Sumário I
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CAD/Pilar
Editor de Geometria, Esforços e
Armaduras em Pilares
Sumário
1.1. Pré-requisitos para utilização................................................................................6
4.1. Desenho visto, desenho gerado...........................................................................10
5.1. Menu suspenso (Principal) .................................................................................12
5.2. Escalas e unidades..............................................................................................18
5.3. Comandos transparentes.....................................................................................19
5.4. Barras de ferramentas.........................................................................................20
6.1. Pilar/Lance atual.................................................................................................23
6.2. Salvar..................................................................................................................23
6.3. Salvar DWG .......................................................................................................23
6.4. Saindo do editor..................................................................................................23
7.1. Regerar o desenho ..............................................................................................24
7.2. Vistas divididas ..................................................................................................24
7.3. Repetição do pilar...............................................................................................25
7.4. Alteração do título do piso..................................................................................25
7.5. Pé-direito ............................................................................................................25
7.6. Introduzindo um novo pilar ................................................................................26
7.6.1. Seção retangular, circular, L e U .................................................................27
7.6.2. Seção poligonal ...........................................................................................27
7.7. Edição da seção definida ....................................................................................27
7.7.1. Edição das seções retangular e circular .......................................................28
7.7.2. Edição de seções poligonais ........................................................................28
8.1. Dados de ferros...................................................................................................29
8.1.1. Tipos de ferros longitudinais.......................................................................29
8.1.2. Como é medido o comprimento ..................................................................30
8.1.3. Definição da bitola do ferro longitudinal.....................................................31
8.1.4. Ferros Invisíveis na seção transversal..........................................................31
8.1.5. Engarrafamentos..........................................................................................31
1. Introdução..................................................................................................................5
2. Acionando o Editor de Geometria ...........................................................................7
3. Pré-dimensionando um pilar não definido em projeto...........................................8
4. Lógica de operação..................................................................................................10
5. A tela do Editor........................................................................................................11
6. Menu Arquivo..........................................................................................................23
7. Menu Geometria da seção.......................................................................................24
8. Menu Ferros longitudinais......................................................................................29
II CAD/Pilar - Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares
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8.1.6. Uso de luvas rosqueadas..............................................................................31
8.1.7. Definição de alternância ..............................................................................32
8.2. Inserindo um ferro ..............................................................................................32
8.2.1. Seleção de coordenadas por ponto de inserção............................................33
8.2.2. Atualização do desenho após a colocação ...................................................33
8.3. Inserindo um ferro em um vértice.......................................................................34
8.4. Critérios de distribuição......................................................................................34
8.5. Distribuição de ferros..........................................................................................35
8.5.1. Distribuir numa face ....................................................................................35
8.5.2. Distribuição numa faixa...............................................................................35
8.5.3. Distribuição entre 2 ferros ...........................................................................36
8.6. Seleção de ferros longitudinais...........................................................................36
8.6.1. Seleção na seção transversal........................................................................37
8.6.2. Seleção na vista longitudinal .......................................................................38
8.7. Leitura dos dados de um ferro ............................................................................38
8.8. Alteração dos dados de um ferro ........................................................................38
8.8.1. Alteração de bitola.......................................................................................39
8.9. Apagando ferros..................................................................................................40
8.10. Comandos do menu geometria..........................................................................40
8.10.1. Projeção de ferros ......................................................................................41
8.10.2. Alinhamento em relação a um ferro...........................................................41
8.10.3. Espelhar um ferro longitudinal na seção....................................................41
8.10.4. Movendo e copiando ferros .......................................................................42
8.10.5. Movendo ferros na seção longitudinal.......................................................43
8.10.6. Movendo textos da seção longitudinal.......................................................44
8.11. Redistribuição das vistas...................................................................................44
8.12. Cópia de ferros longitudinais entre lances ........................................................45
8.13. Legendas do ferro longitudinal .........................................................................45
8.13.1. Sistema de representação de ferros em corte .............................................46
8.14. Numeração de posições ....................................................................................47
9.1. Dados de ferros transversais ...............................................................................48
9.2. Definição de estribos ..........................................................................................49
9.3. Definição de grampos.........................................................................................49
9.4. Grampos verticais ...............................................................................................50
9.5. Critérios de ferros transversais............................................................................51
9.6. Seleção de estribos e grampos ............................................................................51
9.7. Manipulações com vistas de estribos..................................................................51
9.8. Apagando estribos e grampos.............................................................................52
9.9. Texto dos estribos...............................................................................................53
9.9.1. Alterar ângulo..............................................................................................54
9. Menu Ferros transversais .......................................................................................48
Sumário III
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9.9.2. Quebrar........................................................................................................54
9.9.3. Mover ..........................................................................................................54
9.10. Redistribuição das vistas ..................................................................................55
9.11. Cópia de estribos para outros lances.................................................................55
10.1. Verificar a seção atual ......................................................................................56
10.2. Calcular efeitos locais no pilar .........................................................................57
10.3. Calcular efeitos localizados numa faixa retangular ..........................................64
10.4. Calcular efeitos localizados numa faixa com geometria qualquer....................64
10.5. Calcular efeitos de 2ª ordem em um pilar-parede com malha ..........................65
10.5.1. Modelagem................................................................................................66
10.5.2. Comando ...................................................................................................67
10.5.3. Definição das faixas ..................................................................................68
10.5.4. Definição das vinculações transversais .....................................................70
10.5.5. Definição de critérios ................................................................................70
10.5.6. Geração do modelo e cálculo.....................................................................70
10.5.7. Análise dos resultados...............................................................................71
10.5.8. Seleção de caso/combinação .....................................................................71
10.5.9. Informações gerais.....................................................................................72
10.5.10. Extração do modelo global......................................................................72
10.5.11. Diagramas N,M,1/r..................................................................................73
10.5.12. Deslocamentos.........................................................................................74
10.5.13. Esforços...................................................................................................74
10.5.14. Rigidezes .................................................................................................76
10.5.15. Envoltórias...............................................................................................77
10.5.16. Visualização com cerca ...........................................................................77
10.6. Análise dos efeitos locais/localizados ..............................................................78
10.6.1. Exibir.........................................................................................................79
10.6.2. Informações...............................................................................................80
10.6.3. Resultados .................................................................................................82
10.6.4. Visualizar...................................................................................................85
10.6.5. Recalcular..................................................................................................87
10.7. Seção de cálculo ...............................................................................................87
10.8. Materiais...........................................................................................................87
10.9. Unidades de saída.............................................................................................88
10.10. Critérios de cálculo.........................................................................................89
10.11. Carregamentos................................................................................................89
10.11.1. Edição dos carregamentos .......................................................................90
10.11.2. Sistema de coordenadas de cargas...........................................................90
10.12. Como é efetuado o cálculo .............................................................................91
10.13. Relatório de saída ...........................................................................................92
10. Cálculo da seção (Menu Cálculo).........................................................................56
IV CAD/Pilar - Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares
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11.1. Visualizando as curvas de iteração ...................................................................95
11.2. Valores para cálculo de curvas de iteração .......................................................95
11.3. Curvas horizontais – Fz constante ....................................................................96
11.3.1. Definição de valores de Fz.........................................................................96
11.4. Curvas verticais.................................................................................................96
11.5. Observando as curvas .......................................................................................97
11.5.1. Interpretando resultados.............................................................................99
11.6. Outros parâmetros...........................................................................................101
12.1. Menu de cotagem............................................................................................103
12.2. Fazendo uma cotagem ....................................................................................103
12.3. Onde cotar.......................................................................................................104
12.4. Apagando cotagens.........................................................................................104
11. Curvas de iteração (Menu Cálculo)......................................................................94
12. Menu Cotagem da Seção .....................................................................................103
Introdução 5
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1. Introdução
O Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares, é uma ferramenta que
permite tanto dimensionar e verificar pilares aos esforços solicitantes, quanto alterar
detalhes de armaduras, que de outra forma não seriam obtidos de maneira automática.
Os produtos finais do editor serão desenhos de pilares modificados conforme as
necessidades do projetista, prontos para plotagem.
Resumidamente, os recursos disponíveis são:
 Edição de pilares processados pelo CAD/Pilar, tenham ou não obtidos
dimensionamento e alojamento automático;
 Análise de pilares não definidos em projeto, para efeito de um estudo de pré-
dimensionamento;
 Alteração geométrica da seção do pilar;
 Alteração e criação de ferros longitudinais - disposição, quantidades, bitolas,
comprimentos, cotas, alternâncias, traspasses, luvas, etc;
 Disposição de ferros em camadas; cópia do alojamento da seção de um lance
para outro;
 Alteração e criação de estribos e grampos;
40
40
12 P1
D37A
D37B
D28A
18C P2 C=163
2x18 P3 C=43
12P1C=360
P22xP3
8C/10
P22xP3
10C/20
270
1:20
1:35
P2
2o Sub
Fundacao
.22%
.18%
LN
Fz=300,Mx=150,My=75
Dimensionamento Insuficiente
As existente=50.3 cm2 (6,2%)
As existente=52.3 cm2 (6,4%)
ø 20
ø 6.3
ø 6.3
ø20
ø6.3ø6.3
 Possibilidade de alteração dos carregamentos, coeficientes, módulos,
cobrimento, etc.
 Verificação da seção do pilar considerando os carregamentos definidos e todas
as alterações efetuadas no modelo;
 Listagem da armadura existente e da necessária.
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 Geração e visualização espacial da superfície de iteração o lugar geométrico
dos ternos Fz, Mx, My de dimensionamento limite.
.3
86.0
171.7
257.4
Mx
-40 -30
-20
-10
10
20
30
40
My
-40
-30
-20
10
20
30
40
Fz-300-200-100100200300400500
428.8
343.1
-85.4
-171.1
-256.8
-40 -30 -20 -10 10 20 30 40
-300-200-100100200300400500
X
Z
Y
Fz
Mx
X
Z
Y
PilarP1
Superficiedeinteracao
Forcanormalentre-340e515tf
PilarP1
Curvasdeintera..o
Myconst=0tfcm
 Geração de curvas de iteração com Fz, Mx ou My fixos, ou segundo uma
relação constante.
Com o editor, o projetista pode analisar o dimensionamento das seções, reduzir
armaduras de modo a obter um dimensionamento mais econômico, e em certos casos,
fazer com que uma seção que não obteve dimensionamento automático, consiga ser
dimensionada através de alojamentos em camadas, utilização de alternâncias, luvas, etc.
O Editor de Geometria acessa diretamente a base de dados do CAD/Pilar, regerando
continuamente os desenhos na tela, conforme os parâmetros atuais. Os desenhos finais,
salvos pelo editor, podem ser editados graficamente através do Editor de Armaduras de
Pilares.
1.1. Pré-requisitos para utilização
Uma vez que o Editor gráfico de seções é baseado no editor gráfico EAG seria
totalmente antiprodutivo aprender a usar um sem conhecer bem o outro. Você tem que
estar familiarizado pelo menos com os seguintes conceitos do EAG:
 Teclado de funções, para acesso rápido a comandos. Em particular, as teclas
<F8> (janelas) e <F10> (modos, principalmente ortogonal).
 Modificadores de coordenadas <E>, <I>, <S>, <O>, <T>, <Y> e <Z>
combinados com <A>, <M>, <K>, modo ortogonal e ortogonal inclinado.
 Modos de seleção de elementos <W>, <C>, <L>, <P> e <N>.
 O editor gráfico é descrito no manual "Editor de Aplicações Gráficas - Módulo
Básico".
Acionando o Editor de Geometria 7
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2. Acionando o Editor de Geometria
No gerenciador dos Sistemas Integrados CAD/TQS, marque a pasta de pilares do
edifício que deseja trabalhar:
O Editor de Geometria é acionado através da seqüência de comandos “Visualizar” –
“Editor de geometria, esforços e armaduras em pilares”
Se você não estiver trabalhando na seção
edifício, (o que não recomendamos) será
necessário confirmar o número do projeto
que será sempre definido com quatro
caracteres alfanuméricos
Dentro do editor, escolha o pilar a editar:
8 CAD/Pilar - Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares
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3. Pré-dimensionando um pilar não
definido em projeto
O Editor de Geometria permite que você defina uma seção qualquer de pilar a partir do
zero, defina ferros longitudinais e verifique seu dimensionamento à flexão composta
oblíqua. Você não precisa ter um projeto de pilares montado para fazer isto, basta
apenas ter um arquivo de critérios copiado com um número qualquer.
Por exemplo, escolha uma pasta vazia:
Inicialize nesta pasta um arquivo de Critério:
Pré-dimensionando um pilar não definido em projeto 9
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Agora, chame o Editor de Geometria.
Dentro do editor, crie um pilar novo.
Forneça agora um nome de pilar qualquer:
O editor pedirá confirmação:
Dentro do editor, defina os dados do pilar e faça o cálculo. Os dados deste pilar,
entretanto, não podem ser salvos no disco.
10 CAD/Pilar - Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares
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4. Lógica de operação
Este editor é semelhante ao Editor Gráfico de Dados de Vigas, e ao Editor de Esforços
e Armaduras em Lajes, entre outros. A base de dados para trabalho não é o desenho de
pilares, mas os arquivos gerados pelo CAD/Pilar, com geometria, materiais,
carregamentos e armaduras.
O resultado prático é que você deverá realizar todas as tarefas com pilares utilizando os
comandos específicos do Editor de Geometria, esforços e armaduras em pilares:
Qualquer edição executada com os comandos dos específicos de edição gráfica básica,
será perdida a partir do momento em que o editor regerar o desenho na tela.
Os comandos disponíveis no editor permitem alterar a geometria da seção e as
armaduras, calcular o pilar e verificar suas curvas de iteração. Quaisquer alterações nas
armaduras implicarão na regeração dos resumos e vistas do desenho.
4.1. Desenho visto, desenho gerado
O editor regera os arquivos DWG de desenho do pilar alterado, sempre que você aciona
o comando [Salvar]. Assim, você deve deixar para efetuar alterações nos desenhos
com o editor gráfico, somente depois de alterar o pilar com o Editor de Geometria.
Quaisquer alterações de desenho efetuadas em pilares antes da edição com o Editor de
Geometria, serão perdidas quando o desenho for regerado.
Os desenhos gerados podem não ser exatamente iguais aos desenhos vistos na tela. Os
pilares são editados sempre lance a lance, independentemente. Já o desenho gerado no
final, pode ter vários lances acumulados em um só desenho, conforme os critérios de
desenho definidos.
A tela do Editor 11
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5. A tela do Editor
Observe nesta tela:
Título da janela com o
pilar e o lance atual
Contém a referência do lance do pilar atual sendo editado.
Fechar o editor
Fechar o desenho
O meio mais rápido de fechar e sair do editor. Equivale ao
comando “Arquivo” – “Sair”.
Menu suspenso
(principal)
Menu que contém todos os comandos do editor.
Barras de Ferramentas
Botões com, comandos mais usados. Reproduz comandos e
funções do menu.
Janela ou vista com
lance do pilar atual
Área onde serão mostrados graficamente os dados do lance
do pilar atual.
Escolha do pilar
e/ou lance atual
Comandos para a seleção do lance do pilar atual.
Janela de mensagens Área onde o editor emite mensagens.
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5.1. Menu suspenso (Principal)
Por convenção, todas as funções do editor estão disponíveis através do menu principal,
e é por meio destes que serão mostrados os exemplos do manual. Com o tempo, você
aprenderá e se acostumará com outros modos de entrada mais difíceis de memorizar,
mas de operação muito mais rápida. Os menus do módulo básico são:
O menu "Arquivo". Contém funções para abrir,
fechar e salvar desenhos, salvar com outro nome
e carregar / salvar em formato DXF.
O menu de utilidades permite a limpeza e
elementos não utilizados de desenho.
Os menu de plotagem, permitem a visualização
prévia de plotagem e a plotagem efetiva de
desenhos em impressora.
O comando de propriedades, como já visto,
define a escala principal e o sistema associado ao
desenho.
O menu "Editar" implementa
comandos padrão de qualquer
aplicativo Windows: desfazer
e refazer operações, recortar,
copiar e colar usando a área de
transferência do Windows,
localizar e substituir textos,
comparar desenhos.
O comando de interferências
aponta regiões do desenho
onde há colisões entre textos e
outros elementos gráficos.
O menu "Modos" trata dos modos de funcionamento do editor tais como ortogonal,
sistema girado, grade, etc. O menu "Níveis" permite a edição interativa dos níveis e
cores de desenho, além de ligar, desligar, travar e tornar níveis ativos. O menu de barras
de ferramentas permite ligar e desligar as barras de ferramentas.
A tela do Editor 13
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O menu "Exibir" tem todos os
comandos que controlam a visualização
de elementos. O primeiro grupo de
comandos, de "janela" controlam a
parte do desenho mostrada dentro de
uma janela Windows.
O termo janela já era usado em todos os
aplicativos TQS para visualização de
regiões do desenho. Assim, as janelas
Windows são chamadas dentro do
editor de "Vistas", e são tratadas no
segundo grupo de comandos - podem
ser abertas, fechadas, divididas,
reorganizadas, etc.
O último grupo de comandos permite a
listagem de elementos e propriedades
geométricas.
O menu "Desenhar" trata da inserção
dos elementos gráficos básicos no
desenho: linhas, textos, arcos,
círculos, etc.
O comando "Hachura" permite o
preenchimento de áreas fechadas com
linhas espaçadas em um certo ângulo.
O comando "Bloco" insere um bloco
no desenho. Este e todos os comandos
de criação de blocos estão no próximo
menu.
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O menu "Blocos" trata de blocos ou símbolos de
desenho, que são agrupamentos de elementos gráficos
básicos, reunidos sob um nome. Blocos são inseridos
sempre a partir de uma biblioteca interna, podendo ser
carregados para esta a partir de arquivos de desenho
externos.
O segundo grupo de comandos são utilidades para ler,
gravar, explodir e listar blocos. O comando de misturar
desenhos permite também a carga de um desenho
externo sem que seja transformado em bloco.
O menu "Modificar" tem comandos
para a edição de elementos de desenho
já inseridos. Permitem apagar, copiar,
mover, rodar, etc.
Por último, o menu "Cotagem", permite introduzir de maneira
semi-automática anotações de medidas no desenho. Com o
desenho em escala 1:1, as medidas são determinadas
automaticamente a partir das distâncias entre elementos gráficos.
O menu de "Propriedades" permite controlar a aparência das
cotagens realizadas.
A seguir serão apresentados os comandos específicos do Editor de Geometria, esforços
e armaduras de pilares:
A tela do Editor 15
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O menu “Geometria”. Contém comandos para
alterações na geometria da seção, pé direito e
títulos.
O menu de Vistas divididas possibilita a operação
de funções em múltiplas janelas.
É através do menu “Geometria”, que você poderá
alterar totalmente a seção do lance editado.
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Com o menu “Ferros Longitudinais”
faremos todas as alterações de ferros
longitudinais. Podemos modificar
comprimentos, bitolas, dobras, traspasses,
ancoragens, luvas, etc de ferros
existentes, assim como apagar, mover,
copiar, espelhar, distribuir, etc. Ferros de
um lance podem ser copiados para os
lances seguintes.
Usaremos o menu “ferros transversais”, para criar
estribos fechados ou abertos e grampos. Também
teremos controle sobre as vistas explodidas dos
estribos, podendo movê-las junto com o texto
associado. Ferros transversais, por definição, tem
pontos de referência nos ferros longitudinais.
A tela do Editor 17
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O menu “Cálculo” apresenta comandos que levam ao cálculo da seção, em função da
geometria, materiais, critérios de cálculo e diversos casos de carregamentos.
Por último, os comandos relativos as curvas de iteração permitem gerar superfícies de
iteração do pilar. Estas superfícies consistem no lugar geométrico dos ternos Fz, Mx e
My limites, onde o pilar pode ser dimensionado. É uma ferramenta interessante para
determinar se um pilar está dimensionado com pouca ou muita folga, e quais as
solicitações poderá suportar. Este menu permite gerar diagramas no espaço ou em
planos, em direções ortogonais.
18 CAD/Pilar - Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares
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Cotagens realizadas através do menu de edição básica são
perdidas a cada regeração do desenho. O menu “Cota Seção”
específico deste editor, permite fazer cotagens permanentes na
seção transversal. Estas cotagens são armazenadas na base de
dados do pilar, e regeradas com o resto do desenho.
5.2. Escalas e unidades
Os desenhos de pilar são feitos exclusivamente em centímetros, podendo ter duas
escalas diferentes no lance. O desenho é composto por três partes principais:
40
40
12 P1
D37A
D37B
D28A
18C P2 C=163
2x18 P3 C=43
12P1C=360
P22xP3
8C/10
P22xP3
10C/20
270
1:20
1:35
P2
2o Sub
Fundacao
SECAO
TRANSVERSAL
VISTA
EXPLODIDA
DEESTRIBOS
VISTALONGITUDINAL
ø 20
ø 6.3
ø 6.3
ø20
ø6.3ø6.3
A seção transversal e a vista explodida de estribos são desenhadas em centímetros, na
relação de 1:1 entre unidades do mundo real e de desenho. A escala de desenho da
seção transversal é a escala principal do desenho, sendo lida e usada por todos os outros
editores gráficos, editor de plantas e sistema de plotagem.
A tela do Editor 19
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Como a vista longitudinal tem escala diferente da transversal, você precisará converter
medidas ao trabalhar nesta vista. No exemplo acima, a relação entre as duas escalas é
de 35/20 = 1.75. Se você fizer cotagens na vista longitudinal (fora deste editor), deverá
utilizar um multiplicador de dimensões1 de 1.75. Por outro lado, para desenhar uma
linha de comprimento qualquer, divida seu comprimento por 1.75 para obter seu
tamanho exato no desenho.
O menu de curva de iteração e o comando de cálculo da seção lêem carregamentos em
tf e tfm. A saída de esforços pode ser mostrada em tf, kgf, m e cm.
5.3. Comandos transparentes
São chamados de transparentes os comandos que podem ser acionados no meio de um
outro comando sem interrompê-lo. Os seguintes comandos são transparentes quando
acionados pelos aceleradores de teclado:
Controles de visualização
<F8> Janela
<SHF> <F8> Janela total
<CTL> <F8> Janela anterior
<ALT> <F8> Janela deslocada
<F11> Zoom 0.5x
<ALT> <F11> Janela deslocada dinamicamente
Modos de funcionamento
<F10> Nível travado
<SHF> <F10> Modo ortogonal
<CTL> <F10> Curva rápida
<ALT> <F10> Grade
<SHF> <F1> Ortogonal girado
O objetivo do comando transparente é permitir alterar uma janela ou modo de
funcionamento do editor facilitando uma construção gráfica, durante um comando
qualquer, sem interromper o comando em curso. Veremos o uso dos comandos
transparentes na medida em que descrevermos estes comandos.
1Este multiplicador é parâmetro do menu de cotagem.
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5.4. Barras de ferramentas
As barras de ferramentas são um modo rápido de acionar comandos sem ter que decorar
aceleradores de teclado. No módulo básico elas consistem somente de botões com
ícones, mas podem conter também caixas de texto e de lista nos aplicativos que usam o
editor.
Para descobrir o significado de cada ícone do editor basta parar o cursor cerca de meio
segundo sobre o ícone, para que uma pequena janela se abra com o nome do comando
associado ao botão.
As barras de ferramentas disponíveis no Editor de Geometria, esforços e armaduras em
pilares são:
A tela do Editor 21
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Menu Arquivo 23
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6. Menu Arquivo
O menu "Arquivo". Contém funções para abrir, fechar e salvar desenhos, salvar com
outro nome e carregar / salvar em formato DXF. A seguir serão descritos comandos
específicos do Editor de Geometria, esforços e armaduras em pilares. Veja os demais
comandos que são específicos de edição gráfica básica, no manual “EAG – Editor de
Aplicações Gráficas”.
6.1. Pilar/Lance atual
Execute a seqüência de comandos “Arquivo” – “Pilar/Lance atual”:
Selecione o pilar e o lance que deseja
editar, então clique no botão “OK”
6.2. Salvar
Execute a seqüência de comandos “Arquivo” – “Salvar”, ou clique com o mouse sobre
o ícone referente ao comando, para salvar os dados editados, regerando os desenhos que
foram gerados no processamento dos desenhos do CAD/Pilar.
6.3. Salvar DWG
Salva o desenho atual da tela, gerando um novo desenho no disco, utilize este comando
para os desenhos com os dados, materiais e carregamentos utilizados no cálculo da
seção, e os desenhos de curvas de iteração.
6.4. Saindo do editor
A seqüência de comandos
“Arquivo” – “Sair”, fecha o
editor, se você tiver
executado alguma edição em
qualquer um dos pilares o
editor, solicitará a
confirmação:
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7. Menu Geometria da seção
O menu de geometria de pilares, acionado pelo comando “Geometria” do menu
principal do Editor de Geometria, dispõe de comandos orientados principalmente para a
criação de novos pilares, com o objetivo de pré-dimensionamento. Outros comandos
auxiliares permitem também alterar o título do pilar atual, fator de repetição e pé-
direito.
