Informação retirada dos panfletos produzidos pela Bayer HealthCare, Bayer Schering Pharma
A sexualidade e a  contracepção  Todas as relações sexuais acarretam riscos.  Há  sempre  o risco de contrair e/ou transmitir doenças sexualmente transmissíveis (DST) e uma possível gravidez. Ter dúvidas é natural e os profissionais de saúde estão preparados para esclarecê-las.
Métodos Hormonais  (a taxa de eficácia só se verifica se o método for aplicado correctamente) Vantagens: Forma mais eficaz de evitar uma gravidez indesejada Pode ser interrompido em qualquer momento Não interferem com a fertilidade Fáceis de utilizar Desvantagens: Não protegem contra 0 DST ou infecções sexualmente transmissíveis Há medicamentos que pode interferir na eficácia destes métodos Existem alguns efeitos secundários
A pílula combinada contêm estrogénio e progestagénio Embalagens com 21 e 28 comprimidos Redução do risco de cancro do ovário e do útero, e menor ocorrência de tumores benignos na mama Podem ocorrer dores de cabeça, variações de humor, alteração do desejo sexual, inchaços e hemorragias Grau de eficácia: entre 97 e 99%
A pílula progestativa  (mini-pílula) Contém apenas progestagénio É adequada para a intolerância aos estrogénios e para o período da amamentação Qualquer atraso superior a 12 horas tornam este método ineficaz Podem aparecer manchas na pele, tensão mamária, inchaço e dores de cabeça Grau de eficácia: 99,7%
Implante Cápsula de plástico que contém um reservatório de progestagénio É inserido na parte superior do braço da mulher, através de uma mini-cirurgia realizada por um médico Este método é eficaz durante três anos. Pode ser removido em qualquer altura Adequado para o período da amamentação e para a intolerância ao estrogénio Grau de eficácia: 99,95%
Dispositivo de Libertação Intra-Uterino (DLIU) Dispositivo plástico, em forma de T,  com um cilindro que contém progestagénio É inserido no útero por um médico, pode estar colocado até cinco anos Indicado para a intolerância aos estrogénios e durante a amamentação Protecção contra as infecções pélvicas e contra o cancro da parede do útero Grau de eficácia: 99,9%
Injecção Hormonal Contém apenas progestagénio e é administrada por um profissional de saúde a cada três meses Adequada para mulheres em período de amamentação e para a intolerância aos estrogénios Dada a irreversibilidade temporária do método, os efeitos secundários só desaparecem algum tempo depois do fim da actuação Grau de eficácia: 99,7%
Adesivo Contraceptivo Contém estrogénios e progestagénio É colado no abdómen, coxas, nádegas ou parte superior do braço O adesivo pode ser mudado, semanalmente, durante três semanas, ao que se segue uma semana de paragem Este método é visível Grau de eficácia: 99,7%
Anel vaginal  Contém estrogénio e progestagénio Mantém-se colocado durante três semanas, sendo depois removido durante uma semana Depois da pausa deve inserir-se um novo anel vaginal Caso o anel saia, passe-o por água morna e volte a colocá-lo Se o anel estiver fora da vagina mais de três horas, a eficácia contraceptiva pode estar comprometida Grau de eficácia: 99,7%
Contracepção de Emergência  (pílula do dia seguinte) Pode ser tomada até 72 horas após a ocorrência de uma relação sexual sem protecção, ou se o método que utilizou tenha falhado Não deve ser usado regularmente e destina-se apenas à utilização por segurança Grau de eficácia: se tomado até 72 horas após a relação desprotegida, o risco de gravidez é reduzido para 84%
Contracepção de Emergência  (pílula do dia seguinte) Pode ser tomada até 72 horas após a ocorrência de uma relação sexual sem protecção, ou se o método que utilizou tenha falhado Não deve ser usado regularmente e destina-se apenas à utilização por segurança Grau de eficácia: se tomado até 72 horas após a relação desprotegida, o risco de gravidez é reduzido para 84%
Contracepção de Emergência  (pílula do dia seguinte) Pode ser tomada até 72 horas após a ocorrência de uma relação sexual sem protecção, ou se o método que utilizou tenha falhado Não deve ser usado regularmente e destina-se apenas à utilização por segurança Grau de eficácia: se tomado até 72 horas após a relação desprotegida, o risco de gravidez é reduzido para 84%
