Redes de Computadores Prof. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address] 2012 Versão 4.0
..tchau marcão! Vai tarde!
Bibliografia Básica e recomendada Tanenbaum, Andrew S. Redes de Computadores. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1997. Redes de Computadores: um abordagem de sistemas, DAVIE, Bruce e PETERSON, Larry, São Paulo, Campus, 2004. Yacoub, Michel. Telecomunicações: princípios e tendências. Editora Érica, 1997.
Fatos Históricos e curiosidades Advento da telegrafia marco ZERO das comunicações modernas (sec. XIX) Cabos Oceânicos em 1866 Sec. XX mais de 600 milhões de linhas Radiopropagação somente no final do sec. XIX Maxwell (1864) Teoria das linhas Guiadas
Estrutura do Sistema Telefônico Alexander Graham Bell (1876) Grande demanda pela invenção Conexão ponto-a-ponto Bell Telephone Company (1878) Comutação manual Os EUA foram invadidos por centrais de comutação Modelo intacto por mais de 100 anos
Central de Comutação
Estrutura do Sistema Telefônico Hoje, 1 par de cobre liga um ponto ate uma central digital 1 a 10 Km Loop Local O capital da AT&T 80% era cobre Atualmente a sinalização é digital
Estrutura do Sistema Telefônico WLL – Wireless Local loop Brasil: Antiga Vesper (adquirida pela Embratel) Telefone “fixo” com mobilidade Transmissão via rádio Dá suporte a Internet?
Estrutura do Sistema Telefônico Sistema digital Vantagens: Pequena taxa de erro Taxa de dados maiores Menor custo de transmissão Desvantagens: Atenuação Distorção
Redes Digitais de Faixa Estreita 1984 – ISDN Principal Serviço: Voz e conferências. Atualmente este padrão é usado em conjunto com outros canais, pois o N-ISDN possui um taxa de 64 Kbps máxima em alguns canais.
Redes Digitais de Faixa Estreita Canais: A – Canal Telefônico analógico B – Canal PCM digital de 64 Kbps C – Canal digital de 8/16 Kbps D – Canal digital de 16 Kbps sinalização E – Canal digital 64 Kbps sinalização interna H – Canal digital de 384, 1.536 ou 1920 Kbps
Redes Digitais de Faixa Estreita Para usuário doméstico é oferecido um pacote de comunicação de 144Kbps (2B+D), somente EUA, no Brasil não houve este tipo de serviço oferecido para uso doméstico. Com a finalidade do usuário de conectar a provedores de acesso a internet (?).
ISDN Modem PCI para computadores 2 canais de 64 kbps 1 canal analógico
ISDN Telefone Digital ISDN
Redes Digitais de Faixa Larga N-ISDN (ou faixa estreita) Foi o elaborado o B-ISDN, voltado para grande quantidade de movimentação de dados. (B de broadband) Baseado em ATM É um tecnologia totalmente diferente da tecnologia usada (circuitos). No Brasil é oferecido um serviço chamado de LP (linha privada), onde a empresa pode comprar até 2048MBytes de transmissão, onde são 30 timeslots de 64  Kbytes.
Problemas nas Redes Digitais Problemas: Não pode usar 1 par trançado Trocar todos os loops por fibra óptica ou par trançado cat. 5 (4 pares)
Modelo de referência OSI (O pen Systems Interconnection )   Modelo criado pela ISO para haver uma padronização em telecomunicações. Antigamente cada empresa tinha o seu meio de comunicação.  Não havia compatibilidade entre as redes. Grandes Ilhas de dados. Foi desenvolvido para ser mais um guia do que uma regra.
Modelo de referência OSI 7 camadas: Física Enlace Rede Transporte Apresentação Sessão Aplicação
Meios Físicos Objetivo é transmitir um fluxo bruto de bits Temos vários meios físicos, cada um com a sua propriedade: Largura de banda Retardo Custo e facilidade de instalação e manutenção
Meio Magnético Forma mais comum utilizando uma fita/disco magnético entre computadores Não é tão sofisticado porem é o que apresenta o menor custo 1 fita de 8mm pode armazenar 7Gbytes de dados Uma caixa de 50x50x50 pode armazenar 1000 fitas 7000 Gbytes / 85400s (24 Horas – Sedex 10) ~83,93 Mbytes/s ou 671Mbits/s Qual o custo? R$10,00/fita R$ 100,00 Sedex 10 R$ 1.100,00 / 7000 Gbytes = R$ 0,15 / Gbytes Impossível oferecer um sistema mais barato
Base teórica  Analise de Fourier Qualquer função periódica estável, com periodo T pode ser construída como a soma de um número de senos e co-senos. Série de Fourier – Se o periodo T for conhecido e as amplitudes forem dadas,a função original do tempo poderá ser encontrada efetuando as somas da equação. http://www.searadaciencia.ufc.br/tintim/matematica/fourier/fourier1.htm Amplitude relacionada com o meio de transmissão – perde energia no tempo. O sinal seria reduzido na amplitude mas não distorcido. Largura de banda esta relacionada com a composição do meio de transmissão (espessura e comprimento) – largura de banda é medido em frequencia.
Base teórica Nyquist e Claude Shannon Para reconstruir um sinal arbitrário precisamos de duas vezes a largura de banda do sinal amostrado. Fórmula no livro Canal sujeito a ruído aleatório (térmico) Relação sinal/ruído Fórmula no livro 10 Log10 S/N (S Potência e N é Ruído) Uma relação 10 S/N corresponde a 10 dB 100 S/N a 20 dB …
Cabo Coaxial Dois tipos de cabos 50 Ohms (transmissões digitais) 75 Ohms (analógicas) Composição: 1 fio de cobre esticado na parte central do cabo Envolvido por um material isolante O isolante é protegido por uma malha solida entrelaçada A malha é coberta por uma capa plástica Utilização: Sistema Telefônico (EUA) Atualmente TV a cabo Redes de computadores
Cabo Coaxial Construção e blindagem proporcionam: Alta Largura de Banda Excelente imunidade ao ruído Distância maiores para transmissão 1 Km a taxa pode chegar a 1 a 2 Gbps
Cabo Coaxial A – Revestimento de Plástico B – Tela de Cobre C – Isolador diaétrico interno D – Núcleo de cobre
Cabo Coaxial
Cabo Coaxial
Cabo Coaxial
Cabo Coaxial de Banda Larga Podem percorrer ate 100 Km devido a sinalização analógica Para transmitir sinais digitais em uma rede analógica, cada interface deve conter um conversor A/D e D/A A banda pode ser dividida em vários canais (dividos em frequências) Canal para Tv, outro para audio, dados,etc..
Cabo Coaxial de Banda Larga Cabo único, como informação volta ao transmissor? 2 opções: 2 cabos paralelos Subsplit (5-30Mhz envia dados e 40-300Mhz recebe dados) Quem coordena nos EUA a faixa de frequência de operação é a FCC, no Brasil é a Anatel.
Cabo Coaxial de Banda Larga 90% das casas da Holanda possui TV a cabo 80% nos EUA Alta concorrência entre operadoras de Telecom x TV na oferta de serviços de dados, voz  e imagem(Triple-play)
Par Trançado É um dos tipos mais usados para conectar computadores Pode ser de dois tipos: UTP (Unshielded Twisted Pair) STP (Shielded Twisted Pair) É o meio de transmissão mais antigo.
