TCE
•Definição e classificação
•Indicações de TC de crânio
•Complicações hemorrágicas
•Manejo da hipertensão intracraniana
•TCE em crianças
Definição e classificação
“Alteração da função cerebral causada por um estímulo externo”.
- CAIDAS (ancianos)
- ACCIDENTES AUTOMOVILISTICOS ( jóvenes)
Classificação de Gravidade
Escala de coma de
Glasgow
4. Espontânea
3. À voz
2. À dor
1. Nenhuma
Abertura
ocular
5. Orientado
4. Confuso
3. Palavras inapropriados
2. Sons incompreensíveis
1. Nenhuma
Resposta
verbal
6. Obedece comandos
5. Localiza dor
4. Retirada inespecífica
3. Flexão anormal
2. Extensão anormal
1. Nenhuma
Resposta
motora
Sem descontos
Perde 2 pontos
Perde 1 ponto
Escala Glasgow-P
Escalas de avaliacao do nivel da
conscienciade
Escala de Coma de Glasgow
Escala de Coma de Glasgow
A pontuação
máxima ECG
será 11 para
pacientes
intubados.
Escala de Coma de Glasgow
Escala de Coma de Glasgow com Pupilas
Pontuação
Escala de coma de
Glasgow
Escala de coma de Glasgow -
P
3 A
15
1 A
15
Melhor
sensibilidade na
definição de mau
prognóstico
Por definição, Trauma Cranioencefálico (TCE) é qualquer agressão que acarrete
como resultado lesão anatômica ou comprometimento de couro cabeludo, crânio,
meninges ou encéfalo. Constitui a principal causa de morte e sequelas na faixa etária
pediátrica. Sobre essa temática, assinale a alternativa INCORRETA:
A- A grande maioria dos Traumatismos Cranioencefálicos (TCE) na faixa pediátrica são
leves (85%)
B- A escala de coma de Glasgow abaixo de 3 indica TCE gravíssimo.
C- A presença de TCE + cefaleia, confusão, sonolência ou rebaixamento de consciência
leva a pensar em hipertensão intracraniana.
D- O Glasgow menor ou igual a 8 indica trauma grave.
Cai na Prova
TCE leve
Diagnóstico clínico!
Concussão
disfunção cerebral aguda causada por TCE
Confusão mental Amnésia lacunar
Rebaixamento de NC
Cefaleia Tontura
Desequilíbrio
Desequilíbrio
C/S perdida
transitoria de la
conciencia
TCE grave
TCE moderado
Indicação de Neuroimagem no
TCE
TCE leve
Sempr
e
Sempr
e
?
Indicação de Neuroimagem no
TCE
Glasgow < 15 após 2 horas
Suspeita de fratura aberta
de crânio (afundamento)
Sinais de fratura de base de
crânio
Ao menos 2 episódios de
vômitos
Idade > 65 anos
Amnésia anterógrada > 30
min
Mecanismo de alto impacto
(queda > 1m,
atropelamento, ejeção de
veículo)
Uso de anticoagulantes
Déficit neurológico focal
Crise epiléptica
Critérios de gravidade
CANADIAN CT SCORE RULE
Está dentro do
mnemônico!
Homem, 68a, tem queda da própria altura, sofrendo ferimento corto-contuso em região
do supercílio direito. Nega perda de consciência, amnésia lacunar e ingesta de bebida
alcoólica prévia. Antecedente pessoal: tabagista 45 maços-ano e hipotireoidismo, sem
acompanhamento adequado. Durante a sutura evidenciou-se que o ferimento alcançava
o osso frontal. A INDICAÇÃO DE OBSERVAÇÃO CLÍNICA E/OU TOMOGRAFIA
COMPUTADORIZADADE CRÂNIO É DEVIDOA(O):
A- Idade do paciente
B- Profundidade do ferimento.
C- Tabagismo.
D- Hipotireoidismo.
Cai na Prova
Complicações TCE
Lesão
Primária
Fratura
Lesão do
parênquima
Contusão
Lesão axonal
difusa
Sangramento
extra-axial
Hematoma
subdural
Hematoma
epidural
Hemorragia
subaracnóidea
Secundária
Isquemia
secundária(tardia)
(fonte: Shutterstock).
Fratura da base do
crânio
Contusão cerebral (Sangramento
intraparenquimatoso)
LESÃO DIRETA
DO
PARÊNQUIMA
PODE OCORRER
HEMORRAGIA
INTRAVENTRICUL
AR
(fonte: Shutterstock).
PODE SER À
CONTRAGOLPE
Hemorragia Subaracnóidea
SANGUE ENTRE
SUBARACNÓIDE
E CÉREBRO
SEGUE O
TRAJETO DO
ESPAÇO
SUBARACNÓID
EO
(fonte: Shutterstock).
Hematoma Epidural
LESÃO DA
ARTÉRIA
MENÍNGEA
MÉDIA
ASPECTO
BICONVEXO
(fonte: Shutterstock).