7.1. Regerar o desenho
A seqüência de comandos “Geometria” – “Regerar o desenho”, funciona exatamente
igual ao comando “Regerar” do menu “Exibir”, porém com uma função a mais, a de
regerar o desenho após a visualização das curvas de iteração ou após a visualização do
desenho do com os dados utilizados no cálculo.
7.2. Vistas divididas
O editor trabalha com uma vista atual, sendo o desenho atual aquele mostrado nesta
vista. Dado um desenho, use o comando “Geometria” – “Duas Vistas” para criar mais
uma vista para este desenho.
Menu Geometria da seção 25
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Para ver as vistas no exemplo acima foi preciso:
 Selecionar o pilar P4 lance L1;
 Criar uma nova vista, com o comando “Geometria” – “Duas Vistas”;
 Clicar com o mouse em qualquer região da segunda vista;
 Acionar o comando “Cálculo” – “Calcular”.
7.3. Repetição do pilar
Para considerar repetição do pilar, você pode alterar o seu título através da seqüência de
comandos “Geometria” – “Alterar título” e fator de repetição através da seqüência de
comandos “Geometria” – “Alterar repetição”. O fator é gerado como um pequeno texto
no nível 202. Todos os ferros deste pilar, na tabela de ferros, são multiplicados pelo
fator de repetição.
7.4. Alteração do título do piso
A cada lance do pilar é associado um título, denominado de título do piso, através da
seqüência de comandos “Geometria” – “Alterar título do piso”, será apresentada a
janela “Alteração de título dos pisos “:
Você poderá alterar ou definir os
títulos dos pisos do lance inferior e
superior.
7.5. Pé-direito
Esta informação vai ser alterada apenas eventualmente. Como ela afeta o cálculo feito
externamente (pois altera o peso próprio e cálculo de flambagem), é preferível alterar
esta informação na entrada de dados de formas.
O Editor de Geometria faz verificação da seção à esforços de 2a ordem, efeitos locais e
localizados, obtendo o comprimento diretamente do pórtico espacial, assim esta
informação de pé-direito não afeta o cálculo.
Execute a seqüência de comandos “Geometria” – “Alterar pé direito”, para alterar o pé-
direito do lance que esta sendo editado.
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7.6. Introduzindo um novo pilar
A seqüência de comandos “Geometria” – “Criar seção”,aciona a janela “Criar nova
seção”.
A janela “Criar nova seção” permite criar uma
nova seção de pilar. A seção será criada
conforme a definição dos dados definidos nesta
janela, e os dados serão solicitados conforme o
tipo de pilar criado.
Os tipos de seção:
Menu Geometria da seção 27
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7.6.1. Seção retangular, circular, L e U
As seções tipo retangular, circular, L e U são seções padrão. Na seção retangular
fornecemos base e altura; nas seções L e U, a base, altura e espessura; e na circular, o
diâmetro:
BASE
ALTURA
BASE BASE
ALTURA
ALTURA
ESPESSURA
DIAMETRO
As seções retangulares, L e U serão afetadas pelo ângulo definido em [Ang=xxx], na
janela “Criar nova seção”.
A locação da seção no desenho é feita automaticamente pelo programa, mas apenas
depois de executada a seqüência de comandos “Geometria” – “Regerar o desenho”.
7.6.2. Seção poligonal
A seção poligonal é criada através do fornecimento de pontos, com a mesma entrada de
dados de uma poligonal comum do editor. O botão <U> pode ser usado para desfazer o
último segmento, enquanto o botão <C> fecha o último segmento da poligonal.
O Editor de Geometria constantemente regera o desenho, fazendo com que edições
gráficas básicas sejam perdidas. Caso deseje definir uma seção com muitos detalhes,
faça isto externamente através de um dos editores gráficos CAD/TQS. Depois, inclua
dentro do Editor de Geometria, usando a seqüência de comandos “Blocos” – “Misturar
desenhos”, disponível no menu principal do editor.
7.7. Edição da seção definida
A seção já definida pode ser alterada pelos comandos do menu.
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7.7.1. Edição das seções retangular e circular
As seções tipo retangular e circular podem ter suas dimensões alteradas usando a
usando a seqüência de comandos “Geometria” – “Alterar dimensão”. Para redefinir
seções em L e U, simplesmente recrie as seções.
7.7.2. Edição de seções poligonais
Três comandos do menu permitem editar pontos de uma seção poligonal qualquer,
incluindo as seções definidas de modo padrão, como retangular, L e U.
A seqüência de comandos “Geometria” – “Altera ponta” permite redefinir as
coordenadas de um dos pontos do contorno.
A seqüência de comandos “Geometria” – “Criar ponta” permite criar um novo ponto
entre 2 outros quaisquer.
A seqüência de comandos “Geometria” – “Apagar ponta”, elimina um ponto qualquer
da seção.
Menu Ferros longitudinais 29
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8. Menu Ferros longitudinais
Com o menu “Ferros Longitudinais” faremos todas as alterações de ferros
longitudinais. Podemos modificar comprimentos, bitolas, dobras, traspasses,
ancoragens, luvas, etc de ferros existentes, assim como apagar, mover, copiar, espelhar,
distribuir, etc. Ferros de um lance podem ser copiados para os lances seguintes.
8.1. Dados de ferros
Nos menus principal, execute a seqüência de comandos “F.Long” – “Dados de ferros”,
então será apresentada a Janela “Dados de ferros longitudinais”.
A Janela “Dados de ferros longitudinais”., contém os dados de um ferro, que serão
usados nos próximos ferros a serem criados.
A seguir veja a janela “Dados de ferros longitudinais”., e alguns dos dados que definem
um ferro:
8.1.1. Tipos de ferros longitudinais
O Editor de Geometria não identifica um ferro pelo tipo, mas pelos diversos
comprimentos definidos nos dados dos ferros. O objetivo do tipo, é facilitar a definição
destes comprimentos. Ao selecionar um tipo, o editor modificará os comprimentos do
menu conforme o tipo:
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Normal O valor da altura do lance é definido, e o traspasse superior, conforme
a bitola.
Arranque A altura do lance é zerada, e são definidos traspasse superior e
inferior, conforme a bitola
Nasce O mesmo que um ferro normal. No caso de ferros que nascem em
vigas, falta definir o traspasse inferior.
Genérico Zera todos os comprimentos. Definição manual a cargo do projetista.
8.1.2. Como é medido o comprimento
O comprimento principal do ferro é a altura do lance. Este comprimento não é
necessariamente igual à altura do lance do pilar. Apenas os ferros com altura do lance
diferente de zero entram no cálculo da seção.
Normalmente o ferro começa na base do lance e termina no seu topo, tendo o
comprimento igual à altura real do lance atual. Acima temos o traspasse superior. Se
mudarmos a bitola de um ferro, automaticamente o traspasse superior será recalculado
se existir, de acordo com os critérios definidos2. Alternativamente, podemos definir o
comprimento superior no lugar do traspasse. O comprimento superior não é alterado se
houver alteração da bitola.
Analogamente ao traspasse e comprimento superior, temos o traspasse e comprimento
inferior. Geralmente usamos o traspasse inferior para definir um chumbador, em ferros
com altura do lance zero. O ponto de referência para este ferro é o topo do lance, não a
base.
Na base do pilar, os ferros podem ser esticados para baixo, para dentro da fundação.
Este comprimento é a chamada altura da fundação.
Para definir um ferro que chega ao topo do lance a menos do cobrimento, você pode
tanto definir um traspasse superior zero e altura do lance descontada do cobrimento,
quanto a altura do lance total e o traspasse negativo igual ao cobrimento.
2Veja a respeito no manual "CAD/Pilar - Critérios de Projeto".
Menu Ferros longitudinais 31
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8.1.3. Definição da bitola do ferro longitudinal
Você poderá definir qualquer uma
das bitolas definidas no arquivo de
critério do CAD/Pilar:
8.1.4. Ferros Invisíveis na seção transversal
Ferros invisíveis são aqueles que aparecem no desenho da seção longitudinal mas não
no da transversal. Geralmente, os arranques e chumbadores recebem este atributo.
Ferros invisíveis não entram no cálculo da seção.
8.1.5. Engarrafamentos
O engarrafamento consiste na deformação de um ferro para que ele passe de uma seção
maior para outra menor. Atribuindo o engarrafamento a um ferro, o seu desenho é
modificado de acordo.
8.1.6. Uso de luvas rosqueadas
Outra forma de diminuir a taxa de armadura no traspasse é com o uso de luvas
rosqueadas. Neste caso, o ferro terá traspasse superior zero e luvas. O Editor de plantas
dos Sistemas Integradas CAD/TQS, na extração de tabela de ferros, faz um resumo das
luvas utilizadas.
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8.1.7. Definição de alternância
A alternância de ferros longitudinais é uma maneira de diminuir a taxa de armadura na
região de traspasse de um pilar muito carregado. Um ferro pode ter dois comprimentos
de alternância definidos: o inferior, que é subtraído do seu comprimento total, e eleva
a sua cota a partir da base do lance; e o superior, que é somado ao comprimento total.
A separação de alternância inferior e superior é necessária, pois em lances extremos
apenas uma delas pode ser definida.
14P1C=400
P1
HLNTRS
ALTURA DO
LANCE
TRASPASSE
SUPERIOR
5o piso
6o piso
ALI
ALTERNANCIA
INFERIOR
ALS
SUPERIOR
ALTERNANCIA
ø25
8.2. Inserindo um ferro
Para colocar um único ferro longitudinal no pilar, você deve:
 Definir os dados na janela “Dados de ferros longitudinais”, através da
seqüência de comandos “F.Long” – “Dados de ferros”. Estes também poderão
ser copiados de outro ferro com o comando “Ler Dados”.
 Acionar a seqüência de comandos: “F.Long.” – “Inserir um ferro” e definir as
coordenadas do ferro na seção transversal.
O ferro colocado desta maneira será posicionado exatamente nas coordenadas do
cursor, sem nenhuma verificação de cobrimento e interferência com outros ferros.
Se você deseja facear o ferro com o concreto, a menos dos estribos e do cobrimento,
use o comando de projetar ferros, mostrado adiante.
Menu Ferros longitudinais 33
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8.2.1. Seleção de coordenadas por ponto de inserção
Na colocação de um ferro por coordenadas, freqüentemente usamos outros ferros já
posicionados no desenho como referência.
Os ferros são representados na seção transversal por blocos de desenho. Para obter as
coordenadas exatas do centro do ferro, use o modificador de coordenadas <B>. Veja o
exemplo de como inserir um ferro no ponto médio de outros dois:
1
2
Comando : [ Inserir um ferro ]
Ponto no CG do ferro : <M>
Ponto 1/2 : <B> no PT1
Ponto 2/2 : <B> no PT2
8.2.2. Atualização do desenho após a colocação
Para acelerar a operação, o desenho não é regerado após a colocação de ferros
longitudinais. Esta tarefa é deixada para o próximo comando “Regerar” ou qualquer
outro comando de visualização.
A colocação de novos ferros provoca mudança no resumo dos ferros longitudinais e na
vista longitudinal dos mesmos.
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8.3. Inserindo um ferro em um vértice
A seqüência de comandos “F.Long” – “Inserir em vértice”, insere um ferro no vértice
selecionado da seção do pilar. Veja o exemplo:
1
Comando : [ Inserir em Vértice ]
Selecione o vértice : <B1> no PT1
8.4. Critérios de distribuição
Através de seqüência de comandos “F-Long” – “Critérios de distribuição”, será
acionada a janela “Critérios de distribuição” para as definições dos critérios de
distribuição dos ferros longitudinais na seção transversal.
Defina o Número de barras para a
distribuição de “n” barras em uma das
faces da seção do lance atual.
Defina o Espaçamento para a
distribuição de barras pelo
espaçamento definido em uma das
faces da seção do lance atual.
Você poderá distribuir barras com uma
distância adicional à face.
Inicialmente o valor do cobrimento
será lido do arquivo de critérios do
CAD/Pilar
A distribuição das barras poderá se dar
até a extremidade ou ainda limitada
pelo contorno da seção do lance
superior.
Menu Ferros longitudinais 35
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8.5. Distribuição de ferros
O editor dispõe de três comandos de distribuição: um para distribuir em uma face do
pilar, um para uma faixa entre dois pontos e um para distribuição entre dois ferros
selecionados.
Os comandos de distribuição utilizam os parâmetros atuais de ferros longitudinais,
como já vimos, e os parâmetros de distribuição (com exceção do último comando) .
Altere estes parâmetros antes de efetuar a distribuição.
8.5.1. Distribuir numa face
Com os parâmetros de distribuição definidos, para distribuir ferros sobre uma face do
pilar basta acionar a seqüência de comandos ”F.Long” – “Distribuir numa face” e
indicar a face. Em uma operação típica, poderíamos carregar os dados de um ferro
existente, definir um espaçamento e fazer a distribuição como no exemplo:
1
2
Comando : [ Ler Dados ]
Ler ferro - Use <B1>.... : <B1> no PT1
Tecle : <ENTER>
Comando : [ Critérios Distribuição ]
Será apresentada a janela “Critérios de distribuição”
Defina : [Número de barras = 5 ]
Comando : [ Distribui numa face ]
Ponto na face do pilar : <B1> no PT2
8.5.2. Distribuição numa faixa
Na distribuição por faixa, especificamos 2 pontos em faces quaisquer do pilar. Este
comando é indicado para pilares com trechos em arco. Nestes trechos, o contorno é
discretizado, e uma distribuição por face não funcionará. Veja o exemplo:
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1
2
Comando : [ Critérios Distribuição ]
Será apresentada a janela “Critérios de distribuição”
Defina : [Espaçamento = 10 ]
Comando : [Distribui numa faixa]
Ponto na face do pilar : <E> no PT1
Ponto na face do pilar : <E> no PT2
A distribuição é feita sempre no sentido anti-horário, do primeiro ao último ponto.
8.5.3. Distribuição entre 2 ferros
A seqüência de comandos “F.Long.” – “Distribuir entre dois ferros” nos permite
distribuir uma quantidade especificada de barras entre dois ferros selecionados. Ele é
prático, pois não exige a localização exata dos pontos de referência, apenas sua seleção.
A quantidade de ferros é sempre solicitada. Veja:
1 2
Comando : [ Distribuir entre dois ferros ]
Distribuição entre 2 ferros ... : <B1> no PT1
Distribuição entre 2 ferros ... : <B1> no PT2
Distribuição entre 2 ferros ... : <ENTER>
Número de ferros intermediários : 3
8.6. Seleção de ferros longitudinais
Todos os comandos para edição de ferros longitudinais pedem pela seleção de ferros. A
seleção pode ser feita com comandos de teclado semelhantes à seleção básica do editor
gráfico.
Menu Ferros longitudinais 37
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Toda a seleção é feita no modo de entrada múltipla, isto é, você seleciona
repetidamente, até apertar um <B3> ou <ENTER> no final.
8.6.1. Seleção na seção transversal
Você pode selecionar os ferros usando o botão <B1> do mouse, e através dos
modificadores <W>, <C>, <R>, com resultados semelhantes à edição gráfica comum.
Veja o exemplo com o comando para apagar ferros:
1 2
3
45
6
7
Comando: : [ Apagar ]
Use <B1><W><C><D><R><P>, <ENTER> no fim : <B1> no PT1
Use... : <B1> no PT2
Use... : <W> no PT3
Segundo pt janela : <B1> no PT4
Use... : <R>
Defina a cerca - pt1 : <B1> no PT5
Defina a cerca - pt2 : <B1> no PT6
Defina a cerca - pt3 : <B1> no PT7
Defina a cerca - pt4 : <ENTER>
Use... : <ENTER>
O modificador <P>, permite selecionar os mesmos ferros da seleção do último
comando.
Para tirar da seleção ferros previamente escolhidos, selecione novamente o mesmo
ferro. O editor alterna entre seleção ou não, cada vez que o mesmo ferro é escolhido.
38 CAD/Pilar - Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares
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8.6.2. Seleção na vista longitudinal
Você pode selecionar um ferro longitudinal na vista longitudinal, e todos os ferros
correspondentes na seção transversal se acenderão junto:
1
2o Subsolo
1o Subsolo
12P1ø20C=360
Comando: : [ Apagar ]
Use <B1><W><C><D><R><P>, <ENTER> no fim : <B1> no PT1
Use... : <ENTER>
8.7. Leitura dos dados de um ferro
O comando “F.Long” – “Ler dados”, torna atuais os dados do primeiro ferro que você
selecionar. Você pode usar este comando para verificar os dados de um ferro ou para
criar ferros novos com mesmos dados de um ferro escolhido.
8.8. Alteração dos dados de um ferro
O comando “F.Long” – “Alterar dados”, permite alterar quaisquer dos dados definidos.
Você pode selecionar ferros com diferentes características, alterando apenas aquelas
que selecionar, como por exemplo, a bitola.
Depois de acionar o comando e selecionar os ferros a serem alterados, o editor mostrará
a janela com os dados que poderão ser alterados:
Menu Ferros longitudinais 39
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Os dados onde os referidos campos forem apresentados em branco, não vão ser
modificados nos ferros selecionados. À medida que você acionar os dados, eles
passarão a ser representados por seu valor, e serão atribuídos aos ferros selecionados.
Assim, você pode escolher o que alterar, mesmo que os ferros selecionados tenham
uma ou mais características diferentes.
Escolhidos os dados a alterar, confirme com um clique no botão “OK”, ou abandone
acionando o botão “Cancelar”.
8.8.1. Alteração de bitola
As coordenadas do baricentro dos ferros faceando o contorno do pilar, são calculadas
somando-se à face do pilar, o cobrimento, a bitola de estribos e mais meia bitola do
ferro longitudinal. Veja a figura:
40 CAD/Pilar - Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares
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BITOLA
MAIOR
BITOLA
MENOR
COBRIMENTO
° ESTRIBO
1/2 ° LONGITUDINAL
Em qualquer alteração de bitola, os ferros da primeira camada, serão reposicionados
automaticamente, porém os da segunda camada, terão de ser movidos e reposicionados.
Mais adiante mostraremos um comando genérico para projetar os ferros na face, a
menos das distâncias mostradas acima.
8.9. Apagando ferros
Como já exemplificamos, a seqüência de comandos “F.Long” – “Apagar” permite
apagar um ou mais ferros selecionados. Ferros apagados não podem mais ser
recuperados.
Estribos são definidos tendo como referência ferros longitudinais. Estribos são
apagados automaticamente quando um ferro longitudinal usado como referência é
apagado.
8.10. Comandos do menu geometria
O menu “Geometria” acionado a partir da seqüência de comandos “F.Long” –
“Geometria”, tem mais comandos para alteração de ferros:
Projetar Projeta ferros na face ou em uma camada, considerando
recobrimento e a bitola de estribos
Alinhar Alinha um ferro em relação a outro, na horizontal ou vertical
Mover Move um ou mais ferros na vista transversal ou longitudinal
Copiar Copia um ou mais ferros na vista transversal
Espelhar Espelha um ou mais ferros na vista transversal
Mover texto Move o texto que descreve o ferro na vista longitudinal
Menu Ferros longitudinais 41
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8.10.1. Projeção de ferros
A seqüência de comandos: “F.Long” – “Geometria” – “Projetar”, projeta os ferros
selecionados na face mais próxima do pilar, a menos do cobrimento, da bitola do
estribo e de meia bitola do ferro. Este comando considera a distância adicional definida
nos parâmetros de distribuição, podendo ser usado para mover ferros entre camadas.
8.10.2. Alinhamento em relação a um ferro
A seqüência de comandos: “F.Long” – “Geometria” – “Alinhar”, para alinhar ferros de
faces diferentes, e tornar a distribuição de armaduras mais simétrica. O comando pede
por um ferro como referência de alinhamento e um ou mais ferros a serem alinhados. O
alinhamento é restrito às direções horizontal e vertical. Veja:
1
2
3
Comando : [ Alinhar ]
Selecione o ferro base p/alinhamento : <B1> no PT1
Selecione... : <ENTER>
Selecione agora os ferros a alinhar : <B1> no PT2
Selecione ... : <B1> no PT3
Tecle... : <ENTER>
8.10.3. Espelhar um ferro longitudinal na seção
A seqüência de comandos: “F.Long” – “Geometria” – “Espelhar”, é ideal para a
distribuição simétrica de armaduras em pilares de contorno qualquer. No exemplo
abaixo, considerando um espaçamento já definido, definiremos toda a armadura
longitudinal de um pilar em L com apenas quatro comandos:
1
2
Comando : [ Distibuir numa face ]
Ponto na face do pilar : <B1> no PT1
Comando : [ Distribuir numa face ]
Ponto na face do pilar : <B1> no PT2
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1
23
4
5
Comando : [ Espelhar ]
Use <B1>.... : <W> no PT1
Segundo pt janela : <B1> no PT2
Tecle : <ENTER>
Linha de espelho pt1 : <M>
Ponto 1/2 : <E> no PT3
Ponto 2/2 : <E> no PT4
Pt 2 : <SHF> <F10> (ortogonal)
Pt 2 : <B1> no PT5
1
2
3 4
5
Comando : [ Espelhar ]
Use <B1>.... : <W> no PT1
Segundo pt janela : <B1> no PT2
Tecle : <ENTER>
Linha de espelho pt1 : <M>
Ponto 1/2 : <E> no PT3
Ponto 2/2 : <E> no PT4
Pt 2 : <B1> no PT5
8.10.4. Movendo e copiando ferros
Os comandos “Mover” e “Copiar” têm funcionamento análogo aos mesmos comandos
do editor gráfico, pedindo sempre por um deslocamento definido por dois pontos. Veja
um exemplo de cópia de camadas:
Menu Ferros longitudinais 43
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1
2
3
Comando : [ Copiar ]
Use <B1>.... : <W> no PT1
Segundo pt janela : <B1> no PT2
Tecle : <ENTER>
Ponto base : <B1> no PT3
Segundo ponto : @0,4
Tecle : <ENTER>
8.10.5. Movendo ferros na seção longitudinal
A seqüência de comandos: “F.Long” – “Geometria” – “Mover”, também pode ser
usado para mover lateralmente, ferros na seção longitudinal. Esta movimentação é
apenas de elementos de desenho, nada tem a ver com a posição real do ferro dentro do
pilar. Veja:
16P1C=360
P22xP3
9C/20
270
2o Subsolo
1o Subsolo
16P1C=360
P22xP3
9C/20
270
2o Subsolo
1o Subsolo
1
2 3
ø20
ø6.3
ø20
ø6.3
Comando : [ Mover ]
Use <B1>... : <B1> no PT1
Tecle : <ENTER>
Ponto base : <B1> no PT2
Segundo ponto : <B1> no PT3
O Editor de Geometria precisa regerar a vista longitudinal dos ferros longitudinais
sempre que houver qualquer alteração nestes ferros. Neste caso, qualquer edição
realizada na vista (como a movimentação acima) será perdida.
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8.10.6. Movendo textos da seção longitudinal
Outro comando para a edição da vista longitudinal é o comando de movimentação de
texto, para usar este comando execute a seqüência: “F.Long” – “Geometria” – “Mover
texto”. Veja o exemplo:
16P1C=360
P22xP3
9C/20
270
2o Subsolo
1o Subsolo
1
23
16P1C=360
P22xP3
9C/20
270
2o Subsolo
1o Subsoloø20
ø6.3
ø20
ø6.3
Comando : [ Mover texto ]
Selecione um ferro na vista longitudinal : <B1> no PT1
Selecione... : <ENTER>
Ponto base : <B1> no PT2
Segundo ponto : <B1> no PT3
8.11. Redistribuição das vistas
As três partes principais do desenho do pilar, a seção transversal, a vista explodida de
estribos, e a vista longitudinal, são realocadas dinamicamente pelo editor conforme
necessário, dependendo das escalas usadas e do espaço disponível.
Para acelerar a interação, alguns comandos que causam alteração no desenho destas
vistas (como por exemplo, a criação de novos ferros) não regeram o desenho de
imediato, e nem reposicionam as vistas.
Se ocorrerem interferências de textos entre vistas após comandos de edição, pode ser
necessário o reposicionamento das vistas. Este reposicionamento pode ser forçado
através da seqüência de comandos: “F.Long” – “Redistribuir”.
Sempre que este comando for acionado, qualquer modificação efetuada nas vistas (tal
como movimentação de ferros e textos) será perdida. Assim, estas edições devem ser
deixadas sempre para o final da interação gráfica.
Menu Ferros longitudinais 45
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8.12. Cópia de ferros longitudinais entre lances
Embora as solicitações nas seções do pilar variem de lance para lance, pode ser
desejável a cópia de um arranjo de armaduras de um lance para outro.
Por exemplo, em um pilar de seção qualquer, após a definição dos ferros longitudinais,
pode ser interessante copiar os ferros para um ou mais lances acima. Neste caso,
modificaremos apenas as bitolas nos lances superiores, para atender à menor solicitação
de esforços.
