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Apresentação no Hipertexto 2012, novembro de 2012 na Universidade Federal de Pernambuco.

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  1. 1. Algumas experiências e reflexõessobre avaliação formativa em umcurso da Universidade Aberta do Brasil
  2. 2. A avaliação está entre os principais desafios e dilemas dosgestores de sistemas de EaD (MILL, CARMO, 2012, p. 9, adapt.) Categoria Dilemas/desafios da gestão em EaDSistema de Como estruturar um sistema de avaliação que atenda às diretrizesavaliação e legais e pedagógicas na modalidade de EaD, concebendo aspectosprocessos de essenciais ao processo avaliativo: rigor, seriedade, sigilo, identidadesigilo e burla etc.? Como evitar as recorrentes tentativas de burla (cola) na EaD?(cola) Logisticamente, como gerenciar a aplicação das provas nos Polos de Apoio Presencial?Flexibilidade na Como aumentar o caráter de flexibilidade dos espaços e temposEaD (espaço, educacionais, essencial à modalidade de EaD? É possível flexibilizartempo e a proposta pedagógica dos cursos de EaD de modo a atender aospedagogia) horários e lugares de estudo dos alunos, articulando os (geralmente escassos) recursos humanos, físicos, materiais e financeiros?Sistemas Existem sistemas informáticos adequados às especificidades daInformáticos para estrutura organizacional das instituições públicas brasileiras? Em queGestão a telemática tem contribuído para a gestão do conhecimento e dosPedagógica da processos logísticos na EaD? Se a EaD virtualiza os tempos eEaD espaços de ensino-aprendizagem, que estratégias são possíveis para a comunicação e mediação entre docente-educando e para o enriquecimento da construção do conhecimento?Outros dilemas: na evasão, na institucionalização da EaD, nas condições detrabalho docente, nos polos de apoio presenciais ... (p. 9)
  3. 3. Referenciais de Qualidade para a Educação Superiora Distância (BRASIL, 2007, p. 16-7)- O modelo de avaliação da aprendizagem deve ajudar o estudante adesenvolver graus mais complexos de competências cognitivas, habilidades eatitudes, possibilitando-lhe alcançar os objetivos propostos.- esta avaliação deve comportar um processo contínuo, para verificarconstantemente o progresso dos estudantes e estimulá-los a serem ativos naconstrução do conhecimento.- devem ser articulados mecanismos que promovam o permanenteacompanhamento dos estudantes, no intuito de identificar eventuais dificuldadesna aprendizagem e saná-las ainda durante o processo de ensino-aprendizagem.- As avaliações da aprendizagem do estudante devem ser compostas deavaliações a distância e avaliações presenciais, sendo estas últimas cercadasdas precauções de segurança e controle de frequência, zelando pelaconfiabilidade e credibilidade dos resultados. Neste ponto, é importantedestacar o disposto no Decreto 5.622, de 19/12/2005, que estabeleceobrigatoriedade e prevalência das avaliações presenciais sobre outrasformas de avaliação.
  4. 4. Decreto no 5.622 de 19/12/2005 (MEC, 2005)A avaliação do desempenho do estudante para fins depromoção, conclusão de estudos e obtenção dediplomas ou certificados dar-se-á no processo,mediante:I - cumprimento das atividades programadas; eII - realização de exames presenciais.§ 2o Os resultados dos exames citados no inciso IIdeverão prevalecer sobre os demais resultados obtidosem quaisquer outras formas de avaliação a distância.
  5. 5. De forma geral, as leis que normatizam a EADbrasileira tem contribuído para a repetição de modelostradicionais e a não integração das tecnologias deponta, disponíveis em ambientes virtuais deaprendizagem, no cotidiano dos Cursos de Graduação,especialmente no que diz respeito à avaliação daaprendizagem (SILVA; SILVA, 2008).
  6. 6. Moran (2011) em “Desafios da Educação a Distância”:Os modelos de avaliação do MEC privilegiam oacompanhamento local. É possível fazer cursos combom atendimento on-line e pouco acompanhamentopresencial. É possível fazer um curso totalmente on-line em muitos países. Aqui, legalmente não – paracertificação do MEC. Isso faz parte do momento atual,da regulamentação presente , mas acreditamos quenão se sustentará por muito tempo porque pode inibirpropostas de outros cursos, com projetos inovadores[...].
  7. 7. Moran (2011, p. 71-2) Cont.Um exemplo de excessivo detalhamento acontece nadefinição de 20% de atividades a distância em cursospresenciais. Em um primeiro momento, pareceu umavanço, mas depois percebemos que outros paísesque não regulamentam porcentagens têm maisliberdade e flexibilidade para escolher diferentes grausde relação entre o presencial e a distância.[...] Por que definir uma porcentagem, seja ela qualfor? O mais importante seria analisar o projeto e suaimplementação.
