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  1. 1. Proposta de implementação de Redes e Comunicação Redes e Comunicação de Dados Autores 100323050 – Vasco Galvão / 100323056 – André Pedro / 110323044 – Pedro MarquesQuinta-feira, 10 de Janeiro de 2013
  2. 2. Relatório de Redes ESCE-IPS1. Índice1. Índice ............................................................................................................................................. 12. Sumário ......................................................................................................................................... 53. Caracterização Geral do Projecto .................................................................................................. 6 3.1. Objectivos do projecto .......................................................................................................... 6 3.2. Caracterização da organização .............................................................................................. 7 3.3. Definição de requisitos.......................................................................................................... 9 3.3.1. Edifício ........................................................................................................................... 9 3.3.2. Comunicação de Dados ............................................................................................... 10 3.3.3. Pontos de acesso à rede .............................................................................................. 10 3.3.4. Infra-Estrutura ............................................................................................................. 10 3.3.5. Cablagem ..................................................................................................................... 10 3.3.6. Servidores .................................................................................................................... 10 3.4. Caracterização do sistema de cablagem estruturada ......................................................... 11 3.4.1. Normas e Standards ........................................................................................................ 11 3.5. Cablagem e Equipamento Passivo ...................................................................................... 14 3.5.1. Cablagem ......................................................................................................................... 14 3.6. Equipamento Passivo .......................................................................................................... 16 3.6.1. Calha Técnicas ................................................................................................................. 16 3.6.2. Calhas Metálicas .............................................................................................................. 16 3.6.3. Tomadas Duplas .............................................................................................................. 17 3.6.4. Chicotes S/UTP cat. 6 & F.O ........................................................................................... 17 3.6.5. Bastidores ........................................................................................................................ 17 3.6.5.1. O bastidor 1 ............................................................................................................. 17 3.6.5.2. Bastidor 2 – FB piso 0 .............................................................................................. 18 3.6.5.3. Bastidor 3 – FB piso 1 .............................................................................................. 18 3.6.6. Painéis de Distribuição .................................................................................................... 18 3.6.6.1. Painel de distribuição de fibra óptica...................................................................... 18 3.6.6.2. Painel de distribuição de Cabos RJ-45 ..................................................................... 19 3.6.7. Réguas de alimentação ................................................................................................... 19 3.6.8. Guias de distribuição de cabos ........................................................................................ 19 3.7. Topologia da Cablagem Estruturada ................................................................................... 20 3.8. Arquitectura do sistema de cablagem estruturada ............................................................ 22 3.9. Localização do (s) ponto (s) de distribuição (planta) e critérios para a sua escolha ........... 23 3.9.1. Critério......................................................................................................................... 23 Página |1
  3. 3. Relatório de Redes ESCE-IPS 3.9.2. Localização .................................................................................................................. 24 3.9.2.1. TO piso 0 .................................................................................................................. 24 3.9.2.2. TO Piso 1 .................................................................................................................. 28 3.9.2.3. Ligação entre bastidores ......................................................................................... 29 3.9.2.4. Cablagem total ........................................................................................................ 29 3.10. Localização e identificação dos pontos de acesso à rede (planta);................................. 30 3.10.1. Piso 0 ........................................................................................................................... 30 3.10.2. Piso 1 ........................................................................................................................... 31 3.11. Esquema do sistema de cablagem .................................................................................. 32 3.11.1. Esquema do sistema Cablagem piso 0 ............................................................................ 32 3.11.2. Esquema do sistema cablagem piso 1 ............................................................................. 33 3.12. Quantidades e localização dos componentes passivos do sistema. ............................... 