A cópia dos ferros é feita através da seqüência de comandos: “F.Long” – “Copiar
lance”. Este comando pede o número do lance final até onde os ferros devem ser
copiados. Este comando permite copiar tanto para cima quanto para baixo.
Quando um lance recebe os ferros de outro lance, todos os ferros longitudinais e
transversais existentes anteriormente são eliminados. Veremos adiante, que os ferros
transversais também podem ser copiados de um lance para outro.
8.13. Legendas do ferro longitudinal
Para diferenciar ferros longitudinais com características diferentes na seção transversal,
eles recebem uma representação diferente e são legendados no resumo. Assim,
olhando-se o desenho pode-se determinar exatamente quais ferros estão em qual
posição. Veja o exemplo:
P1
P2
14
5
ø 20
ø 20
Na variação de seção do pilar, os ferros que tem traspasse foram representados de
maneira diferente dos ferros que morrem no lance.
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8.13.1. Sistema de representação de ferros em corte
O Editor de Geometria foi preparado para representar o ferro longitudinal em corte de
maneira parametrizada. Você pode alterar a representação para atender aos seus
critérios de desenho.
As representações
consistem em blocos de
desenho na forma de
arquivos DWG, com
tamanho 1x1 e base de
inserção no centro do
ferro. A quantidade de
blocos para cada classe
de ferro e o nome de
cada arquivo de desenho
estão definidos no
arquivo de critérios do
CAD/Pilar. Veja no
manual “CAD/Pilar –
Critérios de projeto”,
como editar os blocos
existentes ou ampliar as
configurações existentes.
Quando um ferro tem altura de lance definida e traspasse superior maior que zero, ele é
considerado um ferro que passa. Estão definidos 3 símbolos para ferro que passa:
FERPAS1 FERPAS2 FERPAS3
O sistema usa automaticamente o primeiro à esquerda. Se existirem ferros que passam
com características diferentes, será usado o segundo e o terceiro, na medida do
necessário. Como existem apenas três símbolos, se houverem mais ferros diferentes,
serão representados simplesmente por um círculo.
Os ferros que morrem são aqueles com altura de lance definida, porém sem traspasse
superior. Os símbolos para ferros que morrem são:
Menu Ferros longitudinais 47
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FERMOR1 FERMOR2 FERMOR3
Ferros com engarrafamento são representados por um destes símbolos:
FERENG1 FERENG2 FERENG3
Outros ferros, fora da classificação acima são desenhados assim:
FEROUT1
8.14. Numeração de posições
O Editor de Geometria não dá ao usuário controle sobre a numeração de posições dos
ferros, sendo estes numerados automaticamente conforme o desenho.
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9. Menu Ferros transversais
O menu de ferros transversais permite definir a geometria de estribos abertos, fechados
e grampos, assim como movimentar linhas e textos das vistas explodidas de estribos.
As informações verticais dos ferros transversais são idênticas para todos os ferros no
mesmo lance, sendo alteradas através da edição dos dados dos ferros transversais.
9.1. Dados de ferros transversais
No menu principal execute a seqüência de comandos “F.Transv.” – “Dados de ferros”.
Então será apresentada a janela “Dados de ferros transversais”.
Os dados alterados nesta janela “Dados de ferros transversais”, terão efeito imediato,
sendo o desenho regerado. O lance pode ter de uma a três faixas de estribos diferentes
no lance, e uma faixa adicional para a fundação. As distâncias, que determinam o
início/fim e tamanho das faixas, são fornecidas como na figura apresentada dentro da
janela.
A quantidade de ferros é calculada automaticamente em função do tamanho da faixa e
do espaçamento entre os estribos na faixa. As faixas são eliminadas zerando-se o
espaçamento.
Menu Ferros transversais 49
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As bitolas disponíveis tanto para estribos quanto para os grampos serão as definidas no
arquivo de critérios do CAD/Pilar.
9.2. Definição de estribos
O editor permite definir estribos abertos com a seqüência de comandos “F.Transv.” –
“Inserir aberto” e estribos fechados com a seqüência de comandos “F.Transv.” –
“Inserir fechado”. Os estribos são construídos cercando-se ferros longitudinais, que
servem de referência. Assim, os ferros longitudinais na seção transversal devem ser
fornecidos um a um, na mesma ordem dos pontos do estribo. Veja o exemplo:
1 2
34
27 80
29 T3 ø 6.3 C/15 C=229
Comando : [ Inserir fechado ]
Selecione os ferros longitudinais : <B1> no PT1
Selecione os ferros longitudinais : <B1> no PT2
Selecione os ferros longitudinais : <B1> no PT3
Selecione os ferros longitudinais : <B1> no PT4
Selecione os ferros longitudinais : <ENTER>
Você não deve conectar o último ponto ao primeiro para fechar o estribo; se fizer isto,
será desfeita a seleção do primeiro ponto. Estribos abertos são definidos da mesma
maneira que estribos fechados. A movimentação de um ferro longitudinal que serve de
referência a um estribo faz com que o estribo se deforme, acompanhando o ferro.
9.3. Definição de grampos
Grampos são elementos transversais definidos por apenas dois pontos. O formato do
grampo pode ser em S ou C, de acordo com o critério K83, definido no critério de
desenho.
Use com a seqüência de comandos “F.Transv.” – “Inserir aberto” para inserir um
grampo:
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1
2
80
28
27
29 T3 ø 6.3 C/15 C=229
29 T6 ø 6.3 C/15 C=43
Comando : [ Inserir aberto ]
Selecione os ferros longitudinais : <B1> no PT1
Selecione os ferros longitudinais : <B1> no PT2
Selecione os ferros longitudinais : <ENTER>
9.4. Grampos verticais
Grampos verticais são elementos construtivos, colocados geralmente no último lance de
um pilar, ou em um lance intermediário cobrindo uma variação de seção.
O editor permite a definição de uma faixa de grampos verticais por lance. Uma vez
fornecidos os dados, através da janela ”Dados de grampos verticais”, o detalhe do
grampo é automaticamente desenhado.
Execute a seqüência de comandos “F.Transv.” – “Grampos verticais”, e a janela
“Dados de grampos verticais” será apresentada.
A lista de bitola será composta pela bitolas
definidas no critério de projeto do
CAD/Pilar.
Para eliminar grampos definidos clique no
botão “Eliminar”.
Menu Ferros transversais 51
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9.5. Critérios de ferros transversais
Execute a seqüência de comandos “F.Transv.” – “Critérios”, e a janela ”Critérios de
ferros transversais” será apresentada.
Os Critérios de Agrupamentos e
Distribuição governam como será a
disposição dos estribos e grampos
explodidos
Veja no manual “CAD/Pilar –
Critérios Gerais de Desenho”,
detalhes sobre a definição destes
critérios e algumas ilustrações.
9.6. Seleção de estribos e grampos
Estribos, assim como ferros longitudinais, são selecionados continuamente até que se
aperte <B3> ou <ENTER>. Os modificadores de seleção tipo <W>, <R>, <C> e <P>
funcionam como na seleção de ferros longitudinais.
Estribos podem ser selecionados na seção transversal ou na vista explodida. Na seção
transversal, pode ser selecionado estribo por estribo. Na vista explodida, todos os
estribos desenhados na vista são selecionados ao mesmo tempo. O editor pode gerar
apenas uma vista explodida com todos os estribos agrupados, ou dividir os estribos em
várias vistas, conforme o critério K88, definido nos critérios de desenho.
Apenas o comando “Apagar” permite seleção na seção transversal. Os demais
comandos são exclusivamente para as vistas explodidas.
9.7. Manipulações com vistas de estribos
O editor permite algumas manipulações com as vistas explodidas de estribos, com o
objetivo de refinar a representação e eliminar interferências. As edições realizadas
através do menu de estribos são armazenadas na base de dados, não sendo perdidas na
regeração da tela.
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Entretanto, a edição de novos estribos e de ferros longitudinais, provocará a regeração
das vistas explodidas, e por conseqüência, a perda de qualquer edição já realizada na
vista. Assim, a edição das vistas deve ser uma das últimas tarefas a serem realizadas
dentro do editor.
A seqüência de comandos “F.Transv.” – “Mover” faz a movimentação da vista por 2
pontos:
D28A 1
2
3
37
37
D28A
37
37
2x18 P3 ø 6.3 C=43
18 P2 ø 6.3 C=163
18 P2 ø 6.3 C=163
2x18 P3 ø 6.3 C=43
Comando : [ Mover ]
Mover estribos, vista explodida : <B1> no PT1
Mover estribos, vista explodida : <ENTER>
Ponto base : <B1> no PT2
Segundo ponto : <B1> no PT3
9.8. Apagando estribos e grampos
A seqüência de comandos “F.Transv.” – “Apagar” pode ser usado para apagar estribos
ou grampos selecionados. Os elementos não podem ser recuperados depois de
apagados.
Na seção transversal, pode-se selecionar individualmente os estribos ou grampos:
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127
28
80 80
27
29 T3 ø 6.3 C/15 C=229
29 T6 ø 6.3 C/15 C=43
29 T3 ø 6.3 C/15 C=229
Comando : [ Apagar ]
Apagar estribos ou grampos : <B1> no PT1
Apagar estribos ou grampos : <ENTER>
Já na vista explodida, todos os elementos que aparecem na vista são selecionados ao
mesmo tempo:
1
27
28
80
29 T3 ø 6.3 C/15 C=229
29 T6 ø 6.3 C/15 C=43
Comando : [ Apagar ]
Apagar estribos ou grampos : <B1> no PT1
Apagar estribos ou grampos : <ENTER>
A seleção na vista explodida não precisa ser feita sobre o contorno do estribo, como na
seção transversal; qualquer ponto na região da vista seleciona todos os estribos.
9.9. Texto dos estribos
O editor permite algumas alterações na formatação dos textos dos estribos.
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9.9.1. Alterar ângulo
A seqüência de comandos “F.Transv.” – “Texto” – “Alterar ângulo” permite definir um
ângulo qualquer para o texto dos estribos:
1
37
37
28 28
37
37
18 P2 ø 6.3 C=163
2x18 P3 ø 6.3 C=43
18P2ø6.3C=163
2x18P3ø6.3C=43
Comando : [ Angl Txt ]
Use <B1>.... : <B1> no PT1
Use .... : <ENTER>
Ângulo de texto : 90
9.9.2. Quebrar
A seqüência de comandos “F.Transv.” – “Texto” – “Quebrar”, alterna entre três
posições diferentes que o texto de estribos pode assumir:
9.9.3. Mover
A seqüência de comandos “F.Transv.” – “Texto” – “Mover” permite movimentar o
texto que descreve os ferros da vista explodida:
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1
2 3
37
37
28
37
37
28
18 P2 ø 6.3 C=163
2x18 P3 ø 6.3 C=43
18 P2 ø 6.3 C=163
2x18 P3 ø 6.3 C=43
Comando : [ Move Txt ]
Mover texto, vista explodida : <B1> no PT1
Mover texto, vista explodida : <ENTER>
Ponto base : <B1> no PT2
Segundo ponto : <B1> no PT3
9.10. Redistribuição das vistas
A seqüência de comandos “F.Transv.” – “Redistribuir” é o mesmo encontrado no menu
de ferros longitudinais, e seu objetivo é redistribuir as vistas explodidas de estribos e a
vista longitudinal, de modo a acomodar os novos limites de desenho após uma edição
de ferros.
Sempre que este comando for acionado, qualquer modificação efetuada nas vistas (tal
como movimentação de ferros e textos) será perdida. Assim, estas edições devem ser
deixadas sempre para o final da interação gráfica.
9.11. Cópia de estribos para outros lances
O CAD/Pilar não gera automaticamente estribos em seções genéricas. Esta tarefa pode
ser feita hoje através do programa de "Editor gráfico de seções", do menu
"Editar" do gerenciador.
Alternativamente, você pode deixar para criar estribos dentro deste editor. Crie os
estribos em um lance, e copie depois para os lances seguintes.
A seqüência de comandos “F.Transv.” – “Copiar lance”, pergunta até que lance os
estribos do lance atual deverão ser copiados. A cópia é realizada enquanto existir nos
lances acima, ferros longitudinais em posição para servir de referência aos estribos
copiados.
As vistas explodidas dos estribos, mesmo com edição, são copiadas para os lances
superiores ou inferiores.
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10. Cálculo da seção (Menu Cálculo)
O Editor de Geometria dispõe de uma série de comandos extremamente práticos para o
cálculo e verificação da seção de um pilar, disponibilizando todos os métodos
preconizados pela norma NBR-6118:2003, aproximados e exatos, sendo que estes
comandos estão disponíveis no menu superior, representados por ícones com “!”.
Maiores detalhes sobre cada um destes métodos devem ser consultados no Manual
Teórico do CAD/PILAR.
10.1. Verificar a seção atual
A seqüência de comandos “Cálculo” – “Verificar a seção atual”, verifica se a seção
qualquer, com um alojamento qualquer de armaduras e uma lista de carregamentos,
passa no dimensionamento à flexão composta oblíqua. Como resultado, é mostrado
para cada carregamento, se a seção passa ou não ao dimensionamento, e qual
carregamento exige maior quantidade de armadura.
Nos carregamentos utilizados já estão sendo considerados os esforços de 2ªordem
obtidos pelos métodos de pilar padrão com curvatura aproximada ou kapa aproximado,
conforme opção do usuário. Para um maior detalhamento da obtenção destes esforços,
consulte o relatório “Montagem de carregamento” do CAD/PILAR.
No resultado do cálculo mostra-se a armadura existente e a armadura necessária. Como
é possível alterar as armaduras, geometria da seção, materiais..., ou seja, podemos
modificar interativamente a seção e fazer a sua verificação, de modo a obter um
dimensionamento ideal.
Cálculo da seção (Menu Cálculo) 57
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O cálculo é válido sempre e exclusivamente para o lance atual.
10.2. Calcular efeitos locais no pilar
A seqüência de comandos “Cálculo” – “Verificar a seção atual”, verifica a seção
utilizando um dos métodos:
 Pilar Padrão acoplado a diagramas N, M, 1/r
 Método Geral
O método utilizado depende do lambda limite definido nos editor de critérios de pilar.
Observe que nova tela será aberta, com os resultados dessa verificação. Isto por que
tanto neste item como nos próximos (10.3; 10.4; 10.5; 10.6) os esforços de 2ª ordem
não são mais aqueles mostrados no relatório “Montagem de carregamento” como
observado no item anterior. Observe no citado relatório que os campos correspondentes
ficam preenchidos com “***”, indicando que essas excentricidades de 2ª ordem não são
provenientes deste relatório.
Os esforços de 2ª ordem considerados nos processos mais exatos (do item 10.2 ao item
10.6 deste manual) são obtidos diretamente do pórtico e analisados em um editor
próprio, sendo que as informações pertinentes devem ser consultadas nesta tela:
58 CAD/Pilar - Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares
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Na parte superior temos os ícones com as opções a serem verificadas nestes modelos de
cálculo.
Nas 3 telas principais podemos observar os valores de deslocamentos, esforços,
rigidezes e de verificação em 3 momentos distintos:
 1ª ordem + 2ª ordem global
 2ª ordem local
 1ª + 2ª ordem (global e local)
Os recursos disponíveis podem ser acessados pelo menu principal:
Ou pelos atalhos representados pelos ícones, como serão apresentados a seguir:
Dos itens acima “Zoom” e “Vistas” dispensam explicações. Já os ícones “Parâmetros
de diagramas” e “Parâmetros de visualização” possibilitam ajustes em escalas, cores,
casas decimais a utilizar e os itens a serem apresentados.
O ícone “Dados Gerais” apresenta uma tela com informações gerais do cálculo feito:
nome e lance do pilar; lambdas; método utilizados, efeitos considerados:
Cálculo da seção (Menu Cálculo) 59
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Lembrando que para os itens 10.2 a 10.6 deste manual (método pilar-padrão acoplado a
diagramas N, M, 1/r; Método Geral e efeitos localizados) as informações são obtidas
diretamente do pórtico (inclusive os carregamentos) o que pode levar a diferenças entre
alguns dados e os do CAD/PILAR (como, por exemplo, o lambda).
O ícone “Modelo” apresenta a localização da barra do pilar no modelo de pórtico e o
comprimento considerado:
60 CAD/Pilar - Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares
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O ícone “Convergência” mostra a situação do pilar, se passou ou não, para o caso de
carregamento atual:
O item “Não Linearidade Física” mostra o gráfico da reta do qual se obteve a rigidez
secante adimensional  em cada uma das 2 direções consideradas, além da Força
Normal e armadnura considerada:
Caso se queira ver o gráfico completo, que originou este, basta clicar em calculadora,
vá para a aba “Diagrama N,M,1/r”:
Cálculo da seção (Menu Cálculo) 61
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Já o ícone “Calculadora N,M,1/r” apresenta a mesma calculadora acima, em que é
possível fazer a verificação e edição dos dados da seção
a curva de interação N, Mx, M
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a montagens do diagrama N, M, 1/r
e a Curva de Interação N,M
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Os ícones abaixo servem para visualizar os resultados obtidos no cálculo:
Há ainda o item “Recalcular”, no menu principal:
Aqui é possível fazer, diretamente, o cálculo do pilar utilizando qualquer um dos 4
métodos disponíveis na norma NBR-6118:2003:
 Método Geral
 Pilar-padão acoplado a diagramas N, M, 1/r
 Pilar-padão com rigidez kapa aproximada
 Pilar-padão com 1/r aproximada
Bastando, para isso, apenas “clicar” na opção desejada.
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10.3. Calcular efeitos localizados numa faixa
retangular
A seqüência de comandos “Cálculo” – “Calcular efeitos localizados numa faixa
retangular”, verifica os efeitos localizados em uma faixa retangular da seção de um
pilar parede, portanto, esta opção só aplicável para pilares-parede.
Para selecionar a faixa da lâmina do pilar-parede a ser verifica por este método, basta,
após acionar o ícone correspondente no menu principal, clicar diretamente no interior
da faixa a ser verifica.
A verificação da seção será por um dos métodos, dependendo do lambda:
 Pilar Padrão acoplado a diagramas N, M, 1/r
 Método Geral
10.4. Calcular efeitos localizados numa faixa com
geometria qualquer
A seqüência de comandos “Cálculo” – “Calcular efeitos localizados numa faixa com
geometria qualquer”, realiza uma verificação como descrita no item acima, mas ao
invés de se verificar uma faixa retangular, selecionada com um único clique no interiro
da mesma, o usuário pode escolher a faixa com a geometria que quiser, não mais
apenas retangular, selecionando os pontos desta região qualquer, na seção transversal
do pilar, através de uma poligonal de pontos.
Cálculo da seção (Menu Cálculo) 65
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A verificação da seção será por um dos métodos, dependendo do lambda:
 Pilar Padrão acoplado a diagramas N, M, 1/r
 Método Geral
10.5. Calcular efeitos de 2ª ordem em um pilar-
parede com malha
A seqüência de comandos “Cálculo” – “Calcular efeitos de 2ª ordem em um pilar-
parede com malhar”, aqui os efeitos de 2ª ordem são obtidos através de um maior
refinamento, sendo que o pilar é discretizado em uma malha.
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A análise de pilar-parede é um tema que ganhou bastante notoriedade após a entrada
em vigor da NBR 6118:2003 devido à exigência de verificações particulares no
dimensionamento deste tipo de elemento, tais como o cálculo dos efeitos localizados de
2a. ordem e o atendimento à uma taxa de armadura transversal mínima.
Nas versões anteriores do sistema CAD/TQS, v11 e v12, recursos sofisticados foram
então desenvolvidos e disponibilizados de tal forma que a análise de pilar-parede, seja
de seção retangular ou de um formato qualquer, atendesse devidamente às prescrições
da norma.
10.5.1. Modelagem
Com o objetivo de aprimorar este tipo de análise, no editor de geometria, esforços e
armaduras do CAD/Pilar, foi introduzido agora, na versão 13, um novo comando no
qual o pilar-parede é calculado por meio de um modelo composto por uma malha
tridimensional de barras.
Nessa nova modelagem, cada faixa é simulada por um alinhamento de elementos
verticais que são interligados entre si por barras transversais. A faixa não é mais
analisada de forma isolada.
Cálculo da seção (Menu Cálculo) 67
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Os efeitos de 2a. ordem (locais e localizados) são calculados pelo Método Geral. A
rigidez de cada faixa é extraída a partir da linearização de diagramas N,M,1/r, de
acordo com a armadura existente e a força normal decomposta. A não-linearidade
geométrica é considerada por meio de um processo iterativo que busca a configuração
final de equilíbrio.
Esse novo modelo possibilita uma análise mais refinada e realista de todos os esforços
solicitantes no pilar-parede (esforços longitudinais e transversais), e que, por
conseguinte, permite uma otimização do dimensionamento das armaduras longitudinais
e transversais no mesmo.
10.5.2. Comando
Este comando “Calcular efeitos de 2ª ordem em um pilar-parede com malhar” faz a
análise de um pilar-parede com malha e pode ser executado interativamente dentro do
editor de geometria, esforços e armaduras do CAD/Pilar.
Assim que o comando é executado, a seguinte janela é aberta.
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Na janela gráfica, é possível visualizar em planta a discretização do pilar-parede em
faixas, bem como a vinculação entre as mesmas.
10.5.3. Definição das faixas
Na aba “Faixas” que fica na lateral direita da janela, existem comandos para adicionar,
remover e mover faixas. O botão “Reinicializar todas faixas” reconfigura as faixas
padrões definidas automaticamente pelo sistema.
A faixa atual pode ser selecionada com o clique do mouse sobre a janela gráfica. A
seleção é mostrada graficamente, conforme mostra a figura a seguir.
Cálculo da seção (Menu Cálculo) 69
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A faixa atual é definida por uma incidência de pontos, cujas coordenadas são mostradas
e podem ser editadas na tabela que fica na aba lateral. As dimensões da faixa também
são visualizadas graficamente.
A edição dos pontos também pode ser feita clicando-se diretamente nos pontos da faixa
atual sobre a janela gráfica.
É importante lembrar que nem sempre as faixas definidas automaticamente pelo
sistema, principalmente em pilares de seção não-retangular, ficam exatamente de
acordo com o esperado. Às vezes, é necessário a intervenção do Engenheiro.
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10.5.4. Definição das vinculações transversais
Na aba “Vinculações” que fica na lateral direita da janela, existem comandos para
adicionar e remover vinculações entre as faixas. O botão “Redefinição automática”
procura configurar a vinculação entre as faixas automaticamente mas, em certos casos,
é necessário a intervenção do Engenheiro.
A vinculação atual pode ser selecionada com o clique do mouse sobre a janela gráfica.
A seleção é mostrada graficamente, conforme mostra a figura a seguir.
10.5.5. Definição de critérios
Na aba “Critérios” que fica na lateral direita da janela, é possível definir divisores de
rigidez à torção e flexão das barras transversais.
Estes parâmetros podem ter grande influência nos resultados finais obtidos.
10.5.6. Geração do modelo e cálculo
Uma vez definidas as faixas e as vinculações entre elas, basta clicar no botão “OK”. O
sistema automaticamente gerará um modelo tridimensional, e analisará o pilar-parede
para cada uma das combinações transferidas para envoltória do CAD/Pilar.
Cálculo da seção (Menu Cálculo) 71
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Cada faixa do pilar-parede será discretizada por um alinhamento de barras verticais. As
vinculações transversais serão simuladas por meio de barras horizontais interligando as
faixas.
Conforme já comentado anteriormente, para cada combinação, será utilizado o Método
Geral para analisar o pilar-parede.
10.5.7. Análise dos resultados
Assim que todos os cálculos forem executados um visualizador gráfico de resultados
será automaticamente aberto. Trata-se praticamente do mesmo visualizador utilizado
para análise de efeitos de 2ª ordem disponível em versões anteriores do sistema, mas
com algumas adaptações para tornar a análise de resultados mais eficiente.
10.5.8. Seleção de caso/combinação
Na primeira janela carregada, é possível visualizar os resultados gerais de toda
envoltória de combinações para cada faixa. São apresentados os valores da força
normal decomposta (Nd), bem como a relação MSd/MRd nas duas direções.
Para selecionar um caso, basta clicar sobre uma das linhas da tabela superior, e depois
apertar o botão “OK”. Para facilitar a escolha da combinação crítica, é possível clicar
sobre a linha que fica abaixo desta tabela ao lado do texto “Máximos”.
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Assim que um caso é selecionado, uma janela com uma mensagem da situação global
do mesmo é apresentada.
10.5.9. Informações gerais
Para acessar informações gerais do pilar-parede analisado, execute o comando: menu
“Informações”  “Dados gerais...”.
Neste janela, é possível verificar que a análise com malha foi efetivamente utilizada,
bem como qual foi o comprimento do trecho analisado.
10.5.10. Extração do modelo global
Toda a análise do lance de pilar-parede é baseada em dados do modelo global (pórtico
espacial). É possível visualizar graficamente as barras desse modelo que foram
extraídas através do comando: menu “Informações”  “Modelo...”.
