Monitoria Prática
Habilidades V
Semiologia Neurológica
Monitores: Francesco e Fabiana
QUESTÃO 0
Para o diagnóstico em neurologia, lançamos mão de diversas ferramentas
de investigação. Cite aquelas através das quais conseguimos na maioria
dos casos estabelecer o diagnóstico topográfico, sindrômico e aventar
pistas do diagnóstico etiológico, sendo indispensável na avaliação do
paciente neurológico geral:
a) Tomografia computadorizada
b) Anamnese e exame físico
c) Ressonância Magnética
d) Eletroencefalograma
QUESTÃO 0
Para o diagnóstico em neurologia, lançamos mão de diversas ferramentas
de investigação. Cite aquelas através das quais conseguimos na maioria
dos casos estabelecer o diagnóstico topográfico, sindrômico e aventar
pistas do diagnóstico etiológico, sendo indispensável na avaliação do
paciente neurológico geral:
a) Tomografia computadorizada
b) Anamnese e exame físico
c) Ressonância Magnética
d) Eletroencefalograma
ECG
QUESTÃO 1
Paciente sexo M, 40 anos é trazido pela esposa após cair do telhado de casa. Sem sinais de
hemorragia externa, porém hipotenso e taquicárdico. Resposta motora de retirada inespecífica,
resposta verbal em sons ininteligíveis e abertura ocular à dor. Pupilas isofotorreagentes. Qual a
escala de coma de Glasgow e melhor conduta?
a) ECG de 10, proceder à monitorização hemodinâmica e tratamento clínico conservador, com
analgesia plena.
b) ECG de 8, proceder à IOT para proteção de via aérea e demais condutas hemodinâmicas.
c) ECG de 8, proceder à monitorização invasiva com instalação de fluidoterapia e bomba de
vasopressores.
d) ECG de 10, observação.
ESCALA DE COMA DE GLASGOW
QUESTÃO 1
Paciente sexo M, 40 anos é trazido pela esposa após cair do telhado de casa. Sem sinais de
hemorragia externa, porém hipotenso e taquicárdico. Resposta motora de retirada inespecífica,
resposta verbal em sons ininteligíveis e abertura ocular à dor. Pupilas isofotorreagentes. Qual a
escala de coma de Glasgow e melhor conduta?
a) ECG de 10, proceder à monitorização hemodinâmica e tratamento clínico conservador, com
analgesia plena.
b) ECG de 8, proceder à IOT para proteção de via aérea e demais condutas hemodinâmicas.
c) ECG de 8, proceder à monitorização invasiva com instalação de fluidoterapia e bomba de
vasopressores.
d) ECG de 10, observação.
ESCALA DE COMA DE GLASGOW
V OU F:
A AVALIAÇÃO DA CONSCIÊNCIA SE DÁ
SUFICIENTEMENTE PELA ESCALA DE COMA DE
GLASGOW
V OU F:
A AVALIAÇÃO DA CONSCIÊNCIA SE DÁ
SUFICIENTEMENTE PELA ESCALA DE COMA DE
GLASGOW
F
- NÍVEL DE CONSCIÊNCIA
- CONTEÚDO DA CONSCIÊNCIA
- ESTADO MENTAL
PRÁTICA 1
Avalie a escala de coma de
glasgow
topografar?
AVEh AVEi
QUESTÃO 2
A manobra de index-nose está alterada em uma doença cuja topografia é:
a) O primeiro neurônio motor
b) O córtex temporal
c) O cerebelo
d) O tronco encefálico
QUESTÃO 2
A manobra de index-nose está alterada em uma doença cuja topografia é:
a) O primeiro neurônio motor
b) O córtex temporal
c) O cerebelo
d) O tronco encefálico
Enfim, o cerebelo
- Equilíbrio
- Integração
- Coordenação motora
- Tônus muscular
QUESTÃO 3
O teste da função cerebelar compreende todos abaixo, exceto?
a) Teste do dedo-nariz
b) Reflexos superficiais
c) Movimentos rápidos alternados
d) Teste de Romberg
e) Marcha
QUESTÃO 2
O teste da função cerebelar compreende todos abaixo, exceto?
a) Teste do dedo-nariz
b) Reflexos superficiais
c) Movimentos rápidos alternados
d) Teste de Romberg
e) Marcha
PRÁTICA 2
REALIZE O EXAME DA FUNÇÃO CEREBELAR
CHECKLIST
1) Equilíbrio estático
2) Equilíbrio dinâmico
3) Marcha
4) Romberg
5) Dedo-nariz
6) Joelho-calcanhar*
7) Diadococinesia
CASO 1
Qual o diagnóstico sindrômico?
