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A CIÊNCIA
A Ciência é o estudo de tudo quanto nos rodeia.
A aplicação do conhecimento científico é a Tecnologia. Por exemplo, a descoberta da
possibilidade de fabricar diversos tipos de plástico, permitiu construir diferentes objectos.
O conhecimento científico e o Universo são tão vastos (grandes) que têm que existir várias
áreas do conhecimento. Por exemplo, a Biologia, a Física, a Química, a Matemática…
A Ciência evolui e é influenciada pela sociedade.
TEORIAS DO UNIVERSO
Teoria Geocêntrica
A Terra é fixa e encontra-se no centro do Universo.
Defendida até ao séc. XVI.
Defendida por Aristóteles (séc. IV a.C.) e Ptolomeu (séc. II d.C.)
Teoria Heliocêntrica
A Terra gira em torno do Sol e este é o centro do Universo.
Defendida por Copérnico (séc. XVI) e Galileu Galilei (séc. XVII)
INSTRUMENTOS DE PESQUISA ESPACIAL
Satélites – aparelhos que orbitam um planeta, nomeadamente a Terra.
Sondas espaciais – equipamentos enviados para outros planetas.
Telescópios (“ver”) – captam imagens do Universo.
Radiotelescópios – (“ouvir”) – captam “sons” do Universo.
Foguetão e Vaivém – naves tripuladas.
Estações espaciais – laboratórios a orbitar a Terra. Exemplos: MIR (antiga) e EEI
(recente)
VANTAGENS E DESVANTAGENS DA PESQUISA ESPACIAL
Vantagens - maior conhecimento sobre o Universo e a Terra;
- avanços noutras áreas científicas, como por exemplo a medicina, e a
produção de novos materiais.
Desvantagens - lixo orbital;
- perda de vidas;
- gasto de grandes quantias de dinheiro.
Ciência
Sofre influência da sociedade
É feita pelo Homem
Constrói conhecimento sobre o
Universo
É pluridisciplinar (tem várias
áreas de estudo)
Por isso, tem avanços e recuos
TERRA, UM PLANETA COM VIDA
O Universo formou-se há cerca de 13000 M.a.;
Dá-se o nome de “Big-Bang” à grande explosão que deu origem ao Universo que hoje
conhecemos;
É no Universo que se encontra a nossa galáxia – a VIA LÁCTEA;
É na Via Láctea que se encontra o SISTEMA SOLAR;
E é no Sistema Solar que se encontra o nosso planeta – a TERRA;
É o terceiro planeta a contar do Sol, a nossa estrela.
A Terra formou-se quando se formou o Sistema Solar;
O Sistema Solar formou-se há cerca de 4600 M.a., segundo a Teoria Nebular.
Etapas para o aparecimento da vida na Terra:
1. Os vulcões da Terra libertaram gases (água, metano, dióxido de carbono, etc.) que
formaram a atmosfera primitiva;
2. A superfície da Terra arrefeceu, formando-se a crosta terrestre;
3. Das nuvens formadas resultou chuva;
4. A chuva levou à formação dos meios aquáticos (rios, lagos, mares, oceanos…);
5. Através de reações químicas complexas, surge a primeira matéria orgânica na água;
6. Mais tarde surgiram as primeiras células (bactérias);
7. As bactérias fotossintéticas (que realizam a fotossíntese) produzem oxigénio;
8. O oxigénio libertado para a atmosfera formou a camada de ozono;
9. A vida pode ocupar o meio terrestre, pois o ozono protege das radiações ultravioleta (UV).
Condições que permitem a existência de vida na Terra:
Crosta terrestre sólida
Água nos 3 estados físicos (líquido, sólido, gasoso)
Luz e calor (provenientes do Sol)
Oxigénio e camada de ozono
A célula
A célula é a unidade morfológica (forma) e fisiológica (funcional) de todos os seres vivos.
As células podem ser:
Procarióticas – células sem núcleo definido, mais pequenas e primitivas. Constituem as
bactérias.
Eucarióticas – células com núcleo e outros organelos bem definidos, maiores e mais
evoluídas. Fazem parte dos restantes grupos de seres vivos. As células vegetais diferem
das animais por possuírem parede celular e por vezes cloroplastos.
Organização dos seres vivos
Os seres vivos podem ser:
Unicelulares – constituídos por uma só célula. Ex.: bactérias, amiba, paramécia, algas
unicelulares, leveduras, etc.
Pluricelulares ou multicelulares – constituídos por mais que uma célula. Ex.: formiga, erva,
gato.
PROCESSOS DE FOSSILIZAÇÃO
Os fósseis são registos de seres vivos ou da sua atividade preservados em rochas.
Formam-se nas rochas sedimentares.
Moldagem – registo das partes duras do ser vivo em rocha;
– os moldes formados podem ser externos, internos ou contramoldes. Ex.:
moldes de conchas, de esqueletos, penas, etc.
