A História do Rito Moderno 
DARCY BONINI 
LOJA ORDEM E PROGRESSO N 428 
RITO MODERNO 
GOB/GOSP 
darcy.bonini@preset.com.br
iinnttrroodduuççããoo 
• Antes de entrarmos na história do Rito 
Moderno, convém fazer menção ao nome. 
• Preliminarmente consta que o Rito se chamou 
Moderno em função dos ideais ou preceitos 
que norteavam os seus membros, adversários 
que eram com relação à inserção nas sessões, 
ou no rito, de menções religiosas.
iinnttrroodduuççããoo 
Os outros eram os Antigos que foram aqueles 
nossos irmãos que pretenderam continuar com 
os usos e costumes tradicionais, ou seja, a 
continuidade de evocar os sentimentos 
religiosos dentro da maçonaria;
PORQUÊ DO NOME ? 
• Rito Francês porque foi aquele adotado pelo 
Grande Oriente de França a partir de 1773; 
• Moderno, porque a intenção quando da 
reformulação dos Rituais, numa época que 
proliferavam os graus, o Grande Oriente de 
França, com a sua reforma, pretendia fazer 
voltar à prática dos Modernos, fundadores da 
chamada Maçonaria Moderna, de 1717, que em 
1725 instituíram os três graus: Aprendiz, 
Companheiro e Mestre;
HHiissttóórriiccoo 
• O Rito Francês ou Moderno foi criado na França 
em 1761, constituído a 24 de dezembro de 1772 
• proclamado pelo Grande Oriente da França a 9 
de março de 1773 com os três graus simbólicos; 
• Por sua vez, o Grande Oriente da França nasceu 
a 22 de outubro de 1772, sendo seu primeiro 
Grão-Mestre FELIPE D’ORLEANS - Duque de 
Chartres;
Maçonaria e o Rito Moderno 
• Para entender a origem do Rito Francês ou Moderno, 
é preciso voltar no tempo e recompor a história da 
Maçonaria especulativa. 
• A forma, a maneira como ela se desenvolveu foi 
determinante na criação deste Rito bem como as 
suas definições e idiossincrasias;
A Grande Loja dos Antigos 
• A partir de 1.717, com a fundação da Grande Loja da 
Inglaterra, passou a haver uma tentativa de regular e 
organizar a Arte. 
• Acontece, porém que havia um grande número de lojas 
espalhadas por toda a Inglaterra que tinham suas 
próprias tradições e resistiram à tentativa da primeira 
Grande Loja, a Grande Loja de Londres, de organizá-las. 
• A Em face disso, pouco tempo depois outras duas 
Grandes Lojas surgiriam: uma em 1.725 e outra em 
1.751. A primeira delas, a Grande Loja de Toda a 
Inglaterra, que agregava algumas poucas lojas em York, 
Lancashire e Cheshire, reivindicava a primazia de várias 
das Antigas Instruções a uma assembléia realizada 
séculos antes em York.
A Grande Loja de Toda a Inglaterra e A 
Grande Loja dos Antigos 
• Desapareceu em 1.792 tendo dado cartas patente a apenas 
quatorze outras lojas. A segunda, constituída em 1.751 e 
denominada “A Grande Loja dos Antigos, apresentou-se como 
uma oponente mais séria. 
• Seus membros chamavam à Grande Loja da Inglaterra de “A 
Loja dos Modernos, e diziam que estes haviam desvirtuado 
os rituais, ignorando as tradições e entulhado-os de inovações 
embora nada explicassem sobre essas “tradições”.
A Grande Loja de Toda a Inglaterra e A 
Grande Loja dos Antigos 
• Sem entrar no mérito dessa disputa “Antigo-Moderno”, 
• interessa-nos o fato de que a Grande Loja dos Antigos 
tinha membros que eram maçons Irlandeses e Escoceses 
que viviam na Inglaterra e que podem ter tomado 
conhecimento de costumes e tradições anteriores, ou ao 
menos diferentes, daquelas conhecidas pela Grande 
Loja da Inglaterra..
A Grande Loja Unida da Inglaterra 
• Por quase setenta anos ambas seguiriam separadas, 
cooptando Lojas de uma e da outra a mudarem de 
obediência. Após mais de dez anos de negociações, as 
duas Grandes Lojas chegaram a um acordo e 
fundiram-se 
• formando em 1.813 a Grande Loja Unida da 
Ingraterra. Este é hoje o único órgão da Maçonaria 
livre e aceita na Inglaterra.
A Grande Loja Unida da Inglaterra 
• O rito que passou então a ser utilizado pela 
Grande Loja Unida da Inglaterra foi aquele 
que passou a ser chamado de 
• Rito de Emulação ou York e que acabou 
por expandir-se por todo o império colonial 
britânico;
Cruzando o Canal da Mancha 
A Francomaçonaria na França 
• O início da Francomaçonaria na França é, geralmente, 
atribuída à chegada por volta de 1.688 de exilados 
ingleses, irlandeses e escoceses, partidários do Rei 
James II, 
• comumente chamados de Jacobitas, que durante a 
Revolução Gloriosa fora forçado a abdicar e acabou por 
refugiar-se na França.
