Posicionamento
INCIDENCIA RADIOGRAFICA
Cintura pélvica- Ap bilateral
quadril
ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS: L5, sacro, cóccix, púbis, colo
e trocânteres.
POSIÇÃO DO PACIENTE: Supino, alinhado e centralizado ao RC e RI
RC: Perpendicular , no ponto médio entre as cabeças
femorais(direcionado 5 cm acima da sínfise púbica.)
DFR: 100-110 cm
RI: 35 X43 cm sentido L
COLIMAÇÃO: Colimar toda área de interesse.
üNota: não tente rodar a perna se houver suspeita de fratura. Realizar
bilateral dos quadris`` como estão ¨ para proposito de comparação.
ambas as pernas estendidas e igualmente rodadas internamente 15-20º
Pelve sem rotação( EIAS equidistantes a superfície da mesa). Apoio sob os
joelhos para conforto do paciente.
- Centralizar o RI no RC. Proteger as gônadas.
CINTURA PÉLVICA –AP
UNILATERAL QUADRIL
Centralizar o colo femoral no RC. Pode ser colocado apoio sob os joelhos
para conforto do paciente.
Centralizar o RI no RC.
RC: Perpendicular , no colo femoral ponto médio entre as cabeças
femorais(direcionado 5 cm acima da sínfise púbica.)
-ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS: Acetábulo, cabeça, colo e trocânter
maior.
POSIÇÃO DO PACIENTE: Supino, pernas estendidas e rodadas internamente
15-20º.
Proteger as gônadas.
DFR: 100-110 cm
RI: 24 X30 cm sentido T
COLIMAÇÃO: Colimar toda área de interesse.
Nota: Para possível fratura de quadril, fazer AP bilateral dos quadris para
comparação .
PELVE MÉTODO DE CLEAVES AP
BILATERAL (perna de rã)
ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS: Cabeça, colos e áreas trocantéricas
(para comparação dos quadris sem traumatismo).
POSIÇÃO DO PACIENTE: Paciente supino, centralizado no RC, flexionar os
quadris e joelhos e abduzir ambas as coxas igualmente em 45º a partir da vertical,
se possível, com os pés unidos.
Pelve sem rotação( EIAS com distancias iguais na mesa)
Centralizar o RI no RC, proteger gônadas.
RC: Perpendicular, ao nível das cabeças femorais(7-8 cm inferior ao nível das
EIASs)
DFR: 100-110 cm.
COLIMAÇÃO: Colimar toda área de interesse.
RESPIRAÇÃO : suspender durante exposição
RI: 35X 43 cm sentido T
Nota: incidências perfil de quadril
AP DE BACIA
ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS: Lateral do acetábulo, cabeça do fêmur,
colo e área dos trocânteres.
POSIÇÃO DO PACIENTE: Supino, bacia centralizada na linha central, pernas
estendidas.Ambos os pes, pernas e joelhos rodados internamente em torno de
15º(segurar com esparadrapo).
Apoio sob joelhos para dar conforto. Pelve sem rotação( EIASs equidistantes a
superfie da mesa)
RC centralizado ao RI. Protetor de gônadas para os homens
RC: Perpendicular, na distancia media entre as EIAS e a sínfise púbica( o que é
cerca de 5cm ao nível das EIAS).
rizontal, perpendicular á área do colo femoral e RI
DFOFI: 100-110 cm
COLIMAÇÃO: Colimar toda área de interesse.
RESPIRAÇÃO : suspender durante exposição
RI: 23 X 43 cm sentido Vertical
Advertência: Não tente rodar a perna internamente se houver suspeita de
fraturas envolvendo os quadris.
AP AXIAL DA PELVE PELO (INCIDENCIAS
``ENTRADA ´´ e ``SAÍDA``
ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS: Vista do púbis e ísquio, avaliação de
traumatismo.
POSIÇÃO DO PACIENTE: Decúbito dorsal, paciente centralizado na linha central.
Pelve sem rotação, bracos ao lado do corpo.
Centralizar o RC no RI projetado.
Pode não ser possível a proteção das gônadas sem obscurecer a anatomia
essencial.
RC:
Entrada: 40º caudal ao nível das EIAS, em homens e mulheres
Saída:homens: 20° a 35° cefálico
Mulheres : 30° a 45° cefálico , incidindo 3- 5cm inferior a sínfise púbica.
