Abordagem sistêmica de
       fluxos de conversação
Roteiro geral para atendimento de grupos presenciais
Consideramos que a nossa contribuição é constituída basicamente de
perguntas, em particular, daquelas que nossos interlocutores não se
fazem, e que dão possibilidade a muitas respostas que, por sua vez,
podem gerar novas perguntas" (Andersen, 1996:p.48)
Premissas

A empresa enquanto sistema social humano é
formada por diversos subsistemas que se
caracterizam como áreas, seções e departamentos
nos quais se organizam e convivem pessoas.

Todos os problemas, desafios, metas e conquistas
de um grupo podem ser entendidos por estarem
inseridos num dado sistema ou subsistema desta
empresa.
Abordagem sistêmica


A abordagem sistêmica é uma maneira de
visualizar, situar, pensar e sentir estes problemas,
desafios, metas e conquistas em relação ao seus
respectivos contextos, considerando as interações
entre todas as suas partes envolvidas.
Facilitação


A facilitação é um arte ou forma de intervenção
para promover ações transformadoras na vida das
pessoas, do grupo e da instituição. Este trabalho se
concentrar na articulação entre o ato de perguntar e
o desenvolvimento das reflexões que emergem em
um grupo.
Derivas funcionais


Tribalização

Contextualização

Problematização

Resignificação
Tribalização


Fase inicial de reconhecimento e integração de cada
um dos participantes para construção do grupo.
Acontece necessariamente dando voz a cada um dos
participantes e possibilitando atividades lúdicas em
conjunto.
Contextualização
Nesta fase o facilitador lança questões para fazer
emergir as diversas percepções dos participantes
do encontro, em suas dimensões individuais,
grupais e institucionais;

As falas, respostas e comentários vão se
entrelaçando e revelando motes, conceitos e
paradigmas que se apresentam como verdades
aceitas e assumidas pelo grupo.
Problematização

Nesta fase os conteúdos emergidos são
reapresentados ao grupo pelo facilitador para
reflexão sobre o sentido ou significado dos
comportamentos apresentados pelas pessoas. Os
subsistemas do grupo são divididos e convidados a
se perceberem em seus discursos.
Resignificação

O facilitador provoca positivamente os participantes
abrindo espaço para redefinirem ou confirmarem
seus relacionamentos e posicionamentos frente ao
contexto futuro que será vivido pelo grupo.

Esta fase se encerra com a construção dos acordos
entre os participantes, a nível individual, grupal e
institucional.
Resultados


Alguns padrões de conversação em grupo têm uma
condição muito maior do que outros de atingirem os
seus objetivos. Isso se dá por uma série de fatores
conhecidos e desconhecidos do facilitador.
Convite e perguntas


A forma como os participantes foram convidados para
estarem no encontro é importante. Quanto mais
espontânea, mais interessante para o fluxo.

Podemos afirmar que as perguntas que são
formuladas durante a conversação tem um papel
fundamental neste processo.
Ambiente e momentum

O ambiente onde a conversação acontece, o tempo
de duração do encontro e o número de
participantes também influencia muito.

E sem dúvida o momento de vida em que o grupo
de encontra é importantíssimo, considerando que
pode ser de mudança, início, estruturação ou
desestruturação de um contexto grupal, por
exemplo.
Impossível controlar!


De qualquer modo vale ressaltar que dois aspectos
comumente manejados em atividades de grupo não
fazem parte da abordagem sistêmica, são eles o
diagnóstico e as interações instrutivas.
Impossível controlar!

Tanto um como ou outro pressupõe algum tipo de
controle do facilitador sobre o sistema através de
análise e influência sobre as pessoas por meio de
interferências no ambiente em que se encontram.

Pela abordagem sistêmica não entendemos isto como
algo possível em uma perspectiva de causa e efeito
sobre o grupo.
Conclusão


Entendemos que todo grupo pode estabelecer um
fluxo de autoregulação a partir de conversas livres,
oportunas e éticas.