Métodos de Barreira (actuam impedindo que o esperma entre no útero) Vantagens: Alternativa à contracepção hormonal; Protege de doenças e infecções sexualmente transmissíveis Desvantagens: Podem interferir na espontaneidade, sensação e prazer Menos eficazes que os métodos hormonais na prevenção da gravidez  Pode ser necessária prática para o seu uso correcto
Preservativo Masculino Tubo de látex que se coloca no pénis erecto Tem um reservatório que retém o esperma; o preservativo deve ser colocado antes de ocorrer penetração Após a ejaculação, o homem deve segurar o preservativo, para evitar derrame de esperma Os lubrificantes à base de óleo não devem ser utilizados simultaneamente Grau de eficácia: 98%
Preservativo Feminino Manga de poliuretano que se coloca na vagina; As extremidades têm uma anel flexível para que o preservativo se mantenha colocado. Uma das extremidades é fechada Não está disponível em todos os países; Grau de eficácia: 95%
Dispositivo Intra-Uterino  (DIU) Em forma de T,  em plástico e cobre, é colocado na cavidade uterina, por um médico.  São necessários check-up semestrais Pode ficar no útero durante 3 a 5 anos e pode ser removido a qualquer altura Pode aumentar o risco de infecções pélvicas, sobretudo para quem tem múltiplos parceiros, e pode levar à infertilidade Pode provocar o aumento das dores abdominais, abundância e prolongamento da menstruação, podendo levar à anemia Grau de eficácia: 99,4%
Diafragma e Espermicida Forma de cúpula, de borracha ou silicone, pode ser utilizado juntamente com um espermicida É necessária uma colocação por um médico e deve ser verificada a cada seis meses Deve ser inserido antes da relação sexual. Deve manter-se colocado durante seis a 24 horas Não deve ser utilizado com medicação para o tratamento das infecções fúngicas genitais Grau de eficácia: diafragma – 94%; espermicida – 82%
Cone Cervical e Espermicida  É feito de borracha ou silicone Necessita de uma colocação inicial por um profissional de saúde, e deve ser verificado a cada seis meses Deve ser inserido antes de cada relação sexual e não deve manter-se na vagina por mais de 24 horas Pode causar irritação cutânea Grau de eficácia: 91% - antes de dar à luz; 74% - depois de dar à luz; espermicida – 82%
Outros Métodos São alternativos aos métodos hormonais e aos de barreira Nenhuma das opções protege das DST É aconselhável o uso do preservativo, se houver a desconfiança de estar numa situação de risco
Planeamento Familiar  Natural  Observação cuidada do corpo da mulher, durante o ciclo, para identificar as fases fértil e não fértil Devem ser evitadas as relações sexuais durante o período fértil Pode ser utilizado em simultâneo com os métodos de barreira durante o período fértil; Influências causadas por circunstâncias diárias podem alterar o ciclo menstrual, impossibilitando o cálculo do período fértil e o não fértil Grau de eficácia; entre 91 e 99%
Coito Interrompido O homem retira o pénis da vagina, antes da ejaculação Este método pode fracassar, dado que podem ser libertadas pequenas gotas de esperma, antes da ejaculação Prejudica o orgasmo Grau de eficácia: 96%
Esterilização Feminina Procedimento cirúrgico que bloqueia as trompas É um método irreversível e permanente Pode ocorrer um fracasso técnico durante o procedimento, quando a obstrução não é completa ou as trompas recanalizam Grau de eficácia: 99,5%
Esterilização Masculina Método cirúrgico que laqueia os canais que transportam o esperma O homem continua a ejacular, mas não existem espermatozóides É permanente e adequa-se para quem não quer ter filhos, definitivamente. Pode ser revertido, mas raramente é bem sucedido Por segurança, neste período inicial, devem ser utilizados outros meios de contracepção Grau de eficácia: 99,9%

Os métodos contraceptivos

  • 1.
    Informação retirada dospanfletos produzidos pela Bayer HealthCare, Bayer Schering Pharma
  • 2.