DFOFI: 100 -110 cm.
COLIMAÇÃO: Colimar toda área de interesse.
RESPIRAÇÃO : suspender durante exposição
RI: 23 X 43 cm sentido Vertical
PA EM ORTOSTÁTICA – BÁSICA
ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS:
Pulmões, traqueia, coração e grandes vasos.
POSICIONAMENTO:
Em pé, com queixos elevados, com as mãos sobre os quadris com a região
palmar voltado para fora e com ombros para frente e abaixados.
Centralizar o RC na região de T7, o topo do filme deve ficar 5cm acima dos
ombros,
centralizar o tórax bilateralmente em relação as bordas do RI em margens
iguais,
tórax sem rotação.
RC:
Perpendicular direcionado a T7 ou 18 a 20 cm a vértebra proeminente
(também é próximo do nível inferior da escapula).
DFR: 180 cm.
COLIMAÇÃO: na borda superior da vertebra proeminente, nas laterais, junto as
bordas cutâneas do lado do tórax.
RESPIRAÇÃO: Exposição ao final da segunda inspiração profunda.
RI: 35 X 43 cm sentido L ou T
ÓRAX LATERAL (PERFIL) EM
ORTOSTÁTICA - BÁSICA
ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS: Pulmões, coração e grandes
vasos.
POSICIONAMENTO: Paciente em pé, lado esquerdo contra o RI,
exceto se o lado direito vier especificado no pedido.
Braços elevados e cruzados acima da cabeça com queixo elevado.
Perfil verdadeiro: sem rotação ou inclinação. O PMS deve estar
paralelo ao RI.
Tórax centralizado ao RC e ao RI tanto anterior quanto
posteriormente.
RC: Perpendicular direcionado a T7.
DFR: 180 cm.
COLIMAÇÃO: na borda superior ao nível de C7, nas laterais, junto as
bordas cutâneas anterior e posterior.
RESPIRAÇÃO: Exposição ao final da segunda inspiração profunda.
RI: 35 X 43 cm sentido L ou T
DECÚBITO DORSAL – ESPECIAL
ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS:
Pulmões, traqueia, coração e grandes vasos.
POSICIONAMENTO: Na maca ou leito quando houver condições,
elevar a cabeceira para colocar o paciente em uma posição semi-
ortostática.
Colocar o chassi na parte posterior do paciente, centralizar a linha
média do filme com a do paciente e manter o topo do filme a 5 cm
acima do ombro.
RC: Direcionado ao nível de T7, com angulação podálica de 5°, a fim
de evitar a superposição das clavículas sobre os ápices pulmonares.
DFR: 180 cm se possível.
COLIMAÇÃO: Colimar as áreas dos campos pulmonares.
RESPIRAÇÃO: Exposição ao final da segunda inspiração profunda.
RI: 35 X 43 cm sentido T
INCIDÊNCIA OBLIQUA
ANTERIOR(OAD e/ou OAE)
ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS:
Ápices pulmonares e ângulos costofrênicos
POSICIONAMENTO:
Paciente em pé, em rotação de 45°, com o ombro direito contra o RI(OAD).
(certos estudos cardíacos necessitam da incidência OAE com rotação de 60° do
PA).
O braço distante do RI, elevado para cima, repousando na cabeça ou apoiado no
RI.
O braço mais próximo do RI deve ficar para baixo no quadril, mantendo o
queixo elevado.
Centralizar o tórax lateralmente a margem do RI, vertical o RC á T7.
RC:Perpendicular ao nível de T7
DFR: 180 cm.
RESPIRAÇÃO: Exposição no final da segunda inspiração.
COLIMAÇÃO: Colimar as áreas dos campos pulmonares.
RI : 35 X 43 sentido L
NOTA: O lado de interesse deve ficar mais distante do RIna OA e mais perto do
RI na OP.
As ilustrações acima demonstram duas posições oblíquas. A primeira, OBLÍQUA ANTERIOR DIREITA (1) é adotada quando
o lado afetado é o ESQUERDO. Nesse caso, o lado afetado não encosta no bucky. Na segunda figura, pode-se visualizar a
posição OBLÍQUA ANTERIOR ESQUERDA (2). Esse segundo posicionamento é adotado para lesões do lado DIREITO. O
lado lesionado, não encosta no bucky vertical.
ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS: Laringe, traqueia, região das
glândulas tireoide, timo e esôfago superior.
POSICIONAMENTO: Ortostática, sentado ou de pé, com o RC centralizado
nas vias áreas superiores.
Os braços devem estar para baixo com queixo levemente elevado
Perfil: abaixar os ombros e leva-los para trás
Centralizar o RI ao nível do RC
RC: Perpendicular centrado no ponto médio entre a margem inferior da
cartilagem tireóidea e a incisura jugular(C6-C7);ou 5cm abaixo (incisura ou
T1), se a traqueia for a área de interesse.
DFOFI :180 cm
COLIMAÇÃO: Colimar toda área de interesse.
RESPIRAÇÃO: A exposição durante uma inspiração lenta e suave.
RI: 24x 30 cm sentido L ou 30x 35 cm
VIAS AÉREAS SUPERIORES - LATERAL
e AP - BÁSICAS
ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS: Fígado, rins, massas
anormais, gases, pelve, coluna lombar e costelas inferiores.
POSICIONAMENTO: Supino, pernas estendidas, braços ao longo do
corpo
Plano médio sagital alinhado e centralizado com a linha media
Pelve sem rotação ( EIAS equidistantes a superfície da mesa)
Centro do RI esta ao nível das cristas ilíacas , garantindo que a
margem superior da sínfise púbica esteja incluída na margem inferior
do RI.
RC: Perpendicular ao centro do RI (nível das cristas ilíacas)
DFOFI: 100 -110 cm.
COLIMAÇÃO: Colimar as margens laterais, topo e base do filme.
RESPIRAÇÃO: Expor ao final da expiração.
RI: 35x 43cm sentido L
AP EM DECÚBITO DORSAL
ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS: Fígado, rins, massas anormais, níveis
líquidos e gases.
POSIÇÃO DO PACIENTE: Em pé, costas contra o Bucky, braços estendidos
ao lado
RC: Horizontal, ao centro do RI (5cm acima das cristas ilíacas)
DFOFI: 100- 110 cm.
COLIMAÇÃO: Colimar as margens do chassi.
RESPIRAÇÃO: Expor ao final da expiração.
RI : 35X 43 cm sentido L
Plano médio sagital alinhado e centralizado na linha media
Pelve sem rotação
O centro do RI esta cerca de 5cm acima da crista ilíaca(o topo do RI
aproximadamente ao nível da axila, para garantir que o diafragma esteja incluído)
ABDOME - AP EM ORTOSTÁTICA
ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS: Fígado, rins, massas anormais, níveis
líquidos e gases.
POSICIONAMENTO: trave as rodas da maca
Paciente com joelhos parcialmente flexionado, braços para cima próximo a
cabeça
Ajuste o paciente e a maca para que o centro do RI e a mesa ( e o RC) estejam
5cm acima da crista ilíaca
Ajuste a altura do RI para alinhar o plano médio coronal a linha central do RI
RC: Horizontal, perpendicular direcionado ao centro do chassi que estará com
o topo a 5 cm acima do nível da crista ilíaca, para incluir a base pulmonar.
DFOFI: 100- 110 cm.
COLIMAÇÃO: Colimar as margens do chassi.
RESPIRAÇÃO: Exposição ao final da expiração.
RI: 35X43 cm sentido T
AP EM DECÚBITO LATERAL
ABDOME - LATERAL EM
DECÚBITO DORSAL
ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS: Massas abdominais, gases, níveis
líquidos, aneurismas, calcificação da aorta e outros vasos e hérnias umbilicais.
POSIÇÃO DO PACIENTE:
Decúbito dorsal, de lado contra a mesa, braços acima da cabeça .
Trave a maca( prenda as rodas)
O centro do RI e a mesa (e o RC ) estão em 5cm acima da crista ilíaca.
Ajuste a altura do RI para alinhar o plano coronal médio a linha central do RI
RC: Horizontal , ao centro do RI e mesa ( 5 cm acima das cristas ilíacas no
plano coronal)
DFOFI: 100-110 cm
COLIMAÇÃO: Colimar toda área de interesse.
