ESCOLA SECUNDÁRIA AUGUSTO GOMES, MATOSINHOS
FORMAÇÃO DE ADULTOS | CURSO EFA DUPLA CERTIFICAÇÃO | 2012-13
Curso Técnico de Controlo de Qualidade Alimentar
Formação tecnológica
Módulo 50h – Pesquisa e contagem de microrganismos
Formadora – Sofia Pimenta
Relatório técnico
Técnico: Cecília Vieira
Amostra nº 242/ 2013 (almôndegas _ hipermercado CJP)
Objectivo: Pesquisa de Staphylococcus aureus
Recepção das Amostras
Etapa 1:
Recepção de amostra, identificação e colocação no frigorífico para a sua conservação.
Sala de Preparação de Amostras
Etapa 2:
Pesaram-se 5gr de amostra da almôndega. A amostra foi introduzida num saco plástico
devidamente esterilizado e com uma suspensão líquida (meio nutritivo). Levou-se a
homogeneizar a amostra na máquina smasher. Identificou-se devidamente o saco, deixou-se
repousar.
Sala de Inoculação, meios de cultura sólido e líquido
Etapa 3:
Fez-se a inoculação do homogeneizado da amostra, pipetando-se 1ml sobre a placa de petri com
o meio seletivo de agar manitol sal. As placas foram datadas e identificadas com n.º da amostra,
e processo de inoculação. Isolou-se com parafilm e colocaram-se na estufa as caixas invertidas
tampas para baixo a uma temperatura de 35ºC durante 5 dias. Foi-se observando e registando
todas as alterações. Verificou-se a formação de um halo amarelo em torno das colónias,
indicando a presença da bactéria Staphylococcus aureus.
Sala de Contagem de Microrganismos e Despiste de Estripes
Etapa 4:
Procedeu-se à colheita de colónias da placa de petri contaminada e suspendeu-se em galerias de
identificação com meios desidratados. Seguidamente levou-se o eppendorf ao contador de vidas
para a contagem e identificação doa estirpe do microrganismo presente no meio de cultura. Em
simultâneo fez-se uma verificação microscópica com respectiva foto n.º1 em baixo indicada.
A estirpe foi classificada de acordo com o seu grau de virulência Staphylococcus aureus presente
na respectiva amostra.
Foto n.º1
(1500x)
NOTA: Todo o procedimento, da etapa 2 à 4, foi realizado em condições de assepsia.
Sala de descontaminação
Etapa 5
Todo o material utilizado foi descontaminado e esterilizado, em autoclave a Tª de 121ºC.
Sala de Armazenamento e Colecção de Amostras
Etapa 6:
Após todo o processo a técnica responsável pela colecção das amostras, a Curadora, procedeu
ao armazenamento do meio contaminado com o Staphylococcus aureus num eppendorf com
glicerol. Após identificado e datado, foi colocado numa caixa de conservação, na arca de
armazenamento de colecção de amostras a temperatura de -80ºC.
Procedimentos finais:
Registou-se de todo o cadastro da amostra. Elaborou-se o respectivo relatório técnico, indicando
a suspensão do produto das suas lojas devido à gravidade da situação e riscos para a saúde
pública.
O Relatório foi assinado pela técnica e enviado ao cliente.
…
Ficamos inteiramente ao seu dispor para qualquer informação adicional.
Atenciosamente,
A técnica Cecília Vieira
(Laboratório da Escola Secundária Augusto Gomes)

Relatório técnico cecília

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    ESCOLA SECUNDÁRIA AUGUSTOGOMES, MATOSINHOS FORMAÇÃO DE ADULTOS | CURSO EFA DUPLA CERTIFICAÇÃO | 2012-13 Curso Técnico de Controlo de Qualidade Alimentar Formação tecnológica Módulo 50h – Pesquisa e contagem de microrganismos Formadora – Sofia Pimenta Relatório técnico Técnico: Cecília Vieira Amostra nº 242/ 2013 (almôndegas _ hipermercado CJP) Objectivo: Pesquisa de Staphylococcus aureus Recepção das Amostras Etapa 1: Recepção de amostra, identificação e colocação no frigorífico para a sua conservação. Sala de Preparação de Amostras Etapa 2: Pesaram-se 5gr de amostra da almôndega. A amostra foi introduzida num saco plástico devidamente esterilizado e com uma suspensão líquida (meio nutritivo). Levou-se a homogeneizar a amostra na máquina smasher. Identificou-se devidamente o saco, deixou-se repousar. Sala de Inoculação, meios de cultura sólido e líquido Etapa 3: Fez-se a inoculação do homogeneizado da amostra, pipetando-se 1ml sobre a placa de petri com o meio seletivo de agar manitol sal. As placas foram datadas e identificadas com n.º da amostra, e processo de inoculação. Isolou-se com parafilm e colocaram-se na estufa as caixas invertidas tampas para baixo a uma temperatura de 35ºC durante 5 dias. Foi-se observando e registando todas as alterações. Verificou-se a formação de um halo amarelo em torno das colónias, indicando a presença da bactéria Staphylococcus aureus. Sala de Contagem de Microrganismos e Despiste de Estripes Etapa 4: Procedeu-se à colheita de colónias da placa de petri contaminada e suspendeu-se em galerias de identificação com meios desidratados. Seguidamente levou-se o eppendorf ao contador de vidas para a contagem e identificação doa estirpe do microrganismo presente no meio de cultura. Em simultâneo fez-se uma verificação microscópica com respectiva foto n.º1 em baixo indicada. A estirpe foi classificada de acordo com o seu grau de virulência Staphylococcus aureus presente na respectiva amostra. Foto n.º1 (1500x) NOTA: Todo o procedimento, da etapa 2 à 4, foi realizado em condições de assepsia.
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    Sala de descontaminação Etapa5 Todo o material utilizado foi descontaminado e esterilizado, em autoclave a Tª de 121ºC. Sala de Armazenamento e Colecção de Amostras Etapa 6: Após todo o processo a técnica responsável pela colecção das amostras, a Curadora, procedeu ao armazenamento do meio contaminado com o Staphylococcus aureus num eppendorf com glicerol. Após identificado e datado, foi colocado numa caixa de conservação, na arca de armazenamento de colecção de amostras a temperatura de -80ºC. Procedimentos finais: Registou-se de todo o cadastro da amostra. Elaborou-se o respectivo relatório técnico, indicando a suspensão do produto das suas lojas devido à gravidade da situação e riscos para a saúde pública. O Relatório foi assinado pela técnica e enviado ao cliente. … Ficamos inteiramente ao seu dispor para qualquer informação adicional. Atenciosamente, A técnica Cecília Vieira (Laboratório da Escola Secundária Augusto Gomes)