Este documento discute a importância da compaixão na educação. Aponta que os juízos mais elementares dos teóricos da escola de Frankfurt se fundamentavam na compaixão e sensibilidade à dor dos outros. Defende que o homem deve ser definido como "homo compassivus" e que aqueles sem compaixão faltam humanidade. Descreve também exemplos de como os sistemas burocráticos podem aprisionar o mundo da vida e destruir projetos pedagógicos valiosos que geram aprendizagem através