Camada Física e Tecnologias de Transmissão Prof. Mauro Tapajós
Sistema Telefônico Primeira rede de comunicação
Originalmente desenvolvido para transmissão de voz humana (qualidade regular de áudio) – Bell 1876
Necessidade de centralização da fiação criando a comutação na central telefônica
Outras designações comuns: PSTN -  Public Switched Telephone Network
RTPC - Rede de Telefonia Pública Comutada
POTS -  Plain Old Telephone Service
Conexões Telefônicas Básicas
 
Sinalização  User to Network Através do par telefônico In-Band Analógica DTMF (tom de discagem) Out-of-band ISDN (PRI/BRI Canal D – 16kbps)
Sinalização –  Network   to   Network Entre dispositivos da rede In-band CAS –  channel associated signaling MF – semelhante a DTMF só que possui frequências diferentes daquela
E&M analógica (vários tipos I, II, ...) – PABX com a operadora
R1( robbed-bit signaling ) – feixes T1
R2 – feixes E1 Out-of-Band CCS –  Common Channel Signalling SS7 –  Signalling System Number 7
Sinalização SS7 Padrão ITU-T de sinalização telefônica  out-of-band  que permite variantes nacionais (ANSI, Telebrás, Bell, ETSI, etc)
Trabalha através de links de sinalização independentes dos canais de voz
Permite a inclusão imediata de novos serviços na planta telefônica (serviços de rede inteligente) e evita a fraude telefônica
Reduz o tempo de discagem através de uma única mensagem com toda a informação de discagem
Melhora os indicadores de completamento de chamadas por não onerar tanto a rede
Sinalização SS7 Troca de mensagens em chamada básica
Pilha de Protocolos SS7 usados em Telefonia
Cabeamento Telefônico Externo
Cabeamento Telefônico Externo (evitar perder o controle)!
Loop Local Hoje ainda é basicamente um par de fios metálicos que liga o telefone do assinante à central telefônica
No futuro pode ser um equipamento sem fio ou fibra ótica
Estágios Remotos
Digitalização do Sistema Telefônico Tendência normal nos sistemas de comunicação que também chegou à rede telefônica
Centrais CPA (central de programa armazenado)
No Brasil o sistema é digital a partir da central telefônica
O loop local ainda é basicamente analógico na maior parte da planta nacional
A digitalização da voz é feita através do PCM Telefônico com compressão logarítmica (A-Law e   -law)
PABX -  Private Automatic Branch Exchange  Equipamentos privados com funcionalidades de comutação interna de canais telefônicos
Podem manter vários ramais internos e manter um número menor de linhas externas com a operadora para ligações externas à empresa
Economizando ao evitar que exista uma linha para cada telefone de cada usuário
PABX
Privatização das Telecomunicações no Brasil Tendência mundial que aconteceu no Brasil também
A exigência cada vez maior de serviços robustos e modernos de telecomunicações deixou claro para os governos que é o caminho para a modernidade e prosperidade do país
Incentivou os governos a desatarem as amarras sobre a área de telecomunicações sob a bandeira da liberdade de mercado
Redes de Acesso Redes de acesso garantem meio e disponibilidade para usuários individuais do serviço conectando-os ao cerne ( core ) da rede e permitindo a conectividade com o serviço desejada Implementam o chamado  last mile  para clientes de  serviços de telecomunicações
Em  áreas residenciais  ainda são basicamente redes baseadas em par trançado e cabo coaxial
Em  áreas metropolitanas  com concentração de empresas outras alternativas são usadas (fibra em anéis SDH, rádio, links E1/T1, etc)
Acesso Via Par Metálico
Acesso Via Par Metálico Estrutura já pronta para utilização (cabeamento telefônico)
Grande capilaridade
Para expansão: altos custos e tempo de implantação muito longo
Várias tecnologias buscam dar uma sobrevida à rede telefônica enquanto uma solução totalmente integrada não está disponível
Transmissão de Dados via Loop Local Inicialmente a transmissão de dados a longas distâncias usada era sobre a estrutura telefônica - falta de alternativas
Para transmissão de dados a taxa de bits é baixa e a de erros alta
Necessidade de modems específicos Discados
XDSL
RDSI
Modems Permitem que se envie bits por uma canal de comunicação (por exemplo modem discado, de satélite ou rádio)
Dispositivos de camada física do modelo OSI
Modems
Modems Discados O limite de banda físico do loop local não trabalhava bem em frequências maiores que 4 kHz
Os modems atuais utilizam técnicas combinadas para transportar mais bits por  baud
Para evitar erros em tantas possibilidades de sinal, se utilizam técnicas de detecção como bits de paridade
Exemplo: Acesso à Internet discado (Linhas  Dial-up )
Alguns Padrões para Modems ITU-T
RDSI – Rede Digital de Serviços Integrados (ISDN) Também chamada ISDN ( Integrated Services Digital Network )
Começou a ser idealizada em 1984 pelas companhias telefônicas e CCITT (ITU-T)
Impulsionada pela  futura  demanda de  serviços digitais fim-a-fim
Serviços de voz, comunicação de dados, identificação do chamador, alarmes, etc…
Proposta inicial: digitalizar todas as etapas do usuário numa rede multiserviços, evitando o uso de modems
Baseado no conceito de oferecer vários canais numa única interface
Demora na padronização e avanços da tecnologia condenaram a RDSI. Hoje procura-se outra aplicação para velocidades tão baixas (aplicações específicas como conexão a Internet ou vídeoconferência a 128 kbps, combinando os 2 canais B)   RDSI – Rede Digital de Serviços Integrados (ISDN)
RDSI Taxas definidas: Taxa Básica: baixa velocidade usuários residenciais dois canais de 64 kbps (B) + 1 canal de 16 kbps (D) Taxa Primária: maior velocidade usuários corporativos 30 canais B + 1 canal D
RDSI – Rede Digital de Serviços Integrados
RDSI – Rede Digital de Serviços Integrados Uma nova alternativa de alta velocidade foi pensada: RDSI-FL (faixa larga = banda larga)