34 3.12.1. Bastidor 1 .................................................................................................................... 34 3.12.2. Bastidor 2 .................................................................................................................... 34 3.12.3. Bastidor 3 .................................................................................................................... 354. Caracterização do Sistema Activo de Comunicação de Dados ................................................... 36 4.1. Recomendações e justificações para o equipamento activo de rede utilizado .................. 36 4.2. Arquitectura Lógica ............................................................................................................. 39 4.3. Infra-estrutura de acesso ao exterior (tecnologia, equipamentos, etc); ............................ 40 4.4. Quantidades e localização dos componentes activos do sistema ...................................... 41 4.4.1. Bastidor 1 (BD/FD – Piso 0) ......................................................................................... 41 4.4.2. Bastidor 2 (FD – Piso 0) ............................................................................................... 41 4.4.3. Bastidor 3 (FD – Piso 1) ............................................................................................... 41 4.5. Servidores (marca, modelo, sistema operativo, serviços instalados incluindo solução escolhida) ........................................................................................................................................ 41 4.5.1. Servidor Cisco UCS C240 M3 ........................................................................................... 41 4.5.1.1. Benefícios ................................................................................................................ 42 4.5.2. Cisco UCS C220 M3...................................................................................................... 43 4.5.3. Software .......................................................................................................................... 43 4.5.3.1. Windows Server 2012 ............................................................................................. 43 4.5.3.1.1. Virtualização de Servidor ........................................................................................ 44 4.5.3.1.2. VDI ........................................................................................................................... 44 4.5.3.1.3. Rede......................................................................................................................... 45 4.6. Caracterização das VLANs (incluindo endereçamento utilizado). ...................................... 45 1. VLAN Informática – 172.168.0.0 ............................................................................................. 46 2. VLAN Funcionários – 172.168.1.0 ........................................................................................... 47 Página |2
  4. 4. Relatório de Redes ESCE-IPS 3. VLAN Leitura ............................................................................................................................ 51 4. VLAN Direcção ......................................................................................................................... 52 5. VLAN DMZ ............................................................................................................................... 525. Anexos ......................................................................................................................................... 53 5.1. Layout do (s) bastidor (es);.................................................................................................. 53 5.1.1. Bastidor 1 (BD/FD)........................................................................................................... 53 5.1.2. Bastidor 2 (FD – Piso 0) ................................................................................................... 545.1.3. Bastidor 3 (FD – Piso 1) ....................................................................................................... 54 5.2. Ficha técnica de todos os equipamentos activos utilizados ............................................... 55 5.2.1. ASA 5580-40 Firewall Adaptative .................................................................................... 55 5.2.2. Cisco Router 3825 ........................................................................................................... 55 5.2.3. Switch Cisco Catalyst 3750-24/48TS ............................................................................... 55 5.2.4. Cisco Aironet 1040 Series Access Points ......................................................................... 55 5.2.5. Cisco UCS C240 M3.......................................................................................................... 55 5.2.6. CISCO UCS 220 M3 .......................................................................................................... 55 5.3. Esquema de endereçamento IP para os principais dispositivos da rede (servidores, routers, firewalls, access points). ................................................................................................... 566. Bibliografia .................................................................................................................................. 57 Página |3
  5. 5. Relatório de Redes ESCE-IPSIlustração 1 – Planta Piso 0 ................................................................................................................... 7Ilustração 2 – Planta Piso 1 ................................................................................................................... 8Ilustração 3 definição de cablagem estruturada................................................................................. 13Ilustração 4-Tipo de cabos utilizados na rede estruturada ................................................................. 14Ilustração 5- Topologia Árvore ............................................................................................................ 21Ilustração 6-Sistema cablagem estruturada ....................................................................................... 22Ilustração 7 – Cablagem e pontos de acesso definidos – Piso 0 ......................................................... 