O conto relata uma disputa entre duas senhoras por causa de galinhas de barro idênticas em uma aldeia, levando à discórdia na vila. A escrita de Virgilio Ferreira usa a galinha como alegoria para defeitos humanos como inveja e avareza. A linguagem simples e humor negro mostram brigas e mortes resultantes do ajuste de contas, convidando o leitor a rir das fraquezas humanas.