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Orientação do Mentor Espiritual Rama Schain
(continuação da apostila 020)
De imediato concluiu:
Não me referia a ti, mas à força satânica que te utilizava, com o
objetivo de intimidar-me, de fazer-me desviar daquilo para o que vim
que é o holocausto, após as lições incessantes de amor. Por isso, é
necessário vigiar as nascentes do coração de onde procedem os bons
como os maus pensamentos, a fim de manter-se em sintonia com o
Pai e não com o Espírito do mal.
Estava sancionada a mediunidade e o exercício lúcido. Pedro
fora o exemplo excelente da sintonia psíquica com o Mundo superior
que o inspirava na revelação, mas também com a Entidade perversa
que se comprazia do mal.
Vejamos que, num primeiro momento, Pedro é instrumento dos
Espíritos superiores, que trabalham em nome de Deus, e, no
momento seguinte, é instrumento de Espíritos ainda inferiores, o qual
na verdade, não é um único só Espírito, mas uma legião de Espíritos
voltados ainda ao mal.
Jesus diz que os Espíritos menos felizes direcionam sua onda
mental, que é capitada pelos que se fragilizam e temem a perda das
coisas vãs do mundo.
Todas as vezes que nos mantivermos focados nas questões
circunstanciais da vida, como se fossem elas a mais importantes, nos
fragilizaremos pelo medo, porque as questões mais significativas da
vida são as existenciais e não as circunstanciais.
Pedro, em um primeiro momento, focalizou a questão
existencial da missão de Jesus, e num segundo momento, ficou
preocupado com a questão circunstancial de sua prisão e morte, da
qual ele tinha muito medo e, por isso, se fragilizou entrando em
contato com o Espírito que acabou se utilizando de sua mediunidade
para tentar influenciar Jesus.
Jesus nos demonstra a partir de suas orientações que a
mediunidade é neutra; o direcionamento que o médium lhe dá, a
cada momento, vai depender de sua vigilância às nascentes do
coração de onde procedem os bons como os maus pensamentos, da
sintonia com os Espíritos superiores que orientam positivamente a
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sua prática, e não com os Espíritos das sombras, que buscam desviá-
lo do caminho correto.
Manter vigilância às nascentes do coração, como recomenda
Jesus, significa estar atentos à nossa pureza de propósitos.
O que é pureza de propósitos?
Pureza de propósito não significa pureza espiritual, pois
estamos muito distantes dessa condição, mas um esforço em direção
ao bem, utilizando a vigilância e a oração como as grandes
ferramentas que nos conduzirão à prática da mediunidade dignificada
com Jesus, conforme a Sua orientação em Mateus 26:41: Vigiai e
orai, para que não entreis em tentação.
A vigilância é um processo de atenção permanente sobre nós
mesmos e deve estar sempre associada à oração, para que possamos
tomar as providências solicitando a ajuda divina todas as vezes que
percebermos a manifestação de um sentimento egoico, como o
medo, tentando tomar conta de nossas emoções, ou uma
influenciação negativa ampliando o sentimento egoico que trazemos.
É pela oração que estaremos nos fortalecendo com as Energias
Divinas Amorosas, resistindo à tentação de dar vazão aos
sentimentos inferiores.
Após a admoestação ao Espirito que estava se utilizando da
mediunidade de Pedro, Jesus oferece um ensinamento muito
profundo a todos que querem ser Seus discípulos. Ele faz um
convite-convocação a todos aqueles que querem, verdadeiramente
segui-l’O: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si
mesmo, tome sobre si a sua cruz e siga-me; porque aquele
que quiser salvar a sua vida perdê-la-á, e quem perder a sua
vida por amor de mim acha-la-á.
Esse convite deve ser especialmente considerado pelos médiuns
espiritas e ou espiritualistas-cristão, pois essa orientação do Mestre
diz respeito a renuncia consciencial.
