Este documento discute a história do Maranhão e as condições sociais atuais no estado. O autor argumenta que (1) o Maranhão tem uma longa história de desigualdade social e pobreza extrema, (2) essa situação está ligada à história de exploração econômica da região pelas elites locais, e (3) embora exista resistência, as energias de protesto não conseguem gerar mudanças significativas nas estruturas de poder.