Mineralização – as partes duras do ser vivo vão sendo substituídas por minerais que se
encontram nos fluidos que circulam nas rochas. Ex.: ossos, dentes, troncos de árvores, etc.
Conservação ou mumificação – preservação do ser vivo na sua totalidade numa dada
substância, como o gelo ou o âmbar (resina primitiva). Ex.: mamutes em gelo e insetos em
âmbar.
PRINCÍPIO DA SOBREPOSIÇÃO DE ESTRATOS
As camadas de sedimentos que se acumulam em cima umas das outras chamam-se
estratos.
O conjunto de estratos sobrepostos num dado local chama-se coluna estratigráfica.
Este Princípio refere que, se os estratos mantiverem a forma original, cada estrato formado
é mais antigo que os que estão por cima e mais recente que os que estão debaixo dele.
Idade relativa – idade atribuída em relação a outros (mais recente que…, mais antigo
que…);
Idade absoluta – idade “exata” em anos (tem 10 Milhões de Anos).
CLASSIFICAÇÃO DOS FÓSSEIS
Impressões – são moldes externos de folhas ou outras partes de plantas.
Marcas – vestígios da atividade dos seres vivos. Ex.: pegadas (locomoção), fezes
fossilizadas (alimentação), ovos (reprodução), etc.
Fósseis vivos – fósseis de espécies que ainda existem na atualidade (também se pode
aplicar esta classificação aos seres vivos atuais dessa espécie). Ex.: Ginkgo e Nautilus.
Fósseis de idade – fósseis que permitem atribuir uma idade relativa a uma rocha;
– este tipo de fósseis tem características especiais: terem surgido num
curto intervalo de tempo geológico; as espécies a que pertencem ocuparam a Terra num
curto espaço de tempo; têm grande distribuição geográfica. Ex.: trilobites e amonites.
Fósseis de fácies – fósseis que permitem identificar o ambiente existente no local, na altura
em que se formaram. Ex.: os corais.
Estrato mais recente
Estrato mais antigo
Coluna
estratigráfica
na forma
original
ESCALA DO TEMPO GEOLÓGICO
Com base no estudo dos fósseis e na datação dos estratos, o Homem construiu uma
escala do tempo geológico;
Esta escala divide-se em várias etapas chamadas Eons, que se dividem em Eras
geológicas. Estas ainda se dividem em Períodos.
A passagem de uma Era para outra deve-se a grandes acontecimentos biológicos e/ou
geológicos, como os seguintes:
Extinções em massa – desaparecimento de grande número de espécies ao mesmo
tempo;
Glaciações – períodos de arrefecimento da Terra;
Aquecimentos globais – períodos de aumento da temperatura média da Terra;
Regressões – recuo do mar em relação à linha de costa;
Transgressões – avanço do mar sobre a linha de costa.
Pré-Câmbrico (4600 M.a. – 540 M.a.)
Aparecimento da Vida (seres unicelulares e procariontes);
Primeiros seres pluricelulares;
Primeiros seres eucariontes;
Final do Pré-Câmbrico – grande diversidade de seres pluricelulares.
Era Paleozóica (540 M.a. – 250 M.a.)
Era das trilobites;
Primeiros peixes e animais com concha;
Aparecimento de vida em meio terrestre (anfíbios, répteis, insetos, fetos e coníferas);
Ex. de um Período: Câmbrico;
Crise do final do Paleozóico – maior extinção em massa de seres aquáticos e
terrestres.
Era Mesozóica (250 M.a. – 65 M.a.)
Era das amonites e dinossauros;
Primeiros mamíferos e aves;
Primeiras plantas com flor;
Ex. de um Período – Jurássico;
Crise do final do Mesozóico – extinção em massa no meio terrestre e aquático.
Era Cenozóica (65 M.a. – atualidade)
Era dos mamíferos e plantas com flor;
Aparecimento do Homem;
Ex. de um Período – Quaternário.
DERIVA DOS CONTINENTES
Questões e respostas
1. Descreve brevemente os argumentos a favor da Teoria da Deriva Continental.
Os argumentos são os seguintes:
- Paleontológicos – existência de fósseis iguais em continentes atualmente separados;
- Paleoclimáticos – indícios de climas primitivos iguais em locais com climas muito
diferentes atualmente;
- Morfológicos – a complementaridade dos contornos dos continentes, nomeadamente
a América do Sul e África, que encaixam como peças de um puzzle;
- Geológicos ou Litológicos – existência de rochas iguais e com a mesma idade em
continentes atualmente separados.
2. Refere os atuais locais que terão feito parte do continente Gondwana.
Os locais são Madagáscar, África, Índia, Austrália e América do Sul.
3. Refere o autor da Teoria da Deriva Continental.
O autor é Alfred Wegener.
