutas no Pará entre os anos de 2004e 2010 cresceu de 5.418 toneladas, para 11.350 toneladasrespectivamente (109,48%). A receita gerada nesse período passou deUS$ 6,42 milhões para US$ 20,24 milhões, (315,26%), segundodados do Ministério do Desenvolvimento da Indústria e Comércio(MDIC), o que deixa o Pará em terceiro lugar no ranking daexportação de sucos no Brasil; Primeiro produtor nacional de açaí (Aprox. 700 mil T);Cadeia produtiva do açaí possui aproximadamente 300.000 pessoas;Mercado ainda em grande expansão, onde se espera duplicar aprodução do fruto em três anos, a uma taxa de 30% ao ano (VEIGAFILHO, 20100).
  16. 16. Importância do Açaí para o Pará Representa 70% da fonte de renda da população ribeirinha. Gera emprego e renda tanto no campo como na agroindústria. Na grande Belém são comercializados diariamente na safra em torno de 471.212 litros de Açaí, em mais de 3.000 pontos de vendas. Aumento dos investimentos financeiros por parte dos Bancos Públicos para plantio e manejo tanto na Várzea como na Terra Firme . Importância do Açaí para Exportação É rico em Antocianinas (1,02/100g de extrato seco), que são pigmentos naturais da família dos flavonóides que originou a cor do açaí e têm função Antioxidante, protegendo o organismo contra o acúmulo de placas e depósito de gorduras, evitando doenças cardiovasculares. É rico em fibras brutas (34,0 g de mat. seca/100g de Matéria Seca), beneficiando as funções intestinais. É rico em minerais (macro e micronutrientes) importantes para o equilíbrio do organismo. É energético como o leite (66,30 Kcal/100g) É saboroso e rico em gordura vegetal.Fonte: Nogueira,O.L. et all. Sistema de Produção 4 Embrapa, 2005.
  17. 17. ESTIMATIVA DE PRODUÇÃO DE AÇAÍ NO ESTADO DO PARÁ PRODUÇÃO LATAS ha FAMÍLIAS PESSOAS APROX. 2010 (Kg) 700.000.000 50.000.000 250.000 50.000 300.000Fonte: PAM/GCEA•Considerou-se uma lata de açaí com 14 kg•Considerou-se uma produtividade de 2.800Kg/ha•Considerou-se que uma família explora 5ha•Considerou-se que uma família e composta de 6 pessoa
  18. 18. PRODUÇÃO DE AÇAÍ NO ESTADO DO PARÁ PRODUÇÃO (%)PRODUTO UND Produtividad DIÁRIO ANUAL eFRUTO Kg 2.800 Kg/ha 1.917.808 Kg 700.000.000 Kg 100LATA Und 14 Kg 136.986 Latas 50.000.000 100 LatasAÇAÍ FINO Litro 10 litros/lata 958.900 L 95.890 Lt 35.000.000 Lt 70AÇAÍ MÉDIO Litro 06 litros/lata 164.382 L 27.397 Lt 10.000.000 Lt 20AÇAÍ Litro 04 litros/lata 54.756 L 13.689 Lt 5.000.000 Lt 10GROSSOTOTAL 1.178.038 136.986 Lt/Dia 50.000.000 Lt 100 L/Dia Fonte: PAM/GCEA
  19. 19. DISTRIBUIÇÃO DO CONSUMO (LITRO) FREQUÊNCIA DE CONSUMO (%)LOCAL DE CONSUMO UND DIÁRIO ANUALZONA RURAL Litro 235.606 71.415.648 20GRANDE BELÉM Litro 471.212 142.831.296 40EXPORTAÇÃO NACIONAL Litro 353.409 107.123.472 30EXPORTAÇÃO INTERN. Litro 117.803 35.707.824 10TOTAL Litro 1.178.038 357.078.240 100Fonte: PAM/GCEA
  20. 20. O governo do estado cria através de decreto o grupo de trabalho que coordenará asações do programa estadual do açaí :Art. 1º A implementação do Programa Estadual de Qualidade do Açaí, que tem por objetivoidentificar e promover a execução das ações de fortalecimento e desenvolvimento do comércioe consumo do açaí no âmbito do Estado do Pará.Parágrafo Único – A implementação descrita no caput será planejada e executada pelo Grupode Trabalho instituído pelo Governo do Estado, sob a coordenação de Secretaria de Estadode Agricultura.Art. 3º O Grupo de Trabalho mencionado no Parágrafo Único do Art. 1º será composto por um titular e um suplente, dosseguintes órgãos e entidades:I - Secretaria de Estado de Agricultura - SAGRI, que o coordenará;II - Secretaria de Estado de Saúde Pública - SESPA;III - Secretaria Municipal de Saúde de Belém - SESMA;IV – Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará - ADEPARÁ;V – Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará - EMATER;VI – Banco do Brasil S/A;VII – Banco do Estado do Pará S/A;VIII – Banco da Amazônia S/A;IX – Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e à Pequena Empresa do Pará – SEBRAE/PA;X – Secretaria Municipal de Saneamento de Belém - SESAN;XI – Secretaria Municipal de Economia de Belém - SECON;XII – Associação dos Vendedores Artesanais de Açaí de Belém – AVABEL;XIII – Representante das Agroindústrias Produtoras de Açaí.Art. 4º O Grupo de Trabalho terá a seguinte estrutura organizacional:I – Coordenação – Secretaria de Estado de Agricultura - SAGRI;II - Secretaria Executiva - Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará - ADEPARÁ;III – Membros do Grupo de Trabalho.