Cruzando o Canal da Mancha 
A Francomaçonaria na França 
• A primeira Loja Maçônica em solo francês, 
denominada “La Parfaite Égualite, teria sido fundada 
nesse mesmo ano pelo Regimento Real Irlandês – Irish 
Royal Regiment, que acompanhou James II ao exílio. 
• Já a primeira Loja Maçônica “inglesa”, com uma carta 
patente da Grande Loja da Inglaterra, foi fundada em 
Paris em 1.725.
A Francomaçonaria na França 
• Passaram então a existir na França dois 
“tipos” de lojas: 
• as “escocesas” fundadas pelos Jacobitas 
• e as “inglesas” filiadas à Grande Loja da 
Inglaterra. 
• Acrescente-se a isso a influência do 
Iluminismo. 
• Esse tripé: escoceses, ingleses e iluminismo 
tiveram papel fundamental na história da 
Maçonaria francesa;
A Francomaçonaria na França 
• Em 1.736 as lojas inglesas de Paris, jurisdicionadas à 
Grande Loja da Inglaterra, fundam a Grande Loja 
Provincial. 
• Isto ocorreu em oposição ao desejo da obediência 
britânica que já havia negado solicitação semelhante 
um ano antes.
A Francomaçonaria na França 
• Ainda em 1.736, era fundada a Grande Loja da França 
que, dois anos depois, em Junho de 1.738 estaria 
constituída de fato com a eleição do Irm Louis 
Pardaillon de Gondrin, Duque de Antin, Gr M Geral e 
Perpétuo dos Maçons do Reino da França. 
• A partir daí, a Francomaçonaria francesa estaria 
definitivamente nas mãos dos franceses.
A Francomaçonaria na França 
• Nos anos seguintes, diversas Lojas 
Maçônicas foram fundadas de tal forma 
que, apenas 6 anos depois, em 1.744, havia 
cerca de 20 lojas em Paris 
• e outras 20 espalhadas em províncias por 
toda a França. 
• Muitas dessas lojas eram fundadas por 
viajantes a trabalho e por militares.
A Francomaçonaria na França 
• A Grande Loja da França, que fora criada 
para reunir as Lojas esparsas e organizar a 
Arte, não chegara a bom termo nesse objetivo. 
• Por conta disso, em 1.771 ocorreram diversas 
reuniões destinadas a preparar uma nova 
organização, culminando, a 24 de dezembro 
daquele ano com a assembléia das Lojas.
A Francomaçonaria na França 
• Essa assembléia, depois de declarar extinta a 
antiga Grande Loja da França, anunciou sua 
substituição 
• por uma Grande Loja Nacional que seria 
denominada dali em diante. 
• Grande Oriente da França e que viria a ser 
solenemente instalado em 24 de junho de 
1.773.
O Rito Francês ou Moderno 
• Os exilados britânicos na França levaram e 
praticavam o ritual da Grande Loja da 
Inglaterra, 
• dita dos “Modernos” que passou a ser 
traduzido, gradualmente para o francês.
O Rito Francês ou Moderno 
• Então, esta forma híbrida do rito, passou a ser 
conhecida como Rito Francês ou Moderno, para 
distingui-lo dos outros sistemas conhecidos como 
"escoceses". 
• De fato, no que diz respeito aos graus simbólicos, o 
Rito Francês ou Moderno é o mesmo rito que a 
Grande Loja da Inglaterra praticava em 1.717.
OO RRiittoo FFrraannccêêss oouu MMooddeerrnnoo 
• Em 1.761 é oficialmente criado o Rito 
Francês ou Moderno, 
• originalmente com apenas os 3 primeiros 
graus, simbólicos, ainda no âmbito da 
Grande Loja da França tendo sido 
constituído a 24 de dezembro de 1.772 e 
proclamado pelo Grande Oriente da França 
a 9 de março de 1.773.
OO RRiittoo FFrraannccêêss oouu MMooddeerrnnoo 
• O Rito Francês ou Moderno, que teve como base o 
rito original da Grande Loja da Inglaterra de 1.717, 
foi criado com os objetivos de dar uma identidade 
nacional à maçonaria francesa e também por fim à 
anarquia ali reinante. 
• Essa anarquia era causada pela proliferação 
desenfreada de ritos e graus que ocorriam por 
influência da cavalaria, da nobreza e de misticismos e 
que, em última análise, apenas desfiguravam a Ordem 
• já que o principal objetivo era o de vender 
paramentos, títulos e jóias dando vazão à vaidade 
e a necessidade de ostentação dos homens.
O Rito Francês ou Moderno 
• O novo rito buscava manter-se fiel à 
maçonaria moderna criada pelo movimento 
de 1.717, que estava sendo desfigurada pela 
criação desordenada de graus. 
• Ocorre que, o rito como fora criado, causou forte 
reação entre os iniciados, pois havia naquele 
momento grande paixão pelos “Altos Graus”.
OO RRiittoo FFrraannccêêss oouu MMooddeerrnnoo 
• Em face da pressão dos IIrm, o Grande Oriente 
da França viu-se forçado a procurar uma solução 
que harmonizasse as diferentes doutrinas e a 
proliferação de altos graus. 