Seria disponibilizada sobre ATM ( Asynchronous Transfer Mode )
Ofereceria uma taxa de 155 Mbps, mas implicaria em muitas mudanças: comutação por pacotes, local loop, equipamentos de comutação
Tecnologias xDSL Impulsionada pela demanda de maiores taxas de bits pelas linhas telefônicas normais
Utiliza modems especiais que permitem a utilização da linha para conversações de voz e transmissão de dados simultaneamente
Utiliza outras formas de modulação e codificação dos sinais digitais diferentes das usadas normalmente pelas linhas telefônicas comuns
ADSL –  Asymetric Digital Subscriber Line O acesso oferecido via tecnologias ADSL garante banda aceitável sobre a infra-estrutura de par metálico existente
A necessidade de separação das redes e sinais na central cria uma arquitetura de difícil evolução, pois expansões implicam na aquisição de mais equipamentos específicos ADSL
Estrutura de Acesso ADSL Faz uso dos novos avanços na tecnologia de processamento digital de sinais para eliminar ecos e ruídos com procedimentos digitais, aumentando a banda possível de ser transmitida
Está limitada à uma distância máxima dos usuários até a central
Os concentradores ADSL devem ficar na central (fisicamente)
Faixa de Frequências ADSL
Estrutura de Acesso ADSL
Tecnologias xDSL
Linhas Dedicadas Também chamadas: Links  ou enlaces ponto-a-ponto
LPCD - Linha Privativa de Comunicação de Dados
SLDD – Serviço de Linha Dedicada Digital
Leased Lines Circuitos digitais físicos dedicados conectando dois pontos através de uma infra-estrutura privada
Podem ter várias velocidades de 1,2 kbps até 2 Mbps
Redes multiponto podem oferecer o serviço de linha dedicada sobre a sua infra-estrutura (Frame Relay, redes IP com MPLS, etc)
Exemplo: Linha dedicada para serviço Internet
Sistema de TV a Cabo Convencional Originalmente preparado para tráfego de sinais numa direção somente (TV por assinatura)
Capacidades de aproximadamente 60 canais analógicos de 6 MHz
Transmissão de Dados via Rede de TV a Cabo A partir da fibra, saem cabos coaxiais que podem atender vários usuários
Cable Modems Utilização dos cabos de TV por assinatura para transmissão de dados ao mesmo tempo em que se assiste a TV
Há compartilhamento da linha
Não é tecnologia xDSL!!!
Sistema de Cable Modems Headend: ponto de distribuição dos sinais (CMTS –  Cable Modem Termination System )
Padrão DOCSIS: usado nos cable modems
Serviços HFC Serviços oferecidos (vídeo analógico e digital, vídeo sob demanda, dados LAN e MAN, VoIP)
Sistemas HFC modernos podem transmitir até 110 canais de TV analógica
HFC Um canal de 6 MHz usado para dados pode ter velocidades de 27 (64 QAM)  ou 36 Mbps (256 QAM) downstream e 500k (16 QAM) a 10 Mbps (QPSK)  upstream
Esta banda é compartilhada com outros usuários pendurados no mesmo ramo
Um modem individual pode experimentar velocidades de 1 a 3 Mbps  downstream  e 500k a 1,5 Mbps  upstream  dependendo da quantidade de usuários
O espectro de 750 MHz normalmente é usado como abaixo
Cable Modems
Alternativas com Base em Meios Não-Guiados em Uso Atualmente Infra-vermelho
Rádio / Microondas
Spread Spectrum
Satélite
Rede Móvel Celular
Transmissão sem fio ( wireless ) Uso de ondas eletromagnéticas livres de condutores
Sempre que se fala de ondas é importante saber que frequências são utilizadas
Frequências usadas para comunicação: rádio, microondas, infra-vermelho e luz visível
Frequências não usadas: ultra-violeta, raios-X e raios-gamma (perigosas e difíceis de se produzir)
Comunicação Wireless É uma necessidade
Origem e destino pode ser móveis ou estáticos
Comunicação feita em terrenos onde o uso de cabeamento é inviável ou impossível (desertos, pântanos, selvas, etc)
Casos onde um sistemas de comunicação deve ser montado rapidamente (situação de conflitos, eventos, etc)
Opera em ambientes onde é difícil o controle (mais susceptíveis a ruídos, atenuações, “escutas” e perda de sinal)
Comunicação Wireless Adequada onde o custo inicial de montagem do sistema de comunicação deve ser baixo

Redes I - 2.2 - Camada Física e Tecnologias de Transmissão

  • 1.
    Camada Física eTecnologias de Transmissão Prof. Mauro Tapajós
  • 2.
    Sistema Telefônico Primeirarede de comunicação
  • 3.
    Originalmente desenvolvido paratransmissão de voz humana (qualidade regular de áudio) – Bell 1876
  • 4.
    Necessidade de centralizaçãoda fiação criando a comutação na central telefônica
  • 5.
    Outras designações comuns:PSTN - Public Switched Telephone Network
  • 6.
    RTPC - Redede Telefonia Pública Comutada
  • 7.
    POTS - Plain Old Telephone Service
  • 8.
  • 9.
  • 10.
    Sinalização Userto Network Através do par telefônico In-Band Analógica DTMF (tom de discagem) Out-of-band ISDN (PRI/BRI Canal D – 16kbps)
  • 11.
    Sinalização – Network to Network Entre dispositivos da rede In-band CAS – channel associated signaling MF – semelhante a DTMF só que possui frequências diferentes daquela
  • 12.
    E&M analógica (váriostipos I, II, ...) – PABX com a operadora
  • 13.
    R1( robbed-bit signaling) – feixes T1
  • 14.
    R2 – feixesE1 Out-of-Band CCS – Common Channel Signalling SS7 – Signalling System Number 7
  • 15.
    Sinalização SS7 PadrãoITU-T de sinalização telefônica out-of-band que permite variantes nacionais (ANSI, Telebrás, Bell, ETSI, etc)
  • 16.
    Trabalha através delinks de sinalização independentes dos canais de voz
  • 17.
    Permite a inclusãoimediata de novos serviços na planta telefônica (serviços de rede inteligente) e evita a fraude telefônica
  • 18.
    Reduz o tempode discagem através de uma única mensagem com toda a informação de discagem
  • 19.
    Melhora os indicadoresde completamento de chamadas por não onerar tanto a rede
  • 20.
    Sinalização SS7 Trocade mensagens em chamada básica
  • 21.
    Pilha de ProtocolosSS7 usados em Telefonia
  • 22.
