SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 27
Pr. Brian Kibuuka
Antes da
Conversã
o
Conversã
o
Viagens
Missionári
as
Redescobrindo Paulo...
4Romano
s
Cartas
Pastorai
s
Coríntios
Redescobrindo Paulo...
PAULO E O IMPÉRIO: LENDO AS
CARTAS DE PAULO EM SEU
CONTEXTO
CONFERÊNCIA I - PAULO E O IMPÉRIO: LENDO AS CARTAS
DE PAULO EM SEU CONTEXTO
 Leste: Capadócia
 Norte: Ponto e Bitínia e Montes da Paflagônia
 Oeste: Ásia Menor
 Sul: Lícia e Panfília (eventualmente unida à Cilícia) e
Montes Tauro
 Cidade Principal: Ancira (hoje Ancara, capital da
Turquia)
 Rios: Hális, Sangário
GALÁCIA
Cidades
• Suas principais cidades eram Távio, Pessino e Ancira (Ancara).
Domínio Romano - Etnarquia
• Durante as guerras civis romanas do primeiro século a.C, o príncipe
gálata Amintas adquiriu um grande domínio que, por favor de Augusto,
teve a permissão de reter.
• O "reino da Galácia" compreendia, além da Galácia propriamente dita,
partes da Frígia, Licaônia, Isauria, Pisídia, Panfília e Cilícia ocidental.
• Em 25 a.C, o reino de Amintas passou para as mãos dos romanos.
Domínio Romano
• A administração de alguns dos territórios que Amintas havia adquirido
estava sujeito a flutuação (em meados dos anos 40, a Cilícia
ocidental, com parte da Licaônia, pertenciam ao reino de Antíoco de
Comagene).
• Mas no todo a área do domínio de Amintas compreendia a província
romana da Galácia.
CORINTO
CORINTO
Primórdios
• Sua maior fama ocorrera sob Periandro (c. 625-583 a.C), mas depois de
sobreviver a muitas guerras, acabou finalmente como vítima dos romanos.
Destruição pelos romanos
• Por causa do importante papel desempenhado por Corinto na guerra aos
romanos, como cidade participante da Liga da Acaia, o cônsul Múmio
incendiou e arrasou a cidade, matou seus homens e vendeu suas mulheres e
crianças como escravos (146 a.C).
Anexação à Macedônia
• A Acaia tornou-se parte da província da Macedônia; a própria Corinto, embora
não fosse abandonada de todo, tornou-se insignificante pelos cem anos
seguintes.
Refundação por Júlio César
• Em 44 a.C. ela foi fundada de novo como colônia por Júlio César, que lhe deu
o nome de "Colônia Laus Julia Corinthiensis — Corinto, o Louvor de Júlio―. Em
27 a.C, Augusto separou a Acaia da Macedônia e fez de Corinto a cidade
capital. A nova província foi colocada sob o governo do senado. Sendo
província senatorial, era governada por um procônsul.
GALÁCIA
Nova Anexação à Macedônia
• Em 44 d.C. houve o início de novo período de união e separação entre a
Macedônia e a Acaia.
A reputação de Corinto
• A prosperidade voltou e, com ela, a reputação de perversidade, embora se
deva questionar se de fato Corinto era pior do que qualquer outra cidade
portuária do leste do Mediterrâneo.
A propaganda ateniense
• Há uma suspeita de que a má propaganda ateniense tinha algo que ver
com a fama de Corinto quanto à licenciosidade: com frequência os frutos
do comércio sofrem a inveja dos que se dedicam à cultura intelectual.
A tradição latina
• No entanto, não se pode negar que Corinto era uma cidade em que
"ninguém senão os mais fortes conseguem sobreviver" (Horácio, Epístolas
1.17.36).
ROMA
 Plínio, o velho, dissera de Roma que ela excedera em tamanho todas as
cidades do mundo (História Natural 3.66s.), e teriam experimentado, nas
palavras de Horácio, "a fumaça e a riqueza e o barulho de Roma", a capital e
eixo do império (Odes 3.29.12).
 ―Sou um cidadão romano‖ – Cícero, discurso contra Verres (Cic. In Ver.
5.2.147)
 A associação entre ser cidadão e ser romano é uma das mais fortes relações
de identidade que se pode notar no mundo romano.
 NICOLET, C. O cidadão e o político. In: GIARDINA, A. O homem romano. Lisboa:
Presença, 1992. p. 22. ―Humildes ou poderosos, governados por
assembleias ou por magistrados eleitos anualmente e por um senado, ou
por um príncipe vitalício (ao lado do qual, aliás, continuam a existir as
antigas instituições), nenhuma hesitação é possível: cada romano é um
cidadão, e todo aquele que possua ou adquira o ―direito de cidadania‖, a
―cidadania‖ romana, é automaticamente romano‖.
