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Resumo: TP4 – Unidade 15
Unidade 1 – Mergulho no texto Seção 1: Por que e para que perguntar LER É ???? A leitura implica esforço Lemos sempre pra alguma coisa O ato de ler se constitui numa sequência de hipóteses e previsões Ler é poder.
Admirável mundo louco Eles moram, quase todos, amontoados nuns lugares muito feios, que eles chamam de cidades. Esses lugares cheiram muito mal por causa de umas porcarias que eles fabricam e de umas nuvens escuras que saem de uns tubos muito grandes que por sua vez saem de dentro de umas caixas que eles chamam de fábricas. Parece que eles vivem dentro de outras caixas. Algumas dessas caixas são grandes, outras são pequenas. Nem sempre moram mais freguetes nas caixas maiores. Às vezes acontece o contrário: nas caixas grandes moram pouquinhos freguetes e nas caixas pequenininhas moram um monte deles. Nas cidades existem muitas caixas amontoadas umas nas outras. Parece que dentro desses amontoados há um tubo, por onde corre um carrinho na direção vertical, chamado elevador, porque eleva as pessoas para o alto dos amontoados. Não ouvi dizer que eles tenham descedores, o que me leva a acreditar que eles pulem lá de cima até embaixo, de alguma maneira que eu não sei explicar. Quando fica claro, eles saem das caixas deles e todos começam a ir pra outro lugar e ficam nisso de ir daqui pra lá o tempo todo, até que fica escuro e todos voltam pro lugar de onde vieram. Não sei como é que eles encontram o lugar de onde eles saíram, mas encontram; eentram outra vez nas caixas. Assim que eu cheguei era um pouco difícil compreender o que eles diziam. Mas logo, logo, graças aos meus estudos de flóbitos, consegui aprender uma porção das línguas que eles falam. Ah, porque eles falam uma porção de línguas diferentes. E como é que eles se entendem? E quem disse que eles se entendem? ROCHA, R.  Este admirável mundo louco. São Paulo: Salamandra, 2003. Quais os três autores presentes no texto? Qual a visão do visitante da “cidade”? Que passagens mostram uma crítica? Que expressões mostram que o autor do relato parece não entender bem a vida na Terra? RUTH ROCHA O VISITANTE O PESQUISADOR
Um dos recursos essenciais na procura do conhecimento em geral é a pergunta. As questões que nos fazemos, ou fazemos aos outros, são uma boa medida do nosso interesse e dos caminhos que percorremos, quando queremos aprender alguma coisa. São, afinal, uma forma importante de interação com o mundo. Também na ajuda ao aluno para a construção do significado do texto, a formulação de perguntas é de um valor inestimável, sobretudo quando temos consciência de que elas podem ter objetivos muito diferentes - de motivação à leitura até a comparação e crítica do texto. Por isso mesmo, a consideração das respostas tem de ser, também, diferente. O processo da leitura pode ser considerado uma seqüência de perguntas/hipóteses que o leitor faz (mesmo inconscientemente) em torno do texto. Por isso mesmo, nossas perguntas devem ajudar nosso aluno a avançar na formulação de suas próprias perguntas, caminhando para uma leitura autônoma. Daí a importância de se trabalhar também com perguntas formuladas pelos próprios alunos. Da mesma forma, é importante pensarmos que o trabalho com o texto pode ser muito mais produtivo quando é uma atividade compartilhada. Resumindo
Seção 2: Como chegar à estrutura do texto Que partes compõem nossa unidade? Introdução Seções Resumindo final Texto básico
Faça a leitura da crônica de Carlos Eduardo Novaes (TP4, p. 127) Supermercados, as catedrais do consumo 1§: O crescimento dos supermercados é uma contradição numa sociedade que propõe “pessoas magras”. 2§: Os supermercados acendem a tendência para o consumismo. 3§: Os supermercados fazem a alimentação perder sua característica de necessidade, para virar uma questão de marketing. Qual a ideia principal de cada parágrafo?
Crianças e adolescentes identificam-se muito com ela, pelo seu tom humorístico e pela transparência com que trata os temas mais complicados. 2. Paulista, formada em Ciências Sociais, durante muito tempo foi orientadora educacional.  3. Sobretudo para adolescentes, tem feito adaptações extremamente bem cuidadas dos clássicos universais, como Odisséia, além de criar narrativas muito interessantes, como:  Pra que serve? e De repente, dá certo. 4. Ruth Rocha é uma das autoras mais conhecidas da literatura para crianças e adolescentes do Brasil. 5. Depois, enveredou pelo campo da literatura, como editora, organizadora de coleções e autora. 6. Ela tem mais de cem obras publicadas e é campeã de vendagem de livros. 7. Na época da ditadura militar, por exemplo, seus livros -  O reizinho mandão, O rei que não sabia de nada, O que os olhos não vêem - em torno de reis mandões e muitas vezes  ignorantes eram uma clara alusão ao momento político que vivíamos. Ordene as seguintes informações sobre Ruth Rocha As possibilidades de construção são muitas: Exemplo: 4,2,7,1,3,5,6 4,3,7,1,5,2,6
Faça a leitura do texto de Fraga  (TP4, p. 132) Camping Quais frases são impertinentes ao texto? Quem você imagina que fez o diário? Em que parte começa a ficção? Em que parte começa a complicação?