E gostamos de acreditar que podemos contribuir com
grupos que tenham este desejo, necessidade ou
objetivo.
http://institutointersistemico.com.br/

Roteiro encontro InterSistêmico

  • 1.
    Abordagem sistêmica de fluxos de conversação Roteiro geral para atendimento de grupos presenciais
  • 2.
    Consideramos que anossa contribuição é constituída basicamente de perguntas, em particular, daquelas que nossos interlocutores não se fazem, e que dão possibilidade a muitas respostas que, por sua vez, podem gerar novas perguntas" (Andersen, 1996:p.48)
  • 3.
    Premissas A empresa enquantosistema social humano é formada por diversos subsistemas que se caracterizam como áreas, seções e departamentos nos quais se organizam e convivem pessoas. Todos os problemas, desafios, metas e conquistas de um grupo podem ser entendidos por estarem inseridos num dado sistema ou subsistema desta empresa.
  • 4.
    Abordagem sistêmica A abordagemsistêmica é uma maneira de visualizar, situar, pensar e sentir estes problemas, desafios, metas e conquistas em relação ao seus respectivos contextos, considerando as interações entre todas as suas partes envolvidas.
  • 5.
    Facilitação A facilitação éum arte ou forma de intervenção para promover ações transformadoras na vida das pessoas, do grupo e da instituição. Este trabalho se concentrar na articulação entre o ato de perguntar e o desenvolvimento das reflexões que emergem em um grupo.
  • 6.
  • 7.
    Tribalização Fase inicial dereconhecimento e integração de cada um dos participantes para construção do grupo. Acontece necessariamente dando voz a cada um dos participantes e possibilitando atividades lúdicas em conjunto.
  • 8.
    Contextualização Nesta fase ofacilitador lança questões para fazer emergir as diversas percepções dos participantes do encontro, em suas dimensões individuais, grupais e institucionais; As falas, respostas e comentários vão se entrelaçando e revelando motes, conceitos e paradigmas que se apresentam como verdades aceitas e assumidas pelo grupo.
  • 9.
    Problematização Nesta fase osconteúdos emergidos são reapresentados ao grupo pelo facilitador para reflexão sobre o sentido ou significado dos comportamentos apresentados pelas pessoas. Os subsistemas do grupo são divididos e convidados a se perceberem em seus discursos.
  • 10.
    Resignificação O facilitador provocapositivamente os participantes abrindo espaço para redefinirem ou confirmarem seus relacionamentos e posicionamentos frente ao contexto futuro que será vivido pelo grupo. Esta fase se encerra com a construção dos acordos entre os participantes, a nível individual, grupal e institucional.
  • 11.
    Resultados Alguns padrões deconversação em grupo têm uma condição muito maior do que outros de atingirem os seus objetivos. Isso se dá por uma série de fatores conhecidos e desconhecidos do facilitador.
  • 12.
    Convite e perguntas Aforma como os participantes foram convidados para estarem no encontro é importante. Quanto mais espontânea, mais interessante para o fluxo. Podemos afirmar que as perguntas que são formuladas durante a conversação tem um papel fundamental neste processo.
  • 13.
    Ambiente e momentum Oambiente onde a conversação acontece, o tempo de duração do encontro e o número de participantes também influencia muito. E sem dúvida o momento de vida em que o grupo de encontra é importantíssimo, considerando que pode ser de mudança, início, estruturação ou desestruturação de um contexto grupal, por exemplo.
  • 14.
    Impossível controlar! De qualquermodo vale ressaltar que dois aspectos comumente manejados em atividades de grupo não fazem parte da abordagem sistêmica, são eles o diagnóstico e as interações instrutivas.
  • 15.
    Impossível controlar! Tanto umcomo ou outro pressupõe algum tipo de controle do facilitador sobre o sistema através de análise e influência sobre as pessoas por meio de interferências no ambiente em que se encontram. Pela abordagem sistêmica não entendemos isto como algo possível em uma perspectiva de causa e efeito sobre o grupo.
  • 16.
    Conclusão Entendemos que todogrupo pode estabelecer um fluxo de autoregulação a partir de conversas livres, oportunas e éticas. E gostamos de acreditar que podemos contribuir com grupos que tenham este desejo, necessidade ou objetivo.
  • 17.