 A civilização romana, senhora do Mediterrâneo, tratava os
demais povos por meio de relações clientelares. Seu
expansionismo fundamentava-se pela sua auto-imagem de
O PATRONATO
 Dionísio de Halicarnasso, em sua História Antiga de
Roma (Antiquitates Romanae), 2.9
―Rômulo, depois que distinguiu os poderosos dos
humildes, deu leis de acordo com aquilo, e dispôs o que
cada grupo devia fazer. Os patrícios deviam realizar as
funções religiosas, desempenhar os cargos, administrar
justiça e dirigir com ele os assuntos públicos, dedicando-
se ao que concernia à cidade. Os plebeus estavam
excluídos de todo o anterior por serem desprovidos de
experiência nestas ocupações e por não ter tempo para
elas por causa de sua escassez de meios: deviam cultivar
a terra, criar gado e dedicar-se a ofícios lucrativos (...) Aos
patrícios entregou os plebeus como ‗depósito‘, ordenando
que cada plebeu escolhesse aquele que quisesse como
patrono (...) Rômulo prestigiou a relação com um nome
adequado, chamando patronato a esta proteção dos
pobres e humildes; deu a uns e outros funções úteis,
fazendo desta mútua dependência algo benéfico e social.‖
PATRONATO
• ou pobres por
circunstância,
que não tinham
dinheiro mas
que não eram
detentores das
mazelas
comuns aos
outros pobres
• cuja condição
refletia uma
índole do
espírito.
• tinham recursos
para participar
dos collegia, e
que podiam
votar, ou
ofereciam
algum benefício
aos seus
patronos.
• não fazia
sentido ser bom
com quem não
tinha como
retribuir.
OS CLIENTES
Officium do
Cliente
• Salutatio
• Saudar o patrono
• Commendatio
• Recomendar o patrono
• Suffragatio
• Votar no parono
• Representar o cliente
• Sportula
• originalmente uma cesta
com uma refeição
• uma quantia em dinheiro
DEVERES DE PATRONOS E CLIENTES
O SACERDOTADO
• Deuses e homens estavam sempre interagindo na urbs, presentes nos
rituais, nos templos, nos jogos, nos eventos públicos.
Religião Romana e Civilidade
• Os deuses são, antes de tudo, protetores que se devem agradar
devidamente, numa relação de troca.
O Valor Social das Divindades
• A relação dos romanos com seus deuses assemelha-se à relação que os
homens devem manter com os reis ou patronos, seguindo o modelo das
relações políticas e sociais então vigentes (VEYNE, 1989, p. 204).
Religiosidade e Patronato
• A religião romana tinha uma face privada e uma outra pública.
Dimensões da Religião Romana
RELIGIÃO PRIVADA
RELIGIÃO PÚBLICA
• a paz e a
prosperidade
de Roma
dependiam da
vigilância dos
deuses
• traria derrotas
militares,
epidemias ou
catástrofes
naturais
• Religio versus
superstitio
• Ligada ao
Imperador
• pater familiae
• pontifex
maximus
• princeps
OS CLIENTES
Religião Cívica
• Obrigações
públicas
• Cultos e
celebrações cívicas
• Obrigações
privadas
• Cultos e
celebrações cívicas
alternativas
RELIGIÃO CÍVICA E CRISTÃ
PRESSUPOSTOS
1. Não há na época de Paulo a ideia de ―direita‖ e
―esquerda‖.
2. A separação atual entre religião e política não fazia
sentido no Mundo Antigo.
3. Há ―alusões‖ e ―ecos‖ em Paulo do seu contexto de
enunciação
PRESSUPOSTOS
1. O Império Romano estendeu ao mundo os antigos ideais da República:
liberdade e justiça
2. Augusto acabou com a guerra civil, estabeleceu a paz e foi chamado
de ―Salvador‖.
3. Liberdade, justiça e paz eram os temas da
propaganda imperial.
4. O nome dado aos valores positivos trazidos pelo
imperador era ―Evangelho‖.
5. A máquina de guerra romana punia brutalmente rebeliões.
6. O imperador romano era chamado de ―Filho
de Deus‖ nas províncias orientais.
ROMANOS
Rm 12.1
• Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de
Deus, que apresenteis o vosso corpo por
sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é
o vosso culto racional.
Rm 12.2
• E não vos conformeis com este século, mas
transformai-vos pela renovação da vossa
mente, para que experimenteis qual seja a boa,
agradável e perfeita vontade de Deus.
Rm 12.4
• Porque assim como num só corpo temos
muitos membros, mas nem todos os membros
têm a mesma função…
CORÍNTIOS 11-12
EFÉSIOS
Pr. Brian Kibuuka