Par Trançado Capacidade de transmissão: Cat .  1 - 1Mbps  Cat .  2 - 4Mbps  Cat .  3 - 10Mbps  * Cat .  4 - 16Mbps  Cat . 5 - 100Mbps  * Cat .  5e - 100Mbps ou 1000Mbps  * Cat .  6 - 10.000Mbps  *
Par Trançado
Fibra óptica Estruturas dielétricas com geometria cilíndrica. A energia luminosa propaga-se num longo cilindro central, denominado núcleo. Dimensões do núcleo: 0,001 mm em fibras monomodo. 0,1 mm em fibras multimodo. Trajetória é descrita pelas leis da reflexão e da refração da luz (lei de Snell –óptica geométrica para ângulos de reflexão e refração).
Fibra óptica Evolução através da retirada das impurezas do material: Sílica. Distância de transmissão Monomodo (30 km) Multimodo (2 Km) Principais problemas: Atenuação (enfraquecimento do sinal) Dispersão (deformação do sinal)
Fibra óptica
Fibra óptica
Fusão de Fibra optica
Fusão de Fibra optica
Fusão de Fibra optica
Fusão de Fibra optica
Fusão de Fibra optica
Fusão de Fibra optica
Modem Mo dulador –  Dem odulador Realizar um trabalho/pesquisa sobre o assunto.
Telecomunicações sem Fio Fatos Históricos: James Clerk Maxwell, 1865, previu a capacidade de transmissão eletromagnética. Final do Sec. XIX, Heinrich G. Hertz, demonstrou em laboratório a propagação de ondas de rádio (poucos metros de distância). Em 1897 M.G Marconi estabeleceu uma conexão entre um barco de reboque e uma estação terrena, a 18 milhas de distância, no canal da mancha.
Telecomunicações sem fio O número de oscilações por segundo de uma onda eletromacgnética é chamada de frequência, f , e é medida em Hz. A distância entre dois pontos máximos consecutivos é chamada de comprimento de onda, letra grega lambda,  λ. No vácuo todas as ondas viajam na mesma velocidade, independente da sua frequência, chamada velocidade da luz, 3 x 10 8  m/s
Telecomunicações sem fio Ondas de 1 MHZ tem quase 300 m. Ondas de 30 Ghz tem 1 cm. No Brasil a entidade que regulamenta as faixas de frequência é a Anatel, nos EUA é a FCC. Rádios AM/FM/TV/Celulares/Companhias Telefônicas/Policia/Exército/Governo entre outros. No Mundo ITU-R Problemas na regulamentação entre EUA/Europa-Japão, frequências diferentes.
Transmissão de Rádio Fácil de Gerar Percorrem longas distâncias Penetram nos prédios São mais utilizados para comunicação São Omnidirecionais Transmissor e receptor não precisam estar alinhados
Curiosidade Em 1970 a GM equipou os Cadillacs com freios que impediam o travamento das rodas (controle por computador). Prendia e soltava ao invés de trava-los. Um belo dia um guarda de Ohio começou a usar um rádio móvel para falar com a base. Um Cadillac passou e começou a trotar! (como um cavalo). Ao ser abordado pelo patrulheiro o motorista disse que não fez nada e o carro estava se comportando estranhamente. Estava criado um mito: os cadillacs enloqueciam, mas somente nas estradas de Ohio! Só depois de muito tempo verificaram que a fiação captava a frequência pelo sistema de rádio da polícia. Como uma antena! Por causa desses motivos os governos tem um RÍGIDO controle no uso do espectro de frequência.
Transmissão de rádio
Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana  [email_address]
Telefones sem fio Mobilidade Estação base e um telefone Utilizavam frequências fixas (era possível escutar o vizinho) CT-1 (Cordless Telephone -EUA) CEPT-1 (Europa) Interferência na TV e rádios. Inglaterra criou o CT-2 (que só ligava) Em 1992 foi criado o padrão CT-3 ou DECT, muito próximo dos telefones celulares.
Telefones  Celulares Rádios telefones móveis eram somente para comunicações militares e marítimas, nas primeiras décadas do século XX. Em St. Louis (1946) primeiro sistema, “Aperte o botão para falar” no alto do prédio. Radioamador, Polícia, taxís, etc. Em 1960, utilizava duas frequências uma para enviar e outra para receber.
AMPS Sistema Analógico Criado/Instalado em 1992 pela Bell Labs. 100Km -> 10 células - 10 km - 10 canais MTSC/MSC ->PSTN Handoff
TDMA Sistema Digital Desenvolvido pela grande demanda Compatível com o AMPS A principal diferença é a divisão do canal por 3 intervalos de tempo de acesso. Com isso aumentou a capacidade de usuários.
CDMA Técnica que utiliza o espalhamento espectral do sinal. Todos falam/Todos escutam, mas somente o que querem ouvir. Diferenciação através dos níveis de potência em cada faixa de frequência.
GSM É o padrão mais utilizado no mundo Foco em segurança e portabilidade Cartão SIM e terminal móvel com um número de 15 digitos cada. Utiliza a modulação 0,3GMSK e a divisão de tempo de acesso em 8 intervalos de tempo.
Antenas
Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana  [email_address]
Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana  [email_address]
Redes  de Computadores Número Grande de computadores isolados (Acesso a dados centralizados) Confiabilidade/Acessibilidade Economia  de recursos tecnológicos Cliente/Servidor “ Boom” em 1980, todos tinham um padrão para redes. IEEE/ISO/ANSI
Topologia Fisica Topologia física esta relacionada em como serão conectados os meios de transmissão de bits. Tipos físicos: Barramento Anel – Aneis Interconectados Estrela Completa Árvore Irregular
LAN – MAN - WAN Distância Localização Exemplo 0,1 m Placa do circuito Equipamento 1 m Sistema Equipamento 10 m Sala Rede Local 100 m Prédio 1 km Campus 10 km Cidade Rede Metropolitana 100 km País Rede Geograficamente Distribuída 1.000 km Continente 10.000 km Planeta A Inter-Rede
Par trançado, lembra dele? 4 pares: BA/A - BL/L - BV/V - BM/M Padronizaram a seqüência de cores! 568A 568B Além de outras normas para cabeamento estruturado, por exemplo, ligação entre andares, central de telecomunicações.  (ver texto sobre cabeamento estruturado)
Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana  [email_address]
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Instalação Física
Instalação Física
Instalação Física
Instalação Física
Instalação Física
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O QUE NÃO FAZER!!!!
O QUE NÃO FAZER!!!!
Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana  [email_address]
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Modelo de Referência TCP/IP Baseado no modelo OSI Suprimiu algumas camadas, mas unificou outras 4 camadas:  Host/Rede Inter-Rede Transporte Aplicação
OSI x TCP/IP
Camada de Enlace Camada 2 do modelo OSI Vários padrões e equipamentos Ethernet Atm Frame-relay PPP Token Ring FDDI HDLC Detecta mas não corrige erros (ruidos na rede podem interferir na transmissão) Transmite as informações no formato de quadros Não importa com o que está enviando
PPP Point-to-point protocol Conexão serial PPPoE (over ethernet) e PPPoA (over atm) LCP (link control protocol) NCP (network control protocol) BCP (bridge control protocol) RFC 1661 MLPPP (agregação de links)
Frame-Relay Frame-relay é um meio de comunicação orientado a conexão Linha privada virtual permanente Linha privada real o usuário pode utilizar sem perdas de dados. (virtual os dados são transportados em rajadas) O usuário é responsável pelo controle do fluxo e de erros, assim como  a recuperação de dados descartados  MLFR (agregação de links)
Frame-Relay
ATM – Asynchronous Transfer Mode Utiliza comutação de células! Não há um fechamento de sinal entre o transmissor e o receptor (circuitos) e sim os dados podem chegar de diferentes origens Não há necessidade de fluxo contínuo de dados
ATM – Asynchronous Transfer Mode Meios comuns de transmissão: Fibras ópticas Cabos coaxial ou par trançado (cat 5).
