Projeto de Estudo do Potencial Hídrico da Região Oeste da Bahia:
Quantificação e Monitoramento da Disponibilidade dos Recursos do
Aquífero Urucuia no Estado da Bahia.
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de
Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e
Estimativa de Recursos Explotáveis.
Coordenação:
Eduardo Antônio Marques (UFV)
Gerson C. da Silva Jr. (UFRJ)
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
o Coordenação:
o Eduardo Marques
o Gerson Cardoso da Silva Jr.
o Pesquisadores:
o Geól. Glauco Eger
o Geól. Archange Ilambwetsi
o Estagiários:
o Jeniffer Chiappini da Matta
o Jales Nepomuceno Júnior
Equipe técnica:
o Levantamento de dados existentes sobre o SAU;
o Criação e digitalização dos dados obtidos em banco de dados SIG em ambiente
do software ArcGis (mapeamento geológico, dados hidroquímicos;
o Campanhas de campo para levantamento de informações e cadastro de poços;
o Elaboração do modelo hidrogeológico conceitual;
o Elaboração do modelo hidrogeológico numérico através do software Visual
MODFLOW.
Etapas de Elaboração:
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Objetivos:
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
o Modelo hidrogeológico conceitual (elementos):
o Estimativa da recarga
o Avaliação da Interação água superficial / subterrânea
o Simulações com a ferramenta Visual MODFLOW:
o previsão de comportamento futuro, teste de hipóteses conceituais e subsídio ao
gerenciamento do aquífero
o Simulações de cenários com implantação de novos poços de bombeamento,
variações de vazão, etc.
o Um dos principais sistemas aquíferos do Brasil;
o Estende-se por 6 estados: Piauí, Maranhão, Tocantins,
Goiás, Minas Gerais e Bahia (foco do estudo);
o O SAU ocupa uma área de 126 mil km2;
o A área de estudo compreende a porção oeste do estado
baiano com aproximadamente 82 mil km2.
o Os contornos da área de estudo além de coincidirem
com os limites estaduais, são representados por feições
naturais, como: divisores de fluxo e rios.
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem
Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia:
Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Sistema Aquífero Urucuia (SAU): Área de Estudo
o Subdivisão de acordo com as principais bacias hidrográficas
do oeste baiano;
o Disponibilidade variável de informações geológicas e
hidrogeológicas (quantitativa e qualitativamente);
o Melhora na resolução/detalhamento das simulações;
o Grande discrepância na qualidade e quantidade de dados
disponíveis em cada sub-bacia.
Sistema Aquífero Urucuia (SAU): Área de Estudo
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem
Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia:
Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
o Levantamento de dados secundários
o Dados Hidrogeológicos do INEMA, CERB, ANA e CPRM (SIAGAS e
RIMAS);
o CPRM (Geologia);
o INPE (topodata - SRTM);
o ANA e INMET (dados pluviométricos).
Levantamento de dados existentes
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
o dados secundários (Exemplo: CPRM/SIAGAS)
Levantamento de dados existentes
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
o Levantamento de dados secundáriosSistema Aquífero Urucuia (SAU)
Com informações
de Nível d’água
Com informações de
Transmissividade
o Levantamento de dados secundários (Exemplo: INEMA, ANA/CNARH, RIMAS e CERB)
Levantamento de dados existentes
Poços de bombeamento
Poços de Monitoramento
no estado transiente Poços de bombeamento
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
o Levantamento de dados primários (campanhas de campo)
o Levantamento geológico;
o Cadastro de poços;
o Execução de testes de bombeamento
total de 10 testes + 5 testes (dados secundários)
Levantamento de dados existentes
o Levantamento de dados primários (campanhas de campo)
o Execução de testes de bombeamento
Gráfico de
rebaixamento x
Tempo do teste na
Faz. Grato.
Levantamento de dados existentes
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
o Geologia:
o Grupo Urucuia
o Fm. Posse
o Fm. Serra das Araras
Modelo Conceitual
o Geologia:
o Grupo Urucuia
o Fm. Serra das Araras
o Fm. Posse
Modelo Conceitual
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Conceitual: relação água subterrânea x água superficial
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Conceitual: dados para o Modelo Numérico
o O modelo conceitual da área aponta para:
o Sistema aquífero poroso; espessura do pacote sedimentar > 300 m prof.;
o Comportamento predominantemente livre;
o Fluxo subterrâneo predominante W-E, divisor subterrâneo próximo à escarpa W
o Quanto aos parâmetros hidráulicos:
o Transmissividades calculadas/estimadas do SAU até T = 3200 m2/dia;
o Condutividade hidráulica são da ordem de K =10-3 a 10-5 m/s;
o Capacidade específica média Qe = 52,4 m3/h/m;
o Vazões outorgadas: Q = 250 - 600m3/h principalmente para irrigação.