A renuncia consciencial é fruto de uma decisão responsável em
favor da própria elevação espiritual. Na época de Jesus e no
primórdios do Cristianismo, essa atitude foi profundamente
compreendida e praticada na sua mais elevada concepção, a ponto de
as pessoas entregarem as suas vidas em holocausto por amor a
Jesus, a se doarem em apostolados de amor, como Pedro, João,
Maria de Magdala e Paulo de Tarso.
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O médium espirita-cristão é convidado a renunciar a si mesmo
e tomar a “cruz” de sua mediunidade e “perder”, a sua vida para
seguir Jesus, cantando hosanas ao Mestre, como faziam os primeiros
cristãos nos círculos romanos, quando, diante do martírio iminente,
entoavam: “Minha vida não é minha, é do céu que me abençoa, é da
luz que me ilumina, minha vida não é minha...A diferença entre as
condições de ontem e de hoje está em que nos nossos dias não
somos convidados a dar a vida física em holocausto, mas a abdicar ao
próprio ego, vivendo uma vida de renuncia consciencial.
Após séculos de deturpação das lições sublimes do Mestre, o
sentido real da palavra renúncia foi transformado, hoje significando,
de certa forma, um processo de martirização em que se advoga a
necessidade de penitências, especialmente agredindo-se ao corpo.
Renunciar, psicologicamente, significa “colocar-se decisivo”, isto
é, posicionar-se de forma decisiva diante de uma situação
desafiadora, fundamental na prática da mediunidade dignificada por
Jesus. É um reforço do termo enunciar, que significa essencialmente
colocar às claras uma ideia, A renuncia, portanto, é uma atitude
proativa, profundamente corajosa, e que tem por finalidade uma
edificação permanente dos valores essenciais no coração.
Por isso, neste versículo, o Mestre nos convida a iniciarmos a
jornada da renúncia consciencial saindo do apego à personalidade
egoísta e egocêntrica na qual cultuamos os ganhos falsos da vida
transitória em detrimento da missão do Espírito imortal, que é a de
cultivar o propósito existencial, perdendo os “ganhos” transitórios da
vida material para buscar os ganhos reais, nos aproximando de Deus,
indo ao encontro de Jesus, num processo de individuação. A prática
de mediunidade dignificada só é possível a partir dessa renúncia
profunda.
A personalidade, termo que vem do latim persona, é resultado
dessas experiências e relações exteriores que temos ao longo de
sucessivas reencarnações. A individuação, por seu turno, é o Ser
Espiritual na sua sublimação autêntica daquilo que de fato é: Espírito
imortal.
Quando exercitamos a renúncia real, transcendemos as
questões do parecer e nos dirigimos para o reino do Ser, sem
máscaras, sem influências exteriores, contestados profundamente
com o Ser Essencial que somos e com Deus, num processo de
expansão da consciência.
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Levar a cruz é símbolo do ato de consciência do discípulo em
direção ao Mestre. Para isso é necessário renunciar às questões
puramente mundanas, estando no mundo sem ser do mundo. O
cristão verdadeiro, sobretudo o médium espirita-cristão, será alguém
diferente dos outros, não por viver alienado do mundo, mas por sua
consciência de que este mundo é transitório e de que o sentido da
vida está em se tomar consciência das Leis Divinas ínsitas em si,
tornando-se efetivamente um aprendiz do grande Mestre Jesus.
O valor da renuncia consciencial começa com a vontade. A
vontade deve ser fruto de uma profunda reflexão sobre os valores da
vida; é ela o exercício do querer, que pode ser de dois tipos: o querer
em nível de desejo, e o querer em nível de ação.
O querer em nível de desejo leva a pessoa, muitas vezes, agir
de forma imprudente, iniciando um processo e não o
complementando, como acontece com muitos que iniciam uma tarefa
no bem, mas não a concluem. Muitos médiuns, por invigilância, agem
assim, iniciando a tarefa mediúnica buscando o bem, mas não
preservam nesse caminho devido às renuncias que a prática da
mediunidade com Jesus requer.