ATM – Asynchronous Transfer Mode Ideia básica: Transmitir os dados em tamanhos fixos, chamados de células As células tem 53 bytes (5 bytes cabeçalho e 48 bytes a carga)
ATM – Asynchronous Transfer Mode Vantagens: Taxa constante Velocidades altas Velocidade ate 10 Gbps
ATM Switch ATM MSS (Nortel)
ATM Taxa de 155 Mbps http://www.necel.com/comm/en/atm/d98412
Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana  [email_address] Rede Nacional de Pesquisa
Redes Ethernet Surgiu em 1972 – Xerox – cabo coaxial e taxa de 2.94 mbps Network Alto Aloha – primeiro nome Ethernet – ether (meio físico de transporte dos bits funciona da mesma maneira que o éter funciona no envio de ondas eletromagnéticas no espaço) IEEE – 1980 Padronizou com o número 802.3 – Ethernet
Como funciona? Três elementos: meio físico, regras de controle de acesso ao meio e o quadro ethernet.
Características Opera a 10 Mbps Quadros de 64 a 1518 bytes Endereçamento pelo Mac address (único na rede de 6 bytes -3 fabricante e 3 identificação da placa) Subcamada MAC – controla  a transmissão e recepção
Características da subcamada MAC Modo de transmissão: half-duplex/Full-duplex Encapsulamento para camadas superiores Desencapsulamento para camadas superiores Transmissão de quadros Recepção de quadros
Half/full Duplex
Regras de controle de acesso ao meio Half-duplex: uma estação transmite a outra fica em silêncio. O controle fica a cargo do CSMA/CD (Carrier Sense Multiple Access with Collision Detection), qualquer estação pode transmitir quando percebe que o meio está livre. Quando duas estações simultaneamente resolvem transmitir ocorre uma colisão e os pacores são corrompidos. O pacote é retransmitido após um intervalo de tempo aleatório.
Meios de transmissão
Fast Ethernet? Manteve o padrão ethernet, formato do quadro, tamanho, mecanismo de detecção de erro. Mudança mesmo foi na velocidade para 100 Mbps. Modo de transmissão half ou full-duplex. Não houve mudanças no método de acesso ao meio CSMA/CD para half-duplex.
Já no full-duplex… Não existe diferenciação em quem está enviando ou recebendo. Banda de 200 Mbps.
1 e 10 Gigabit ethernet Pesquisar meios de transmissão, pois funcionamento é o mesmo. Fabricantes que oferecem equipamentos que operam em 1 e 10 Gbits. 40 Gbits e 100 Gbits?
Equipamentos e comandos Switches (comutadores – não usual) Diversos modelos e fabricantes Para todas as faixas econômicas “ Do mão de vaca” ao “To nem ai” Diversos padrões (features) implementadas nos equipamentos: como prioridade de tráfego, divisão de redes virtuais, energia pelo rede, agrupamento de links, controle de loop (STP).
Pesquisa Qual a função do comando ARP? Pequisar todas as suas funções, qualquer sistema operacional possui estes comandos. Analise de Tráfego pelo Ethereal/Wireshark de um datagrama capturado na rede Analise de Tráfego do segundo pacote capturado e dizer qual informação está sendo enviada em texto plano.
Camada de Rede Camada Complexa Possibilita a conectividade e seleção de caminhos entre dois sistemas diferentes. Redes heterogêneas
ARPANET ARPA (Advanced Research Projects Agency) – Divisão do Pentágono 1957 – Guerra Fria Selecionava apenas o melhores projetos Troca de comutação de circuitos por pacotes Implementação de redes entre universidades Compartilhamento de informações Redes diversas – problemas de compatibilidade
NSFNET NSF (National Science Foundation) Criou sua própria rede – Dificuldade de acesso a rede da ARPANET Adotou o TCP/IP para conectar os pontos, trabalhando com diversos tipos de redes Criou o primeiro backbone TCP/IP a 56 Kbps
INTERNET Surgiu da união entre a ARPANET e a NSFNET Basicamente interconexão entre gateways com links de grande velocidade e redundância.
INTERNET
TCP/IP Endereçamento IP Endereçamento de 32 bits, divididos em 4 octetos. De 00000000. 00000000. 00000000. 00000000 Até 11111111. 11111111. 11111111. 11111111 Ou 0.0.0.0 até 255.255.255.255
Classe de endereçamento Nós temos dois componentes no endereçamento, número de rede e o número de host. Rede: identifica em qual segmento de rede o host estará associado. Host: identificação única do host em um segmento de rede.
Conversão de Endereço 10000111.10111010.00001000.10101010 10010100.10101110.01000100.10101001 11000011.10101010.00100110.00101110 11100001.11111010.01100000.01011101 220.100.44.51 192.168.0.100 172.16.67.0 10.176.57.8
Classe de endereçamento Classe A – 1 à 126… Classe B – 128 à 191… Classe C – 192 à 223… Classe D – 224 à 239… Classe E – 240 à 254… (reservado para uso futuro)
Subredes? 1 -  Considere o endereço de rede da classe "C"  198.100.20.0/24  da empresa norte-americana Toshiba America Medical Systems. O administrador desta rede nos solicitou auxilio para criar  13   sub-redes . Prontamente, você colaborou na execução desta tarefa de consultoria e encontrou diversos valores que foram apresentados ao administrador da rede. De acordo com os valores encontrados, responda : 1  - Qual será a nova máscara para atender ao pedido do administrador representada nas duas notações(decimal e ciderizada) ? 2 - Quantas sub-redes serão criadas de fato ? Qual o endereço da  1ª  sub-rede válida ? 3 - Quantos hosts por sub-rede serão criados ? 4 - Qual o endereço de broadcast da  2ª  sub-rede válida ? 5 - Qual a faixa de endereços destinada a numeração de hosts da  3ª  sub-rede válida ?