  21. 21. AÇÕES DO grupo de trabalho que coordena as o programa estadual do açaí:1- Estabelece a regulamentação da cadeia produtiva do açaí.2- Propõe a lei de produtos artesanais3- Dispõe sobre o processamento artesanal do fruto do açaí e bacaba no Estado do Pará edá outras providências.4- participa do plano de contingência da doença de chagar no Pará.5- Participa do projeto de inclusão sócio produtiva da SEDES.6- Participa do programa PAS açaí do SEBRAE. A PERMISSÃO DE TRÂNSITO DE VEGETAIS (PTV) - é o documento emitido pelo Órgão Estadual de Defesa Sanitária Vegetal – ADEPARÁ, para acompanhar a partida de produtos com exigências fitossanitárias específicas, válida em todo o território nacional.
  22. 22. GUIA DE TRÂNSITO VEGETAL - GTVÉ um documento oficial para o trânsito intra-estadual, emitido pela ADEPARÁ, parao controle e rastreabilidade de vegetais, seus produtos e subprodutos (exceto aquelesque necessitam de PTV), na busca da fitossanidade e sanidade dos mesmos, emcasos específicos.Como prioridade será implementada a obrigatoriedade da GTV para as seguintesculturas: citros, açaí, cupuaçu, cacau, abacaxi, pimenta do reino e banana. Porque implementar a GTV para o Açaí?• Competição dos outros Estados que já iniciaram seus plantios;• Proteção da cadeia produtiva no caso de vínculo de contaminantes no açaí;• Auditorias internacionais;• Exigência dos mercados consumidores;• Necessidade do Gov. do Pará identificar origens e processos da cadeia produtiva
  23. 23. BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS NA COLHEITA DO AÇAÍ  BPA é uma das ações previstas para o Programa Estadual da Qualidade do Açaí, qualificando produtores para obtenção das boas práticas agrícolas, visando garantir um produto de qualidade para atender tanto o mercado interno como o externo. Do profissionalismo dos agricultores dependerá a permanência e a ampliação deste produto no mercado.
  24. 24. O FRUTOA polpa dos frutos do açaizeiro tem na fabricação de sorvetes, licores,xaropes, mix, etc. seu ponto forte na aceitação popular, principalmentedevido seu delicioso sabor e alto potencial energético. Estascaracterísticas já conhecidas pela população local, também vêmganhando espaço nos grandes centros nacionais, causando um aumentosignificativo na procura pelo produto. VINHO DOCES SORVETE
  25. 25. UTILIDADES DO AÇAÍO caroço (endocarpo e amêndoa) pode ser usado para produzirartesanato e após decomposição é largamente empregado comomatéria orgânica, sendo considerado ótimo adubo orgânico para ocultivo de hortaliças e plantas ornamentais Cintos, brincos, pulseiras e colar
  26. 26. O cacho Seco serve para fazer vassoura e aduboorgânico, e quando queimado produz uma fumaça queé utilizada como repelente de insetos como o carapanãe maruim. Estipe /palmito É bastante empregado no preparo de saladas, recheios, cremes e serve também como alimento para os animais.