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
o Estimativa da recarga do aquífero, via balanço hídrico e comparação com recarga obtida
através do estudo do grupo do Prof. Marcos Costa. Ainda por realizar
o Avaliar os dados de recarga obtidos pelo estudo de infiltração
o Análise da interação Água Superficial – Água Subterrânea – realizada com base nos dados
obtidos pela equipe do Prof. Pruski e já considerados no modelo numérico.
o Atualização do Modelo Hidrogeológico Conceitual.
o Distribuição da condutividade hidráulica, coeficiente de armazenamento e recarga
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Conceitual: dados para o Modelo Numérico
Modelo Numérico (Matemático)
Para as simulações  SAU baiano subdividido em 4 bacias:
✓ Bacias do Rio Grande Alto e Rio Grande Médio,
✓ Bacia do Rio Corrente, e
✓ Bacia do Rio Carinhanha;
✓ Simulações iniciadas com o rio Corrente: homogeneidade, disponibilidade de informações  avaliação
de dificuldades e do comportamento geral do aquífero;
✓ Simulações:
✓ Estado estacionário para todas as bacias, e
✓ Estado transiente nas bacias do rio Grande Alto e rio Corrente, devido a disponibilidade de
informações de monitoramento.
Preparação dos dados para entrada no Visual MODFLOW
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Topografia do SAU
- Extraída de imagens SRTM (30 m x30 m)
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Preparação dos dados para entrada no Visual MODFLOW
Modelo Numérico (Matemático)
Definição da base do SAU:
- Informações divergentes quanto a profundidade
máxima do SAU (Gaspar, 2008; ANA, 2018 e
CPRM);
- Adotou-se como limite inferior máximo para o
modelo as maiores profundidades dos poços de
bombeamento na região.
Resultado da interpolação da base do
SAU (B. do Alto Grande).
Preparação dos dados para entrada no
Visual MODFLOW
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Numérico (Matemático)
Elaboração do modelo com base nas campanhas de campo e no levantamento de dados.
✓ Modelo Hidrogeológico Numérico (Visual MODFLOW);
✓ Modelagem numérica inicial: Estado Estacionário;
✓ Modelagem Numérica: Estado Transiente (quando houver dados disponíveis)
Premissas adotadas para a construção dos modelos:
✓ Aquífero livre, homogêneo (ocorrência de aquitardos – Gaspar, 2006);
✓ Drenagens superficiais conectadas ao aquífero;
✓ Limites do aquífero: limites “no flow” (tipo 2) (base e laterais) ou dreno; e
✓ MALHA: ~200.000 células ativas, duas ou três camadas (aquífero mais raso, ativamente
conectada aos rios; aquífero livre mais profundo).
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo conceitual  Numérico
Modelo Numérico (Matemático)
• Condições de contorno:
• River (azuis)
• No flow (vermelho)
• Recarga (distribuído em
cada bacia)
• Dreno (pontual)
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Hidrogeológico Conceitual  Numérico
o Distribuição da recarga: realizada com base nas estações pluviométricas do HIDROWEB/ANA.
o Modelo no estado estacionário:
o % recarga  17,3% do total precipitado sobre a área de estudo (princípio da parcimônia).
Recarga simulada correspondendo ao valor real da chuva mensal ponderada das estações da bacia
distribuída em sua área.
o Modelo transiente:
o Realizado com o intervalo de tempo entre 2008 e 2017;
o Calibração: dados da Rede RIMAS – CPRM (bacia do rio Corrente):
o Bacia do Carinhanha: 11 poços de monitoramento (desde 2015 até 2017)
o Bacia do Alto Grande: 38 poços de monitoramento (desde 2011 até 2017.
