da comunicação os novos territórios
mediação e mediadores  Gatekeeper Two steps flow Modos de transmissão  Gatewatcher “ Bibliotecário” Foco na organização da informação Arquitetura de participação Cartógrafo da informação Formação de redes Capital social
ohmynews international Um exemplo de jornalismo colaborativo: http://tinyurl.com/3pbpbu   Bem-vindo ao jornalismo open-source: http://tinyurl.com/3ndv2y   http://english.ohmynews.com
overmundo  O grito eletrônico do Overmundo: http://www.digestivocultural.com/ensaios/ensaio.asp?codigo=160 A criação do Overmundo e algumas decisões envolvidas http://tinyurl.com/4hr7qo  www.overmundo.com.br
os 11 passos do jornalismo colaborativo   1. Permitir comentários do público 2. Repórter cidadão integrado 3. Modo open-source de produção 4. Hospedagem de blogs cidadãos 5. Blogs como redação “transparente” 6. Site jornalístico stand-alone: versão editada 7. Site jornalístico stand-alone: versão não-editada 8. Versão impressa 9. Modelo híbrido: jornalistas profissionais + repórteres cidadãos 10. Integração de modelos sob o mesmo teto 11. Jornalismo Wiki: onde os leitores são editores  Fonte:  http://www.poynter.org/content/content_view.asp?id=83126
por uma cartografia da informação Questão levantada: como se estabelecem os processos de mediação em ambientes digitais colaborativos ? Novamente recorrendo a Bowman e Willis (2003), podemos analisar: reputação em comunidades virtuais conexões entre interagentes  informar/ser informado em meio colaborativo.
novos territórios Conceituações de Philipe Breton e Serge Proulx (2002). “ No interior das mídias, um setor, ainda informal, está em gestação e deverá tender rapidamente à autonomia: o “gerenciamento da comunicação”, que engloba as relações públicas, a publicidade, os serviços de comunicação e de informação internas das empresas” (pág. 91) “ No plano material, as mídias recorrem às técnicas que privilegiam sistematicamente a comunicação social mais do que a comunicação interpessoal. Esse setor mostra além disso uma surpreendente capacidade de aboserver as inovações técnicas concebidas para outros usos e colocá-las rapidamente a serviço de suas próprias finalidades” (pág. 92)
novos territórios “ O segundo território da comunicação social, de rápido desenvolvimento e ao mesmo tempo de formação mais recente, é o da telefonia e, de maneira mais geral, de todos os serviços que têm por objeto a  transmissão de mensagens ” (pág. 92) “ O telégrafo e, em seguida, o telefone não foram imediatamente técnicas a serviço da comunicação interpessoal” (pág. 92) “ O terceiro território ocupado pelas técnicas de comunicação moderna, o mais recente também é o que organiza em torno da  informática  como técnica de tratamento da informação. (...) Assim, toda comunicação mediatizada pela informática trará imediatamente a marca lógico-filosófica própria dessa técnica” (pág. 93)
novos territórios “ A aproximação entre as três grandes tradições em matéria de técnicas de comunicação vai se operar de duas maneiras. Primeiro uma aproximação, se assim podemos dizer, pela base, graças a uma unificação progressiva do fundamento material das técnicas e à penetração do ‘paradigma digital’, conjunto coerente de materiais de base eletrônica, de técnicas, de desafios econômicos e políticos” (pág. 94) “ As primeiras formas que esse paradigma tomou foram as intersecções crescentes entre as telecomunicações e a informática na formação, na manipulação e na memorização da informação midiática. O paradigma digital vai portanto rapidamente ser um fator de integração transversal da maioria das técnicas de comunicação” (pág. 94)