• Assim, o Grande Oriente da França nomeou uma 
comissão de IIrm de reconhecida capacidade,
OO RRiittoo FFrraannccêêss oouu MMooddeerrnnoo 
• cuja missão seria estudar os sistemas existentes e 
dotar o Rito Francês ou Moderno dos desejados 
Graus Filosóficos 
• recomendando que o Rito elaborado contivesse os 
ensinamentos maçônicos e que fosse composto do 
menor número de graus possível.
OO RRiittoo MMooddeerrnnoo 
• Novamente, houve forte reação dos IIrm pois o 
Rito de Perfeição ou de Heredon já contava, 
naquele momento, com nada menos que vinte e 
cinco graus. 
• Em razão disso, em 1.782, uma nova comissão foi 
formada, agora denominada Câmara dos Ritos, que 
após acalorados debates, recomendaram a adoção de 
quatro graus filosóficos.
OO RRiittoo FFrraannccêêss oouu MMooddeerrnnoo 
• As conclusões desta nova comissão também foram acolhidas, 
nascendo assim, em 1.786, o Rito Francês ou Moderno ddee sseettee 
ggrraauuss: 
• 1º Grau – Aprendiz 
• 2º Grau – Companheiro 
• 3º Grau - Mestre 
• 4º Grau – Eleito ou Eleito Secreto 
• 5º Grau – Eleito Escocês 
• 6º Grau – Cavaleiro do Oriente ou da Espada 
• 7º Grau – Cavaleiro Rosa Cruz 
• 8º Grau – Cavaleiro da Águia Branca e Preta 
• 9º Grau – Cavaleiro da Sapiência
OO RRiittoo FFrraannccêêss oouu MMooddeerrnnoo 
• Ainda assim os “Escoceses”, descendentes da 
maçonaria trazida pelos Jacobitas, reagiram ao 
que chamaram de “redução” dos altos graus, 
• pois queriam ir justamente em sentido 
contrário, aumentando o número de graus, e 
criaram o que hoje conhecemos como RRiittoo 
EEssccooccêêss AAnnttiiggoo ee AAcceeiittoo que, de fato, não é 
escocês quanto a sua origem, mas também 
francês e que, posteriormente, sofreria forte 
influência norte-americana.
OO RRiittoo FFrraannccêêss oouu MMooddeerrnnoo 
• O Rito Francês ou Moderno, embora tivesse sido 
criado sob moldes racionais teve como principal 
característica manter-se fiel às primitivas 
Constituições de Anderson, de 1.723, e ter retirado 
de seus ensinamentos valores que não eram 
originais da Maçonaria. 
• seguindo a orientação dos demais ritos tanto em 
termos doutrinários quanto em termos filosóficos. 
Embora as Constituições de Anderson, de 1.723, 
possuíssem tinturas deístas, eram extremamente 
tolerantes no que diz respeito à religião, como se 
pode ver na primeira de suas Antigas Leis 
Fundamentais:
OO RRiittoo FFrraannccêêss oouu MMooddeerrnnoo 
• Em 1.785, foram então editados os rituais oficiais para 
os três graus simbólicos, resultado da uniformização e 
da codificação das práticas das Lojas Francesas nos 
anos anteriores. Com o “Régulateur Du Maçon” de 
1.801 publicado pelo Grande Oriente da França 
• ttooddooss ooss ggrraauuss ddoo RRiittoo MMooddeerrnnoo ppaassssaarraamm aa tteerr oo 
sseeuu pprróópprriioo rriittuuaall
AA EEvvoolluuççããoo ddoo RRiittoo FFrraannccêêss oouu 
MMooddeerrnnoo 
• A Reforma Institucional de 1.877, 
• O Rito Moderno conforme praticado na França, 
permaneceu sem alterações até 1.877, quando 
então ocorreu a grande reforma do Rito, 
• o mais importante acontecimento de que se 
tem notícia na história da Maçonaria Universal 
após sua fundação em 1.717.
AA RReeffoorrmmaa IInnssttiittuucciioonnaall ddee 11..887777,, 
• Em 1.872, depois de estudos iniciados em 1.867, o 
Grande Oriente da Bélgica ssuupprriimmiiaa,, de seus 
rituais, a invocação do GG AA DD UU, sem que 
houvesse qualquer reação por parte da Grande 
Loja Unida da Inglaterra. 
• Diante disso, a campanha pela revisão na França 
aumentaria de intensidade e, a cada ano, a 
Convenção era tomada por solicitações de revisão, 
repelidas pelo Conselho da Ordem,
AA RReeffoorrmmaa IInnssttiittuucciioonnaall ddee 11..887777 
• até que em 1.876, um voto da Loja La Fraternité 
Progressive, de Villefrance, solicitando a 
supressão das cláusulas dogmáticas, foi levado 
em consideração. 
• Foi então enviado às Lojas para estudo, e 
retornando à Convenção, em 1.877. Nessa 
ocasião duzentas e dez Lojas enviaram 
representantes e dois terços delas manifestaram-se 
a favor da adoção do voto.
AA RReeffoorrmmaa IInnssttiittuucciioonnaall ddee 11..887777 
• O relator geral, que depois viria a tornar-se Grão- 
Mestre, foi o pastor protestante Frédéric Desmons, 
• que apresentou um estudo memorável que, aprovado, 
resultou na supressão do segundo parágrafo do artigo 
1º da Constituição de 1.865. 