RESPIRAÇÃO: Expor ao final da expiração.
RI: 35X43 cm sentido T
Obrigado

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  • 1.
  • 2.
    Cintura pélvica- Apbilateral quadril ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS: L5, sacro, cóccix, púbis, colo e trocânteres. POSIÇÃO DO PACIENTE: Supino, alinhado e centralizado ao RC e RI RC: Perpendicular , no ponto médio entre as cabeças femorais(direcionado 5 cm acima da sínfise púbica.) DFR: 100-110 cm RI: 35 X43 cm sentido L COLIMAÇÃO: Colimar toda área de interesse. üNota: não tente rodar a perna se houver suspeita de fratura. Realizar bilateral dos quadris`` como estão ¨ para proposito de comparação. ambas as pernas estendidas e igualmente rodadas internamente 15-20º Pelve sem rotação( EIAS equidistantes a superfície da mesa). Apoio sob os joelhos para conforto do paciente. - Centralizar o RI no RC. Proteger as gônadas.
  • 3.
    CINTURA PÉLVICA –AP UNILATERALQUADRIL Centralizar o colo femoral no RC. Pode ser colocado apoio sob os joelhos para conforto do paciente. Centralizar o RI no RC. RC: Perpendicular , no colo femoral ponto médio entre as cabeças femorais(direcionado 5 cm acima da sínfise púbica.) -ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS: Acetábulo, cabeça, colo e trocânter maior. POSIÇÃO DO PACIENTE: Supino, pernas estendidas e rodadas internamente 15-20º. Proteger as gônadas. DFR: 100-110 cm RI: 24 X30 cm sentido T COLIMAÇÃO: Colimar toda área de interesse. Nota: Para possível fratura de quadril, fazer AP bilateral dos quadris para comparação .
  • 4.
    PELVE MÉTODO DECLEAVES AP BILATERAL (perna de rã) ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS: Cabeça, colos e áreas trocantéricas (para comparação dos quadris sem traumatismo). POSIÇÃO DO PACIENTE: Paciente supino, centralizado no RC, flexionar os quadris e joelhos e abduzir ambas as coxas igualmente em 45º a partir da vertical, se possível, com os pés unidos. Pelve sem rotação( EIAS com distancias iguais na mesa) Centralizar o RI no RC, proteger gônadas. RC: Perpendicular, ao nível das cabeças femorais(7-8 cm inferior ao nível das EIASs) DFR: 100-110 cm. COLIMAÇÃO: Colimar toda área de interesse. RESPIRAÇÃO : suspender durante exposição RI: 35X 43 cm sentido T Nota: incidências perfil de quadril
  • 5.
    AP DE BACIA ESTRUTURASMAIS DEMONSTRADAS: Lateral do acetábulo, cabeça do fêmur, colo e área dos trocânteres. POSIÇÃO DO PACIENTE: Supino, bacia centralizada na linha central, pernas estendidas.Ambos os pes, pernas e joelhos rodados internamente em torno de 15º(segurar com esparadrapo). Apoio sob joelhos para dar conforto. Pelve sem rotação( EIASs equidistantes a superfie da mesa) RC centralizado ao RI. Protetor de gônadas para os homens RC: Perpendicular, na distancia media entre as EIAS e a sínfise púbica( o que é cerca de 5cm ao nível das EIAS). rizontal, perpendicular á área do colo femoral e RI DFOFI: 100-110 cm COLIMAÇÃO: Colimar toda área de interesse. RESPIRAÇÃO : suspender durante exposição RI: 23 X 43 cm sentido Vertical Advertência: Não tente rodar a perna internamente se houver suspeita de fraturas envolvendo os quadris.
  • 6.
    AP AXIAL DAPELVE PELO (INCIDENCIAS ``ENTRADA ´´ e ``SAÍDA`` ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS: Vista do púbis e ísquio, avaliação de traumatismo. POSIÇÃO DO PACIENTE: Decúbito dorsal, paciente centralizado na linha central. Pelve sem rotação, bracos ao lado do corpo. Centralizar o RC no RI projetado. Pode não ser possível a proteção das gônadas sem obscurecer a anatomia essencial. RC: Entrada: 40º caudal ao nível das EIAS, em homens e mulheres Saída:homens: 20° a 35° cefálico Mulheres : 30° a 45° cefálico , incidindo 3- 5cm inferior a sínfise púbica. DFOFI: 100 -110 cm. COLIMAÇÃO: Colimar toda área de interesse. RESPIRAÇÃO : suspender durante exposição RI: 23 X 43 cm sentido Vertical
  • 7.