Qual hipótese etiológica?
Qual o nome da marcha?
Paciente, 26 anos com história de luxação de joelho após trauma em jogo de futebol,
corrigida em pronto socorro com imobilização evoluiu há 2 meses com perda
sensitiva em face lateral de perna D, e dorso de pé D, além de parestesia e dor nos
mesmos territórios. Ao exame físico, nota-se déficit de flexão de pé e marcha com
sobrelevação da coxa, passo alto e queda do pé D.
1.
2.
3.
CASO 1
Qual o diagnóstico sindrômico? Síndrome do pé caído
Qual hipótese etiológica? Luxação, lesão direta, compressão
Qual o nome da marcha? Escarvante
Paciente, 26 anos com história de luxação de joelho após trauma em jogo de futebol,
corrigida em pronto socorro com imobilização evoluiu há 2 meses com perda
sensitiva em face lateral de perna D, e dorso de pé D, além de parestesia e dor nos
mesmos territórios. Ao exame físico, nota-se déficit de flexão de pé e marcha com
sobrelevação da coxa, passo alto e queda do pé D.
1.
2.
3.
Exemplifique e demonstre
uma marcha qualquer
PRÁTICA 3
CASO 2
Levante 2 hipóteses diagnósticas
O que testar no exame físico?
Paciente com queixa de otalgia leve e plenitude em ouvido direito
há 5, com início após banho de piscina, apresentando saída de
secreção serosa. Relata aplicação de uma solução de óleo aquecido
e alho no ouvido para alívio do incômodo. Evoluiu com febre
aferida de 39º e cefaleia frontal pulsátil, refratária aos analgésicos
comuns e associada a vômitos.
1.
2.
Realize o exame físico desse
paciente, o que julgar necessário.
PRÁTICA 4
CASO 2
Qual HD principal?
Qual diagnóstico sindrômico?
Qual a conduta?
Ao exame físico:
BEG, consciente, hidratado, normocorado, afebril ao toque. Oroscopia normal, otoscopia normal à esquerda,
ouvido direito com presença de algodão e pequena quantidade de secreção purulenta, sem edema.
Membrana timpânica íntegra e translúcida. Cardiovascular: FC=78bpm, ritmo cardíaco regular em 2 tempos,
bulhas normofonéticas, sem sopros. PA: 125/76mmHg Respiratório: eupneico, murmúrio vesicular
normoativo, sem ruídos adventícios. sat: 98% Abdome: plano e indolor.
Neurológico: Glasgow 15, sinal de rigidez de nuca positivo, Brudzinski positivo, Lasegue negativo
1.
2.
3.
CASO 2
Qual HD principal? Meningite
Qual diagnóstico sindrômico? Meningismo
Qual a conduta? Imediata = Corticoterapia + ATB + PL*
*pode realizar fundoscopia para descartar papiledema
Ao exame físico:
BEG, consciente, hidratado, normocorado, afebril ao toque. Oroscopia normal, otoscopia normal à esquerda,
ouvido direito com presença de algodão e pequena quantidade de secreção purulenta, sem edema.
Membrana timpânica íntegra e translúcida. Cardiovascular: FC=78bpm, ritmo cardíaco regular em 2 tempos,
bulhas normofonéticas, sem sopros. PA: 125/76mmHg Respiratório: eupneico, murmúrio vesicular
normoativo, sem ruídos adventícios. sat: 98% Abdome: plano e indolor.
Neurológico: Glasgow 15, sinal de rigidez de nuca positivo, Brudzinski positivo, Lasegue negativo
1.
2.
3.
4.
Testes de irritação meníngea
PRÁTICA 5
SINAL DE KERNIG E BRUDZINSKI +
SÃO PATOGNOMÔNICOS DE
MENINGITE OU
MENINGOENCEFALITE?
V OU F
SINAL DE KERNIG E BRUDZINSKI +
SÃO PATOGNOMÔNICOS DE
MENINGITE OU
MENINGOENCEFALITE?
V OU F
F
CASO 3
Menino de 9 anos é trazido pela mãe, apresentando quadro de
dor em membros inferiores há 2 dias, associada à fraqueza em
MMII e perda de força bilateral simétrica em MMII. Há prejuízo
da deambulação. Nega outras queixas. História de
gastroenterite há 15 dias. Ao exame físico: Hipotonia de mm do
MMII e diminuição dos reflexos aquileu e patelares bilaterais.