Cálculo da seção (Menu Cálculo) 73
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10.5.11. Diagramas N,M,1/r
É possível visualizar os diagramas normal-momento-curvatura para cada uma das
faixas do pilar-parede por meio do comando: menu “Resultados”  “Não-linearidade
física...”. Através da linearização destes diagramas é que foram definidas as rigidezes
das barras verticais do modelo.
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10.5.12. Deslocamentos
Para visualizar graficamente a malha deformada e os deslocamento nodais, execute o
comando: “Visualizar”  “Deslocamentos”.
10.5.13. Esforços
Para visualizar graficamente a distribuição do esforço normal nas barras, bem como as
forças decompostas em cada faixa, execute o comando: “Visualizar”  “Forças Fx”.
Cálculo da seção (Menu Cálculo) 75
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A visualização das forças cortantes nas barras é feita por meio dos diagramas “Fy” e
“Fz”. Já, do momento torsor, pelo diagrama “Mx”.
Para visualizar graficamente a distribuição dos momentos fletores nas barras, execute
os comandos: menu “Visualizar”  “Momentos My” e menu “Visualizar” 
“Momentos Mz”.
É importante lembrar que estes momentos contemplam os esforços de 1ª ordem e 2ª
ordem (globais, locais e localizados).
Para visualizar os esforços nas barras transversais que, por padrão, vêm desativadas, é
necessário primeiramente configurar os parâmetros de visualização (menu “Exibir” 
“Parâmetros de visualização”).
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Os momentos fletores nas barras transversais são melhores visualizados em planta,
conforme é mostrado a seguir em um pilar-parede com formato “U”.
10.5.14. Rigidezes
Para visualizar graficamente as rigidezes secantes adotadas nas faixas, execute os
comandos: menu “Visualizar”  “Rigidez EIy” e menu “Visualizar”  “Rigidez EIz”.
Cálculo da seção (Menu Cálculo) 77
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10.5.15. Envoltórias
Para visualizar graficamente envoltórias finais de esforços, execute os comandos: menu
“Visualizar”  “Envoltória sem M1d,mín” e menu “Visualizar”  “Envoltória com
M1d,mín”.
10.5.16. Visualização com cerca
Para facilitar a análise de resultados no pilar-parede, é possível selecionar apenas uma
parte do mesmo para ser visualizada por meio de comandos de cerca. São comandos
similares aos existentes no visualizador de pórtico espacial e grelha.
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10.6. Análise dos efeitos locais/localizados
Ao se fazer a análise dos efeitos locais/localizados em um pilar ( )
será aberta a seguinte tela no editor de geometria, esforços e armaduras:
Cálculo da seção (Menu Cálculo) 79
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Nesta tela é possível:
a. Verificar quais casos de carregamentos passaram/não passaram;
b. Fazer uma série de verificações quanto a análise física e geométrica da seção
analisada;
c. Fazer novas simulações, alterando os dados da seção (geometria, As, ...)
Ao se verificar um pilar todas as informações referentes a ele são automaticamente
importadas por este editor.
Além disto, este editor possui calculadoras que permitem a alteração de determinadas
informações do pilar (geometria, As, f3, ...) fornecendo um ambiente computacional
extremamente sofisticado para análises de não linearidade física e geométrica da seção
do pilar.
Vamos apresentar alguns destes recursos.
10.6.1. Exibir
Aqui é possível escolher vários tipos de visualizações e definir parâmetros para os
diagramas bem como para as visualizações (tamanho texto, cor, ....)
80 CAD/Pilar - Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares
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10.6.2. Informações
Fornece informações sobre os dados gerais do pilar em análise, inclusive o método que
está sendo utilizado...
Cálculo da seção (Menu Cálculo) 81
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... a situação final (passou ou não)...
... a situação de cada um dos casos de carregamento ...
... fornece uma visão geral do modelo de pilar que está sendo analisado, inclusive o
comprimento utilizado:
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10.6.3. Resultados
Aqui são apresentados os resultados da verificação realizada, sendo possível selecionar
diretamente o caso atual para análise e checar a sua situação (passou ou não).
Possibilita, também, a análise não linear física nas 2 direções, onde é possível verificar
a rigidez secante adimensional kapa calculada ....
... e aqui também é possível chamar a calculadora de diagrama N,M,1/r:
Cálculo da seção (Menu Cálculo) 83
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Nesta calculadora, na aba “Dados”, os valores são diretamente preenchidos com
aqueles do pilar em análise, porém é possível alterar geometria, As (inclusive de forma
assimétrica) entre outros dados, para simular novas situações para o pilar.
Como base nestes dados, é possível visualizar na aba “Curva de interação N,Mx,My” a
situação da seção do pilar para valores de N, Mx e My...
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... na aba Diagrama N, M, 1/r é possível visualizar e verificar o diagrama de N, M, 1/r,
nas 2 direções, inclusive simulando com novos valores de Normal, f3, , Momentos ...
... e a aba “Curva de interação N,M”, onde é possível visualizar a curva de interação
N,M variando os valores de Normal e verificar as 2 direções:
Cálculo da seção (Menu Cálculo) 85
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10.6.4. Visualizar
Aqui é possível visualizar os diagramas de força normal, cortantes, momentos,
deslocamentos, rigidezes, e envoltórias. Estes resultados são apresentados em 3 telas
distintas em que são destacados os resultados de 1ªordem + 2ª ordem global, 2ªordem
local e 1ªordem + 2ª ordem (global e local), como mostrados nos exemplos a seguir:
Força Normal Fx...
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Momento Fletor My ...
Envoltória com M1d,min...
Cálculo da seção (Menu Cálculo) 87
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10.6.5. Recalcular
Aqui é possível fazer, diretamente, o cálculo do pilar utilizando qualquer um dos 4
métodos disponíveis na norma NBR-6118:2003:
 Método Geral
 Pilar-padão acoplado a diagramas N, M, 1/r
 Pilar-padão com rigidez kapa aproximada
 Pilar-padão com 1/r aproximada
Bastando, para isso, apenas “clicar” na opção desejada.
10.7. Seção de cálculo
O CAD/Pilar grava automaticamente todas as seções de cada pilar. Por outro lado, se
uma seção não obtém dimensionamento, você pode alterá-la através do menu de
geometria, para estimar qual será a seção necessária para obter dimensionamento.
Como uma alteração na seção de um pilar envolve a modificação nas formas e na
rigidez do pilar, recomendamos neste caso, que a modificação final da seção seja feita
no nível da planta de formas, e que todo o edifício seja reprocessado, para que a
modificação se reflita na rigidez global do edifício e na geometria das vigas.
Como já vimos, você pode também partir do zero e criar uma seção para
dimensionamento.
10.8. Materiais
Os parâmetros relativos aos materiais utilizados serão lidos inicialmente da definição
dos critérios de projeto do CAD/Pilar, podendo ser alterados através da janela “Dados
de materiais para cálculo”, acionada pela seqüência de comandos: “Cálculo” –
“Materiais”.
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10.9. Unidades de saída
Apesar da entrada de esforços serem em tf e tfm, você pode controlar a unidade de
saída de resultados. Na janela “Unidades de saída”, acionada através da seqüência de
comandos: “Cálculo” – “Unidades de saída”, temos dois parâmetros para este controle,
e um terceiro que irá controlar a escala dos diagramas das curvas de iteração assunto
que trataremos no próximo capítulo.
Fator multiplicativo para os diagramas de forças. Como as 3 variáveis visualizadas
não tem a mesma unidade, usamos fatores multiplicativos para facilitar a visualização.
Mudando-se as unidades de saída, estes fatores alteram-se automaticamente. Você pode
altera-los manualmente também através deste parâmetro.
Cálculo da seção (Menu Cálculo) 89
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Fator multiplicativo para diagramas de momento. Fator para facilitar a visualização
dos diagramas de momentos.
Escala variável. O desenho será gerado com fator de escala 1, e escalado internamente
para caber em um quadrado de lado definido pela largura da moldura
Escala fixa. Os diagramas serão gerados internamente com escala 1:1, acrescentados
dos multiplicadores definidos , e valor da escala definido
10.10. Critérios de cálculo
A seqüência de comandos “Cálculo” – “Critérios de Cálculo”, aciona a janela “Critérios
de cálculo”:
Mostrar ou não os esforços de cálculo. O
default é mostrar sempre.
Calcular ou não a seção do lance superior
simultaneamente com o lance atual, e verificar a
área de armadura que passa. Esta área é das
armaduras do lance atual cuja projeção no lance
superior continuam dentro da seção.
Precisão do processo iterativo. Esta precisão se
refere à diferença entre dois valores sucessivos
da razão entre a armadura existente e a
necessária.
Número de pontos para discretização do concreto. Por default, 300 pontos. O máximo
de pontos discretizáveis é de 800.
Visualizar as lâminas de pilar parede: se ativada, sempre que um pilar for pilar-parede
este terá hachurada as suas lâminas que tenham comprimento maior que 5 vezes a sua
espessura e terá a divisão de trechos desta lâmina também mostrada.
10.11. Carregamentos
O CAD/Pilar monta todos os carregamentos para dimensionamento dentro do Editor de
Geometria.
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O editor trabalha com os esforços de cálculo, isto é, os carregamentos mostrados já
embutem todos os majoradores necessários, incluindo aqueles para estimativa de efeitos
de 2a ordem e excentricidades, assim como a consideração de combinações. Caso você
altere carregamentos existentes ou crie novos carregamentos, não esqueça que estes
esforços já são os de cálculo.
Os carregamentos podem ser modificados através da seqüência de comandos “Cálculo”
– “Carregamentos”.
10.11.1. Edição dos carregamentos
A seqüência de comandos “Cálculo” – “Carregamentos”, aciona a janela
”Carregamentos de cálculo”, nesta janela deverão conter as definições dos casos de
carregamentos que serão verificados na seção.
O botão “Editar”, permite a edição de um dos
casos de carregamento.
O botão “Apagar” apaga um caso selecionado.
O botão “Novo” permite a edição de um novo
caso de carregamento a ser verificado no
cálculo.
O botão “Fechar”, fecha a janela e os dados são
gravados.
O botões “Editar”, abre a janela “Dados de um carregamento”:
Defina o número de carregamentos e os esforços
finais de cálculo aos quais a seção será submetida,
conforme a definição do sistema de coordenadas de
cargas.
10.11.2. Sistema de coordenadas de cargas
Os momentos são fornecidos vetorialmente, em relação a um dos dois sistemas
definidos pelo parâmetro:
Cálculo da seção (Menu Cálculo) 91
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[Sistema de inércia = Central] Sistema do eixo principal de inércia
[Sistema de inércia = Global] Sistema global
CG
Xc
Yc
Yglobal
X global
O sistema principal de inércia3 é mostrado sempre que se executa o cálculo da seção.
Por default, o CAD/Pilar mantém todos os carregamentos definidos neste sistema.
10.12. Como é efetuado o cálculo
A seção de concreto é discretizada em uma certa quantidade de pontos (veja adiante),
enquanto que as armaduras são consideradas uma por uma, em seu CG. Como
resultado, temos uma seção discretizada de concreto e aço.
Em correspondência à ação dos carregamentos, haverá uma reação de esforços
resistentes dos materiais da seção, considerando as curvas (tensão x deformação) do
concreto e do aço. Como resultado, poderá haver ou não equilíbrio da seção, com a
linha neutra sendo calculada iterativamente.
A área de armadura necessária será calculada no limite de dimensionamento, através de
um novo processo iterativo, variando-se a área nos mesmos centros de gravidade das
armaduras originais. Assim, esta área será apenas estimada, uma vez que a colocação
efetiva da armadura necessária poderá alterar os CGs das armaduras originais.
3São eixos ortogonais passando pelo CG, onde os momentos de inércia da seção em
relação a eles são respectivamente, máximo e mínimo.
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10.13. Relatório de saída
Toda vez que o cálculo é efetuado, o editor gera um desenho, na escala atual da seção
transversal, com uma série de informações de cálculo. Veja uma saída típica:
CG
Xc
Xl
Yl
LN
.18%
.03%
Yc
O editor mostra a seção do concreto, o sistema local e principal de coordenadas, e a
linha neutra passando pelo CG, com um esquema dos pontos de máxima deformação
relativa. A posição da linha neutra não é real (ela pode estar fora da seção), apenas o
seu ângulo. Além da seção, são geradas informações sobre o cálculo:
Concreto
========
Área total................. 1600.0 cm2
Área por elemento.......... 8.2 cm2
Numero de elementos........ 195
Fck........................ 200. kgf/cm2
GamaC...................... 1.40
Aço
===
Área total................. 78.5 cm2
Numero de elementos........ 16
Fyk........................ 5000. kgf/cm2
Tipo de aço................ A
GamaS...................... 1.15
Modulo de elasticidade..... 2100000.
Resultado do cálculo
====================
Dimensionamento............... OK
Carregamento de As máximo .... 1
As existente ................. 78.5 cm2 ( 4.91%)
As necessário (mínimo)........ 52.8 cm2 ( 3.30%)
Cálculo da seção (Menu Cálculo) 93
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Lance superior
==============
As existente ................. 50.3 cm2
As necessario................. 47.1 cm2
As que passa p/cima........... 78.5 cm2
Lista de carregamentos
======================
Caso Sistema Fz Mx My
tf tfm tfm
1 Central 298. 17. 0. OK
2 Central 298. 0. 16. OK
Os resultados do cálculo, incluindo a deformação relativa e o ângulo da linha neutra,
são mostrados sempre tendo como referência o carregamento que necessita da maior
área de armadura. No caso particular de uma seção que não necessita de armaduras (em
regime de compressão simples), não haverá carregamento de maior área, e nem será
mostrada a linha neutra.
Para obter estes resultados na impressora, primeiro prepare a vista desejada, em seguida
execute a seqüência de comandos “Arquivo” – “Salva DWG”, assim um novo desenho
estará sendo gerado. Então use as funções do comando plotagem disponível no menu
principal.
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11. Curvas de iteração (Menu Cálculo)
Usando os mesmo algoritmos de cálculo da seção, o editor é capaz de gerar as
chamadas curvas de iteração, ou mais genericamente, superfícies de iteração, ou o
lugar geométrico dos ternos (Fz, Mx, My) de dimensionamento limite da seção.
.3
86.0
171.7
257.4
Mx
-40 -30 -20 -10
10
20
30
40
My
-40
-30
-20
10
20
30
40
Fz-300-200-100100200300400500
428.8
343.1
-85.4
-171.1
-256.8
Considerando o volume cercado por esta superfície, os pontos internos ao volume são
compostos de ternos de esforços onde o dimensionamento do pilar é aceitável; fora do
volume não há dimensionamento. No desenho gerado, convencionou-se representar os
valores de Fz paralelos ao Z global, os de Mx paralelos ao X e os de My paralelos ao Y.
Estas curvas são de especial interesse para determinar, em uma etapa de pré-
dimensionamento, quais os limites de carregamentos em um pilar, e se ele está
dimensionado com folga ou não.
Uma vez que o equilíbrio da seção depende do alojamento das armaduras, existirá uma
superfície diferente para cada alojamento diferente.
O editor pode mostrar cortes da superfície na forma de curvas, ou a própria superfície,
gerada por n valores fixos de Fz, através de projeções paralelas no espaço.
Curvas de iteração (Menu Cálculo) 95
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11.1. Visualizando as curvas de iteração
A seqüência de comandos “Cálculo” – “Curvas de iteração”, faz com que as curvas de
iteração sejam calculadas e desenhadas. Logo que o comando é acionado, o editor
mostra a seção discretizada, mais alguns dados de cálculo, e pede confirmação para
continuar:
Ao sair do menu de curvas de iteração, o editor regera o desenho da seção detalhada do
pilar.
11.2. Valores para cálculo de curvas de iteração
Execute a seqüência de comandos: “Cálculo” – “Valores”, para acessar a janela
“Valores para cálculo de curvas de iteração”
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11.3. Curvas horizontais – Fz constante
Na janela “Valores para cálculo de curvas de iteração”, Com o parâmetro “Curvas
horizontais – Fz constante” ligado, as curvas de iteração serão geradas com Fz fixo,
isto é, será representado para cada valor de Fz dentro de uma faixa pré-estabelecida, a
curva com todos os valores Mx e My limites de dimensionamento.
11.3.1. Definição de valores de Fz
Os valores de Fz para a geração de curvas são estabelecidos com o parâmetro “Curvas
horizontais – Fz constante” ligado na janela “Valores para cálculo de curvas de
iteração”. Temos duas opções de configuração para os valores de Fz:
Quando Fz varia numa faixa, precisamos
fornecer o incremento percentual dos
valores de Fz. Por default, o incremento
será de 10%, isto é, serão gerados 10
valores de Fz, variando entre os valores
mínimos e máximos, determinados
automaticamente.
Lista de valores - As curvas são geradas
para uma lista de valores de Fz definidos,
através dos botões “Editar”, “+” e “-“.
11.4. Curvas verticais
Na janela “Valores para cálculo de curvas de iteração”, Com o parâmetro “Curvas
verticais - Mx/My constante” ligado, apenas uma curva será gerada, no sentido vertical.
A curva será paralela ao plano Fz/Mx, isto
é, terá My constante definido por Mx valor
tfm.
A curva será paralela ao plano Fz/My, isto
é, terá Mx constante definido por Mx valor
tfm.
A curva passará pelo (0,0,0), tendo uma
relação constante entre Mx e My, definida
através dos valores em Mx valor tfm e Mx
valor tfm.
Curvas de iteração (Menu Cálculo) 97
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11.5. Observando as curvas
Qualquer que seja o modo de visualização, as curvas serão sempre geradas no espaço,
tendo Fz no eixo Z, Mx no X e My no Y global. Os seis comandos de visualização
definidos no menu de curvas, funcionam da mesma maneira quaisquer que sejam as
curvas geradas4.
Uma vez que as unidades representadas no eixo Z (força) são diferentes das
representadas em X e Y (força vezes distância), o editor usa fatores de escala diferentes
para obter curvas com aparência razoável. Estes fatores podem ser alterados na janela
“Unidades de saída”, acionada pela seqüência de comandos “Cálculo” - “Unidades de
saída”.
As curvas vistas no espaço serão projetadas no plano da tela do computador. Este
plano, tem eixo X horizontal, paralelo ao XY global:
OBSERVADOR
1
GLOBAL
2
Lado
Cima
Frente
Tela
Z
X
Y
-Z
Y
X
O sistema de visualização é definido pelo vetor que liga o ponto PT1 origem do sistema
global ao ponto PT2, ponto de vista do observador.
Uma vez geradas as curvas de iteração para um dado conjunto de forças e parâmetros,
você pode observar as mesmas curvas sob pontos de vista diferentes. Os comandos para
isto são:
4Estes comandos são derivados do visualizador de pórticos espaciais.
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Vista de frente: eixos Fz e Mx
Vista de lado: eixos Fz e My
Vista de cima: eixos Mx e My
Vista em projeção paralela, Vista - A
Vista em projeção paralela, Vista - B
Perspectiva qualquer - projeção paralela
As vistas isométricas fazem ângulo de 45° em relação os eixos globais, apenas com
uma diferença de sinal entre as duas. O vetor de visualização para cada vista é:
Vista Vetor
Frente 0, 0,-1
Lado -1, 0, 0
Cima 0, 0, 1
Vista-A -1,-1, 1
Vista-B 1,-1, 1
Você pode atribuir outros valores para o vetor de visualização, através do comando
Perspectiva Perspectiva qualquer - projeção paralela
Este comando funciona de 2 modos diferentes. Inicialmente são pedidas as coordenadas
X,Y,Z do vetor. Você pode responder ou apertar ENTER. Apertando ENTER você entra
no segundo modo, que permite uma definição interativa:
A movimentação do cursor sobre os 2 círculos a direita faz com que os eixos globais a
esquerda, projetados no plano do observador, sejam girados em tempo real. Para definir
uma visualização, leve os eixos até a posição desejada e aperte <B1>. O pórtico será
então mostrado com os parâmetros atuais.
Curvas de iteração (Menu Cálculo) 99
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11.5.1. Interpretando resultados
Embora a visualização espacial seja interessante, a maioria dos resultados prática será
obtida por uma das projeções ortogonais. Por exemplo, observando-se as curvas por
cima, teremos uma curva Mx x My para cada valor de Fz usado no cálculo:
102.9
205.8
308.7
411.6
-40 -30 -20 -10 10 20 30 40
-40-30-20-1010203040
Mx
My
Nas vistas onde o Fz aparece como uma curva de nível, cada curva de Fz é cotada para
observação dos 3 valores simultaneamente: Fz, Mx e My. Todas as vistas são geradas
com uma legenda, que pode ser suprimida:
Pilar P1
Forca normal entre 0. e 514.
Unidades de forca em tf , momentos em tfm
Esforcos no sistema do eixo principal de inercia
X
Y
Curvas de interacao com forca normal constante
Momentos na convencao vetorial
O mesmo desenho em vista frontal seria assim:
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-40 -30 -20 -10 10 20 30 40
100200300400500
Fz
Mx
Neste caso, estamos observando a variação dos valores de Mx, para vários valores de
Fz, tendo My variável. Para observar o comportamento de dois esforços, tendo Mx ou
My fixos, geramos as curvas na vertical. Por exemplo:
Mx-40 -30 -20 -10 10 20 30 40
Fz-300-200-100100200300400500
Curvas de iteração (Menu Cálculo) 101
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11.6. Outros parâmetros
A seqüência de comandos “Cálculo” – “Critérios”, aciona a janela “Critérios para
geração de curvas de iteração” com parâmetros adicionais usados no cálculo de curvas
de iteração:
Precisão do processo iterativo. O processo iterativo encontra uma solução quando 2
valores consecutivos da variável procurada são
menores do que a precisão.
Número Max. de pontos discretizados. Número de pontos para discretização do
concreto. Este número é o mesmo definido
na janela “Critérios de cálculo”. A precisão
do cálculo pode ser afetada pelo número de
pontos usados, dependendo também do tipo
de seção. O default é o limite máximo: 800
pontos.
Ângulo de discretização. As curvas são geradas em vários planos, onde em cada plano
temos um esforço ou uma relação de esforços constante.
Dentro deste plano, determinaremos valores limites de pares
de esforços (ex: Mx,My), variando o ângulo  entre 0 e
360, de modo que tenhamos uma relação do tipo E1/E2 =
Tan (). O ângulo de discretização determina o número de
valores discretizados, ou seja, para uma discretização de 10,
teremos 360/10 = 36 valores discretizados.
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Quadrante. Quadrantes visualizados. Para acelerar a visualização, você pode
escolher os quadrantes que deseja visualizar:
Todos Todos os quadrantes
Primeiro (Mx+, My+) Somente o quadrante 1 (Mx+, My+)
Segundo (Mx-, My+) Somente o quadrante 2 (Mx-, My+)
Terceiro (Mx-, My-) Somente o quadrante 3 (Mx-, My-)
Quarto (Mx+, My-) Somente o quadrante 4 (Mx+, My-)
Força normal. Compressão e/ou Tração. Também para acelerar a
visualização, você pode limitar os valores de força normal
usados para gerar as curvas:
Tipo de sistema de coordenadas. Os valores de Mx e My obtidos podem ser medidos
em relação ao sistema principal de inércia da seção
ou em relação ao sistema global. Sistema global.
Por default, é usado o sistema do eixo principal de
inércia. Isto significa, que os valores de Mx e My
obtidos, tem como referência os eixos principais de
inércia da seção.
Inclusão ou não de legenda. Por default, a legenda é sempre incluída.
Menu Cotagem da Seção 103
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12. Menu Cotagem da Seção
Os desenhos de armaduras de pilares podem receber cotagens complementares, através
do Editor de Armaduras, chamado do gerenciador. Entretanto, estas cotagens, e outros
detalhes gerados interativamente serão perdidos, caso o pilar seja reeditado através do
Editor de Geometria.
O Editor de Geometria dispõe de um menu específico de cotagem, onde cotagens
realizadas na região da seção transversal, são armazenadas na base de dados do pilar e
não são perdidas no caso da regeração do desenho.
12.1. Menu de cotagem
O menu “Cot.Sec.”, do Editor de Geometria, tem comandos análogos ao menu de
cotagens do editor gráfico básico:
“Horizontal” - Cotagem horizontal
“Vertical” - Cotagem vertical
“Alinhada” - Cotagem alinhada
“Inclinada” - Cotagem inclinada
“Apagar” - Apagar uma cotagem
“Apagar Todas” - Apagar todas as cotagens do desenho
12.2. Fazendo uma cotagem
A princípio é difícil perceber a diferença entre as cotagens deste menu e as do menu de
cotagem do editor gráfico. Por exemplo, para fazer uma cotagem horizontal:
1 2
3
40
Comando : [Horizontal]
Cotagem pt 1 : <E> no PT1
Cotagem pt 2 : <E> no PT2
Linha de cotagem : <B1> no PT3
104 CAD/Pilar - Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares
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Os comandos para cotagem horizontal, vertical, alinhada e inclinada terão
funcionamento idêntico aos do menu de cotagens do editor gráfico básico.