4. Enuncia a Teoria da Deriva Continental.
A Teoria da Deriva Continental defende que os continentes já se encontraram unidos
no passado, movimentando-se pelo globo terrestre.
5. Menciona o nome:
5.1. Do continente único.
O continente denomina-se Pangeia.
5.2. Do oceano único.
O oceano denomina-se Pantalassa.
6. Indica as forças responsáveis pelo movimento dos continentes, propostas pelo
autor.
Wegener propunha que os continentes se movimentavam pelas forças solares e
lunares que também provocam as marés, flutuando como barcos.
7. Descreve a reação da comunidade científica à Teoria da Deriva Continental.
A comunidade científica não aceitou esta teoria, não acreditando que os continentes se
moviam e chegaram mesmo a maltratar Wegener.
TECTÓNICA DE PLACAS
Morfologia dos fundos oceânicos: Dorsais médio-oceânicas, riftes, planícies abissais,
taludes continentais, plataformas continentais, fossas oceânicas
A litosfera está dividida em placas que se movem. As forças que geram estes movimentos
designam-se correntes de convecção.
As placas tectónicas formam-se nos riftes e são destruída s nas fossas oceânicas.
Tipos de limites entre placas tectónicas
Convergentes – as placas movem-se uma em direção da outra. Nas zonas de subducção
uma das placas mergulha por baixo da outra (há destruição de placa). Quando ocorre entre
placas continentais, formam-se montanhas, como por exemplo os Himalaias.
Divergentes – as placas afastam-se uma da outra. É o que ocorre nas zonas de rifte (há
formação de placa).
Transformantes – as placas deslizam lada a lado, como por exemplo na Falha de Sto.
André, Califórnia. Não há formação, nem destruição de placa.
DEFORMAÇÕES DA CROSTA TERRESTRE
Dobras – deformações nas rochas devido a forças compressivas nos movimentos
convergentes das placas tectónicas.
Falhas – fratura nas rochas que se forma quando o limite de plasticidade da rocha é
ultrapassado, devido a forças compressivas ou distensivas.
VULCANISMO
Conceitos importantes
Vulcanologia – ciência que estuda os vulcões.
Vulcanólogo – cientista que estuda os vulcões.
Magma – material rochoso fundido, rico em gases, localizado no interior da crosta terrestre.
Lava – material rochoso fundido, pobre em gases, localizado no exterior. O magma,
quando é libertado pelo vulcão, passa a denominar-se lava.
Vulcão adormecido – vulcão que entrou em erupção recentemente ou que mostra sinais de
atividade, havendo registos históricos de erupção.
Vulcão extinto – vulcão que não apresenta sinais de atividade e que já sofreu muita erosão
(“desgaste”), não havendo registo histórico de erupções.
Localização da atividade vulcânica no planeta
Anel de fogo do Pacífico
Dorsal médio-Atlântica
Cintura mediterrânica
Tipos de vulcanismo
Vulcanismo primário – erupções vulcânicas.
– pode ser central ou fissural (fendas).
Vulcanismo secundário ou residual – libertação de gases ou água a elevadas
temperaturas.
Estrutura de um vulcão (vulcanismo central)
Câmara magmática
Cone vulcânico
Cratera
Chaminé vulcânica -
Materiais libertados pelos vulcões
Sólidos – piroclastos: cinza (até 2mm), lapilli (de 2mm a 50mm) e bombas (mais que 50mm)
Líquidos – lava
Gasosos – gases como dióxido de carbono, compostos de enxofre, etc.
Formação de uma caldeira
1. Erupções vulcânicas sucessivas (seguidas)
2. Esvaziamento da câmara magmática
3. Abatimento das paredes do cone vulcânico
4. Formação de uma depressão (“cova”)
5. Acumulação de água na depressão e formação de lagoas
Ex.: Lagoa das Sete Cidades nos Açores
Tipos de erupções vulcânicas
Efusiva – erupções calmas.
Explosiva – erupções violentas.
Mista – erupções com episódios calmos e violentos.
Nota: A lava caracteriza-se como viscosa (“pastosa”, espessa) ou fluida (“líquida”).
Tipo de Erupção Efusiva Mista Explosiva ou catastrófica
Viscosidade da
lava
Pouco viscosa
(Muito fluida)
Intermédia
(Fluida)
Muito viscosa
Conteúdo em
gases
Muito pobre Intermédio Muito rico
Materiais sólidos
e líquidos
Rios de lava, escoadas
longas, sem piroclastos
Escoadas curtas,
lapilli e bombas
(cinzas)
Doma ou agulha vulcânica,
nuvem ardente e cinzas
 Quanto mais viscosa a lava, mais explosiva a erupção!
Vulcanismo secundário
Nascentes termais – libertação de águas quentes, ricas em sais minerais.