  • 23.
    Cabeamento Telefônico Externo(evitar perder o controle)!
  • 24.
    Loop Local Hojeainda é basicamente um par de fios metálicos que liga o telefone do assinante à central telefônica
  • 25.
    No futuro podeser um equipamento sem fio ou fibra ótica
  • 26.
  • 27.
    Digitalização do SistemaTelefônico Tendência normal nos sistemas de comunicação que também chegou à rede telefônica
  • 28.
    Centrais CPA (centralde programa armazenado)
  • 29.
    No Brasil osistema é digital a partir da central telefônica
  • 30.
    O loop localainda é basicamente analógico na maior parte da planta nacional
  • 31.
    A digitalização davoz é feita através do PCM Telefônico com compressão logarítmica (A-Law e  -law)
  • 32.
    PABX - Private Automatic Branch Exchange Equipamentos privados com funcionalidades de comutação interna de canais telefônicos
  • 33.
    Podem manter váriosramais internos e manter um número menor de linhas externas com a operadora para ligações externas à empresa
  • 34.
    Economizando ao evitarque exista uma linha para cada telefone de cada usuário
  • 35.
  • 36.
    Privatização das Telecomunicaçõesno Brasil Tendência mundial que aconteceu no Brasil também
  • 37.
    A exigência cadavez maior de serviços robustos e modernos de telecomunicações deixou claro para os governos que é o caminho para a modernidade e prosperidade do país
  • 38.
    Incentivou os governosa desatarem as amarras sobre a área de telecomunicações sob a bandeira da liberdade de mercado
  • 39.
    Redes de AcessoRedes de acesso garantem meio e disponibilidade para usuários individuais do serviço conectando-os ao cerne ( core ) da rede e permitindo a conectividade com o serviço desejada Implementam o chamado last mile para clientes de serviços de telecomunicações
  • 40.
    Em áreasresidenciais ainda são basicamente redes baseadas em par trançado e cabo coaxial
  • 41.
    Em áreasmetropolitanas com concentração de empresas outras alternativas são usadas (fibra em anéis SDH, rádio, links E1/T1, etc)
  • 42.
    Acesso Via ParMetálico
  • 43.
    Acesso Via ParMetálico Estrutura já pronta para utilização (cabeamento telefônico)
  • 44.
  • 45.
    Para expansão: altoscustos e tempo de implantação muito longo
  • 46.
    Várias tecnologias buscamdar uma sobrevida à rede telefônica enquanto uma solução totalmente integrada não está disponível
  • 47.
    Transmissão de Dadosvia Loop Local Inicialmente a transmissão de dados a longas distâncias usada era sobre a estrutura telefônica - falta de alternativas
  • 48.
    Para transmissão dedados a taxa de bits é baixa e a de erros alta
  • 49.
    Necessidade de modemsespecíficos Discados
  • 50.
  • 51.
  • 52.
    Modems Permitem quese envie bits por uma canal de comunicação (por exemplo modem discado, de satélite ou rádio)
  • 53.
    Dispositivos de camadafísica do modelo OSI
  • 54.
  • 55.
    Modems Discados Olimite de banda físico do loop local não trabalhava bem em frequências maiores que 4 kHz
  • 56.
    Os modems atuaisutilizam técnicas combinadas para transportar mais bits por baud
  • 57.
    Para evitar errosem tantas possibilidades de sinal, se utilizam técnicas de detecção como bits de paridade
  • 58.
    Exemplo: Acesso àInternet discado (Linhas Dial-up )
  • 59.
  • 60.
    RDSI – RedeDigital de Serviços Integrados (ISDN) Também chamada ISDN ( Integrated Services Digital Network )
  • 61.
    Começou a seridealizada em 1984 pelas companhias telefônicas e CCITT (ITU-T)
  • 62.
    Impulsionada pela futura demanda de serviços digitais fim-a-fim
  • 63.
    Serviços de voz,comunicação de dados, identificação do chamador, alarmes, etc…
  • 64.
    Proposta inicial: digitalizartodas as etapas do usuário numa rede multiserviços, evitando o uso de modems
  • 65.
    Baseado no conceitode oferecer vários canais numa única interface
  • 66.
    Demora na padronizaçãoe avanços da tecnologia condenaram a RDSI. Hoje procura-se outra aplicação para velocidades tão baixas (aplicações específicas como conexão a Internet ou vídeoconferência a 128 kbps, combinando os 2 canais B) RDSI – Rede Digital de Serviços Integrados (ISDN)
  • 67.
    RDSI Taxas definidas:Taxa Básica: baixa velocidade usuários residenciais dois canais de 64 kbps (B) + 1 canal de 16 kbps (D) Taxa Primária: maior velocidade usuários corporativos 30 canais B + 1 canal D
  • 68.
    RDSI – RedeDigital de Serviços Integrados
  • 69.
    RDSI – RedeDigital de Serviços Integrados Uma nova alternativa de alta velocidade foi pensada: RDSI-FL (faixa larga = banda larga)
  • 70.
    Seria disponibilizada sobreATM ( Asynchronous Transfer Mode )
  • 71.
    Ofereceria uma taxade 155 Mbps, mas implicaria em muitas mudanças: comutação por pacotes, local loop, equipamentos de comutação
  • 72.
    Tecnologias xDSL Impulsionadapela demanda de maiores taxas de bits pelas linhas telefônicas normais
  • 73.
    Utiliza modems especiaisque permitem a utilização da linha para conversações de voz e transmissão de dados simultaneamente
  • 74.
    Utiliza outras formasde modulação e codificação dos sinais digitais diferentes das usadas normalmente pelas linhas telefônicas comuns
  • 75.
    ADSL – Asymetric Digital Subscriber Line O acesso oferecido via tecnologias ADSL garante banda aceitável sobre a infra-estrutura de par metálico existente
  • 76.
    A necessidade deseparação das redes e sinais na central cria uma arquitetura de difícil evolução, pois expansões implicam na aquisição de mais equipamentos específicos ADSL
  • 77.
    Estrutura de AcessoADSL Faz uso dos novos avanços na tecnologia de processamento digital de sinais para eliminar ecos e ruídos com procedimentos digitais, aumentando a banda possível de ser transmitida
  • 78.
    Está limitada àuma distância máxima dos usuários até a central
  • 79.