12.3. Onde cotar
Como já mostramos neste manual, o desenho de pilares pode ser dividido em 3 regiões
principais: a seção transversal, as vistas explodidas de estribos e a vista longitudinal.
Caso use o recurso de cotagem, faça-o apenas na seção transversal. As vistas
explodidas de estribos não devem ser cotadas, por serem regeradas constantemente no
caso de edição de estribos e ferros longitudinais. A vista longitudinal também não deve
ser cotada, pois a escala desta vista é diferente da transversal.
12.4. Apagando cotagens
Para apagar cotagens, use a seqüência de comandos “Cot.Séc” – “Apagar” e forneça um
ponto sobre uma das linhas da cotagem.
A seqüência de comandos “Cot.Séc” – “Apagar todas”, apaga de uma vez todas as
cotagens no desenho.
Menu Cotagem da Seção 105
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Pilar 04-editor de geometria

  • 1.
    Sumário I TQS InformáticaLtda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 CAD/Pilar Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares Sumário 1.1. Pré-requisitos para utilização................................................................................6 4.1. Desenho visto, desenho gerado...........................................................................10 5.1. Menu suspenso (Principal) .................................................................................12 5.2. Escalas e unidades..............................................................................................18 5.3. Comandos transparentes.....................................................................................19 5.4. Barras de ferramentas.........................................................................................20 6.1. Pilar/Lance atual.................................................................................................23 6.2. Salvar..................................................................................................................23 6.3. Salvar DWG .......................................................................................................23 6.4. Saindo do editor..................................................................................................23 7.1. Regerar o desenho ..............................................................................................24 7.2. Vistas divididas ..................................................................................................24 7.3. Repetição do pilar...............................................................................................25 7.4. Alteração do título do piso..................................................................................25 7.5. Pé-direito ............................................................................................................25 7.6. Introduzindo um novo pilar ................................................................................26 7.6.1. Seção retangular, circular, L e U .................................................................27 7.6.2. Seção poligonal ...........................................................................................27 7.7. Edição da seção definida ....................................................................................27 7.7.1. Edição das seções retangular e circular .......................................................28 7.7.2. Edição de seções poligonais ........................................................................28 8.1. Dados de ferros...................................................................................................29 8.1.1. Tipos de ferros longitudinais.......................................................................29 8.1.2. Como é medido o comprimento ..................................................................30 8.1.3. Definição da bitola do ferro longitudinal.....................................................31 8.1.4. Ferros Invisíveis na seção transversal..........................................................31 8.1.5. Engarrafamentos..........................................................................................31 1. Introdução..................................................................................................................5 2. Acionando o Editor de Geometria ...........................................................................7 3. Pré-dimensionando um pilar não definido em projeto...........................................8 4. Lógica de operação..................................................................................................10 5. A tela do Editor........................................................................................................11 6. Menu Arquivo..........................................................................................................23 7. Menu Geometria da seção.......................................................................................24 8. Menu Ferros longitudinais......................................................................................29
  • 2.
    II CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 8.1.6. Uso de luvas rosqueadas..............................................................................31 8.1.7. Definição de alternância ..............................................................................32 8.2. Inserindo um ferro ..............................................................................................32 8.2.1. Seleção de coordenadas por ponto de inserção............................................33 8.2.2. Atualização do desenho após a colocação ...................................................33 8.3. Inserindo um ferro em um vértice.......................................................................34 8.4. Critérios de distribuição......................................................................................34 8.5. Distribuição de ferros..........................................................................................35 8.5.1. Distribuir numa face ....................................................................................35 8.5.2. Distribuição numa faixa...............................................................................35 8.5.3. Distribuição entre 2 ferros ...........................................................................36 8.6. Seleção de ferros longitudinais...........................................................................36 8.6.1. Seleção na seção transversal........................................................................37 8.6.2. Seleção na vista longitudinal .......................................................................38 8.7. Leitura dos dados de um ferro ............................................................................38 8.8. Alteração dos dados de um ferro ........................................................................38 8.8.1. Alteração de bitola.......................................................................................39 8.9. Apagando ferros..................................................................................................40 8.10. Comandos do menu geometria..........................................................................40 8.10.1. Projeção de ferros ......................................................................................41 8.10.2. Alinhamento em relação a um ferro...........................................................41 8.10.3. Espelhar um ferro longitudinal na seção....................................................41 8.10.4. Movendo e copiando ferros .......................................................................42 8.10.5. Movendo ferros na seção longitudinal.......................................................43 8.10.6. Movendo textos da seção longitudinal.......................................................44 8.11. Redistribuição das vistas...................................................................................44 8.12. Cópia de ferros longitudinais entre lances ........................................................45 8.13. Legendas do ferro longitudinal .........................................................................45 8.13.1. Sistema de representação de ferros em corte .............................................46 8.14. Numeração de posições ....................................................................................47 9.1. Dados de ferros transversais ...............................................................................48 9.2. Definição de estribos ..........................................................................................49 9.3. Definição de grampos.........................................................................................49 9.4. Grampos verticais ...............................................................................................50 9.5. Critérios de ferros transversais............................................................................51 9.6. Seleção de estribos e grampos ............................................................................51 9.7. Manipulações com vistas de estribos..................................................................51 9.8. Apagando estribos e grampos.............................................................................52 9.9. Texto dos estribos...............................................................................................53 9.9.1. Alterar ângulo..............................................................................................54 9. Menu Ferros transversais .......................................................................................48
  • 3.
    Sumário III TQS InformáticaLtda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 9.9.2. Quebrar........................................................................................................54 9.9.3. Mover ..........................................................................................................54 9.10. Redistribuição das vistas ..................................................................................55 9.11. Cópia de estribos para outros lances.................................................................55 10.1. Verificar a seção atual ......................................................................................56 10.2. Calcular efeitos locais no pilar .........................................................................57 10.3. Calcular efeitos localizados numa faixa retangular ..........................................64 10.4. Calcular efeitos localizados numa faixa com geometria qualquer....................64 10.5. Calcular efeitos de 2ª ordem em um pilar-parede com malha ..........................65 10.5.1. Modelagem................................................................................................66 10.5.2. Comando ...................................................................................................67 10.5.3. Definição das faixas ..................................................................................68 10.5.4. Definição das vinculações transversais .....................................................70 10.5.5. Definição de critérios ................................................................................70 10.5.6. Geração do modelo e cálculo.....................................................................70 10.5.7. Análise dos resultados...............................................................................71 10.5.8. Seleção de caso/combinação .....................................................................71 10.5.9. Informações gerais.....................................................................................72 10.5.10. Extração do modelo global......................................................................72 10.5.11. Diagramas N,M,1/r..................................................................................73 10.5.12. Deslocamentos.........................................................................................74 10.5.13. Esforços...................................................................................................74 10.5.14. Rigidezes .................................................................................................76 10.5.15. Envoltórias...............................................................................................77 10.5.16. Visualização com cerca ...........................................................................77 10.6. Análise dos efeitos locais/localizados ..............................................................78 10.6.1. Exibir.........................................................................................................79 10.6.2. Informações...............................................................................................80 10.6.3. Resultados .................................................................................................82 10.6.4. Visualizar...................................................................................................85 10.6.5. Recalcular..................................................................................................87 10.7. Seção de cálculo ...............................................................................................87 10.8. Materiais...........................................................................................................87 10.9. Unidades de saída.............................................................................................88 10.10. Critérios de cálculo.........................................................................................89 10.11. Carregamentos................................................................................................89 10.11.1. Edição dos carregamentos .......................................................................90 10.11.2. Sistema de coordenadas de cargas...........................................................90 10.12. Como é efetuado o cálculo .............................................................................91 10.13. Relatório de saída ...........................................................................................92 10. Cálculo da seção (Menu Cálculo).........................................................................56
  • 4.
    IV CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 11.1. Visualizando as curvas de iteração ...................................................................95 11.2. Valores para cálculo de curvas de iteração .......................................................95 11.3. Curvas horizontais – Fz constante ....................................................................96 11.3.1. Definição de valores de Fz.........................................................................96 11.4. Curvas verticais.................................................................................................96 11.5. Observando as curvas .......................................................................................97 11.5.1. Interpretando resultados.............................................................................99 11.6. Outros parâmetros...........................................................................................101 12.1. Menu de cotagem............................................................................................103 12.2. Fazendo uma cotagem ....................................................................................103 12.3. Onde cotar.......................................................................................................104 12.4. Apagando cotagens.........................................................................................104 11. Curvas de iteração (Menu Cálculo)......................................................................94 12. Menu Cotagem da Seção .....................................................................................103
  • 5.
    Introdução 5 TQS InformáticaLtda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 1. Introdução O Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares, é uma ferramenta que permite tanto dimensionar e verificar pilares aos esforços solicitantes, quanto alterar detalhes de armaduras, que de outra forma não seriam obtidos de maneira automática. Os produtos finais do editor serão desenhos de pilares modificados conforme as necessidades do projetista, prontos para plotagem. Resumidamente, os recursos disponíveis são:  Edição de pilares processados pelo CAD/Pilar, tenham ou não obtidos dimensionamento e alojamento automático;  Análise de pilares não definidos em projeto, para efeito de um estudo de pré- dimensionamento;  Alteração geométrica da seção do pilar;  Alteração e criação de ferros longitudinais - disposição, quantidades, bitolas, comprimentos, cotas, alternâncias, traspasses, luvas, etc;  Disposição de ferros em camadas; cópia do alojamento da seção de um lance para outro;  Alteração e criação de estribos e grampos; 40 40 12 P1 D37A D37B D28A 18C P2 C=163 2x18 P3 C=43 12P1C=360 P22xP3 8C/10 P22xP3 10C/20 270 1:20 1:35 P2 2o Sub Fundacao .22% .18% LN Fz=300,Mx=150,My=75 Dimensionamento Insuficiente As existente=50.3 cm2 (6,2%) As existente=52.3 cm2 (6,4%) ø 20 ø 6.3 ø 6.3 ø20 ø6.3ø6.3  Possibilidade de alteração dos carregamentos, coeficientes, módulos, cobrimento, etc.  Verificação da seção do pilar considerando os carregamentos definidos e todas as alterações efetuadas no modelo;  Listagem da armadura existente e da necessária.
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    6 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798  Geração e visualização espacial da superfície de iteração o lugar geométrico dos ternos Fz, Mx, My de dimensionamento limite. .3 86.0 171.7 257.4 Mx -40 -30 -20 -10 10 20 30 40 My -40 -30 -20 10 20 30 40 Fz-300-200-100100200300400500 428.8 343.1 -85.4 -171.1 -256.8 -40 -30 -20 -10 10 20 30 40 -300-200-100100200300400500 X Z Y Fz Mx X Z Y PilarP1 Superficiedeinteracao Forcanormalentre-340e515tf PilarP1 Curvasdeintera..o Myconst=0tfcm  Geração de curvas de iteração com Fz, Mx ou My fixos, ou segundo uma relação constante. Com o editor, o projetista pode analisar o dimensionamento das seções, reduzir armaduras de modo a obter um dimensionamento mais econômico, e em certos casos, fazer com que uma seção que não obteve dimensionamento automático, consiga ser dimensionada através de alojamentos em camadas, utilização de alternâncias, luvas, etc. O Editor de Geometria acessa diretamente a base de dados do CAD/Pilar, regerando continuamente os desenhos na tela, conforme os parâmetros atuais. Os desenhos finais, salvos pelo editor, podem ser editados graficamente através do Editor de Armaduras de Pilares. 1.1. Pré-requisitos para utilização Uma vez que o Editor gráfico de seções é baseado no editor gráfico EAG seria totalmente antiprodutivo aprender a usar um sem conhecer bem o outro. Você tem que estar familiarizado pelo menos com os seguintes conceitos do EAG:  Teclado de funções, para acesso rápido a comandos. Em particular, as teclas <F8> (janelas) e <F10> (modos, principalmente ortogonal).  Modificadores de coordenadas <E>, <I>, <S>, <O>, <T>, <Y> e <Z> combinados com <A>, <M>, <K>, modo ortogonal e ortogonal inclinado.  Modos de seleção de elementos <W>, <C>, <L>, <P> e <N>.  O editor gráfico é descrito no manual "Editor de Aplicações Gráficas - Módulo Básico".
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    Acionando o Editorde Geometria 7 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 2. Acionando o Editor de Geometria No gerenciador dos Sistemas Integrados CAD/TQS, marque a pasta de pilares do edifício que deseja trabalhar: O Editor de Geometria é acionado através da seqüência de comandos “Visualizar” – “Editor de geometria, esforços e armaduras em pilares” Se você não estiver trabalhando na seção edifício, (o que não recomendamos) será necessário confirmar o número do projeto que será sempre definido com quatro caracteres alfanuméricos Dentro do editor, escolha o pilar a editar:
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    8 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 3. Pré-dimensionando um pilar não definido em projeto O Editor de Geometria permite que você defina uma seção qualquer de pilar a partir do zero, defina ferros longitudinais e verifique seu dimensionamento à flexão composta oblíqua. Você não precisa ter um projeto de pilares montado para fazer isto, basta apenas ter um arquivo de critérios copiado com um número qualquer. Por exemplo, escolha uma pasta vazia: Inicialize nesta pasta um arquivo de Critério:
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    Pré-dimensionando um pilarnão definido em projeto 9 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Agora, chame o Editor de Geometria. Dentro do editor, crie um pilar novo. Forneça agora um nome de pilar qualquer: O editor pedirá confirmação: Dentro do editor, defina os dados do pilar e faça o cálculo. Os dados deste pilar, entretanto, não podem ser salvos no disco.
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    10 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 4. Lógica de operação Este editor é semelhante ao Editor Gráfico de Dados de Vigas, e ao Editor de Esforços e Armaduras em Lajes, entre outros. A base de dados para trabalho não é o desenho de pilares, mas os arquivos gerados pelo CAD/Pilar, com geometria, materiais, carregamentos e armaduras. O resultado prático é que você deverá realizar todas as tarefas com pilares utilizando os comandos específicos do Editor de Geometria, esforços e armaduras em pilares: Qualquer edição executada com os comandos dos específicos de edição gráfica básica, será perdida a partir do momento em que o editor regerar o desenho na tela. Os comandos disponíveis no editor permitem alterar a geometria da seção e as armaduras, calcular o pilar e verificar suas curvas de iteração. Quaisquer alterações nas armaduras implicarão na regeração dos resumos e vistas do desenho. 4.1. Desenho visto, desenho gerado O editor regera os arquivos DWG de desenho do pilar alterado, sempre que você aciona o comando [Salvar]. Assim, você deve deixar para efetuar alterações nos desenhos com o editor gráfico, somente depois de alterar o pilar com o Editor de Geometria. Quaisquer alterações de desenho efetuadas em pilares antes da edição com o Editor de Geometria, serão perdidas quando o desenho for regerado. Os desenhos gerados podem não ser exatamente iguais aos desenhos vistos na tela. Os pilares são editados sempre lance a lance, independentemente. Já o desenho gerado no final, pode ter vários lances acumulados em um só desenho, conforme os critérios de desenho definidos.
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    A tela doEditor 11 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 5. A tela do Editor Observe nesta tela: Título da janela com o pilar e o lance atual Contém a referência do lance do pilar atual sendo editado. Fechar o editor Fechar o desenho O meio mais rápido de fechar e sair do editor. Equivale ao comando “Arquivo” – “Sair”. Menu suspenso (principal) Menu que contém todos os comandos do editor. Barras de Ferramentas Botões com, comandos mais usados. Reproduz comandos e funções do menu. Janela ou vista com lance do pilar atual Área onde serão mostrados graficamente os dados do lance do pilar atual. Escolha do pilar e/ou lance atual Comandos para a seleção do lance do pilar atual. Janela de mensagens Área onde o editor emite mensagens.
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    12 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 5.1. Menu suspenso (Principal) Por convenção, todas as funções do editor estão disponíveis através do menu principal, e é por meio destes que serão mostrados os exemplos do manual. Com o tempo, você aprenderá e se acostumará com outros modos de entrada mais difíceis de memorizar, mas de operação muito mais rápida. Os menus do módulo básico são: O menu "Arquivo". Contém funções para abrir, fechar e salvar desenhos, salvar com outro nome e carregar / salvar em formato DXF. O menu de utilidades permite a limpeza e elementos não utilizados de desenho. Os menu de plotagem, permitem a visualização prévia de plotagem e a plotagem efetiva de desenhos em impressora. O comando de propriedades, como já visto, define a escala principal e o sistema associado ao desenho. O menu "Editar" implementa comandos padrão de qualquer aplicativo Windows: desfazer e refazer operações, recortar, copiar e colar usando a área de transferência do Windows, localizar e substituir textos, comparar desenhos. O comando de interferências aponta regiões do desenho onde há colisões entre textos e outros elementos gráficos. O menu "Modos" trata dos modos de funcionamento do editor tais como ortogonal, sistema girado, grade, etc. O menu "Níveis" permite a edição interativa dos níveis e cores de desenho, além de ligar, desligar, travar e tornar níveis ativos. O menu de barras de ferramentas permite ligar e desligar as barras de ferramentas.
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    A tela doEditor 13 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 O menu "Exibir" tem todos os comandos que controlam a visualização de elementos. O primeiro grupo de comandos, de "janela" controlam a parte do desenho mostrada dentro de uma janela Windows. O termo janela já era usado em todos os aplicativos TQS para visualização de regiões do desenho. Assim, as janelas Windows são chamadas dentro do editor de "Vistas", e são tratadas no segundo grupo de comandos - podem ser abertas, fechadas, divididas, reorganizadas, etc. O último grupo de comandos permite a listagem de elementos e propriedades geométricas. O menu "Desenhar" trata da inserção dos elementos gráficos básicos no desenho: linhas, textos, arcos, círculos, etc. O comando "Hachura" permite o preenchimento de áreas fechadas com linhas espaçadas em um certo ângulo. O comando "Bloco" insere um bloco no desenho. Este e todos os comandos de criação de blocos estão no próximo menu.
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    14 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 O menu "Blocos" trata de blocos ou símbolos de desenho, que são agrupamentos de elementos gráficos básicos, reunidos sob um nome. Blocos são inseridos sempre a partir de uma biblioteca interna, podendo ser carregados para esta a partir de arquivos de desenho externos. O segundo grupo de comandos são utilidades para ler, gravar, explodir e listar blocos. O comando de misturar desenhos permite também a carga de um desenho externo sem que seja transformado em bloco. O menu "Modificar" tem comandos para a edição de elementos de desenho já inseridos. Permitem apagar, copiar, mover, rodar, etc. Por último, o menu "Cotagem", permite introduzir de maneira semi-automática anotações de medidas no desenho. Com o desenho em escala 1:1, as medidas são determinadas automaticamente a partir das distâncias entre elementos gráficos. O menu de "Propriedades" permite controlar a aparência das cotagens realizadas. A seguir serão apresentados os comandos específicos do Editor de Geometria, esforços e armaduras de pilares:
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    A tela doEditor 15 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 O menu “Geometria”. Contém comandos para alterações na geometria da seção, pé direito e títulos. O menu de Vistas divididas possibilita a operação de funções em múltiplas janelas. É através do menu “Geometria”, que você poderá alterar totalmente a seção do lance editado.
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    16 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Com o menu “Ferros Longitudinais” faremos todas as alterações de ferros longitudinais. Podemos modificar comprimentos, bitolas, dobras, traspasses, ancoragens, luvas, etc de ferros existentes, assim como apagar, mover, copiar, espelhar, distribuir, etc. Ferros de um lance podem ser copiados para os lances seguintes. Usaremos o menu “ferros transversais”, para criar estribos fechados ou abertos e grampos. Também teremos controle sobre as vistas explodidas dos estribos, podendo movê-las junto com o texto associado. Ferros transversais, por definição, tem pontos de referência nos ferros longitudinais.
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    A tela doEditor 17 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 O menu “Cálculo” apresenta comandos que levam ao cálculo da seção, em função da geometria, materiais, critérios de cálculo e diversos casos de carregamentos. Por último, os comandos relativos as curvas de iteração permitem gerar superfícies de iteração do pilar. Estas superfícies consistem no lugar geométrico dos ternos Fz, Mx e My limites, onde o pilar pode ser dimensionado. É uma ferramenta interessante para determinar se um pilar está dimensionado com pouca ou muita folga, e quais as solicitações poderá suportar. Este menu permite gerar diagramas no espaço ou em planos, em direções ortogonais.
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    18 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Cotagens realizadas através do menu de edição básica são perdidas a cada regeração do desenho. O menu “Cota Seção” específico deste editor, permite fazer cotagens permanentes na seção transversal. Estas cotagens são armazenadas na base de dados do pilar, e regeradas com o resto do desenho. 5.2. Escalas e unidades Os desenhos de pilar são feitos exclusivamente em centímetros, podendo ter duas escalas diferentes no lance. O desenho é composto por três partes principais: 40 40 12 P1 D37A D37B D28A 18C P2 C=163 2x18 P3 C=43 12P1C=360 P22xP3 8C/10 P22xP3 10C/20 270 1:20 1:35 P2 2o Sub Fundacao SECAO TRANSVERSAL VISTA EXPLODIDA DEESTRIBOS VISTALONGITUDINAL ø 20 ø 6.3 ø 6.3 ø20 ø6.3ø6.3 A seção transversal e a vista explodida de estribos são desenhadas em centímetros, na relação de 1:1 entre unidades do mundo real e de desenho. A escala de desenho da seção transversal é a escala principal do desenho, sendo lida e usada por todos os outros editores gráficos, editor de plantas e sistema de plotagem.
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    A tela doEditor 19 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Como a vista longitudinal tem escala diferente da transversal, você precisará converter medidas ao trabalhar nesta vista. No exemplo acima, a relação entre as duas escalas é de 35/20 = 1.75. Se você fizer cotagens na vista longitudinal (fora deste editor), deverá utilizar um multiplicador de dimensões1 de 1.75. Por outro lado, para desenhar uma linha de comprimento qualquer, divida seu comprimento por 1.75 para obter seu tamanho exato no desenho. O menu de curva de iteração e o comando de cálculo da seção lêem carregamentos em tf e tfm. A saída de esforços pode ser mostrada em tf, kgf, m e cm. 5.3. Comandos transparentes São chamados de transparentes os comandos que podem ser acionados no meio de um outro comando sem interrompê-lo. Os seguintes comandos são transparentes quando acionados pelos aceleradores de teclado: Controles de visualização <F8> Janela <SHF> <F8> Janela total <CTL> <F8> Janela anterior <ALT> <F8> Janela deslocada <F11> Zoom 0.5x <ALT> <F11> Janela deslocada dinamicamente Modos de funcionamento <F10> Nível travado <SHF> <F10> Modo ortogonal <CTL> <F10> Curva rápida <ALT> <F10> Grade <SHF> <F1> Ortogonal girado O objetivo do comando transparente é permitir alterar uma janela ou modo de funcionamento do editor facilitando uma construção gráfica, durante um comando qualquer, sem interromper o comando em curso. Veremos o uso dos comandos transparentes na medida em que descrevermos estes comandos. 1Este multiplicador é parâmetro do menu de cotagem.
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    20 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 5.4. Barras de ferramentas As barras de ferramentas são um modo rápido de acionar comandos sem ter que decorar aceleradores de teclado. No módulo básico elas consistem somente de botões com ícones, mas podem conter também caixas de texto e de lista nos aplicativos que usam o editor. Para descobrir o significado de cada ícone do editor basta parar o cursor cerca de meio segundo sobre o ícone, para que uma pequena janela se abra com o nome do comando associado ao botão. As barras de ferramentas disponíveis no Editor de Geometria, esforços e armaduras em pilares são:
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    A tela doEditor 21 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798
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    22 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798
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    Menu Arquivo 23 TQSInformática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 6. Menu Arquivo O menu "Arquivo". Contém funções para abrir, fechar e salvar desenhos, salvar com outro nome e carregar / salvar em formato DXF. A seguir serão descritos comandos específicos do Editor de Geometria, esforços e armaduras em pilares. Veja os demais comandos que são específicos de edição gráfica básica, no manual “EAG – Editor de Aplicações Gráficas”. 6.1. Pilar/Lance atual Execute a seqüência de comandos “Arquivo” – “Pilar/Lance atual”: Selecione o pilar e o lance que deseja editar, então clique no botão “OK” 6.2. Salvar Execute a seqüência de comandos “Arquivo” – “Salvar”, ou clique com o mouse sobre o ícone referente ao comando, para salvar os dados editados, regerando os desenhos que foram gerados no processamento dos desenhos do CAD/Pilar. 6.3. Salvar DWG Salva o desenho atual da tela, gerando um novo desenho no disco, utilize este comando para os desenhos com os dados, materiais e carregamentos utilizados no cálculo da seção, e os desenhos de curvas de iteração. 6.4. Saindo do editor A seqüência de comandos “Arquivo” – “Sair”, fecha o editor, se você tiver executado alguma edição em qualquer um dos pilares o editor, solicitará a confirmação:
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    24 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 7. Menu Geometria da seção O menu de geometria de pilares, acionado pelo comando “Geometria” do menu principal do Editor de Geometria, dispõe de comandos orientados principalmente para a criação de novos pilares, com o objetivo de pré-dimensionamento. Outros comandos auxiliares permitem também alterar o título do pilar atual, fator de repetição e pé- direito. 7.1. Regerar o desenho A seqüência de comandos “Geometria” – “Regerar o desenho”, funciona exatamente igual ao comando “Regerar” do menu “Exibir”, porém com uma função a mais, a de regerar o desenho após a visualização das curvas de iteração ou após a visualização do desenho do com os dados utilizados no cálculo. 7.2. Vistas divididas O editor trabalha com uma vista atual, sendo o desenho atual aquele mostrado nesta vista. Dado um desenho, use o comando “Geometria” – “Duas Vistas” para criar mais uma vista para este desenho.