Fumarolas – libertação de gases como dióxido de carbono e vapor de água a elevadas
temperaturas.
Géiseres – repuxos intermitentes de água quente e vapor.
Benefícios do vulcanismo
Estudo da estrutura interna da Terra
Solos férteis
Produção de energia elétrica em centrais geotérmicas
Produção de betão resistente a partir de lava
Termas
Aproveitamento do calor para cozinhar
Atracão turística
Exploração de minério
Riscos da atividade vulcânica
Mortes
Destruição de construções humanas
Destruição de biodiversidade e habitats
Contaminação da atmosfera
SISMOS
É um movimento brusco da superfície terrestre, de pequena duração e com consequências
variáveis.
Causas: libertação de energia devido à formação de falhas ou movimentos ao longo de
falhas tectónicas; abatimentos de grutas; movimentação de magma.
Hipocentro - Local no interior da Terra, onde um sismo tem origem (onde se liberta a
energia).
Epicentro - Ponto à superfície, situado na vertical do hipocentro, onde o sismo é sentido
em primeiro lugar.
Um sismo propaga-se sob a forma de ondas sísmicas (P, S e L).
Nota: Terramoto é um sismo de grande violência com epicentro em Terra. Maremoto é
uma onda gigante (tsunami) provocada por um sismo com epicentro no mar.
Os sismos medem-se em aparelhos chamados sismógrafos e os registos chamam-se
sismogramas.
Diferença entre escalas de medição de sismos
Os sismos medem-se utilizando escalas. Existem duas escalas de medição:
Escala de Richter Escala modificada de Mercalli
Baseia-se na magnitude (energia
libertada)
Baseia-se na intensidade (estragos provocados e
o modo como o sismo foi sentido)
Aberta Fechada (12 graus)
Não varia com a distância ao epicentro Varia com a distância ao epicentro
0 a 9,5 (até hoje) I a XII
Isossistas – linhas curvas, fechadas, distribuídas em torno do epicentro, que unem pontos
de igual intensidade sísmica. As várias isossistas relativas a um sismo, representadas num
mapa constituem uma carta de isossistas.
Locais de maior risco sísmico em Portugal: Algarve, Zona litoral a sul da Figueira da
Foz, Área metropolitana de Lisboa, Península de Setúbal , Arquipélago dos Açores.
Locais de maior risco sísmico no planeta: juntos aos limites das placas tectónicas.
ESTRUTURA INTERNA DA TERRA
Métodos de estudo da estrutura interna da Terra:
Diretos – fornecem dados a partir da observação direta das rochas e dos fenómenos
geológicos. Incluem sondagens e vulcanismo.
Indiretos – fornecem dados sobre as partes inacessíveis da Terra. Incluem o estudo dos
meteoritos e das ondas sísmicas.
Modelos da estrutura interna da Terra:
Crosta, manto e núcleo.
Litosfera, astenosfera, mesosfera, endosfera (núcleo externo e núcleo interno).
DINÂMICA EXTERNA DA TERRA - MINERAIS E ROCHAS
Os minerais são substâncias sólidas, de estrutura cristalina, com composição química bem
definida.
Os minerais podem ser identificados através de propriedades físicas como: cor, cor do
traço, brilho, clivagem/fratura, dureza e reação com ácidos.
As rochas são agregados de minerais.
Tipos de rocha
Magmáticas – formam-se pela solidificação do magma. Se a solidificação ocorre à
superfície são extrusivas ou vulcânicas (ex.: basalto – textura finamente granular, pois os
cristais não tiveram tempo para se desenvolver), se ocorrer em profundidade são intrusivas
ou plutónicas (ex.: granito – textura granular, pois houve um arrefecimento lento e tempo
para o desenvolvimento dos cristais).
Sedimentares – resultam da deposição de sedimentos provenientes de rochas pré-
existentes. Normalmente formam-se pela seguinte sequência de processos: meteorização,
erosão, transporte, sedimentação e diagénese (compactação e cimentação). Podem ser de
três tipos: detríticas (ex.: areia, conglomerado, arenito…), biogénicas (Ex.: calcário
conquífero) ou quimiogénicas (Ex.: calcário comum).
Metamórficas – rochas que resultam de transformações de outras rochas em profundidade,
por ação de elevadas pressões e temperaturas. Existem dois tipos de metamorfismo:
metamorfismo de contacto, em que domina o fator temperatura (Ex.: mármore e quartzito);
metamorfismo regional, em que predomina o fator pressão (Ex.: gnaisse e xisto).
O ciclo das rochas engloba a génese e a transformação das rochas de um tipo noutros, num
processo contínuo e cíclico, testemunho da Terra como um sistema dinâmico.