COMO SE
FOSSE UM
LIMÃO
SANGUE ENTRE
O OSSO E A
DURA-MÁTER
COM
INTERVALO
LÚCIDO
MAIS COMUM
NO TRAUMA
“TEMPORAL”
(fonte: Shutterstock).
Fratura da base do
crânio
Intra-axiais
Lesão axonal difusa
Quadro clínico
Rebaixamento do NC
SEM INTERVALO LÚCIDO!
VS
TC de crânio INOCENTE!
(normal ou com poucas lesões
subcorticais)
* LAD também faz sintomas mais
sutis (provas não cobram)
Tratamento
expectante/
suporte
Prognóstico
reservado
Intra-axiais
Tratamento
expectante/
suporte
Prognóstico
reservado
Quadro clínico
Rebaixamento do NC
SEM INTERVALO
LÚCIDO!
TC de crânio INOCENTE!
(normal ou com poucas lesões
subcorticais)
Lesão axonal difusa
TC de crânio
Homem de 54 anos dá entrada na emergência consciente e orientado, após sofrer queda da própria
altura ao sair do bar, onde tinha ingerido grande quantidade de bebidas alcoólicas. Trazido pelo corpo
de bombeiros ao hospital, relatou que estava se sentindo bem, mas que não lembrava do que havia
acontecido. Duas horas após sua admissão, enquanto aguardava realização de exames, o paciente
perdeu a consciência. Na reavaliação, ECG = 6 e pupilas anisocóricas. Qual o provável diagnóstico e
a topografia anatômica da causa do rebaixamento de nível de consciência?
A- Paciente com provável hematoma intraparenquimatoso com herniação uncal / lesão de veias na
aracnoide.
B- Paciente com provável hematoma subdural com herniação uncal / lesão de artéria meníngea
média.
C- Paciente com provável hematoma extradural com herniação uncal / sangramento de artéria
meníngea média.
D- Paciente com provável hematoma subdural sem herniação uncal / sangramento de veias
subdurais.
E- Paciente com provável brain swelling sem herniação uncal / sangramento intracelular.
Cai na Prova
Sobre os hematomas cerebrais traumáticos, assinale a alternativa com a associação
correta entre as imagens e os prováveis diagnósticos.
A- 1: Subdural / 2: Epidural / 3: Intraparenquimatoso / 4: Crônico
B- 1: Subaracnóideo / 2: Subdural agudo / 3: Crônico agudizado / 4: Epidural
C- 1: Epidural / 2: Subdural agudo / 3: Subaracnóideo / 4: Srônico
D- 1: Epidural / 2: Subdural agudo / 3: Intraparenquimatoso / 4: Crônico
Cai na Prova
NECESIDAD DE
OBSERVACION
HOSPITALAR
TCE moderado e
grave
TCE moderado e grave
Lesão intracraniana
primária
Lesão intracraniana
secundária
VS
Lesão direta: não tem
prevenção após o trauma
Lesão indireta: PODE SER
PREVENIDA!!!!
Lesões extra-axiais vs intra axiais
Extra-axiais Intra-axiais
Extra-axiais
Hematoma epidural Hematoma subdural
Hemorragia
subaracnoidea
Hemorragia
intraparenquimatosa
Extra-axiais
Hematoma epidural
Extra-axiais
Hematoma epidural
Trauma de forte energia
Formato de lente
Extra-axiais
Hematoma epidural
Hipertensão intracraniana
Extra-axiais
Hematoma epidural
Hipertensão intracraniana
Quadro clínico
Intervalo lúcido!!!
Tríade da HIC
Cefaleia
Vômito
Papiledema
RNC
Convulsão
Déficit focal
Herniações
TC de crânio
Extra-axiais
Hematoma epidural
lEnte
HED
Extra-axiais
Hematoma epidural Hematoma subdural
Hemorragia
subaracnoidea
Hemorragia
intraparenquimatosa
Extra-axiais
Hematoma subdural
Extra-axiais
Hematoma subdural
Evolução aguda (2d) Evolução crônica
Evolução em semanas
Lembra HED
Evolução em dias
Progressivo
Sintomas
Cefaleia Convulsão
Déficits
focais
Compr.
cognitivo
Mais comum do que HED!
Predomínio em idosos
Extra-axiais
Hematoma subdural
Evolução aguda (2d) Evolução crônica
Evolução em semanas
Lembra HED
Evolução em dias
Progressivo
Sintomas
Cefaleia Convulsão
Déficits
focais
Compr.
cognitivo
Mais comum do que HED!
Predomínio em idosos
Extra-axiais
Hematoma subdural
Evolução aguda (2d) Evolução crônica
Evolução em semanas
Lembra HED
Evolução em dias
Progressivo
Sintomas
Cefaleia Convulsão
Déficits
focais
Compr.
cognitivo
Mais comum do que HED!