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Hidrogeológico Conceitual  Numérico
o Vazões de bombeamento: vazões diárias máximas de outorga (INEMA e ANA(CNARH)):
o Modelo no estado estacionário: vazões constantes;
o Modelo transiente: % de demanda sobre as vazões máximas de outorga, calculados com base
nos projetos agronômicos e cálculos fornecidos pela equipe da Ação 3 (Rec. Hídricos
superficiais).
o A distribuição dos parâmetros hidráulicos foi a mesma da simulação em estado estacionário.
Modelo Hidrogeológico Conceitual  Numérico
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
 Bacia do Alto Grande
Modelo Numérico: Visual MODFLOW
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Numérico
Visual MODFLOW
Domínio da Simulação da Bacia do
Alto Grande.
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Alto Grande
Distribuição dos poços de observação (A), poço de bombeamento (B) e condições de contorno
(C) na bacia do Alto Grande.
A B C
Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Alto Grande
Distribuição dos parâmetros hidráulicos.
Kx Layer1 Kx Layer2 Kx Layer3
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Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Alto Grande
Zonas de distribuição da Recarga.
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Numérico
Visual MODFLOW: Bacia do Alto
Grande
Cargas hidráulicas calculadas no estado
estacionário:
- variaram de 868m a 562.9 m
 utilizadas como cargas iniciais do
modelo transiente.
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Alto Grande
Simulação em estado transiente na bacia do Alto Grande.
Layer1 Layer2 Layer3
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Simulação em estado
transiente
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Alto Grande
Simulações transientes:
• RMS normalizado de aproximadamente 9,5% no
período de monitoramento temporal
• Residual absoluto máximo de -5,05m.
• Variação de RMS  necessidade de ajustes
hmodelado < hreal
• Ajustes em elaboração.
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Alto Grande
Modelo Numérico:
Visual MODFLOW
A análise do gráfico da série temporal aponta um bom ajuste a curva de calibração. Ressalta-se que o
mesmo indicativo de queda no nível potenciométrico apontado pelos dados de observação no campo é
detectado na simulação computacional
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Alto Grande
Modelo Numérico:
Visual MODFLOW
Bombeamento nas condições atuais: a vazão de uma pequena parcela dos poços instalados na região foi
computada e não é a principal “consumidor” das vazões do SAU.
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Alto Grande
Entradas (m3):
Recarga 8,72 x 1010
Rios 8,70 x 109
Saídas (m3):
Rios 9,41 x 1010
Poços de bombeamento 1,81 x 109
Modelo Numérico:
Visual MODFLOW
Simulação transiente: o armazenamento é o principal mantenedor do fluxo de base. Há variação da taxa de
recarga e de bombeamento ao longo do tempo, porém as vazões dos rios são mantidas constantes.
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Alto Grande
Entradas (m3):
Armazenamento 34,9 x 109
Recarga 3,28 x 109
Rios 6,17 x 109
Saídas (m3):
Rios 43,8 x 109
Poços de bombeamento 4,9 x 108
 Bacia do Médio Grande
Modelo Numérico: Visual MODFLOW
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
- Domínio da Simulação 3d
Limites
Modelo Numérico - Visual MODFLOW:
Bacia do Médio Grande
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
- Potenciometria
Modelo Numérico - Visual MODFLOW:
Bacia do Médio Grande
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
- Calibração
Modelo Numérico - Visual MODFLOW:
Bacia do Médio Grande
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
- Balanço de Massas
Modelo Numérico - Visual MODFLOW:
Bacia do Médio Grande
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Entradas (m3):
Recarga 2,97x 1010
Rios 2,49 x 1010
Saídas (m3):
Rios 5,46 x 1010
Poços de bombeamento 1,83 x 107
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Figura 1 – Desenho em 3D mostrando a posição da superfície potenciométrica (em verde) em relação à
superfície do terreno, na bacia do rio Corrente.
