F ilosofia contemporanea

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F ilosofia contemporanea

  1. 1. ASPECTOS DA FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA Século XIX – a Filosofia tem uma visão otimista da Ciência. “Saber para prever, prever para prover” Comte. O desenvolvimento social se faria por um aumento do conhecimento científico e do controle científico da sociedade. Século XX – Surgem problemas e a História é descontínua e não progressiva – cada sociedade tem sua própria história.
  2. 2. KIERKEGAARD A existência é permeada de contradições que a razão é incapaz de solucionar. NIETZSCHE O critério de verdade não é um valor racional, abstrato, mas um valor existencial .
  3. 3. AS CIÊNCIAS E AS TÉCNICAS Século XIX – Confiança plena e total no saber científico e na tecnologia para dominar e controlar a natureza, a sociedade e os indivíduos. EX: a Sociologia e a Psicologia. Século XX – A decepção . A Filosofia desconfia das ciências.Vemos as guerras, os campos de concentração nazistas e estalinistas, as devastações, a poluição, as doenças, o aumento dos distúrbios e doenças mentais, os problemas éticos e políticos, etc... etc... O domínio militar das ciências. Surge a Escola de Frankfurt que faz uma diferença entre razão instrumental e razão crítica.
  4. 4. <ul><li>A Escola de Frankfurt </li></ul><ul><li>A razão instrumental é aquela que transforma as ciências e as técnicas num meio de intimidação e dominação do homem, e não de libertação. </li></ul><ul><li>E a razão crítica é a que estuda os limites e os riscos da aplicação da razão instrumental. </li></ul>
  5. 5. OS IDEAIS POLÍTICOS REVOLUCIONÁRIOS O Anarquismo, o Socialismo e o Comunismo (movimentos que criaram ideais para uma sociedade nova, justa e feliz). Isso no século XIX. Século XX – A Filosofia desconfia do otimismo, pois a humanidade enfrenta ditaduras na Alemanha, Itália.... O progresso é descontínuo, isto é, não se faz por etapas sucessivas.
  6. 6. A CULTURA Século XIX – a Filosofia descobre a cultura como um modo próprio e específico da existência dos seres humanos - estes são seres culturais – a cultura é o exercício da liberdade e também criação coletiva de idéias, símbolos e valores pelos quais uma sociedade faz seus julgamentos éticos. A cultura se manifesta como vida social, como criação das obras de pensamento e de arte, como vida religiosa e vida política. Século XX - A Filosofia afirma que a História é descontínua e que não há a Cultura , mas culturas diferentes – preconiza a pluralidade cultural.
  7. 7. O FIM DA FILOSOFIA Século XIX – diante do otimismo científico e técnico a Filosofia supôs que as ciências conheceriam tudo e seriam capaz de explicar e controlar todas as coisas. A Filosofia poderia desaparecer. Século XX – a Filosofia duvida e começa a mostrar que as ciências não possuem princípios totalmente certos, seguros e rigorosos para as investigações, que os resultados podem ser duvidosos e precários, e que, freqüentemente, uma ciência desconhece até onde pode ir e quando está entrando no campo de investigação de outra ciência. A Filosofia volta a afirmar seu papel de compreensão e interpretação crítica das ciências, discutindo a validade de seus princípios, etc...
  8. 8. FENOMENOLOGIA O estudo da linguagem científica, dos fundamentos e dos métodos das ciências tornou-se um foco de atenção importante para a filosofia contemporânea. O filósofo Edmund Husserl propôs à filosofia a tarefa de estudar as possibilidades e os limites do próprio conhecimento. Husserl desenvolveu uma teoria chamada fenomenologia.
  9. 9. A Filosofia, segundo Husserl, é o estudo e o conhecimento rigorosos da possibilidade do próprio conhecimento científico, examinando os fundamentos, os métodos e os resultados das ciências.
  10. 10. 5.5 A MAIORIDADE DA RAZÃO Século XIX - O otimismo filosófico triunfava e a Filosofia afirmava que os seres humanos haviam suplantado a superstição, as explicações mágicas e fantásticas da realidade e alcançado a maioridade racional. A razão havia se desenvolvido plenamente e com isso conheceria integralmente a realidade a as ações humanas. A Punhalada veio com Freud (que descobriu a força do Inconsciente) e com Marx (que trabalhou a questão da Ideologia). Marx - o poder social e invisível que nos faz pensar como pensamos e agir como agimos. Freud - como poder que atua sem o controle da consciência.
  11. 11. INFINITO E FINITO Século XIX – herdeiro da tradição cristã – o mais importante sempre foi a idéia de infinito. Prevalecia a idéia de todo ou de totalidade, da qual os humanos fazem parte e participam. Século XX – A Filosofia dá mais importância ao finito – ao que surge e desaparece, ao que tem fronteiras e limites. O Existencialismo define o homem como “um ser para a morte” – um ser que sabe que é temporal e que termina e que precisa encontrar em si mesmo o sentido de sua existência. O homem enfrenta sua finitude por meio das artes e da ação revolucionária (isso para dar sentido à brevidade e finitude de sua vida).
  12. 12. <ul><li>O PENSAMENTO PÓS-MODERNO </li></ul><ul><li>Considera infundadas as pretensões da razão no conhecimento e na prática, quando não um disfarce para o exercício da dominação sobre os humanos. </li></ul><ul><li>o conhecimento está ligado a utilidade e eficácia; </li></ul><ul><li>o conhecimento visa a invenção ou construção de objetos teóricos e técnicos; </li></ul><ul><li>não admite a distinção entre ordem natural necessária e ordem histórica ou cultural instituída pelos homens: ambas são invenções ou instituições humanas, contingentes, efêmeras, passageiras. </li></ul><ul><li>concebe o homem como um ser passional, desejante, que age movido por impulsos e instintos, embora, ao mesmo tempo, institua uma ordem social que reprime seus desejos e paixões. A ética é individual (na esfera dos desejos). </li></ul><ul><li>desconfia da política: a democracia gera a apatia do cidadão. Dá importância à esfera da intimidade individual. </li></ul>

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