novos territórios “ A primeira constatação que se pode fazer é que os homens encarregados de fazer funcionar as técnicas que pertencem a esses diferentes campos não pertencem  aos mesmos grupos sociais, não têm a mesma formação nem a mesma cultura de referência e que, fundamentalmente, sua relação antropológica com a técnica é diferente. A segunda constatação é que os homens não manipulam, nem no conceito nem na prática, a mesma informação” (pág. 95) “ O especialista, no mundo das mídias, opera principalmente sobre o sentido das mensagens e da comunicação, e tanto mais quanto está em contato com o público. Sua palavra-chave é  informação qualitativa ” (pág. 95)
novos territórios “ O universo das telecomunicações mostra toda a sua atividade na área do transporte e da confiabilidade das mensagens. Sua palavra-chave é  interatividade da informação , graças à criação de redes” (pág. 95) “ A informática, enfim, que nasceu de uma  interrogação sobre as condições da produção intelectual e sobre o aspecto formal das informações, poderá ser descrita como a área do tratamento da informação digital, ou seja, da informação em sua forma numérica” (pág. 95) “ A técnica, no mundo das mídias, tem apenas uma condição de ferramenta, quando não é simbolicamente jogada em um alhures indefinido, e, no plano concreto e cotidiano, o plano das relaç]oes sociais, os técnicos são relegados tradicionalmente (...) ao exterior do ato da criação” (pág. 97)
novos territórios “ A famosa ‘teoria da informação’ de Shannon saiu diretamente das pesquisas sobre a otimização da transmissão de mensagens, obtida não pela via do aperfeiçoamento das linhas físicas de comunicação, mas pela via da codificação adequada, que permitia por exemplo atenuar a persistência do ruído de fundo nos canais de transmissão” (pág. 97) “ Quem diz rede diz território, dessa vez no sentido da geografia política e social” (pág. 97) “ A cultura desses especialistas, inspirada em uma tradição que vai de Descartes a Wittgenstein e Turing, passando por Leibniz, é fortemente marcada pela busca da evidência racional, da prova e da dedução lógica, mas também de uma linguagem universal” (pág. 98)
novos territórios “ Os apaixonados pela informática formam uma verdadeira “tribo”, grupo social original que agrupa nas mesmas redes profissionais e amadores, com as preocupações mais centradas na ferramenta do que em seus usos concretos. A propensão natural dessa nova cultura será a inteligência artificial” (pág. 99) “ Isso não impede a informática de ocupar um lugar singular no espaço social, nem certas pessoas de a definirem como o motor de uma verdadeira ‘revolução’ , ou ainda como o centro de uma nova ´cultura técnica’” (pág. 99)

Novos territórios da comunicação

  • 1.
    da comunicação osnovos territórios
  • 2.
    mediação e mediadores Gatekeeper Two steps flow Modos de transmissão Gatewatcher “ Bibliotecário” Foco na organização da informação Arquitetura de participação Cartógrafo da informação Formação de redes Capital social
  • 3.
    ohmynews international Umexemplo de jornalismo colaborativo: http://tinyurl.com/3pbpbu Bem-vindo ao jornalismo open-source: http://tinyurl.com/3ndv2y http://english.ohmynews.com
  • 4.
    overmundo Ogrito eletrônico do Overmundo: http://www.digestivocultural.com/ensaios/ensaio.asp?codigo=160 A criação do Overmundo e algumas decisões envolvidas http://tinyurl.com/4hr7qo www.overmundo.com.br
  • 5.
    os 11 passosdo jornalismo colaborativo 1. Permitir comentários do público 2. Repórter cidadão integrado 3. Modo open-source de produção 4. Hospedagem de blogs cidadãos 5. Blogs como redação “transparente” 6. Site jornalístico stand-alone: versão editada 7. Site jornalístico stand-alone: versão não-editada 8. Versão impressa 9. Modelo híbrido: jornalistas profissionais + repórteres cidadãos 10. Integração de modelos sob o mesmo teto 11. Jornalismo Wiki: onde os leitores são editores Fonte: http://www.poynter.org/content/content_view.asp?id=83126
  • 6.
    por uma cartografiada informação Questão levantada: como se estabelecem os processos de mediação em ambientes digitais colaborativos ? Novamente recorrendo a Bowman e Willis (2003), podemos analisar: reputação em comunidades virtuais conexões entre interagentes informar/ser informado em meio colaborativo.