Qual diagnóstico sindrômico?
Qual neurônio motor
acometido?
Qual HD?
1.
2.
3.
PRÁTICA 6
Avalie sensibilidade,
reflexos e força muscular
do MI
PRÁTICA 7
Avalie sensibilidade,
reflexos e força muscular
do MS
Superficiais
CASO 4
Os achados são consistentes com qual síndrome?
Qual o nível sensitivo?
Qual provável etiologia do quadro?
Paciente vítima de acidente automobilístico evolui com paresia
e plegia de membros inferiores. Ao exame físico, nota-se que o
último nível sensitivo é na cicatriz umbilical. Não há
motricidade voluntária de membros inferiores, que encontram-
se anestésicos. Reflexo patelar com área aumentada.
1.
2.
3.
CASO 4
Os achados são consistentes com qual síndrome? Mielopatia
transversa.
Qual o nível sensitivo? T10
Qual provável etiologia do quadro? Compressão/trauma
Paciente vítima de acidente automobilístico evolui com paresia e plegia de
membros inferiores. Ao exame físico, nota-se que o último nível sensitivo é
na cicatriz umbilical. Não há motricidade voluntária de membros
inferiores, que encontram-se anestésicos. Reflexo patelar com área
aumentada. Babinski e suscedâneos +
1.
2.
3.
EXERCÍCIOS
Que sinal está sendo pesquisado?
A resposta demonstrada é patológica?
O que a resposta patológica significa?
1.
2.
3.
4. Que marcha está sendo ilustrada na figura? Cite 3
características da síndrome que cursa com essa
marcha.
5. Que reflexo está sendo pesquisado?
6. Que nervo o conduz e que raiz ele
representa?
7. Que patologia está sendo demonstrada?
8. Qual a topografia da lesão?
9. Essa é a representação gráfica de qual alteração da
campimetria por confrontação?
10. Qual a topografia da lesão e uma
possível etiologia?

Monitoria Prática Habilidades V (1) (1).pdf

  • 1.
    Monitoria Prática Habilidades V SemiologiaNeurológica Monitores: Francesco e Fabiana
  • 2.
    QUESTÃO 0 Para odiagnóstico em neurologia, lançamos mão de diversas ferramentas de investigação. Cite aquelas através das quais conseguimos na maioria dos casos estabelecer o diagnóstico topográfico, sindrômico e aventar pistas do diagnóstico etiológico, sendo indispensável na avaliação do paciente neurológico geral: a) Tomografia computadorizada b) Anamnese e exame físico c) Ressonância Magnética d) Eletroencefalograma
  • 3.
    QUESTÃO 0 Para odiagnóstico em neurologia, lançamos mão de diversas ferramentas de investigação. Cite aquelas através das quais conseguimos na maioria dos casos estabelecer o diagnóstico topográfico, sindrômico e aventar pistas do diagnóstico etiológico, sendo indispensável na avaliação do paciente neurológico geral: a) Tomografia computadorizada b) Anamnese e exame físico c) Ressonância Magnética d) Eletroencefalograma
  • 4.
  • 6.
    QUESTÃO 1 Paciente sexoM, 40 anos é trazido pela esposa após cair do telhado de casa. Sem sinais de hemorragia externa, porém hipotenso e taquicárdico. Resposta motora de retirada inespecífica, resposta verbal em sons ininteligíveis e abertura ocular à dor. Pupilas isofotorreagentes. Qual a escala de coma de Glasgow e melhor conduta? a) ECG de 10, proceder à monitorização hemodinâmica e tratamento clínico conservador, com analgesia plena. b) ECG de 8, proceder à IOT para proteção de via aérea e demais condutas hemodinâmicas. c) ECG de 8, proceder à monitorização invasiva com instalação de fluidoterapia e bomba de vasopressores. d) ECG de 10, observação. ESCALA DE COMA DE GLASGOW
  • 7.