Paisagens geológicas
Paisagem granítica, onde são comuns os Caos de Blocos (Serra da Estrela, por exemplo);
Paisagem calcária, com o característico Modelado Cársico (com grutas, dolinas, terra
rossa…), existente por exemplo na zona de Leiria e Fátima;
Paisagem basáltica com prismas basálticos (disjunção colunar) e praias de areia escura
(por exemplo nos Açores).
Autoria: Ana Mafalda Torres

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Resumos 7 ano

  • 1. A CIÊNCIA A Ciência é o estudo de tudo quanto nos rodeia. A aplicação do conhecimento científico é a Tecnologia. Por exemplo, a descoberta da possibilidade de fabricar diversos tipos de plástico, permitiu construir diferentes objectos. O conhecimento científico e o Universo são tão vastos (grandes) que têm que existir várias áreas do conhecimento. Por exemplo, a Biologia, a Física, a Química, a Matemática… A Ciência evolui e é influenciada pela sociedade. TEORIAS DO UNIVERSO Teoria Geocêntrica A Terra é fixa e encontra-se no centro do Universo. Defendida até ao séc. XVI. Defendida por Aristóteles (séc. IV a.C.) e Ptolomeu (séc. II d.C.) Teoria Heliocêntrica A Terra gira em torno do Sol e este é o centro do Universo. Defendida por Copérnico (séc. XVI) e Galileu Galilei (séc. XVII) INSTRUMENTOS DE PESQUISA ESPACIAL Satélites – aparelhos que orbitam um planeta, nomeadamente a Terra. Sondas espaciais – equipamentos enviados para outros planetas. Telescópios (“ver”) – captam imagens do Universo. Radiotelescópios – (“ouvir”) – captam “sons” do Universo. Foguetão e Vaivém – naves tripuladas. Estações espaciais – laboratórios a orbitar a Terra. Exemplos: MIR (antiga) e EEI (recente) VANTAGENS E DESVANTAGENS DA PESQUISA ESPACIAL Vantagens - maior conhecimento sobre o Universo e a Terra; - avanços noutras áreas científicas, como por exemplo a medicina, e a produção de novos materiais. Desvantagens - lixo orbital; - perda de vidas; - gasto de grandes quantias de dinheiro. Ciência Sofre influência da sociedade É feita pelo Homem Constrói conhecimento sobre o Universo É pluridisciplinar (tem várias áreas de estudo) Por isso, tem avanços e recuos
  • 2. TERRA, UM PLANETA COM VIDA O Universo formou-se há cerca de 13000 M.a.; Dá-se o nome de “Big-Bang” à grande explosão que deu origem ao Universo que hoje conhecemos; É no Universo que se encontra a nossa galáxia – a VIA LÁCTEA; É na Via Láctea que se encontra o SISTEMA SOLAR; E é no Sistema Solar que se encontra o nosso planeta – a TERRA; É o terceiro planeta a contar do Sol, a nossa estrela. A Terra formou-se quando se formou o Sistema Solar; O Sistema Solar formou-se há cerca de 4600 M.a., segundo a Teoria Nebular. Etapas para o aparecimento da vida na Terra: 1. Os vulcões da Terra libertaram gases (água, metano, dióxido de carbono, etc.) que formaram a atmosfera primitiva; 2. A superfície da Terra arrefeceu, formando-se a crosta terrestre; 3. Das nuvens formadas resultou chuva; 4. A chuva levou à formação dos meios aquáticos (rios, lagos, mares, oceanos…); 5. Através de reações químicas complexas, surge a primeira matéria orgânica na água; 6. Mais tarde surgiram as primeiras células (bactérias); 7. As bactérias fotossintéticas (que realizam a fotossíntese) produzem oxigénio; 8. O oxigénio libertado para a atmosfera formou a camada de ozono; 9. A vida pode ocupar o meio terrestre, pois o ozono protege das radiações ultravioleta (UV). Condições que permitem a existência de vida na Terra: Crosta terrestre sólida Água nos 3 estados físicos (líquido, sólido, gasoso) Luz e calor (provenientes do Sol) Oxigénio e camada de ozono A célula A célula é a unidade morfológica (forma) e fisiológica (funcional) de todos os seres vivos. As células podem ser: Procarióticas – células sem núcleo definido, mais pequenas e primitivas. Constituem as bactérias. Eucarióticas – células com núcleo e outros organelos bem definidos, maiores e mais evoluídas. Fazem parte dos restantes grupos de seres vivos. As células vegetais diferem das animais por possuírem parede celular e por vezes cloroplastos. Organização dos seres vivos Os seres vivos podem ser: Unicelulares – constituídos por uma só célula. Ex.: bactérias, amiba, paramécia, algas unicelulares, leveduras, etc. Pluricelulares ou multicelulares – constituídos por mais que uma célula. Ex.: formiga, erva, gato.