    A sexualidade ea contracepção Todas as relações sexuais acarretam riscos. Há sempre o risco de contrair e/ou transmitir doenças sexualmente transmissíveis (DST) e uma possível gravidez. Ter dúvidas é natural e os profissionais de saúde estão preparados para esclarecê-las.
  • 3.
    Métodos Hormonais (a taxa de eficácia só se verifica se o método for aplicado correctamente) Vantagens: Forma mais eficaz de evitar uma gravidez indesejada Pode ser interrompido em qualquer momento Não interferem com a fertilidade Fáceis de utilizar Desvantagens: Não protegem contra 0 DST ou infecções sexualmente transmissíveis Há medicamentos que pode interferir na eficácia destes métodos Existem alguns efeitos secundários
  • 4.
    A pílula combinadacontêm estrogénio e progestagénio Embalagens com 21 e 28 comprimidos Redução do risco de cancro do ovário e do útero, e menor ocorrência de tumores benignos na mama Podem ocorrer dores de cabeça, variações de humor, alteração do desejo sexual, inchaços e hemorragias Grau de eficácia: entre 97 e 99%
  • 5.
    A pílula progestativa (mini-pílula) Contém apenas progestagénio É adequada para a intolerância aos estrogénios e para o período da amamentação Qualquer atraso superior a 12 horas tornam este método ineficaz Podem aparecer manchas na pele, tensão mamária, inchaço e dores de cabeça Grau de eficácia: 99,7%
  • 6.
    Implante Cápsula deplástico que contém um reservatório de progestagénio É inserido na parte superior do braço da mulher, através de uma mini-cirurgia realizada por um médico Este método é eficaz durante três anos. Pode ser removido em qualquer altura Adequado para o período da amamentação e para a intolerância ao estrogénio Grau de eficácia: 99,95%
  • 7.
    Dispositivo de LibertaçãoIntra-Uterino (DLIU) Dispositivo plástico, em forma de T, com um cilindro que contém progestagénio É inserido no útero por um médico, pode estar colocado até cinco anos Indicado para a intolerância aos estrogénios e durante a amamentação Protecção contra as infecções pélvicas e contra o cancro da parede do útero Grau de eficácia: 99,9%
  • 8.
    Injecção Hormonal Contémapenas progestagénio e é administrada por um profissional de saúde a cada três meses Adequada para mulheres em período de amamentação e para a intolerância aos estrogénios Dada a irreversibilidade temporária do método, os efeitos secundários só desaparecem algum tempo depois do fim da actuação Grau de eficácia: 99,7%
  • 9.
    Adesivo Contraceptivo Contémestrogénios e progestagénio É colado no abdómen, coxas, nádegas ou parte superior do braço O adesivo pode ser mudado, semanalmente, durante três semanas, ao que se segue uma semana de paragem Este método é visível Grau de eficácia: 99,7%
  • 10.
    Anel vaginal Contém estrogénio e progestagénio Mantém-se colocado durante três semanas, sendo depois removido durante uma semana Depois da pausa deve inserir-se um novo anel vaginal Caso o anel saia, passe-o por água morna e volte a colocá-lo Se o anel estiver fora da vagina mais de três horas, a eficácia contraceptiva pode estar comprometida Grau de eficácia: 99,7%
  • 11.
    Contracepção de Emergência (pílula do dia seguinte) Pode ser tomada até 72 horas após a ocorrência de uma relação sexual sem protecção, ou se o método que utilizou tenha falhado Não deve ser usado regularmente e destina-se apenas à utilização por segurança Grau de eficácia: se tomado até 72 horas após a relação desprotegida, o risco de gravidez é reduzido para 84%
  • 12.
    Contracepção de Emergência (pílula do dia seguinte) Pode ser tomada até 72 horas após a ocorrência de uma relação sexual sem protecção, ou se o método que utilizou tenha falhado Não deve ser usado regularmente e destina-se apenas à utilização por segurança Grau de eficácia: se tomado até 72 horas após a relação desprotegida, o risco de gravidez é reduzido para 84%
  • 13.
    Contracepção de Emergência (pílula do dia seguinte) Pode ser tomada até 72 horas após a ocorrência de uma relação sexual sem protecção, ou se o método que utilizou tenha falhado Não deve ser usado regularmente e destina-se apenas à utilização por segurança Grau de eficácia: se tomado até 72 horas após a relação desprotegida, o risco de gravidez é reduzido para 84%
  • 14.