• Essa resolução aboliu a invocação, mas não a fórmula do 
GADU.
AA RReeffoorrmmaa IInnssttiittuucciioonnaall ddee 11..887777 
• Era a tolerância que motivava o Grande Oriente de França a 
rejeitar qualquer afirmação dogmática na concretização do 
respeito à liberdade de consciência e ao livre arbítrio de todos 
os maçons. 
• A síntese dos debates da Assembléia, em 1.876, que 
conduziram à resolução de 1.877
RReessoolluuççããoo ddee 11..887777,, 
• “(...) A Francomaçonaria não é deísta, nem ateísta, 
nem sequer positivista. Instituição que afirma e 
pratica a solidariedade humana, é estranha a todo 
dogma e a todo credo religioso. 
• Tem por princípio único o respeito absoluto da 
liberdade de pensamento e consciência. Nenhum 
homem inteligente e honesto poderá dizer, seriamente, 
que o Grande Oriente de França quis banir de suas 
Lojas a crença em Deus e na imortalidade da alma, 
quando, ao contrário, em nome da liberdade absoluta 
de consciência, declara, solenemente, respeitar as 
convicções, as doutrinas e as crenças de seus 
membros.
RReessoolluuççããoo ddee 11..887777,, 
• O Rito Moderno mantém-se tolerantemente imparcial, 
ou melhor, respeitosamente neutro, quanto à 
exigência, para seus adeptos, da crença específica em 
um Deus revelado, ou Ente Supremo, bem como da 
categórica aceitação existencial de uma vida futura 
(...). 
• Procura ensinar que a idéia de Deus resulta da 
consciência e que as exteriorizações do seu culto não 
passam de um sentimento íntimo, que se pode traduzir 
das mais diversas maneiras.
RReessoolluuççããoo ddee 11..887777 
• Assim, o Grande Oriente da França passou a 
respeitar as concepções pessoais cada Irm ao 
não confirmar ou negar a existência de Deus e da 
imortalidade da alma. ¨, 
• A partir de 1.877, juntou-se ao GGrraannddee OOrriieennttee ddaa 
BBééllggiiccaa ee ddaa IIttáálliiaa, à GGrraannddee LLoojjaa ddee BBuueennooss AAiirreess e à 
GGrraannddee LLoojjaa ddaa HHuunnggrriiaa, que tinham adotado a mesma 
resolução alguns anos antes.
11881155 
• Fundação da LLoojjaa CCoomméérrcciioo ee AArrtteess , 
• Sob a égide do Grande Oriente Lusitano. 
• Começou atuando no RITO MODERNO 
• Conforme Estabelecia A Constituição De 1806, 
Daquela Obediência.
11881188 
• Em 30 de março um decreto. 
• DO REI D. JOÃO VI , 
• De Portugal, Brasil e Algarves 
• põe fim às atividades . 
• da maçonaria NO BRASIL. . 
D. JOÃO VI
11882211 
• Dom João VI . 
• Retorna A Portugal, 
• deixando em seu lugar 
• O Príncipe Regente. 
• D. Pedro I. 
D. JOÃO VI
1177 DDEE JJUUNNHHOO DDEE 11882222 
RRIIOO DDEE JJAANNEEIIRROO 
• A Loja ““CCoomméérrcciioo EE AArrtteess””,, 
• Em Sessão Memorável cria mais 2 lojas, 
• Pelo desdobramento de seu quadro de obreiros: 
• ““UUNNIIÃÃOO EE TTRRAANNQQUUIILLIIDDAADDEE””,, 
• ““EESSPPEERRAANNÇÇAA DDEE NNIITTEERRÓÓII””,, 
• ATUANDO NO RITO MODERNO.
1177 DDEE JJUUNNHHOO DDEE 11882222 
RRIIOO DDEE JJAANNEEIIRROO 
• as 3 lojas metropolitanas,, 
• Fundaram O Grande Oriente Brasiliano, 
• Depois Chamado GGrraannddee OOrriieennttee DDoo BBrraassiill.. 
• ““GOB”” RRiittoo ooffiicciiaall ““RITO MODERNO””,, 
• Recebeu A Carta Constitutiva 
• Do Grande Oriente Lusitano.
CARACTERISTICAS DO RITO MODERNO 
• País de origem e ano de criação -França 1761/1773; 
• Data de implantação (no Brasil) -Agosto/ 1822 
• Quantidade de graus -9 Graus 
• Oficina-Chefe -SCRM; 
• Título do Dirigente (Oficina Chefe) -Sob G Insp 
• Princípio filosófico -Agnóstico 
• N° de Oficiais e Dignids (em Loja) -7 
• Bateria do 1° grau -00-0 
• Rompimento da Marcha -Pé direito 
• Posição das Colunas no Templo -J- Norte B- Sul 
• Aclamação -LIF
PPaaiinneell ddoo GGrraauu SSiimmbbóólliiccoo 
1º Grau 
Aprendiz
CCOONNCCLLUUSSÕÕEESS 
• Conclui-se, portanto, que o Rito Moderno e seus 
adeptos não podem ser classificados como ateus, como 
comenta-se informalmente. 