    QUESTÃO 1 Paciente sexoM, 40 anos é trazido pela esposa após cair do telhado de casa. Sem sinais de hemorragia externa, porém hipotenso e taquicárdico. Resposta motora de retirada inespecífica, resposta verbal em sons ininteligíveis e abertura ocular à dor. Pupilas isofotorreagentes. Qual a escala de coma de Glasgow e melhor conduta? a) ECG de 10, proceder à monitorização hemodinâmica e tratamento clínico conservador, com analgesia plena. b) ECG de 8, proceder à IOT para proteção de via aérea e demais condutas hemodinâmicas. c) ECG de 8, proceder à monitorização invasiva com instalação de fluidoterapia e bomba de vasopressores. d) ECG de 10, observação. ESCALA DE COMA DE GLASGOW
  • 9.
    V OU F: AAVALIAÇÃO DA CONSCIÊNCIA SE DÁ SUFICIENTEMENTE PELA ESCALA DE COMA DE GLASGOW
  • 10.
    V OU F: AAVALIAÇÃO DA CONSCIÊNCIA SE DÁ SUFICIENTEMENTE PELA ESCALA DE COMA DE GLASGOW F
  • 11.
    - NÍVEL DECONSCIÊNCIA - CONTEÚDO DA CONSCIÊNCIA - ESTADO MENTAL
  • 12.
    PRÁTICA 1 Avalie aescala de coma de glasgow
  • 13.
  • 15.
  • 18.
    QUESTÃO 2 A manobrade index-nose está alterada em uma doença cuja topografia é: a) O primeiro neurônio motor b) O córtex temporal c) O cerebelo d) O tronco encefálico
  • 19.
    QUESTÃO 2 A manobrade index-nose está alterada em uma doença cuja topografia é: a) O primeiro neurônio motor b) O córtex temporal c) O cerebelo d) O tronco encefálico
  • 20.
    Enfim, o cerebelo -Equilíbrio - Integração - Coordenação motora - Tônus muscular
  • 21.
    QUESTÃO 3 O testeda função cerebelar compreende todos abaixo, exceto? a) Teste do dedo-nariz b) Reflexos superficiais c) Movimentos rápidos alternados d) Teste de Romberg e) Marcha
  • 22.
    QUESTÃO 2 O testeda função cerebelar compreende todos abaixo, exceto? a) Teste do dedo-nariz b) Reflexos superficiais c) Movimentos rápidos alternados d) Teste de Romberg e) Marcha
  • 23.
    PRÁTICA 2 REALIZE OEXAME DA FUNÇÃO CEREBELAR
  • 24.
    CHECKLIST 1) Equilíbrio estático 2)Equilíbrio dinâmico 3) Marcha 4) Romberg 5) Dedo-nariz 6) Joelho-calcanhar* 7) Diadococinesia
  • 27.
    CASO 1 Qual odiagnóstico sindrômico? Qual hipótese etiológica? Qual o nome da marcha? Paciente, 26 anos com história de luxação de joelho após trauma em jogo de futebol, corrigida em pronto socorro com imobilização evoluiu há 2 meses com perda sensitiva em face lateral de perna D, e dorso de pé D, além de parestesia e dor nos mesmos territórios. Ao exame físico, nota-se déficit de flexão de pé e marcha com sobrelevação da coxa, passo alto e queda do pé D. 1. 2. 3.
  • 28.
    CASO 1 Qual odiagnóstico sindrômico? Síndrome do pé caído Qual hipótese etiológica? Luxação, lesão direta, compressão Qual o nome da marcha? Escarvante Paciente, 26 anos com história de luxação de joelho após trauma em jogo de futebol, corrigida em pronto socorro com imobilização evoluiu há 2 meses com perda sensitiva em face lateral de perna D, e dorso de pé D, além de parestesia e dor nos mesmos territórios. Ao exame físico, nota-se déficit de flexão de pé e marcha com sobrelevação da coxa, passo alto e queda do pé D. 1. 2. 3.
  • 30.
    Exemplifique e demonstre umamarcha qualquer PRÁTICA 3
  • 32.
    CASO 2 Levante 2hipóteses diagnósticas O que testar no exame físico? Paciente com queixa de otalgia leve e plenitude em ouvido direito há 5, com início após banho de piscina, apresentando saída de secreção serosa. Relata aplicação de uma solução de óleo aquecido e alho no ouvido para alívio do incômodo. Evoluiu com febre aferida de 39º e cefaleia frontal pulsátil, refratária aos analgésicos comuns e associada a vômitos. 1. 2.
  • 33.
    Realize o examefísico desse paciente, o que julgar necessário. PRÁTICA 4
  • 34.