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    Menu Geometria daseção 25 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Para ver as vistas no exemplo acima foi preciso:  Selecionar o pilar P4 lance L1;  Criar uma nova vista, com o comando “Geometria” – “Duas Vistas”;  Clicar com o mouse em qualquer região da segunda vista;  Acionar o comando “Cálculo” – “Calcular”. 7.3. Repetição do pilar Para considerar repetição do pilar, você pode alterar o seu título através da seqüência de comandos “Geometria” – “Alterar título” e fator de repetição através da seqüência de comandos “Geometria” – “Alterar repetição”. O fator é gerado como um pequeno texto no nível 202. Todos os ferros deste pilar, na tabela de ferros, são multiplicados pelo fator de repetição. 7.4. Alteração do título do piso A cada lance do pilar é associado um título, denominado de título do piso, através da seqüência de comandos “Geometria” – “Alterar título do piso”, será apresentada a janela “Alteração de título dos pisos “: Você poderá alterar ou definir os títulos dos pisos do lance inferior e superior. 7.5. Pé-direito Esta informação vai ser alterada apenas eventualmente. Como ela afeta o cálculo feito externamente (pois altera o peso próprio e cálculo de flambagem), é preferível alterar esta informação na entrada de dados de formas. O Editor de Geometria faz verificação da seção à esforços de 2a ordem, efeitos locais e localizados, obtendo o comprimento diretamente do pórtico espacial, assim esta informação de pé-direito não afeta o cálculo. Execute a seqüência de comandos “Geometria” – “Alterar pé direito”, para alterar o pé- direito do lance que esta sendo editado.
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    26 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 7.6. Introduzindo um novo pilar A seqüência de comandos “Geometria” – “Criar seção”,aciona a janela “Criar nova seção”. A janela “Criar nova seção” permite criar uma nova seção de pilar. A seção será criada conforme a definição dos dados definidos nesta janela, e os dados serão solicitados conforme o tipo de pilar criado. Os tipos de seção:
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    Menu Geometria daseção 27 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 7.6.1. Seção retangular, circular, L e U As seções tipo retangular, circular, L e U são seções padrão. Na seção retangular fornecemos base e altura; nas seções L e U, a base, altura e espessura; e na circular, o diâmetro: BASE ALTURA BASE BASE ALTURA ALTURA ESPESSURA DIAMETRO As seções retangulares, L e U serão afetadas pelo ângulo definido em [Ang=xxx], na janela “Criar nova seção”. A locação da seção no desenho é feita automaticamente pelo programa, mas apenas depois de executada a seqüência de comandos “Geometria” – “Regerar o desenho”. 7.6.2. Seção poligonal A seção poligonal é criada através do fornecimento de pontos, com a mesma entrada de dados de uma poligonal comum do editor. O botão <U> pode ser usado para desfazer o último segmento, enquanto o botão <C> fecha o último segmento da poligonal. O Editor de Geometria constantemente regera o desenho, fazendo com que edições gráficas básicas sejam perdidas. Caso deseje definir uma seção com muitos detalhes, faça isto externamente através de um dos editores gráficos CAD/TQS. Depois, inclua dentro do Editor de Geometria, usando a seqüência de comandos “Blocos” – “Misturar desenhos”, disponível no menu principal do editor. 7.7. Edição da seção definida A seção já definida pode ser alterada pelos comandos do menu.
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    28 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 7.7.1. Edição das seções retangular e circular As seções tipo retangular e circular podem ter suas dimensões alteradas usando a usando a seqüência de comandos “Geometria” – “Alterar dimensão”. Para redefinir seções em L e U, simplesmente recrie as seções. 7.7.2. Edição de seções poligonais Três comandos do menu permitem editar pontos de uma seção poligonal qualquer, incluindo as seções definidas de modo padrão, como retangular, L e U. A seqüência de comandos “Geometria” – “Altera ponta” permite redefinir as coordenadas de um dos pontos do contorno. A seqüência de comandos “Geometria” – “Criar ponta” permite criar um novo ponto entre 2 outros quaisquer. A seqüência de comandos “Geometria” – “Apagar ponta”, elimina um ponto qualquer da seção.
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    Menu Ferros longitudinais29 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 8. Menu Ferros longitudinais Com o menu “Ferros Longitudinais” faremos todas as alterações de ferros longitudinais. Podemos modificar comprimentos, bitolas, dobras, traspasses, ancoragens, luvas, etc de ferros existentes, assim como apagar, mover, copiar, espelhar, distribuir, etc. Ferros de um lance podem ser copiados para os lances seguintes. 8.1. Dados de ferros Nos menus principal, execute a seqüência de comandos “F.Long” – “Dados de ferros”, então será apresentada a Janela “Dados de ferros longitudinais”. A Janela “Dados de ferros longitudinais”., contém os dados de um ferro, que serão usados nos próximos ferros a serem criados. A seguir veja a janela “Dados de ferros longitudinais”., e alguns dos dados que definem um ferro: 8.1.1. Tipos de ferros longitudinais O Editor de Geometria não identifica um ferro pelo tipo, mas pelos diversos comprimentos definidos nos dados dos ferros. O objetivo do tipo, é facilitar a definição destes comprimentos. Ao selecionar um tipo, o editor modificará os comprimentos do menu conforme o tipo:
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    30 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Normal O valor da altura do lance é definido, e o traspasse superior, conforme a bitola. Arranque A altura do lance é zerada, e são definidos traspasse superior e inferior, conforme a bitola Nasce O mesmo que um ferro normal. No caso de ferros que nascem em vigas, falta definir o traspasse inferior. Genérico Zera todos os comprimentos. Definição manual a cargo do projetista. 8.1.2. Como é medido o comprimento O comprimento principal do ferro é a altura do lance. Este comprimento não é necessariamente igual à altura do lance do pilar. Apenas os ferros com altura do lance diferente de zero entram no cálculo da seção. Normalmente o ferro começa na base do lance e termina no seu topo, tendo o comprimento igual à altura real do lance atual. Acima temos o traspasse superior. Se mudarmos a bitola de um ferro, automaticamente o traspasse superior será recalculado se existir, de acordo com os critérios definidos2. Alternativamente, podemos definir o comprimento superior no lugar do traspasse. O comprimento superior não é alterado se houver alteração da bitola. Analogamente ao traspasse e comprimento superior, temos o traspasse e comprimento inferior. Geralmente usamos o traspasse inferior para definir um chumbador, em ferros com altura do lance zero. O ponto de referência para este ferro é o topo do lance, não a base. Na base do pilar, os ferros podem ser esticados para baixo, para dentro da fundação. Este comprimento é a chamada altura da fundação. Para definir um ferro que chega ao topo do lance a menos do cobrimento, você pode tanto definir um traspasse superior zero e altura do lance descontada do cobrimento, quanto a altura do lance total e o traspasse negativo igual ao cobrimento. 2Veja a respeito no manual "CAD/Pilar - Critérios de Projeto".
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    Menu Ferros longitudinais31 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 8.1.3. Definição da bitola do ferro longitudinal Você poderá definir qualquer uma das bitolas definidas no arquivo de critério do CAD/Pilar: 8.1.4. Ferros Invisíveis na seção transversal Ferros invisíveis são aqueles que aparecem no desenho da seção longitudinal mas não no da transversal. Geralmente, os arranques e chumbadores recebem este atributo. Ferros invisíveis não entram no cálculo da seção. 8.1.5. Engarrafamentos O engarrafamento consiste na deformação de um ferro para que ele passe de uma seção maior para outra menor. Atribuindo o engarrafamento a um ferro, o seu desenho é modificado de acordo. 8.1.6. Uso de luvas rosqueadas Outra forma de diminuir a taxa de armadura no traspasse é com o uso de luvas rosqueadas. Neste caso, o ferro terá traspasse superior zero e luvas. O Editor de plantas dos Sistemas Integradas CAD/TQS, na extração de tabela de ferros, faz um resumo das luvas utilizadas.
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    32 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 8.1.7. Definição de alternância A alternância de ferros longitudinais é uma maneira de diminuir a taxa de armadura na região de traspasse de um pilar muito carregado. Um ferro pode ter dois comprimentos de alternância definidos: o inferior, que é subtraído do seu comprimento total, e eleva a sua cota a partir da base do lance; e o superior, que é somado ao comprimento total. A separação de alternância inferior e superior é necessária, pois em lances extremos apenas uma delas pode ser definida. 14P1C=400 P1 HLNTRS ALTURA DO LANCE TRASPASSE SUPERIOR 5o piso 6o piso ALI ALTERNANCIA INFERIOR ALS SUPERIOR ALTERNANCIA ø25 8.2. Inserindo um ferro Para colocar um único ferro longitudinal no pilar, você deve:  Definir os dados na janela “Dados de ferros longitudinais”, através da seqüência de comandos “F.Long” – “Dados de ferros”. Estes também poderão ser copiados de outro ferro com o comando “Ler Dados”.  Acionar a seqüência de comandos: “F.Long.” – “Inserir um ferro” e definir as coordenadas do ferro na seção transversal. O ferro colocado desta maneira será posicionado exatamente nas coordenadas do cursor, sem nenhuma verificação de cobrimento e interferência com outros ferros. Se você deseja facear o ferro com o concreto, a menos dos estribos e do cobrimento, use o comando de projetar ferros, mostrado adiante.
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    Menu Ferros longitudinais33 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 8.2.1. Seleção de coordenadas por ponto de inserção Na colocação de um ferro por coordenadas, freqüentemente usamos outros ferros já posicionados no desenho como referência. Os ferros são representados na seção transversal por blocos de desenho. Para obter as coordenadas exatas do centro do ferro, use o modificador de coordenadas <B>. Veja o exemplo de como inserir um ferro no ponto médio de outros dois: 1 2 Comando : [ Inserir um ferro ] Ponto no CG do ferro : <M> Ponto 1/2 : <B> no PT1 Ponto 2/2 : <B> no PT2 8.2.2. Atualização do desenho após a colocação Para acelerar a operação, o desenho não é regerado após a colocação de ferros longitudinais. Esta tarefa é deixada para o próximo comando “Regerar” ou qualquer outro comando de visualização. A colocação de novos ferros provoca mudança no resumo dos ferros longitudinais e na vista longitudinal dos mesmos.
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    34 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 8.3. Inserindo um ferro em um vértice A seqüência de comandos “F.Long” – “Inserir em vértice”, insere um ferro no vértice selecionado da seção do pilar. Veja o exemplo: 1 Comando : [ Inserir em Vértice ] Selecione o vértice : <B1> no PT1 8.4. Critérios de distribuição Através de seqüência de comandos “F-Long” – “Critérios de distribuição”, será acionada a janela “Critérios de distribuição” para as definições dos critérios de distribuição dos ferros longitudinais na seção transversal. Defina o Número de barras para a distribuição de “n” barras em uma das faces da seção do lance atual. Defina o Espaçamento para a distribuição de barras pelo espaçamento definido em uma das faces da seção do lance atual. Você poderá distribuir barras com uma distância adicional à face. Inicialmente o valor do cobrimento será lido do arquivo de critérios do CAD/Pilar A distribuição das barras poderá se dar até a extremidade ou ainda limitada pelo contorno da seção do lance superior.
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    Menu Ferros longitudinais35 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 8.5. Distribuição de ferros O editor dispõe de três comandos de distribuição: um para distribuir em uma face do pilar, um para uma faixa entre dois pontos e um para distribuição entre dois ferros selecionados. Os comandos de distribuição utilizam os parâmetros atuais de ferros longitudinais, como já vimos, e os parâmetros de distribuição (com exceção do último comando) . Altere estes parâmetros antes de efetuar a distribuição. 8.5.1. Distribuir numa face Com os parâmetros de distribuição definidos, para distribuir ferros sobre uma face do pilar basta acionar a seqüência de comandos ”F.Long” – “Distribuir numa face” e indicar a face. Em uma operação típica, poderíamos carregar os dados de um ferro existente, definir um espaçamento e fazer a distribuição como no exemplo: 1 2 Comando : [ Ler Dados ] Ler ferro - Use <B1>.... : <B1> no PT1 Tecle : <ENTER> Comando : [ Critérios Distribuição ] Será apresentada a janela “Critérios de distribuição” Defina : [Número de barras = 5 ] Comando : [ Distribui numa face ] Ponto na face do pilar : <B1> no PT2 8.5.2. Distribuição numa faixa Na distribuição por faixa, especificamos 2 pontos em faces quaisquer do pilar. Este comando é indicado para pilares com trechos em arco. Nestes trechos, o contorno é discretizado, e uma distribuição por face não funcionará. Veja o exemplo:
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    36 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 1 2 Comando : [ Critérios Distribuição ] Será apresentada a janela “Critérios de distribuição” Defina : [Espaçamento = 10 ] Comando : [Distribui numa faixa] Ponto na face do pilar : <E> no PT1 Ponto na face do pilar : <E> no PT2 A distribuição é feita sempre no sentido anti-horário, do primeiro ao último ponto. 8.5.3. Distribuição entre 2 ferros A seqüência de comandos “F.Long.” – “Distribuir entre dois ferros” nos permite distribuir uma quantidade especificada de barras entre dois ferros selecionados. Ele é prático, pois não exige a localização exata dos pontos de referência, apenas sua seleção. A quantidade de ferros é sempre solicitada. Veja: 1 2 Comando : [ Distribuir entre dois ferros ] Distribuição entre 2 ferros ... : <B1> no PT1 Distribuição entre 2 ferros ... : <B1> no PT2 Distribuição entre 2 ferros ... : <ENTER> Número de ferros intermediários : 3 8.6. Seleção de ferros longitudinais Todos os comandos para edição de ferros longitudinais pedem pela seleção de ferros. A seleção pode ser feita com comandos de teclado semelhantes à seleção básica do editor gráfico.
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    Menu Ferros longitudinais37 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Toda a seleção é feita no modo de entrada múltipla, isto é, você seleciona repetidamente, até apertar um <B3> ou <ENTER> no final. 8.6.1. Seleção na seção transversal Você pode selecionar os ferros usando o botão <B1> do mouse, e através dos modificadores <W>, <C>, <R>, com resultados semelhantes à edição gráfica comum. Veja o exemplo com o comando para apagar ferros: 1 2 3 45 6 7 Comando: : [ Apagar ] Use <B1><W><C><D><R><P>, <ENTER> no fim : <B1> no PT1 Use... : <B1> no PT2 Use... : <W> no PT3 Segundo pt janela : <B1> no PT4 Use... : <R> Defina a cerca - pt1 : <B1> no PT5 Defina a cerca - pt2 : <B1> no PT6 Defina a cerca - pt3 : <B1> no PT7 Defina a cerca - pt4 : <ENTER> Use... : <ENTER> O modificador <P>, permite selecionar os mesmos ferros da seleção do último comando. Para tirar da seleção ferros previamente escolhidos, selecione novamente o mesmo ferro. O editor alterna entre seleção ou não, cada vez que o mesmo ferro é escolhido.
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    38 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 8.6.2. Seleção na vista longitudinal Você pode selecionar um ferro longitudinal na vista longitudinal, e todos os ferros correspondentes na seção transversal se acenderão junto: 1 2o Subsolo 1o Subsolo 12P1ø20C=360 Comando: : [ Apagar ] Use <B1><W><C><D><R><P>, <ENTER> no fim : <B1> no PT1 Use... : <ENTER> 8.7. Leitura dos dados de um ferro O comando “F.Long” – “Ler dados”, torna atuais os dados do primeiro ferro que você selecionar. Você pode usar este comando para verificar os dados de um ferro ou para criar ferros novos com mesmos dados de um ferro escolhido. 8.8. Alteração dos dados de um ferro O comando “F.Long” – “Alterar dados”, permite alterar quaisquer dos dados definidos. Você pode selecionar ferros com diferentes características, alterando apenas aquelas que selecionar, como por exemplo, a bitola. Depois de acionar o comando e selecionar os ferros a serem alterados, o editor mostrará a janela com os dados que poderão ser alterados:
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    Menu Ferros longitudinais39 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Os dados onde os referidos campos forem apresentados em branco, não vão ser modificados nos ferros selecionados. À medida que você acionar os dados, eles passarão a ser representados por seu valor, e serão atribuídos aos ferros selecionados. Assim, você pode escolher o que alterar, mesmo que os ferros selecionados tenham uma ou mais características diferentes. Escolhidos os dados a alterar, confirme com um clique no botão “OK”, ou abandone acionando o botão “Cancelar”. 8.8.1. Alteração de bitola As coordenadas do baricentro dos ferros faceando o contorno do pilar, são calculadas somando-se à face do pilar, o cobrimento, a bitola de estribos e mais meia bitola do ferro longitudinal. Veja a figura:
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    40 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 BITOLA MAIOR BITOLA MENOR COBRIMENTO ° ESTRIBO 1/2 ° LONGITUDINAL Em qualquer alteração de bitola, os ferros da primeira camada, serão reposicionados automaticamente, porém os da segunda camada, terão de ser movidos e reposicionados. Mais adiante mostraremos um comando genérico para projetar os ferros na face, a menos das distâncias mostradas acima. 8.9. Apagando ferros Como já exemplificamos, a seqüência de comandos “F.Long” – “Apagar” permite apagar um ou mais ferros selecionados. Ferros apagados não podem mais ser recuperados. Estribos são definidos tendo como referência ferros longitudinais. Estribos são apagados automaticamente quando um ferro longitudinal usado como referência é apagado. 8.10. Comandos do menu geometria O menu “Geometria” acionado a partir da seqüência de comandos “F.Long” – “Geometria”, tem mais comandos para alteração de ferros: Projetar Projeta ferros na face ou em uma camada, considerando recobrimento e a bitola de estribos Alinhar Alinha um ferro em relação a outro, na horizontal ou vertical Mover Move um ou mais ferros na vista transversal ou longitudinal Copiar Copia um ou mais ferros na vista transversal Espelhar Espelha um ou mais ferros na vista transversal Mover texto Move o texto que descreve o ferro na vista longitudinal
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    Menu Ferros longitudinais41 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 8.10.1. Projeção de ferros A seqüência de comandos: “F.Long” – “Geometria” – “Projetar”, projeta os ferros selecionados na face mais próxima do pilar, a menos do cobrimento, da bitola do estribo e de meia bitola do ferro. Este comando considera a distância adicional definida nos parâmetros de distribuição, podendo ser usado para mover ferros entre camadas. 8.10.2. Alinhamento em relação a um ferro A seqüência de comandos: “F.Long” – “Geometria” – “Alinhar”, para alinhar ferros de faces diferentes, e tornar a distribuição de armaduras mais simétrica. O comando pede por um ferro como referência de alinhamento e um ou mais ferros a serem alinhados. O alinhamento é restrito às direções horizontal e vertical. Veja: 1 2 3 Comando : [ Alinhar ] Selecione o ferro base p/alinhamento : <B1> no PT1 Selecione... : <ENTER> Selecione agora os ferros a alinhar : <B1> no PT2 Selecione ... : <B1> no PT3 Tecle... : <ENTER> 8.10.3. Espelhar um ferro longitudinal na seção A seqüência de comandos: “F.Long” – “Geometria” – “Espelhar”, é ideal para a distribuição simétrica de armaduras em pilares de contorno qualquer. No exemplo abaixo, considerando um espaçamento já definido, definiremos toda a armadura longitudinal de um pilar em L com apenas quatro comandos: 1 2 Comando : [ Distibuir numa face ] Ponto na face do pilar : <B1> no PT1 Comando : [ Distribuir numa face ] Ponto na face do pilar : <B1> no PT2
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    42 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 1 23 4 5 Comando : [ Espelhar ] Use <B1>.... : <W> no PT1 Segundo pt janela : <B1> no PT2 Tecle : <ENTER> Linha de espelho pt1 : <M> Ponto 1/2 : <E> no PT3 Ponto 2/2 : <E> no PT4 Pt 2 : <SHF> <F10> (ortogonal) Pt 2 : <B1> no PT5 1 2 3 4 5 Comando : [ Espelhar ] Use <B1>.... : <W> no PT1 Segundo pt janela : <B1> no PT2 Tecle : <ENTER> Linha de espelho pt1 : <M> Ponto 1/2 : <E> no PT3 Ponto 2/2 : <E> no PT4 Pt 2 : <B1> no PT5 8.10.4. Movendo e copiando ferros Os comandos “Mover” e “Copiar” têm funcionamento análogo aos mesmos comandos do editor gráfico, pedindo sempre por um deslocamento definido por dois pontos. Veja um exemplo de cópia de camadas:
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    Menu Ferros longitudinais43 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 1 2 3 Comando : [ Copiar ] Use <B1>.... : <W> no PT1 Segundo pt janela : <B1> no PT2 Tecle : <ENTER> Ponto base : <B1> no PT3 Segundo ponto : @0,4 Tecle : <ENTER> 8.10.5. Movendo ferros na seção longitudinal A seqüência de comandos: “F.Long” – “Geometria” – “Mover”, também pode ser usado para mover lateralmente, ferros na seção longitudinal. Esta movimentação é apenas de elementos de desenho, nada tem a ver com a posição real do ferro dentro do pilar. Veja: 16P1C=360 P22xP3 9C/20 270 2o Subsolo 1o Subsolo 16P1C=360 P22xP3 9C/20 270 2o Subsolo 1o Subsolo 1 2 3 ø20 ø6.3 ø20 ø6.3 Comando : [ Mover ] Use <B1>... : <B1> no PT1 Tecle : <ENTER> Ponto base : <B1> no PT2 Segundo ponto : <B1> no PT3 O Editor de Geometria precisa regerar a vista longitudinal dos ferros longitudinais sempre que houver qualquer alteração nestes ferros. Neste caso, qualquer edição realizada na vista (como a movimentação acima) será perdida.
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    44 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 8.10.6. Movendo textos da seção longitudinal Outro comando para a edição da vista longitudinal é o comando de movimentação de texto, para usar este comando execute a seqüência: “F.Long” – “Geometria” – “Mover texto”. Veja o exemplo: 16P1C=360 P22xP3 9C/20 270 2o Subsolo 1o Subsolo 1 23 16P1C=360 P22xP3 9C/20 270 2o Subsolo 1o Subsoloø20 ø6.3 ø20 ø6.3 Comando : [ Mover texto ] Selecione um ferro na vista longitudinal : <B1> no PT1 Selecione... : <ENTER> Ponto base : <B1> no PT2 Segundo ponto : <B1> no PT3 8.11. Redistribuição das vistas As três partes principais do desenho do pilar, a seção transversal, a vista explodida de estribos, e a vista longitudinal, são realocadas dinamicamente pelo editor conforme necessário, dependendo das escalas usadas e do espaço disponível. Para acelerar a interação, alguns comandos que causam alteração no desenho destas vistas (como por exemplo, a criação de novos ferros) não regeram o desenho de imediato, e nem reposicionam as vistas. Se ocorrerem interferências de textos entre vistas após comandos de edição, pode ser necessário o reposicionamento das vistas. Este reposicionamento pode ser forçado através da seqüência de comandos: “F.Long” – “Redistribuir”. Sempre que este comando for acionado, qualquer modificação efetuada nas vistas (tal como movimentação de ferros e textos) será perdida. Assim, estas edições devem ser deixadas sempre para o final da interação gráfica.
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    Menu Ferros longitudinais45 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 8.12. Cópia de ferros longitudinais entre lances Embora as solicitações nas seções do pilar variem de lance para lance, pode ser desejável a cópia de um arranjo de armaduras de um lance para outro. Por exemplo, em um pilar de seção qualquer, após a definição dos ferros longitudinais, pode ser interessante copiar os ferros para um ou mais lances acima. Neste caso, modificaremos apenas as bitolas nos lances superiores, para atender à menor solicitação de esforços. A cópia dos ferros é feita através da seqüência de comandos: “F.Long” – “Copiar lance”. Este comando pede o número do lance final até onde os ferros devem ser copiados. Este comando permite copiar tanto para cima quanto para baixo. Quando um lance recebe os ferros de outro lance, todos os ferros longitudinais e transversais existentes anteriormente são eliminados. Veremos adiante, que os ferros transversais também podem ser copiados de um lance para outro. 8.13. Legendas do ferro longitudinal Para diferenciar ferros longitudinais com características diferentes na seção transversal, eles recebem uma representação diferente e são legendados no resumo. Assim, olhando-se o desenho pode-se determinar exatamente quais ferros estão em qual posição. Veja o exemplo: P1 P2 14 5 ø 20 ø 20 Na variação de seção do pilar, os ferros que tem traspasse foram representados de maneira diferente dos ferros que morrem no lance.