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

A sociedade medieval parte 2 a
A sociedade medieval  parte 2 aA sociedade medieval  parte 2 a
A sociedade medieval parte 2 aCarla Teixeira
 
Feudalismo - baixa idade média
Feudalismo - baixa idade médiaFeudalismo - baixa idade média
Feudalismo - baixa idade médiaCharlies Ponciano
 
Roma Antiga - Antiguidade Clássica II
Roma Antiga - Antiguidade Clássica IIRoma Antiga - Antiguidade Clássica II
Roma Antiga - Antiguidade Clássica IIValéria Shoujofan
 
Roma das origens à república
Roma   das origens à repúblicaRoma   das origens à república
Roma das origens à repúblicamacariojr
 
Historia povo romano
Historia povo romanoHistoria povo romano
Historia povo romanomarcelokuhl
 
Sociedade medieval14
Sociedade medieval14Sociedade medieval14
Sociedade medieval14Maria Gomes
 
O Senado Romano Monarquia, República e Império
O Senado Romano Monarquia, República e ImpérioO Senado Romano Monarquia, República e Império
O Senado Romano Monarquia, República e ImpérioGuilherme Lopes
 
A Sociedade Senhorial
A Sociedade SenhorialA Sociedade Senhorial
A Sociedade SenhorialCPH
 
Pré vestibular Murialdo - aula Europa medieval.
Pré vestibular Murialdo - aula Europa medieval.Pré vestibular Murialdo - aula Europa medieval.
Pré vestibular Murialdo - aula Europa medieval.Daniel Alves Bronstrup
 
História grecia-roma - vetor
História   grecia-roma - vetorHistória   grecia-roma - vetor
História grecia-roma - vetorMurilo Cisalpino
 
Roma antica civilização ocidental
Roma antica   civilização ocidentalRoma antica   civilização ocidental
Roma antica civilização ocidentalMurilo Benevides
 
Crise do século XIV- Peste Negra e Revoltas Camponesas
Crise do século XIV- Peste Negra e Revoltas CamponesasCrise do século XIV- Peste Negra e Revoltas Camponesas
Crise do século XIV- Peste Negra e Revoltas CamponesasJoice Belini
 
Roma2 república
Roma2 repúblicaRoma2 república
Roma2 repúblicadmflores21
 

Mais procurados (20)

Feudalismo
FeudalismoFeudalismo
Feudalismo
 
Meta: Roma
Meta: RomaMeta: Roma
Meta: Roma
 
A IDADE MÉDIA
A IDADE MÉDIAA IDADE MÉDIA
A IDADE MÉDIA
 
Feudalismo
FeudalismoFeudalismo
Feudalismo
 
A sociedade medieval parte 2 a
A sociedade medieval  parte 2 aA sociedade medieval  parte 2 a
A sociedade medieval parte 2 a
 
Feudalismo - baixa idade média
Feudalismo - baixa idade médiaFeudalismo - baixa idade média
Feudalismo - baixa idade média
 
Roma Antiga - Antiguidade Clássica II
Roma Antiga - Antiguidade Clássica IIRoma Antiga - Antiguidade Clássica II
Roma Antiga - Antiguidade Clássica II
 
Roma das origens à república
Roma   das origens à repúblicaRoma   das origens à república
Roma das origens à república
 
Historia povo romano
Historia povo romanoHistoria povo romano
Historia povo romano
 
IDADE MÉDIA
IDADE MÉDIAIDADE MÉDIA
IDADE MÉDIA
 
O Feudalismo
O FeudalismoO Feudalismo
O Feudalismo
 
Sociedade medieval14
Sociedade medieval14Sociedade medieval14
Sociedade medieval14
 
O Senado Romano Monarquia, República e Império
O Senado Romano Monarquia, República e ImpérioO Senado Romano Monarquia, República e Império
O Senado Romano Monarquia, República e Império
 
A Sociedade Senhorial
A Sociedade SenhorialA Sociedade Senhorial
A Sociedade Senhorial
 
Pré vestibular Murialdo - aula Europa medieval.
Pré vestibular Murialdo - aula Europa medieval.Pré vestibular Murialdo - aula Europa medieval.
Pré vestibular Murialdo - aula Europa medieval.
 
História grecia-roma - vetor
História   grecia-roma - vetorHistória   grecia-roma - vetor
História grecia-roma - vetor
 
Roma antica civilização ocidental
Roma antica   civilização ocidentalRoma antica   civilização ocidental
Roma antica civilização ocidental
 
Crise do feudalismo renascimento comercial e urbano cruzadas 2020
Crise do feudalismo renascimento comercial e urbano cruzadas 2020Crise do feudalismo renascimento comercial e urbano cruzadas 2020
Crise do feudalismo renascimento comercial e urbano cruzadas 2020
 
Crise do século XIV- Peste Negra e Revoltas Camponesas
Crise do século XIV- Peste Negra e Revoltas CamponesasCrise do século XIV- Peste Negra e Revoltas Camponesas
Crise do século XIV- Peste Negra e Revoltas Camponesas
 