30Ilustração 8– Cablagem e pontos de acesso definidos – Piso 1 .......................................................... 31Ilustração 9- Esquema sistema de cablagem piso 0 ............................................................................ 32Ilustração 10- Esquema sistema de cablagem piso 0 .......................................................................... 33Ilustração 11 – Diagrama ASA 5500 Firewall....................................................................................... 36Ilustração 12 – Cisco Catalyst 3750 empilhados ................................................................................. 37Ilustração 13- Cisco router 3825 Ligações........................................................................................... 38Ilustração 14 - Cisco Aironet 1040 ...................................................................................................... 38Ilustração 15 – Diagrama de Arquitectura Lógica ............................................................................... 39Ilustração 16 – Bastidor 1 BD/FD ........................................................................................................ 53Ilustração 17- Bastidor 2 FD piso 0 ...................................................................................................... 54Ilustração 18 – Bastidor 3 FD Piso 1 .................................................................................................... 54Tabela 1 – Pontos de acesso e restrições.............................................................................................. 9Tabela 2– Requisitos de sistema de rede ............................................................................................ 10Tabela 3- Especificação de cabos de ligação entre subsistemas......................................................... 15Tabela 4- Especificação de requisitos da norma TIA/EIA T568A ......................................................... 20Tabela 5 – Especificação de requisitos da Norma ISO/IEC 11801 ....................................................... 20Tabela 6 – Tabela de Localização dos equipamentos passivos ........................................................... 23Tabela 7-Tabela de restrição de ligação de subsistemas .................................................................... 23 Página |4
  6. 6. Relatório de Redes ESCE-IPS2. SumárioO presente relatório reflecte o trabalho proposto na unidade curricular de Redes eComunicação de Dados e consiste no planeamento de uma rede de comunicação de dadostendo como principal objectivo a aplicação dos conhecimentos adquiridos nas aulasteóricas e práticas da respectiva disciplina. Actualmente, para qualquer organizaçãoexercer a sua função é necessário ter ao seu dispor vários recursos e serviços. E para isso aestruturação de uma rede de comunicação de dados é algo fundamental, na medida emque a interligação de sistemas e redes torna possível o acesso a um vasto leque deinformação. Na estruturação de uma rede de comunicação de dados, neste caso, há querespeitar e obedecer a um rigoroso projecto. Inicialmente é necessário que haja uma fasede análise, de modo a compreender de que maneira irá ser feito o projecto, de seguida temde haver uma definição de requisitos no sentido de perceber quais os objectivos,necessidades e condicionantes para que tudo seja previsto, no intuito de prever quaisquerproblemas e só depois se entra na fase mais prática que é a Caracterização do Sistema deCablagem Estruturada e do Sistema Activo de Comunicação de Dados. É nesta fase que sedetermina quais os equipamentos a serem utilizados e como estes se encontramdistribuídos na rede, sempre com o cuidado necessário para que tudo esteja estruturadode acordo com o que se pretende. O edifício para o qual a irá ser proposto um sistema darede de comunicação de dados é composto por dois pisos. No piso 0 irão ficar os Serviçosde Fiscalização, Gabinete Jurídico, Direcção, Secretariado, Monitorização Ambiental, SIG,Licenciamento Ambiental, Qualidade do Ar, Recepção, Informática e Café-Bar. O piso 1localizar-se-á a Biblioteca e a Sala de Leitura. Para além de tudo isto, é importante referirtambém que o sucesso do funcionamento do sistema vai depender do modo de como arede está estrutura por isso, como já foi dito em cima, esta estruturação tem que respeitare obedecer a um rigoroso projecto no sentido de que, logo à partida, possam sercalculados todos os imprevistos possíveis. Página |5
  7. 7. Relatório de Redes ESCE-IPS3. Caracterização Geral do Projecto 3.1.Objectivos do projectoSendo este um projecto de redes e comunicação de dados, tem como objectivo oplaneamento de uma rede de comunicação de dados para um Instituto Público (IP). Istocompreende, o planeamento e aplicação, em primeiro lugar de um sistema de cablagemestruturada, e em segundo lugar de um sistema de activo de comunicação de dados. Oprimeiro relaciona-se com todos os processos e mecanismos relacionados com a cablagemestruturada como pontos de distribuição e pontos de acesso á rede, esquema de cablagem,equipamento passivo de rede, topologia de cablagem, entre outros. O segundo estárelacionado com o equipamento activo de rede, arquitectura lógica de comunicação dedados, servidores, VLAN’s, entre outros.No final do projecto pretende-se que o Instituto Público tenha um projecto sobre o seuedifício e que o possa implementar de forma organizada e com a certeza que irá ter umarede que obedecendo aos seus requisitos estipulados, estará também disponível para seralterada caso as necessidades futuras da organização assim o exijam. Página |6
  8. 8. Relatório de Redes ESCE-IPS 3.2.Caracterização da organizaçãoA organização para a qual este projecto está a ser desenvolvido é um Instituto Público (IP).É uma organização com competências na área do ambiente e sede em Lisboa, quepretende abrir uma delegação em Setúbal, tendo adquirido recentemente um edifício comdois pisos, para instalação dos seus serviços.O edifício adquirido trata-se de um edifício histórico no centro da cidade, classificado comopatrimónio mundial e contemplará, para além da instalação dos diversos serviços doInstituto Público, a disponibilização de um espaço aberto ao público para consulta dedocumentação diversa.No seguimento do acima mencionado, a Direcção do IP decidiu pedir apoio aos alunos docurso de Gestão de Sistemas de Informação da Escola Superior de Ciências Empresariais naelaboração de um plano para a infra-estrutura da rede de comunicação de dados, de formaa interligar todo o edifício adquirido e que resolva a concepção do seu sistema de cablagemestruturada e do sistema activo de comunicação de dados, considerando também asligações à internet e à sede em Lisboa. Relativamente ao edifício, cujas instalações irão serajustadas, este é constituído por dois pisos, com as seguintes características:PISO 0Ilustração 1 – Planta Piso 0 Página |7
