Universidade Estadual da Paraíba (UEPB)
Centro de Educação (CEDUC)
Departamento de História
Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID/CAPES
Escola Estadual de Ensino Fundamental Senador Humberto Lucena
Série: 9º Ano/B/Ensino Fundamental II

A Literatura de Cordel é assim chamada pela
forma como são organizados para exposição
os folhetos o pensamento do povo em poesia
popular, pendurados em barbantes ( cordões).
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O cordel chega a Portugal no século XVI
trazida pelos gregos, que segundo teorias, são
seus criadores.
O Cordel no Brasil
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Veio para o Brasil através dos portugueses que
se instalaram na Bahia

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Na segunda metade do século XIX começaram
as impressões de folhetos brasileiros, com
suas características próprias. Os temas
incluem fatos do cotidiano, episódios históricos,
lendas, temas religiosos, entre muitos outros.
O Cordel no Brasil

As façanhas do cangaceiro Lampião (Virgulino
Ferreira da Silva, 1900-1938) e o suicídio do
presidente Getúlio Vargas (1883-1954) são
alguns dos assuntos de cordéis que tiveram
maior tiragem no passado
Narrativa

Os recursos narrativos mais utilizados nesses
cordéis são as descrições dos personagens em
cena e os monólogos com queixas, súplicas,
rogos e preces por parte do protagonista

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O herói sofrerá, vivendo em desgraça e
martírio, sempre fiel ao seu amor ou às suas
convicções,
Narrativa

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
Ao fim de tudo, o herói será exaltado e os
opositores humilhados
Principais temas Abordados

Romances; (Amor proibido)
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Ciclo Mágico; (Fadas, Dragões, Reinos
encantados)

Ciclos do Cangaço; (Imaginário Nordestino)

Noticiosos; (Funcionam como jornais)

Humorísticos
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Políticos
A Grande Unidade do Cordel
A Literatura de Cordel é um grande painel da vida
popular. Impresso e oral ao mesmo tempo, se
utiliza da linguagem escrita, falada, também se
apropria da música e da encenação, embora se
utilize de tantas modalidades, trata-se de uma
grande unidade.
Referencias Bibliográficas
GEERTZ, Clifford. O saber local: novos ensaios em antropologia interpretativa.
2.ed. Petrópolis: Vozes, 1998.
TRAQUINA, Nelson. Jornalismo: questões, teorias e “estórias”. 2.ed.
Lisboa:Vega, 1999.

SLIDES – INTRODUÇÃO AO CORDEL E SUA HISTORICIDADE.

  • 1.
    Universidade Estadual daParaíba (UEPB) Centro de Educação (CEDUC) Departamento de História Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID/CAPES Escola Estadual de Ensino Fundamental Senador Humberto Lucena Série: 9º Ano/B/Ensino Fundamental II
  • 2.
     A Literatura deCordel é assim chamada pela forma como são organizados para exposição os folhetos o pensamento do povo em poesia popular, pendurados em barbantes ( cordões).  O cordel chega a Portugal no século XVI trazida pelos gregos, que segundo teorias, são seus criadores.
  • 4.
    O Cordel noBrasil  Veio para o Brasil através dos portugueses que se instalaram na Bahia   Na segunda metade do século XIX começaram as impressões de folhetos brasileiros, com suas características próprias. Os temas incluem fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas, temas religiosos, entre muitos outros.
  • 5.
    O Cordel noBrasil  As façanhas do cangaceiro Lampião (Virgulino Ferreira da Silva, 1900-1938) e o suicídio do presidente Getúlio Vargas (1883-1954) são alguns dos assuntos de cordéis que tiveram maior tiragem no passado
  • 6.
    Narrativa  Os recursos narrativosmais utilizados nesses cordéis são as descrições dos personagens em cena e os monólogos com queixas, súplicas, rogos e preces por parte do protagonista   O herói sofrerá, vivendo em desgraça e martírio, sempre fiel ao seu amor ou às suas convicções,
  • 7.
    Narrativa     Ao fim detudo, o herói será exaltado e os opositores humilhados
  • 8.
    Principais temas Abordados  Romances;(Amor proibido)  Ciclo Mágico; (Fadas, Dragões, Reinos encantados)  Ciclos do Cangaço; (Imaginário Nordestino)  Noticiosos; (Funcionam como jornais)  Humorísticos  Políticos
  • 9.
    A Grande Unidadedo Cordel A Literatura de Cordel é um grande painel da vida popular. Impresso e oral ao mesmo tempo, se utiliza da linguagem escrita, falada, também se apropria da música e da encenação, embora se utilize de tantas modalidades, trata-se de uma grande unidade.
  • 10.
    Referencias Bibliográficas GEERTZ, Clifford.O saber local: novos ensaios em antropologia interpretativa. 2.ed. Petrópolis: Vozes, 1998. TRAQUINA, Nelson. Jornalismo: questões, teorias e “estórias”. 2.ed. Lisboa:Vega, 1999.