  • 3. PROCESSOS DE FOSSILIZAÇÃO Os fósseis são registos de seres vivos ou da sua atividade preservados em rochas. Formam-se nas rochas sedimentares. Moldagem – registo das partes duras do ser vivo em rocha; – os moldes formados podem ser externos, internos ou contramoldes. Ex.: moldes de conchas, de esqueletos, penas, etc. Mineralização – as partes duras do ser vivo vão sendo substituídas por minerais que se encontram nos fluidos que circulam nas rochas. Ex.: ossos, dentes, troncos de árvores, etc. Conservação ou mumificação – preservação do ser vivo na sua totalidade numa dada substância, como o gelo ou o âmbar (resina primitiva). Ex.: mamutes em gelo e insetos em âmbar. PRINCÍPIO DA SOBREPOSIÇÃO DE ESTRATOS As camadas de sedimentos que se acumulam em cima umas das outras chamam-se estratos. O conjunto de estratos sobrepostos num dado local chama-se coluna estratigráfica. Este Princípio refere que, se os estratos mantiverem a forma original, cada estrato formado é mais antigo que os que estão por cima e mais recente que os que estão debaixo dele. Idade relativa – idade atribuída em relação a outros (mais recente que…, mais antigo que…); Idade absoluta – idade “exata” em anos (tem 10 Milhões de Anos). CLASSIFICAÇÃO DOS FÓSSEIS Impressões – são moldes externos de folhas ou outras partes de plantas. Marcas – vestígios da atividade dos seres vivos. Ex.: pegadas (locomoção), fezes fossilizadas (alimentação), ovos (reprodução), etc. Fósseis vivos – fósseis de espécies que ainda existem na atualidade (também se pode aplicar esta classificação aos seres vivos atuais dessa espécie). Ex.: Ginkgo e Nautilus. Fósseis de idade – fósseis que permitem atribuir uma idade relativa a uma rocha; – este tipo de fósseis tem características especiais: terem surgido num curto intervalo de tempo geológico; as espécies a que pertencem ocuparam a Terra num curto espaço de tempo; têm grande distribuição geográfica. Ex.: trilobites e amonites. Fósseis de fácies – fósseis que permitem identificar o ambiente existente no local, na altura em que se formaram. Ex.: os corais. Estrato mais recente Estrato mais antigo Coluna estratigráfica na forma original
  • 4. ESCALA DO TEMPO GEOLÓGICO Com base no estudo dos fósseis e na datação dos estratos, o Homem construiu uma escala do tempo geológico; Esta escala divide-se em várias etapas chamadas Eons, que se dividem em Eras geológicas. Estas ainda se dividem em Períodos. A passagem de uma Era para outra deve-se a grandes acontecimentos biológicos e/ou geológicos, como os seguintes: Extinções em massa – desaparecimento de grande número de espécies ao mesmo tempo; Glaciações – períodos de arrefecimento da Terra; Aquecimentos globais – períodos de aumento da temperatura média da Terra; Regressões – recuo do mar em relação à linha de costa; Transgressões – avanço do mar sobre a linha de costa. Pré-Câmbrico (4600 M.a. – 540 M.a.) Aparecimento da Vida (seres unicelulares e procariontes); Primeiros seres pluricelulares; Primeiros seres eucariontes; Final do Pré-Câmbrico – grande diversidade de seres pluricelulares. Era Paleozóica (540 M.a. – 250 M.a.) Era das trilobites; Primeiros peixes e animais com concha; Aparecimento de vida em meio terrestre (anfíbios, répteis, insetos, fetos e coníferas); Ex. de um Período: Câmbrico; Crise do final do Paleozóico – maior extinção em massa de seres aquáticos e terrestres. Era Mesozóica (250 M.a. – 65 M.a.) Era das amonites e dinossauros; Primeiros mamíferos e aves; Primeiras plantas com flor; Ex. de um Período – Jurássico; Crise do final do Mesozóico – extinção em massa no meio terrestre e aquático. Era Cenozóica (65 M.a. – atualidade) Era dos mamíferos e plantas com flor; Aparecimento do Homem; Ex. de um Período – Quaternário.