Roma2 república
Roma2 repúblicaRoma2 república
Roma2 república
 

Destaque

Módulo 1 - Aula 2 - Evangelhos
Módulo 1 - Aula 2 - EvangelhosMódulo 1 - Aula 2 - Evangelhos
Módulo 1 - Aula 2 - EvangelhosBrian Kibuuka
 
Módulo 1 - Aula 1 - Evangelhos
Módulo 1 - Aula 1 - EvangelhosMódulo 1 - Aula 1 - Evangelhos
Módulo 1 - Aula 1 - EvangelhosBrian Kibuuka
 
O Párodo de Hécuba - JIC - 2010
O Párodo de Hécuba - JIC - 2010O Párodo de Hécuba - JIC - 2010
O Párodo de Hécuba - JIC - 2010Brian Kibuuka
 
Aula - O Sonho de Cipião
Aula - O Sonho de CipiãoAula - O Sonho de Cipião
Aula - O Sonho de CipiãoBrian Kibuuka
 

Destaque (7)

Módulo 1 - Aula 2 - Evangelhos
Módulo 1 - Aula 2 - EvangelhosMódulo 1 - Aula 2 - Evangelhos
Módulo 1 - Aula 2 - Evangelhos
 
Módulo 1 - Aula 1 - Evangelhos
Módulo 1 - Aula 1 - EvangelhosMódulo 1 - Aula 1 - Evangelhos
Módulo 1 - Aula 1 - Evangelhos
 
O Evangelho De Paulo1
O Evangelho De Paulo1O Evangelho De Paulo1
O Evangelho De Paulo1
 
O Párodo de Hécuba - JIC - 2010
O Párodo de Hécuba - JIC - 2010O Párodo de Hécuba - JIC - 2010
O Párodo de Hécuba - JIC - 2010
 
Aula - O Sonho de Cipião
Aula - O Sonho de CipiãoAula - O Sonho de Cipião
Aula - O Sonho de Cipião
 
Redescobrindopaulo3
Redescobrindopaulo3Redescobrindopaulo3
Redescobrindopaulo3
 
Apostila completa atos
Apostila completa atosApostila completa atos
Apostila completa atos
 

Semelhante a Redescobrindopaulo4 (20)

Roma
RomaRoma
Roma
 
1º ano rafael - roma antiga e império bizantino 2015
1º ano    rafael - roma antiga e império bizantino 20151º ano    rafael - roma antiga e império bizantino 2015
1º ano rafael - roma antiga e império bizantino 2015
 
Roma 2020
Roma 2020Roma 2020
Roma 2020
 
Roma 2020
Roma 2020Roma 2020
Roma 2020
 
Civilização Romana
Civilização RomanaCivilização Romana
Civilização Romana
 
1º ano rafael - roma antiga e império bizantino
1º ano    rafael - roma antiga e império bizantino1º ano    rafael - roma antiga e império bizantino
1º ano rafael - roma antiga e império bizantino
 
Roma antiga 2
Roma antiga 2Roma antiga 2
Roma antiga 2
 
Módulo 2 contextualização
Módulo 2   contextualizaçãoMódulo 2   contextualização
Módulo 2 contextualização
 
UNID 2 - ENTRE A RAZÃO E A FÉ - INTRODUÇÃO (TODOS OS CAMINHOS PARTEM DE ROMA)
UNID 2 - ENTRE A RAZÃO E A FÉ - INTRODUÇÃO (TODOS OS CAMINHOS PARTEM DE ROMA)UNID 2 - ENTRE A RAZÃO E A FÉ - INTRODUÇÃO (TODOS OS CAMINHOS PARTEM DE ROMA)
UNID 2 - ENTRE A RAZÃO E A FÉ - INTRODUÇÃO (TODOS OS CAMINHOS PARTEM DE ROMA)
 
Roma Antiga
Roma AntigaRoma Antiga
Roma Antiga
 
Roma antiga
Roma antigaRoma antiga
Roma antiga
 
Apresentaçãohistdir12
Apresentaçãohistdir12Apresentaçãohistdir12
Apresentaçãohistdir12
 
A sociedade medieval parte 1
A sociedade medieval  parte 1A sociedade medieval  parte 1
A sociedade medieval parte 1
 
História de roma
História de romaHistória de roma
História de roma
 
Roma Antiga
Roma AntigaRoma Antiga
Roma Antiga
 
4
44
4
 
A república romana
A república romanaA república romana
A república romana
 
ROMA ANTIGA
ROMA ANTIGAROMA ANTIGA
ROMA ANTIGA
 
Capítulo 10 e 11 - O Imperio e a decadência de Roma
Capítulo 10 e 11 - O Imperio e a decadência de RomaCapítulo 10 e 11 - O Imperio e a decadência de Roma
Capítulo 10 e 11 - O Imperio e a decadência de Roma
 