    PA EM ORTOSTÁTICA– BÁSICA ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS: Pulmões, traqueia, coração e grandes vasos. POSICIONAMENTO: Em pé, com queixos elevados, com as mãos sobre os quadris com a região palmar voltado para fora e com ombros para frente e abaixados. Centralizar o RC na região de T7, o topo do filme deve ficar 5cm acima dos ombros, centralizar o tórax bilateralmente em relação as bordas do RI em margens iguais, tórax sem rotação. RC: Perpendicular direcionado a T7 ou 18 a 20 cm a vértebra proeminente (também é próximo do nível inferior da escapula). DFR: 180 cm. COLIMAÇÃO: na borda superior da vertebra proeminente, nas laterais, junto as bordas cutâneas do lado do tórax. RESPIRAÇÃO: Exposição ao final da segunda inspiração profunda. RI: 35 X 43 cm sentido L ou T
  • 8.
    ÓRAX LATERAL (PERFIL)EM ORTOSTÁTICA - BÁSICA ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS: Pulmões, coração e grandes vasos. POSICIONAMENTO: Paciente em pé, lado esquerdo contra o RI, exceto se o lado direito vier especificado no pedido. Braços elevados e cruzados acima da cabeça com queixo elevado. Perfil verdadeiro: sem rotação ou inclinação. O PMS deve estar paralelo ao RI. Tórax centralizado ao RC e ao RI tanto anterior quanto posteriormente. RC: Perpendicular direcionado a T7. DFR: 180 cm. COLIMAÇÃO: na borda superior ao nível de C7, nas laterais, junto as bordas cutâneas anterior e posterior. RESPIRAÇÃO: Exposição ao final da segunda inspiração profunda. RI: 35 X 43 cm sentido L ou T
  • 9.
    DECÚBITO DORSAL –ESPECIAL ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS: Pulmões, traqueia, coração e grandes vasos. POSICIONAMENTO: Na maca ou leito quando houver condições, elevar a cabeceira para colocar o paciente em uma posição semi- ortostática. Colocar o chassi na parte posterior do paciente, centralizar a linha média do filme com a do paciente e manter o topo do filme a 5 cm acima do ombro. RC: Direcionado ao nível de T7, com angulação podálica de 5°, a fim de evitar a superposição das clavículas sobre os ápices pulmonares. DFR: 180 cm se possível. COLIMAÇÃO: Colimar as áreas dos campos pulmonares. RESPIRAÇÃO: Exposição ao final da segunda inspiração profunda. RI: 35 X 43 cm sentido T
  • 10.
    INCIDÊNCIA OBLIQUA ANTERIOR(OAD e/ouOAE) ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS: Ápices pulmonares e ângulos costofrênicos POSICIONAMENTO: Paciente em pé, em rotação de 45°, com o ombro direito contra o RI(OAD). (certos estudos cardíacos necessitam da incidência OAE com rotação de 60° do PA). O braço distante do RI, elevado para cima, repousando na cabeça ou apoiado no RI. O braço mais próximo do RI deve ficar para baixo no quadril, mantendo o queixo elevado. Centralizar o tórax lateralmente a margem do RI, vertical o RC á T7. RC:Perpendicular ao nível de T7 DFR: 180 cm. RESPIRAÇÃO: Exposição no final da segunda inspiração. COLIMAÇÃO: Colimar as áreas dos campos pulmonares. RI : 35 X 43 sentido L NOTA: O lado de interesse deve ficar mais distante do RIna OA e mais perto do RI na OP.
  • 11.
    As ilustrações acimademonstram duas posições oblíquas. A primeira, OBLÍQUA ANTERIOR DIREITA (1) é adotada quando o lado afetado é o ESQUERDO. Nesse caso, o lado afetado não encosta no bucky. Na segunda figura, pode-se visualizar a posição OBLÍQUA ANTERIOR ESQUERDA (2). Esse segundo posicionamento é adotado para lesões do lado DIREITO. O lado lesionado, não encosta no bucky vertical.