 Bacia do Corrente
Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Corrente
- Domínio da Simulação
Limites
Modelo Numérico - Visual MODFLOW:
Bacia do Corrente
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
- Poços de Observação e Bombeamento
Poços de
Observação
Poços de
Bombeamento
Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Corrente
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
- Distribuição dos parâmetros hidráulicos
Kx Layer1 Kx Layers2&3
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Corrente
- Distribuição das condições de contorno (Recarga e ‘River’
Recarga
Cond. contorno
Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Corrente
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Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
- Resultados
Modelo Numérico: V-MODFLOW
Bacia do Corrente
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modpath
- Calibração
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
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Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Corrente
- Calibração temporal
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Corrente
- Calibração temporal
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Corrente
- Balanço de Massas
Modelo Numérico - Visual MODFLOW:
Bacia do Corrente
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Entradas (m3):
Rios (drenança) 2,81 x 109
Recarga 5,67 x 109
Saídas (m3):
Rios (drenança) 8,25 x 109
Poços de bombeamento 1,22 x 108
Drenos 1,14 x 108
 Bacia do Carinhanha
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
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Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Carinhanha
 Domínio da simulação
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Carinhanha
 Domínio da simulação
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Carinhanha
 Poços de observação
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Carinhanha
 Poços de Bombeamento
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Carinhanha
 Condições de contorno
218,75
201,25
166,25
148,75
Recarga (mm/ano)
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Carinhanha
 Calibração
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Carinhanha
 Resultados - Potenciometria
(Simulação de Fluxo)
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Carinhanha
 Resultados:
 Balanço de Massas
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Carinhanha
Entradas (m3):
Recarga 17,9 x 109
Rios 2,08 x 109
Saídas (m3):
Rios 19,8 x 109
Poços de bombeamento 1.68 x 108
 Resultados:
 Balanço de Massas
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Carinhanha
Estado estacionário do Carinhanha: o maior volume de recarga ao aquífero provém da precipitação; o maior
consumidor, dentro das condições de contorno atuais, seria a descarga nos rios da bacia.
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Sistema Aquífero Urucuia (SAU): Detalhamentos
• As simulações podem fornecer, além de estimativas do
balanço de entradas e saídas de água subterrânea dos
aquíferos espacial e temporalmente, “insights” sobre o
comportamento do aquífero em outros aspectos como a
interferência entre poços, relação água superficial x
água subterrânea, etc.
ZoneBudget
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Sistema Aquífero Urucuia (SAU): Simulações preditivas
• Em realização: série de simulações de possíveis cenários futuros;
• As elaborações já realizadas (processamento de dados primários,
secundários e resultados das simulações  Hidroestratigrafia,
arquitetura - geometria, propriedades hidráulicas, fluxo e potenciometria,
recarga, interação água subterrânea / água superficial e poços de
bombeamento são a base para esse trabalho;
• Nas bacias do rio Carinhanha e Médio Grande esse trabalho será
dificultado pela escassez ou ausência de dados  sem dados para
calibração temporal.
Sistema Aquífero Urucuia (SAU): Simulações preditivas
0
100,000
200,000
300,000
400,000
500,000
600,000
700,000
1980
1985
1990
1995
2000
2005
2010
2015
2020
2025
2030
2035
2040
2045
2050
TotalAnnualPumping(ac.-ft./yr)
Exemplo: Bacia
Edwards-Trinity, EUA
Futuro: previsão
TaxadeBombeamentom3/ano
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
Conclusões
• Desenvolveu-se um modelo de diferenças finitas de três camadas em cada
uma das subbacias para o Sistema Aquífero Urucuia no Estado da Bahia;
• Os principais fluxos de água de entrada ao aquífero vem da recarga da
chuva e, em áreas restritas, perdas dos rios e irrigação, enquanto perdas
pelos canais fluviais são a principal saída do aquífero;
• O modelo calibrado tem um RMS normalizado inferior a 10% em cada uma
das subbacias, tanto no estado estacionário quanto no transiente, com
valor de RMSE variando entre 5 e 20 m aproximadamente;
• O modelo é bastante sensível a variações de condutividade hidráulica e à
recarga;
• Tendo-se obtido um erro médio quadrático aceitável nas simulações, em
seguida serão realizadas simulações preditivas em consonância com as
demais Ações do projeto e AIBA.
Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero
Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
69
Perguntas??
Eduardo Marques – emarques@ufv.br / (31) 3899-3096 / (31) 99890-2812
Gerson Cardoso da Silva Júnior – gerson@acd.ufrj.br / (21) 99746-6863
OBRIGADO!

Modelagem Aquifero Urucuia

  • 1.
    Projeto de Estudodo Potencial Hídrico da Região Oeste da Bahia: Quantificação e Monitoramento da Disponibilidade dos Recursos do Aquífero Urucuia no Estado da Bahia. Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Coordenação: Eduardo Antônio Marques (UFV) Gerson C. da Silva Jr. (UFRJ)
  • 2.