  • 5. DERIVA DOS CONTINENTES Questões e respostas 1. Descreve brevemente os argumentos a favor da Teoria da Deriva Continental. Os argumentos são os seguintes: - Paleontológicos – existência de fósseis iguais em continentes atualmente separados; - Paleoclimáticos – indícios de climas primitivos iguais em locais com climas muito diferentes atualmente; - Morfológicos – a complementaridade dos contornos dos continentes, nomeadamente a América do Sul e África, que encaixam como peças de um puzzle; - Geológicos ou Litológicos – existência de rochas iguais e com a mesma idade em continentes atualmente separados. 2. Refere os atuais locais que terão feito parte do continente Gondwana. Os locais são Madagáscar, África, Índia, Austrália e América do Sul. 3. Refere o autor da Teoria da Deriva Continental. O autor é Alfred Wegener. 4. Enuncia a Teoria da Deriva Continental. A Teoria da Deriva Continental defende que os continentes já se encontraram unidos no passado, movimentando-se pelo globo terrestre. 5. Menciona o nome: 5.1. Do continente único. O continente denomina-se Pangeia. 5.2. Do oceano único. O oceano denomina-se Pantalassa. 6. Indica as forças responsáveis pelo movimento dos continentes, propostas pelo autor. Wegener propunha que os continentes se movimentavam pelas forças solares e lunares que também provocam as marés, flutuando como barcos. 7. Descreve a reação da comunidade científica à Teoria da Deriva Continental. A comunidade científica não aceitou esta teoria, não acreditando que os continentes se moviam e chegaram mesmo a maltratar Wegener.
  • 6. TECTÓNICA DE PLACAS Morfologia dos fundos oceânicos: Dorsais médio-oceânicas, riftes, planícies abissais, taludes continentais, plataformas continentais, fossas oceânicas A litosfera está dividida em placas que se movem. As forças que geram estes movimentos designam-se correntes de convecção. As placas tectónicas formam-se nos riftes e são destruída s nas fossas oceânicas. Tipos de limites entre placas tectónicas Convergentes – as placas movem-se uma em direção da outra. Nas zonas de subducção uma das placas mergulha por baixo da outra (há destruição de placa). Quando ocorre entre placas continentais, formam-se montanhas, como por exemplo os Himalaias. Divergentes – as placas afastam-se uma da outra. É o que ocorre nas zonas de rifte (há formação de placa). Transformantes – as placas deslizam lada a lado, como por exemplo na Falha de Sto. André, Califórnia. Não há formação, nem destruição de placa. DEFORMAÇÕES DA CROSTA TERRESTRE Dobras – deformações nas rochas devido a forças compressivas nos movimentos convergentes das placas tectónicas. Falhas – fratura nas rochas que se forma quando o limite de plasticidade da rocha é ultrapassado, devido a forças compressivas ou distensivas.
  • 7. VULCANISMO Conceitos importantes Vulcanologia – ciência que estuda os vulcões. Vulcanólogo – cientista que estuda os vulcões. Magma – material rochoso fundido, rico em gases, localizado no interior da crosta terrestre. Lava – material rochoso fundido, pobre em gases, localizado no exterior. O magma, quando é libertado pelo vulcão, passa a denominar-se lava. Vulcão adormecido – vulcão que entrou em erupção recentemente ou que mostra sinais de atividade, havendo registos históricos de erupção. Vulcão extinto – vulcão que não apresenta sinais de atividade e que já sofreu muita erosão (“desgaste”), não havendo registo histórico de erupções. Localização da atividade vulcânica no planeta Anel de fogo do Pacífico Dorsal médio-Atlântica Cintura mediterrânica Tipos de vulcanismo Vulcanismo primário – erupções vulcânicas. – pode ser central ou fissural (fendas). Vulcanismo secundário ou residual – libertação de gases ou água a elevadas temperaturas. Estrutura de um vulcão (vulcanismo central) Câmara magmática Cone vulcânico Cratera Chaminé vulcânica -
  • 8. Materiais libertados pelos vulcões Sólidos – piroclastos: cinza (até 2mm), lapilli (de 2mm a 50mm) e bombas (mais que 50mm) Líquidos – lava Gasosos – gases como dióxido de carbono, compostos de enxofre, etc. Formação de uma caldeira 1. Erupções vulcânicas sucessivas (seguidas) 2. Esvaziamento da câmara magmática 3. Abatimento das paredes do cone vulcânico 4. Formação de uma depressão (“cova”) 5. Acumulação de água na depressão e formação de lagoas Ex.: Lagoa das Sete Cidades nos Açores Tipos de erupções vulcânicas Efusiva – erupções calmas. Explosiva – erupções violentas. Mista – erupções com episódios calmos e violentos. Nota: A lava caracteriza-se como viscosa (“pastosa”, espessa) ou fluida (“líquida”). Tipo de Erupção Efusiva Mista Explosiva ou catastrófica Viscosidade da lava Pouco viscosa (Muito fluida) Intermédia (Fluida) Muito viscosa Conteúdo em gases Muito pobre Intermédio Muito rico Materiais sólidos e líquidos Rios de lava, escoadas longas, sem piroclastos Escoadas curtas, lapilli e bombas (cinzas) Doma ou agulha vulcânica, nuvem ardente e cinzas  Quanto mais viscosa a lava, mais explosiva a erupção! Vulcanismo secundário Nascentes termais – libertação de águas quentes, ricas em sais minerais. Fumarolas – libertação de gases como dióxido de carbono e vapor de água a elevadas temperaturas. Géiseres – repuxos intermitentes de água quente e vapor.
