Mistério Pascal

• A Semana Santa traz o ponto
  central do ano litúrgico, que é a
  celebração do mistério pascal:
  paixão, morte e ressurreição de
  Jesus Cristo.
História
• A partir da ressurreição de Jesus, os
  cristãos celebravam semanalmente a
  Páscoa pela Eucaristia dominical.
• Em seguida, passaram a celebrar a
  Páscoa também uma vez por
  ano, enfatizando a vigília pascal.
• Conforme testemunho de Tertuliano (séc. II) e
  de Hipólito (séc. III), depois das leituras
  celebrava-se também o batismo, e a vigília
  terminava quase de manhã com a Eucaristia.
• Ao longo do séc. IV, os cristãos foram sentindo
  necessidade de desdobrar a celebração da
  vigília pascal, a fim de se deterem mais
  demoradamente sobre cada um dos
  momentos derradeiros da vida terrena de
  Jesus.
• Introduziram, pois, o Tríduo
  Pascal, que tem como primeiro
  dia a sexta-feira
  santa, precedida na véspera
  pela celebração da última
  ceia, o sábado santo e o
  domingo da ressurreição.
• Em Jerusalém, os cristãos
  empenhavam-se por imitar os
  últimos passos da vida de
  Jesus, desde sua entrada em
  Jerusalém até sua ressurreição.
• O mistério pascal, que
  encontra na Semana Santa a
  sua mais alta e comovida
  celebração, não é
  simplesmente um momento
  do ano litúrgico; é a fonte de
  todas as outras celebrações
  do próprio ano
  litúrgico, porque todas se
  referem ao mistério da nossa
  redenção, isto é, o mistério
  pascal. (papa Paulo VI)
Domingo de Ramos da paixão do
           Senhor
            • Muitas pessoas
              estenderam seus mantos
              pelo caminho; outros
              puseram ramos que
              haviam apanhado nos
              campos. Os que iam na
              frente e os que seguiam
              gritavam: Hosana!
              Bendito aquele que vem
              em nome do Senhor (Mt
              11, 7-10)
Celebração
• 1ª Parte: Comemoração da
  Entrada de Jesus em
  Jerusalém, com bênção dos
  ramos e procissão.
• 2ª Parte: Celebração da
  Eucaristia, com a narração da
  Paixão.
Pontos de Reflexão

• Os dois aspectos da celebração de hoje, a
  saber, a entrada de Jesus em Jerusalém e a
  missa da Paixão do Senhor, dão um caráter de
  antecipação figurada da Páscoa: as multidões
  aclamam o Cristo vencedor em sua Paixão.
Seguir os passos de Jesus
• Para realizar o mistério de sua morte e
  ressurreição, Cristo entrou em Jerusalém, sua
  cidade. Celebrando com fé e piedade a
  memória desta entrada, sigamos os passos de
  nosso Salvador para que, associados pela
  graça à sua cruz, participemos também de sua
  ressurreição e de sua vida.
Quinta-Feira Santa (Missa Vespertina
        na Ceia do Senhor)
                • Na noite em que foi
                  entregue, o Senhor
                  Jesus tomou o pão
                  e, depois de dar
                  graças, partiu-o e disse:
                  Isto é o meu corpo que
                  é dado para vocês;
                  façam isto em memória
                  de mim. (1Cor 11, 23-
                  25)
Celebração