• O Rito tem prática adogmática e, se analisarmos em 
profundidade, o dogma tem uma ponta de paixão. 
Assim como a paixão, o dogma é capaz de escravizar as 
mentes menos esclarecidas, que tomam por verdade 
aquilo que se lhes é imposto. 
• ““OO RRiittoo MMooddeerrnnoo,, aaffiinnaall,, éé uumm ddeessaaffiioo,, qquuee vvaallee aa ppeennaa 
aarrrroossttaarr”” (GO  B , 1999, p. 8).

Palestra História do Rito Moderno

  • 1.
    A História doRito Moderno DARCY BONINI LOJA ORDEM E PROGRESSO N 428 RITO MODERNO GOB/GOSP darcy.bonini@preset.com.br
  • 2.
    iinnttrroodduuççããoo • Antesde entrarmos na história do Rito Moderno, convém fazer menção ao nome. • Preliminarmente consta que o Rito se chamou Moderno em função dos ideais ou preceitos que norteavam os seus membros, adversários que eram com relação à inserção nas sessões, ou no rito, de menções religiosas.
  • 3.
    iinnttrroodduuççããoo Os outroseram os Antigos que foram aqueles nossos irmãos que pretenderam continuar com os usos e costumes tradicionais, ou seja, a continuidade de evocar os sentimentos religiosos dentro da maçonaria;
  • 4.
    PORQUÊ DO NOME? • Rito Francês porque foi aquele adotado pelo Grande Oriente de França a partir de 1773; • Moderno, porque a intenção quando da reformulação dos Rituais, numa época que proliferavam os graus, o Grande Oriente de França, com a sua reforma, pretendia fazer voltar à prática dos Modernos, fundadores da chamada Maçonaria Moderna, de 1717, que em 1725 instituíram os três graus: Aprendiz, Companheiro e Mestre;
  • 5.
    HHiissttóórriiccoo • ORito Francês ou Moderno foi criado na França em 1761, constituído a 24 de dezembro de 1772 • proclamado pelo Grande Oriente da França a 9 de março de 1773 com os três graus simbólicos; • Por sua vez, o Grande Oriente da França nasceu a 22 de outubro de 1772, sendo seu primeiro Grão-Mestre FELIPE D’ORLEANS - Duque de Chartres;
  • 6.
    Maçonaria e oRito Moderno • Para entender a origem do Rito Francês ou Moderno, é preciso voltar no tempo e recompor a história da Maçonaria especulativa. • A forma, a maneira como ela se desenvolveu foi determinante na criação deste Rito bem como as suas definições e idiossincrasias;
  • 7.
    A Grande Lojados Antigos • A partir de 1.717, com a fundação da Grande Loja da Inglaterra, passou a haver uma tentativa de regular e organizar a Arte. • Acontece, porém que havia um grande número de lojas espalhadas por toda a Inglaterra que tinham suas próprias tradições e resistiram à tentativa da primeira Grande Loja, a Grande Loja de Londres, de organizá-las. • A Em face disso, pouco tempo depois outras duas Grandes Lojas surgiriam: uma em 1.725 e outra em 1.751. A primeira delas, a Grande Loja de Toda a Inglaterra, que agregava algumas poucas lojas em York, Lancashire e Cheshire, reivindicava a primazia de várias das Antigas Instruções a uma assembléia realizada séculos antes em York.
  • 8.
    A Grande Lojade Toda a Inglaterra e A Grande Loja dos Antigos • Desapareceu em 1.792 tendo dado cartas patente a apenas quatorze outras lojas. A segunda, constituída em 1.751 e denominada “A Grande Loja dos Antigos, apresentou-se como uma oponente mais séria. • Seus membros chamavam à Grande Loja da Inglaterra de “A Loja dos Modernos, e diziam que estes haviam desvirtuado os rituais, ignorando as tradições e entulhado-os de inovações embora nada explicassem sobre essas “tradições”.
  • 9.
    A Grande Lojade Toda a Inglaterra e A Grande Loja dos Antigos • Sem entrar no mérito dessa disputa “Antigo-Moderno”, • interessa-nos o fato de que a Grande Loja dos Antigos tinha membros que eram maçons Irlandeses e Escoceses que viviam na Inglaterra e que podem ter tomado conhecimento de costumes e tradições anteriores, ou ao menos diferentes, daquelas conhecidas pela Grande Loja da Inglaterra..
  • 10.
    A Grande LojaUnida da Inglaterra • Por quase setenta anos ambas seguiriam separadas, cooptando Lojas de uma e da outra a mudarem de obediência. Após mais de dez anos de negociações, as duas Grandes Lojas chegaram a um acordo e fundiram-se • formando em 1.813 a Grande Loja Unida da Ingraterra. Este é hoje o único órgão da Maçonaria livre e aceita na Inglaterra.
  • 11.
    A Grande LojaUnida da Inglaterra • O rito que passou então a ser utilizado pela Grande Loja Unida da Inglaterra foi aquele que passou a ser chamado de • Rito de Emulação ou York e que acabou por expandir-se por todo o império colonial britânico;
  • 12.