  • 9. Benefícios do vulcanismo Estudo da estrutura interna da Terra Solos férteis Produção de energia elétrica em centrais geotérmicas Produção de betão resistente a partir de lava Termas Aproveitamento do calor para cozinhar Atracão turística Exploração de minério Riscos da atividade vulcânica Mortes Destruição de construções humanas Destruição de biodiversidade e habitats Contaminação da atmosfera
  • 10. SISMOS É um movimento brusco da superfície terrestre, de pequena duração e com consequências variáveis. Causas: libertação de energia devido à formação de falhas ou movimentos ao longo de falhas tectónicas; abatimentos de grutas; movimentação de magma. Hipocentro - Local no interior da Terra, onde um sismo tem origem (onde se liberta a energia). Epicentro - Ponto à superfície, situado na vertical do hipocentro, onde o sismo é sentido em primeiro lugar. Um sismo propaga-se sob a forma de ondas sísmicas (P, S e L). Nota: Terramoto é um sismo de grande violência com epicentro em Terra. Maremoto é uma onda gigante (tsunami) provocada por um sismo com epicentro no mar. Os sismos medem-se em aparelhos chamados sismógrafos e os registos chamam-se sismogramas. Diferença entre escalas de medição de sismos Os sismos medem-se utilizando escalas. Existem duas escalas de medição: Escala de Richter Escala modificada de Mercalli Baseia-se na magnitude (energia libertada) Baseia-se na intensidade (estragos provocados e o modo como o sismo foi sentido) Aberta Fechada (12 graus) Não varia com a distância ao epicentro Varia com a distância ao epicentro 0 a 9,5 (até hoje) I a XII Isossistas – linhas curvas, fechadas, distribuídas em torno do epicentro, que unem pontos de igual intensidade sísmica. As várias isossistas relativas a um sismo, representadas num mapa constituem uma carta de isossistas. Locais de maior risco sísmico em Portugal: Algarve, Zona litoral a sul da Figueira da Foz, Área metropolitana de Lisboa, Península de Setúbal , Arquipélago dos Açores. Locais de maior risco sísmico no planeta: juntos aos limites das placas tectónicas. ESTRUTURA INTERNA DA TERRA Métodos de estudo da estrutura interna da Terra: Diretos – fornecem dados a partir da observação direta das rochas e dos fenómenos geológicos. Incluem sondagens e vulcanismo. Indiretos – fornecem dados sobre as partes inacessíveis da Terra. Incluem o estudo dos meteoritos e das ondas sísmicas. Modelos da estrutura interna da Terra: Crosta, manto e núcleo. Litosfera, astenosfera, mesosfera, endosfera (núcleo externo e núcleo interno).
  • 11. DINÂMICA EXTERNA DA TERRA - MINERAIS E ROCHAS Os minerais são substâncias sólidas, de estrutura cristalina, com composição química bem definida. Os minerais podem ser identificados através de propriedades físicas como: cor, cor do traço, brilho, clivagem/fratura, dureza e reação com ácidos. As rochas são agregados de minerais. Tipos de rocha Magmáticas – formam-se pela solidificação do magma. Se a solidificação ocorre à superfície são extrusivas ou vulcânicas (ex.: basalto – textura finamente granular, pois os cristais não tiveram tempo para se desenvolver), se ocorrer em profundidade são intrusivas ou plutónicas (ex.: granito – textura granular, pois houve um arrefecimento lento e tempo para o desenvolvimento dos cristais). Sedimentares – resultam da deposição de sedimentos provenientes de rochas pré- existentes. Normalmente formam-se pela seguinte sequência de processos: meteorização, erosão, transporte, sedimentação e diagénese (compactação e cimentação). Podem ser de três tipos: detríticas (ex.: areia, conglomerado, arenito…), biogénicas (Ex.: calcário conquífero) ou quimiogénicas (Ex.: calcário comum). Metamórficas – rochas que resultam de transformações de outras rochas em profundidade, por ação de elevadas pressões e temperaturas. Existem dois tipos de metamorfismo: metamorfismo de contacto, em que domina o fator temperatura (Ex.: mármore e quartzito); metamorfismo regional, em que predomina o fator pressão (Ex.: gnaisse e xisto). O ciclo das rochas engloba a génese e a transformação das rochas de um tipo noutros, num processo contínuo e cíclico, testemunho da Terra como um sistema dinâmico. Paisagens geológicas Paisagem granítica, onde são comuns os Caos de Blocos (Serra da Estrela, por exemplo); Paisagem calcária, com o característico Modelado Cársico (com grutas, dolinas, terra rossa…), existente por exemplo na zona de Leiria e Fátima; Paisagem basáltica com prismas basálticos (disjunção colunar) e praias de areia escura (por exemplo nos Açores). Autoria: Ana Mafalda Torres