VI SEMINÁRIO Fala (outra) Escola
Mesa Redonda “Entre a Escola e a
Universidade: construções dialógicas
potentes”
• 1. Freire e Bakhtin: Quais as convergências necessárias entre esses
pensadores para uma educação e uma construção do sab...
 “Somente o diálogo, que implica um pensar
crítico, é capaz, também, de gerá-lo” (FREIRE,
2005).
•  Existir, humanamente, é pronunciar o mundo, é modificá-lo. O
MUNDO PRONUNCIADO, POR SUA VEZ, SE VOLTA
PROBLEMATIZADO AO...
• O que nós queremos da escola?
Para que pode servir a universidade?
Como estabelecer diálogo com os educandos diante de
r...
Figura 1 - Mapa Conceitual - “Miséria e Fome – Por que as pessoas passam fome
se o Brasil é um país rico?”
• Em que medida a tecnologia aproxima
professores e alunos e favorece a troca? 
A tecnologia pode ser o elo entre
realidad...
Eixos da conversa no VI FALA OUTRA ESCOLA. Pusemos em prática a proposta ao dividir o tempo da mesa redonda com o público.
Eixos da conversa no VI FALA OUTRA ESCOLA. Pusemos em prática a proposta ao dividir o tempo da mesa redonda com o público.
Eixos da conversa no VI FALA OUTRA ESCOLA. Pusemos em prática a proposta ao dividir o tempo da mesa redonda com o público.
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Eixos da conversa no VI FALA OUTRA ESCOLA. Pusemos em prática a proposta ao dividir o tempo da mesa redonda com o público.

485 visualizações

Publicada em

VI SEMINÁRIO Fala (outra) Escola
Mesa Redonda “Entre a Escola e a Universidade: construções dialógicas potentes”
Adail Ubirajara Sobral (UCPEL)
Deliamaris Fraga Acunha (SME/PO; UNIRITTER)

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
485
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
1
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
2
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Eixos da conversa no VI FALA OUTRA ESCOLA. Pusemos em prática a proposta ao dividir o tempo da mesa redonda com o público.

  1. 1. VI SEMINÁRIO Fala (outra) Escola Mesa Redonda “Entre a Escola e a Universidade: construções dialógicas potentes”
  2. 2. • 1. Freire e Bakhtin: Quais as convergências necessárias entre esses pensadores para uma educação e uma construção do saber que se contraponha ao modelo ainda existente na maior parte das estruturas escolares? • 2. O que nós queremos da escola? Para que pode servir a universidade? Como estabelecer diálogo com os educandos diante de realidades tão paradoxais convivendo? - O que nos afasta e nos aproxima dos alunos? - O que afasta e aproxima escola e universidade? • 3- O papel da tecnologia: • A tecnologia nos aproxima dos alunos e favorece a troca com eles? A tecnologia pode ser o elo entre realidades distintas, a dos alunos, a nossa e a das estruturas escolares, ou nos afasta cada vez mais?
  3. 3.  “Somente o diálogo, que implica um pensar crítico, é capaz, também, de gerá-lo” (FREIRE, 2005).
  4. 4. •  Existir, humanamente, é pronunciar o mundo, é modificá-lo. O MUNDO PRONUNCIADO, POR SUA VEZ, SE VOLTA PROBLEMATIZADO AOS SUJEITOS PRONUNCIANTES, A EXIGIR DELES NOVO PRONUNCIAR. • Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão (FREIRE, 2005, p. 90). • Não existe a primeira nem a última palavra, e não há limites para o contexto dialógico(este se estende ao passado ao passado sem limites e ao futuro sem limites). Nem os sentidos do passado, isto é, nascidos do diálogo dos séculos passados, podem jamais ser estáveis(concluídos, acabados de uma vez por todas): eles sempre irão mudar(renovando-se) no processo de desenvolvimento subsequente, futuro, do diálogo. Em qualquer momento do desenvolvimento do diálogo, existem massas imensas e ilimitadas de sentidos esquecidos, mas em determinados momentos do sucessivo desenvolvimento do diálogo, em seu curso, tais sentidos serão relembrados e reviverão em forma renovada(em novo contexto). Não existe nada absolutamente morto: cada sentido terá sua festa de renovação. (Bakhtin, 2003)
  5. 5. • O que nós queremos da escola? Para que pode servir a universidade? Como estabelecer diálogo com os educandos diante de realidades tão paradoxais convivendo? - O que nos afasta e nos aproxima dos alunos? - O que afasta e aproxima escola e universidade? • É impossível desenvolver o gosto pela leitura, quando nosso olhar está habituado a não olhar, muito menos a ler. Não só em Pedagogia do Oprimido, mas em toda a vida e obra de Paulo Freire, há o resgate do humano, do saber que nasce da experiência cotidiana, que transgride a norma limitadora e que se apropria do direito à criatividade e à liberdade de pensar.
  6. 6. Figura 1 - Mapa Conceitual - “Miséria e Fome – Por que as pessoas passam fome se o Brasil é um país rico?”
  7. 7. • Em que medida a tecnologia aproxima professores e alunos e favorece a troca?  A tecnologia pode ser o elo entre realidades distintas ou nos afasta cada vez mais? • “A escuta alteritária é a escuta responsivamente ativa. • Eu apenas existo a partir do Outro.”

×