O plano de criação do texto, consciente ou inconscientemente estabelecido pelo autor, evidencia-se numa estrutura, reveladora de seu pensamento. Por isso, estabelecer a estrutura do texto lido é um dos melhores caminhos para se chegar a seu significado global, independentemente do gênero e da extensão dele. Daí a importância de você investir em atividades que ajudem seu aluno a desenvolver essa habilidade. Você pode desenvolver com ele atividades diversificadas, como depreender as idéias principais e sintetizá-las ou dar-lhes título. Pode, ainda, apresentar o texto de modo desordenado, para que seja ordenado de forma pertinente. Pode também inserir no texto trechos desconectados, para que sejam detectados. A definição da estrutura do texto não significa uma divisão em partes sempre aceitas unanimemente: pode haver variações irrelevantes, que não interferem na compreensão global do texto. Resumindo
Seção 2: Quando queremos aprender Que recursos são utilizados para facilitar sua compreensão e retenção de seu conteúdo? Indicamos os objetivos de cada seção. Em seguida, as atividades procuram ir paulatinamente criando a compreensão. Usamos também negritos, boxes, para salientar os pontos mais importantes. E oferecemos-lhe as respostas, que pretendem colaborar com a sua compreensão.
Leia o trecho do livro  Cidade e Cultura Urbana na Primeira República  (Discutindo história do Brasil? José Geraldo Vinci de Moraes PASSOS IMPORTANTES Leia o texto procurando ter uma ideia geral; Faça a leitura compreensiva; Sublinhe as ideias mais importantes; Marque os termos de relação entre as ideias; 5. À margem, você pode, se quiser, fazer marcas para indicar trecho que não compreendeu (?), ou que você considerou muito bom (!), ou discutível (?!).
Nesta unidade, procuramos apresentar-lhe vários procedimentos importantes para ajudá-lo no seu próprio processo de leitura, como também na sua prática pedagógica. Se você prestar bastante atenção, vai perceber que as suas duas primeiras seções são uma preparação para chegarmos ao objetivo da última parte: ler para aprender, embora cada uma delas tenha também outros objetivos. As perguntas são uma atividade essencial também quando lemos, ou quando ajudamos alguém a ler. Na realidade, só lemos porque temos algum tipo de indagação sobre certo assunto ou certo texto. Por isso mesmo, ajudar o aluno a interrogar-se sobre tal assunto ou tal texto é encaminhá-lo no sentido de “criar motivos” para a leitura. A compreensão do texto tem muito a ver com a percepção da sua estrutura, o plano de organização que o autor usou, consciente ou inconscientemente, para interagir com o leitor, seja qual for o gênero escolhido. Ajudar o aluno e depreender esse “esqueleto”, essa arquitetura, é dar-lhe melhores elementos para compreender o texto. Resumindo
Com relação ao objetivo de ler para aprender, é importante ter a consciência de que se trata de uma leitura lenta, de apreensão de dados, com várias releituras. Anotações suas no próprio texto, ou sobre ele, assim como a busca de sua estrutura são atividades facilitadoras para a compreensão global do texto e a retenção de seus dados. Fazer o resumo dele também é ótimo expediente para apreender o mais importante do texto. Além de aprender o que nos diz um texto, podemos e devemos procurar horizontes mais amplos para nossa leitura: buscar dados sobre o assunto além do texto, relacioná-los, compará-los, na convergência e na divergência, buscar conclusões são ações da pessoa curiosa e investigadora, que se interroga sobre as coisas, os fatos, o mundo, como gostaríamos que fossem nossos alunos. Poderíamos, assim, dizer que uma leitura mais cuidadosa do texto implica a compreensão do que está escrito “na linha” (o mais diretamente observável no texto), “por trás” da linha” (o que está implícito, mesmo não conscientemente), “além da linha” (como o dito se relaciona com outros textos e outras vozes) e “na entrelinha” (no caso do texto literário, que sugere mais de uma interpretação). Resumindo
Tchau!

