FILOSOFIA 10º ANO
                    Ficha de preparação para o 1º teste de avaliação
1. Porque se pode afirmar que a adolescência é a idade filosófica por excelência?

2. Qual o primeiro grande problema que se coloca à Filosofia?

3. Complete a seguinte afirmação: “Não há uma definição de Filosofia...”

4. Porque é tão difícil definir Filosofia?

5. Poderemos aproximarmo-nos da definição de Filosofia centrando-nos no seu sentido etimológico.
   Como?

6. Porque é que variam as respostas dadas pelos Filósofos?

7. Não será a Ciência suficiente para responder às questões que inquietam o ser humano?

8. Relacione Filosofia e Ciência enquanto modos de abordar o real.

9. Haverá verdades em Filosofia? Justifique.

10. Qual o objecto e o método da Filosofia?

11. Porque se poderá afirmar que a Filosofia é inevitável?

12. Será a Filosofia útil ou inútil?

13. Distinga a Filosofia de outros saberes.

14. Quais as três competências da Filosofia?

15. Apresente uma definição pessoal de Filosofia.

16. Afinal, quem é o Filósofo?

17. Que características tem o Filósofo?

18. Que tipo de respostas dá o Filósofo?

19. Quais as questões da Filosofia?

20. Apresente algumas respostas à questão antropológica fundamental.

21. Distinga a Filosofia como atitude de Filosofia como saber.

22. Será que todo o Homem é Filósofo?

23. Analise o conteudo e simbologia da Alegoria da Caverna.
Análise dos textos C e D (ver Ficha de Trabalho nº 1)
TEXTO C

“Tomando a noção de útil no sentido prático, aplicável, eficaz, a filosofia é sem dúvida um saber, uma
actividade inútil, ou melhor, utilizando uma bela sugestão de Valéry, frágil. E, no entanto - ponto que é
decisivo – a força dessa fragilidade marcou épocas, falhou teorias, suscitou visões do mundo; criou
conceitos, articulou saberes, inventou mundos. A filosofia foi sempre uma actividade que se
singularizou pelos imensos efeitos da sua ausência de utilidade.”

                                                                     M. M. Carrilho – Filósofos, para quê?

TEMA: a utilidade da Filosofia (o tema é o assunto em geral)

TESE: a Filosofia é inutil ( a tese é a posição do autor face ao tema)

ARGUMENTOS: não é um saber prático, aplicável, eficaz (Argumentos são as razões a favor ou contra
uma determinada tese)

CONCLUSÃO: essa inutilidade “marcou épocas....inventou mundos”.



TEXTO D

“Iludem-se, então, os que procuram a verdade na filosofia? Iludem-se, por certo, se procuram na
filosofia a verdade total e definitiva, a fórmula completa, nítida e inalterável da lei suprema das coisas,
esse segredo transcendente que, uma vez conhecido, se isso fosse possível, os tornaria deuses,
segundo a expressão bíblica, ou, segundo o nosso modo de ver, os tornaria inertes ininteligíveis…

Uma filosofia definitiva, feita e assente uma vez para todo o sempre, implicaria a imobilidade do
pensamento humano: o absoluto anestesiá-lo-ia.”

                 Antero de Quental – Tendências Gerais da Filosofia na segunda metade do século XIX

TEMA: a verdade na Filosofia

TESE: não há verdade total e definitiva em Filosofia

ARGUMENTOS: Se existisse essa verdade absoluta, o pensamento humano não se desenvolveria,
estagnava, seriamos deuses ou seres inertes.

CONCLUSÃO: Uma verdade definitiva e eterna tornaria o Homem um ser anestesiado por se sentir um
ser absoluto.

NOTA: O teste será constituido por cinco questões gerais valendo
              cada uma 40 pontos. Em cada questão exige-se
              desenvolvimento dos raciocinios.



                                            Desejo-vos um estudo empenhado motivado por bons
                                    resultados.