    Ação 2. EstudoHidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. o Coordenação: o Eduardo Marques o Gerson Cardoso da Silva Jr. o Pesquisadores: o Geól. Glauco Eger o Geól. Archange Ilambwetsi o Estagiários: o Jeniffer Chiappini da Matta o Jales Nepomuceno Júnior Equipe técnica:
  • 3.
    o Levantamento dedados existentes sobre o SAU; o Criação e digitalização dos dados obtidos em banco de dados SIG em ambiente do software ArcGis (mapeamento geológico, dados hidroquímicos; o Campanhas de campo para levantamento de informações e cadastro de poços; o Elaboração do modelo hidrogeológico conceitual; o Elaboração do modelo hidrogeológico numérico através do software Visual MODFLOW. Etapas de Elaboração: Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 4.
    Objetivos: Ação 2. EstudoHidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. o Modelo hidrogeológico conceitual (elementos): o Estimativa da recarga o Avaliação da Interação água superficial / subterrânea o Simulações com a ferramenta Visual MODFLOW: o previsão de comportamento futuro, teste de hipóteses conceituais e subsídio ao gerenciamento do aquífero o Simulações de cenários com implantação de novos poços de bombeamento, variações de vazão, etc.
  • 5.
    o Um dosprincipais sistemas aquíferos do Brasil; o Estende-se por 6 estados: Piauí, Maranhão, Tocantins, Goiás, Minas Gerais e Bahia (foco do estudo); o O SAU ocupa uma área de 126 mil km2; o A área de estudo compreende a porção oeste do estado baiano com aproximadamente 82 mil km2. o Os contornos da área de estudo além de coincidirem com os limites estaduais, são representados por feições naturais, como: divisores de fluxo e rios. Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Sistema Aquífero Urucuia (SAU): Área de Estudo
  • 6.
    o Subdivisão deacordo com as principais bacias hidrográficas do oeste baiano; o Disponibilidade variável de informações geológicas e hidrogeológicas (quantitativa e qualitativamente); o Melhora na resolução/detalhamento das simulações; o Grande discrepância na qualidade e quantidade de dados disponíveis em cada sub-bacia. Sistema Aquífero Urucuia (SAU): Área de Estudo Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 7.
    o Levantamento dedados secundários o Dados Hidrogeológicos do INEMA, CERB, ANA e CPRM (SIAGAS e RIMAS); o CPRM (Geologia); o INPE (topodata - SRTM); o ANA e INMET (dados pluviométricos). Levantamento de dados existentes Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 8.
    o dados secundários(Exemplo: CPRM/SIAGAS) Levantamento de dados existentes Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 9.
    Ação 2. EstudoHidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. o Levantamento de dados secundáriosSistema Aquífero Urucuia (SAU) Com informações de Nível d’água Com informações de Transmissividade
  • 10.
    o Levantamento dedados secundários (Exemplo: INEMA, ANA/CNARH, RIMAS e CERB) Levantamento de dados existentes Poços de bombeamento Poços de Monitoramento no estado transiente Poços de bombeamento Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 11.
    Ação 2. EstudoHidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. o Levantamento de dados primários (campanhas de campo) o Levantamento geológico; o Cadastro de poços; o Execução de testes de bombeamento total de 10 testes + 5 testes (dados secundários) Levantamento de dados existentes
  • 12.
    o Levantamento dedados primários (campanhas de campo) o Execução de testes de bombeamento Gráfico de rebaixamento x Tempo do teste na Faz. Grato. Levantamento de dados existentes Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 13.
    Ação 2. EstudoHidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. o Geologia: o Grupo Urucuia o Fm. Posse o Fm. Serra das Araras Modelo Conceitual
  • 14.
    o Geologia: o GrupoUrucuia o Fm. Serra das Araras o Fm. Posse Modelo Conceitual Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 15.
    Modelo Conceitual: relaçãoágua subterrânea x água superficial Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 16.