Resolução exercício 1 1 – 255.255.255.240 ou 28 2 – 16 subredes – 192.168.20.0 (se for tabalhar com protocolos de roteamento a primeira e a última subrede tem que ser eliminada, portanto 192.168.20.16 3 – 14 hosts (1 rede + 1 broadcast) 4 – 192.168.20.32 5 – 192.168.20.49 - 63
Camada de Transporte Fornece serviços para a camada superior (sessão) e usa os serviços da camada inferior (rede) As operações entre as entidades adjacentes ocorrem nos “pontos de acesso de serviços”(SAP – Service Access Point). Esses pontos são denominados TSAP (Transport Service Access Point) As TSAPs utilização de primitivas de servços: Request – Pedido de serviço Indication – ocorrência de serviço Response  - resposta ao pedido Confirmation – pedido completado Serviço Confirmado – Usa as quatros primitivas Serviço Não confirmado – usa apenas as duas primeiras
Camada de Transporte Os dados são recebidos na forma de TSDU (Transport Service Data Unit) – contém informações sobre como deve ser usadas para serem transmitidas. Os componetes da rede trocam informações denominados TPDU ( Transport Protocol Data Unit)
 
Camada de Transporte A ISO define dois protocolos de transportes Serviços Orientados a conexão Serviços não-orientados a conexão
Orientado a Conexão O objetivo dessa modalidade do protocolo de transporte (com conexão) é prover a qualidade de serviço (QOS -  Quality Of Service ) necessária às aplicações. Suas principais funções são:  mapeamento de endereços de transporte em endereços de rede;  estabelecimento de conexão;  multiplexação de conexões de transporte em conexões de rede;  segmentação e concatenação de unidades de dados;  recuperação de erros fim-a-fim;  controle de seqüência fim-a-fim sobre cada conexão de transporte;  controle de fluxo fim-a-fim sobre cada conexão;  monitoração da qualidade de serviço prestada;  transferência de dados expressos.
Classes de serviços Classe 0: classe simples Classe 1: classe com recuperação básica de erros Classe 2: classe com multiplexação Classe 3: classe com recuperação de erros e multiplexação Classe 4: classe com detecção e recuperação de erros PESQUISAR ONDE É APLICADO CADA CLASSE!
Formato das TPDU  Todas as TPDU devem conter um número inteiro de octetos que são numerados a partir de 1 e na ordem crescente em que são colocados na NSDU. Os  bits  no octeto são numerados de 1 até 8, onde o  bit  1 é o de menor ordem. Na representação de números binários que usam octetos consecutivos, o octeto de menor ordem tem o valor mais significativo.  Podemos representar a constituição de uma TPDU, genericamente, por:  um cabeçalho constituído de:  - um campo indicador de tamanho  LI ; - uma  parte fixa  e - uma  parte variável  (se existir); um campo de dados (se existir).
Estabelecimento de Conexão De forma bem ampla, uma conexão de transporte tem por objetivos trocar dados entre as entidades pares, prestando serviços aos seus usuários. Permite que cada usuário verifique a disponibilidade do usuário parceiro, podendo negociar parâmetros opcionais da conexão e realizar a alocação dos recursos necessários à comunicação entre tais usuários.  No modo orientado à conexão, cada conexão é vista como um par de filas interconectando dois (2) TSAP. Existe uma fila para cada direção do fluxo.
Estabelecimento de Conexão
Para o estabelecimento de uma conexão de transporte, um usuário de transporte solicita o estabelecimento de uma conexão de transporte através da primitivaT-CONNECT- request , gerando uma TPDU-CR com alguns parâmetros como os que segue:  endereço chamado (TSAP) endereço chamador (TSAP) proposta de classe a ser usada crédito para o controle de fluxo (tamanho da janela) e tipo de numeracão (normal ou estendida). Estabelecimento de Conexão
Estabelecimento de Conexão Pode conter outros parâmetros que estão na parte variável da TPDU, tais como:  tamanho máximo das TPDU throughput taxa de erro residual atraso de trânsito utilização dos serviços de dados expressos e de reconhecimento da camada de rede (para a classe1) utilização de soma verificadora (para a classe 4) especificação de tempo máximo de reconhecimento das TPDU-DT (classe 4) tempo máximo para a realização de reassociação da conexão de transporte após falha da conexão de rede (para as classes 1 e 3)
Quando o usuário de transporte remoto recebe a indicação de um pedido de conexão, ele envia uma T-CONNECT- response , gerando uma TPDU-CC com as respostas aos parâmetros da TPDU-CR. Logo que a entidade de transporte originadora da TPDU-CR receber a TPDU-CC, ela responderá ao seu usuário com uma T-CONNECT- confirmation . Esse mecanismo é conhecido como  two-way handshake  e a figura que segue o exemplifica.  Estabelecimento de Conexão
Estabelecimento de Conexão No caso específico da classe 4, este mecanismo apenas de pedido e confirmação não é o suficiente, deve-se realizar a confirmação da confirmação. Essa última confirmação pode ser feita através de uma TPDU-DT como mostra o exemplo abaixo. Esse macanismo é conhecido como  three-way handshake .
TCP/UDP TCP – Transmission Control Protocol UDP – User Datagram Protocol
TCP Orientado à conexão Ponto a ponto Confiabilidade Full duplex Entrega ordenada (da aplicação) Controle de Fluxo (ack)
TCP 3 Fases Estabelecimento Transferência Término da conexão
TCP
TCP
TCP
TRANSFERÊNCIA DE DADOS  Pesquisar sobre a transferência de dados na camada de transporte utilizando TCP.
UDP Protocolo não confiável Fluxo de bytes sem inicio e sem fim Serviço sem conexão Serviços de Broadcast e Multicast
UDP
Camada de Sessão Permite que diferente aplicações estabeleçam uma sessão de comunicação para troca de informações. Nesta sessão é feita a transmissão de dados e quais dados serão enviados.  Permite que mesmo após o desligamento  ou interrupção da comunicação, os dados podem ser enviados a partir do ponto de parada.
Camada de Apresentação Responsável pela formatação de dados e é a responsável pelo encapsulamento das informações em pacotes. Converte a informação recebida em um formato que comum a ser usado em uma transmissão de dados. Pode haver compressão de dados e criptografia
Camada de Aplicação Sétima camada do modelo OSI Aplicações em Geral Cada uma utiliza um protocolo especifico para o seu funcionamento
Protocolos Http Smtp Ftp Ssh Telnet SIP RDP
INTRANET Rede Corporativa de dados ou voz Pode ser  usada  para inter-conectar setores distantes geograficamente, ou a propria LAN interna. A diferença é o aproveitamento desses recursos ( www/@/ftp ) Ex: Livro de Ponto On-line, Requisição de veículos, requisição de equipamentos. Economia de PAPEL!!!
EXTRANET É o acesso externo a rede corporativa Tem a finalidade de integração entre produtor / vendedor / comprador / fornecedor Agilizando PROCESSOS internos na empresa B2B – B2C
Thank you for watching, if I do not see you again... Have a great life!

Redes De Computadores

  • 1.
    Redes de ComputadoresProf. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address] 2012 Versão 4.0
  • 2.
  • 3.
    Bibliografia Básica erecomendada Tanenbaum, Andrew S. Redes de Computadores. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1997. Redes de Computadores: um abordagem de sistemas, DAVIE, Bruce e PETERSON, Larry, São Paulo, Campus, 2004. Yacoub, Michel. Telecomunicações: princípios e tendências. Editora Érica, 1997.
  • 4.
    Fatos Históricos ecuriosidades Advento da telegrafia marco ZERO das comunicações modernas (sec. XIX) Cabos Oceânicos em 1866 Sec. XX mais de 600 milhões de linhas Radiopropagação somente no final do sec. XIX Maxwell (1864) Teoria das linhas Guiadas
  • 5.
    Estrutura do SistemaTelefônico Alexander Graham Bell (1876) Grande demanda pela invenção Conexão ponto-a-ponto Bell Telephone Company (1878) Comutação manual Os EUA foram invadidos por centrais de comutação Modelo intacto por mais de 100 anos
  • 6.
  • 7.
    Estrutura do SistemaTelefônico Hoje, 1 par de cobre liga um ponto ate uma central digital 1 a 10 Km Loop Local O capital da AT&T 80% era cobre Atualmente a sinalização é digital
  • 8.