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Resumo Tp4 Unid 15

  • 2. Resumo: TP4 – Unidade 15
  • 3. Unidade 1 – Mergulho no texto Seção 1: Por que e para que perguntar LER É ???? A leitura implica esforço Lemos sempre pra alguma coisa O ato de ler se constitui numa sequência de hipóteses e previsões Ler é poder.
  • 4. Admirável mundo louco Eles moram, quase todos, amontoados nuns lugares muito feios, que eles chamam de cidades. Esses lugares cheiram muito mal por causa de umas porcarias que eles fabricam e de umas nuvens escuras que saem de uns tubos muito grandes que por sua vez saem de dentro de umas caixas que eles chamam de fábricas. Parece que eles vivem dentro de outras caixas. Algumas dessas caixas são grandes, outras são pequenas. Nem sempre moram mais freguetes nas caixas maiores. Às vezes acontece o contrário: nas caixas grandes moram pouquinhos freguetes e nas caixas pequenininhas moram um monte deles. Nas cidades existem muitas caixas amontoadas umas nas outras. Parece que dentro desses amontoados há um tubo, por onde corre um carrinho na direção vertical, chamado elevador, porque eleva as pessoas para o alto dos amontoados. Não ouvi dizer que eles tenham descedores, o que me leva a acreditar que eles pulem lá de cima até embaixo, de alguma maneira que eu não sei explicar. Quando fica claro, eles saem das caixas deles e todos começam a ir pra outro lugar e ficam nisso de ir daqui pra lá o tempo todo, até que fica escuro e todos voltam pro lugar de onde vieram. Não sei como é que eles encontram o lugar de onde eles saíram, mas encontram; eentram outra vez nas caixas. Assim que eu cheguei era um pouco difícil compreender o que eles diziam. Mas logo, logo, graças aos meus estudos de flóbitos, consegui aprender uma porção das línguas que eles falam. Ah, porque eles falam uma porção de línguas diferentes. E como é que eles se entendem? E quem disse que eles se entendem? ROCHA, R. Este admirável mundo louco. São Paulo: Salamandra, 2003. Quais os três autores presentes no texto? Qual a visão do visitante da “cidade”? Que passagens mostram uma crítica? Que expressões mostram que o autor do relato parece não entender bem a vida na Terra? RUTH ROCHA O VISITANTE O PESQUISADOR
  • 5. Um dos recursos essenciais na procura do conhecimento em geral é a pergunta. As questões que nos fazemos, ou fazemos aos outros, são uma boa medida do nosso interesse e dos caminhos que percorremos, quando queremos aprender alguma coisa. São, afinal, uma forma importante de interação com o mundo. Também na ajuda ao aluno para a construção do significado do texto, a formulação de perguntas é de um valor inestimável, sobretudo quando temos consciência de que elas podem ter objetivos muito diferentes - de motivação à leitura até a comparação e crítica do texto. Por isso mesmo, a consideração das respostas tem de ser, também, diferente. O processo da leitura pode ser considerado uma seqüência de perguntas/hipóteses que o leitor faz (mesmo inconscientemente) em torno do texto. Por isso mesmo, nossas perguntas devem ajudar nosso aluno a avançar na formulação de suas próprias perguntas, caminhando para uma leitura autônoma. Daí a importância de se trabalhar também com perguntas formuladas pelos próprios alunos. Da mesma forma, é importante pensarmos que o trabalho com o texto pode ser muito mais produtivo quando é uma atividade compartilhada. Resumindo
  • 6. Seção 2: Como chegar à estrutura do texto Que partes compõem nossa unidade? Introdução Seções Resumindo final Texto básico
  • 7. Faça a leitura da crônica de Carlos Eduardo Novaes (TP4, p. 127) Supermercados, as catedrais do consumo 1§: O crescimento dos supermercados é uma contradição numa sociedade que propõe “pessoas magras”. 2§: Os supermercados acendem a tendência para o consumismo. 3§: Os supermercados fazem a alimentação perder sua característica de necessidade, para virar uma questão de marketing. Qual a ideia principal de cada parágrafo?
  • 8. Crianças e adolescentes identificam-se muito com ela, pelo seu tom humorístico e pela transparência com que trata os temas mais complicados. 2. Paulista, formada em Ciências Sociais, durante muito tempo foi orientadora educacional. 3. Sobretudo para adolescentes, tem feito adaptações extremamente bem cuidadas dos clássicos universais, como Odisséia, além de criar narrativas muito interessantes, como: Pra que serve? e De repente, dá certo. 4. Ruth Rocha é uma das autoras mais conhecidas da literatura para crianças e adolescentes do Brasil. 5. Depois, enveredou pelo campo da literatura, como editora, organizadora de coleções e autora. 6. Ela tem mais de cem obras publicadas e é campeã de vendagem de livros. 7. Na época da ditadura militar, por exemplo, seus livros - O reizinho mandão, O rei que não sabia de nada, O que os olhos não vêem - em torno de reis mandões e muitas vezes ignorantes eram uma clara alusão ao momento político que vivíamos. Ordene as seguintes informações sobre Ruth Rocha As possibilidades de construção são muitas: Exemplo: 4,2,7,1,3,5,6 4,3,7,1,5,2,6
  • 9. Faça a leitura do texto de Fraga (TP4, p. 132) Camping Quais frases são impertinentes ao texto? Quem você imagina que fez o diário? Em que parte começa a ficção? Em que parte começa a complicação?
