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NOTÍCIA 3
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Adaptado de Revista Mana, vol.12, n.1, 2006
Quando eu era membro do Conselho do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, tive a oportunidade
e o privilégio de ser o relator, em 1984, do tombamento do terreiro de candomblé Casa Branca, em Salvador,
Bahia. Era a primeira vez que a tradição afro-brasileira obtinha o reconhecimento oficial do Estado Nacional.
O Conselho [do SPHAN] encontrava-se bastante dividido. Vários de seus membros consideravam
desproposital e equivocado tombar um pedaço de terra desprovido de construções que justificassem, por sua
monumentalidade ou valor artístico, tal iniciativa. Cabe lembrar que, até aquele período, o estatuto do
tombamento vinha sendo aplicado, basicamente, a edificações religiosas, militares e civis da tradição luso-
brasileira.
O terreiro de Casa Branca apresentava uma tradição de mais de 150 anos e, com certeza, desempenhava
um importante papel na simbologia e no imaginário dos grupos ligados ao mundo do candomblé e aos cultos
afro-brasileiros em geral. Do ponto de vista dessas pessoas o que importava era a sacralidade do terreno, o seu
“axé”. Em termos de cultura material, encontrava-se um barco, importante nos rituais, um modesto casario,
além da presença de arvoredo e pedras associados ao culto dos orixás. Não era nada que pudesse se assemelhar
à Igreja de São Francisco em Ouro Preto, aos profetas de Aleijadinho em Congonhas, em Minas Gerais, ao
Mosteiro de São Bento, ao Paço Imperial da Quinta da Boa Vista ou à Fortaleza de Santa Cruz, no Rio de
Janeiro. Tratava-se, sem dúvida, de uma situação inédita e desafiante.
É inegável que para a vitória do tombamento foi fundamental a atuação de um verdadeiro movimento
social com base em Salvador, reunindo artistas, intelectuais, jornalistas, políticos e lideranças religiosas que
se empenharam a fundo na campanha pelo reconhecimento do patrimônio afro-baiano. Havia um verdadeiro
choque de opiniões que não se limitava internamente ao Conselho da SPHAN. Importantes veículos da
imprensa da Bahia manifestaram-se contra o tombamento, que foi acusado, com maior ou menor sutileza, de
demagógico. Foi necessário um esforço muito grande de um grupo de conselheiros, do próprio secretário de
cultura do MEC e de setores da sociedade civil para que afinal fosse obtido sucesso.
Quando conselheiros argumentavam que não se podia “tombar uma religião”, certamente entendiam
que o tombamento de centenas de igrejas e monumentos católicos teria se dado apenas por razões artístico-
arquitetônicas, o que não nos parecia correto. Assim, o tombamento de Casa Branca significava a afirmação
de uma visão da sociedade brasileira como multiétnica, constituída e caracterizada pelo pluralismo
sociocultural. Não há dúvida de que tal medida de reconhecimento do Estado representava também uma
reparação às perseguições e à intolerância manifestadas durante séculos pelas elites e pelas autoridades
brasileiras contra as crenças e os rituais afro-brasileiros.
QUESTÕES SOBRE O TEXTO:
1
Qual era a visão sobre Patrimônio Cultural defendida pelas pessoas que se opunham ao tombamento
do terreiro de Candomblé Casa Branca?
2
Por outro lado, qual era a visão sobre Patrimônio Cultural das pessoas que defendiam o tombamento
do terreiro de Candomblé Casa Branca?
3
Por que o autor defende que o tombamento de um terreiro de Candomblé tinha um significado tão
importante na construção de uma nova visão da sociedade brasileira?

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Notícia 3 - Gilberto velho, patrimônio, negociação e conflito

  • 1. Atividade 2: Estudo dos usos políticos da História Questionário sobre uma notícia de jornal lida em sala 1º Bimestre – Data: ____/_____/________ Componentes do Grupo Turma: __________ NOTÍCIA 3 Patrimônio, Negociação e Conflito Gilberto Velho Adaptado de Revista Mana, vol.12, n.1, 2006 Quando eu era membro do Conselho do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, tive a oportunidade e o privilégio de ser o relator, em 1984, do tombamento do terreiro de candomblé Casa Branca, em Salvador, Bahia. Era a primeira vez que a tradição afro-brasileira obtinha o reconhecimento oficial do Estado Nacional. O Conselho [do SPHAN] encontrava-se bastante dividido. Vários de seus membros consideravam desproposital e equivocado tombar um pedaço de terra desprovido de construções que justificassem, por sua monumentalidade ou valor artístico, tal iniciativa. Cabe lembrar que, até aquele período, o estatuto do tombamento vinha sendo aplicado, basicamente, a edificações religiosas, militares e civis da tradição luso- brasileira. O terreiro de Casa Branca apresentava uma tradição de mais de 150 anos e, com certeza, desempenhava um importante papel na simbologia e no imaginário dos grupos ligados ao mundo do candomblé e aos cultos afro-brasileiros em geral. Do ponto de vista dessas pessoas o que importava era a sacralidade do terreno, o seu “axé”. Em termos de cultura material, encontrava-se um barco, importante nos rituais, um modesto casario, além da presença de arvoredo e pedras associados ao culto dos orixás. Não era nada que pudesse se assemelhar à Igreja de São Francisco em Ouro Preto, aos profetas de Aleijadinho em Congonhas, em Minas Gerais, ao Mosteiro de São Bento, ao Paço Imperial da Quinta da Boa Vista ou à Fortaleza de Santa Cruz, no Rio de Janeiro. Tratava-se, sem dúvida, de uma situação inédita e desafiante. É inegável que para a vitória do tombamento foi fundamental a atuação de um verdadeiro movimento social com base em Salvador, reunindo artistas, intelectuais, jornalistas, políticos e lideranças religiosas que se empenharam a fundo na campanha pelo reconhecimento do patrimônio afro-baiano. Havia um verdadeiro choque de opiniões que não se limitava internamente ao Conselho da SPHAN. Importantes veículos da imprensa da Bahia manifestaram-se contra o tombamento, que foi acusado, com maior ou menor sutileza, de demagógico. Foi necessário um esforço muito grande de um grupo de conselheiros, do próprio secretário de cultura do MEC e de setores da sociedade civil para que afinal fosse obtido sucesso. Quando conselheiros argumentavam que não se podia “tombar uma religião”, certamente entendiam que o tombamento de centenas de igrejas e monumentos católicos teria se dado apenas por razões artístico- arquitetônicas, o que não nos parecia correto. Assim, o tombamento de Casa Branca significava a afirmação de uma visão da sociedade brasileira como multiétnica, constituída e caracterizada pelo pluralismo sociocultural. Não há dúvida de que tal medida de reconhecimento do Estado representava também uma reparação às perseguições e à intolerância manifestadas durante séculos pelas elites e pelas autoridades brasileiras contra as crenças e os rituais afro-brasileiros.
  • 2. QUESTÕES SOBRE O TEXTO: 1 Qual era a visão sobre Patrimônio Cultural defendida pelas pessoas que se opunham ao tombamento do terreiro de Candomblé Casa Branca? 2 Por outro lado, qual era a visão sobre Patrimônio Cultural das pessoas que defendiam o tombamento do terreiro de Candomblé Casa Branca? 3 Por que o autor defende que o tombamento de um terreiro de Candomblé tinha um significado tão importante na construção de uma nova visão da sociedade brasileira?