    Modelo Conceitual: dadospara o Modelo Numérico o O modelo conceitual da área aponta para: o Sistema aquífero poroso; espessura do pacote sedimentar > 300 m prof.; o Comportamento predominantemente livre; o Fluxo subterrâneo predominante W-E, divisor subterrâneo próximo à escarpa W o Quanto aos parâmetros hidráulicos: o Transmissividades calculadas/estimadas do SAU até T = 3200 m2/dia; o Condutividade hidráulica são da ordem de K =10-3 a 10-5 m/s; o Capacidade específica média Qe = 52,4 m3/h/m; o Vazões outorgadas: Q = 250 - 600m3/h principalmente para irrigação. Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 17.
    o Estimativa darecarga do aquífero, via balanço hídrico e comparação com recarga obtida através do estudo do grupo do Prof. Marcos Costa. Ainda por realizar o Avaliar os dados de recarga obtidos pelo estudo de infiltração o Análise da interação Água Superficial – Água Subterrânea – realizada com base nos dados obtidos pela equipe do Prof. Pruski e já considerados no modelo numérico. o Atualização do Modelo Hidrogeológico Conceitual. o Distribuição da condutividade hidráulica, coeficiente de armazenamento e recarga Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo Conceitual: dados para o Modelo Numérico
  • 18.
    Modelo Numérico (Matemático) Paraas simulações  SAU baiano subdividido em 4 bacias: ✓ Bacias do Rio Grande Alto e Rio Grande Médio, ✓ Bacia do Rio Corrente, e ✓ Bacia do Rio Carinhanha; ✓ Simulações iniciadas com o rio Corrente: homogeneidade, disponibilidade de informações  avaliação de dificuldades e do comportamento geral do aquífero; ✓ Simulações: ✓ Estado estacionário para todas as bacias, e ✓ Estado transiente nas bacias do rio Grande Alto e rio Corrente, devido a disponibilidade de informações de monitoramento. Preparação dos dados para entrada no Visual MODFLOW Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 19.
    Topografia do SAU -Extraída de imagens SRTM (30 m x30 m) Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Preparação dos dados para entrada no Visual MODFLOW Modelo Numérico (Matemático)
  • 20.
    Definição da basedo SAU: - Informações divergentes quanto a profundidade máxima do SAU (Gaspar, 2008; ANA, 2018 e CPRM); - Adotou-se como limite inferior máximo para o modelo as maiores profundidades dos poços de bombeamento na região. Resultado da interpolação da base do SAU (B. do Alto Grande). Preparação dos dados para entrada no Visual MODFLOW Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo Numérico (Matemático)
  • 21.
    Elaboração do modelocom base nas campanhas de campo e no levantamento de dados. ✓ Modelo Hidrogeológico Numérico (Visual MODFLOW); ✓ Modelagem numérica inicial: Estado Estacionário; ✓ Modelagem Numérica: Estado Transiente (quando houver dados disponíveis) Premissas adotadas para a construção dos modelos: ✓ Aquífero livre, homogêneo (ocorrência de aquitardos – Gaspar, 2006); ✓ Drenagens superficiais conectadas ao aquífero; ✓ Limites do aquífero: limites “no flow” (tipo 2) (base e laterais) ou dreno; e ✓ MALHA: ~200.000 células ativas, duas ou três camadas (aquífero mais raso, ativamente conectada aos rios; aquífero livre mais profundo). Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo conceitual  Numérico Modelo Numérico (Matemático)
  • 22.
    • Condições decontorno: • River (azuis) • No flow (vermelho) • Recarga (distribuído em cada bacia) • Dreno (pontual) Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo Hidrogeológico Conceitual  Numérico
  • 23.
    o Distribuição darecarga: realizada com base nas estações pluviométricas do HIDROWEB/ANA. o Modelo no estado estacionário: o % recarga  17,3% do total precipitado sobre a área de estudo (princípio da parcimônia). Recarga simulada correspondendo ao valor real da chuva mensal ponderada das estações da bacia distribuída em sua área. o Modelo transiente: o Realizado com o intervalo de tempo entre 2008 e 2017; o Calibração: dados da Rede RIMAS – CPRM (bacia do rio Corrente): o Bacia do Carinhanha: 11 poços de monitoramento (desde 2015 até 2017) o Bacia do Alto Grande: 38 poços de monitoramento (desde 2011 até 2017. Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo Hidrogeológico Conceitual  Numérico
  • 24.
    o Vazões debombeamento: vazões diárias máximas de outorga (INEMA e ANA(CNARH)): o Modelo no estado estacionário: vazões constantes; o Modelo transiente: % de demanda sobre as vazões máximas de outorga, calculados com base nos projetos agronômicos e cálculos fornecidos pela equipe da Ação 3 (Rec. Hídricos superficiais). o A distribuição dos parâmetros hidráulicos foi a mesma da simulação em estado estacionário. Modelo Hidrogeológico Conceitual  Numérico Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 25.