    Cruzando o Canalda Mancha A Francomaçonaria na França • O início da Francomaçonaria na França é, geralmente, atribuída à chegada por volta de 1.688 de exilados ingleses, irlandeses e escoceses, partidários do Rei James II, • comumente chamados de Jacobitas, que durante a Revolução Gloriosa fora forçado a abdicar e acabou por refugiar-se na França.
  • 13.
    Cruzando o Canalda Mancha A Francomaçonaria na França • A primeira Loja Maçônica em solo francês, denominada “La Parfaite Égualite, teria sido fundada nesse mesmo ano pelo Regimento Real Irlandês – Irish Royal Regiment, que acompanhou James II ao exílio. • Já a primeira Loja Maçônica “inglesa”, com uma carta patente da Grande Loja da Inglaterra, foi fundada em Paris em 1.725.
  • 14.
    A Francomaçonaria naFrança • Passaram então a existir na França dois “tipos” de lojas: • as “escocesas” fundadas pelos Jacobitas • e as “inglesas” filiadas à Grande Loja da Inglaterra. • Acrescente-se a isso a influência do Iluminismo. • Esse tripé: escoceses, ingleses e iluminismo tiveram papel fundamental na história da Maçonaria francesa;
  • 15.
    A Francomaçonaria naFrança • Em 1.736 as lojas inglesas de Paris, jurisdicionadas à Grande Loja da Inglaterra, fundam a Grande Loja Provincial. • Isto ocorreu em oposição ao desejo da obediência britânica que já havia negado solicitação semelhante um ano antes.
  • 16.
    A Francomaçonaria naFrança • Ainda em 1.736, era fundada a Grande Loja da França que, dois anos depois, em Junho de 1.738 estaria constituída de fato com a eleição do Irm Louis Pardaillon de Gondrin, Duque de Antin, Gr M Geral e Perpétuo dos Maçons do Reino da França. • A partir daí, a Francomaçonaria francesa estaria definitivamente nas mãos dos franceses.
  • 17.
    A Francomaçonaria naFrança • Nos anos seguintes, diversas Lojas Maçônicas foram fundadas de tal forma que, apenas 6 anos depois, em 1.744, havia cerca de 20 lojas em Paris • e outras 20 espalhadas em províncias por toda a França. • Muitas dessas lojas eram fundadas por viajantes a trabalho e por militares.
  • 18.
    A Francomaçonaria naFrança • A Grande Loja da França, que fora criada para reunir as Lojas esparsas e organizar a Arte, não chegara a bom termo nesse objetivo. • Por conta disso, em 1.771 ocorreram diversas reuniões destinadas a preparar uma nova organização, culminando, a 24 de dezembro daquele ano com a assembléia das Lojas.
  • 19.
    A Francomaçonaria naFrança • Essa assembléia, depois de declarar extinta a antiga Grande Loja da França, anunciou sua substituição • por uma Grande Loja Nacional que seria denominada dali em diante. • Grande Oriente da França e que viria a ser solenemente instalado em 24 de junho de 1.773.
  • 20.
    O Rito Francêsou Moderno • Os exilados britânicos na França levaram e praticavam o ritual da Grande Loja da Inglaterra, • dita dos “Modernos” que passou a ser traduzido, gradualmente para o francês.
  • 21.
    O Rito Francêsou Moderno • Então, esta forma híbrida do rito, passou a ser conhecida como Rito Francês ou Moderno, para distingui-lo dos outros sistemas conhecidos como "escoceses". • De fato, no que diz respeito aos graus simbólicos, o Rito Francês ou Moderno é o mesmo rito que a Grande Loja da Inglaterra praticava em 1.717.
  • 22.
    OO RRiittoo FFrraannccêêssoouu MMooddeerrnnoo • Em 1.761 é oficialmente criado o Rito Francês ou Moderno, • originalmente com apenas os 3 primeiros graus, simbólicos, ainda no âmbito da Grande Loja da França tendo sido constituído a 24 de dezembro de 1.772 e proclamado pelo Grande Oriente da França a 9 de março de 1.773.
  • 23.
    OO RRiittoo FFrraannccêêssoouu MMooddeerrnnoo • O Rito Francês ou Moderno, que teve como base o rito original da Grande Loja da Inglaterra de 1.717, foi criado com os objetivos de dar uma identidade nacional à maçonaria francesa e também por fim à anarquia ali reinante. • Essa anarquia era causada pela proliferação desenfreada de ritos e graus que ocorriam por influência da cavalaria, da nobreza e de misticismos e que, em última análise, apenas desfiguravam a Ordem • já que o principal objetivo era o de vender paramentos, títulos e jóias dando vazão à vaidade e a necessidade de ostentação dos homens.
  • 24.
    O Rito Francêsou Moderno • O novo rito buscava manter-se fiel à maçonaria moderna criada pelo movimento de 1.717, que estava sendo desfigurada pela criação desordenada de graus. • Ocorre que, o rito como fora criado, causou forte reação entre os iniciados, pois havia naquele momento grande paixão pelos “Altos Graus”.
  • 25.
    OO RRiittoo FFrraannccêêssoouu MMooddeerrnnoo • Em face da pressão dos IIrm, o Grande Oriente da França viu-se forçado a procurar uma solução que harmonizasse as diferentes doutrinas e a proliferação de altos graus. • Assim, o Grande Oriente da França nomeou uma comissão de IIrm de reconhecida capacidade,
  • 26.