  • 7.
    novos territórios Conceituaçõesde Philipe Breton e Serge Proulx (2002). “ No interior das mídias, um setor, ainda informal, está em gestação e deverá tender rapidamente à autonomia: o “gerenciamento da comunicação”, que engloba as relações públicas, a publicidade, os serviços de comunicação e de informação internas das empresas” (pág. 91) “ No plano material, as mídias recorrem às técnicas que privilegiam sistematicamente a comunicação social mais do que a comunicação interpessoal. Esse setor mostra além disso uma surpreendente capacidade de aboserver as inovações técnicas concebidas para outros usos e colocá-las rapidamente a serviço de suas próprias finalidades” (pág. 92)
  • 8.
    novos territórios “O segundo território da comunicação social, de rápido desenvolvimento e ao mesmo tempo de formação mais recente, é o da telefonia e, de maneira mais geral, de todos os serviços que têm por objeto a transmissão de mensagens ” (pág. 92) “ O telégrafo e, em seguida, o telefone não foram imediatamente técnicas a serviço da comunicação interpessoal” (pág. 92) “ O terceiro território ocupado pelas técnicas de comunicação moderna, o mais recente também é o que organiza em torno da informática como técnica de tratamento da informação. (...) Assim, toda comunicação mediatizada pela informática trará imediatamente a marca lógico-filosófica própria dessa técnica” (pág. 93)
  • 9.
    novos territórios “A aproximação entre as três grandes tradições em matéria de técnicas de comunicação vai se operar de duas maneiras. Primeiro uma aproximação, se assim podemos dizer, pela base, graças a uma unificação progressiva do fundamento material das técnicas e à penetração do ‘paradigma digital’, conjunto coerente de materiais de base eletrônica, de técnicas, de desafios econômicos e políticos” (pág. 94) “ As primeiras formas que esse paradigma tomou foram as intersecções crescentes entre as telecomunicações e a informática na formação, na manipulação e na memorização da informação midiática. O paradigma digital vai portanto rapidamente ser um fator de integração transversal da maioria das técnicas de comunicação” (pág. 94)
  • 10.
    novos territórios “A primeira constatação que se pode fazer é que os homens encarregados de fazer funcionar as técnicas que pertencem a esses diferentes campos não pertencem aos mesmos grupos sociais, não têm a mesma formação nem a mesma cultura de referência e que, fundamentalmente, sua relação antropológica com a técnica é diferente. A segunda constatação é que os homens não manipulam, nem no conceito nem na prática, a mesma informação” (pág. 95) “ O especialista, no mundo das mídias, opera principalmente sobre o sentido das mensagens e da comunicação, e tanto mais quanto está em contato com o público. Sua palavra-chave é informação qualitativa ” (pág. 95)
  • 11.
    novos territórios “O universo das telecomunicações mostra toda a sua atividade na área do transporte e da confiabilidade das mensagens. Sua palavra-chave é interatividade da informação , graças à criação de redes” (pág. 95) “ A informática, enfim, que nasceu de uma interrogação sobre as condições da produção intelectual e sobre o aspecto formal das informações, poderá ser descrita como a área do tratamento da informação digital, ou seja, da informação em sua forma numérica” (pág. 95) “ A técnica, no mundo das mídias, tem apenas uma condição de ferramenta, quando não é simbolicamente jogada em um alhures indefinido, e, no plano concreto e cotidiano, o plano das relaç]oes sociais, os técnicos são relegados tradicionalmente (...) ao exterior do ato da criação” (pág. 97)
  • 12.
    novos territórios “A famosa ‘teoria da informação’ de Shannon saiu diretamente das pesquisas sobre a otimização da transmissão de mensagens, obtida não pela via do aperfeiçoamento das linhas físicas de comunicação, mas pela via da codificação adequada, que permitia por exemplo atenuar a persistência do ruído de fundo nos canais de transmissão” (pág. 97) “ Quem diz rede diz território, dessa vez no sentido da geografia política e social” (pág. 97) “ A cultura desses especialistas, inspirada em uma tradição que vai de Descartes a Wittgenstein e Turing, passando por Leibniz, é fortemente marcada pela busca da evidência racional, da prova e da dedução lógica, mas também de uma linguagem universal” (pág. 98)
  • 13.
    novos territórios “Os apaixonados pela informática formam uma verdadeira “tribo”, grupo social original que agrupa nas mesmas redes profissionais e amadores, com as preocupações mais centradas na ferramenta do que em seus usos concretos. A propensão natural dessa nova cultura será a inteligência artificial” (pág. 99) “ Isso não impede a informática de ocupar um lugar singular no espaço social, nem certas pessoas de a definirem como o motor de uma verdadeira ‘revolução’ , ou ainda como o centro de uma nova ´cultura técnica’” (pág. 99)