     Bacia doAlto Grande Modelo Numérico: Visual MODFLOW Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 26.
    Modelo Numérico Visual MODFLOW Domínioda Simulação da Bacia do Alto Grande. Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 27.
    Ação 2. EstudoHidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Alto Grande Distribuição dos poços de observação (A), poço de bombeamento (B) e condições de contorno (C) na bacia do Alto Grande. A B C
  • 28.
    Modelo Numérico -Visual MODFLOW: Bacia do Alto Grande Distribuição dos parâmetros hidráulicos. Kx Layer1 Kx Layer2 Kx Layer3 Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 29.
    Modelo Numérico -Visual MODFLOW: Bacia do Alto Grande Zonas de distribuição da Recarga. Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 30.
    Modelo Numérico Visual MODFLOW:Bacia do Alto Grande Cargas hidráulicas calculadas no estado estacionário: - variaram de 868m a 562.9 m  utilizadas como cargas iniciais do modelo transiente. Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 31.
    Modelo Numérico -Visual MODFLOW: Bacia do Alto Grande Simulação em estado transiente na bacia do Alto Grande. Layer1 Layer2 Layer3 Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 32.
    Simulação em estado transiente Ação2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Alto Grande
  • 33.
    Simulações transientes: • RMSnormalizado de aproximadamente 9,5% no período de monitoramento temporal • Residual absoluto máximo de -5,05m. • Variação de RMS  necessidade de ajustes hmodelado < hreal • Ajustes em elaboração. Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Alto Grande
  • 34.
    Modelo Numérico: Visual MODFLOW Aanálise do gráfico da série temporal aponta um bom ajuste a curva de calibração. Ressalta-se que o mesmo indicativo de queda no nível potenciométrico apontado pelos dados de observação no campo é detectado na simulação computacional Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Alto Grande
  • 35.
    Modelo Numérico: Visual MODFLOW Bombeamentonas condições atuais: a vazão de uma pequena parcela dos poços instalados na região foi computada e não é a principal “consumidor” das vazões do SAU. Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Alto Grande Entradas (m3): Recarga 8,72 x 1010 Rios 8,70 x 109 Saídas (m3): Rios 9,41 x 1010 Poços de bombeamento 1,81 x 109
  • 36.
    Modelo Numérico: Visual MODFLOW Simulaçãotransiente: o armazenamento é o principal mantenedor do fluxo de base. Há variação da taxa de recarga e de bombeamento ao longo do tempo, porém as vazões dos rios são mantidas constantes. Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Alto Grande Entradas (m3): Armazenamento 34,9 x 109 Recarga 3,28 x 109 Rios 6,17 x 109 Saídas (m3): Rios 43,8 x 109 Poços de bombeamento 4,9 x 108
  • 37.
     Bacia doMédio Grande Modelo Numérico: Visual MODFLOW Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 38.
    - Domínio daSimulação 3d Limites Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Médio Grande Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 39.
    - Potenciometria Modelo Numérico- Visual MODFLOW: Bacia do Médio Grande Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 40.
    - Calibração Modelo Numérico- Visual MODFLOW: Bacia do Médio Grande Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 41.
    - Balanço deMassas Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Médio Grande Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Entradas (m3): Recarga 2,97x 1010 Rios 2,49 x 1010 Saídas (m3): Rios 5,46 x 1010 Poços de bombeamento 1,83 x 107
  • 42.
    Ação 2. EstudoHidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Figura 1 – Desenho em 3D mostrando a posição da superfície potenciométrica (em verde) em relação à superfície do terreno, na bacia do rio Corrente.  Bacia do Corrente Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Corrente
  • 43.
    - Domínio daSimulação Limites Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Corrente Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 44.
    - Poços deObservação e Bombeamento Poços de Observação Poços de Bombeamento Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Corrente Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 45.
    - Distribuição dosparâmetros hidráulicos Kx Layer1 Kx Layers2&3 Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Corrente
  • 46.
    - Distribuição dascondições de contorno (Recarga e ‘River’ Recarga Cond. contorno Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Corrente Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 47.
    - Resultados Modelo Numérico:V-MODFLOW Bacia do Corrente Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modpath
  • 48.