A cultura do belo ii
A cultura do belo iiA cultura do belo ii
A cultura do belo ii
 

Último

Atividades sobre Coordenadas Geográficas
Atividades sobre Coordenadas GeográficasAtividades sobre Coordenadas Geográficas
Atividades sobre Coordenadas Geográficasprofcamilamanz
 
Literatura Brasileira - escolas literárias.ppt
Literatura Brasileira - escolas literárias.pptLiteratura Brasileira - escolas literárias.ppt
Literatura Brasileira - escolas literárias.pptMaiteFerreira4
 
Mapa mental - Classificação dos seres vivos .docx
Mapa mental - Classificação dos seres vivos .docxMapa mental - Classificação dos seres vivos .docx
Mapa mental - Classificação dos seres vivos .docxBeatrizLittig1
 
"É melhor praticar para a nota" - Como avaliar comportamentos em contextos de...
"É melhor praticar para a nota" - Como avaliar comportamentos em contextos de..."É melhor praticar para a nota" - Como avaliar comportamentos em contextos de...
"É melhor praticar para a nota" - Como avaliar comportamentos em contextos de...Rosalina Simão Nunes
 
PROGRAMA DE AÇÃO 2024 - MARIANA DA SILVA MORAES.pdf
PROGRAMA DE AÇÃO 2024 - MARIANA DA SILVA MORAES.pdfPROGRAMA DE AÇÃO 2024 - MARIANA DA SILVA MORAES.pdf
PROGRAMA DE AÇÃO 2024 - MARIANA DA SILVA MORAES.pdfMarianaMoraesMathias
 
A horta do Senhor Lobo que protege a sua horta.
A horta do Senhor Lobo que protege a sua horta.A horta do Senhor Lobo que protege a sua horta.
A horta do Senhor Lobo que protege a sua horta.silves15
 
PROVA - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL: COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESS...
PROVA - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL: COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESS...PROVA - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL: COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESS...
PROVA - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL: COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESS...azulassessoria9
 
Portfolio_Trilha_Meio_Ambiente_e_Sociedade.pdf
Portfolio_Trilha_Meio_Ambiente_e_Sociedade.pdfPortfolio_Trilha_Meio_Ambiente_e_Sociedade.pdf
Portfolio_Trilha_Meio_Ambiente_e_Sociedade.pdfjanainadfsilva
 
DESAFIO LITERÁRIO - 2024 - EASB/ÁRVORE -
DESAFIO LITERÁRIO - 2024 - EASB/ÁRVORE -DESAFIO LITERÁRIO - 2024 - EASB/ÁRVORE -
DESAFIO LITERÁRIO - 2024 - EASB/ÁRVORE -Aline Santana
 
GÊNERO TEXTUAL - TIRINHAS - Charges - Cartum
GÊNERO TEXTUAL - TIRINHAS - Charges - CartumGÊNERO TEXTUAL - TIRINHAS - Charges - Cartum
GÊNERO TEXTUAL - TIRINHAS - Charges - CartumAugusto Costa
 
Manual da CPSA_1_Agir com Autonomia para envio
Manual da CPSA_1_Agir com Autonomia para envioManual da CPSA_1_Agir com Autonomia para envio
Manual da CPSA_1_Agir com Autonomia para envioManuais Formação
 
Atividade - Letra da música Esperando na Janela.
Atividade -  Letra da música Esperando na Janela.Atividade -  Letra da música Esperando na Janela.
Atividade - Letra da música Esperando na Janela.Mary Alvarenga
 
análise de redação completa - Dissertação
análise de redação completa - Dissertaçãoanálise de redação completa - Dissertação
análise de redação completa - DissertaçãoMaiteFerreira4
 
Aula de História Ensino Médio Mesopotâmia.pdf
Aula de História Ensino Médio Mesopotâmia.pdfAula de História Ensino Médio Mesopotâmia.pdf
Aula de História Ensino Médio Mesopotâmia.pdfFernandaMota99
 
Nós Propomos! " Pinhais limpos, mundo saudável"
Nós Propomos! " Pinhais limpos, mundo saudável"Nós Propomos! " Pinhais limpos, mundo saudável"
Nós Propomos! " Pinhais limpos, mundo saudável"Ilda Bicacro
 
Dicionário de Genealogia, autor Gilber Rubim Rangel
Dicionário de Genealogia, autor Gilber Rubim RangelDicionário de Genealogia, autor Gilber Rubim Rangel
Dicionário de Genealogia, autor Gilber Rubim RangelGilber Rubim Rangel
 
JOGO FATO OU FAKE - ATIVIDADE LUDICA(1).pptx
JOGO FATO OU FAKE - ATIVIDADE LUDICA(1).pptxJOGO FATO OU FAKE - ATIVIDADE LUDICA(1).pptx
JOGO FATO OU FAKE - ATIVIDADE LUDICA(1).pptxTainTorres4
 