Predomínio em idosos
TC de crânio
Extra-axiais
Hematoma subdural
HSD Agudo HSD Crônico
creScente
HSD
Extra-axiais
Hematoma epidural Hematoma subdural
VS
Hematoma epidural Hematoma subdural
VS
Hematoma epidural Hematoma subdural
VS
Craniotomia + drenagem de urgência
Tratamento
Agudo Crônico
Drenagem eletiva
ou expectante
Hemorragia
subaracnoidea
Hemorragia
intraparenquimatosa
Extra-axiais
Hematoma epidural Hematoma subdural
Extra-axiais
• Hemorragia subaracnoidea
• TC de crânio
• Hiperdens. sulcos
e cisternas
• Clínico
• Cefaleia, irritação
meníngea
• Menos grave que
HSA espontânea
• Tratamento
• Monitorização de
vasoespasmo
• Nimodipino
Hemorragia intraparenquimatosa
TC de crânio
•
•
•
• Hiperdens. nos
ventrículos
Clínico
• Hipertensão
intracraniana
Hidrocefalia
obstrutiva
Tratamento
Suporte
DVE se
hidrocefalia não
comunicante
Extra-axiais
• Hemorragia subaracnoidea
• TC de crânio
• Hiperdens. sulcos
e cisternas
• Lineas de
fracturas o
contusion
cerebral
adyacentes
• Clínico
• Cefaleia, irritação
meníngea
• Menos grave que
HSA espontânea
• Tratamento
• Monitorização de
vasoespasmo
• Nimodipino
Hemorragia intraparenquimatosa
TC de crânio
•
•
•
• Hiperdens. nos
ventrículos
Clínico
• Hipertensão
intracraniana
Hidrocefalia
obstrutiva
Tratamento
Suporte
DVE se
hidrocefalia não
comunicante
Extra-axiais
• Hemorragia subaracnoidea
• TC de crânio
• Hiperdens. sulcos
e cisternas
• Clínico
• Cefaleia, irritação
meníngea
• Menos grave que
HSA espontânea
• Tratamento
• Monitorização de
vasoespasmo
• Nimodipino
Hemorragia intraparenquimatosa
TC de crânio
•
•
•
• Hiperdens. nos
ventrículos
Clínico
• Hipertensão
intracraniana
Hidrocefalia
obstrutiva
Tratamento
Suporte
DVE se
hidrocefalia não
comunicante
Lesões extra-axiais vs intra axiais
Extra-axiais Intra-axiais
Intra-axiais
Lesão axonal difusa
Contusão/hemorragia
intraparenquimatosa
Intra-axiais
Contusão/hemorragia
intraparenquimatosa
Intra-axiais
Contusão/hemorragia
intraparenquimatosa
TC de crânio
Regiões frotais e
temporais anteriores:
golpe
Parietais e occipitais:
contragolpe
Hipodensidades (lesão)
E/OU
Hiperdensidades (HIP)
Intra-axiais
Contusão/hemorragia
intraparenquimatosa
TC de crânio
Regiões frotais e
temporais anteriores:
golpe
Parietais e occipitais:
contragolpe
Hipodensidades (lesão)
E/OU
Hiperdensidades (HIP)
Conduta
Observação!
*exceto se grande
sangramento com
efeito massa
ou
HIP cerebelar
extenso
Intra-axiais
Lesão axonal difusa
Contusão/hemorragia
intraparenquimatosa
Intra-axiais
Lesão axonal difusa
Fraturas cranianas
Fraturas cranianas
Poucas repercussões
Fraturas cranianas
Fratura linear
Risco de HED
Risco de HED e
infecção
Risco de hemorragia
em fossa posterior
Fratura com
afundamento
Fratura
exposta
Fratura de base
de crânio
ATENÇÃO!!! MANTER EM VIGILÂNCIA!
Fraturas cranianas Fratura de base
de crânio
Otoliquorreia ou
rinoliquorreia
Manejo do paciente com
TCE
Avaliação inicial do paciente com TCE
Tratamento intensivo do TCE grave
(hipertensão intracraniana!)
Tratamento cirúrgico é
prioridade, quando
indicado!
Fluxograma de abordagem no TCE grave
TCE grave
IOT
Sedação
Temp esofágica < 38°
PAM > 100 mmHg
PaCO2 35-45 mmHg
SpO 2 ≥ 94%
Cabeceira >30 °
No TCE grave:
Fenitoína
profilática
Neuroproteção
Cirurgia?
Monitorização de
PIC com cateter
intraventricular?
TC de crânio
PAM= PAS+(2*PAD)/3
Fluxograma de abordagem no TCE grave
TCE grave
IOT
Sedação
Temp esofágica < 38°
PAM > 100 mmHg
PaCO2 35-45 mmHg
SpO 2 ≥ 94%
Cabeceira >30 °
No TCE grave:
Fenitoína
profilática
Neuroproteção
Cirurgia?
Monitorização de
PIC com cateter
intraventricular?
TC de crânio
“Descompensação”
da HIC ?
✔ Tríade de Cushing
✔ Herniação cerebral
✔ Postura motora anormal
Tratamento intensivo do TCE grave
(hipertensão intracraniana!)