  8. 8. Outros comentários sobre avaliação (OLIVEIRA; CRUZ, 2010)- Existe uma necessidade de ressignificar, modificar as formas depensar a EaD online em todos os aspectos que envolvem a práticaeducativa, e especificamente, naqueles que se referem aoprocesso de avaliação.- Entendemos que a avaliação em EAD online precisa ultrapassaros limites impostos pela lógica avaliativa tradicional.- Não faz sentido uma avaliação sem diálogo, muito menos sem selevar em consideração que os sujeitos possuem percursosdiferenciados de aprendizagem. Há que se pensar em formas deromper com a lógica avaliativa classificatória, articulando teoria eprática na busca da construção de uma avaliação que priorize osaspectos qualitativos do processo de ensino e aprendizagem.- A avaliação deve auxiliar o aluno a aprender.
  9. 9. Alguns pressupostos para poder avançar na questão daavaliação dos aprendizes online (NUNES, VILARINHO, 2006,p. 117-120):1. O diálogo é a essência da avaliação;2. A avaliação interessa a todos os envolvidos, alunos e professores;3. A avaliação de aprendizagem dos alunos só se torna consistente quando se faz em uma relação dialética;4. A avaliação da aprendizagem torna-se mais abrangente quando entrelaça aspectos qualitativos e quantitativos;5. A avaliação é instrumento de transformação/mudança;6. A autoavaliação é elemento chave para alunos e docentes conscientizarem-se das suas dificuldades e conquistas
  10. 10. O processo da avaliação final sempre tem que ser empapel e de forma presencial?Como as novas tecnologias podem contribuir com aavaliação e a qualidade do processo em geral?
  11. 11. Como podemos guiar por um caminho seguro econfiável os alunos adultos que iniciam um cursoem nível universitário e em uma modalidade deestudo desconhecida para muitos deles?Como podemos ajudá-los para conhecermais, interagir, aprender e aprender a aprender?
  12. 12. Vantagens e benefícios das tecnologias na avaliação(COMEAUX, 2006)- Mais eficiência na gestão, coleta e transferência deinformações da avaliação;- A capacidade de monitorar as atividades dosestudantes de forma automática;- A possibilidade de ter múltiplas ferramentas decomunicação para facilitar e documentar diálogos quepodem ser revisitados, como parte do processo deaprendizagem e avaliação;- Mais oportunidades e formas de dar feedback aosalunos;- Grande quantidade de bibliotecas de recursos eferramentas interpretativas;
  13. 13. (COMEAUX, 2006) (Cont.)- Aumento da participação dos alunos nos debates on-line;- Possibilidade de que os alunos possam expressar seuspensamentos e reflexões de forma escrita;- Facilidade de seguimento e classificação daparticipação do aluno porque as discussões ficamescritas;- El test on-line como uma ferramenta que pode serutilizada de forma livre quando o aluno quiser frente àsrestrições de tempo e lugar impostas pelos testespresenciais.
  14. 14. COMUNIDADES (VIRTUAIS) DE APRENDIZAGEMA comunidade e o veículo através do qual ocorre aaprendizagem on-line. Os participantes dependemum dos outros para alcançar os resultados exigidospelo curso. Se um deles conectar-se a um site emque nenhuma atividade ocorre há algunsdias, pode-se sentir desestimulado ou ter umasensação de abandono[...] Sem o apoio e aparticipação de uma comunidade que aprende, nãohá curso on-line (PALLOFF; PRATT, 2002, p.53). DISTÂNCIA TRANSACIONAL
  15. 15. Modelo de Community of Inquiry- Comunidade de Busca deConhecimento (GARRISON, ANDERSON, ARCHER, 2000; ANDERSON, 2008 )Presença Social Presença CognitivaCapacidade dos A capacidade dosparticipantes de se participantes deidentificar com a construir significadoscomunidade (por por meio da reflexão eexemplo: em um curso), da comunicaçãocomunicar com sucesso e sustentada.desenvolver relaçõesinterpessoais por meio daprojeção de suaspersonalidadesindividuais Presença de Ensino (Instrucional) A preparação, facilitação e direcionamento dos processos cognitivos e sociais com o objetivo de proporcionar e obter resultados educativos e de aprendizagem relevantes desde o ponto de vista pessoal.
  16. 16. Uma quarta presença foi acrescentada no modelo por Shea; Bidjerano (2010): a presença do aprendiz (autoeficácia + esforço individual) (ANNAND, 2011, p. 48)
  17. 17. Qual será o efeito na aprendizagem devido a cada uma dessaspresenças ou proporção entre elas? >> Um debate interessante (ROURKE; KANUKA, 2009; AKYOL et al., 2009; ANNAND, 2011).