São os empolgados com o bem, mas ainda incapaz de renunciar
verdadeiramente a si mesmos para concluírem as ações. A
empolgação esta calcada na busca por compensação e recompensa,
que os médium que agem assim procuram. Há o ato exterior, mas
sem a reflexão profunda do porquê de praticar a virtude da renúncia.
Sem essa reflexão, os empolgados desistem da tarefa antes da
efetiva edificação dos valores reais. Por isso, são tantos os desvios
que acontecem na tarefa mediúnica.
O querer em nível de ação, ao invés, leva a pessoa a agir de
forma responsável, iniciando e concluindo toda tarefa no Bem por
mor à proposta de Jesus. Ele gera a renúncia responsável, com a qual
a pessoa se enche de entusiasmo pela atividade a ser realizada até
concluí-la.
Com a renúncia responsável, a pessoa calcula tudo o que será
construindo no coração e toma a decisão que lhe edifica os valores do
amor, porquanto sabe o quanto é preciso escolher a humildade em
vez de vaidade, a fraternidade em vez do orgulho, o perdão em vez
da mágoa etc., para assim chegar à individuação, como fiel discípulo
de Jesus.
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A renúncia portanto, não deve ser interpretada como despreso
a tudo que é do mundo, como falta de interesse nas coisas da vida,
conforme vimos acima. Ao contrário, deve ser vista como uma das
mais profundas virtudes, pela força superior da fé, coragem e
plenitude que oferece aos renunciantes.
Não é, pois, uma fuga à realidade do mundo, mas uma busca
essencial de plenitude em direção às questões essenciais da vida. É
uma decisão que nos leva ao ser, transmutando o parecer. A renúncia
é a virtude por excelência, que nos convida a enunciarmos o amor
por meio da conduta, não apenas da intenção. É essa a condição para
se tornar um discípulo sincero e verdadeiro de Jesus, imprescindível
para o médium espirita-cristão.
Orientação do Mentor Espiritual Rama Schain:
PSICOGRAFIA
1 - O exercício da psicografia, o ato de escrever sob
influência dos Espíritos, exige reunião mediúnica especial?
A psicografia é uma mediunidade singular, neste aspecto.
Desde que o médium observe as disciplinas do serviço e esteja bem
treinado, pode ser exercitada em qualquer reunião.
2 - Também em casa?
Sim. Os médiuns que têm sua produção mediúnica divulgada
em livros e publicações diversas adotam horário determinado para
psicografar, geralmente em sua própria residência. Considerando que
os Espíritos também têm compromissos e não vivem à nossa
disposição, todo trabalho mediúnico deve envolver essa disciplina,
para que possamos contar com sua presença, seja em casa ou no
Centro Espírita.
3 - Não fica complicado para o médium conservar o
necessário recolhimento, numa reunião onde há
manifestações pela psicofonia?
Em princípio, talvez. Com a prática, conseguirá abstrair-se do
ambiente, centrando sua atenção nas idéias que fluem em sua
mente, originárias do Espírito que se comunica por seu intermédio.
4 - Seria razoável, numa reunião de desenvolvimento
mediúnico, que todos os participantes tentassem a
psicografia?
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A psicografia envolve, em princípio, o impulso de escrever.
Devem, portanto, pensar no assunto, os participantes que o sintam,
geralmente disparado pelos seus mentores espirituais, quando há
essa faculdade a ser trabalhada.
5 - O psicógrafo seria simplesmente um médium que
escreve ao invés de transmitir, pela palavra articulada, o
pensamento do Espírito?
Podemos assim considerar. Há até certa correlação quanto às
variantes. Médium psicógrafo mecânico equivale ao psicofônico
inconsciente; semi-mecânico, ao semi-consciente. Intuitivo, ao
consciente. Há médiuns que exercitam tanto a psicofonia quanto a
psicografia.