    Os concentradores ADSLdevem ficar na central (fisicamente)
  • 80.
  • 81.
  • 82.
  • 83.
    Linhas Dedicadas Tambémchamadas: Links ou enlaces ponto-a-ponto
  • 84.
    LPCD - LinhaPrivativa de Comunicação de Dados
  • 85.
    SLDD – Serviçode Linha Dedicada Digital
  • 86.
    Leased Lines Circuitosdigitais físicos dedicados conectando dois pontos através de uma infra-estrutura privada
  • 87.
    Podem ter váriasvelocidades de 1,2 kbps até 2 Mbps
  • 88.
    Redes multiponto podemoferecer o serviço de linha dedicada sobre a sua infra-estrutura (Frame Relay, redes IP com MPLS, etc)
  • 89.
    Exemplo: Linha dedicadapara serviço Internet
  • 90.
    Sistema de TVa Cabo Convencional Originalmente preparado para tráfego de sinais numa direção somente (TV por assinatura)
  • 91.
    Capacidades de aproximadamente60 canais analógicos de 6 MHz
  • 92.
    Transmissão de Dadosvia Rede de TV a Cabo A partir da fibra, saem cabos coaxiais que podem atender vários usuários
  • 93.
    Cable Modems Utilizaçãodos cabos de TV por assinatura para transmissão de dados ao mesmo tempo em que se assiste a TV
  • 94.
  • 95.
  • 96.
    Sistema de CableModems Headend: ponto de distribuição dos sinais (CMTS – Cable Modem Termination System )
  • 97.
    Padrão DOCSIS: usadonos cable modems
  • 98.
    Serviços HFC Serviçosoferecidos (vídeo analógico e digital, vídeo sob demanda, dados LAN e MAN, VoIP)
  • 99.
    Sistemas HFC modernospodem transmitir até 110 canais de TV analógica
  • 100.
    HFC Um canalde 6 MHz usado para dados pode ter velocidades de 27 (64 QAM) ou 36 Mbps (256 QAM) downstream e 500k (16 QAM) a 10 Mbps (QPSK) upstream
  • 101.
    Esta banda écompartilhada com outros usuários pendurados no mesmo ramo
  • 102.
    Um modem individualpode experimentar velocidades de 1 a 3 Mbps downstream e 500k a 1,5 Mbps upstream dependendo da quantidade de usuários
  • 103.
    O espectro de750 MHz normalmente é usado como abaixo
  • 104.
  • 105.
    Alternativas com Baseem Meios Não-Guiados em Uso Atualmente Infra-vermelho
  • 106.
  • 107.
  • 108.
  • 109.
  • 110.
    Transmissão sem fio( wireless ) Uso de ondas eletromagnéticas livres de condutores
  • 111.
    Sempre que sefala de ondas é importante saber que frequências são utilizadas
  • 112.
    Frequências usadas paracomunicação: rádio, microondas, infra-vermelho e luz visível
  • 113.
    Frequências não usadas:ultra-violeta, raios-X e raios-gamma (perigosas e difíceis de se produzir)
  • 114.
  • 115.
    Origem e destinopode ser móveis ou estáticos
  • 116.
    Comunicação feita emterrenos onde o uso de cabeamento é inviável ou impossível (desertos, pântanos, selvas, etc)
  • 117.
    Casos onde umsistemas de comunicação deve ser montado rapidamente (situação de conflitos, eventos, etc)
  • 118.
    Opera em ambientesonde é difícil o controle (mais susceptíveis a ruídos, atenuações, “escutas” e perda de sinal)
  • 119.
    Comunicação Wireless Adequadaonde o custo inicial de montagem do sistema de comunicação deve ser baixo
  • 120.
    Aplicação nos casosonde a mesma informação deve atingir várias áreas
  • 121.
    Normalmente sistemas wirelessapresentam taxas de dados menores que os baseados em meios guiados
  • 122.
    A reutilização defrequências é melhor quando se usa meios guiados
  • 123.
    Irradiação Broadcast e Ponto-a-ponto
  • 124.
  • 125.
    No Brasil, aANATEL define as atribuições de frequências no espectro
  • 126.
  • 127.
  • 128.
    Transmissão via Infra-vermelhoUsada para comunicação de curto alcance e serviços domésticos (controles remotos, brinquedos, comunicação entre PDA’s, etc)
  • 129.
    Propagação direcional ede curto alcance
  • 130.
  • 131.
    Não atravessa obstáculossólidos (reflete), útil em dispositivos de segurança
  • 132.
    Não pode serusada ao ar livre (interferência do sol)
  • 133.
    Suas características sãoúteis para LAN’s sem fio, dispositivos de segurança, etc
  • 134.
    Transmissão via Rádio Broadcast Sinais fáceis de gerar (antenas simples!), atravessam longas distâncias e obstáculos como prédios
  • 135.
    Propagação omnidirecional: nãonecessita alinhamento preciso de transmissor e receptor Adequada para transmissões em broadcast (rádio e TV aberta)
  • 136.
    Sujeitas a interferênciasde motores e equipamentos elétricos
  • 137.
    Transmissão via rádio– em todas as direções
  • 138.
    Transmissão via microondas– propagação direcional
  • 139.
    Transmissão via RádioMicroondas Propagação em linhas diretas implicando em antenas mais direcionais
  • 140.
    Necessidade de repetidorespara longas distâncias
  • 141.
    Compôs a infra-estruturade comunicação de longa distância por muito tempo
  • 142.
    Problemas com achuva e reflexão nas camadas mais baixas da atmosfera (efeito multipath fading )
  • 143.
  • 144.
    Transmissão via RádioMicroondas Propagação em linhas diretas implicando em antenas mais direcionais (visada direta)
  • 145.
    Sensível a obstáculosfísicos e interferência
  • 146.
    Compôs a infra-estruturade comunicação de longa distância por muito tempo com a utilização de torres altas e enlaces ponto-a-ponto (substituida pela fibra ótica)
  • 147.
    Trabalha normalmente acimada faixa de 1 GHz e acima dos 2 Mbps
  • 148.
    Transmissão via RádioMicroondas Necessidade de repetidores para longas distâncias
  • 149.
    Problemas com achuva e reflexão nas camadas mais baixas da atmosfera
  • 150.
  • 151.