    CASO 2 Qual HDprincipal? Qual diagnóstico sindrômico? Qual a conduta? Ao exame físico: BEG, consciente, hidratado, normocorado, afebril ao toque. Oroscopia normal, otoscopia normal à esquerda, ouvido direito com presença de algodão e pequena quantidade de secreção purulenta, sem edema. Membrana timpânica íntegra e translúcida. Cardiovascular: FC=78bpm, ritmo cardíaco regular em 2 tempos, bulhas normofonéticas, sem sopros. PA: 125/76mmHg Respiratório: eupneico, murmúrio vesicular normoativo, sem ruídos adventícios. sat: 98% Abdome: plano e indolor. Neurológico: Glasgow 15, sinal de rigidez de nuca positivo, Brudzinski positivo, Lasegue negativo 1. 2. 3.
  • 35.
    CASO 2 Qual HDprincipal? Meningite Qual diagnóstico sindrômico? Meningismo Qual a conduta? Imediata = Corticoterapia + ATB + PL* *pode realizar fundoscopia para descartar papiledema Ao exame físico: BEG, consciente, hidratado, normocorado, afebril ao toque. Oroscopia normal, otoscopia normal à esquerda, ouvido direito com presença de algodão e pequena quantidade de secreção purulenta, sem edema. Membrana timpânica íntegra e translúcida. Cardiovascular: FC=78bpm, ritmo cardíaco regular em 2 tempos, bulhas normofonéticas, sem sopros. PA: 125/76mmHg Respiratório: eupneico, murmúrio vesicular normoativo, sem ruídos adventícios. sat: 98% Abdome: plano e indolor. Neurológico: Glasgow 15, sinal de rigidez de nuca positivo, Brudzinski positivo, Lasegue negativo 1. 2. 3. 4.
  • 36.
    Testes de irritaçãomeníngea PRÁTICA 5
  • 38.
    SINAL DE KERNIGE BRUDZINSKI + SÃO PATOGNOMÔNICOS DE MENINGITE OU MENINGOENCEFALITE? V OU F
  • 39.
    SINAL DE KERNIGE BRUDZINSKI + SÃO PATOGNOMÔNICOS DE MENINGITE OU MENINGOENCEFALITE? V OU F F
  • 40.
    CASO 3 Menino de9 anos é trazido pela mãe, apresentando quadro de dor em membros inferiores há 2 dias, associada à fraqueza em MMII e perda de força bilateral simétrica em MMII. Há prejuízo da deambulação. Nega outras queixas. História de gastroenterite há 15 dias. Ao exame físico: Hipotonia de mm do MMII e diminuição dos reflexos aquileu e patelares bilaterais.
  • 41.
    Qual diagnóstico sindrômico? Qualneurônio motor acometido? Qual HD? 1. 2. 3.
  • 48.
  • 53.
  • 59.
  • 62.
    CASO 4 Os achadossão consistentes com qual síndrome? Qual o nível sensitivo? Qual provável etiologia do quadro? Paciente vítima de acidente automobilístico evolui com paresia e plegia de membros inferiores. Ao exame físico, nota-se que o último nível sensitivo é na cicatriz umbilical. Não há motricidade voluntária de membros inferiores, que encontram- se anestésicos. Reflexo patelar com área aumentada. 1. 2. 3.
  • 63.
    CASO 4 Os achadossão consistentes com qual síndrome? Mielopatia transversa. Qual o nível sensitivo? T10 Qual provável etiologia do quadro? Compressão/trauma Paciente vítima de acidente automobilístico evolui com paresia e plegia de membros inferiores. Ao exame físico, nota-se que o último nível sensitivo é na cicatriz umbilical. Não há motricidade voluntária de membros inferiores, que encontram-se anestésicos. Reflexo patelar com área aumentada. Babinski e suscedâneos + 1. 2. 3.
  • 65.
    EXERCÍCIOS Que sinal estásendo pesquisado? A resposta demonstrada é patológica? O que a resposta patológica significa? 1. 2. 3.
  • 66.
    4. Que marchaestá sendo ilustrada na figura? Cite 3 características da síndrome que cursa com essa marcha.
  • 67.
    5. Que reflexoestá sendo pesquisado? 6. Que nervo o conduz e que raiz ele representa?
  • 68.
    7. Que patologiaestá sendo demonstrada? 8. Qual a topografia da lesão?
  • 69.
    9. Essa éa representação gráfica de qual alteração da campimetria por confrontação? 10. Qual a topografia da lesão e uma possível etiologia?