6 - A produção do médium psicógrafo deve ser divulgada
e, eventualmente, transformada em livros?
O aluno que aprende as primeiras letras, na escola, não pode
ter a pretensão de publicar seus exercícios. É o que ocorre com o
médium que se inicia na psicografia. Está começando um trabalho
que só vai amadurecer, alguns anos depois.
7 - Isso explica por que temos tantos livros mediúnicos
fracos, tanto sob o ponto de vista literário quanto doutrinário?
Infelizmente acontece, envolvendo meros exercícios. O
médium, não raro estimulado por companheiros que lhe incensam a
vaidade, fica convicto de que tem uma tarefa nesse particular e quer,
a todo custo, ver sua produção mediúnica publicada. Saem livros que
não acrescentam nada, um arremedo de literatura espírita.
8 - Não deveriam as editoras espíritas usar de critérios
mais rigorosos na avaliação dos textos que recebem, afim de
evitar que isso aconteça?
Normalmente há esse cuidado. Ocorre que hoje é fácil publicar
livros, tendo em vista os recursos gráficos modernos e os prodígios
da informática.
VIDÊNCIA
1 - Como definiríamos a vidência?
Conforme ocorre, freqüentemente, em nosso idioma, o termo
vidência tem várias acepções. Vidente é todo aquele que exercita o
sentido da visão, utilizando-se dos olhos. É, também, o que adivinha
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o futuro, o dotado da visão à distância, o indivíduo perspicaz... Sob o
ponto de vista espírita, é a pessoa que enxerga o mundo espiritual.
2 - Pessoas em estado de perturbação, enfrentando
problemas existenciais ou de saúde, não raro têm vidências. É
uma faculdade a ser desenvolvida?
Não necessariamente. Assim como ocorre em relação a outros
fenômenos envolvendo o mundo espiritual, a pessoa poderá ter
vidências em decorrência de uma superexcitação psíquica. Após
submeter-se ao tratamento espiritual, tenderão a desaparecer.
3 - É comum os pacientes terminais reportarem-se à
presença de familiares desencarnados. Os médicos dizem
tratar-se de alucinação, determinada pela fraqueza. Seria
isso?
A Medicina tateia nessas questões, tendendo às explicações
reducionistas, isto é, a reduzir tudo a fenômenos envolvendo o
cérebro. O que ocorre é que, com o afrouxamento dos laços que
prendem o paciente terminal ao corpo, aguça-se a percepção
espiritual. Ele passa a ter visões relacionadas com a presença de
familiares desencarnados. Estes costumam assistir seus amados, no
retorno à vida espiritual. Estêvão, o primeiro mártir do Cristianismo,
experimentou esse fenômeno. Aberta sua visão espiritual, quando
expirava, apedrejado, percebeu a presença de Jesus, que veio
ampará-lo.
4 - Qualquer pessoa pode desenvolver a vidência?
Com treinamento adequado e determinadas disciplinas e
exercícios é possível colher experiências elementares nesse sentido.
Para que o fenômeno ocorra de forma mais intensa, é fundamental
que exista a faculdade bem desenvolvida.
5- O médium descreve uma grande cachoeira e imenso
rio, ou um grupo de cavaleiros. Como é possível formarem-se
essas imagens em pleno recinto da reunião?
Há dois tipos de vidência, a objetiva e a subjetiva. A subjetiva
surge na mente do médium, como uma imagem ideoplástica ou
idealizada. Então, quando ele diz que está tendo essas visões, trata-
se de algo que se formou em sua tela mental.
6 - Qual a utilidade desse tipo de vidência?
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Atendem às idéias sugeridas pelos mentores espirituais, às
quais o médium reveste, dá forma, de acordo com sua cultura e
conhecimento, com riqueza maior ou menor de detalhes. Surgem
como simbolismos. Compete ao grupo interpretar.
