O documento descreve os primeiros séculos da era cristã quando os imperadores romanos uniram a igreja e o estado para governar com mais facilidade. Isso levou a adaptações do cristianismo ao paganismo e vice-versa, incluindo a adoção de práticas pagãs como a adoração de imagens. O documento também discute como a doutrina da Trindade surgiu nesse contexto para conciliar o culto cristão monoteísta com o politeísta pagão, estabelecendo um culto de um Deus formado por três pessoas.