  18. 18. A avaliação é um dos fatores mais importantes damotivação para a aprendizagem (VALVERDE;REVUELTA; FERNÁNDEZ, 2012, p. 52)O uso da avaliação formativa e contínua dos alunosa través de diferentes meios é um dos aspectos quecontribuem para o sucesso de um curso deeducação on-line (MERCADO, 2009).
  19. 19. A avaliação frequente melhora a aprendizagem (ABIO, BARANDELA, 2012). Conteúdos e avaliações diversas podem ser disponibilizadas também através do celular UECE
  20. 20. O feedback estão muito relacionado com a aprendizagem, a avaliação e a motivaçãoO feedback é importante para manter a motivaçãodos estudantes de EaD (FLORES, 2009)O feedback é um elemento chave em qualquersistema saudável. A falta de feedback leva áincapacidade para ajustar, aclimatar e adaptar(SIEMENS, 2006, p. 126).Uma ação sem feedback é completamenteimprodutiva para o aluno (LAURILLARD, 1993, p.61 apud HUNT; HUGHES; ROWE, 2002, p. 527).
  21. 21. Feedback automático? Fragmento de questionário no AVA MOODLE Feedback corretivo Feedback positivo
  22. 22. Feedback automático?
  23. 23. Até que ponto esse feedback automático nasautoavaliações deixa de ser interatividade para se tornaruma interação ou diálogo entre o homem e a máquina(que foi configurada pelo docente que prepara asperguntas e possíveis respostas)? - O feedback foi muito importante na hora de tirar minhas dúvidas e na hora de confirmar o que eu já sabia, é uma ferramenta fundamental para ajudar o aluno neste tipo de atividade. Parecia até que o professor estava do meu lado na hora da atividade. Abraços! - Com certeza, como eu havia comentando na pergunta anterior, esse feedback automático, nos dá uma sensação de que não estamos sozinhos, pelo menos para mim, essa sensação é muito importante. (comentários de alunos depois de atividades com feedback automático formativo no MOODLE (ABIO, 2010a, p. 9)
  24. 24. Seleção cuidadosa dos conteúdos, de preferência maiscontextualizados ou próximos da experiência prévia doaluno, com clareza nas instruções e cuidado em ofereceras ajudas para as eventuais dúvidas na realização dasatividades, foramalgumas das açõesnecessárias nestecurso teórico-prático inicial.
  25. 25. As perguntas nos questionários de avaliação diagnósticainicial, geralmente são bem recebidas pelos alunos poisinformam e servem para uma reflexão prévia.
  26. 26. Outro fragmento do mesmo questionário diagnósticocom procedimento de cálculo do nível de domínio dascompetências digitais do aluno
  27. 27. Listas de comprovação de conhecimento e grades(rubricas) de avaliação
  28. 28. Um exemplo de rubrica de avaliação para avaliar aparticipação nas atividades no AVA, no Blog e na sala deaula presencial (MIDLEJ, 2011)
  29. 29. Escrever este texto em um tempo determinado, além desalvar e enviar o arquivo gerado, foi um dos “desafios”avaliados no AVA MOODLE.
  30. 30. Professor, Obrigada pela avaliação. Primeiro fiqueinervosa com o tempo avançando no reloginho, mas saíbem na tarefa. Agora eu entendi que eu mesma devodigitar os textos. Devo praticar mais (Comentário dealuna depois da avaliação)
  31. 31. - Adorei a forma como foi elaborada esta reavaliação.Espero então ter obtido um bom êxito. Um abraço virtual! Eobrigada por tudo.- É uma forma simples de reabilitação de idéias, que a partirde uma segunda chance, nos auxilia a ter uma visão maisclara daquilo que quero alcançar.- Gostei, pois já tinha uma noção do assunto e foi umquestionário agradável! Muito Boa...-Fez uma breve revisão sobre tudo que estamosvivenciando. Parabéns!(alguns comentários de alunos depois de uma reavaliação final da disciplinafeita no Moodle em novembro de 2010)
  32. 32. Algumas conclusões sobre avaliação (em nossocurso):• Apesar das dificuldades por ser uma disciplina no início da carreira universitária, consideramos que as oportunidades de avaliação formativa proporcionadas facilitaram um aumento na confiança dos alunos na avaliação e no aproveitamento do curso;• A situação de reavaliação realizada no AVA permitiu conhecer com maior rapidez os resultados obtidos.