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    46 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 8.13.1. Sistema de representação de ferros em corte O Editor de Geometria foi preparado para representar o ferro longitudinal em corte de maneira parametrizada. Você pode alterar a representação para atender aos seus critérios de desenho. As representações consistem em blocos de desenho na forma de arquivos DWG, com tamanho 1x1 e base de inserção no centro do ferro. A quantidade de blocos para cada classe de ferro e o nome de cada arquivo de desenho estão definidos no arquivo de critérios do CAD/Pilar. Veja no manual “CAD/Pilar – Critérios de projeto”, como editar os blocos existentes ou ampliar as configurações existentes. Quando um ferro tem altura de lance definida e traspasse superior maior que zero, ele é considerado um ferro que passa. Estão definidos 3 símbolos para ferro que passa: FERPAS1 FERPAS2 FERPAS3 O sistema usa automaticamente o primeiro à esquerda. Se existirem ferros que passam com características diferentes, será usado o segundo e o terceiro, na medida do necessário. Como existem apenas três símbolos, se houverem mais ferros diferentes, serão representados simplesmente por um círculo. Os ferros que morrem são aqueles com altura de lance definida, porém sem traspasse superior. Os símbolos para ferros que morrem são:
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    Menu Ferros longitudinais47 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 FERMOR1 FERMOR2 FERMOR3 Ferros com engarrafamento são representados por um destes símbolos: FERENG1 FERENG2 FERENG3 Outros ferros, fora da classificação acima são desenhados assim: FEROUT1 8.14. Numeração de posições O Editor de Geometria não dá ao usuário controle sobre a numeração de posições dos ferros, sendo estes numerados automaticamente conforme o desenho.
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    48 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 9. Menu Ferros transversais O menu de ferros transversais permite definir a geometria de estribos abertos, fechados e grampos, assim como movimentar linhas e textos das vistas explodidas de estribos. As informações verticais dos ferros transversais são idênticas para todos os ferros no mesmo lance, sendo alteradas através da edição dos dados dos ferros transversais. 9.1. Dados de ferros transversais No menu principal execute a seqüência de comandos “F.Transv.” – “Dados de ferros”. Então será apresentada a janela “Dados de ferros transversais”. Os dados alterados nesta janela “Dados de ferros transversais”, terão efeito imediato, sendo o desenho regerado. O lance pode ter de uma a três faixas de estribos diferentes no lance, e uma faixa adicional para a fundação. As distâncias, que determinam o início/fim e tamanho das faixas, são fornecidas como na figura apresentada dentro da janela. A quantidade de ferros é calculada automaticamente em função do tamanho da faixa e do espaçamento entre os estribos na faixa. As faixas são eliminadas zerando-se o espaçamento.
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    Menu Ferros transversais49 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 As bitolas disponíveis tanto para estribos quanto para os grampos serão as definidas no arquivo de critérios do CAD/Pilar. 9.2. Definição de estribos O editor permite definir estribos abertos com a seqüência de comandos “F.Transv.” – “Inserir aberto” e estribos fechados com a seqüência de comandos “F.Transv.” – “Inserir fechado”. Os estribos são construídos cercando-se ferros longitudinais, que servem de referência. Assim, os ferros longitudinais na seção transversal devem ser fornecidos um a um, na mesma ordem dos pontos do estribo. Veja o exemplo: 1 2 34 27 80 29 T3 ø 6.3 C/15 C=229 Comando : [ Inserir fechado ] Selecione os ferros longitudinais : <B1> no PT1 Selecione os ferros longitudinais : <B1> no PT2 Selecione os ferros longitudinais : <B1> no PT3 Selecione os ferros longitudinais : <B1> no PT4 Selecione os ferros longitudinais : <ENTER> Você não deve conectar o último ponto ao primeiro para fechar o estribo; se fizer isto, será desfeita a seleção do primeiro ponto. Estribos abertos são definidos da mesma maneira que estribos fechados. A movimentação de um ferro longitudinal que serve de referência a um estribo faz com que o estribo se deforme, acompanhando o ferro. 9.3. Definição de grampos Grampos são elementos transversais definidos por apenas dois pontos. O formato do grampo pode ser em S ou C, de acordo com o critério K83, definido no critério de desenho. Use com a seqüência de comandos “F.Transv.” – “Inserir aberto” para inserir um grampo:
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    50 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 1 2 80 28 27 29 T3 ø 6.3 C/15 C=229 29 T6 ø 6.3 C/15 C=43 Comando : [ Inserir aberto ] Selecione os ferros longitudinais : <B1> no PT1 Selecione os ferros longitudinais : <B1> no PT2 Selecione os ferros longitudinais : <ENTER> 9.4. Grampos verticais Grampos verticais são elementos construtivos, colocados geralmente no último lance de um pilar, ou em um lance intermediário cobrindo uma variação de seção. O editor permite a definição de uma faixa de grampos verticais por lance. Uma vez fornecidos os dados, através da janela ”Dados de grampos verticais”, o detalhe do grampo é automaticamente desenhado. Execute a seqüência de comandos “F.Transv.” – “Grampos verticais”, e a janela “Dados de grampos verticais” será apresentada. A lista de bitola será composta pela bitolas definidas no critério de projeto do CAD/Pilar. Para eliminar grampos definidos clique no botão “Eliminar”.
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    Menu Ferros transversais51 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 9.5. Critérios de ferros transversais Execute a seqüência de comandos “F.Transv.” – “Critérios”, e a janela ”Critérios de ferros transversais” será apresentada. Os Critérios de Agrupamentos e Distribuição governam como será a disposição dos estribos e grampos explodidos Veja no manual “CAD/Pilar – Critérios Gerais de Desenho”, detalhes sobre a definição destes critérios e algumas ilustrações. 9.6. Seleção de estribos e grampos Estribos, assim como ferros longitudinais, são selecionados continuamente até que se aperte <B3> ou <ENTER>. Os modificadores de seleção tipo <W>, <R>, <C> e <P> funcionam como na seleção de ferros longitudinais. Estribos podem ser selecionados na seção transversal ou na vista explodida. Na seção transversal, pode ser selecionado estribo por estribo. Na vista explodida, todos os estribos desenhados na vista são selecionados ao mesmo tempo. O editor pode gerar apenas uma vista explodida com todos os estribos agrupados, ou dividir os estribos em várias vistas, conforme o critério K88, definido nos critérios de desenho. Apenas o comando “Apagar” permite seleção na seção transversal. Os demais comandos são exclusivamente para as vistas explodidas. 9.7. Manipulações com vistas de estribos O editor permite algumas manipulações com as vistas explodidas de estribos, com o objetivo de refinar a representação e eliminar interferências. As edições realizadas através do menu de estribos são armazenadas na base de dados, não sendo perdidas na regeração da tela.
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    52 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Entretanto, a edição de novos estribos e de ferros longitudinais, provocará a regeração das vistas explodidas, e por conseqüência, a perda de qualquer edição já realizada na vista. Assim, a edição das vistas deve ser uma das últimas tarefas a serem realizadas dentro do editor. A seqüência de comandos “F.Transv.” – “Mover” faz a movimentação da vista por 2 pontos: D28A 1 2 3 37 37 D28A 37 37 2x18 P3 ø 6.3 C=43 18 P2 ø 6.3 C=163 18 P2 ø 6.3 C=163 2x18 P3 ø 6.3 C=43 Comando : [ Mover ] Mover estribos, vista explodida : <B1> no PT1 Mover estribos, vista explodida : <ENTER> Ponto base : <B1> no PT2 Segundo ponto : <B1> no PT3 9.8. Apagando estribos e grampos A seqüência de comandos “F.Transv.” – “Apagar” pode ser usado para apagar estribos ou grampos selecionados. Os elementos não podem ser recuperados depois de apagados. Na seção transversal, pode-se selecionar individualmente os estribos ou grampos:
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    Menu Ferros transversais53 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 127 28 80 80 27 29 T3 ø 6.3 C/15 C=229 29 T6 ø 6.3 C/15 C=43 29 T3 ø 6.3 C/15 C=229 Comando : [ Apagar ] Apagar estribos ou grampos : <B1> no PT1 Apagar estribos ou grampos : <ENTER> Já na vista explodida, todos os elementos que aparecem na vista são selecionados ao mesmo tempo: 1 27 28 80 29 T3 ø 6.3 C/15 C=229 29 T6 ø 6.3 C/15 C=43 Comando : [ Apagar ] Apagar estribos ou grampos : <B1> no PT1 Apagar estribos ou grampos : <ENTER> A seleção na vista explodida não precisa ser feita sobre o contorno do estribo, como na seção transversal; qualquer ponto na região da vista seleciona todos os estribos. 9.9. Texto dos estribos O editor permite algumas alterações na formatação dos textos dos estribos.
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    54 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 9.9.1. Alterar ângulo A seqüência de comandos “F.Transv.” – “Texto” – “Alterar ângulo” permite definir um ângulo qualquer para o texto dos estribos: 1 37 37 28 28 37 37 18 P2 ø 6.3 C=163 2x18 P3 ø 6.3 C=43 18P2ø6.3C=163 2x18P3ø6.3C=43 Comando : [ Angl Txt ] Use <B1>.... : <B1> no PT1 Use .... : <ENTER> Ângulo de texto : 90 9.9.2. Quebrar A seqüência de comandos “F.Transv.” – “Texto” – “Quebrar”, alterna entre três posições diferentes que o texto de estribos pode assumir: 9.9.3. Mover A seqüência de comandos “F.Transv.” – “Texto” – “Mover” permite movimentar o texto que descreve os ferros da vista explodida:
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    Menu Ferros transversais55 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 1 2 3 37 37 28 37 37 28 18 P2 ø 6.3 C=163 2x18 P3 ø 6.3 C=43 18 P2 ø 6.3 C=163 2x18 P3 ø 6.3 C=43 Comando : [ Move Txt ] Mover texto, vista explodida : <B1> no PT1 Mover texto, vista explodida : <ENTER> Ponto base : <B1> no PT2 Segundo ponto : <B1> no PT3 9.10. Redistribuição das vistas A seqüência de comandos “F.Transv.” – “Redistribuir” é o mesmo encontrado no menu de ferros longitudinais, e seu objetivo é redistribuir as vistas explodidas de estribos e a vista longitudinal, de modo a acomodar os novos limites de desenho após uma edição de ferros. Sempre que este comando for acionado, qualquer modificação efetuada nas vistas (tal como movimentação de ferros e textos) será perdida. Assim, estas edições devem ser deixadas sempre para o final da interação gráfica. 9.11. Cópia de estribos para outros lances O CAD/Pilar não gera automaticamente estribos em seções genéricas. Esta tarefa pode ser feita hoje através do programa de "Editor gráfico de seções", do menu "Editar" do gerenciador. Alternativamente, você pode deixar para criar estribos dentro deste editor. Crie os estribos em um lance, e copie depois para os lances seguintes. A seqüência de comandos “F.Transv.” – “Copiar lance”, pergunta até que lance os estribos do lance atual deverão ser copiados. A cópia é realizada enquanto existir nos lances acima, ferros longitudinais em posição para servir de referência aos estribos copiados. As vistas explodidas dos estribos, mesmo com edição, são copiadas para os lances superiores ou inferiores.
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    56 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 10. Cálculo da seção (Menu Cálculo) O Editor de Geometria dispõe de uma série de comandos extremamente práticos para o cálculo e verificação da seção de um pilar, disponibilizando todos os métodos preconizados pela norma NBR-6118:2003, aproximados e exatos, sendo que estes comandos estão disponíveis no menu superior, representados por ícones com “!”. Maiores detalhes sobre cada um destes métodos devem ser consultados no Manual Teórico do CAD/PILAR. 10.1. Verificar a seção atual A seqüência de comandos “Cálculo” – “Verificar a seção atual”, verifica se a seção qualquer, com um alojamento qualquer de armaduras e uma lista de carregamentos, passa no dimensionamento à flexão composta oblíqua. Como resultado, é mostrado para cada carregamento, se a seção passa ou não ao dimensionamento, e qual carregamento exige maior quantidade de armadura. Nos carregamentos utilizados já estão sendo considerados os esforços de 2ªordem obtidos pelos métodos de pilar padrão com curvatura aproximada ou kapa aproximado, conforme opção do usuário. Para um maior detalhamento da obtenção destes esforços, consulte o relatório “Montagem de carregamento” do CAD/PILAR. No resultado do cálculo mostra-se a armadura existente e a armadura necessária. Como é possível alterar as armaduras, geometria da seção, materiais..., ou seja, podemos modificar interativamente a seção e fazer a sua verificação, de modo a obter um dimensionamento ideal.
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    Cálculo da seção(Menu Cálculo) 57 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 O cálculo é válido sempre e exclusivamente para o lance atual. 10.2. Calcular efeitos locais no pilar A seqüência de comandos “Cálculo” – “Verificar a seção atual”, verifica a seção utilizando um dos métodos:  Pilar Padrão acoplado a diagramas N, M, 1/r  Método Geral O método utilizado depende do lambda limite definido nos editor de critérios de pilar. Observe que nova tela será aberta, com os resultados dessa verificação. Isto por que tanto neste item como nos próximos (10.3; 10.4; 10.5; 10.6) os esforços de 2ª ordem não são mais aqueles mostrados no relatório “Montagem de carregamento” como observado no item anterior. Observe no citado relatório que os campos correspondentes ficam preenchidos com “***”, indicando que essas excentricidades de 2ª ordem não são provenientes deste relatório. Os esforços de 2ª ordem considerados nos processos mais exatos (do item 10.2 ao item 10.6 deste manual) são obtidos diretamente do pórtico e analisados em um editor próprio, sendo que as informações pertinentes devem ser consultadas nesta tela:
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    58 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Na parte superior temos os ícones com as opções a serem verificadas nestes modelos de cálculo. Nas 3 telas principais podemos observar os valores de deslocamentos, esforços, rigidezes e de verificação em 3 momentos distintos:  1ª ordem + 2ª ordem global  2ª ordem local  1ª + 2ª ordem (global e local) Os recursos disponíveis podem ser acessados pelo menu principal: Ou pelos atalhos representados pelos ícones, como serão apresentados a seguir: Dos itens acima “Zoom” e “Vistas” dispensam explicações. Já os ícones “Parâmetros de diagramas” e “Parâmetros de visualização” possibilitam ajustes em escalas, cores, casas decimais a utilizar e os itens a serem apresentados. O ícone “Dados Gerais” apresenta uma tela com informações gerais do cálculo feito: nome e lance do pilar; lambdas; método utilizados, efeitos considerados:
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    Cálculo da seção(Menu Cálculo) 59 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Lembrando que para os itens 10.2 a 10.6 deste manual (método pilar-padrão acoplado a diagramas N, M, 1/r; Método Geral e efeitos localizados) as informações são obtidas diretamente do pórtico (inclusive os carregamentos) o que pode levar a diferenças entre alguns dados e os do CAD/PILAR (como, por exemplo, o lambda). O ícone “Modelo” apresenta a localização da barra do pilar no modelo de pórtico e o comprimento considerado:
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    60 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 O ícone “Convergência” mostra a situação do pilar, se passou ou não, para o caso de carregamento atual: O item “Não Linearidade Física” mostra o gráfico da reta do qual se obteve a rigidez secante adimensional  em cada uma das 2 direções consideradas, além da Força Normal e armadnura considerada: Caso se queira ver o gráfico completo, que originou este, basta clicar em calculadora, vá para a aba “Diagrama N,M,1/r”:
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    Cálculo da seção(Menu Cálculo) 61 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Já o ícone “Calculadora N,M,1/r” apresenta a mesma calculadora acima, em que é possível fazer a verificação e edição dos dados da seção a curva de interação N, Mx, M
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    62 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 a montagens do diagrama N, M, 1/r e a Curva de Interação N,M
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    Cálculo da seção(Menu Cálculo) 63 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Os ícones abaixo servem para visualizar os resultados obtidos no cálculo: Há ainda o item “Recalcular”, no menu principal: Aqui é possível fazer, diretamente, o cálculo do pilar utilizando qualquer um dos 4 métodos disponíveis na norma NBR-6118:2003:  Método Geral  Pilar-padão acoplado a diagramas N, M, 1/r  Pilar-padão com rigidez kapa aproximada  Pilar-padão com 1/r aproximada Bastando, para isso, apenas “clicar” na opção desejada.
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    64 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 10.3. Calcular efeitos localizados numa faixa retangular A seqüência de comandos “Cálculo” – “Calcular efeitos localizados numa faixa retangular”, verifica os efeitos localizados em uma faixa retangular da seção de um pilar parede, portanto, esta opção só aplicável para pilares-parede. Para selecionar a faixa da lâmina do pilar-parede a ser verifica por este método, basta, após acionar o ícone correspondente no menu principal, clicar diretamente no interior da faixa a ser verifica. A verificação da seção será por um dos métodos, dependendo do lambda:  Pilar Padrão acoplado a diagramas N, M, 1/r  Método Geral 10.4. Calcular efeitos localizados numa faixa com geometria qualquer A seqüência de comandos “Cálculo” – “Calcular efeitos localizados numa faixa com geometria qualquer”, realiza uma verificação como descrita no item acima, mas ao invés de se verificar uma faixa retangular, selecionada com um único clique no interiro da mesma, o usuário pode escolher a faixa com a geometria que quiser, não mais apenas retangular, selecionando os pontos desta região qualquer, na seção transversal do pilar, através de uma poligonal de pontos.
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    Cálculo da seção(Menu Cálculo) 65 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 A verificação da seção será por um dos métodos, dependendo do lambda:  Pilar Padrão acoplado a diagramas N, M, 1/r  Método Geral 10.5. Calcular efeitos de 2ª ordem em um pilar- parede com malha A seqüência de comandos “Cálculo” – “Calcular efeitos de 2ª ordem em um pilar- parede com malhar”, aqui os efeitos de 2ª ordem são obtidos através de um maior refinamento, sendo que o pilar é discretizado em uma malha.
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    66 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 A análise de pilar-parede é um tema que ganhou bastante notoriedade após a entrada em vigor da NBR 6118:2003 devido à exigência de verificações particulares no dimensionamento deste tipo de elemento, tais como o cálculo dos efeitos localizados de 2a. ordem e o atendimento à uma taxa de armadura transversal mínima. Nas versões anteriores do sistema CAD/TQS, v11 e v12, recursos sofisticados foram então desenvolvidos e disponibilizados de tal forma que a análise de pilar-parede, seja de seção retangular ou de um formato qualquer, atendesse devidamente às prescrições da norma. 10.5.1. Modelagem Com o objetivo de aprimorar este tipo de análise, no editor de geometria, esforços e armaduras do CAD/Pilar, foi introduzido agora, na versão 13, um novo comando no qual o pilar-parede é calculado por meio de um modelo composto por uma malha tridimensional de barras. Nessa nova modelagem, cada faixa é simulada por um alinhamento de elementos verticais que são interligados entre si por barras transversais. A faixa não é mais analisada de forma isolada.
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    Cálculo da seção(Menu Cálculo) 67 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Os efeitos de 2a. ordem (locais e localizados) são calculados pelo Método Geral. A rigidez de cada faixa é extraída a partir da linearização de diagramas N,M,1/r, de acordo com a armadura existente e a força normal decomposta. A não-linearidade geométrica é considerada por meio de um processo iterativo que busca a configuração final de equilíbrio. Esse novo modelo possibilita uma análise mais refinada e realista de todos os esforços solicitantes no pilar-parede (esforços longitudinais e transversais), e que, por conseguinte, permite uma otimização do dimensionamento das armaduras longitudinais e transversais no mesmo. 10.5.2. Comando Este comando “Calcular efeitos de 2ª ordem em um pilar-parede com malhar” faz a análise de um pilar-parede com malha e pode ser executado interativamente dentro do editor de geometria, esforços e armaduras do CAD/Pilar. Assim que o comando é executado, a seguinte janela é aberta.
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    68 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Na janela gráfica, é possível visualizar em planta a discretização do pilar-parede em faixas, bem como a vinculação entre as mesmas. 10.5.3. Definição das faixas Na aba “Faixas” que fica na lateral direita da janela, existem comandos para adicionar, remover e mover faixas. O botão “Reinicializar todas faixas” reconfigura as faixas padrões definidas automaticamente pelo sistema. A faixa atual pode ser selecionada com o clique do mouse sobre a janela gráfica. A seleção é mostrada graficamente, conforme mostra a figura a seguir.
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    Cálculo da seção(Menu Cálculo) 69 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 A faixa atual é definida por uma incidência de pontos, cujas coordenadas são mostradas e podem ser editadas na tabela que fica na aba lateral. As dimensões da faixa também são visualizadas graficamente. A edição dos pontos também pode ser feita clicando-se diretamente nos pontos da faixa atual sobre a janela gráfica. É importante lembrar que nem sempre as faixas definidas automaticamente pelo sistema, principalmente em pilares de seção não-retangular, ficam exatamente de acordo com o esperado. Às vezes, é necessário a intervenção do Engenheiro.
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    70 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 10.5.4. Definição das vinculações transversais Na aba “Vinculações” que fica na lateral direita da janela, existem comandos para adicionar e remover vinculações entre as faixas. O botão “Redefinição automática” procura configurar a vinculação entre as faixas automaticamente mas, em certos casos, é necessário a intervenção do Engenheiro. A vinculação atual pode ser selecionada com o clique do mouse sobre a janela gráfica. A seleção é mostrada graficamente, conforme mostra a figura a seguir. 10.5.5. Definição de critérios Na aba “Critérios” que fica na lateral direita da janela, é possível definir divisores de rigidez à torção e flexão das barras transversais. Estes parâmetros podem ter grande influência nos resultados finais obtidos. 10.5.6. Geração do modelo e cálculo Uma vez definidas as faixas e as vinculações entre elas, basta clicar no botão “OK”. O sistema automaticamente gerará um modelo tridimensional, e analisará o pilar-parede para cada uma das combinações transferidas para envoltória do CAD/Pilar.
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    Cálculo da seção(Menu Cálculo) 71 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Cada faixa do pilar-parede será discretizada por um alinhamento de barras verticais. As vinculações transversais serão simuladas por meio de barras horizontais interligando as faixas. Conforme já comentado anteriormente, para cada combinação, será utilizado o Método Geral para analisar o pilar-parede. 10.5.7. Análise dos resultados Assim que todos os cálculos forem executados um visualizador gráfico de resultados será automaticamente aberto. Trata-se praticamente do mesmo visualizador utilizado para análise de efeitos de 2ª ordem disponível em versões anteriores do sistema, mas com algumas adaptações para tornar a análise de resultados mais eficiente. 10.5.8. Seleção de caso/combinação Na primeira janela carregada, é possível visualizar os resultados gerais de toda envoltória de combinações para cada faixa. São apresentados os valores da força normal decomposta (Nd), bem como a relação MSd/MRd nas duas direções. Para selecionar um caso, basta clicar sobre uma das linhas da tabela superior, e depois apertar o botão “OK”. Para facilitar a escolha da combinação crítica, é possível clicar sobre a linha que fica abaixo desta tabela ao lado do texto “Máximos”.
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    72 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Assim que um caso é selecionado, uma janela com uma mensagem da situação global do mesmo é apresentada. 10.5.9. Informações gerais Para acessar informações gerais do pilar-parede analisado, execute o comando: menu “Informações”  “Dados gerais...”. Neste janela, é possível verificar que a análise com malha foi efetivamente utilizada, bem como qual foi o comprimento do trecho analisado. 10.5.10. Extração do modelo global Toda a análise do lance de pilar-parede é baseada em dados do modelo global (pórtico espacial). É possível visualizar graficamente as barras desse modelo que foram extraídas através do comando: menu “Informações”  “Modelo...”.
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    Cálculo da seção(Menu Cálculo) 73 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 10.5.11. Diagramas N,M,1/r É possível visualizar os diagramas normal-momento-curvatura para cada uma das faixas do pilar-parede por meio do comando: menu “Resultados”  “Não-linearidade física...”. Através da linearização destes diagramas é que foram definidas as rigidezes das barras verticais do modelo.
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    74 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 10.5.12. Deslocamentos Para visualizar graficamente a malha deformada e os deslocamento nodais, execute o comando: “Visualizar”  “Deslocamentos”. 10.5.13. Esforços Para visualizar graficamente a distribuição do esforço normal nas barras, bem como as forças decompostas em cada faixa, execute o comando: “Visualizar”  “Forças Fx”.
