O documento resume a teoria do "fim da história" proposta por Francis Fukuyama e a canção de Gilberto Gil que contesta essa teoria. A teoria de Fukuyama sugere que com o fim do comunismo a história também acabou, com a vitória final do liberalismo. Gilberto Gil contesta essa visão em sua canção, defendendo que a história continuará seu curso cíclico, com novos capítulos sempre sendo escritos.