Trab. individual

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Trab. individual

  1. 1. SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO PEDAGOGIA IANA MICHELE BARRETO DE OLIVEIRA PORTIFÓLIO INDIVIDUAL Porto Velho - RO 2015
  2. 2. 1 Porto Velho - RO 2015 IANA MICHELE BARRETO DE OLIVEIRA PORTIFÓLIO INDIVIDUAL Trabalho de Administração apresentado à Universidade Norte do Paraná - UNOPAR, como requisito parcial para a obtenção de média bimestral.
  3. 3. SUMÁRIO INTRODUÇÃO.........................................................................................................................3 DESENVOLVIMENTO............................................................................................................4 CONCLUSÃO...........................................................................................................................7 BIBLIOGRAFIA .......................................................................................................................8
  4. 4. 3 INTRODUÇÃO O processo ensino-aprendizagem configura-se em algo intrigante e envolvente que há muito tempo desperta interesse dos pesquisadores da área da educação. Aprender é uma potencialidade do ser humano. Ensinar é propiciar o desenvolvimento desta potencialidade, intelectual, psicológica e moralmente, fornecendo aos aprendizes situações planejadas de modo que possam viver as experiências necessárias para produzir neles as modificações desejadas, de uma maneira, mais ou menos estável, porém crescente. Para tanto, o educador precisa utilizar-se de ferramentas que possibilitem um bom trabalho. A avaliação é uma destas ferramentas, senão a mais importante, pois através dela o professor consegue direcionar o processo ensino-aprendizagem de forma a alcançar os objetivos propostos. Existem muitos mecanismos para avaliar o aluno, e várias formas de todos se incorporarem no processo de aprendizagem, basta o professor conseguir detectar a necessidade de cada um. Sendo assim é fundamental que o professor utilize todos os métodos necessários para o aluno alcançar o sucesso.
  5. 5. 4 DESENVOLVIMENTO O educador deve tentar saber em que nível de conhecimento o estudante está, para assim dar a verdadeira oportunidade dele se aprofundar, uma vez que segundo Sarubbi: A avaliação educativa é um processo complexo que começa com a formação de objetivos e requer a elaboração de meios para obter evidências de resultados para saber em que medida foram os objetivos alcançados e formulação de um juízo de valor. (SARUBB, 1971). Na concepção de César Coll (2004), há três modalidades de avaliação: avaliação inicial, avaliação formativa e avaliação somatória. Atualmente os objetivos da avaliação visam tanto o processo de aprendizagem quanto os sucessos ou fracassos dos estudantes. Neste sentido, uma alternativa possível em relação às provas escolares é a denominada “avaliação permanente”, que se concretiza em outras formas, instrumentos e meios, entre os quais se inclui o conjunto de tarefas realizadas pelo estudante no decurso do ano escolar. É fato que o processo de avaliação não é o fim de toda problemática, mas o começo de tudo. Pois se não soubermos entender todo o processo que envolve a avaliação, ensino e aprendizagem, e desenvolvimento, não se pode analisar um como resultado final, qual desejamos. A Trazer função das quais se decidem o progresso do ano seguinte, a maneira de seleção a orientação de diversos tipos de estudos, a certeza antes da formação de cidadãos capazes de atuar na sociedade atual moderna que as esperam. No cotidiano escolar vivenciam-se outra realidade ao contrario, do que afirmam a maioria dos autores, que descrevem avaliação como mais um recurso na aprendizagem, em disputas quase que rituais, décadas após décadas, em uma linguagem cheia de inovações que nos permite apenas o suficiente para dissimular a perenidade das posições, ficando assim só na teoria e nada de prática. A instituição escolar, seja ela pública ou privada, é responsável por grande parte da formação cidadã de um indivíduo, portanto responsável por inseri-lo socialmente, observando sempre que será ela também a grande responsável (ou a maior responsabilizada) pela exclusão social deste mesmo indivíduo. Com isso, se