7 - E a vidência objetiva?
O médium contempla o ambiente espiritual e os Espíritos
presentes. Em estágio mais apurado, o médium chega a ver de olhos
abertos, sem concentração ou transe. Jesus detinha essa faculdade.
Em várias passagens evangélicas o vemos conversando com Espíritos
perturbadores, ordenando-lhes que se afastem de suas vítimas. Chico
Xavier também possuía essa vidência, transmitindo com freqüência
recados de desencarnados aos seus familiares, presentes nas
reuniões de que participava.
8 - Seria útil contar com um médium vidente na reunião
mediúnica, para ajudar o doutrinador?
É meio complicado, considerando que a maior parte das
vidências são subjetivas. Mesmo os que têm a visão objetiva podem
se equivocar, não raro sob influência de Espíritos ardilosos a envolvê-
los. E a interferência do vidente, em pleno processo de doutrinação,
pode confundir o doutrinador. Preferível que as informações dos
videntes sejam passadas após o encerramento da reunião, ajudando
na avaliação das comunicações. Quanto ao doutrinador, suas
melhores fontes de referência são a intuição, o conhecimento e a
prática.
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Mediunidade o que é isso apostila 021

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    1 LAR ASSISTENCIAL RUBATAIANA CENTROESPIRITUALISTA DE APOIO E ORIENTAÇÃO Facilitador: RICARDO PLAÇA medicina.psionica@yahoo.com APOSTILA 021 Orientação do Mentor Espiritual Rama Schain (continuação da apostila 020) De imediato concluiu: Não me referia a ti, mas à força satânica que te utilizava, com o objetivo de intimidar-me, de fazer-me desviar daquilo para o que vim que é o holocausto, após as lições incessantes de amor. Por isso, é necessário vigiar as nascentes do coração de onde procedem os bons como os maus pensamentos, a fim de manter-se em sintonia com o Pai e não com o Espírito do mal. Estava sancionada a mediunidade e o exercício lúcido. Pedro fora o exemplo excelente da sintonia psíquica com o Mundo superior que o inspirava na revelação, mas também com a Entidade perversa que se comprazia do mal. Vejamos que, num primeiro momento, Pedro é instrumento dos Espíritos superiores, que trabalham em nome de Deus, e, no momento seguinte, é instrumento de Espíritos ainda inferiores, o qual na verdade, não é um único só Espírito, mas uma legião de Espíritos voltados ainda ao mal. Jesus diz que os Espíritos menos felizes direcionam sua onda mental, que é capitada pelos que se fragilizam e temem a perda das coisas vãs do mundo. Todas as vezes que nos mantivermos focados nas questões circunstanciais da vida, como se fossem elas a mais importantes, nos fragilizaremos pelo medo, porque as questões mais significativas da vida são as existenciais e não as circunstanciais. Pedro, em um primeiro momento, focalizou a questão existencial da missão de Jesus, e num segundo momento, ficou preocupado com a questão circunstancial de sua prisão e morte, da qual ele tinha muito medo e, por isso, se fragilizou entrando em contato com o Espírito que acabou se utilizando de sua mediunidade para tentar influenciar Jesus. Jesus nos demonstra a partir de suas orientações que a mediunidade é neutra; o direcionamento que o médium lhe dá, a cada momento, vai depender de sua vigilância às nascentes do coração de onde procedem os bons como os maus pensamentos, da sintonia com os Espíritos superiores que orientam positivamente a FRATERNIDADE ESPIRITUALISTA: Rua Manoel Penellas 536 – Santa Rosa Guarujá - SP