Doutrina Monro-Kellie
Doutrina Monro-Kellie
70 ml
70 ml
FASE
COMPENSA
DA
Doutrina Monro-
Kellie
ISQUEMIA
Doutrina Monro-
Kellie
HERNIAÇÃO
Descompensação da HIC
Tríade de Cushing Herniação cerebral
• Rebaixamento súbito
• Anisocoria
• Déficit motor
• Irregularidade do ritmo
respiratório
• Bradicardia
• Hipertensão arterial
(fonte: Shutterstock).
• Anisocoria
• Hemiplegia contralateral
• Rebaixamento do nível de consciência
Drenar LCR
1°Solução hipertônica
2° hiperventilação transitória
“Descompensação”
da HIC ?
Com cateter
Sem cateter
Coma barbitúrico
Craniectomia descompressiva
Hipotermia terapêutica
✔ Tríade de Cushing
✔ Herniação cerebral
✔ Postura motora anormal
MEDIDAS
HEROICAS
Tratamento intensivo do TCE grave
(hipertensão intracraniana!)
Tratamento cirúrgico é
prioridade, quando
indicado!
Um menino de cinco anos de idade foi atropelado e sofreu traumatismo cranioencefálico
(TCE) grave. Chegou ao pronto-socorro inconsciente e com escala de coma de Glasgow
igual a 7. Foi realizada intubação orotraqueal e tomografia de crânio, que revelou edema
cerebral e ausência de hematomas, sem sinais de herniação cerebral. Com base nesse
caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a conduta inicial mais adequada.
A- sedação e analgesia, sem utilizar Ketamina, que é contraindicada por elevar a
pressão intracraniana
B- hiperventilação com PaCO₂ < 30 mmHg
C- infusão de solução salina hipertônica a 20%, em bólus de 0,5 mL/kg
D- manter normotermia com temperatura central menor que 38 °C
E- manter pressão intracraniana abaixo de 5 mmHg
Cai na Prova
Paciente adulto jovem foi trazido ao setor de urgência duas horas após ter sido vítima de
colisão moto versus carro. Ao exame: pressão arterial de 80 x 40 mmHg; frequência
cardíaca de 110 bpm; frequência respiratória de 20 irpm. Escala de coma de Glasgow de
6, pupilas isocóricas, sem sinais localizatórios. Após intubação orotraqueal, foi realizada
tomografia computadorizada de crânio que mostrava ventrículos e cisternas diminuídos,
hemorragia subaracnóidea traumática e ausência de hematomas intracranianos.
Enquanto aguarda transferência para serviço terciário com equipe de neurocirurgia, qual
a conduta mais adequada a ser tomada?
A- Administração de solução salina 3%.
B- Hiperventilação.
C- Sedação profunda com tiopental.
D-Administração de manitol 20%.
Cai na Prova
Mulher de 62 anos vítima de traumatismo crânio-encefálico por queda há cerca de uma
hora, foi intubada na cena do trauma. À chegada no pronto-socorro, encontra-se com
Glasgow de 8T e apresenta anisocoria com pupila esquerda midriática. Realizada
tomografia computadorizada de crânio (vide figura). Além de elevação da cabeceira a 30
graus, qual a medida clínica mais adequada a ser tomada antes do tratamento cirúrgico
definitivo?
A- Hiperventilação.
B- Administração de solução hiperosmolar.
C- Hipotermia controlada.
D- Corticoterapia com dexametasona.
Cai na Prova
Cai na Prova
Homem, 28 anos de idade, é levado à emergência com grave trauma craniano, após
queda de cinco metros de altura. Foi intubado pelo serviço de atendimento pré-
hospitalar, devido ao rebaixamento do nível de consciência. Apresenta-se taquicárdico,
hipotenso e com sinais evidentes de fratura de crânio, sendo que a pupila direita está
dilatada. Qual das seguintes medidas deve ser realizada imediatamente no sentido de
reduzir a pressão intracraniana?
A- Elevação da cabeceira do leito.
B- Infusão de manitol.
C- Infusão de dexametasona.
D- Hiperventilação.
TCE em crianças
TCE em crianças
Indicação de TC de
crânio em crianças
Síndrome do bebê
sacudido
TCE em crianças Indicação de TC de
crânio em crianças
<
<
Cai na Prova
Menina, 1 ano e 7 meses de idade, previamente hígida, deu entrada no pronto atendimento
pois há cerca de uma hora estava correndo quando colidiu contra a lateral da mesa de
jantar. Apresentou choro intenso seguido de um episódio de vômito. Nega perda de
consciência. Quando questionada sobre dor, a menor aponta para a testa e chora. Ao
exame clínico, criança em bom estado geral, corada, hidratada, chorosa. FC: 110 bpm, PA:
96/50 mmHg, FR: 25 irpm. Movimenta os quatro membros normalmente. Região frontal
conforme imagem abaixo.
Frente ao quadro apresentado, qual é a conduta?
A- Realizar de tomografia de crânio sem contraste com sedação.
B- Administrar anti-emético e manter observação hospitalar por 6 horas.
C- Liberar a criança com analgesia e orientações sobre sinais de alarme.
