O documento discute a prática do vegetarianismo à luz das escrituras bíblicas, afirmando que não há proibição de consumir carne na Bíblia. O autor cita exemplos de Jesus e dos judeus que frequentemente comiam carne, contradizendo a ideia de que a dieta vegetariana é uma exigência para a salvação. Além disso, critica a posição de Ellen White e outras doutrinas que desaconselham o consumo de carne, defendendo a liberdade de escolha alimentar.