  33. 33. Outros comentários gerais sobre avaliação:• Na EaD as possibilidades e formas de avaliação devem ser diversificadas;• Além da avaliação somativa, cada curso deve tirar o máximo de proveito de situações de avaliação: diagnóstica inicial, autoavaliação, avaliação formativa, colaborativa, etc. disponibilizando formas não obrigatórias de testar os conhecimentos e habilidades e orientar os alunos, além das avaliações regulares;
  34. 34. (Cont. 1)• O fato de deixar sempre disponíveis as orientações sobre o que é esperado no curso e sobre cada uma das atividades ou processos aumenta a confiança eliminando dúvidas e perguntas. A explicitação das categorias e peso de cada um dos itens ou tópicos avaliados é útil, além do uso de grades ou rubricas de avaliação (com resultados inseridos de forma manual ou automática).• Os professores autores de material didático devem ser informados das possibilidades de avaliação que oferece o AVA utilizado. Por exemplo: a versão 2.3 do MOODLE traz novas possibilidades de avaliação.
  35. 35. (Cont. 2)• Cada uma das instituições deveria ter comunidades com fóruns permanentes de discussão entre técnicos, professores e tutores para discutir e intercambiar informações e experiências sobre avaliação e gestão de cursos na EaD;• Não se trata de eliminar totalmente a avaliação final presencial, mas a legislação nacional da EaD deve acompanhar os avanços, dinamismo e novas possibilidades brindadas pela tecnologia. Deveria ser estudada, desde o ponto de vista legal e prático, a implementação gradual de outras formas de avaliação e de controle da avaliação.
  36. 36. Umas palavras para finalizar:[...] a avaliação formativa não é nem um modelocientífico, nem um modelo de ação diretamenteoperatório. Não é mais do que uma utopiapromissora, capaz de orientar o trabalho dos professoresno sentido de uma prática avaliativa colocada, tantoquanto possível, a serviço das aprendizagens. Mas essautopia é legítima na medida em que visa correlacionaratividade avaliativa e atividade pedagógica; essalegitimidade só vale, em função disso, no espaço dasatividades com vocação educativa. Essa dimensãoutópica possibilita compreender a impossibilidade deapresentar e de realizar o que corresponderia a ummodelo acabado de avaliação formativa. Ela sempre seráparcialmente sonhada. Mais isso não impossibilitatrabalhar para progredir nessa direção, bem ao contrário(HADJI, 2001, p.25).
  37. 37. Referências 1ABIO, Gonzalo; BARANDELA, Ana Margarita. Algunas reflexiones sobre el aprendizaje, evaluación formativa ymediación tecnológica. Marcoele, n. 15, 2012. http://marcoele.com/descargas/15/abio-barandela_mediacion-tecnologica.pdfABIO, Gonzalo. Importancia del feedback automático como apoyo al aprendizaje en el Moodle. Texto Livre.Linguagem e Tecnologia, v. 3, n. 2, 2010a. http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/textolivre/article/view/61/772ABIO, Gonzalo. Andragogia e inclusão digital: algumas reflexões. Revista EDaPECI. Educação a Distância e PráticasEducativas Comunicacionais e Interculturais, v. 6, p. 31-49, 2010b.http://www.academia.edu/1874644/Andragogia_e_inclusao_digital_Algumas_reflexoesAKYOL, Zehra et al. A Response to the Review of the Community of Inquiry Framework. Journal of DistanceEducation, v. 23, n. 2, p. 123–136, 2009. http://www.jofde.ca/index.php/jde/article/viewArticle/630/885ANDERSON, Terry; ELLOUMI, Fathi (eds.). The Theory and Practice of Online Learning. Atabasca: UBCPress, 2008. http://cde.athabascau.ca/online _book/index.htmlBARBERÀ GREGORI, Elena. La enseñanza a distancia y los procesos de autonomía en el aprendizaje.LatinEduca2004. Primer Congreso Virtual Latinoamericano de Educación a Distancia, 2004.http://www.ateneonline.net/datos/11_1_Barbera_Elena.pdfBASSANI Patrícia Scherer; BEHAR, Patricia Alejandra. Avaliação da aprendizagem em ambientes virtuais. In:BEHAR, Patricia Alejandra (orgs.) Modelos pedagógicos em Educação a Distância. Porto Alegre: Artmed, 2009, p.93-113.BEHRENS, Marilda Aparecida. Projetos de aprendizagem colaborativa num paradigma emergente. In: MORAN, J. M.;BEHRENS, M. A.; MASETTO, M. T. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas, SP: Papirus, 2008.BIAGIOTTI, Luiz Cláudio Medeiros. Conhecendo e aplicando rubricas de avaliações In: 12º Congresso Internacionalde Educação à Distância, Florianópolis, 2005. http://www.abed.org.br/congresso2005/por/pdf/007tcf5.pdf
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  42. 42. Imagens- Curso de Pedagogia a Distância (UFAL/UAB), 2007 (arquivo pessoal)- Ipad e caderno. Flickr. Autor: Sean MacEntee.http://www.flickr.com/photos/smemon/6972694584/sizes/z/in/photostream
  43. 43. MUITO OBRIGADO gonzalo_ufal@yahoo.com.brhttp://www.slideshare.net/tabano/presentations

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