    OO RRiittoo FFrraannccêêssoouu MMooddeerrnnoo • cuja missão seria estudar os sistemas existentes e dotar o Rito Francês ou Moderno dos desejados Graus Filosóficos • recomendando que o Rito elaborado contivesse os ensinamentos maçônicos e que fosse composto do menor número de graus possível.
  • 27.
    OO RRiittoo MMooddeerrnnoo • Novamente, houve forte reação dos IIrm pois o Rito de Perfeição ou de Heredon já contava, naquele momento, com nada menos que vinte e cinco graus. • Em razão disso, em 1.782, uma nova comissão foi formada, agora denominada Câmara dos Ritos, que após acalorados debates, recomendaram a adoção de quatro graus filosóficos.
  • 28.
    OO RRiittoo FFrraannccêêssoouu MMooddeerrnnoo • As conclusões desta nova comissão também foram acolhidas, nascendo assim, em 1.786, o Rito Francês ou Moderno ddee sseettee ggrraauuss: • 1º Grau – Aprendiz • 2º Grau – Companheiro • 3º Grau - Mestre • 4º Grau – Eleito ou Eleito Secreto • 5º Grau – Eleito Escocês • 6º Grau – Cavaleiro do Oriente ou da Espada • 7º Grau – Cavaleiro Rosa Cruz • 8º Grau – Cavaleiro da Águia Branca e Preta • 9º Grau – Cavaleiro da Sapiência
  • 29.
    OO RRiittoo FFrraannccêêssoouu MMooddeerrnnoo • Ainda assim os “Escoceses”, descendentes da maçonaria trazida pelos Jacobitas, reagiram ao que chamaram de “redução” dos altos graus, • pois queriam ir justamente em sentido contrário, aumentando o número de graus, e criaram o que hoje conhecemos como RRiittoo EEssccooccêêss AAnnttiiggoo ee AAcceeiittoo que, de fato, não é escocês quanto a sua origem, mas também francês e que, posteriormente, sofreria forte influência norte-americana.
  • 30.
    OO RRiittoo FFrraannccêêssoouu MMooddeerrnnoo • O Rito Francês ou Moderno, embora tivesse sido criado sob moldes racionais teve como principal característica manter-se fiel às primitivas Constituições de Anderson, de 1.723, e ter retirado de seus ensinamentos valores que não eram originais da Maçonaria. • seguindo a orientação dos demais ritos tanto em termos doutrinários quanto em termos filosóficos. Embora as Constituições de Anderson, de 1.723, possuíssem tinturas deístas, eram extremamente tolerantes no que diz respeito à religião, como se pode ver na primeira de suas Antigas Leis Fundamentais:
  • 31.
    OO RRiittoo FFrraannccêêssoouu MMooddeerrnnoo • Em 1.785, foram então editados os rituais oficiais para os três graus simbólicos, resultado da uniformização e da codificação das práticas das Lojas Francesas nos anos anteriores. Com o “Régulateur Du Maçon” de 1.801 publicado pelo Grande Oriente da França • ttooddooss ooss ggrraauuss ddoo RRiittoo MMooddeerrnnoo ppaassssaarraamm aa tteerr oo sseeuu pprróópprriioo rriittuuaall
  • 32.
    AA EEvvoolluuççããoo ddooRRiittoo FFrraannccêêss oouu MMooddeerrnnoo • A Reforma Institucional de 1.877, • O Rito Moderno conforme praticado na França, permaneceu sem alterações até 1.877, quando então ocorreu a grande reforma do Rito, • o mais importante acontecimento de que se tem notícia na história da Maçonaria Universal após sua fundação em 1.717.
  • 33.
    AA RReeffoorrmmaa IInnssttiittuucciioonnaallddee 11..887777,, • Em 1.872, depois de estudos iniciados em 1.867, o Grande Oriente da Bélgica ssuupprriimmiiaa,, de seus rituais, a invocação do GG AA DD UU, sem que houvesse qualquer reação por parte da Grande Loja Unida da Inglaterra. • Diante disso, a campanha pela revisão na França aumentaria de intensidade e, a cada ano, a Convenção era tomada por solicitações de revisão, repelidas pelo Conselho da Ordem,
  • 34.
    AA RReeffoorrmmaa IInnssttiittuucciioonnaallddee 11..887777 • até que em 1.876, um voto da Loja La Fraternité Progressive, de Villefrance, solicitando a supressão das cláusulas dogmáticas, foi levado em consideração. • Foi então enviado às Lojas para estudo, e retornando à Convenção, em 1.877. Nessa ocasião duzentas e dez Lojas enviaram representantes e dois terços delas manifestaram-se a favor da adoção do voto.
  • 35.
    AA RReeffoorrmmaa IInnssttiittuucciioonnaallddee 11..887777 • O relator geral, que depois viria a tornar-se Grão- Mestre, foi o pastor protestante Frédéric Desmons, • que apresentou um estudo memorável que, aprovado, resultou na supressão do segundo parágrafo do artigo 1º da Constituição de 1.865. • Essa resolução aboliu a invocação, mas não a fórmula do GADU.
  • 36.