  • 10. O plano de criação do texto, consciente ou inconscientemente estabelecido pelo autor, evidencia-se numa estrutura, reveladora de seu pensamento. Por isso, estabelecer a estrutura do texto lido é um dos melhores caminhos para se chegar a seu significado global, independentemente do gênero e da extensão dele. Daí a importância de você investir em atividades que ajudem seu aluno a desenvolver essa habilidade. Você pode desenvolver com ele atividades diversificadas, como depreender as idéias principais e sintetizá-las ou dar-lhes título. Pode, ainda, apresentar o texto de modo desordenado, para que seja ordenado de forma pertinente. Pode também inserir no texto trechos desconectados, para que sejam detectados. A definição da estrutura do texto não significa uma divisão em partes sempre aceitas unanimemente: pode haver variações irrelevantes, que não interferem na compreensão global do texto. Resumindo
  • 11. Seção 2: Quando queremos aprender Que recursos são utilizados para facilitar sua compreensão e retenção de seu conteúdo? Indicamos os objetivos de cada seção. Em seguida, as atividades procuram ir paulatinamente criando a compreensão. Usamos também negritos, boxes, para salientar os pontos mais importantes. E oferecemos-lhe as respostas, que pretendem colaborar com a sua compreensão.
  • 12. Leia o trecho do livro Cidade e Cultura Urbana na Primeira República (Discutindo história do Brasil? José Geraldo Vinci de Moraes PASSOS IMPORTANTES Leia o texto procurando ter uma ideia geral; Faça a leitura compreensiva; Sublinhe as ideias mais importantes; Marque os termos de relação entre as ideias; 5. À margem, você pode, se quiser, fazer marcas para indicar trecho que não compreendeu (?), ou que você considerou muito bom (!), ou discutível (?!).
  • 13. Nesta unidade, procuramos apresentar-lhe vários procedimentos importantes para ajudá-lo no seu próprio processo de leitura, como também na sua prática pedagógica. Se você prestar bastante atenção, vai perceber que as suas duas primeiras seções são uma preparação para chegarmos ao objetivo da última parte: ler para aprender, embora cada uma delas tenha também outros objetivos. As perguntas são uma atividade essencial também quando lemos, ou quando ajudamos alguém a ler. Na realidade, só lemos porque temos algum tipo de indagação sobre certo assunto ou certo texto. Por isso mesmo, ajudar o aluno a interrogar-se sobre tal assunto ou tal texto é encaminhá-lo no sentido de “criar motivos” para a leitura. A compreensão do texto tem muito a ver com a percepção da sua estrutura, o plano de organização que o autor usou, consciente ou inconscientemente, para interagir com o leitor, seja qual for o gênero escolhido. Ajudar o aluno e depreender esse “esqueleto”, essa arquitetura, é dar-lhe melhores elementos para compreender o texto. Resumindo
  • 14. Com relação ao objetivo de ler para aprender, é importante ter a consciência de que se trata de uma leitura lenta, de apreensão de dados, com várias releituras. Anotações suas no próprio texto, ou sobre ele, assim como a busca de sua estrutura são atividades facilitadoras para a compreensão global do texto e a retenção de seus dados. Fazer o resumo dele também é ótimo expediente para apreender o mais importante do texto. Além de aprender o que nos diz um texto, podemos e devemos procurar horizontes mais amplos para nossa leitura: buscar dados sobre o assunto além do texto, relacioná-los, compará-los, na convergência e na divergência, buscar conclusões são ações da pessoa curiosa e investigadora, que se interroga sobre as coisas, os fatos, o mundo, como gostaríamos que fossem nossos alunos. Poderíamos, assim, dizer que uma leitura mais cuidadosa do texto implica a compreensão do que está escrito “na linha” (o mais diretamente observável no texto), “por trás” da linha” (o que está implícito, mesmo não conscientemente), “além da linha” (como o dito se relaciona com outros textos e outras vozes) e “na entrelinha” (no caso do texto literário, que sugere mais de uma interpretação). Resumindo