  6. 6. 5 justifica a importância de se estabelecer nas escolas projetos e propostas pedagógicas coerentes com o contexto social onde estão inseridas com vistas em melhorias e/ou mudanças significativas que propiciem crescimento educacional, cultural e social. Todo projeto escolar deve estabelecer com clareza, uma proposta filosófica de educação; uma proposta pedagógica coerente com os pressupostos filosóficos; uma proposta metodológica que viabilize a consecução uma proposta curricular, que por sua vez, deve ser determinada, considerando os aspectos filosóficos, pedagógicos e metodológicos assumidos, para que, finalmente, seja possível estabelecer uma proposta de avaliação condizente com todo o projeto da escola. Posso lembra-me claramente de minha vida escolar, desde o pré-escolar até os dias atuais. Estudei o pré-escolar um uma escolinha Municipal próxima a minha casa, fazíamos desenhos, colávamos em barbantes, etc.. eu sempre gostei muito de comer, e lembro bem dos recreios...Tive uma tia marcante, em que ela me pôs sozinha ao final da aula em uma cadeira, em que eu só sairia de lá no momento em que conseguisse escrever meu nome com o “I”, sem que fosse com letras de forma, com muito esforço e escrever por várias vezes enfim consegui, neste dia já estava quase escurecendo, e recordo-me bem. Tendo em vista que sempre fui muito ligeira, normalmente, eu terminava as avalições primeiro, e sempre que algum coleguinha entregava primeiro que eu, perdia concentração e me preocupava com horário, com medo de a sirene tocar e eu não conseguir responder todas, eis motivo pelo qual sempre me adiantei. Até os meus15 ano sempre gostei de sentar bem na frente, normalmente tive notas boas, português então, encantada pelo mistério que a língua apresenta a cada momento. Até a oitava série, não me permitia tirar 7, sempre gostei de tirar as melhores notas, de 8 para cima. Gosto de avaliação, o único problema é que sou afobada por natureza, e um dia antes já sinto a ansiedade roer meu estômago, que se prolonga até o dia do resultado. Quando entrei para o 2º grau já podia controlar uma boa parcela do nervosismo, com uma parcela ainda maior de responsabilidade. Em experiências com as avaliações quando cursei minha primeira graduação, tive resultados assustadores nos primeiros exames; mas após aquele período de
  7. 7. 6 adaptação tudo correu bem. Atualmente tenho tido bons resultados nas avaliações que o curso requer, o método utilizado coloca em evidência um leque de maneiras para aprender e receber o conhecimento. Percebo que a avaliação é sem dúvidas o método mais apropriado para que o indivíduo possa se avaliar diretamente, e que o professor possa medir o nível de qualidade do ensinamento e até que ponto a didática utilizada está sendo assimilada, e correspondida de maneira positiva.
  8. 8. 7 CONCLUSÃO Portanto, se torna necessário a cada educador ao mesmo tempo dar condições para que seus alunos possam exercer seus papeis como ajudantes e construtores de seu processo de ensino e aprendizagem. Entender o que é a avaliação de desempenho escolar, suas concepções e possibilidades e se conscientizar de que uma avaliação inadequada pode contribuir para uma total exclusão social é um encaminhamento de superação da concepção da avaliação como produto. Um caminho desta superação é rompimento com o modelo tradicional de avaliação, que fuja da aplicação de provas apenas como instrumento “medidor” de conhecimentos e ainda, que se instale um novo modelo, onde o aluno seja acompanhado e estimulado constantemente, podendo assim ser avaliado, em função da construção em si dos conhecimentos que tenha sido capaz de auferir e processar.
  9. 9. 8 BIBLIOGRAFIA HAYDT, R. C. C. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. São Paulo: Ática, HOFFMAN, Jussara Maria Lerch. Avaliação: mito e desafio: perspectiva construtivista. 35ª Ed. Porto Alegre: Mediação, 2005. LUCKESI, Cipriano Carlos: Avaliação da Aprendizagem Escolar. 21° Edição. São Paulo: Editora Cortez, 2010 (p. 17-26).

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