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    Cálculo da seção(Menu Cálculo) 75 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 A visualização das forças cortantes nas barras é feita por meio dos diagramas “Fy” e “Fz”. Já, do momento torsor, pelo diagrama “Mx”. Para visualizar graficamente a distribuição dos momentos fletores nas barras, execute os comandos: menu “Visualizar”  “Momentos My” e menu “Visualizar”  “Momentos Mz”. É importante lembrar que estes momentos contemplam os esforços de 1ª ordem e 2ª ordem (globais, locais e localizados). Para visualizar os esforços nas barras transversais que, por padrão, vêm desativadas, é necessário primeiramente configurar os parâmetros de visualização (menu “Exibir”  “Parâmetros de visualização”).
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    76 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Os momentos fletores nas barras transversais são melhores visualizados em planta, conforme é mostrado a seguir em um pilar-parede com formato “U”. 10.5.14. Rigidezes Para visualizar graficamente as rigidezes secantes adotadas nas faixas, execute os comandos: menu “Visualizar”  “Rigidez EIy” e menu “Visualizar”  “Rigidez EIz”.
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    Cálculo da seção(Menu Cálculo) 77 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 10.5.15. Envoltórias Para visualizar graficamente envoltórias finais de esforços, execute os comandos: menu “Visualizar”  “Envoltória sem M1d,mín” e menu “Visualizar”  “Envoltória com M1d,mín”. 10.5.16. Visualização com cerca Para facilitar a análise de resultados no pilar-parede, é possível selecionar apenas uma parte do mesmo para ser visualizada por meio de comandos de cerca. São comandos similares aos existentes no visualizador de pórtico espacial e grelha.
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    78 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 10.6. Análise dos efeitos locais/localizados Ao se fazer a análise dos efeitos locais/localizados em um pilar ( ) será aberta a seguinte tela no editor de geometria, esforços e armaduras:
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    Cálculo da seção(Menu Cálculo) 79 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Nesta tela é possível: a. Verificar quais casos de carregamentos passaram/não passaram; b. Fazer uma série de verificações quanto a análise física e geométrica da seção analisada; c. Fazer novas simulações, alterando os dados da seção (geometria, As, ...) Ao se verificar um pilar todas as informações referentes a ele são automaticamente importadas por este editor. Além disto, este editor possui calculadoras que permitem a alteração de determinadas informações do pilar (geometria, As, f3, ...) fornecendo um ambiente computacional extremamente sofisticado para análises de não linearidade física e geométrica da seção do pilar. Vamos apresentar alguns destes recursos. 10.6.1. Exibir Aqui é possível escolher vários tipos de visualizações e definir parâmetros para os diagramas bem como para as visualizações (tamanho texto, cor, ....)
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    80 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 10.6.2. Informações Fornece informações sobre os dados gerais do pilar em análise, inclusive o método que está sendo utilizado...
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    Cálculo da seção(Menu Cálculo) 81 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 ... a situação final (passou ou não)... ... a situação de cada um dos casos de carregamento ... ... fornece uma visão geral do modelo de pilar que está sendo analisado, inclusive o comprimento utilizado:
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    82 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 10.6.3. Resultados Aqui são apresentados os resultados da verificação realizada, sendo possível selecionar diretamente o caso atual para análise e checar a sua situação (passou ou não). Possibilita, também, a análise não linear física nas 2 direções, onde é possível verificar a rigidez secante adimensional kapa calculada .... ... e aqui também é possível chamar a calculadora de diagrama N,M,1/r:
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    Cálculo da seção(Menu Cálculo) 83 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Nesta calculadora, na aba “Dados”, os valores são diretamente preenchidos com aqueles do pilar em análise, porém é possível alterar geometria, As (inclusive de forma assimétrica) entre outros dados, para simular novas situações para o pilar. Como base nestes dados, é possível visualizar na aba “Curva de interação N,Mx,My” a situação da seção do pilar para valores de N, Mx e My...
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    84 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 ... na aba Diagrama N, M, 1/r é possível visualizar e verificar o diagrama de N, M, 1/r, nas 2 direções, inclusive simulando com novos valores de Normal, f3, , Momentos ... ... e a aba “Curva de interação N,M”, onde é possível visualizar a curva de interação N,M variando os valores de Normal e verificar as 2 direções:
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    Cálculo da seção(Menu Cálculo) 85 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 10.6.4. Visualizar Aqui é possível visualizar os diagramas de força normal, cortantes, momentos, deslocamentos, rigidezes, e envoltórias. Estes resultados são apresentados em 3 telas distintas em que são destacados os resultados de 1ªordem + 2ª ordem global, 2ªordem local e 1ªordem + 2ª ordem (global e local), como mostrados nos exemplos a seguir: Força Normal Fx...
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    86 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Momento Fletor My ... Envoltória com M1d,min...
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    Cálculo da seção(Menu Cálculo) 87 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 10.6.5. Recalcular Aqui é possível fazer, diretamente, o cálculo do pilar utilizando qualquer um dos 4 métodos disponíveis na norma NBR-6118:2003:  Método Geral  Pilar-padão acoplado a diagramas N, M, 1/r  Pilar-padão com rigidez kapa aproximada  Pilar-padão com 1/r aproximada Bastando, para isso, apenas “clicar” na opção desejada. 10.7. Seção de cálculo O CAD/Pilar grava automaticamente todas as seções de cada pilar. Por outro lado, se uma seção não obtém dimensionamento, você pode alterá-la através do menu de geometria, para estimar qual será a seção necessária para obter dimensionamento. Como uma alteração na seção de um pilar envolve a modificação nas formas e na rigidez do pilar, recomendamos neste caso, que a modificação final da seção seja feita no nível da planta de formas, e que todo o edifício seja reprocessado, para que a modificação se reflita na rigidez global do edifício e na geometria das vigas. Como já vimos, você pode também partir do zero e criar uma seção para dimensionamento. 10.8. Materiais Os parâmetros relativos aos materiais utilizados serão lidos inicialmente da definição dos critérios de projeto do CAD/Pilar, podendo ser alterados através da janela “Dados de materiais para cálculo”, acionada pela seqüência de comandos: “Cálculo” – “Materiais”.
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    88 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 10.9. Unidades de saída Apesar da entrada de esforços serem em tf e tfm, você pode controlar a unidade de saída de resultados. Na janela “Unidades de saída”, acionada através da seqüência de comandos: “Cálculo” – “Unidades de saída”, temos dois parâmetros para este controle, e um terceiro que irá controlar a escala dos diagramas das curvas de iteração assunto que trataremos no próximo capítulo. Fator multiplicativo para os diagramas de forças. Como as 3 variáveis visualizadas não tem a mesma unidade, usamos fatores multiplicativos para facilitar a visualização. Mudando-se as unidades de saída, estes fatores alteram-se automaticamente. Você pode altera-los manualmente também através deste parâmetro.
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    Cálculo da seção(Menu Cálculo) 89 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Fator multiplicativo para diagramas de momento. Fator para facilitar a visualização dos diagramas de momentos. Escala variável. O desenho será gerado com fator de escala 1, e escalado internamente para caber em um quadrado de lado definido pela largura da moldura Escala fixa. Os diagramas serão gerados internamente com escala 1:1, acrescentados dos multiplicadores definidos , e valor da escala definido 10.10. Critérios de cálculo A seqüência de comandos “Cálculo” – “Critérios de Cálculo”, aciona a janela “Critérios de cálculo”: Mostrar ou não os esforços de cálculo. O default é mostrar sempre. Calcular ou não a seção do lance superior simultaneamente com o lance atual, e verificar a área de armadura que passa. Esta área é das armaduras do lance atual cuja projeção no lance superior continuam dentro da seção. Precisão do processo iterativo. Esta precisão se refere à diferença entre dois valores sucessivos da razão entre a armadura existente e a necessária. Número de pontos para discretização do concreto. Por default, 300 pontos. O máximo de pontos discretizáveis é de 800. Visualizar as lâminas de pilar parede: se ativada, sempre que um pilar for pilar-parede este terá hachurada as suas lâminas que tenham comprimento maior que 5 vezes a sua espessura e terá a divisão de trechos desta lâmina também mostrada. 10.11. Carregamentos O CAD/Pilar monta todos os carregamentos para dimensionamento dentro do Editor de Geometria.
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    90 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 O editor trabalha com os esforços de cálculo, isto é, os carregamentos mostrados já embutem todos os majoradores necessários, incluindo aqueles para estimativa de efeitos de 2a ordem e excentricidades, assim como a consideração de combinações. Caso você altere carregamentos existentes ou crie novos carregamentos, não esqueça que estes esforços já são os de cálculo. Os carregamentos podem ser modificados através da seqüência de comandos “Cálculo” – “Carregamentos”. 10.11.1. Edição dos carregamentos A seqüência de comandos “Cálculo” – “Carregamentos”, aciona a janela ”Carregamentos de cálculo”, nesta janela deverão conter as definições dos casos de carregamentos que serão verificados na seção. O botão “Editar”, permite a edição de um dos casos de carregamento. O botão “Apagar” apaga um caso selecionado. O botão “Novo” permite a edição de um novo caso de carregamento a ser verificado no cálculo. O botão “Fechar”, fecha a janela e os dados são gravados. O botões “Editar”, abre a janela “Dados de um carregamento”: Defina o número de carregamentos e os esforços finais de cálculo aos quais a seção será submetida, conforme a definição do sistema de coordenadas de cargas. 10.11.2. Sistema de coordenadas de cargas Os momentos são fornecidos vetorialmente, em relação a um dos dois sistemas definidos pelo parâmetro:
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    Cálculo da seção(Menu Cálculo) 91 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 [Sistema de inércia = Central] Sistema do eixo principal de inércia [Sistema de inércia = Global] Sistema global CG Xc Yc Yglobal X global O sistema principal de inércia3 é mostrado sempre que se executa o cálculo da seção. Por default, o CAD/Pilar mantém todos os carregamentos definidos neste sistema. 10.12. Como é efetuado o cálculo A seção de concreto é discretizada em uma certa quantidade de pontos (veja adiante), enquanto que as armaduras são consideradas uma por uma, em seu CG. Como resultado, temos uma seção discretizada de concreto e aço. Em correspondência à ação dos carregamentos, haverá uma reação de esforços resistentes dos materiais da seção, considerando as curvas (tensão x deformação) do concreto e do aço. Como resultado, poderá haver ou não equilíbrio da seção, com a linha neutra sendo calculada iterativamente. A área de armadura necessária será calculada no limite de dimensionamento, através de um novo processo iterativo, variando-se a área nos mesmos centros de gravidade das armaduras originais. Assim, esta área será apenas estimada, uma vez que a colocação efetiva da armadura necessária poderá alterar os CGs das armaduras originais. 3São eixos ortogonais passando pelo CG, onde os momentos de inércia da seção em relação a eles são respectivamente, máximo e mínimo.
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    92 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 10.13. Relatório de saída Toda vez que o cálculo é efetuado, o editor gera um desenho, na escala atual da seção transversal, com uma série de informações de cálculo. Veja uma saída típica: CG Xc Xl Yl LN .18% .03% Yc O editor mostra a seção do concreto, o sistema local e principal de coordenadas, e a linha neutra passando pelo CG, com um esquema dos pontos de máxima deformação relativa. A posição da linha neutra não é real (ela pode estar fora da seção), apenas o seu ângulo. Além da seção, são geradas informações sobre o cálculo: Concreto ======== Área total................. 1600.0 cm2 Área por elemento.......... 8.2 cm2 Numero de elementos........ 195 Fck........................ 200. kgf/cm2 GamaC...................... 1.40 Aço === Área total................. 78.5 cm2 Numero de elementos........ 16 Fyk........................ 5000. kgf/cm2 Tipo de aço................ A GamaS...................... 1.15 Modulo de elasticidade..... 2100000. Resultado do cálculo ==================== Dimensionamento............... OK Carregamento de As máximo .... 1 As existente ................. 78.5 cm2 ( 4.91%) As necessário (mínimo)........ 52.8 cm2 ( 3.30%)
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    Cálculo da seção(Menu Cálculo) 93 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Lance superior ============== As existente ................. 50.3 cm2 As necessario................. 47.1 cm2 As que passa p/cima........... 78.5 cm2 Lista de carregamentos ====================== Caso Sistema Fz Mx My tf tfm tfm 1 Central 298. 17. 0. OK 2 Central 298. 0. 16. OK Os resultados do cálculo, incluindo a deformação relativa e o ângulo da linha neutra, são mostrados sempre tendo como referência o carregamento que necessita da maior área de armadura. No caso particular de uma seção que não necessita de armaduras (em regime de compressão simples), não haverá carregamento de maior área, e nem será mostrada a linha neutra. Para obter estes resultados na impressora, primeiro prepare a vista desejada, em seguida execute a seqüência de comandos “Arquivo” – “Salva DWG”, assim um novo desenho estará sendo gerado. Então use as funções do comando plotagem disponível no menu principal.
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    94 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 11. Curvas de iteração (Menu Cálculo) Usando os mesmo algoritmos de cálculo da seção, o editor é capaz de gerar as chamadas curvas de iteração, ou mais genericamente, superfícies de iteração, ou o lugar geométrico dos ternos (Fz, Mx, My) de dimensionamento limite da seção. .3 86.0 171.7 257.4 Mx -40 -30 -20 -10 10 20 30 40 My -40 -30 -20 10 20 30 40 Fz-300-200-100100200300400500 428.8 343.1 -85.4 -171.1 -256.8 Considerando o volume cercado por esta superfície, os pontos internos ao volume são compostos de ternos de esforços onde o dimensionamento do pilar é aceitável; fora do volume não há dimensionamento. No desenho gerado, convencionou-se representar os valores de Fz paralelos ao Z global, os de Mx paralelos ao X e os de My paralelos ao Y. Estas curvas são de especial interesse para determinar, em uma etapa de pré- dimensionamento, quais os limites de carregamentos em um pilar, e se ele está dimensionado com folga ou não. Uma vez que o equilíbrio da seção depende do alojamento das armaduras, existirá uma superfície diferente para cada alojamento diferente. O editor pode mostrar cortes da superfície na forma de curvas, ou a própria superfície, gerada por n valores fixos de Fz, através de projeções paralelas no espaço.
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    Curvas de iteração(Menu Cálculo) 95 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 11.1. Visualizando as curvas de iteração A seqüência de comandos “Cálculo” – “Curvas de iteração”, faz com que as curvas de iteração sejam calculadas e desenhadas. Logo que o comando é acionado, o editor mostra a seção discretizada, mais alguns dados de cálculo, e pede confirmação para continuar: Ao sair do menu de curvas de iteração, o editor regera o desenho da seção detalhada do pilar. 11.2. Valores para cálculo de curvas de iteração Execute a seqüência de comandos: “Cálculo” – “Valores”, para acessar a janela “Valores para cálculo de curvas de iteração”
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    96 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 11.3. Curvas horizontais – Fz constante Na janela “Valores para cálculo de curvas de iteração”, Com o parâmetro “Curvas horizontais – Fz constante” ligado, as curvas de iteração serão geradas com Fz fixo, isto é, será representado para cada valor de Fz dentro de uma faixa pré-estabelecida, a curva com todos os valores Mx e My limites de dimensionamento. 11.3.1. Definição de valores de Fz Os valores de Fz para a geração de curvas são estabelecidos com o parâmetro “Curvas horizontais – Fz constante” ligado na janela “Valores para cálculo de curvas de iteração”. Temos duas opções de configuração para os valores de Fz: Quando Fz varia numa faixa, precisamos fornecer o incremento percentual dos valores de Fz. Por default, o incremento será de 10%, isto é, serão gerados 10 valores de Fz, variando entre os valores mínimos e máximos, determinados automaticamente. Lista de valores - As curvas são geradas para uma lista de valores de Fz definidos, através dos botões “Editar”, “+” e “-“. 11.4. Curvas verticais Na janela “Valores para cálculo de curvas de iteração”, Com o parâmetro “Curvas verticais - Mx/My constante” ligado, apenas uma curva será gerada, no sentido vertical. A curva será paralela ao plano Fz/Mx, isto é, terá My constante definido por Mx valor tfm. A curva será paralela ao plano Fz/My, isto é, terá Mx constante definido por Mx valor tfm. A curva passará pelo (0,0,0), tendo uma relação constante entre Mx e My, definida através dos valores em Mx valor tfm e Mx valor tfm.
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    Curvas de iteração(Menu Cálculo) 97 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 11.5. Observando as curvas Qualquer que seja o modo de visualização, as curvas serão sempre geradas no espaço, tendo Fz no eixo Z, Mx no X e My no Y global. Os seis comandos de visualização definidos no menu de curvas, funcionam da mesma maneira quaisquer que sejam as curvas geradas4. Uma vez que as unidades representadas no eixo Z (força) são diferentes das representadas em X e Y (força vezes distância), o editor usa fatores de escala diferentes para obter curvas com aparência razoável. Estes fatores podem ser alterados na janela “Unidades de saída”, acionada pela seqüência de comandos “Cálculo” - “Unidades de saída”. As curvas vistas no espaço serão projetadas no plano da tela do computador. Este plano, tem eixo X horizontal, paralelo ao XY global: OBSERVADOR 1 GLOBAL 2 Lado Cima Frente Tela Z X Y -Z Y X O sistema de visualização é definido pelo vetor que liga o ponto PT1 origem do sistema global ao ponto PT2, ponto de vista do observador. Uma vez geradas as curvas de iteração para um dado conjunto de forças e parâmetros, você pode observar as mesmas curvas sob pontos de vista diferentes. Os comandos para isto são: 4Estes comandos são derivados do visualizador de pórticos espaciais.
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    98 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Vista de frente: eixos Fz e Mx Vista de lado: eixos Fz e My Vista de cima: eixos Mx e My Vista em projeção paralela, Vista - A Vista em projeção paralela, Vista - B Perspectiva qualquer - projeção paralela As vistas isométricas fazem ângulo de 45° em relação os eixos globais, apenas com uma diferença de sinal entre as duas. O vetor de visualização para cada vista é: Vista Vetor Frente 0, 0,-1 Lado -1, 0, 0 Cima 0, 0, 1 Vista-A -1,-1, 1 Vista-B 1,-1, 1 Você pode atribuir outros valores para o vetor de visualização, através do comando Perspectiva Perspectiva qualquer - projeção paralela Este comando funciona de 2 modos diferentes. Inicialmente são pedidas as coordenadas X,Y,Z do vetor. Você pode responder ou apertar ENTER. Apertando ENTER você entra no segundo modo, que permite uma definição interativa: A movimentação do cursor sobre os 2 círculos a direita faz com que os eixos globais a esquerda, projetados no plano do observador, sejam girados em tempo real. Para definir uma visualização, leve os eixos até a posição desejada e aperte <B1>. O pórtico será então mostrado com os parâmetros atuais.
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    Curvas de iteração(Menu Cálculo) 99 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 11.5.1. Interpretando resultados Embora a visualização espacial seja interessante, a maioria dos resultados prática será obtida por uma das projeções ortogonais. Por exemplo, observando-se as curvas por cima, teremos uma curva Mx x My para cada valor de Fz usado no cálculo: 102.9 205.8 308.7 411.6 -40 -30 -20 -10 10 20 30 40 -40-30-20-1010203040 Mx My Nas vistas onde o Fz aparece como uma curva de nível, cada curva de Fz é cotada para observação dos 3 valores simultaneamente: Fz, Mx e My. Todas as vistas são geradas com uma legenda, que pode ser suprimida: Pilar P1 Forca normal entre 0. e 514. Unidades de forca em tf , momentos em tfm Esforcos no sistema do eixo principal de inercia X Y Curvas de interacao com forca normal constante Momentos na convencao vetorial O mesmo desenho em vista frontal seria assim:
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    100 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 -40 -30 -20 -10 10 20 30 40 100200300400500 Fz Mx Neste caso, estamos observando a variação dos valores de Mx, para vários valores de Fz, tendo My variável. Para observar o comportamento de dois esforços, tendo Mx ou My fixos, geramos as curvas na vertical. Por exemplo: Mx-40 -30 -20 -10 10 20 30 40 Fz-300-200-100100200300400500
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    Curvas de iteração(Menu Cálculo) 101 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 11.6. Outros parâmetros A seqüência de comandos “Cálculo” – “Critérios”, aciona a janela “Critérios para geração de curvas de iteração” com parâmetros adicionais usados no cálculo de curvas de iteração: Precisão do processo iterativo. O processo iterativo encontra uma solução quando 2 valores consecutivos da variável procurada são menores do que a precisão. Número Max. de pontos discretizados. Número de pontos para discretização do concreto. Este número é o mesmo definido na janela “Critérios de cálculo”. A precisão do cálculo pode ser afetada pelo número de pontos usados, dependendo também do tipo de seção. O default é o limite máximo: 800 pontos. Ângulo de discretização. As curvas são geradas em vários planos, onde em cada plano temos um esforço ou uma relação de esforços constante. Dentro deste plano, determinaremos valores limites de pares de esforços (ex: Mx,My), variando o ângulo  entre 0 e 360, de modo que tenhamos uma relação do tipo E1/E2 = Tan (). O ângulo de discretização determina o número de valores discretizados, ou seja, para uma discretização de 10, teremos 360/10 = 36 valores discretizados.
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    102 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Quadrante. Quadrantes visualizados. Para acelerar a visualização, você pode escolher os quadrantes que deseja visualizar: Todos Todos os quadrantes Primeiro (Mx+, My+) Somente o quadrante 1 (Mx+, My+) Segundo (Mx-, My+) Somente o quadrante 2 (Mx-, My+) Terceiro (Mx-, My-) Somente o quadrante 3 (Mx-, My-) Quarto (Mx+, My-) Somente o quadrante 4 (Mx+, My-) Força normal. Compressão e/ou Tração. Também para acelerar a visualização, você pode limitar os valores de força normal usados para gerar as curvas: Tipo de sistema de coordenadas. Os valores de Mx e My obtidos podem ser medidos em relação ao sistema principal de inércia da seção ou em relação ao sistema global. Sistema global. Por default, é usado o sistema do eixo principal de inércia. Isto significa, que os valores de Mx e My obtidos, tem como referência os eixos principais de inércia da seção. Inclusão ou não de legenda. Por default, a legenda é sempre incluída.
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    Menu Cotagem daSeção 103 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 12. Menu Cotagem da Seção Os desenhos de armaduras de pilares podem receber cotagens complementares, através do Editor de Armaduras, chamado do gerenciador. Entretanto, estas cotagens, e outros detalhes gerados interativamente serão perdidos, caso o pilar seja reeditado através do Editor de Geometria. O Editor de Geometria dispõe de um menu específico de cotagem, onde cotagens realizadas na região da seção transversal, são armazenadas na base de dados do pilar e não são perdidas no caso da regeração do desenho. 12.1. Menu de cotagem O menu “Cot.Sec.”, do Editor de Geometria, tem comandos análogos ao menu de cotagens do editor gráfico básico: “Horizontal” - Cotagem horizontal “Vertical” - Cotagem vertical “Alinhada” - Cotagem alinhada “Inclinada” - Cotagem inclinada “Apagar” - Apagar uma cotagem “Apagar Todas” - Apagar todas as cotagens do desenho 12.2. Fazendo uma cotagem A princípio é difícil perceber a diferença entre as cotagens deste menu e as do menu de cotagem do editor gráfico. Por exemplo, para fazer uma cotagem horizontal: 1 2 3 40 Comando : [Horizontal] Cotagem pt 1 : <E> no PT1 Cotagem pt 2 : <E> no PT2 Linha de cotagem : <B1> no PT3
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    104 CAD/Pilar -Editor de Geometria, Esforços e Armaduras em Pilares TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 Os comandos para cotagem horizontal, vertical, alinhada e inclinada terão funcionamento idêntico aos do menu de cotagens do editor gráfico básico. 12.3. Onde cotar Como já mostramos neste manual, o desenho de pilares pode ser dividido em 3 regiões principais: a seção transversal, as vistas explodidas de estribos e a vista longitudinal. Caso use o recurso de cotagem, faça-o apenas na seção transversal. As vistas explodidas de estribos não devem ser cotadas, por serem regeradas constantemente no caso de edição de estribos e ferros longitudinais. A vista longitudinal também não deve ser cotada, pois a escala desta vista é diferente da transversal. 12.4. Apagando cotagens Para apagar cotagens, use a seqüência de comandos “Cot.Séc” – “Apagar” e forneça um ponto sobre uma das linhas da cotagem. A seqüência de comandos “Cot.Séc” – “Apagar todas”, apaga de uma vez todas as cotagens no desenho.
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    Menu Cotagem daSeção 105 TQS Informática Ltda Rua dos Pinheiros 706 c/2 05422-001 São Paulo SP Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 TQS Informática Ltda R. dos Pinheiros, 706 c/2 São Paulo SP 05422-001 Tel (011) 3083-2722 Fax (011) 3083-2798 tqs@tqs.com.br www.tqs.com.br