O artigo analisa a acusação feita a Jesus Cristo por violar o sábado, conforme as tradições rabínicas da época, que impunham regras rígidas sobre o que poderia ser feito nesse dia. Através de exemplos bíblicos, evidencia-se que Jesus argumentou que o sábado foi feito para o benefício do homem e não o contrário, enfatizando a importância da misericórdia sobre as normas legais. A conclusão ressalta que Cristo não violou o verdadeiro mandamento do sábado, mas refutou as interpretações distorcidas que os líderes religiosos aplicavam à sua observância.