  9. 9. Relatório de Redes ESCE-IPSPISO 1Ilustração 2 – Planta Piso 1Edifícios de especial importância histórica, ou de património classificado, quer pela sualocalização, quer pela própria construção. Esta classificação poderá estar devidamentecaracterizada pelos municípios onde se localizam, ou por instituições que atribuamclassificações patrimoniais, que é o caso. Admite-se limitações na adopção de soluçõestécnicas, sempre que se ponha em causa aspectos de preservação de valores patrimoniaisou estéticos, e desde que devidamente fundamentados pelo projectista. Pressupõe-se queo interior do edifício, os corredores de acesso, esteja instalado tectos falsos, para apassagem de calhas metálicas nos corredores. Página |8
  10. 10. Relatório de Redes ESCE-IPS 3.3.Definição de requisitos A instalação da rede de comunicação de dados, no edifício Instituto Público, será estruturada e desenvolvida, de acordo com os requisitos impostos pelo cliente e pelas exigências que o edifício apresenta. 3.3.1. EdifícioDe acordo com as características especificas do edificio e também relativamente á sua estruturação,são necessárias alterações de segurança e ambiente para determinadas salas afim de garantirsegurança e bem estar de quem usufrui, quer do espaço público, quer do espaço laboral. Estãodefinidos pelo cliente, x pontos de acesso em cada sala, que serão instalados.Em relação ainda ao edifício, é necessário que determinadas salas, preencham determinadosrequisitos para a garantia de fiabilidade dos equipamentos activos de comunicação, que passará peloacesso as salas, climatização e também sistema de prevenção contra incêndios. Tipo / nr. Acesso Acesso Sistema Sala Climatização Acesso Público Restrito Incêndios esp. Café Bar WIFI Sim Não Sim Não Informática 10 Não Sim Sim Sim Serviço de Fiscalização 6 Sim Não Sim Não Recepção 4 Sim Não Sim Não Gabinete Jurídico 4 Não Sim Sim Não Qualidade do Ar 4 Não Sim Sim Não Direcção 4 Não Sim Sim Não Técnicos de 12 Não Sim Sim Não Licenciamento Ambiental Secretariado 4 Sim Sim Sim Não Técnicos de 12 Não Sim Sim Não Monitorização Ambiental Gabinete Sig 6 Não Sim Sim Não Sala de Leitura 14 Sim Não Sim Não Tabela 1 – Pontos de acesso e restrições Página |9
  11. 11. Relatório de Redes ESCE-IPSEspecificação Requisitos a) Todos os equipamentos activos devem residir nos respectivos bastidores, com excepção do equipamento de suporte à rede sem fios que ficará alocado num posição estratégica. b) Os equipamentos de concentração seleccionados têm 24 e/ou 48 portas; c) Os bastidores serão de rack 19” para colocação dos materiais activos. d) Os servidores serão de montagem em rack; 3.3.2. Comunicação de e) Em cada bastidor, tem uma Unidade de Alimentação Ininterrupta (UPS) com potência suficiente para suportar todos os equipamentos, pelo periodo minimo de 30 minutos; Dados f) Será instalada uma régua de AC com disjuntor g) A ligação entre bastidores deve ter uma largura de banda mínima de 1Gbps e ser imune a interferência electromagnética; h) A ligação da infra-estrutura entre edifícios Campus deve ser segura e ter uma largura de banda no mínimo de 2 Gbps; i) A infra-estrutura de acesso à Internet deve ser segura e ter uma largura de banda mínima de 4 Mbps; j) Deve ser criadas VLANs com endereçamento de classe C, para fazer a distinção entre os utilizadores comuns e utilizadores externos. k) Permitir acesso seguro à Internet; 3.3.3. Pontos de acesso à l) Suportar e-mail; rede m) Aceder a um file & Print Server; n) Flexível e adaptável a situações futuras; o) Suportar comunicação de dados, voz e vídeo; p) Largura de banda mínima de 1 Gbps (excepção para a rede sem fios); q) acesso à Internet deverá ser segura e ter uma largura de banda mínima de 4 Mbps, contemplando também a ligação do Servidor de E-mail e do servidor Web. 3.3.4. Infra-Estrutura r) interligação do edifício com a sede do IP deverá ter uma largura de banda mínima de 2 Gbps. s) De acordo com as normas internacionais em vigor t) Identificação dos equipamentos activos e passivos. u) Os equipamentos passivos deverão ser instalados no bastidor (excepção para tomadas de acesso e chicotes dos postos de trabalho); v) As tomadas de acesso à rede deverão estar ligadas ao painel de distribuição por cabos individuais (por cada ponto de acesso); 3.3.5. Cablagem w) Os cabos deverão passar por calhas técnicas e calha metálicas. x) DHCP / DNS (Domain Controller) y) O DNS (Domain Name System ) é um sistema de gestão de nomes hierárquico que tem como principais funções, examinar e actualizar base dados e Resolver nomes de dominios em endereços de rede, ou seja, IP. z) E-mail / WWW (Exchange Server / ProxyServer) aa) Proxyserver ou Proxy, é um servidor intermediário que atende a requisições de transmissão de dados do cliente à “frente”: um usuário (cliente) comunica com um servidor proxy, requisitando um serviço, como um arquivo, conexão, página web, ou outro recurso disponível no outro servidor. 3.3.6. Servidores bb) O Exchange Server, é uma plataforma de mensagens que oferece email, programação e ferramentas para aplicativos de serviço de mensagem e colaboração personalizados. cc) File & Print Server; (FileShare / PrintServer) dd) FileShare, partilhar ficheiros, é a prática de distribuir ou fornecer acesso a informações armazenadas digitalmente, como programas de computador, multimédia (áudio, imagens e vídeo), documentos ou livros electrónicos. Ele pode ser implementado através de uma variedade de maneiras. Os métodos comuns de transmissão, armazenamento e dispersão de fileshare, são servidores centralizados em rede, através de documentos partilhados com “hiperlinks”, e o uso de redes peer-to-peer.Tabela 2– Requisitos de sistema de rede P á g i n a | 10