    Estrutura do SistemaTelefônico WLL – Wireless Local loop Brasil: Antiga Vesper (adquirida pela Embratel) Telefone “fixo” com mobilidade Transmissão via rádio Dá suporte a Internet?
  • 9.
    Estrutura do SistemaTelefônico Sistema digital Vantagens: Pequena taxa de erro Taxa de dados maiores Menor custo de transmissão Desvantagens: Atenuação Distorção
  • 10.
    Redes Digitais deFaixa Estreita 1984 – ISDN Principal Serviço: Voz e conferências. Atualmente este padrão é usado em conjunto com outros canais, pois o N-ISDN possui um taxa de 64 Kbps máxima em alguns canais.
  • 11.
    Redes Digitais deFaixa Estreita Canais: A – Canal Telefônico analógico B – Canal PCM digital de 64 Kbps C – Canal digital de 8/16 Kbps D – Canal digital de 16 Kbps sinalização E – Canal digital 64 Kbps sinalização interna H – Canal digital de 384, 1.536 ou 1920 Kbps
  • 12.
    Redes Digitais deFaixa Estreita Para usuário doméstico é oferecido um pacote de comunicação de 144Kbps (2B+D), somente EUA, no Brasil não houve este tipo de serviço oferecido para uso doméstico. Com a finalidade do usuário de conectar a provedores de acesso a internet (?).
  • 13.
    ISDN Modem PCIpara computadores 2 canais de 64 kbps 1 canal analógico
  • 14.
  • 15.
    Redes Digitais deFaixa Larga N-ISDN (ou faixa estreita) Foi o elaborado o B-ISDN, voltado para grande quantidade de movimentação de dados. (B de broadband) Baseado em ATM É um tecnologia totalmente diferente da tecnologia usada (circuitos). No Brasil é oferecido um serviço chamado de LP (linha privada), onde a empresa pode comprar até 2048MBytes de transmissão, onde são 30 timeslots de 64 Kbytes.
  • 16.
    Problemas nas RedesDigitais Problemas: Não pode usar 1 par trançado Trocar todos os loops por fibra óptica ou par trançado cat. 5 (4 pares)
  • 17.
    Modelo de referênciaOSI (O pen Systems Interconnection ) Modelo criado pela ISO para haver uma padronização em telecomunicações. Antigamente cada empresa tinha o seu meio de comunicação. Não havia compatibilidade entre as redes. Grandes Ilhas de dados. Foi desenvolvido para ser mais um guia do que uma regra.
  • 18.
    Modelo de referênciaOSI 7 camadas: Física Enlace Rede Transporte Apresentação Sessão Aplicação
  • 19.
    Meios Físicos Objetivoé transmitir um fluxo bruto de bits Temos vários meios físicos, cada um com a sua propriedade: Largura de banda Retardo Custo e facilidade de instalação e manutenção
  • 20.
    Meio Magnético Formamais comum utilizando uma fita/disco magnético entre computadores Não é tão sofisticado porem é o que apresenta o menor custo 1 fita de 8mm pode armazenar 7Gbytes de dados Uma caixa de 50x50x50 pode armazenar 1000 fitas 7000 Gbytes / 85400s (24 Horas – Sedex 10) ~83,93 Mbytes/s ou 671Mbits/s Qual o custo? R$10,00/fita R$ 100,00 Sedex 10 R$ 1.100,00 / 7000 Gbytes = R$ 0,15 / Gbytes Impossível oferecer um sistema mais barato
  • 21.
    Base teórica Analise de Fourier Qualquer função periódica estável, com periodo T pode ser construída como a soma de um número de senos e co-senos. Série de Fourier – Se o periodo T for conhecido e as amplitudes forem dadas,a função original do tempo poderá ser encontrada efetuando as somas da equação. http://www.searadaciencia.ufc.br/tintim/matematica/fourier/fourier1.htm Amplitude relacionada com o meio de transmissão – perde energia no tempo. O sinal seria reduzido na amplitude mas não distorcido. Largura de banda esta relacionada com a composição do meio de transmissão (espessura e comprimento) – largura de banda é medido em frequencia.
  • 22.
    Base teórica Nyquiste Claude Shannon Para reconstruir um sinal arbitrário precisamos de duas vezes a largura de banda do sinal amostrado. Fórmula no livro Canal sujeito a ruído aleatório (térmico) Relação sinal/ruído Fórmula no livro 10 Log10 S/N (S Potência e N é Ruído) Uma relação 10 S/N corresponde a 10 dB 100 S/N a 20 dB …
  • 23.
    Cabo Coaxial Doistipos de cabos 50 Ohms (transmissões digitais) 75 Ohms (analógicas) Composição: 1 fio de cobre esticado na parte central do cabo Envolvido por um material isolante O isolante é protegido por uma malha solida entrelaçada A malha é coberta por uma capa plástica Utilização: Sistema Telefônico (EUA) Atualmente TV a cabo Redes de computadores
  • 24.
    Cabo Coaxial Construçãoe blindagem proporcionam: Alta Largura de Banda Excelente imunidade ao ruído Distância maiores para transmissão 1 Km a taxa pode chegar a 1 a 2 Gbps
  • 25.
    Cabo Coaxial A– Revestimento de Plástico B – Tela de Cobre C – Isolador diaétrico interno D – Núcleo de cobre
  • 26.
  • 27.
  • 28.
  • 29.
    Cabo Coaxial deBanda Larga Podem percorrer ate 100 Km devido a sinalização analógica Para transmitir sinais digitais em uma rede analógica, cada interface deve conter um conversor A/D e D/A A banda pode ser dividida em vários canais (dividos em frequências) Canal para Tv, outro para audio, dados,etc..
  • 30.
    Cabo Coaxial deBanda Larga Cabo único, como informação volta ao transmissor? 2 opções: 2 cabos paralelos Subsplit (5-30Mhz envia dados e 40-300Mhz recebe dados) Quem coordena nos EUA a faixa de frequência de operação é a FCC, no Brasil é a Anatel.
  • 31.
    Cabo Coaxial deBanda Larga 90% das casas da Holanda possui TV a cabo 80% nos EUA Alta concorrência entre operadoras de Telecom x TV na oferta de serviços de dados, voz e imagem(Triple-play)
  • 32.
    Par Trançado Éum dos tipos mais usados para conectar computadores Pode ser de dois tipos: UTP (Unshielded Twisted Pair) STP (Shielded Twisted Pair) É o meio de transmissão mais antigo.
  • 33.
    Par Trançado Capacidadede transmissão: Cat . 1 - 1Mbps Cat . 2 - 4Mbps Cat . 3 - 10Mbps * Cat . 4 - 16Mbps Cat . 5 - 100Mbps * Cat . 5e - 100Mbps ou 1000Mbps * Cat . 6 - 10.000Mbps *
  • 34.
  • 35.
    Fibra óptica Estruturasdielétricas com geometria cilíndrica. A energia luminosa propaga-se num longo cilindro central, denominado núcleo. Dimensões do núcleo: 0,001 mm em fibras monomodo. 0,1 mm em fibras multimodo. Trajetória é descrita pelas leis da reflexão e da refração da luz (lei de Snell –óptica geométrica para ângulos de reflexão e refração).
  • 36.
