O documento discute se Jesus é Deus. Afirma que a doutrina da Trindade não tem base bíblica e foi criada pela Igreja Católica para controlar as pessoas. Também explica que a palavra "Deus" na Bíblia se refere a um status ou nível e não necessariamente a uma pessoa específica, como visto em passagens onde Moisés e outros são chamados de deuses. Defende que Jesus e o Pai são ambos Deus, mas pessoas distintas.