  12. 12. Relatório de Redes ESCE-IPS 3.4.Caracterização do sistema de cablagem estruturadaPara a caracterização do sistema de cablagem estruturada, seleccionou-se as tecnologiasadequadas às exigências e requisitos do cliente. Nomeadamente, para os tipos de cablagem,estruturação da passagem de fios e requisitos do Edifício, deverão obedecer aos seguintesrequisitos: 3.4.1. Normas e Standards 3.4.1.1. TIA/EIA T568AA norma TIA/EIA T568A, define padrões de cablagem estruturados que permitam a concepção eimplementação de sistemas de cablagem estruturada para edifícios comerciais, entre edifícios eem ambientes de campus. Na generalidade, a norma define os padrões de, tipo de cabo,conectores, distâncias, arquitecturas de sistemas de cabos, padrões de terminação de cabos,características de desempenho, requisitos de instalação de cabos e métodos de controlo decabo. O padrão principal, TIA/EIA-568-C.1 define requisitos gerais, enquanto-568-C.2 seconcentra em componentes de sistemas equilibrados cabo de par trançado e-568-C.3componentes endereços de fibra óptica, sistemas de cabos - 568-C.4, que abordou coaxiaiscomponentes do cablagem. 3.4.1.2. ISO/IEC 11801A norma internacional ISO / IEC 11801 especifica o propósito geral de sistemas de cablagem detelecomunicações (Cablagem estruturado) que são adequadas para uma ampla gama deaplicações (telefonia analógica e RDIS, vários padrões de comunicação de dados, construção desistemas de controle, automação de fábrica). No geral, abrange a cablagem de cobreequilibrada e cablagem de fibra óptica. O padrão foi projectado e planeado, para aplicação eminstalações de edifícios comerciais, que compreende, um único edifício ou de vários edifíciosem um campus. A norma, está dinamizada para instalações que se estendem por até 3 km, até1 km ² espaço, entre 50 e 50.000 utilizadores, mas também, pode ser aplicado para instalaçõesfora deste intervalo. Um projecto aplicado, e normalizado pela norma internacional,compreende um tempo de vida mínimo de 10 anos para cada projecto. P á g i n a | 11
  13. 13. Relatório de Redes ESCE-IPS 3.4.1.3. Norma Europeia EN 50173Suporta uma ampla gama de serviços, voz, dados, texto, imagem e vídeo, tais como:  Cabos de remendo e cabos que estão fora deste padrão, mas a orientação são dados.  EMC (Compatibilidade Electromagnética) Requisitos de outras normas.  Nível de desempenho do sistema como um todo  Administração  Links que não executam este padrão são permitidos em caso de ensaio para grupos específicos de aplicativos  Distribuidor Campus (CD)  Cabo de backbone Campus  Distribuidor do edifício (BD)  Cabo de backbone Edifício  Distribuidor Floor (FD)  Cabo Horizontal  Ponto de Transição (TP) (opcional)  Tomada de telecomunicações (TO)Pretende-se que a rede seja definida e estruturada para um tempo de vida elevado, o que querdizer, que a estrutura de cablagem terá que ser flexível e adaptável para evitar possíveis pré-alterações, o que significaria futuramente resultaria em mais custos e possivelmente alteraçãoda estrutura de rede. Será implementada uma solução de cablagem estruturada de acordo comos seguintes princípios genéricos definidos nas seguintes normas:  Normalização  Capacidade  Funcionalidade  Adaptabilidade  Flexibilidade P á g i n a | 12
  14. 14. Relatório de Redes ESCE-IPS Cablagem Estrutura Normalização Capacidade Funcionalidade Adaptabilidade Flexibilidade • instalação de tomadas, • instalação de Categoria 6 • suporte de tecnologias de • capacidade de adaptação • instalação de tomadas de painéis e cablagem TP, de (classe E), a 250MHz, em comunicação em rede a mudanças nos acesso à rede em todos acordo com normas par trançado de quatro local (Ethernet, Fast equipamentos terminais, os compartimentos em internacionais ( norma pares, que possibilite Ethernet, Gigabit de modo a permitir a que esteja prevista a ISO/IEC 11801 ISS2 & EN comunicação a Ethernet), possibilidade instalação de qualquer necessidade de utilização 50173 ISS2) velocidades até 2,5 Gbps de interligação de acordo tipo de equipamento de de equipamento com as tecnologias com as normas de voz ou informático, com informático ou de actualmente disponíveis comunicação série capacidade de equipamento de voz. assíncrona RS-232C, RS- comunicação em série ou 422 e RS-423 (terminais em rede não inteligentes, ligações (10/100/1000Mbps), em a modems e impressoras) qualquer dos postos de e capacidade de trabalho integração de voz na cablagem.Ilustração 3 definição de cablagem estruturadaEstes princípios genéricos, visam garantir a máxima versatilidade de utilização da cablagem, permitindo sem necessidade de qualquer alteração, a escolha,em cada momento, da tecnologia mais adequada de acordo com as necessidades e com a melhor relação custo/desempenho/manutenção. Com anormalização garante-se a independência da infra-estrutura relativamente aos fabricantes e fornecedores. P á g i n a | 13
  15. 15. Relatório de Redes ESCE-IPS 3.5.Cablagem e Equipamento PassivoNeste ponto, cablagem e equipamento passivo, pretende-se definir quais os materiais que irão serutilizados para aplicação dos mesmo no projecto. 3.5.1. CablagemA cablagem seleccionada para o projecto, varia consoante as especificações necessárias para cadasituação.Então os principais requisitos da blindagem dos cabos são: a) As blindagens dos cabos devem ser ligadas aos terminais de terra nos armários distribuidores b) Os armários distribuidores devem ser ligados à terra do edifício c) Todos os eléctrodos de terra do edifício devem ser interligados entre si de forma a serem reduzidos os efeitos das diferenças no potencial de terra d) A diferença de potencial entre os pontos de terra da cablagem e a terra do edifício não devem ultrapassar 1 V rms e) No caso de não ser possível a obtenção de potências inferiores a 1 V rms, devem ser usadas cablagens de fibra óptica f) As condutas metálicas de suporte das cablagens devem ser ligadas terra em ambas as extremidadesNormalizando a nossa escolha, o tipo de cabos será o seguinte para a rede estruturada: Ligação 1 Sede Lisboa I.P. Setúbal Ligação 2 Ligação 2 Legenda Ligação 3 Ligação 2 Ligação 3 Servidor Máquina Trabalho T.O. Fibra Monómodo Fibra Multimodo Cabo S/UTP CAT 6 Ilustração 4-Tipo de cabos utilizados na rede estruturada P á g i n a | 14