    Links de RádioPonto-a-Ponto Necessidade de visada direta (linha reta)
  • 152.
    Todos os linksde rádio devem ser homologados pela Anatel (licença de transmissão)
  • 153.
    Tempo de instalaçãoreduzido (adequado para eventos temporários e links ocasionais)
  • 154.
    Enlaces de rádiotronco (longa distância) - Freq < 10 GHz - equipamentos todos concentrados na estação, ligados à antena por um guia de ondas
  • 155.
    Enlaces de rádioacesso (curta distância) - Freq > 10 GHz - equipamentos divididos em IDU ( in-door unit ) e ODU ( out-door unit )
  • 156.
    Componentes em Linksde Rádio Ponto-a-Ponto
  • 157.
    Comunicações com estágiosremotos Exemplos de Aplicações Acesso à Internet
  • 158.
    Acesso Via RádioPMP BS - Base Station
  • 159.
    TS - Terminal Station
  • 160.
    Sistemas de “Pager ” Semelhantes aos avisos de aeroportos ou hospitais
  • 161.
  • 162.
  • 163.
  • 164.
    Sistema Móvel CelularSistemas aperte-para-falar (rádio-taxis e carros de polícia): comunicação half-duplex
  • 165.
    Divide a áreaem células com frequências distintas (a potência requerida é pequena)
  • 166.
    Uma frequência podeser reutilizada em outra célula
  • 167.
  • 168.
    Primeira geração -1G AMPS – Advanced Mobile Phone System (multiplexação FDM canais de voz em 30 kHz, FSK para canais de controle)
  • 169.
    ETACS – versãoeuropéia semelhante (multiplexação FDM canais de voz em 25 kHz, FSK para canais de controle)
  • 170.
    Organização de umarede celular Uma rede celular é composta pelos seguintes elementos: Estação Móvel (EM) - Celular Estação Radio Base (ERB) Central de Comutação e Controle (CCC)
  • 171.
    Estação Móvel Éo telefone propriamente dito. Se comunica com a ERB através de sinais de rádio.
  • 172.
    Transmite e recebesinais de controle, de voz e de dados.
  • 173.
  • 174.
  • 175.
  • 176.
  • 177.
  • 178.
  • 179.
    Microfone e Auto-falanteEntre as diversas mensagens de controle que troca com a ERB, destacam-se: Mensagens para o estabelecimento de uma chamada;
  • 180.
    Mensagens para registrodo aparelho no sistema;
  • 181.
    Mensagens para determinaçãodo canal a ser utilizado na conversação;
  • 182.
    Mensagens para controleda potência de transmissão.
  • 183.
    ERB – EstaçãoRádio Base É responsável pelo atendimento de todas as estações móveis situadas em sua área de cobertura.
  • 184.
    Constitui-se basicamente emuma antena de recepção/transmissão e uma unidade de controle e supervisão dos canais.
  • 185.
    Monitora os níveisde potência de recepção de cada EM, ajustando sua potência de transmissão.
  • 186.
    São interligadas aCCC por meio de enlaces de fibra óptica ou de microondas.
  • 187.
    CCC - Centralde Comutação e Controle Unidade central do sistema, responsável pelo controle e comutação das chamadas telefônicas das estações móveis.
  • 188.
    Faz a interconexãocom a rede de telefonia pública comutada (RTPC), para encaminhamento de chamadas para telefones não celulares ou pertencentes a outra rede.
  • 189.
  • 190.
    Monitoramento de tráfegoe de alarmes de todas as ERB
  • 191.
  • 192.
    Alternativas para AcessoMúltiplo Divisão do espectro entre vários usuários Frequency-division multiplexing (FDM)
  • 193.
  • 194.
  • 195.
  • 196.
    CDMA - Code Division Multiple Access Divide o meio em vários canais que usam a mesma faixa de frequências
  • 197.
    Utiliza técnicas de spread spectrum , que “diluem” o sinal original de forma a ocupar todo o espectro disponível
  • 198.
    Direct Sequence :para cada estação é individualizada com um código ( chipping sequence ), sendo que estes devem ser ortogonais
  • 199.
    Usado em meiosdigitais wireless broadcast (LANs wireless, celular)
  • 200.
    Sistema Móvel CelularUtiliza células de 2 a 20 Km
  • 201.
    Células adjacentes nãopodem utilizar a mesma frequência
  • 202.
    Segunda Geração –2G - Digital : TDMA (D-AMPS) – IS136 – CODECs de voz VSELP ( Vector Sum Excited Linear Predictive ) e EFR ( Enhanced Full-Rate ) – modulação DQPSK – canais de 30 kHz
  • 203.
    CDMA – IS95a – canais de 1,25 Mhz (10% da faixa da operadora) – CODECs QCELP e QCELP13 – modulação QPSK
  • 204.
    GSM – Global Systems for Mobile Communications (sistema europeu) – TDMA em canais de 200 kHz junto com Frequency Hopping – uso do chip SIM ( Subscriber Identity Module ) e criptografia – CODEC RELP ( Residually Excited Linear Predictive ) - modulação GMSK ( Gaussian Minimum Shift Keying - variação da modulação FSK)
  • 205.
    Rede Celular Interconectadacom a Rede Fixa CCC RTFC EM EM Projetada inicialmente para o serviço telefônico Mais tarde foi ampliada para o uso de serviços de Comunicação de Dados (serviço de Pager, transmissão de arquivo texto, acesso à internet, WAP). ERB 1 ERB 2 ERB 3
  • 206.
  • 207.
    São upgrades dasredes 2G, que permitem a transmissão de dados a taxas maiores que as obtidas nas tecnologias 2G.
  • 208.
    Constituem um passointermediário para a migração das redes para a tecnologia 3G, a qual exige investimentos muito altos e envolve inclusive a aquisição de novas faixas de espectro.
  • 209.
    A maioria dasredes 2,5G apresenta serviços de dados comutados por pacotes, mais adequadas a conexão de dados de dispositivos móveis com a Internet, embora as taxas de transmissão ainda deixem a desejar.
  • 210.
    As modificações sãofeitas sem a necessidade de grandes mudanças nas redes 2G existentes. Consiste em upgrade de software e adição de novos equipamentos. A estrutura básica da interface aérea continua a mesma Redes Celulares de Geração 2,5
  • 211.