    AA RReeffoorrmmaa IInnssttiittuucciioonnaallddee 11..887777 • Era a tolerância que motivava o Grande Oriente de França a rejeitar qualquer afirmação dogmática na concretização do respeito à liberdade de consciência e ao livre arbítrio de todos os maçons. • A síntese dos debates da Assembléia, em 1.876, que conduziram à resolução de 1.877
  • 37.
    RReessoolluuççããoo ddee 11..887777,, • “(...) A Francomaçonaria não é deísta, nem ateísta, nem sequer positivista. Instituição que afirma e pratica a solidariedade humana, é estranha a todo dogma e a todo credo religioso. • Tem por princípio único o respeito absoluto da liberdade de pensamento e consciência. Nenhum homem inteligente e honesto poderá dizer, seriamente, que o Grande Oriente de França quis banir de suas Lojas a crença em Deus e na imortalidade da alma, quando, ao contrário, em nome da liberdade absoluta de consciência, declara, solenemente, respeitar as convicções, as doutrinas e as crenças de seus membros.
  • 38.
    RReessoolluuççããoo ddee 11..887777,, • O Rito Moderno mantém-se tolerantemente imparcial, ou melhor, respeitosamente neutro, quanto à exigência, para seus adeptos, da crença específica em um Deus revelado, ou Ente Supremo, bem como da categórica aceitação existencial de uma vida futura (...). • Procura ensinar que a idéia de Deus resulta da consciência e que as exteriorizações do seu culto não passam de um sentimento íntimo, que se pode traduzir das mais diversas maneiras.
  • 39.
    RReessoolluuççããoo ddee 11..887777 • Assim, o Grande Oriente da França passou a respeitar as concepções pessoais cada Irm ao não confirmar ou negar a existência de Deus e da imortalidade da alma. ¨, • A partir de 1.877, juntou-se ao GGrraannddee OOrriieennttee ddaa BBééllggiiccaa ee ddaa IIttáálliiaa, à GGrraannddee LLoojjaa ddee BBuueennooss AAiirreess e à GGrraannddee LLoojjaa ddaa HHuunnggrriiaa, que tinham adotado a mesma resolução alguns anos antes.
  • 40.
    11881155 • Fundaçãoda LLoojjaa CCoomméérrcciioo ee AArrtteess , • Sob a égide do Grande Oriente Lusitano. • Começou atuando no RITO MODERNO • Conforme Estabelecia A Constituição De 1806, Daquela Obediência.
  • 41.
    11881188 • Em30 de março um decreto. • DO REI D. JOÃO VI , • De Portugal, Brasil e Algarves • põe fim às atividades . • da maçonaria NO BRASIL. . D. JOÃO VI
  • 42.
    11882211 • DomJoão VI . • Retorna A Portugal, • deixando em seu lugar • O Príncipe Regente. • D. Pedro I. D. JOÃO VI
  • 43.
    1177 DDEE JJUUNNHHOODDEE 11882222 RRIIOO DDEE JJAANNEEIIRROO • A Loja ““CCoomméérrcciioo EE AArrtteess””,, • Em Sessão Memorável cria mais 2 lojas, • Pelo desdobramento de seu quadro de obreiros: • ““UUNNIIÃÃOO EE TTRRAANNQQUUIILLIIDDAADDEE””,, • ““EESSPPEERRAANNÇÇAA DDEE NNIITTEERRÓÓII””,, • ATUANDO NO RITO MODERNO.
  • 44.
    1177 DDEE JJUUNNHHOODDEE 11882222 RRIIOO DDEE JJAANNEEIIRROO • as 3 lojas metropolitanas,, • Fundaram O Grande Oriente Brasiliano, • Depois Chamado GGrraannddee OOrriieennttee DDoo BBrraassiill.. • ““GOB”” RRiittoo ooffiicciiaall ““RITO MODERNO””,, • Recebeu A Carta Constitutiva • Do Grande Oriente Lusitano.
  • 45.
    CARACTERISTICAS DO RITOMODERNO • País de origem e ano de criação -França 1761/1773; • Data de implantação (no Brasil) -Agosto/ 1822 • Quantidade de graus -9 Graus • Oficina-Chefe -SCRM; • Título do Dirigente (Oficina Chefe) -Sob G Insp • Princípio filosófico -Agnóstico • N° de Oficiais e Dignids (em Loja) -7 • Bateria do 1° grau -00-0 • Rompimento da Marcha -Pé direito • Posição das Colunas no Templo -J- Norte B- Sul • Aclamação -LIF
  • 46.
    PPaaiinneell ddoo GGrraauuSSiimmbbóólliiccoo 1º Grau Aprendiz
  • 47.
    CCOONNCCLLUUSSÕÕEESS • Conclui-se,portanto, que o Rito Moderno e seus adeptos não podem ser classificados como ateus, como comenta-se informalmente. • O Rito tem prática adogmática e, se analisarmos em profundidade, o dogma tem uma ponta de paixão. Assim como a paixão, o dogma é capaz de escravizar as mentes menos esclarecidas, que tomam por verdade aquilo que se lhes é imposto. • ““OO RRiittoo MMooddeerrnnoo,, aaffiinnaall,, éé uumm ddeessaaffiioo,, qquuee vvaallee aa ppeennaa aarrrroossttaarr”” (GO B , 1999, p. 8).