    Fibra óptica Evoluçãoatravés da retirada das impurezas do material: Sílica. Distância de transmissão Monomodo (30 km) Multimodo (2 Km) Principais problemas: Atenuação (enfraquecimento do sinal) Dispersão (deformação do sinal)
  • 37.
  • 38.
  • 39.
  • 40.
  • 41.
  • 42.
  • 43.
  • 44.
  • 45.
    Modem Mo dulador– Dem odulador Realizar um trabalho/pesquisa sobre o assunto.
  • 46.
    Telecomunicações sem FioFatos Históricos: James Clerk Maxwell, 1865, previu a capacidade de transmissão eletromagnética. Final do Sec. XIX, Heinrich G. Hertz, demonstrou em laboratório a propagação de ondas de rádio (poucos metros de distância). Em 1897 M.G Marconi estabeleceu uma conexão entre um barco de reboque e uma estação terrena, a 18 milhas de distância, no canal da mancha.
  • 47.
    Telecomunicações sem fioO número de oscilações por segundo de uma onda eletromacgnética é chamada de frequência, f , e é medida em Hz. A distância entre dois pontos máximos consecutivos é chamada de comprimento de onda, letra grega lambda, λ. No vácuo todas as ondas viajam na mesma velocidade, independente da sua frequência, chamada velocidade da luz, 3 x 10 8 m/s
  • 48.
    Telecomunicações sem fioOndas de 1 MHZ tem quase 300 m. Ondas de 30 Ghz tem 1 cm. No Brasil a entidade que regulamenta as faixas de frequência é a Anatel, nos EUA é a FCC. Rádios AM/FM/TV/Celulares/Companhias Telefônicas/Policia/Exército/Governo entre outros. No Mundo ITU-R Problemas na regulamentação entre EUA/Europa-Japão, frequências diferentes.
  • 49.
    Transmissão de RádioFácil de Gerar Percorrem longas distâncias Penetram nos prédios São mais utilizados para comunicação São Omnidirecionais Transmissor e receptor não precisam estar alinhados
  • 50.
    Curiosidade Em 1970a GM equipou os Cadillacs com freios que impediam o travamento das rodas (controle por computador). Prendia e soltava ao invés de trava-los. Um belo dia um guarda de Ohio começou a usar um rádio móvel para falar com a base. Um Cadillac passou e começou a trotar! (como um cavalo). Ao ser abordado pelo patrulheiro o motorista disse que não fez nada e o carro estava se comportando estranhamente. Estava criado um mito: os cadillacs enloqueciam, mas somente nas estradas de Ohio! Só depois de muito tempo verificaram que a fiação captava a frequência pelo sistema de rádio da polícia. Como uma antena! Por causa desses motivos os governos tem um RÍGIDO controle no uso do espectro de frequência.
  • 51.
  • 52.
    Rodrigo Cesar BenagliaPiovesana [email_address]
  • 53.
    Telefones sem fioMobilidade Estação base e um telefone Utilizavam frequências fixas (era possível escutar o vizinho) CT-1 (Cordless Telephone -EUA) CEPT-1 (Europa) Interferência na TV e rádios. Inglaterra criou o CT-2 (que só ligava) Em 1992 foi criado o padrão CT-3 ou DECT, muito próximo dos telefones celulares.
  • 54.
    Telefones CelularesRádios telefones móveis eram somente para comunicações militares e marítimas, nas primeiras décadas do século XX. Em St. Louis (1946) primeiro sistema, “Aperte o botão para falar” no alto do prédio. Radioamador, Polícia, taxís, etc. Em 1960, utilizava duas frequências uma para enviar e outra para receber.
  • 55.
    AMPS Sistema AnalógicoCriado/Instalado em 1992 pela Bell Labs. 100Km -> 10 células - 10 km - 10 canais MTSC/MSC ->PSTN Handoff
  • 56.
    TDMA Sistema DigitalDesenvolvido pela grande demanda Compatível com o AMPS A principal diferença é a divisão do canal por 3 intervalos de tempo de acesso. Com isso aumentou a capacidade de usuários.
  • 57.
    CDMA Técnica queutiliza o espalhamento espectral do sinal. Todos falam/Todos escutam, mas somente o que querem ouvir. Diferenciação através dos níveis de potência em cada faixa de frequência.
  • 58.
    GSM É opadrão mais utilizado no mundo Foco em segurança e portabilidade Cartão SIM e terminal móvel com um número de 15 digitos cada. Utiliza a modulação 0,3GMSK e a divisão de tempo de acesso em 8 intervalos de tempo.
  • 59.
  • 60.
    Rodrigo Cesar BenagliaPiovesana [email_address]
  • 61.
    Rodrigo Cesar BenagliaPiovesana [email_address]
  • 62.
    Redes deComputadores Número Grande de computadores isolados (Acesso a dados centralizados) Confiabilidade/Acessibilidade Economia de recursos tecnológicos Cliente/Servidor “ Boom” em 1980, todos tinham um padrão para redes. IEEE/ISO/ANSI
  • 63.
    Topologia Fisica Topologiafísica esta relacionada em como serão conectados os meios de transmissão de bits. Tipos físicos: Barramento Anel – Aneis Interconectados Estrela Completa Árvore Irregular
  • 64.
    LAN – MAN- WAN Distância Localização Exemplo 0,1 m Placa do circuito Equipamento 1 m Sistema Equipamento 10 m Sala Rede Local 100 m Prédio 1 km Campus 10 km Cidade Rede Metropolitana 100 km País Rede Geograficamente Distribuída 1.000 km Continente 10.000 km Planeta A Inter-Rede
  • 65.
    Par trançado, lembradele? 4 pares: BA/A - BL/L - BV/V - BM/M Padronizaram a seqüência de cores! 568A 568B Além de outras normas para cabeamento estruturado, por exemplo, ligação entre andares, central de telecomunicações. (ver texto sobre cabeamento estruturado)
  • 66.
    Rodrigo Cesar BenagliaPiovesana [email_address]
  • 67.
    Rodrigo Cesar BenagliaPiovesana [email_address]
  • 68.
    Rodrigo Cesar BenagliaPiovesana [email_address]
  • 69.
    Rodrigo Cesar BenagliaPiovesana [email_address]
  • 70.
    Rodrigo Cesar BenagliaPiovesana [email_address]
  • 71.
  • 72.
  • 73.
  • 74.
  • 75.
  • 76.
  • 77.
    O QUE NÃOFAZER!!!!
  • 78.
    O QUE NÃOFAZER!!!!
  • 79.
    Rodrigo Cesar BenagliaPiovesana [email_address]
  • 80.
    O QUE NÃOFAZER!!!!
  • 81.
    Rodrigo Cesar BenagliaPiovesana [email_address]
  • 82.
    Rodrigo Cesar BenagliaPiovesana [email_address]
  • 83.
    Rodrigo Cesar BenagliaPiovesana [email_address]
  • 84.
    Rodrigo Cesar BenagliaPiovesana [email_address]
  • 85.
  • 86.
  • 87.
  • 88.
  • 89.
    Modelo de ReferênciaTCP/IP Baseado no modelo OSI Suprimiu algumas camadas, mas unificou outras 4 camadas: Host/Rede Inter-Rede Transporte Aplicação
  • 90.
  • 91.
    Camada de EnlaceCamada 2 do modelo OSI Vários padrões e equipamentos Ethernet Atm Frame-relay PPP Token Ring FDDI HDLC Detecta mas não corrige erros (ruidos na rede podem interferir na transmissão) Transmite as informações no formato de quadros Não importa com o que está enviando
  • 92.