  • 12.
    ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS:Laringe, traqueia, região das glândulas tireoide, timo e esôfago superior. POSICIONAMENTO: Ortostática, sentado ou de pé, com o RC centralizado nas vias áreas superiores. Os braços devem estar para baixo com queixo levemente elevado Perfil: abaixar os ombros e leva-los para trás Centralizar o RI ao nível do RC RC: Perpendicular centrado no ponto médio entre a margem inferior da cartilagem tireóidea e a incisura jugular(C6-C7);ou 5cm abaixo (incisura ou T1), se a traqueia for a área de interesse. DFOFI :180 cm COLIMAÇÃO: Colimar toda área de interesse. RESPIRAÇÃO: A exposição durante uma inspiração lenta e suave. RI: 24x 30 cm sentido L ou 30x 35 cm VIAS AÉREAS SUPERIORES - LATERAL e AP - BÁSICAS
  • 13.
    ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS:Fígado, rins, massas anormais, gases, pelve, coluna lombar e costelas inferiores. POSICIONAMENTO: Supino, pernas estendidas, braços ao longo do corpo Plano médio sagital alinhado e centralizado com a linha media Pelve sem rotação ( EIAS equidistantes a superfície da mesa) Centro do RI esta ao nível das cristas ilíacas , garantindo que a margem superior da sínfise púbica esteja incluída na margem inferior do RI. RC: Perpendicular ao centro do RI (nível das cristas ilíacas) DFOFI: 100 -110 cm. COLIMAÇÃO: Colimar as margens laterais, topo e base do filme. RESPIRAÇÃO: Expor ao final da expiração. RI: 35x 43cm sentido L AP EM DECÚBITO DORSAL
  • 14.
    ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS:Fígado, rins, massas anormais, níveis líquidos e gases. POSIÇÃO DO PACIENTE: Em pé, costas contra o Bucky, braços estendidos ao lado RC: Horizontal, ao centro do RI (5cm acima das cristas ilíacas) DFOFI: 100- 110 cm. COLIMAÇÃO: Colimar as margens do chassi. RESPIRAÇÃO: Expor ao final da expiração. RI : 35X 43 cm sentido L Plano médio sagital alinhado e centralizado na linha media Pelve sem rotação O centro do RI esta cerca de 5cm acima da crista ilíaca(o topo do RI aproximadamente ao nível da axila, para garantir que o diafragma esteja incluído) ABDOME - AP EM ORTOSTÁTICA
  • 15.
    ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS:Fígado, rins, massas anormais, níveis líquidos e gases. POSICIONAMENTO: trave as rodas da maca Paciente com joelhos parcialmente flexionado, braços para cima próximo a cabeça Ajuste o paciente e a maca para que o centro do RI e a mesa ( e o RC) estejam 5cm acima da crista ilíaca Ajuste a altura do RI para alinhar o plano médio coronal a linha central do RI RC: Horizontal, perpendicular direcionado ao centro do chassi que estará com o topo a 5 cm acima do nível da crista ilíaca, para incluir a base pulmonar. DFOFI: 100- 110 cm. COLIMAÇÃO: Colimar as margens do chassi. RESPIRAÇÃO: Exposição ao final da expiração. RI: 35X43 cm sentido T AP EM DECÚBITO LATERAL
  • 16.
    ABDOME - LATERALEM DECÚBITO DORSAL ESTRUTURAS MAIS DEMONSTRADAS: Massas abdominais, gases, níveis líquidos, aneurismas, calcificação da aorta e outros vasos e hérnias umbilicais. POSIÇÃO DO PACIENTE: Decúbito dorsal, de lado contra a mesa, braços acima da cabeça . Trave a maca( prenda as rodas) O centro do RI e a mesa (e o RC ) estão em 5cm acima da crista ilíaca. Ajuste a altura do RI para alinhar o plano coronal médio a linha central do RI RC: Horizontal , ao centro do RI e mesa ( 5 cm acima das cristas ilíacas no plano coronal) DFOFI: 100-110 cm COLIMAÇÃO: Colimar toda área de interesse. RESPIRAÇÃO: Expor ao final da expiração. RI: 35X43 cm sentido T
  • 17.