Noções de Farmacologia - Flávia Soares.pdf
Noções de Farmacologia - Flávia Soares.pdfNoções de Farmacologia - Flávia Soares.pdf
Noções de Farmacologia - Flávia Soares.pdflucassilva721057
 
ENSINO RELIGIOSO 7º ANO INOVE NA ESCOLA.pdf
ENSINO RELIGIOSO 7º ANO INOVE NA ESCOLA.pdfENSINO RELIGIOSO 7º ANO INOVE NA ESCOLA.pdf
ENSINO RELIGIOSO 7º ANO INOVE NA ESCOLA.pdfLeloIurk1
 

Último (20)

Atividades sobre Coordenadas Geográficas
Atividades sobre Coordenadas GeográficasAtividades sobre Coordenadas Geográficas
Atividades sobre Coordenadas Geográficas
 
Literatura Brasileira - escolas literárias.ppt
Literatura Brasileira - escolas literárias.pptLiteratura Brasileira - escolas literárias.ppt
Literatura Brasileira - escolas literárias.ppt
 
Mapa mental - Classificação dos seres vivos .docx
Mapa mental - Classificação dos seres vivos .docxMapa mental - Classificação dos seres vivos .docx
Mapa mental - Classificação dos seres vivos .docx
 
"É melhor praticar para a nota" - Como avaliar comportamentos em contextos de...
"É melhor praticar para a nota" - Como avaliar comportamentos em contextos de..."É melhor praticar para a nota" - Como avaliar comportamentos em contextos de...
"É melhor praticar para a nota" - Como avaliar comportamentos em contextos de...
 
PROGRAMA DE AÇÃO 2024 - MARIANA DA SILVA MORAES.pdf
PROGRAMA DE AÇÃO 2024 - MARIANA DA SILVA MORAES.pdfPROGRAMA DE AÇÃO 2024 - MARIANA DA SILVA MORAES.pdf
PROGRAMA DE AÇÃO 2024 - MARIANA DA SILVA MORAES.pdf
 
A horta do Senhor Lobo que protege a sua horta.
A horta do Senhor Lobo que protege a sua horta.A horta do Senhor Lobo que protege a sua horta.
A horta do Senhor Lobo que protege a sua horta.
 
PROVA - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL: COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESS...
PROVA - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL: COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESS...PROVA - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL: COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESS...
PROVA - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL: COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESS...
 
Portfolio_Trilha_Meio_Ambiente_e_Sociedade.pdf
Portfolio_Trilha_Meio_Ambiente_e_Sociedade.pdfPortfolio_Trilha_Meio_Ambiente_e_Sociedade.pdf
Portfolio_Trilha_Meio_Ambiente_e_Sociedade.pdf
 
DESAFIO LITERÁRIO - 2024 - EASB/ÁRVORE -
DESAFIO LITERÁRIO - 2024 - EASB/ÁRVORE -DESAFIO LITERÁRIO - 2024 - EASB/ÁRVORE -
DESAFIO LITERÁRIO - 2024 - EASB/ÁRVORE -
 
GÊNERO TEXTUAL - TIRINHAS - Charges - Cartum
GÊNERO TEXTUAL - TIRINHAS - Charges - CartumGÊNERO TEXTUAL - TIRINHAS - Charges - Cartum
GÊNERO TEXTUAL - TIRINHAS - Charges - Cartum
 
Manual da CPSA_1_Agir com Autonomia para envio
Manual da CPSA_1_Agir com Autonomia para envioManual da CPSA_1_Agir com Autonomia para envio
Manual da CPSA_1_Agir com Autonomia para envio
 
Atividade - Letra da música Esperando na Janela.
Atividade -  Letra da música Esperando na Janela.Atividade -  Letra da música Esperando na Janela.
Atividade - Letra da música Esperando na Janela.
 
análise de redação completa - Dissertação
análise de redação completa - Dissertaçãoanálise de redação completa - Dissertação
análise de redação completa - Dissertação
 
Aula de História Ensino Médio Mesopotâmia.pdf
Aula de História Ensino Médio Mesopotâmia.pdfAula de História Ensino Médio Mesopotâmia.pdf
Aula de História Ensino Médio Mesopotâmia.pdf
 
Nós Propomos! " Pinhais limpos, mundo saudável"
Nós Propomos! " Pinhais limpos, mundo saudável"Nós Propomos! " Pinhais limpos, mundo saudável"
Nós Propomos! " Pinhais limpos, mundo saudável"
 
Dicionário de Genealogia, autor Gilber Rubim Rangel
Dicionário de Genealogia, autor Gilber Rubim RangelDicionário de Genealogia, autor Gilber Rubim Rangel
Dicionário de Genealogia, autor Gilber Rubim Rangel
 