    PPP Point-to-point protocolConexão serial PPPoE (over ethernet) e PPPoA (over atm) LCP (link control protocol) NCP (network control protocol) BCP (bridge control protocol) RFC 1661 MLPPP (agregação de links)
  • 93.
    Frame-Relay Frame-relay éum meio de comunicação orientado a conexão Linha privada virtual permanente Linha privada real o usuário pode utilizar sem perdas de dados. (virtual os dados são transportados em rajadas) O usuário é responsável pelo controle do fluxo e de erros, assim como a recuperação de dados descartados MLFR (agregação de links)
  • 94.
  • 95.
    ATM – AsynchronousTransfer Mode Utiliza comutação de células! Não há um fechamento de sinal entre o transmissor e o receptor (circuitos) e sim os dados podem chegar de diferentes origens Não há necessidade de fluxo contínuo de dados
  • 96.
    ATM – AsynchronousTransfer Mode Meios comuns de transmissão: Fibras ópticas Cabos coaxial ou par trançado (cat 5).
  • 97.
    ATM – AsynchronousTransfer Mode Ideia básica: Transmitir os dados em tamanhos fixos, chamados de células As células tem 53 bytes (5 bytes cabeçalho e 48 bytes a carga)
  • 98.
    ATM – AsynchronousTransfer Mode Vantagens: Taxa constante Velocidades altas Velocidade ate 10 Gbps
  • 99.
    ATM Switch ATMMSS (Nortel)
  • 100.
    ATM Taxa de155 Mbps http://www.necel.com/comm/en/atm/d98412
  • 101.
    Rodrigo Cesar BenagliaPiovesana [email_address] Rede Nacional de Pesquisa
  • 102.
    Redes Ethernet Surgiuem 1972 – Xerox – cabo coaxial e taxa de 2.94 mbps Network Alto Aloha – primeiro nome Ethernet – ether (meio físico de transporte dos bits funciona da mesma maneira que o éter funciona no envio de ondas eletromagnéticas no espaço) IEEE – 1980 Padronizou com o número 802.3 – Ethernet
  • 103.
    Como funciona? Trêselementos: meio físico, regras de controle de acesso ao meio e o quadro ethernet.
  • 104.
    Características Opera a10 Mbps Quadros de 64 a 1518 bytes Endereçamento pelo Mac address (único na rede de 6 bytes -3 fabricante e 3 identificação da placa) Subcamada MAC – controla a transmissão e recepção
  • 105.
    Características da subcamadaMAC Modo de transmissão: half-duplex/Full-duplex Encapsulamento para camadas superiores Desencapsulamento para camadas superiores Transmissão de quadros Recepção de quadros
  • 106.
  • 107.
    Regras de controlede acesso ao meio Half-duplex: uma estação transmite a outra fica em silêncio. O controle fica a cargo do CSMA/CD (Carrier Sense Multiple Access with Collision Detection), qualquer estação pode transmitir quando percebe que o meio está livre. Quando duas estações simultaneamente resolvem transmitir ocorre uma colisão e os pacores são corrompidos. O pacote é retransmitido após um intervalo de tempo aleatório.
  • 108.
  • 109.
    Fast Ethernet? Manteveo padrão ethernet, formato do quadro, tamanho, mecanismo de detecção de erro. Mudança mesmo foi na velocidade para 100 Mbps. Modo de transmissão half ou full-duplex. Não houve mudanças no método de acesso ao meio CSMA/CD para half-duplex.
  • 110.
    Já no full-duplex…Não existe diferenciação em quem está enviando ou recebendo. Banda de 200 Mbps.
  • 111.
    1 e 10Gigabit ethernet Pesquisar meios de transmissão, pois funcionamento é o mesmo. Fabricantes que oferecem equipamentos que operam em 1 e 10 Gbits. 40 Gbits e 100 Gbits?
  • 112.
    Equipamentos e comandosSwitches (comutadores – não usual) Diversos modelos e fabricantes Para todas as faixas econômicas “ Do mão de vaca” ao “To nem ai” Diversos padrões (features) implementadas nos equipamentos: como prioridade de tráfego, divisão de redes virtuais, energia pelo rede, agrupamento de links, controle de loop (STP).
  • 113.
    Pesquisa Qual afunção do comando ARP? Pequisar todas as suas funções, qualquer sistema operacional possui estes comandos. Analise de Tráfego pelo Ethereal/Wireshark de um datagrama capturado na rede Analise de Tráfego do segundo pacote capturado e dizer qual informação está sendo enviada em texto plano.
  • 114.
    Camada de RedeCamada Complexa Possibilita a conectividade e seleção de caminhos entre dois sistemas diferentes. Redes heterogêneas
  • 115.
    ARPANET ARPA (AdvancedResearch Projects Agency) – Divisão do Pentágono 1957 – Guerra Fria Selecionava apenas o melhores projetos Troca de comutação de circuitos por pacotes Implementação de redes entre universidades Compartilhamento de informações Redes diversas – problemas de compatibilidade
  • 116.
    NSFNET NSF (NationalScience Foundation) Criou sua própria rede – Dificuldade de acesso a rede da ARPANET Adotou o TCP/IP para conectar os pontos, trabalhando com diversos tipos de redes Criou o primeiro backbone TCP/IP a 56 Kbps
  • 117.
    INTERNET Surgiu daunião entre a ARPANET e a NSFNET Basicamente interconexão entre gateways com links de grande velocidade e redundância.
  • 118.
  • 119.
    TCP/IP Endereçamento IPEndereçamento de 32 bits, divididos em 4 octetos. De 00000000. 00000000. 00000000. 00000000 Até 11111111. 11111111. 11111111. 11111111 Ou 0.0.0.0 até 255.255.255.255
  • 120.
    Classe de endereçamentoNós temos dois componentes no endereçamento, número de rede e o número de host. Rede: identifica em qual segmento de rede o host estará associado. Host: identificação única do host em um segmento de rede.
  • 121.
    Conversão de Endereço10000111.10111010.00001000.10101010 10010100.10101110.01000100.10101001 11000011.10101010.00100110.00101110 11100001.11111010.01100000.01011101 220.100.44.51 192.168.0.100 172.16.67.0 10.176.57.8
  • 122.
    Classe de endereçamentoClasse A – 1 à 126… Classe B – 128 à 191… Classe C – 192 à 223… Classe D – 224 à 239… Classe E – 240 à 254… (reservado para uso futuro)
  • 123.
    Subredes? 1 - Considere o endereço de rede da classe "C" 198.100.20.0/24 da empresa norte-americana Toshiba America Medical Systems. O administrador desta rede nos solicitou auxilio para criar 13 sub-redes . Prontamente, você colaborou na execução desta tarefa de consultoria e encontrou diversos valores que foram apresentados ao administrador da rede. De acordo com os valores encontrados, responda : 1  - Qual será a nova máscara para atender ao pedido do administrador representada nas duas notações(decimal e ciderizada) ? 2 - Quantas sub-redes serão criadas de fato ? Qual o endereço da 1ª sub-rede válida ? 3 - Quantos hosts por sub-rede serão criados ? 4 - Qual o endereço de broadcast da 2ª sub-rede válida ? 5 - Qual a faixa de endereços destinada a numeração de hosts da 3ª sub-rede válida ?
  • 124.