    Redes de geração2,5 – agregam transmissão de dados em taxas maiores (em teoria até 144 kbps – na prática até 64 kbps) que as de 2 geração com troca de equipamentos e software: CDMA IS95b – melhorias no padrão IS95a, a preferência foi migrar para 1xRTT
  • 212.
    CDMA 2000 1xRTT– compatível com os padrões IS95 a e b
  • 213.
    GPRS – Dadosa 160 kbps (em teoria) em redes GSM
  • 214.
    EDGE – evoluçãodo padrão GPRS (modulação 8PSK – mais bits podem ser enviados) – 473 kbps – tecnologia considerada também como 3G Redes Celulares de Geração 2,5
  • 215.
    BSC GSM AsERB não se conectam diretamente a CCC, mas sim a um equipamento denominado Base Station Controller (BSC)
  • 216.
    Os BSC podemcontrolar centenas de ERB, e são os responsáveis pelo controle de Handoff, reduzindo consideravelmente o processamento na CCC
  • 217.
    A conexão entreo BSC e as ERB é padronizada, o que teoricamente permite a conexão de ERB de diferentes fabricantes ERB Nokia ERB Nokia ERB Ericsson ERB Nokia ERB Ericsson
  • 218.
    Premissas: Convergência deserviços (Voz/dados/multimídia)
  • 219.
    144 kbps emambiente veicular (automóvel/trem)
  • 220.
    384 kbps emambiente urbano (pedestre)
  • 221.
    Até 2 Mbpsem ambiente indoor (escritório)
  • 222.
    Taxas de transmissãosimétrica e assimétrica
  • 223.
    Suporte tanto paracomutação por circuito como por pacotes
  • 224.
    Melhor uso doespectro
  • 225.
    Suporte a umagrande variedade de equipamentos móveis
  • 226.
    Flexibilidade para aintrodução de novos serviços e tecnologias
  • 227.
    Possibilidade de usosimultâneo de voz e dados Redes Celulares de Geração 3
  • 228.
    Maiores investimentos enecessidade de uso de outras bandas do espectro W-CDMA (UMTS) – proposto como evolução do GSM – dados a 2 Mbps – CDMA com canais de 5 Mhz – modulação PSK – CEDEC AMR ( Adaptive Multi-rate codec )
  • 229.
    CDMA-2000 1xEV-DO –também chamado HDR ( High Data Rate ) – uso de um canal de 1,25 Mhz para dados a 2,6 Mbps
  • 230.
    CDMA-2000 1xEV-DV –até 3,1 Mpbs
  • 231.
    CDMA-2000 – 3xRTT– uso de 3 canais 1xRTT de 1,25 MHz Redes Celulares de Geração 3
  • 232.
    Comunicação Via SatéliteA idéia era enviar sinais que refletissem num satélite (no caso, a lua), como o reflexo passivo do sinal não é forte o bastante para voltar à terra
  • 233.
    O sinal dosatélite está disponível numa área muito grande
  • 234.
    Serviço adequado parausuários móveis, lugares de difícil acesso e pouco desenvolvimento, além de sinais de broadcast em larga escala Permite a disponibilização rápida do sinal (interessante para aplicações militares)
  • 235.
    Deve utilizar técnicasde compartilhamento do meio para vários clientes
  • 236.
    Comunicação Via SatélitesOs sinais apresentam atraso de propagação considerável
  • 237.
    É um meioinseguro por natureza – necessidade de criptografia
  • 238.
    Em aplicações deacesso, permite aos usuários finais evitarem o lento local loop nas redes telefônicas
  • 239.
    Não se costumamedir o custo por distância Os satélites são equipados com transponders que transmitem de volta um sinal recebido ( uplink ), normalmente em frequência diferente ( downlink ) para evitar interferência
  • 240.
    Satélites Geoestacionários Umsatélite é geosíncrono (parado em relação à terra) a uma altitude de aproximadamente 36000 Km e no plano da linha do equador
  • 241.
  • 242.
    Os transponders usadosnormalmente tem largura de banda de 36 Mhz (entre 20 e 30 por satélite normalmente)
  • 243.
    Os satélites atuaispodem ter um tempo de vida de dezenas de anos
  • 244.
    Satélites Geoestacionários Osinal pode ser muito atenuado no seu percurso pelos 36000 km
  • 245.
    Áreas como asregiões polares e trechos mais ao sul e ao norte do globo não são muito bem atendidos
  • 246.
    Mesmo na velocidadeda luz o atraso do sinal para subir ao satélite e voltar para a terra é significativo
  • 247.
    Satélites Geoestacionários –Faixas de Frequências Banda L - 0,5 GHz 1,5 GHz ou 950-1450 MHz, - Frequência intermediária de conversão
  • 248.
    Banda C - 3,7 a 4,2 GHz, para o enlace de descida (DownLink) e 5,925 a 6,425 GHz , para o enlace de subida (Up-Link)
  • 249.
    Banda X – 7,25 a 8,40 GHz. Usada para fins militares
  • 250.
    Banda Ku – 11,7 a 12,2 GHz ( downlink ) e 14,0 a 14,5 ( uplink ). Usada para os serviços DTH ( Direct-to-home )
  • 251.
    Banda Ka – 17,7 a 21,2 ( downlink ) e 27,5 a 31,0 GHz ( uplink ). Também utilizada por alguns satélites nos serviços de DTH
  • 252.
  • 253.
    Comunicação Via Satélites- Topologias Ponto a ponto Broadcast
  • 254.
    Exemplo: Satélites Brasileiros- Brasilsat B3 Brasilsat B3 Modelo : Hughes HS 376 W
  • 255.
    Veículo de Lançamento: Arianespace / Ariane 44 LP
  • 256.
  • 257.
  • 258.
    Satélites de ÓrbitaBaixa GEO : Um satélite é geosíncrono (GEO) a uma altitude de aproximadamente 36000 Km e impõe um grande retardo no sinal
  • 259.
    MEO : exigemais de um satélite para manter o raio de visão, porém é necessária menor energia para mandar o sinal para o satélite
  • 260.
    LEO : mantémno raio de visão por muito pouco tempo (altitude de aproximadamente 750 Km). Apresenta baixos retardos, sendo adequados para dispositivos portáteis de baixa potência. O procedimento de handoff ocorre quando um usuário se move ou a célula se move. Deve-se utilizar muitos satélites para que sempre haja um no raio de visão
  • 261.