  16. 16. Relatório de Redes ESCE-IPSLigação Cabo Especificação Vantagens Ilustração i. Diâmetro do núcleo/bainha (“core”/”cladding”)  Não é afectada por a. 8 a 10 µm (núcleo) / 125 a 127 µm (bainha) dispersão modal ii. Janelas disponíveis  Suporta distâncias a. 1310 e 1550 ηm superiores 1 - Sede – Lisboa e Instituto iii. Atenuação óptica Público (facultativo,  Ligações mais delicadas Fibra Óptica Monómodo a. 0,45 dB/Km / 0,3 dB/Km para 1310 ηm / 1550 ηm dependente de serviços externos) iv. Especificações físicas a. Interior / exterior (“Indoor”/”outdoor”) b. Protecções (mecânicas, anti-roedoras, anti-humidade, etc.) c. Normas ISO/IEC 11801 oriundas do IEC 793 e 974 e ITU-T G.652 i. Diâmetro do núcleo/bainha (“core”/”cladding”)  A transmissão é afectada a. 50 / 125 µm por Dispersão multimodal b. 62,5 / 125 µm (espalhamento no tempo) ii. Janelas disponíveis a. 850 e 1300 ηm para 50 / 125 µm e 62,5 / 125 µm  Ligações mais simples iii. Atenuação óptica  Menor custo e, relação á2 -Entre Bastidores BD e FD e 3 dB/Km / 1 dB/Km para 850 ηm / 1300 ηm na 50 / 125 µm Fibra Óptica Multimodo a. fibra óptica monómodo entre Bastidores FD e FD b. 3,5 dB/Km / 1 dB/Km para 850 ηm / 1300 ηm na 62,5 / 125 µm iv. Especificações físicas a. Interior / exterior (“Indoor”/”outdoor”) b. Protecções (mecânicas, anti-roedoras, anti-humidade, etc.) c. Normas ISO/IEC 11801 oriundas do IEC 793 e 974 e ITU-T G.652 Categoria 3 (CAT 3)  Definido pela norma pares entrançados (UTP, S/UTP, STP) de 16 MHz de largura de banda ANSI EIA/TIA-568-B-2.1 Categoria 4 (CAT 4) possui bitola 24 AWG e pares entrançados (UTP, S/UTP, STP) de 20 MHz de largura de banda banda passante de até 250 Categoria 5 (CAT 5) MHz e pode ser usado em pares entrançados (UTP, S/UTP, STP) de 100 MHz de largura de banda redes gigabit ethernet a Categoria 5 enhanced (CAT 5e) 3 -Entre FD e as T.O. Cabo S/UTP Categoria 6 velocidade de 1Gbps especificações mais apertadas que a CAT 5 de 100 MHz de largura de banda para permitir Gigabit Ethernet Categoria 6 (CAT 6) pares entrançados (UTP, S/UTP) até 250 MHz de largura de banda Categoria 7 (CAT 7) pares entrançados (STP) até 600 MHz de largura de bandaTabela 3- Especificação de cabos de ligação entre subsistemas P á g i n a | 15
  17. 17. Relatório de Redes ESCE-IPS 3.6.Equipamento PassivoPara a passagem de cabos, optamos pela aplicação de calhas técnicas e calhas metálicas. Dentro dassalas ou departamentos serão implementadas calhas técnicas, e as calhas metálicas serão aplicadasnos corredores do Edifício (onde existe tecto falso).O porquê da escolha de estes produtos, deve-se ao facto de se tratar de um edifício histórico,património do estado, que supostamente, não tem condutas de passagem de cabos. Motivadopelas condições do Edifício, tornou-se necessário escolher uma alternativa que correspondesse aorequisitos impostos pelo cliente. 3.6.1. Calha TécnicasAs principais vantagens na utilização de calhas técnicas em escritórios: o Design único e inovador o Os acessórios permitem derivar encaminhamento para outros sistemas o Furação especial de fundo que permite um ajuste horizontal e vertical o Preço o Não precisa de furação em paredes o Flexíveis e de fácil aplicação o Ajustável consoante a necessidade do cliente 3.6.2. Calhas Metálicas As principais vantagens de utilização de calhas metálicas em edifícios: o Permite a passagem de vários cabos pelo mesmo canal o Resistente o Depois de aplicado não fica visível, ao contacto humano o Reduz a EMC P á g i n a | 16
  18. 18. Relatório de Redes ESCE-IPS 3.6.3. Tomadas DuplasAs tomadas de rede a instalar serão do tipo ISSO 8877, de classe E / Categoria 6. Aligação entre as tomadas e os bastidores será efectuada através de cabo S/UTP decategoria 6, obedecendo às normas ISSO/IEC 11801 ISS2 e com a norma europeiaEN 50173 ISS2. Optamos por escolher só tomadas duplas para todos os pontos de acesso,atendendo aos requisitos do cliente e á quantidade de pontos de acesso, pretende-se salvaguardara evolução das novas tecnologias de comunicação e informação. 3.6.4. Chicotes S/UTP cat. 6 & F.OSerão seleccionados dois tipos de chicote com dimensões diferentes ás necessidades de aplicação.Os “chicotes” de ligação (patch cords) são destinados às ligações entre o equipamento activo(comutador) e os painéis passivos (patch panels), dentro do bastidor, e entre as tomadas e oequipamento informático. 3.6.5. BastidoresEm relação aos bastidores, foi necessário obter 3 bastidores com características diferentes, poisestes variam consoante o tipo de equipamento activo e passivo que iram comportar, mas também,derivado á localização de cada um dos bastidores. 3.6.5.1. O bastidor 1Para o bastidor 1 seleccionamos o rack PowerEdge 4220 da Dell. É um Bastidor fácil de armazenarcomponentes, oferece uma solução dinâmica de disposição dos elementos energética e tambémuma refrigeração eficiente para uma grande diversidade de equipamentos de TI. Com umacapacidade de 42U, tem as seguintes vantagens:  Distribuição de energia: os tabuleiros integrados possibilitam a montagem de unidades de distribuição de energia (PDU) verticais sem o recurso a ferramentas.  Refrigeração: as portas frontais e traseiras perfuradas a 80% possibilitam uma fácil circulação de ar.  Capacidade de carga estática: 1,13 toneladas métricas (2500 lbs) P á g i n a | 17
  19. 19. Relatório de Redes ESCE-IPS  Gestão de cabos: os três tamanhos disponíveis – standard, largo e profundo – oferecem o espaço adequado para o encaminhamento de cabos com vista a suprir todas as necessidades. 3.6.5.2. Bastidor 2 – FB piso 0Para o Bastidor 2 do piso 0 (FD) optou se pelo receptáculo de rack “PowerEdge 2420” da marcaDELL de 24 U.Também de fácil instalação, com uma serie de características que permite poupar espaço erefrigerar o bastidor de forma mais eficaz, evitando preocupações com as condições da sala para arefrigeração do bastidor. As características que este modelo proporciona são:  Distribuição de energia: os tabuleiros integrados possibilitam a montagem de unidades de distribuição de energia (PDU) verticais sem o recurso a ferramentas.  Refrigeração: as portas frontais e traseiras perfuradas a 80% possibilitam uma fácil circulação de ar.  Gestão de cabos: o design de rack proporciona uma série de opções de encaminhamento de cabos.  Segurança: Com fechadura incluída 3.6.5.3. Bastidor 3 – FB piso 1O bastidor 3, no piso 1 (FD), optou-se por um rack com 14 U de marca, que ficará suspenso naparede no edifício. O motivo da escolha, deve-se ao facto de ser um bastidor que apenas irácomportar apenas um equipamento activo e que tem menor pontos de acesso. 3.6.6. Painéis de Distribuição 3.6.6.1. Painel de distribuição de fibra ópticaPara a comunicação de dados, entrada e saída, através da Fibra Óptica em cada bastidor, utilizar-se-á painéis de distribuição de fibra óptica de 24 portas e largura 1U. Este equipamento passivo, irácomunicar com os restantes equipamentos passivos e activos de cada bastidor. P á g i n a | 18