D- Aplicar compressa fria local e solicitar radiografia de crânio duas incidências.
TCE em crianças Síndrome do bebê
sacudido
História clínica
• Bebê apático, irritável, letárgico
• História mal contada/ não compatível
com gravidade
• Pode ou não haver sinais externos de
agessão
TCE em crianças Síndrome do bebê
sacudido
História clínica
• Bebê apático, irritável,
letárgico
• História mal contada/
não compatível com
gravidade
• Pode ou não haver
sinais externos de
agessão
GRACIAS

TEC MODIFICADO 2024 5º año.pptx RESUME

  • 2.
    TCE •Definição e classificação •Indicaçõesde TC de crânio •Complicações hemorrágicas •Manejo da hipertensão intracraniana •TCE em crianças
  • 3.
    Definição e classificação “Alteraçãoda função cerebral causada por um estímulo externo”.
  • 4.
    - CAIDAS (ancianos) -ACCIDENTES AUTOMOVILISTICOS ( jóvenes)
  • 5.
  • 6.
    Escala de comade Glasgow 4. Espontânea 3. À voz 2. À dor 1. Nenhuma Abertura ocular 5. Orientado 4. Confuso 3. Palavras inapropriados 2. Sons incompreensíveis 1. Nenhuma Resposta verbal 6. Obedece comandos 5. Localiza dor 4. Retirada inespecífica 3. Flexão anormal 2. Extensão anormal 1. Nenhuma Resposta motora Sem descontos Perde 2 pontos Perde 1 ponto Escala Glasgow-P
  • 7.
    Escalas de avaliacaodo nivel da conscienciade
  • 8.
    Escala de Comade Glasgow
  • 9.
    Escala de Comade Glasgow A pontuação máxima ECG será 11 para pacientes intubados.
  • 10.
    Escala de Comade Glasgow
  • 11.
    Escala de Comade Glasgow com Pupilas
  • 12.
    Pontuação Escala de comade Glasgow Escala de coma de Glasgow - P 3 A 15 1 A 15 Melhor sensibilidade na definição de mau prognóstico
  • 13.
    Por definição, TraumaCranioencefálico (TCE) é qualquer agressão que acarrete como resultado lesão anatômica ou comprometimento de couro cabeludo, crânio, meninges ou encéfalo. Constitui a principal causa de morte e sequelas na faixa etária pediátrica. Sobre essa temática, assinale a alternativa INCORRETA: A- A grande maioria dos Traumatismos Cranioencefálicos (TCE) na faixa pediátrica são leves (85%) B- A escala de coma de Glasgow abaixo de 3 indica TCE gravíssimo. C- A presença de TCE + cefaleia, confusão, sonolência ou rebaixamento de consciência leva a pensar em hipertensão intracraniana. D- O Glasgow menor ou igual a 8 indica trauma grave. Cai na Prova
  • 14.
  • 16.
    Diagnóstico clínico! Concussão disfunção cerebralaguda causada por TCE Confusão mental Amnésia lacunar Rebaixamento de NC Cefaleia Tontura Desequilíbrio Desequilíbrio C/S perdida transitoria de la conciencia
  • 17.
    TCE grave TCE moderado Indicaçãode Neuroimagem no TCE TCE leve Sempr e Sempr e ?
  • 18.
    Indicação de Neuroimagemno TCE Glasgow < 15 após 2 horas Suspeita de fratura aberta de crânio (afundamento) Sinais de fratura de base de crânio Ao menos 2 episódios de vômitos Idade > 65 anos Amnésia anterógrada > 30 min Mecanismo de alto impacto (queda > 1m, atropelamento, ejeção de veículo) Uso de anticoagulantes Déficit neurológico focal Crise epiléptica
  • 19.
    Critérios de gravidade CANADIANCT SCORE RULE Está dentro do mnemônico!
  • 20.
    Homem, 68a, temqueda da própria altura, sofrendo ferimento corto-contuso em região do supercílio direito. Nega perda de consciência, amnésia lacunar e ingesta de bebida alcoólica prévia. Antecedente pessoal: tabagista 45 maços-ano e hipotireoidismo, sem acompanhamento adequado. Durante a sutura evidenciou-se que o ferimento alcançava o osso frontal. A INDICAÇÃO DE OBSERVAÇÃO CLÍNICA E/OU TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADADE CRÂNIO É DEVIDOA(O): A- Idade do paciente B- Profundidade do ferimento. C- Tabagismo. D- Hipotireoidismo. Cai na Prova
  • 21.
    Complicações TCE Lesão Primária Fratura Lesão do parênquima Contusão Lesãoaxonal difusa Sangramento extra-axial Hematoma subdural Hematoma epidural Hemorragia subaracnóidea Secundária Isquemia secundária(tardia)
  • 22.
  • 23.
    Contusão cerebral (Sangramento intraparenquimatoso) LESÃODIRETA DO PARÊNQUIMA PODE OCORRER HEMORRAGIA INTRAVENTRICUL AR (fonte: Shutterstock). PODE SER À CONTRAGOLPE
  • 24.