    Exemplo de aplicações: INMARSAT – sistema de auxílio à navegação
  • 262.
    GPS – Global Positioning System
  • 263.
  • 264.
    Sistema Iridium 66satélites (serviço de telecomunicações móveis a nível mundial)
  • 265.
    Alguns Problemas naComunicação Via Satélite Fenômeno de interferência solar - representa falta de sinal satelital em determinadas épocas do ano (normalmente março e setembro no Brasil)
  • 266.
    Comunicação Fim-a-Fim atravésde Várias Tecnologias de Rede
  • 267.
    Transmissão de InformaçãoDigital A informação analógica ou digital pode ser codificada como sinal analógico ou digital
  • 268.
    Alguns meios comoFO ou comunicação sem fio somente irão propagar adequadamente sinais analógicos (não transmitem bem sinais puramente digitais)
  • 269.
    Parâmetros importantes aserem considerados num primeiro momento: Largura de banda necessária para o sinal
  • 270.
  • 271.
  • 272.
  • 273.
    Comunicação Paralela Umconjunto de bits, em geral um byte, é transmitido em vários suportes (pinos e condutores), cada bit do byte em um meio independente e ao mesmo tempo
  • 274.
    Por exemplo: conexõesinternas do computador e conexões entre o computador e os periféricos
  • 275.
    Nos casos queenvolvem maiores distâncias, a transmissão em paralelo mostra-se inadequada, em razão de custo de fabricação de longas metragens de cabos
  • 276.
    Comunicação Serial Osbits de um byte são transmitidos, um após o outro, utilizando um mesmo meio físico. Além da economia da interconexão, os dados, mesmo transmitidos seqüencialmente, deslocam-se com velocidade muito maior
  • 277.
    A transmissão serialdivide-se em dois tipos: assíncrona e síncrona
  • 278.
    Modos de TransmissãoNa transmissão dos bits do sinal digital, o receptor deve ser capaz de reconhecer Onde se inicia um bit
  • 279.
    Onde se inicia/terminaum elemento de dado (byte ou caracter)
  • 280.
    Onde se inicia/terminauma mensagem (conjunto de bytes) Desta forma o problema de sincronização entre quem envia e quem recebe é muito importante
  • 281.
    Modo Serial AssíncronoAdequado para comunicações onde os dados são gerados aleatoriamente ou as taxas de dados são baixas (teclado, terminais, etc)
  • 282.
    Neste caso existea necessidade de se estabelecer delimitadores de Caracteres (bytes) – start/stop bits
  • 283.
    Blocos de dados– Bytes específicos (DLE – Data Link Escape )
  • 284.
    Modo Serial AssíncronoA transmissão assíncrona caracteriza-se pela possibilidade de ser iniciada a qualquer tempo
  • 285.
    Para cada byteque deseja-se transmitir, utiliza-se um elemento de sinalização para indicar o início do byte (START Bits) e um outro para indicar o término do byte (STOP Bits).
  • 286.
    O START (bitde partida) corresponde a uma interrupção do sinal na linha e o STOP (bit de parada), à condição de marca ou repouso, ou seja, à existência do sinal na linha (STOP corresponde a 1,4 ou 2 vezes o tempo de START)
  • 287.
    Modo Serial AssíncronoVantagem : os equipamentos assíncronos tem custos menores que os equipamentos síncronos. Desvantagem : má utilização do canal, já que os caracteres são transmitidos irregularmente espaçados no tempo, além do alto overhead (bits de controle - cabeçalhos), ocasionando uma baixa eficiência na transmissão Em transmissão assíncrona o método utilizados para detecção de erros é o bit de paridade
  • 288.
    Modo Serial SíncronoAdequado para comunicações em altas taxas de bits
  • 289.
    Neste caso existea necessidade de se sincronizar transmissor e receptor de forma que os bytes sejam enviados num fluxo ininterrupto de bits
  • 290.
    Mesmo que nãohaja informação útil a ser enviada, sempre há envio de bits para manter o receptor sincronizado com o clock do transmissor
  • 291.
    A codificação dofluxo de bits deve ser adequada de forma a permitir a perfeita sincronização do clock do receptor
  • 292.
    A unidade dedados (bloco) é chamada de quadro ( frame ) e é delimitada por caracteres especiais
  • 293.
    Modo Serial SíncronoOs bits de um byte são enviados imediatamente após o anterior, não existindo START-STOP e tempo de repouso entre eles
  • 294.
    A transmissão síncronaé estabelecida através de uma cadência fixa para a transmissão dos bits de todo um conjunto de caracteres (bloco).
  • 295.
    Antes da transmissãode um bloco e no meio de longos blocos, o equipamento transmissor envia uma configuração de bits de sincronização (sinal SYN) com o objetivo de colocar o equipamento receptor sincronizado com o mesmo.
  • 296.
    A formação deum bloco de caracteres é um processo que requer buffer
  • 297.
    Modo Serial SíncronoVantagem : atinge velocidades de transmissão (taxas de bits) maiores. Utilização mais eficiente do canal. Desvantagem : este tipo de equipamento requer um circuito interno mais complexo para transmissão síncrona, sendo, desta forma, equipamentos de custo mais elevado. Em transmissão Síncrona os métodos utilizados para detecção de erros são o bit de paridade e o CRC
  • 298.
    Comparação Assíncrono /Síncrono Transmissão Assíncrona Transmissão Síncrona A cada caracter é adicionado um bit no início (Start bit) e um bit no fim (Stop bit) Os caracteres de sincronização são transmitidos antes dos dados Pode haver um tempo ocioso entre os caracteres transmitidos Os caracteres de sincronização são transmitidos entre blocos de dados para manter a sincronização da linha Os bits contidos em um caractere são transmitidos em um intervalo de tempo pré-definido Não há intervalos entre os caracteres Uma temporização é estabelecida independentemente no computador e no terminal uma temporização é estabelecida e mantida entre os modens, pelo terminal e outros equipamentos   Os terminais devem ter buffers As velocidades não ultrapassam 9600 BPS em ambientes comutados e 19200 em conexão dedicadas ou linhas alugadas. As velocidades de transmissão ultrapassam 2 Mbps
  • 299.