    - Calibração Ação 2.Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Corrente
  • 49.
    - Calibração temporal Ação2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Corrente
  • 50.
    - Calibração temporal Ação2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Corrente
  • 51.
    - Balanço deMassas Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Corrente Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Entradas (m3): Rios (drenança) 2,81 x 109 Recarga 5,67 x 109 Saídas (m3): Rios (drenança) 8,25 x 109 Poços de bombeamento 1,22 x 108 Drenos 1,14 x 108
  • 52.
     Bacia doCarinhanha Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Carinhanha
  • 53.
     Domínio dasimulação Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Carinhanha
  • 54.
     Domínio dasimulação Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Carinhanha
  • 55.
     Poços deobservação Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Carinhanha
  • 56.
     Poços deBombeamento Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Carinhanha
  • 57.
     Condições decontorno 218,75 201,25 166,25 148,75 Recarga (mm/ano) Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Carinhanha
  • 58.
     Calibração Ação 2.Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Carinhanha
  • 59.
     Resultados -Potenciometria (Simulação de Fluxo) Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Carinhanha
  • 60.
     Resultados:  Balançode Massas Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Carinhanha Entradas (m3): Recarga 17,9 x 109 Rios 2,08 x 109 Saídas (m3): Rios 19,8 x 109 Poços de bombeamento 1.68 x 108
  • 61.
     Resultados:  Balançode Massas Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Modelo Numérico - Visual MODFLOW: Bacia do Carinhanha Estado estacionário do Carinhanha: o maior volume de recarga ao aquífero provém da precipitação; o maior consumidor, dentro das condições de contorno atuais, seria a descarga nos rios da bacia.
  • 62.
    Ação 2. EstudoHidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Sistema Aquífero Urucuia (SAU): Detalhamentos • As simulações podem fornecer, além de estimativas do balanço de entradas e saídas de água subterrânea dos aquíferos espacial e temporalmente, “insights” sobre o comportamento do aquífero em outros aspectos como a interferência entre poços, relação água superficial x água subterrânea, etc. ZoneBudget
  • 63.
    Ação 2. EstudoHidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis. Sistema Aquífero Urucuia (SAU): Simulações preditivas • Em realização: série de simulações de possíveis cenários futuros; • As elaborações já realizadas (processamento de dados primários, secundários e resultados das simulações  Hidroestratigrafia, arquitetura - geometria, propriedades hidráulicas, fluxo e potenciometria, recarga, interação água subterrânea / água superficial e poços de bombeamento são a base para esse trabalho; • Nas bacias do rio Carinhanha e Médio Grande esse trabalho será dificultado pela escassez ou ausência de dados  sem dados para calibração temporal.
  • 64.
    Sistema Aquífero Urucuia(SAU): Simulações preditivas 0 100,000 200,000 300,000 400,000 500,000 600,000 700,000 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 2020 2025 2030 2035 2040 2045 2050 TotalAnnualPumping(ac.-ft./yr) Exemplo: Bacia Edwards-Trinity, EUA Futuro: previsão TaxadeBombeamentom3/ano Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 65.
    Conclusões • Desenvolveu-se ummodelo de diferenças finitas de três camadas em cada uma das subbacias para o Sistema Aquífero Urucuia no Estado da Bahia; • Os principais fluxos de água de entrada ao aquífero vem da recarga da chuva e, em áreas restritas, perdas dos rios e irrigação, enquanto perdas pelos canais fluviais são a principal saída do aquífero; • O modelo calibrado tem um RMS normalizado inferior a 10% em cada uma das subbacias, tanto no estado estacionário quanto no transiente, com valor de RMSE variando entre 5 e 20 m aproximadamente; • O modelo é bastante sensível a variações de condutividade hidráulica e à recarga; • Tendo-se obtido um erro médio quadrático aceitável nas simulações, em seguida serão realizadas simulações preditivas em consonância com as demais Ações do projeto e AIBA. Ação 2. Estudo Hidrogeológico e Modelagem Numérica de Fluxo do Aquífero Cretáceo Urucuia: Balanço Hídrico e Estimativa de Recursos Explotáveis.
  • 66.
    69 Perguntas?? Eduardo Marques –emarques@ufv.br / (31) 3899-3096 / (31) 99890-2812 Gerson Cardoso da Silva Júnior – gerson@acd.ufrj.br / (21) 99746-6863 OBRIGADO!