JOGO FATO OU FAKE - ATIVIDADE LUDICA(1).pptx
JOGO FATO OU FAKE - ATIVIDADE LUDICA(1).pptxJOGO FATO OU FAKE - ATIVIDADE LUDICA(1).pptx
JOGO FATO OU FAKE - ATIVIDADE LUDICA(1).pptx
 
Bullying, sai pra lá
Bullying,  sai pra láBullying,  sai pra lá
Bullying, sai pra lá
 
Noções de Farmacologia - Flávia Soares.pdf
Noções de Farmacologia - Flávia Soares.pdfNoções de Farmacologia - Flávia Soares.pdf
Noções de Farmacologia - Flávia Soares.pdf
 
ENSINO RELIGIOSO 7º ANO INOVE NA ESCOLA.pdf
ENSINO RELIGIOSO 7º ANO INOVE NA ESCOLA.pdfENSINO RELIGIOSO 7º ANO INOVE NA ESCOLA.pdf
ENSINO RELIGIOSO 7º ANO INOVE NA ESCOLA.pdf
 

Redescobrindopaulo4

  • 4. PAULO E O IMPÉRIO: LENDO AS CARTAS DE PAULO EM SEU CONTEXTO
  • 5. CONFERÊNCIA I - PAULO E O IMPÉRIO: LENDO AS CARTAS DE PAULO EM SEU CONTEXTO
  • 6.
  • 7.  Leste: Capadócia  Norte: Ponto e Bitínia e Montes da Paflagônia  Oeste: Ásia Menor  Sul: Lícia e Panfília (eventualmente unida à Cilícia) e Montes Tauro  Cidade Principal: Ancira (hoje Ancara, capital da Turquia)  Rios: Hális, Sangário
  • 8. GALÁCIA Cidades • Suas principais cidades eram Távio, Pessino e Ancira (Ancara). Domínio Romano - Etnarquia • Durante as guerras civis romanas do primeiro século a.C, o príncipe gálata Amintas adquiriu um grande domínio que, por favor de Augusto, teve a permissão de reter. • O "reino da Galácia" compreendia, além da Galácia propriamente dita, partes da Frígia, Licaônia, Isauria, Pisídia, Panfília e Cilícia ocidental. • Em 25 a.C, o reino de Amintas passou para as mãos dos romanos. Domínio Romano • A administração de alguns dos territórios que Amintas havia adquirido estava sujeito a flutuação (em meados dos anos 40, a Cilícia ocidental, com parte da Licaônia, pertenciam ao reino de Antíoco de Comagene). • Mas no todo a área do domínio de Amintas compreendia a província romana da Galácia.
  • 10. CORINTO Primórdios • Sua maior fama ocorrera sob Periandro (c. 625-583 a.C), mas depois de sobreviver a muitas guerras, acabou finalmente como vítima dos romanos. Destruição pelos romanos • Por causa do importante papel desempenhado por Corinto na guerra aos romanos, como cidade participante da Liga da Acaia, o cônsul Múmio incendiou e arrasou a cidade, matou seus homens e vendeu suas mulheres e crianças como escravos (146 a.C). Anexação à Macedônia • A Acaia tornou-se parte da província da Macedônia; a própria Corinto, embora não fosse abandonada de todo, tornou-se insignificante pelos cem anos seguintes. Refundação por Júlio César • Em 44 a.C. ela foi fundada de novo como colônia por Júlio César, que lhe deu o nome de "Colônia Laus Julia Corinthiensis — Corinto, o Louvor de Júlio―. Em 27 a.C, Augusto separou a Acaia da Macedônia e fez de Corinto a cidade capital. A nova província foi colocada sob o governo do senado. Sendo província senatorial, era governada por um procônsul.
  • 11. GALÁCIA Nova Anexação à Macedônia • Em 44 d.C. houve o início de novo período de união e separação entre a Macedônia e a Acaia. A reputação de Corinto • A prosperidade voltou e, com ela, a reputação de perversidade, embora se deva questionar se de fato Corinto era pior do que qualquer outra cidade portuária do leste do Mediterrâneo. A propaganda ateniense • Há uma suspeita de que a má propaganda ateniense tinha algo que ver com a fama de Corinto quanto à licenciosidade: com frequência os frutos do comércio sofrem a inveja dos que se dedicam à cultura intelectual. A tradição latina • No entanto, não se pode negar que Corinto era uma cidade em que "ninguém senão os mais fortes conseguem sobreviver" (Horácio, Epístolas 1.17.36).
  • 12. ROMA  Plínio, o velho, dissera de Roma que ela excedera em tamanho todas as cidades do mundo (História Natural 3.66s.), e teriam experimentado, nas palavras de Horácio, "a fumaça e a riqueza e o barulho de Roma", a capital e eixo do império (Odes 3.29.12).  ―Sou um cidadão romano‖ – Cícero, discurso contra Verres (Cic. In Ver. 5.2.147)  A associação entre ser cidadão e ser romano é uma das mais fortes relações de identidade que se pode notar no mundo romano.  NICOLET, C. O cidadão e o político. In: GIARDINA, A. O homem romano. Lisboa: Presença, 1992. p. 22. ―Humildes ou poderosos, governados por assembleias ou por magistrados eleitos anualmente e por um senado, ou por um príncipe vitalício (ao lado do qual, aliás, continuam a existir as antigas instituições), nenhuma hesitação é possível: cada romano é um cidadão, e todo aquele que possua ou adquira o ―direito de cidadania‖, a ―cidadania‖ romana, é automaticamente romano‖.  A civilização romana, senhora do Mediterrâneo, tratava os demais povos por meio de relações clientelares. Seu expansionismo fundamentava-se pela sua auto-imagem de