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    1 LAR ASSISTENCIAL RUBATAIANA CENTROESPIRITUALISTA DE APOIO E ORIENTAÇÃO Facilitador: RICARDO PLAÇA medicina.psionica@yahoo.com APOSTILA 021 sua prática, e não com os Espíritos das sombras, que buscam desviá- lo do caminho correto. Manter vigilância às nascentes do coração, como recomenda Jesus, significa estar atentos à nossa pureza de propósitos. O que é pureza de propósitos? Pureza de propósito não significa pureza espiritual, pois estamos muito distantes dessa condição, mas um esforço em direção ao bem, utilizando a vigilância e a oração como as grandes ferramentas que nos conduzirão à prática da mediunidade dignificada com Jesus, conforme a Sua orientação em Mateus 26:41: Vigiai e orai, para que não entreis em tentação. A vigilância é um processo de atenção permanente sobre nós mesmos e deve estar sempre associada à oração, para que possamos tomar as providências solicitando a ajuda divina todas as vezes que percebermos a manifestação de um sentimento egoico, como o medo, tentando tomar conta de nossas emoções, ou uma influenciação negativa ampliando o sentimento egoico que trazemos. É pela oração que estaremos nos fortalecendo com as Energias Divinas Amorosas, resistindo à tentação de dar vazão aos sentimentos inferiores. Após a admoestação ao Espirito que estava se utilizando da mediunidade de Pedro, Jesus oferece um ensinamento muito profundo a todos que querem ser Seus discípulos. Ele faz um convite-convocação a todos aqueles que querem, verdadeiramente segui-l’O: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz e siga-me; porque aquele que quiser salvar a sua vida perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim acha-la-á. Esse convite deve ser especialmente considerado pelos médiuns espiritas e ou espiritualistas-cristão, pois essa orientação do Mestre diz respeito a renuncia consciencial. A renuncia consciencial é fruto de uma decisão responsável em favor da própria elevação espiritual. Na época de Jesus e no primórdios do Cristianismo, essa atitude foi profundamente compreendida e praticada na sua mais elevada concepção, a ponto de as pessoas entregarem as suas vidas em holocausto por amor a Jesus, a se doarem em apostolados de amor, como Pedro, João, Maria de Magdala e Paulo de Tarso. FRATERNIDADE ESPIRITUALISTA: Rua Manoel Penellas 536 – Santa Rosa Guarujá - SP
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    1 LAR ASSISTENCIAL RUBATAIANA CENTROESPIRITUALISTA DE APOIO E ORIENTAÇÃO Facilitador: RICARDO PLAÇA medicina.psionica@yahoo.com APOSTILA 021 O médium espirita-cristão é convidado a renunciar a si mesmo e tomar a “cruz” de sua mediunidade e “perder”, a sua vida para seguir Jesus, cantando hosanas ao Mestre, como faziam os primeiros cristãos nos círculos romanos, quando, diante do martírio iminente, entoavam: “Minha vida não é minha, é do céu que me abençoa, é da luz que me ilumina, minha vida não é minha...A diferença entre as condições de ontem e de hoje está em que nos nossos dias não somos convidados a dar a vida física em holocausto, mas a abdicar ao próprio ego, vivendo uma vida de renuncia consciencial. Após séculos de deturpação das lições sublimes do Mestre, o sentido real da palavra renúncia foi transformado, hoje significando, de certa forma, um processo de martirização em que se advoga a necessidade de penitências, especialmente agredindo-se ao corpo. Renunciar, psicologicamente, significa “colocar-se decisivo”, isto é, posicionar-se de forma decisiva diante de uma situação desafiadora, fundamental na prática da mediunidade dignificada por Jesus. É um reforço do termo enunciar, que significa essencialmente colocar às claras uma ideia, A renuncia, portanto, é uma atitude proativa, profundamente corajosa, e que tem por finalidade uma edificação permanente dos valores essenciais no coração. Por isso, neste versículo, o Mestre nos convida a iniciarmos a jornada da renúncia consciencial saindo do apego à personalidade egoísta e egocêntrica na