  27. 27. Recomendação Técnica-Camisa em algodão-Cinto com bainha, para proteger a faca ou o facão, preso nacintura, enquanto sobe no açaizeiro.-Usar calçado para proteger os pés e luvas para as mãos.-É preciso verificar a presença de ninhos de passarinhos efazer a seleção manual dos cachos com cuidado, evitandocolher aqueles mais verdes
  28. 28. A DEBULHA Recomendada O fruto é debulhado dentro de uma cesto ou basqueta(caixa plástica), que deve ficarsobre uma lona ou plástico de fácil limpeza. Assim o caroço que cair fora do recipiente nãoentrará em contato direto com o solo. A caixa plástica (basqueta ) é o recipiente ideal, pois é maisresistente e pode ser lavada e seca várias vezes, reduzindo a contaminação dos frutos. É preciso que o debulhador use luvas para evitar o contato direto com o fruto; Na hora da debulha, é necessário fazer uma primeira seleção. Muitos caroços ficammachucados, batidos e isso facilita o aparecimento de bactérias* e fungos*. Ao final da debulha, alona será limpa e guardada para uma próxima vez.
  29. 29. ARMAZENAMENTO Tradicional: Depósitos com assoalho sujo de óleo, ferramentaspara limpeza da propriedade, restos de outras colheitas,defensivos agrícolas e até veneno. Isto pode ser uma outrafonte de contaminação do fruto. É comum, também, os cestos de açaí seremguardados em locais próximos a animais domésticos. Recomendado: O local do armazenamento deve ser limpo eutilizado para guardar o fruto do açaizeiro. Ao contráriodos cestos que não podem ser lavados, pois facilmentese desintegram, as caixas plásticas são laváveis,podendo receber uma higiene completa, garantindo aqualidade do fruto.
  30. 30. TradicionalRecomendado
  31. 31. TRANSPORTE TradicionalO transporte do açaí para Belém é feito por via marítima.-As embarcações não dispõem de locais reservados para oscestos.-Os mesmos cestos que são usados na debulha, também sãousados no transporte.-O cesto é colocado em área imprópria, junto com combustível,agrotóxicos e animais.
  32. 32. TRANSPORTE Recomendado-Evitar o transporte em cestos;-Devem ser utilizadas basquetas desinfectadas após a debulha e odescarregamento dos frutos;-Transportado em barco ou outro meio de transporte, emrecipientes próprios(basqueta) e acondicionados em local reservadopara as basquetas até Belém e de lá são carregadas em caminhõesfrigoríficos, para serem “exportados” para todo o Brasil.
  33. 33. FEIRAS E ENTREPOSTOS
  34. 34. AGROINDÚSTRIAS
  35. 35. DOENÇA DE CHAGAS TRANSMISSORESPanstrongylus megistusTriatoma infestans Triatoma sordida
  36. 36. HABITAT Interior das casas,De baixo do colchão frestas (locais escuros) Galinheiros Casca de tronco de árvore
  37. 37. Propostas do Governo do EstadoREUNIÃOCOM O SECRETÁRIO DE AGRICULTURA•Assunto:1-Produção do fruto do açaí no estado do Pará. (manejo e enriquecimento de açaizais).•Municípios Produtores: 54 ( anexo produção por Município).•Maiores produtores: 32 (Marajó, baixo Tocantins e Nordeste paraense).•Idade de produção da palmeira; dos 04 aos 14 anos (gráfico pesquisa da EMBRAPA).•Benefícios do manejo e enriquecimento com o BRS PARA, (EMBRAPA). –- Duplicação da produção em 02 anos.- Melhoramento do potencial genético com a introdução do brs Pará.-Maior disseminação do potencial genético devido ao fácil cruzamento entre plantas.- Fácil absorção da tecnologia pelos produtores (orientados pela EMATER E ADEPARÁ).- Maior aceitabilidade do programa por prefeitos e produtores.- Maior satisfação de Produtores, Agroindústrias, Prefeituras e da população com o aumento da produção defrutos e queda do preço do litro do suco do açaí.-Aumento da produção de palmito para as industrias com a ação do manejo ( retirada das estipes velhas).O secretário de agricultura deve negociar com a SEMA a ação da retirada do palmito para áreas manejadas eacompanhadas pela EMATER2- Priorizar no Planejamento e no orçamento do ano agrícola 2012 a implantação do programa estadual daqualidade do açaí.
  38. 38. Criação de entrepostos decomercialização em Belém OBRIGADO! José Severino Silva Engenheiro Agrônomo – ADEPARÁ E-mail: sev_jose@yahoo.com.br

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