    Hemorragia Subaracnóidea SANGUE ENTRE SUBARACNÓIDE ECÉREBRO SEGUE O TRAJETO DO ESPAÇO SUBARACNÓID EO (fonte: Shutterstock).
  • 25.
    Hematoma Epidural LESÃO DA ARTÉRIA MENÍNGEA MÉDIA ASPECTO BICONVEXO (fonte:Shutterstock). COMO SE FOSSE UM LIMÃO SANGUE ENTRE O OSSO E A DURA-MÁTER COM INTERVALO LÚCIDO MAIS COMUM NO TRAUMA “TEMPORAL”
  • 26.
  • 27.
    Intra-axiais Lesão axonal difusa Quadroclínico Rebaixamento do NC SEM INTERVALO LÚCIDO! VS TC de crânio INOCENTE! (normal ou com poucas lesões subcorticais) * LAD também faz sintomas mais sutis (provas não cobram) Tratamento expectante/ suporte Prognóstico reservado
  • 28.
    Intra-axiais Tratamento expectante/ suporte Prognóstico reservado Quadro clínico Rebaixamento doNC SEM INTERVALO LÚCIDO! TC de crânio INOCENTE! (normal ou com poucas lesões subcorticais) Lesão axonal difusa TC de crânio
  • 29.
    Homem de 54anos dá entrada na emergência consciente e orientado, após sofrer queda da própria altura ao sair do bar, onde tinha ingerido grande quantidade de bebidas alcoólicas. Trazido pelo corpo de bombeiros ao hospital, relatou que estava se sentindo bem, mas que não lembrava do que havia acontecido. Duas horas após sua admissão, enquanto aguardava realização de exames, o paciente perdeu a consciência. Na reavaliação, ECG = 6 e pupilas anisocóricas. Qual o provável diagnóstico e a topografia anatômica da causa do rebaixamento de nível de consciência? A- Paciente com provável hematoma intraparenquimatoso com herniação uncal / lesão de veias na aracnoide. B- Paciente com provável hematoma subdural com herniação uncal / lesão de artéria meníngea média. C- Paciente com provável hematoma extradural com herniação uncal / sangramento de artéria meníngea média. D- Paciente com provável hematoma subdural sem herniação uncal / sangramento de veias subdurais. E- Paciente com provável brain swelling sem herniação uncal / sangramento intracelular. Cai na Prova
  • 30.
    Sobre os hematomascerebrais traumáticos, assinale a alternativa com a associação correta entre as imagens e os prováveis diagnósticos. A- 1: Subdural / 2: Epidural / 3: Intraparenquimatoso / 4: Crônico B- 1: Subaracnóideo / 2: Subdural agudo / 3: Crônico agudizado / 4: Epidural C- 1: Epidural / 2: Subdural agudo / 3: Subaracnóideo / 4: Srônico D- 1: Epidural / 2: Subdural agudo / 3: Intraparenquimatoso / 4: Crônico Cai na Prova
  • 31.
  • 32.
  • 33.
    TCE moderado egrave Lesão intracraniana primária Lesão intracraniana secundária VS Lesão direta: não tem prevenção após o trauma Lesão indireta: PODE SER PREVENIDA!!!!
  • 34.
    Lesões extra-axiais vsintra axiais Extra-axiais Intra-axiais
  • 35.
    Extra-axiais Hematoma epidural Hematomasubdural Hemorragia subaracnoidea Hemorragia intraparenquimatosa
  • 36.
  • 37.
    Extra-axiais Hematoma epidural Trauma deforte energia Formato de lente
  • 38.
  • 39.
    Extra-axiais Hematoma epidural Hipertensão intracraniana Quadroclínico Intervalo lúcido!!! Tríade da HIC Cefaleia Vômito Papiledema RNC Convulsão Déficit focal Herniações
  • 40.
  • 41.
    Extra-axiais Hematoma epidural Hematomasubdural Hemorragia subaracnoidea Hemorragia intraparenquimatosa
  • 42.
  • 43.
    Extra-axiais Hematoma subdural Evolução aguda(2d) Evolução crônica Evolução em semanas Lembra HED Evolução em dias Progressivo Sintomas Cefaleia Convulsão Déficits focais Compr. cognitivo Mais comum do que HED! Predomínio em idosos
  • 44.
    Extra-axiais Hematoma subdural Evolução aguda(2d) Evolução crônica Evolução em semanas Lembra HED Evolução em dias Progressivo Sintomas Cefaleia Convulsão Déficits focais Compr. cognitivo Mais comum do que HED! Predomínio em idosos
  • 45.
    Extra-axiais Hematoma subdural Evolução aguda(2d) Evolução crônica Evolução em semanas Lembra HED Evolução em dias Progressivo Sintomas Cefaleia Convulsão Déficits focais Compr. cognitivo Mais comum do que HED! Predomínio em idosos
  • 46.
    TC de crânio Extra-axiais Hematomasubdural HSD Agudo HSD Crônico creScente HSD
  • 47.