qual cultuamos os ganhos falsos da vida transitória em detrimento da missão do Espírito imortal, que é a de cultivar o propósito existencial, perdendo os “ganhos” transitórios da vida material para buscar os ganhos reais, nos aproximando de Deus, indo ao encontro de Jesus, num processo de individuação. A prática de mediunidade dignificada só é possível a partir dessa renúncia profunda. A personalidade, termo que vem do latim persona, é resultado dessas experiências e relações exteriores que temos ao longo de sucessivas reencarnações. A individuação, por seu turno, é o Ser Espiritual na sua sublimação autêntica daquilo que de fato é: Espírito imortal. Quando exercitamos a renúncia real, transcendemos as questões do parecer e nos dirigimos para o reino do Ser, sem máscaras, sem influências exteriores, contestados profundamente com o Ser Essencial que somos e com Deus, num processo de expansão da consciência. FRATERNIDADE ESPIRITUALISTA: Rua Manoel Penellas 536 – Santa Rosa Guarujá - SP
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    1 LAR ASSISTENCIAL RUBATAIANA CENTROESPIRITUALISTA DE APOIO E ORIENTAÇÃO Facilitador: RICARDO PLAÇA medicina.psionica@yahoo.com APOSTILA 021 Levar a cruz é símbolo do ato de consciência do discípulo em direção ao Mestre. Para isso é necessário renunciar às questões puramente mundanas, estando no mundo sem ser do mundo. O cristão verdadeiro, sobretudo o médium espirita-cristão, será alguém diferente dos outros, não por viver alienado do mundo, mas por sua consciência de que este mundo é transitório e de que o sentido da vida está em se tomar consciência das Leis Divinas ínsitas em si, tornando-se efetivamente um aprendiz do grande Mestre Jesus. O valor da renuncia consciencial começa com a vontade. A vontade deve ser fruto de uma profunda reflexão sobre os valores da vida; é ela o exercício do querer, que pode ser de dois tipos: o querer em nível de desejo, e o querer em nível de ação. O querer em nível de desejo leva a pessoa, muitas vezes, agir de forma imprudente, iniciando um processo e não o complementando, como acontece com muitos que iniciam uma tarefa no bem, mas não a concluem. Muitos médiuns, por invigilância, agem assim, iniciando a tarefa mediúnica buscando o bem, mas não preservam nesse caminho devido às renuncias que a prática da mediunidade com Jesus requer. São os empolgados com o bem, mas ainda incapaz de renunciar verdadeiramente a si mesmos para concluírem as ações. A empolgação esta calcada na busca por compensação e recompensa, que os médium que agem assim procuram. Há o ato exterior, mas sem a reflexão profunda do porquê de praticar a virtude da renúncia. Sem essa reflexão, os empolgados desistem da tarefa antes da efetiva edificação dos valores reais. Por isso, são tantos os desvios que acontecem na tarefa mediúnica. O querer em nível de ação, ao invés, leva a pessoa a agir de forma responsável, iniciando e concluindo toda tarefa no Bem por mor à proposta de Jesus. Ele gera a renúncia responsável, com a qual a pessoa se enche de entusiasmo pela atividade a ser realizada até concluí-la. Com a renúncia responsável, a pessoa calcula tudo o que será construindo no coração e toma a decisão que lhe edifica os valores do amor, porquanto sabe o quanto é preciso escolher a humildade em vez de vaidade, a fraternidade em vez do orgulho, o perdão em vez da mágoa etc., para assim chegar à individuação, como fiel discípulo de Jesus. FRATERNIDADE ESPIRITUALISTA: Rua Manoel Penellas 536 – Santa Rosa Guarujá - SP
