O documento discute a Política Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário do Brasil, que tem como objetivo garantir o acesso da população carcerária aos serviços de saúde do SUS. A política estabelece diretrizes para a prestação de serviços de saúde nas prisões, cobrindo temas como saúde da mulher, DSTs/AIDS, métodos contraceptivos e atenção à tortura. 18 estados já aderiram à política e recebem incentivos para implementar equipes de saúde multiprofissionais nas unidades prisionais.