  • 13. O PATRONATO  Dionísio de Halicarnasso, em sua História Antiga de Roma (Antiquitates Romanae), 2.9 ―Rômulo, depois que distinguiu os poderosos dos humildes, deu leis de acordo com aquilo, e dispôs o que cada grupo devia fazer. Os patrícios deviam realizar as funções religiosas, desempenhar os cargos, administrar justiça e dirigir com ele os assuntos públicos, dedicando- se ao que concernia à cidade. Os plebeus estavam excluídos de todo o anterior por serem desprovidos de experiência nestas ocupações e por não ter tempo para elas por causa de sua escassez de meios: deviam cultivar a terra, criar gado e dedicar-se a ofícios lucrativos (...) Aos patrícios entregou os plebeus como ‗depósito‘, ordenando que cada plebeu escolhesse aquele que quisesse como patrono (...) Rômulo prestigiou a relação com um nome adequado, chamando patronato a esta proteção dos pobres e humildes; deu a uns e outros funções úteis, fazendo desta mútua dependência algo benéfico e social.‖
  • 15. • ou pobres por circunstância, que não tinham dinheiro mas que não eram detentores das mazelas comuns aos outros pobres • cuja condição refletia uma índole do espírito. • tinham recursos para participar dos collegia, e que podiam votar, ou ofereciam algum benefício aos seus patronos. • não fazia sentido ser bom com quem não tinha como retribuir. OS CLIENTES
  • 16. Officium do Cliente • Salutatio • Saudar o patrono • Commendatio • Recomendar o patrono • Suffragatio • Votar no parono • Representar o cliente • Sportula • originalmente uma cesta com uma refeição • uma quantia em dinheiro DEVERES DE PATRONOS E CLIENTES
  • 17. O SACERDOTADO • Deuses e homens estavam sempre interagindo na urbs, presentes nos rituais, nos templos, nos jogos, nos eventos públicos. Religião Romana e Civilidade • Os deuses são, antes de tudo, protetores que se devem agradar devidamente, numa relação de troca. O Valor Social das Divindades • A relação dos romanos com seus deuses assemelha-se à relação que os homens devem manter com os reis ou patronos, seguindo o modelo das relações políticas e sociais então vigentes (VEYNE, 1989, p. 204). Religiosidade e Patronato • A religião romana tinha uma face privada e uma outra pública. Dimensões da Religião Romana
  • 20. • a paz e a prosperidade de Roma dependiam da vigilância dos deuses • traria derrotas militares, epidemias ou catástrofes naturais • Religio versus superstitio • Ligada ao Imperador • pater familiae • pontifex maximus • princeps OS CLIENTES
  • 21. Religião Cívica • Obrigações públicas • Cultos e celebrações cívicas • Obrigações privadas • Cultos e celebrações cívicas alternativas RELIGIÃO CÍVICA E CRISTÃ
  • 22. PRESSUPOSTOS 1. Não há na época de Paulo a ideia de ―direita‖ e ―esquerda‖. 2. A separação atual entre religião e política não fazia sentido no Mundo Antigo. 3. Há ―alusões‖ e ―ecos‖ em Paulo do seu contexto de enunciação
  • 23. PRESSUPOSTOS 1. O Império Romano estendeu ao mundo os antigos ideais da República: liberdade e justiça 2. Augusto acabou com a guerra civil, estabeleceu a paz e foi chamado de ―Salvador‖. 3. Liberdade, justiça e paz eram os temas da propaganda imperial. 4. O nome dado aos valores positivos trazidos pelo imperador era ―Evangelho‖. 5. A máquina de guerra romana punia brutalmente rebeliões. 6. O imperador romano era chamado de ―Filho de Deus‖ nas províncias orientais.
  • 24. ROMANOS Rm 12.1 • Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. Rm 12.2 • E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Rm 12.4 • Porque assim como num só corpo temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função…