  20. 20. Relatório de Redes ESCE-IPS 3.6.6.2. Painel de distribuição de Cabos RJ-45Em relação painel de distribuição de cabos S/UTP para os pontos de acesso à rede iremos utilizarPainéis de distribuição de S/UTP com 48 portas de cat. 6, que ocupam 1 U no bastidor. 3.6.7. Réguas de alimentaçãoEm cada um dos bastidores foram aplicadas uma PDU ou mais PDU (Power Distribution Units) –Réguas de Alimentação, de 5 tomadas. A selecção deste produto não se prende a um fornecedorespecífico, pois não foi possível identificar um fornecedor de “marca” que fornece-se este formatode tomadas europeias. Por essa razão, optamos em adquirir este produto através de um fornecedorde marca branca.Uma PDU ocupa 1U no bastidor 3.6.8. Guias de distribuição de cabosA organização de um bastidor é essencial para a sua funcionalidade como para a sua manutenção.Para manter os bastidores sempre organizados, utilizar-se-á de guias de passagem de cabos. Destaforma, osCada guia de passagem de cabos ocupa 1U no bastidor P á g i n a | 19
  21. 21. Relatório de Redes ESCE-IPS 3.7. Topologia da Cablagem EstruturadaDe acordo com as normas anteriormente referidas, ISO/IEC 11801 e TIA/EIAT568 , a normalização do sistema de cablagem corresponde ás seguintesespecificações:TIA/EIA T568A Subsistema Componente Características Comprimento Máximo Cablagem de backbone Cabo UTP 100Ω, n pares 800 metros (voz) Cabo STP 150Ω, n pares 90 metros (dados) FO Multimodo 62,5µ / 125µ, n fibra 2000 metros (dados) FO Monomodo 8,3µ / 125µ, n fibra 3000 metros (dados) Cablagem horizontal Cabo UTP 100Ω, 4 pares 90 metros (voz/dados) Cabo STP 150Ω, 2 pares 90 metros (dados) FO Multimodo 62,5µ / 125µ, 2 fibras 90 metros (dados) Tabela 4- Especificação de requisitos da norma TIA/EIA T568AISO/IEC 11801Subsistema Conceito Distribuidor CablagemBackBone de Subsistema que interliga os edifícios dentro de um Campus Interliga os distribuidores de edifício a seguirCampus campus. Inclui o distribuidor de edifício, a cablagem de Elemento principal para onde converge com o distribuidor de campus backbone de campus e as respectivas terminações. toda a cablagem backbone de campusBackbone de Interliga o distribuidor de edifico e os distribuidores de Edifício Interliga os distribuidores de piso com osEdifício piso. Inclui o distribuidor de edifício, os cabos de Elemento central para onde converge vários distribuidores de edifícios backbone de edifício e as respectivas terminações toda a cablagem backbone de edifícioHorizontal Interliga os distribuidores de piso e as tomadas de Piso Interliga as tomadas de telecomunicações com telecomunicações Elemento central para onde converge os vários distribuidores de pisoÁrea de Agrega todos os elementos destinados a interligar as toda a cablagem backbone de piso Interliga as tomadas de telecomunicaçõesTrabalho tomadas de telecomunicações e o equipamento (tomadas de serviço aos postos de trabalho) e terminal o equipamento centraTabela 5 – Especificação de requisitos da Norma ISO/IEC 11801 P á g i n a | 20
  22. 22. Relatório de Redes ESCE-IPSRelativamente à topologia de cablagem estruturada a utilizar, esta irá ser, de acordo com as tolerâncias anteriormente referidas, a Topologia dacablagem estruturada é em Árvore. Legendas TO TO T.O. FD Subsistema Trabalho TO BD / FD Bastidor 1 – BD / FD Subsistema Piso TO FD Bastidor 2 – FD 2º PISO FD Bastidor 3 – FD BD / FD TO Subsistema Horizontal TO Cabo S/UTP Cat. 6 FD TO Cabo Fibra Óptica Multimodo TO Cabo Fibra Óptica Subsistema Horizontal Multimodo (Facultativo) TO Chicote UTP Cat. 6 TO 1º PISO Posto de trabalho Subsistema Trabalho Ilustração 5- Topologia Árvore P á g i n a | 21
  23. 23. Relatório de Redes ESCE-IPS 3.8.Arquitectura do sistema de cablagem estruturadaDe acordo com a topologia cablagem estruturada, topologia em árvore, estão representados trêssubsistemas, o sistema Backbone de Edifício, Sistema de piso e Sistema de Zona ou Trabalho. Cadaum dos sistemas está estruturado e normalizado.O sistema de Backbone de Edifício, a ligação entre o Distribuidor de Edifício (BD) e o Distribuidor dePiso (FD), através da Cablagem de Backbone de Edifício, com Cabos de Fibra Óptica Multimodo, decategoria 6.O sistema de Piso, a ligação entre o Distribuidor de Piso (FD) e os pontos de acesso á rede (PAR),através da Cablagem de Piso, com Cabos S/UTP, de categoria 6.O Sistema de Zona ou trabalho, a ligação entre os pontos de acesso á rede (PAR) e os postos detrabalho, é realizado através de Cablagem de Zona, chicotes UTP de categoria 6. Distriuidor de edificio (BD/FD) Subsistema backbone de edificio Subsistema vertical (Ligação do BD aos FD’s) Distribuidor Distribuidor de piso (FD) de piso (FD) Subsistemas de piso ou horizontal Cablagem de piso ou horizontal Subsistema de zona ou de trabalho Legenda: Fibra optica Fibra optica (cablagem opcional) Cablagem S/UTP Cat.6 PC Chicotes UPT Cat. 6 Tomadas Duplas RJ-45 Servidores BD & FD Ilustração 6-Sistema cablagem estruturada P á g i n a | 22
  24. 24. Relatório de Redes ESCE-IPS 3.9.Localização do (s) ponto (s) de distribuição (planta) e critérios para a sua escolha 3.9.1. CritérioDe acordo com os requisitos de cliente, as barreiras que o edifício apresentado em termos deaplicação de equipamento passivo, a selecção de localização de pontos de distribuição consiste nosseguintes critérios:Localização dos equipamentos Distribuidores Cabos Interfaces  Salas de equipamento,  Salas de equipamento,  Os pontos de interface zonas técnicas ou em zonas técnicas ou em com o subsistema de compartimentos de compartimentos de cablagem estão localizados telecomunicações telecomunicações no extremo de cada um dos subsistemas  Nos pontos de interface com o subsistema de cablagem são colocados os equipamentos activosTabela 6 – Tabela de Localização dos equipamentos passivosDimensão Subsistema Tipo de Cabo Comprimento máximo Cabo cobre 100 m incluído chicotes Horizontal Fibra Óptica 500 m incluído chicotes Cabo de cobre Backbone de Edifício 500 m incluído chicotes Fibra Óptica Cabo Cobre Backbone de Campus 1500 m incluído chicotes Fibra ÓpticaTabela 7-Tabela de restrição de ligação de subsistemas P á g i n a | 23