                                                                           Professora:   Rosa Sousa

Prep. 1º teste fil. 10º

  • 1.
    FILOSOFIA 10º ANO Ficha de preparação para o 1º teste de avaliação 1. Porque se pode afirmar que a adolescência é a idade filosófica por excelência? 2. Qual o primeiro grande problema que se coloca à Filosofia? 3. Complete a seguinte afirmação: “Não há uma definição de Filosofia...” 4. Porque é tão difícil definir Filosofia? 5. Poderemos aproximarmo-nos da definição de Filosofia centrando-nos no seu sentido etimológico. Como? 6. Porque é que variam as respostas dadas pelos Filósofos? 7. Não será a Ciência suficiente para responder às questões que inquietam o ser humano? 8. Relacione Filosofia e Ciência enquanto modos de abordar o real. 9. Haverá verdades em Filosofia? Justifique. 10. Qual o objecto e o método da Filosofia? 11. Porque se poderá afirmar que a Filosofia é inevitável? 12. Será a Filosofia útil ou inútil? 13. Distinga a Filosofia de outros saberes. 14. Quais as três competências da Filosofia? 15. Apresente uma definição pessoal de Filosofia. 16. Afinal, quem é o Filósofo? 17. Que características tem o Filósofo? 18. Que tipo de respostas dá o Filósofo? 19. Quais as questões da Filosofia? 20. Apresente algumas respostas à questão antropológica fundamental. 21. Distinga a Filosofia como atitude de Filosofia como saber. 22. Será que todo o Homem é Filósofo? 23. Analise o conteudo e simbologia da Alegoria da Caverna.
  • 2.
    Análise dos textosC e D (ver Ficha de Trabalho nº 1) TEXTO C “Tomando a noção de útil no sentido prático, aplicável, eficaz, a filosofia é sem dúvida um saber, uma actividade inútil, ou melhor, utilizando uma bela sugestão de Valéry, frágil. E, no entanto - ponto que é decisivo – a força dessa fragilidade marcou épocas, falhou teorias, suscitou visões do mundo; criou conceitos, articulou saberes, inventou mundos. A filosofia foi sempre uma actividade que se singularizou pelos imensos efeitos da sua ausência de utilidade.” M. M. Carrilho – Filósofos, para quê? TEMA: a utilidade da Filosofia (o tema é o assunto em geral) TESE: a Filosofia é inutil ( a tese é a posição do autor face ao tema) ARGUMENTOS: não é um saber prático, aplicável, eficaz (Argumentos são as razões a favor ou contra uma determinada tese) CONCLUSÃO: essa inutilidade “marcou épocas....inventou mundos”. TEXTO D “Iludem-se, então, os que procuram a verdade na filosofia? Iludem-se, por certo, se procuram na filosofia a verdade total e definitiva, a fórmula completa, nítida e inalterável da lei suprema das coisas, esse segredo transcendente que, uma vez conhecido, se isso fosse possível, os tornaria deuses, segundo a expressão bíblica, ou, segundo o nosso modo de ver, os tornaria inertes ininteligíveis… Uma filosofia definitiva, feita e assente uma vez para todo o sempre, implicaria a imobilidade do pensamento humano: o absoluto anestesiá-lo-ia.” Antero de Quental – Tendências Gerais da Filosofia na segunda metade do século XIX TEMA: a verdade na Filosofia TESE: não há verdade total e definitiva em Filosofia ARGUMENTOS: Se existisse essa verdade absoluta, o pensamento humano não se desenvolveria, estagnava, seriamos deuses ou seres inertes. CONCLUSÃO: Uma verdade definitiva e eterna tornaria o Homem um ser anestesiado por se sentir um ser absoluto. NOTA: O teste será constituido por cinco questões gerais valendo cada uma 40 pontos. Em cada questão exige-se desenvolvimento dos raciocinios. Desejo-vos um estudo empenhado motivado por bons resultados. Professora: Rosa Sousa