O documento discute as passagens bíblicas relacionadas ao batismo cristão e argumenta que: 1) os batismos na igreja primitiva eram realizados em nome de Jesus, não da Trindade; 2) a fórmula trinitária foi uma adição posterior da Igreja Católica no século 2; 3) até enciclopédias e o Catecismo do Vaticano admitem que a fórmula foi alterada.