O texto descreve o tombamento do primeiro terreiro de candomblé pelo governo brasileiro em 1984, o terreiro Casa Branca em Salvador. Muitos membros do conselho responsável se opuseram ao tombamento porque o local não tinha construções com valor artístico ou monumental. Defensores do tombamento argumentaram que o local tinha importância cultural e simbólica para a religião. Após campanha da sociedade, o terreiro foi tombado, reconhecendo a herança afro-brasileira e o pluralismo cultural do Brasil.