    Resolução exercício 11 – 255.255.255.240 ou 28 2 – 16 subredes – 192.168.20.0 (se for tabalhar com protocolos de roteamento a primeira e a última subrede tem que ser eliminada, portanto 192.168.20.16 3 – 14 hosts (1 rede + 1 broadcast) 4 – 192.168.20.32 5 – 192.168.20.49 - 63
  • 125.
    Camada de TransporteFornece serviços para a camada superior (sessão) e usa os serviços da camada inferior (rede) As operações entre as entidades adjacentes ocorrem nos “pontos de acesso de serviços”(SAP – Service Access Point). Esses pontos são denominados TSAP (Transport Service Access Point) As TSAPs utilização de primitivas de servços: Request – Pedido de serviço Indication – ocorrência de serviço Response - resposta ao pedido Confirmation – pedido completado Serviço Confirmado – Usa as quatros primitivas Serviço Não confirmado – usa apenas as duas primeiras
  • 126.
    Camada de TransporteOs dados são recebidos na forma de TSDU (Transport Service Data Unit) – contém informações sobre como deve ser usadas para serem transmitidas. Os componetes da rede trocam informações denominados TPDU ( Transport Protocol Data Unit)
  • 127.
  • 128.
    Camada de TransporteA ISO define dois protocolos de transportes Serviços Orientados a conexão Serviços não-orientados a conexão
  • 129.
    Orientado a ConexãoO objetivo dessa modalidade do protocolo de transporte (com conexão) é prover a qualidade de serviço (QOS - Quality Of Service ) necessária às aplicações. Suas principais funções são: mapeamento de endereços de transporte em endereços de rede; estabelecimento de conexão; multiplexação de conexões de transporte em conexões de rede; segmentação e concatenação de unidades de dados; recuperação de erros fim-a-fim; controle de seqüência fim-a-fim sobre cada conexão de transporte; controle de fluxo fim-a-fim sobre cada conexão; monitoração da qualidade de serviço prestada; transferência de dados expressos.
  • 130.
    Classes de serviçosClasse 0: classe simples Classe 1: classe com recuperação básica de erros Classe 2: classe com multiplexação Classe 3: classe com recuperação de erros e multiplexação Classe 4: classe com detecção e recuperação de erros PESQUISAR ONDE É APLICADO CADA CLASSE!
  • 131.
    Formato das TPDU Todas as TPDU devem conter um número inteiro de octetos que são numerados a partir de 1 e na ordem crescente em que são colocados na NSDU. Os bits no octeto são numerados de 1 até 8, onde o bit 1 é o de menor ordem. Na representação de números binários que usam octetos consecutivos, o octeto de menor ordem tem o valor mais significativo. Podemos representar a constituição de uma TPDU, genericamente, por: um cabeçalho constituído de: - um campo indicador de tamanho LI ; - uma parte fixa e - uma parte variável (se existir); um campo de dados (se existir).
  • 132.
    Estabelecimento de ConexãoDe forma bem ampla, uma conexão de transporte tem por objetivos trocar dados entre as entidades pares, prestando serviços aos seus usuários. Permite que cada usuário verifique a disponibilidade do usuário parceiro, podendo negociar parâmetros opcionais da conexão e realizar a alocação dos recursos necessários à comunicação entre tais usuários. No modo orientado à conexão, cada conexão é vista como um par de filas interconectando dois (2) TSAP. Existe uma fila para cada direção do fluxo.
  • 133.
  • 134.
    Para o estabelecimentode uma conexão de transporte, um usuário de transporte solicita o estabelecimento de uma conexão de transporte através da primitivaT-CONNECT- request , gerando uma TPDU-CR com alguns parâmetros como os que segue: endereço chamado (TSAP) endereço chamador (TSAP) proposta de classe a ser usada crédito para o controle de fluxo (tamanho da janela) e tipo de numeracão (normal ou estendida). Estabelecimento de Conexão
  • 135.
    Estabelecimento de ConexãoPode conter outros parâmetros que estão na parte variável da TPDU, tais como: tamanho máximo das TPDU throughput taxa de erro residual atraso de trânsito utilização dos serviços de dados expressos e de reconhecimento da camada de rede (para a classe1) utilização de soma verificadora (para a classe 4) especificação de tempo máximo de reconhecimento das TPDU-DT (classe 4) tempo máximo para a realização de reassociação da conexão de transporte após falha da conexão de rede (para as classes 1 e 3)
  • 136.
    Quando o usuáriode transporte remoto recebe a indicação de um pedido de conexão, ele envia uma T-CONNECT- response , gerando uma TPDU-CC com as respostas aos parâmetros da TPDU-CR. Logo que a entidade de transporte originadora da TPDU-CR receber a TPDU-CC, ela responderá ao seu usuário com uma T-CONNECT- confirmation . Esse mecanismo é conhecido como two-way handshake e a figura que segue o exemplifica. Estabelecimento de Conexão
  • 137.
    Estabelecimento de ConexãoNo caso específico da classe 4, este mecanismo apenas de pedido e confirmação não é o suficiente, deve-se realizar a confirmação da confirmação. Essa última confirmação pode ser feita através de uma TPDU-DT como mostra o exemplo abaixo. Esse macanismo é conhecido como three-way handshake .
  • 138.
    TCP/UDP TCP –Transmission Control Protocol UDP – User Datagram Protocol
  • 139.
    TCP Orientado àconexão Ponto a ponto Confiabilidade Full duplex Entrega ordenada (da aplicação) Controle de Fluxo (ack)
  • 140.
    TCP 3 FasesEstabelecimento Transferência Término da conexão
  • 141.
  • 142.
  • 143.
  • 144.
    TRANSFERÊNCIA DE DADOS Pesquisar sobre a transferência de dados na camada de transporte utilizando TCP.
  • 145.
    UDP Protocolo nãoconfiável Fluxo de bytes sem inicio e sem fim Serviço sem conexão Serviços de Broadcast e Multicast
  • 146.
  • 147.
    Camada de SessãoPermite que diferente aplicações estabeleçam uma sessão de comunicação para troca de informações. Nesta sessão é feita a transmissão de dados e quais dados serão enviados. Permite que mesmo após o desligamento ou interrupção da comunicação, os dados podem ser enviados a partir do ponto de parada.
  • 148.
    Camada de ApresentaçãoResponsável pela formatação de dados e é a responsável pelo encapsulamento das informações em pacotes. Converte a informação recebida em um formato que comum a ser usado em uma transmissão de dados. Pode haver compressão de dados e criptografia
  • 149.
    Camada de AplicaçãoSétima camada do modelo OSI Aplicações em Geral Cada uma utiliza um protocolo especifico para o seu funcionamento
  • 150.
    Protocolos Http SmtpFtp Ssh Telnet SIP RDP
  • 151.
    INTRANET Rede Corporativade dados ou voz Pode ser usada para inter-conectar setores distantes geograficamente, ou a propria LAN interna. A diferença é o aproveitamento desses recursos ( www/@/ftp ) Ex: Livro de Ponto On-line, Requisição de veículos, requisição de equipamentos. Economia de PAPEL!!!
  • 152.
    EXTRANET É oacesso externo a rede corporativa Tem a finalidade de integração entre produtor / vendedor / comprador / fornecedor Agilizando PROCESSOS internos na empresa B2B – B2C
  • 153.
    Thank you forwatching, if I do not see you again... Have a great life!