• 1ª Parte: Ritos Iniciais e Liturgia da
  Palavra
• 2ª Parte: Lava-pés
• 3ª Parte: Liturgia eucarística
• 4ª Parte: Transladação do Santíssimo
  Sacramento
Liturgia da Palavra
• Jesus quis celebrar a páscoa com seus
  discípulos. A páscoa dos judeus fazia memória
  da libertação da escravidão no Egito. Além de
  ser acompanhada de salmos e orações
  próprias para a ocasião.
• A celebração previa como alimento um
  cordeiro, pão sem fermento, ervas amargas, e
  como bebida, algumas taças de vinho.
• A novidade é que Jesus dá um novo sentido
  para o pão e o vinho.
• A primeira leitura (Ex 12) recorda
  o contexto pascal em que se
  desenrolou também a ceia de
  Jesus com seus discípulos. A
  segunda (1Cor 11) apresenta o
  mais antigo relato da instituição
  da eucaristia. O Evangelho de
  João nos introduz no
  cenáculo, onde as palavras do
  Mestre e Senhor são reforçadas
  por seu exemplo e serviço.
Lava-pés
• É gesto de serviço, de doação amorosa ao
  próximo. Só quem se dispõe a servir
  generosamente aos irmãos está em condições
  de participar da eucaristia.
• O celebrante repete o gesto de Jesus, que lava
  os pés dos apóstolos. Esta ação simbólica
  manifesta que Jesus se coloca como o servo
  num ato de amor e de serviço para com os
  apóstolos e recomenda que se faça o mesmo
  entre os irmãos.
Liturgia Eucarística

• O que se põe em destaque é o memorial
  da instituição da eucaristia neste
  dia, reforçado pelo prefácio da eucaristia
  e outras orações.
Transladação do Santíssimo
              Sacramento
• O gesto funcional de conservar as espécies
  eucarísticas para a comunhão do dia seguinte
  se transforma em momento de adoração da
  presença contínua do Senhor em nosso meio.
• O Santíssimo Sacramento será guardado num
  tabernáculo fechado. Não se deve fazer
  exposição com o ostensório.
Missa do Crisma
• O bispo e os sacerdotes concelebram na
  catedral. Constituídos, na última ceia , “servos
  do mistério”: realizam eles a unidade do seu
  sacerdócio no único grande Sacerdote, Jesus
  Cristo.
• Nesta missa manifesta-se o mistério do
  sacerdócio de Cristo, participado pelos
  ministros constituídos em cada Igreja
  local, que renovam hoje seu compromisso ao
  serviço do povo de Deus.
Santos Óleos
• O bispo, cercado pelos outros
  sacerdotes, abençoa os
  óleos, que serão usados nos
  diversos sacramentos: o crisma
  (óleo misturado com
  perfumes), para significar o dom
  do Espírito no batismo, na
  crisma, na ordem; o óleo para os
  catecúmenos e o óleo para os
  enfermos, sinal da força que
  liberta do mal e sustenta na
  provação da doença.