    Métodos de Barreira(actuam impedindo que o esperma entre no útero) Vantagens: Alternativa à contracepção hormonal; Protege de doenças e infecções sexualmente transmissíveis Desvantagens: Podem interferir na espontaneidade, sensação e prazer Menos eficazes que os métodos hormonais na prevenção da gravidez Pode ser necessária prática para o seu uso correcto
  • 15.
    Preservativo Masculino Tubode látex que se coloca no pénis erecto Tem um reservatório que retém o esperma; o preservativo deve ser colocado antes de ocorrer penetração Após a ejaculação, o homem deve segurar o preservativo, para evitar derrame de esperma Os lubrificantes à base de óleo não devem ser utilizados simultaneamente Grau de eficácia: 98%
  • 16.
    Preservativo Feminino Mangade poliuretano que se coloca na vagina; As extremidades têm uma anel flexível para que o preservativo se mantenha colocado. Uma das extremidades é fechada Não está disponível em todos os países; Grau de eficácia: 95%
  • 17.
    Dispositivo Intra-Uterino (DIU) Em forma de T, em plástico e cobre, é colocado na cavidade uterina, por um médico. São necessários check-up semestrais Pode ficar no útero durante 3 a 5 anos e pode ser removido a qualquer altura Pode aumentar o risco de infecções pélvicas, sobretudo para quem tem múltiplos parceiros, e pode levar à infertilidade Pode provocar o aumento das dores abdominais, abundância e prolongamento da menstruação, podendo levar à anemia Grau de eficácia: 99,4%
  • 18.
    Diafragma e EspermicidaForma de cúpula, de borracha ou silicone, pode ser utilizado juntamente com um espermicida É necessária uma colocação por um médico e deve ser verificada a cada seis meses Deve ser inserido antes da relação sexual. Deve manter-se colocado durante seis a 24 horas Não deve ser utilizado com medicação para o tratamento das infecções fúngicas genitais Grau de eficácia: diafragma – 94%; espermicida – 82%
  • 19.
    Cone Cervical eEspermicida É feito de borracha ou silicone Necessita de uma colocação inicial por um profissional de saúde, e deve ser verificado a cada seis meses Deve ser inserido antes de cada relação sexual e não deve manter-se na vagina por mais de 24 horas Pode causar irritação cutânea Grau de eficácia: 91% - antes de dar à luz; 74% - depois de dar à luz; espermicida – 82%
  • 20.
    Outros Métodos Sãoalternativos aos métodos hormonais e aos de barreira Nenhuma das opções protege das DST É aconselhável o uso do preservativo, se houver a desconfiança de estar numa situação de risco
  • 21.
    Planeamento Familiar Natural Observação cuidada do corpo da mulher, durante o ciclo, para identificar as fases fértil e não fértil Devem ser evitadas as relações sexuais durante o período fértil Pode ser utilizado em simultâneo com os métodos de barreira durante o período fértil; Influências causadas por circunstâncias diárias podem alterar o ciclo menstrual, impossibilitando o cálculo do período fértil e o não fértil Grau de eficácia; entre 91 e 99%
  • 22.
    Coito Interrompido Ohomem retira o pénis da vagina, antes da ejaculação Este método pode fracassar, dado que podem ser libertadas pequenas gotas de esperma, antes da ejaculação Prejudica o orgasmo Grau de eficácia: 96%
  • 23.
    Esterilização Feminina Procedimentocirúrgico que bloqueia as trompas É um método irreversível e permanente Pode ocorrer um fracasso técnico durante o procedimento, quando a obstrução não é completa ou as trompas recanalizam Grau de eficácia: 99,5%
  • 24.
    Esterilização Masculina Métodocirúrgico que laqueia os canais que transportam o esperma O homem continua a ejacular, mas não existem espermatozóides É permanente e adequa-se para quem não quer ter filhos, definitivamente. Pode ser revertido, mas raramente é bem sucedido Por segurança, neste período inicial, devem ser utilizados outros meios de contracepção Grau de eficácia: 99,9%