    Comunicação em BandaBase Transmissão do sinal da mesma forma que ele foi gerado (puramente digital) e sem grande alteração nas suas componentes em frequência
  • 300.
    Não permite usodo canal por mais de um sinal (o meio é compartilhado por broadcast - somente um sinal pode trafegar por vez)
  • 301.
    Exemplos: Loop Localem redes telefônicas, PCM, redes LAN's Ethernet, token ring, etc
  • 302.
    Codificação de LinhaDetermina como o sinal digital (0´s e 1´s) será codificado no meio físico
  • 303.
    Permite que oclock do receptor recupere o sincronismo a partir do próprio sinal enviado
  • 304.
    Deve evitar grandessequências de zeros no sinal, para não comprometer o sincronismo na recepção
  • 305.
    Deve utilizar amenor largura de banda possível
  • 306.
    Pode ser feitade forma a permitir detecção de erros
  • 307.
    Codificação de Linhade Sinais Digitais Unipolar - Sinal do tipo RZ ( Return-to-Zero ). Adequado somente para pequenas distâncias (em grandes o efeito da capacitância distribuída acrescenta uma componente DC ) Polar – Sinal do tipo NRZ ( Non-Return-to-Zero ). Evita a componente DC permitindo dois níveis opostos de sinal. Necessita de menor potência para enviar o sinal.
  • 308.
    Codificação de Linhade Sinais Digitais Bipolar – Sinal NRZ ( Non-Return-to-Zero ). Evita a componente DC invertendo os 1´s. Também chamado de AMI ( Alternate Mark Inversion ). Necessita de 3 níveis de sinal possíveis.
  • 309.
    Não possui componenteDC e sempre apresenta uma transição no meio do bit seja ele qual for. Erros podem ser detectados na falta desta transição em algum bit.
  • 310.
    Note que sãoenviados 2 símbolos para cada bit (necessita de alta taxa de sinalização Codificação de Linha Manchester
  • 311.
    Taxa de SinalizaçãoÉ a taxa na qual o sistema pode mandar símbolos pelo meio físico
  • 312.
    No caso dacodificação Manchester, temos o envio de símbolos (níveis de sinal) igual a duas vezes a taxa de bits enviados
  • 313.
    Codificações de LinhaUsadas em Redes de Comunicação RS-232D - Bipolar NRZ
  • 314.
    Linhas T1 / DS-1 - B8ZS - Bipolar Ami RZ
  • 315.
  • 316.
    Linhas E1 - HDB3 (Japão e Europa)
  • 317.
    Ethernet 10 Mbps – Manchester (exige altas taxas de sinalização)
  • 318.
    IEEE 802.12 – 100VG-AnyLAN – 5B6B
  • 319.
    Ethernet 100baseTX – MLT-3 (adequado para cabos de par trançado – evita emissões indesejáveis de energia)
  • 320.
    Ethernet 100baseFX – 4B5B NRZI
  • 321.
    Ethernet 100baseT4 - 8B6T (sinalização ternária)
  • 322.
    FDDI -4B5B
  • 323.
    ISDN -2B1Q e 4B3T
  • 324.
    Gigabit Ethernet – 8B/10B (patente da IBM – sofisticado oferecendo detecção de erros
  • 325.
    Fibre Channel – 8B/10B
  • 326.
    ATM 25 Mbps – 4B/5B
  • 327.
    Interfaces Físicas DTE- Data Terminal Equipment : equipamento terminal ou computador responsável pela origem e destino dos sinais de dados de uma rede
  • 328.
    DCE - Data Communications Equipment : dispositivo que estabelece, mantém e termina uma transmissão de dados recebidos de um DTE (o DCE não gera dados). Pode realizar uma conversão de sinais para a transmissão. Ex.: modem, conversores, CODEC, transmissores digitais, etc
  • 329.
    As interfaces fazema interação entre os computadores (DTE) e os dispositivos de comunicação (DCE
  • 330.
    Padrões ITU-T deInterfaces com Redes Públicas Documentos da Série V – Conexão de equipamentos à rede telefônica (exemplo: V.32)
  • 331.
    Documentos da Série X – Conexão de equipamentos à Rede de Comutação de Pacotes pública (exemplo: X.25)
  • 332.
    Documentos da Série I – Conexão de equipamentos à ISDN
  • 333.
    Interfaces Físicas CaracterísticasMecânicas (cabos, conectores, distâncias)
  • 334.
    Elétricas (níveis devoltagem, temporização dos circuitos)
  • 335.
  • 336.
    Procedurais (sequência deeventos envolvida na troca de dados) Exemplos: V.24 (ITU-T) Somente características funcionais e procedurais) EIA-232-F (RS-232) Idêntica à definição V.24 porém com as características elétricas e mecânicas)
  • 337.
  • 338.
    Exemplo de InterfaceFísica: EIA-232 Define: 25 pinos no conector DB25 e o que cada um deles significa (ISO2110)
  • 339.
  • 340.
    Bit 1 –tensão menor que –3 volts
  • 341.
    Bit 0 –tensão maior que +3 volts
  • 342.
    Taxas de até20kbps (originalmente, agora vai até 115kbps)
  • 343.
    Cabos de até15 metros A nova interface definida é EIA RS-449 (2 Mbps em cabos de até 60 metros)
  • 344.
    Para conexão dedois computadores utiliza-se um cabo null (ex. conexão direta via cabo do windows)
  • 345.
    Exemplo: RS-232C (EIA232C) e RS-232D Usados para conexões entre DTE’s e modems além de outras aplicações
  • 346.
    RS232D – novaversão adotada em 1987
  • 347.
    Melhorias no aterramentoe testes de loopback
  • 348.
  • 349.
    Exemplo: Pinagens eConectores RS-232
  • 350.
    Padrões de CódigosDigitais A transmissão digital (1’s e 0’s) deve representar informações
  • 351.
    Como representar letras,números e caracteres em formato binário?
  • 352.
  • 353.
  • 354.
    Códigos para imagens:fax, gráficos bitmapped (.bmp), gráficos orientados a objetos (postscript, TIFF, Corel) 1-bit code: 00000000 00111100 01110110 01111110 01111000 01111110 00111100 00000000
  • 355.
    Padrões de CódigosDigitais ASCII Padrão (7 bits) – computadores pessoais
  • 356.
  • 357.
  • 358.