  25. 25. Relatório de Redes ESCE-IPS 3.9.2. LocalizaçãoCom base nas normas ISO / IEC 11801, TIA / EIA T568A, EN 50173 e os critérios anteriormentedescritos, localização dos equipamentos e dimensão do subsistema, organizamos a planta eidentificamos as necessidades de cada uma das salas.Com base nas necessidades, identificamos cada sala com um número sequencial para facilitar aorganização de cada uma das salas, quer em termos de definição de distância de cabo no sistemahorizontal, mas também para uma futura utilização na identificação individual em cada uma das TO. 3.9.2.1. TO piso 0Café Bar - 2 Número Designação Pontos de acesso ID ficha Metros 2 Café-Bar Acesso s/ fios 0 23,5Sala Informática 3 Número Designação Pontos de acesso ID ficha Metros Inf - 3.10.1 15,6 Inf - 3.10.2 15,1 Inf - 3.10.3 17,2 Inf - 3.10.4 9,15 Inf - 3.10.5 8,05 3 Informática 10 Inf - 3.10.6 1,5 Inf - 3.10.7 1,5 Inf - 3.10.8 3,2 Inf - 3.10.9 11,75 Inf - 3.10.10 13,7Serviço de Fiscalização – 4 Número Designação Pontos de acesso ID ficha Metros SFI - 4.6.1 25,11 SFI - 4.6.2 21,75 SFI - 4.6.3 23 4 Serviço de fiscalização 6 SFI - 4.6.4 25,1 SFI - 4.6.5 27 SFI - 4.6.6 36,1 P á g i n a | 24
  26. 26. Relatório de Redes ESCE-IPSRecepção – 5 Número Designação Pontos de acesso ID ficha Metros REC - 5.4.1 11,8 REC - 5.4.2 21,6 5 Recepção 4 REC - 5.4.3 23,7 REC - 5.4.4 24,9Gabinete Jurídico – 6 Número Designação Pontos de acesso ID ficha Metros GJU - 6.4.1 22,1 GJU - 6.4.2 20,3 6 Gabinete Jurídico 4 GJU - 6.4.3 20,9 GJU - 6.4.4 23,3Qualidade do Ar – 7 Número Designação Pontos de acesso ID ficha Metros QAR - 7.4.1 18,4 QAR - 7.4.2 5,25 7 Qualidade do Ar 4 QAR - 7.4.3 9,4 QAR - 7.4.4 10,4Direcção - 8 Número Designação Pontos de acesso ID ficha Metros 8 Direcção 6 Dir - 8.6.1 28,5 Dir - 8.6.2 18,5 Dir - 8.6.3 17,2 Dir - 8.6.4 18,3 Dir - 8.6.5 19,5 Dir - 8.6.6 20,9 P á g i n a | 25
  27. 27. Relatório de Redes ESCE-IPSTécnicos de licenciamento Ambiental 9Número Designação Pontos de acesso ID ficha Metros TLA - 9.12.1 39,3 TLA - 9.12.2 37,4 TLA - 9.12.3 28,8 TLA - 9.12.4 37,35 TLA - 9.12.5 26 TLA - 9.12.6 26,4 9 Técnicos de licenciamento ambiental 12 TLA - 9.12.7 35 TLA - 9.12.8 43,85 TLA - 9.12.9 46,4 TLA - 9.12.10 48,9 TLA - 9.12.11 51,4 TLA - 9.12.12 54,5Secretariado – 10Número Designação Pontos de acesso ID ficha Metros SEC - 10.4.1 20,4 SEC - 10.4.2 18,7 10 Secretariado 4 SEC - 10.4.3 21,5 SEC - 10.4.4 23,9Técnicos de monitorização virtual – 12Número Designação Pontos de acesso ID ficha Metros TMA - 12.12.1 23,75 TMA - 12.12.2 26,8 TMA - 12.12.3 28,85 TMA - 12.12.4 38 TMA - 12.12.5 40,55 TMA - 12.12.6 43,1 12 Técnicos de monitorização ambiental 12 TMA - 12.12.7 45,4 TMA - 12.12.8 48 TMA - 12.12.9 49,4 TMA - 12.12.10 23,65 TMA - 12.12.11 25,4 TMA - 12.12.12 31 P á g i n a | 26
  28. 28. Relatório de Redes ESCE-IPSGabinete SIG – 13Número Designação Pontos de acesso ID ficha Metros GSI - 13.6.1 41,9 GSI - 13.6.2 32,3 GSI - 13.6.3 31,2 13 Gabinete SIG 6 GSI - 13.6.4 35,2 GSI - 13.6.5 36,5 GSI - 13.6.6 39,2Relativamente às salas (1) Garagem e (11) Sala de apoio, não constam quaisquer tipos de acessodefinidos pelo cliente, mas de qualquer forma, realizou-se a projecção de pontos de acesso e teve-se em conta, no futuro, a possibilidade de pontos de acesso a estas áreas. Sendo assim, resolvemosacrescentar calhas metálicas até cada uma das respectivas salas. P á g i n a | 27
  29. 29. Relatório de Redes ESCE-IPS 3.9.2.2. TO Piso 1Sala de Leitura – 14Número Designação Pontos de acesso ID ficha Metros SLE - 14.14.1 9,05 SLE - 14.14.2 13 SLE - 14.14.3 14,5 SLE - 14.14.4 17,3 SLE - 14.14.5 20,1 SLE - 14.14.6 24,2 SLE - 14.14.7 22,6 14 Sala de Leitura 14 SLE - 14.14.8 20,7 SLE - 14.14.9 19,3 SLE - 14.14.10 15,8 SLE - 14.14.11 13,8 SLE - 14.14.12 14,6 SLE - 14.14.13 14,9 SLE - 14.14.14 14,9Tal como, no piso inferior, a sala (15) biblioteca não consta qualquer tipo de acesso, mas também sedecidiu acrescentar calhas metálicas para a passagem de cabos e possível uma ligação futura.Relativamente aos pontos de distribuição existentes no edifício, será um distribuidor de Edifício(BD/FD) e dois Distribuidores de Piso (FD).O distribuidor de edifício, bastidor 1, localiza-se no piso 0, na Sala de Informática (Com as condiçõestécnicas, ambientais e segurança já descritas anteriormente, adequada a suportar todos osequipamentos activos).Os distribuidores de piso, o bastidor 2, estão localizados no piso 0 junto ao quadro eléctrico. Ajustificação para o uso de mais um FB no piso 0, deve-se ao facto da distância de determinadas T.O.ser aproximada de 90 metros, mas também por motivos de instalação, manutenção, efuncionalidade.De acordo com a ISO / IEC 11801, tem que existir obrigatoriamente um FD por piso de edifício.O bastidor 3, está localizado no piso 1, na sala de leitura. P á g i n a | 28
  30. 30. Relatório de Redes ESCE-IPS 3.9.2.3. Ligação entre bastidores DE Para Cabos Quantidade Metros Bastidor 1 (BD/FD) Bastidor 2 (FD – Piso 0) Fibra Multimodo 3 43,5 Bastidor 1 (BD/FD) Bastidor 3 (FD – Piso 1) Fibra Multimodo 1 57,04 Bastidor 2 (FD – Piso 0) Bastidor 3 (FD – Piso 1) Fibra Multimodo 1 29 3.9.2.4. Cablagem total Cabo Total Metros Cabo S/UTP Categoria 6 4049 Fibra Óptica Multimodo 241 P á g i n a | 29
  31. 31. Relatório de Redes ESCE-IPS 3.10. Localização e identificação dos pontos de acesso à rede (planta); 3.10.1. Piso 0 Legenda Bastidor 1 BD/FD 1 Garagem 4 Informática 7 Qualidade do Ar 10 Secretariado 13 Gabinete SIG Bastidor 2 FD Bastidor 3 FD Serviço de 2 Café Bar 5 8 Direcção 11 Sala de Apoio 14 Sala de Leitura fiscalização Acesso Wireless Técnicos de Técnicos de T.O. 3 Informática 6 Gabinete Jurídico 9 licenciamento 12 monitorização 15 Biblioteca Ambiental Ambiental Ligação ao Piso Superior Calhas técnicas Calhas metálicas 6 – 36.1 m 5 – 27 m 1 – 28.5 m 6 – 20.9 m 4 – 25.1 m 4 – 23.3 m 1 – 22.1 m 2 4 5 – 19.5 m 6 8 3 – 20.9 m 1 – 41.9 m 1 – 25.11 m 3 – 23 m 2 – 18.5 m 4 – 38 m 5 – 40.55 m 7 – 45.4 m 2 – 20.3 m 4 – 18.3 m 6 – 43.1 m 1 – 20.4 m 2 – 32.3 m 1 4 – 23.9 m 3 – 28.85 m 8 – 48 m 13 2 – 21.75 m 3 – 17.2 m 12 11 – 25.4 m 6 – 39.2 m 10 9 – 49.4 m 3 – 31.2 m 10 – 23.65 m 2 – 18.7 m 4 – 35.2 m 5 – 36.5 m Wifi – 23.5 m 2 – 26.8 m 12 – 31 m 3 – 21.5 m 1 – 23.75 m 1 – 15.6 m 9.190 2 – 15.1 m 3 – 17.2 m 4 – 9.15 m 3 – 9.4 m 4 – 10.4 m 4 – 24.9 m 1 – 39.3 m 4 – 27.35 m 2 – 37.4 m 3 – 28.8 m 5 – 26 m Saida 17.25 m 5 – 8.05 m 3 5 9 6 – 26.4 m 11 10 – 13.7 m 6 – 0.70 m 3 – 23.7 m 7 7 – 1.5 m 9 – 11.75 m 2 – 21.6 m FD 2 – 43.5 m 1 – 18.40 m 1 – 11.8 m 8 – 3.20 m 12 – 54.5 m 7 – 35 m RG 2 – 5.25 m SIG (previsto) 11 – 51.4 m 10 – 48.9 m 9 – 46.4 m 8 – 43.85 mIlustração 7 – Cablagem e pontos de acesso definidos – Piso 0 P á g i n a | 30

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