  • 48.
  • 49.
    Hematoma epidural Hematomasubdural VS Craniotomia + drenagem de urgência Tratamento Agudo Crônico Drenagem eletiva ou expectante
  • 50.
  • 51.
    Extra-axiais • Hemorragia subaracnoidea •TC de crânio • Hiperdens. sulcos e cisternas • Clínico • Cefaleia, irritação meníngea • Menos grave que HSA espontânea • Tratamento • Monitorização de vasoespasmo • Nimodipino Hemorragia intraparenquimatosa TC de crânio • • • • Hiperdens. nos ventrículos Clínico • Hipertensão intracraniana Hidrocefalia obstrutiva Tratamento Suporte DVE se hidrocefalia não comunicante
  • 52.
    Extra-axiais • Hemorragia subaracnoidea •TC de crânio • Hiperdens. sulcos e cisternas • Lineas de fracturas o contusion cerebral adyacentes • Clínico • Cefaleia, irritação meníngea • Menos grave que HSA espontânea • Tratamento • Monitorização de vasoespasmo • Nimodipino Hemorragia intraparenquimatosa TC de crânio • • • • Hiperdens. nos ventrículos Clínico • Hipertensão intracraniana Hidrocefalia obstrutiva Tratamento Suporte DVE se hidrocefalia não comunicante
  • 53.
    Extra-axiais • Hemorragia subaracnoidea •TC de crânio • Hiperdens. sulcos e cisternas • Clínico • Cefaleia, irritação meníngea • Menos grave que HSA espontânea • Tratamento • Monitorização de vasoespasmo • Nimodipino Hemorragia intraparenquimatosa TC de crânio • • • • Hiperdens. nos ventrículos Clínico • Hipertensão intracraniana Hidrocefalia obstrutiva Tratamento Suporte DVE se hidrocefalia não comunicante
  • 54.
    Lesões extra-axiais vsintra axiais Extra-axiais Intra-axiais
  • 55.
  • 56.
  • 57.
    Intra-axiais Contusão/hemorragia intraparenquimatosa TC de crânio Regiõesfrotais e temporais anteriores: golpe Parietais e occipitais: contragolpe Hipodensidades (lesão) E/OU Hiperdensidades (HIP)
  • 58.
    Intra-axiais Contusão/hemorragia intraparenquimatosa TC de crânio Regiõesfrotais e temporais anteriores: golpe Parietais e occipitais: contragolpe Hipodensidades (lesão) E/OU Hiperdensidades (HIP) Conduta Observação! *exceto se grande sangramento com efeito massa ou HIP cerebelar extenso
  • 59.
  • 60.
  • 61.
  • 62.
  • 63.
    Poucas repercussões Fraturas cranianas Fraturalinear Risco de HED Risco de HED e infecção Risco de hemorragia em fossa posterior Fratura com afundamento Fratura exposta Fratura de base de crânio ATENÇÃO!!! MANTER EM VIGILÂNCIA!
  • 64.
    Fraturas cranianas Fraturade base de crânio Otoliquorreia ou rinoliquorreia
  • 65.
  • 66.
    Avaliação inicial dopaciente com TCE
  • 67.
    Tratamento intensivo doTCE grave (hipertensão intracraniana!) Tratamento cirúrgico é prioridade, quando indicado!
  • 68.
    Fluxograma de abordagemno TCE grave TCE grave IOT Sedação Temp esofágica < 38° PAM > 100 mmHg PaCO2 35-45 mmHg SpO 2 ≥ 94% Cabeceira >30 ° No TCE grave: Fenitoína profilática Neuroproteção Cirurgia? Monitorização de PIC com cateter intraventricular? TC de crânio PAM= PAS+(2*PAD)/3
  • 69.
    Fluxograma de abordagemno TCE grave TCE grave IOT Sedação Temp esofágica < 38° PAM > 100 mmHg PaCO2 35-45 mmHg SpO 2 ≥ 94% Cabeceira >30 ° No TCE grave: Fenitoína profilática Neuroproteção Cirurgia? Monitorização de PIC com cateter intraventricular? TC de crânio
  • 70.
    “Descompensação” da HIC ? ✔Tríade de Cushing ✔ Herniação cerebral ✔ Postura motora anormal
  • 71.
    Tratamento intensivo doTCE grave (hipertensão intracraniana!)
  • 72.
  • 73.
    Doutrina Monro-Kellie 70 ml 70ml FASE COMPENSA DA
  • 74.
  • 75.
  • 76.
    Descompensação da HIC Tríadede Cushing Herniação cerebral • Rebaixamento súbito • Anisocoria • Déficit motor • Irregularidade do ritmo respiratório • Bradicardia • Hipertensão arterial
  • 77.
    (fonte: Shutterstock). • Anisocoria •Hemiplegia contralateral • Rebaixamento do nível de consciência
  • 78.
