Este artigo discute como a escola constrói a identidade dos alunos considerados "deficientes" através do discurso e da internalização de normas. A escola tende a homogeneizar os alunos e negar a diversidade, rotulando aqueles que se diferenciam da norma. A linguagem usada na escola legitima ou deslegitima os alunos, influenciando como eles se veem. É necessário que a escola reconheça a dialeticidade da existência humana em vez de polarizar os alunos.