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A) Blocos Econômicos:
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C) Zona de Livre Comércio (ZLC):
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F) União Econômica e Monetária (UEM):
Uma UEM é um Mercado Comum dotado de uma moeda
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Aula 3 Blocos_Econômicos_Parte_1

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Aula 3 Blocos_Econômicos_Parte_1

  1. 1. VÍDEO PRODUZIDO PELA UEVÍDEO PRODUZIDO PELA UEVÍDEO PRODUZIDO PELA UEVÍDEO PRODUZIDO PELA UE ATACANDO PAÍSES DO BRICSATACANDO PAÍSES DO BRICSATACANDO PAÍSES DO BRICSATACANDO PAÍSES DO BRICS ASSISTA EM: https://www.youtube.com/watch?v=G16ZNUZEbt8 A) Blocos Econômicos: São associações de países que estabelecem relações econômicas privilegiadas entre si. O primeiro bloco surge na Europa em 1957, com a criação da Comunidade Econômica Europeia (CEE), atual União Europeia (UE). PRINCIPAIS BLOCOS ECONÔMICOS DO MUNDO
  2. 2. A) Blocos Econômicos: São associações de países que estabelecem relações econômicas privilegiadas entre si. O primeiro bloco surge na Europa em 1957, com a criação da Comunidade Econômica Europeia (CEE), atual União Europeia (UE). Com a economia mundial globalizada, a tendência comercial é a formação de blocos econômicos. Estes são criados com a finalidade de facilitar o comércio entre os países membros. Adotam redução ou isenção de impostos ou de tarifas alfandegárias e buscam soluções em comum para problemas comerciais. Em tese, o comércio entre os países constituintes de um bloco econômico aumenta e gera crescimento econômico para os países. Geralmente estes blocos são formados por países vizinhos ou que possuam afinidades culturais ou comerciais. Esta é a nova tendência mundial, pois cada vez mais o comércio entre blocos econômicos cresce. Economistas afirmam que ficar de fora de um bloco econômico é viver isolado do mundo comercial. Os Blocos Econômicos costumam seguir as seguintes etapas de integração: • Zona de Preferências Tarifárias; • Zona de Livre Comércio (ZLC) ; • União Aduaneira (UA) e a TEC; • Mercado Comum; • União Econômica e Monetária - (UEM). B) Zona de Preferências Tarifárias (ZPT): Processo de integração simplificado, que se baseia apenas em assegurar níveis tarifários preferenciais, ou seja, os países membros passam a trabalhar com tarifas inferiores às cobradas de países de fora da ZPT. Ex.: ALALC – Associação Latino-Americana de Livre Comércio (criada em 1960). Hoje conhecida como ALADI. São acordos realizados entre os países para redução de tarifas alfandegárias no comércio entre os seus membros, por meio da concessão de preferências tarifárias. Esses arranjos podem estabelecer a seleção de um grupo ou a inclusão da totalidade das mercadorias negociadas, em acordos de redução das tarifas de importação. Por preerência tarifária entende-se a redução do I.I – Imposto de Importação em determinados percentuais. Como exemplo, uma exemplo uma mercadoria tem I.I de 15% e preferência tarifária d 20%, ou seja, em três pontos percentuais, pagando-se um imposto de 12% na sua entrada no país.
  3. 3. C) Zona de Livre Comércio (ZLC): É um modelo que consiste em eliminar as barreiras tarifárias (e não-tarifárias) incidentes sobre o comércio realizado entre os membros da ZLC. Obs.: Para a OMC considerar uma ZLC, é necessário que pelo menos 80% dos bens comercializados entre os países membros tenham suas taxas eliminadas. Ex.: Nafta D) União Aduaneira (UA) e a TEC: Esse modelo é uma ZLC dotada de TEC – Tarifa Externa Comum (uma mesma tarifa para os produtos importados de países não pertencentes ao grupo). Obs.: A CEE (instituída em 1957), foi uma União Aduaneira até 1992, quando então passou para um estágio mais avançado de integração - o de Mercado Comum. Ex.: Mercosul Uma união aduaneira é uma área de livre comércio com uma tarifa externa comum, ademais de outras medidas que conformem uma política comercial externa comum. Entre um grupo de países ou territórios que instituem uma união aduaneira, há a livre circulação de bens (área de livre comércio) e uma tarifa aduaneira comum a todos os membros, válida para importações provenientes de fora da área. Os países ou territórios que a adotam costumam ter por objetivo aumentar a sua eficiência econômica e estabelecer laços políticos e culturais mais estreitos entre si. A união aduaneira é formada por meio de um acordo comercial. Essa política é adotada pelo Mercosul. E) Mercado Comum: É um tipo de integração que não prevê apenas a livre circulação de bens, como é o caso da União Aduaneira, mas também a livre circulação de serviços, capitais e mão de obra. O MERCADO COMUM propõe a coordenação de políticas econômicas de maneira que todos os países membros sigam os mesmos parâmetros (taxas de juros, câmbios e política fiscal). Exemplo: União Europeia – UE. Um mercado comum é uma união aduaneira com políticas comuns de regulamentação de produtos e com liberdade de circulação de todos os três fatores de produção (terra, capital e trabalho) e de iniciativa.Em tese, a circulação de capital, trabalho, bens e serviços entre os membros deve ser tão livre como dentro do território de cada participante. Dá-se o nome de ZLC a um grupo de países que concordou em eliminar as tarifas, quotas e preferências que recaem sobre a maior parte dos (ou todos os) bens importados e exportados entre aqueles países. O propósito da área de livre comércio é estimular o comércio entre os países participantes por meio da especialização, da divisão do trabalho e da vantagem comparativa. A área de livre comércio costuma ser vista como um passo para a instituição de uma união aduaneira. Diferencia-se desta última pela inexistência de uma política comercial comum (como, por exemplo, uma tarifa externa comum), adotada por todos os países participantes e válida para as importações provenientes de fora da área.
  4. 4. F) União Econômica e Monetária (UEM): Uma UEM é um Mercado Comum dotado de uma moeda única. Não deve ser confundida com uma simples união monetária. Não confunda: Em 14 países africanos existe uma moeda única – O Franco CFA, mas os países que adotam a moeda não formam um mercado comum. A UEM é estágio mais avançado do processo de formação de blocos econômicos, contando com uma moeda única e um fórum político, contatndo até com livre circulação de pessoas. Para isso é necessário um grande amadurecimento das relações econômicas entre os membros. Por exemplo, no NAFTA, tudo indica, parece não pretender adotar o princípio da livre circulação de trabalhadores, embora tenha avançado bastante no que diz respeito ao volume das trocas comerciais. PAÍSES QUE ADOTAM O FRANCO CFAPAÍSES QUE ADOTAM O FRANCO CFAPAÍSES QUE ADOTAM O FRANCO CFAPAÍSES QUE ADOTAM O FRANCO CFA

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