    Drenar LCR 1°Solução hipertônica 2°hiperventilação transitória “Descompensação” da HIC ? Com cateter Sem cateter Coma barbitúrico Craniectomia descompressiva Hipotermia terapêutica ✔ Tríade de Cushing ✔ Herniação cerebral ✔ Postura motora anormal MEDIDAS HEROICAS
  • 79.
    Tratamento intensivo doTCE grave (hipertensão intracraniana!) Tratamento cirúrgico é prioridade, quando indicado!
  • 80.
    Um menino decinco anos de idade foi atropelado e sofreu traumatismo cranioencefálico (TCE) grave. Chegou ao pronto-socorro inconsciente e com escala de coma de Glasgow igual a 7. Foi realizada intubação orotraqueal e tomografia de crânio, que revelou edema cerebral e ausência de hematomas, sem sinais de herniação cerebral. Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a conduta inicial mais adequada. A- sedação e analgesia, sem utilizar Ketamina, que é contraindicada por elevar a pressão intracraniana B- hiperventilação com PaCO₂ < 30 mmHg C- infusão de solução salina hipertônica a 20%, em bólus de 0,5 mL/kg D- manter normotermia com temperatura central menor que 38 °C E- manter pressão intracraniana abaixo de 5 mmHg Cai na Prova
  • 81.
    Paciente adulto jovemfoi trazido ao setor de urgência duas horas após ter sido vítima de colisão moto versus carro. Ao exame: pressão arterial de 80 x 40 mmHg; frequência cardíaca de 110 bpm; frequência respiratória de 20 irpm. Escala de coma de Glasgow de 6, pupilas isocóricas, sem sinais localizatórios. Após intubação orotraqueal, foi realizada tomografia computadorizada de crânio que mostrava ventrículos e cisternas diminuídos, hemorragia subaracnóidea traumática e ausência de hematomas intracranianos. Enquanto aguarda transferência para serviço terciário com equipe de neurocirurgia, qual a conduta mais adequada a ser tomada? A- Administração de solução salina 3%. B- Hiperventilação. C- Sedação profunda com tiopental. D-Administração de manitol 20%. Cai na Prova
  • 82.
    Mulher de 62anos vítima de traumatismo crânio-encefálico por queda há cerca de uma hora, foi intubada na cena do trauma. À chegada no pronto-socorro, encontra-se com Glasgow de 8T e apresenta anisocoria com pupila esquerda midriática. Realizada tomografia computadorizada de crânio (vide figura). Além de elevação da cabeceira a 30 graus, qual a medida clínica mais adequada a ser tomada antes do tratamento cirúrgico definitivo? A- Hiperventilação. B- Administração de solução hiperosmolar. C- Hipotermia controlada. D- Corticoterapia com dexametasona. Cai na Prova
  • 83.
    Cai na Prova Homem,28 anos de idade, é levado à emergência com grave trauma craniano, após queda de cinco metros de altura. Foi intubado pelo serviço de atendimento pré- hospitalar, devido ao rebaixamento do nível de consciência. Apresenta-se taquicárdico, hipotenso e com sinais evidentes de fratura de crânio, sendo que a pupila direita está dilatada. Qual das seguintes medidas deve ser realizada imediatamente no sentido de reduzir a pressão intracraniana? A- Elevação da cabeceira do leito. B- Infusão de manitol. C- Infusão de dexametasona. D- Hiperventilação.
  • 88.
  • 89.
    TCE em crianças Indicaçãode TC de crânio em crianças Síndrome do bebê sacudido
  • 90.
    TCE em criançasIndicação de TC de crânio em crianças < <
  • 91.
    Cai na Prova Menina,1 ano e 7 meses de idade, previamente hígida, deu entrada no pronto atendimento pois há cerca de uma hora estava correndo quando colidiu contra a lateral da mesa de jantar. Apresentou choro intenso seguido de um episódio de vômito. Nega perda de consciência. Quando questionada sobre dor, a menor aponta para a testa e chora. Ao exame clínico, criança em bom estado geral, corada, hidratada, chorosa. FC: 110 bpm, PA: 96/50 mmHg, FR: 25 irpm. Movimenta os quatro membros normalmente. Região frontal conforme imagem abaixo. Frente ao quadro apresentado, qual é a conduta? A- Realizar de tomografia de crânio sem contraste com sedação. B- Administrar anti-emético e manter observação hospitalar por 6 horas. C- Liberar a criança com analgesia e orientações sobre sinais de alarme. D- Aplicar compressa fria local e solicitar radiografia de crânio duas incidências.
  • 92.
    TCE em criançasSíndrome do bebê sacudido História clínica • Bebê apático, irritável, letárgico • História mal contada/ não compatível com gravidade • Pode ou não haver sinais externos de agessão
  • 93.
    TCE em criançasSíndrome do bebê sacudido História clínica • Bebê apático, irritável, letárgico • História mal contada/ não compatível com gravidade • Pode ou não haver sinais externos de agessão
  • 94.

Notas do Editor

  • #24 -
  • #30 - Alcohol tb es indicación de TC
  • #39 el sangrado ocurre entre duas estruturas muito rígidas e fortemente aderidas