OS NÚMEROS INTEIROS NA HISTÓRIA
O início..... No antigo Egito havia um escriba chamado Ahmes que ficou conhecido na História a Matemática pelo Papiro de Ahmes (1650 a.C).Ele fazia estimativas e previsões da plantação de trigo, para que não houvesse falta de alimento para o povo na época das cheias do Rio Nilo.
A distribuição dos alimentos, os estoques, os impostos, tudo era feito por esse escriba. Porém, como representar as quantidades negativas? Eis que surgia então um problema!
A rejeição dos “negativos” No século III, ao resolver um problema, o matemático Diofante encontrou a resposta  “-4”  . Ele a recusou, pois achava absurda a idéia de uma quantidade negativa.
Os inteiros e os chineses Na obra mais influente da Matemática chinesa:  “Os nove capítulos da arte da Matemática”  (século III a.C), encontram-se enunciadas regras de sinais para a adição e a subtração com negativos. Eles faziam cálculos com barras de bambu estendidas sobre um tabuleiro. E, para distinguir número positivo de negativo, eles usavam: barras pretas para os negativos e barras vermelhas, para os positivos. Mas, em razão da dificuldade de comunicação entre os povos naquela época, essa contribuição dos chineses pouco influenciou a Matemática no Ocidente.
Os hindus Os hindus, depois dos chineses, acredita-se que tenham sido o primeiro povo a trabalhar com os números negativos; sua finalidade de uso era indicar  dívidas . Brahmagupta (século VII), matemático hindu, trabalhou com números negativos.
Mais rejeições O matemático Fibonacci recusou os negativos, mesmo percebendo que els indicavam prejuízo num problema que envolvesse dinheiro; O matemático Stiffel publicou que  “os negativos eram números absurdos” ; O matemático Cardano chamou-os de números falsos; E até por volta de 1600 François Viète continuava não aceitando os negativos.
Enfim, aceitos Somente a partir do século XVII é que os matemáticos passaram a usar os negativos com desembaraço. Hoje, eles são comuns, encontramos exemplos deles nas medidas de temperatura, nos saldos bancários, etc.
 
Para descontrair....

Números negativos na história

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    O início..... Noantigo Egito havia um escriba chamado Ahmes que ficou conhecido na História a Matemática pelo Papiro de Ahmes (1650 a.C).Ele fazia estimativas e previsões da plantação de trigo, para que não houvesse falta de alimento para o povo na época das cheias do Rio Nilo.
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    A distribuição dosalimentos, os estoques, os impostos, tudo era feito por esse escriba. Porém, como representar as quantidades negativas? Eis que surgia então um problema!
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    A rejeição dos“negativos” No século III, ao resolver um problema, o matemático Diofante encontrou a resposta “-4” . Ele a recusou, pois achava absurda a idéia de uma quantidade negativa.
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    Os inteiros eos chineses Na obra mais influente da Matemática chinesa: “Os nove capítulos da arte da Matemática” (século III a.C), encontram-se enunciadas regras de sinais para a adição e a subtração com negativos. Eles faziam cálculos com barras de bambu estendidas sobre um tabuleiro. E, para distinguir número positivo de negativo, eles usavam: barras pretas para os negativos e barras vermelhas, para os positivos. Mas, em razão da dificuldade de comunicação entre os povos naquela época, essa contribuição dos chineses pouco influenciou a Matemática no Ocidente.
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    Os hindus Oshindus, depois dos chineses, acredita-se que tenham sido o primeiro povo a trabalhar com os números negativos; sua finalidade de uso era indicar dívidas . Brahmagupta (século VII), matemático hindu, trabalhou com números negativos.
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    Mais rejeições Omatemático Fibonacci recusou os negativos, mesmo percebendo que els indicavam prejuízo num problema que envolvesse dinheiro; O matemático Stiffel publicou que “os negativos eram números absurdos” ; O matemático Cardano chamou-os de números falsos; E até por volta de 1600 François Viète continuava não aceitando os negativos.
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    Enfim, aceitos Somentea partir do século XVII é que os matemáticos passaram a usar os negativos com desembaraço. Hoje, eles são comuns, encontramos exemplos deles nas medidas de temperatura, nos saldos bancários, etc.
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