Semana santa formação

  • 2.
    Mistério Pascal • ASemana Santa traz o ponto central do ano litúrgico, que é a celebração do mistério pascal: paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo.
  • 3.
    História • A partirda ressurreição de Jesus, os cristãos celebravam semanalmente a Páscoa pela Eucaristia dominical. • Em seguida, passaram a celebrar a Páscoa também uma vez por ano, enfatizando a vigília pascal.
  • 4.
    • Conforme testemunhode Tertuliano (séc. II) e de Hipólito (séc. III), depois das leituras celebrava-se também o batismo, e a vigília terminava quase de manhã com a Eucaristia. • Ao longo do séc. IV, os cristãos foram sentindo necessidade de desdobrar a celebração da vigília pascal, a fim de se deterem mais demoradamente sobre cada um dos momentos derradeiros da vida terrena de Jesus.
  • 5.
    • Introduziram, pois,o Tríduo Pascal, que tem como primeiro dia a sexta-feira santa, precedida na véspera pela celebração da última ceia, o sábado santo e o domingo da ressurreição. • Em Jerusalém, os cristãos empenhavam-se por imitar os últimos passos da vida de Jesus, desde sua entrada em Jerusalém até sua ressurreição.
  • 6.
    • O mistériopascal, que encontra na Semana Santa a sua mais alta e comovida celebração, não é simplesmente um momento do ano litúrgico; é a fonte de todas as outras celebrações do próprio ano litúrgico, porque todas se referem ao mistério da nossa redenção, isto é, o mistério pascal. (papa Paulo VI)
  • 7.
    Domingo de Ramosda paixão do Senhor • Muitas pessoas estenderam seus mantos pelo caminho; outros puseram ramos que haviam apanhado nos campos. Os que iam na frente e os que seguiam gritavam: Hosana! Bendito aquele que vem em nome do Senhor (Mt 11, 7-10)
  • 8.
    Celebração • 1ª Parte:Comemoração da Entrada de Jesus em Jerusalém, com bênção dos ramos e procissão. • 2ª Parte: Celebração da Eucaristia, com a narração da Paixão.
  • 9.
    Pontos de Reflexão •Os dois aspectos da celebração de hoje, a saber, a entrada de Jesus em Jerusalém e a missa da Paixão do Senhor, dão um caráter de antecipação figurada da Páscoa: as multidões aclamam o Cristo vencedor em sua Paixão.
  • 10.
    Seguir os passosde Jesus • Para realizar o mistério de sua morte e ressurreição, Cristo entrou em Jerusalém, sua cidade. Celebrando com fé e piedade a memória desta entrada, sigamos os passos de nosso Salvador para que, associados pela graça à sua cruz, participemos também de sua ressurreição e de sua vida.
  • 11.
    Quinta-Feira Santa (MissaVespertina na Ceia do Senhor) • Na noite em que foi entregue, o Senhor Jesus tomou o pão e, depois de dar graças, partiu-o e disse: Isto é o meu corpo que é dado para vocês; façam isto em memória de mim. (1Cor 11, 23- 25)
  • 12.
    Celebração • 1ª Parte:Ritos Iniciais e Liturgia da Palavra • 2ª Parte: Lava-pés • 3ª Parte: Liturgia eucarística • 4ª Parte: Transladação do Santíssimo Sacramento
  • 13.
    Liturgia da Palavra •Jesus quis celebrar a páscoa com seus discípulos. A páscoa dos judeus fazia memória da libertação da escravidão no Egito. Além de ser acompanhada de salmos e orações próprias para a ocasião. • A celebração previa como alimento um cordeiro, pão sem fermento, ervas amargas, e como bebida, algumas taças de vinho. • A novidade é que Jesus dá um novo sentido para o pão e o vinho.
  • 14.
    • A primeiraleitura (Ex 12) recorda o contexto pascal em que se desenrolou também a ceia de Jesus com seus discípulos. A segunda (1Cor 11) apresenta o mais antigo relato da instituição da eucaristia. O Evangelho de João nos introduz no cenáculo, onde as palavras do Mestre e Senhor são reforçadas por seu exemplo e serviço.
  • 15.
    Lava-pés • É gestode serviço, de doação amorosa ao próximo. Só quem se dispõe a servir generosamente aos irmãos está em condições de participar da eucaristia. • O celebrante repete o gesto de Jesus, que lava os pés dos apóstolos. Esta ação simbólica manifesta que Jesus se coloca como o servo num ato de amor e de serviço para com os apóstolos e recomenda que se faça o mesmo entre os irmãos.
  • 16.
    Liturgia Eucarística • Oque se põe em destaque é o memorial da instituição da eucaristia neste dia, reforçado pelo prefácio da eucaristia e outras orações.
  • 17.
    Transladação do Santíssimo Sacramento • O gesto funcional de conservar as espécies eucarísticas para a comunhão do dia seguinte se transforma em momento de adoração da presença contínua do Senhor em nosso meio. • O Santíssimo Sacramento será guardado num tabernáculo fechado. Não se deve fazer exposição com o ostensório.
  • 18.
    Missa do Crisma •O bispo e os sacerdotes concelebram na catedral. Constituídos, na última ceia , “servos do mistério”: realizam eles a unidade do seu sacerdócio no único grande Sacerdote, Jesus Cristo. • Nesta missa manifesta-se o mistério do sacerdócio de Cristo, participado pelos ministros constituídos em cada Igreja local, que renovam hoje seu compromisso ao serviço do povo de Deus.
  • 19.
    Santos Óleos • Obispo, cercado pelos outros sacerdotes, abençoa os óleos, que serão usados nos diversos sacramentos: o crisma (óleo misturado com perfumes), para significar o dom do Espírito no batismo, na crisma, na ordem; o óleo para os catecúmenos e o óleo para os enfermos, sinal da força que liberta do mal e sustenta na provação da doença.