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    1 LAR ASSISTENCIAL RUBATAIANA CENTROESPIRITUALISTA DE APOIO E ORIENTAÇÃO Facilitador: RICARDO PLAÇA medicina.psionica@yahoo.com APOSTILA 021 A renúncia portanto, não deve ser interpretada como despreso a tudo que é do mundo, como falta de interesse nas coisas da vida, conforme vimos acima. Ao contrário, deve ser vista como uma das mais profundas virtudes, pela força superior da fé, coragem e plenitude que oferece aos renunciantes. Não é, pois, uma fuga à realidade do mundo, mas uma busca essencial de plenitude em direção às questões essenciais da vida. É uma decisão que nos leva ao ser, transmutando o parecer. A renúncia é a virtude por excelência, que nos convida a enunciarmos o amor por meio da conduta, não apenas da intenção. É essa a condição para se tornar um discípulo sincero e verdadeiro de Jesus, imprescindível para o médium espirita-cristão. Orientação do Mentor Espiritual Rama Schain: PSICOGRAFIA 1 - O exercício da psicografia, o ato de escrever sob influência dos Espíritos, exige reunião mediúnica especial? A psicografia é uma mediunidade singular, neste aspecto. Desde que o médium observe as disciplinas do serviço e esteja bem treinado, pode ser exercitada em qualquer reunião. 2 - Também em casa? Sim. Os médiuns que têm sua produção mediúnica divulgada em livros e publicações diversas adotam horário determinado para psicografar, geralmente em sua própria residência. Considerando que os Espíritos também têm compromissos e não vivem à nossa disposição, todo trabalho mediúnico deve envolver essa disciplina, para que possamos contar com sua presença, seja em casa ou no Centro Espírita. 3 - Não fica complicado para o médium conservar o necessário recolhimento, numa reunião onde há manifestações pela psicofonia? Em princípio, talvez. Com a prática, conseguirá abstrair-se do ambiente, centrando sua atenção nas idéias que fluem em sua mente, originárias do Espírito que se comunica por seu intermédio. 4 - Seria razoável, numa reunião de desenvolvimento mediúnico, que todos os participantes tentassem a psicografia? FRATERNIDADE ESPIRITUALISTA: Rua Manoel Penellas 536 – Santa Rosa Guarujá - SP
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    1 LAR ASSISTENCIAL RUBATAIANA CENTROESPIRITUALISTA DE APOIO E ORIENTAÇÃO Facilitador: RICARDO PLAÇA medicina.psionica@yahoo.com APOSTILA 021 A psicografia envolve, em princípio, o impulso de escrever. Devem, portanto, pensar no assunto, os participantes que o sintam, geralmente disparado pelos seus mentores espirituais, quando há essa faculdade a ser trabalhada. 5 - O psicógrafo seria simplesmente um médium que escreve ao invés de transmitir, pela palavra articulada, o pensamento do Espírito? Podemos assim considerar. Há até certa correlação quanto às variantes. Médium psicógrafo mecânico equivale ao psicofônico inconsciente; semi-mecânico, ao semi-consciente. Intuitivo, ao consciente. Há médiuns que exercitam tanto a psicofonia quanto a psicografia. 6 - A produção do médium psicógrafo deve ser divulgada e, eventualmente, transformada em livros? O aluno que aprende as primeiras letras, na escola, não pode ter a pretensão de publicar seus exercícios. É o que ocorre com o médium que se inicia na psicografia. Está começando um trabalho que só vai amadurecer, alguns anos depois. 7 - Isso explica por que temos tantos livros mediúnicos fracos, tanto sob o ponto de vista literário quanto doutrinário? Infelizmente acontece, envolvendo meros exercícios. O médium, não raro estimulado por companheiros que lhe incensam a vaidade, fica convicto de que tem uma tarefa nesse particular e quer, a todo custo, ver sua produção mediúnica publicada. Saem livros que não acrescentam nada, um arremedo de literatura espírita. 8 - Não deveriam as editoras espíritas usar de critérios mais rigorosos na avaliação dos textos que recebem, afim de evitar que isso aconteça? Normalmente há esse cuidado. Ocorre que hoje é fácil publicar livros, tendo em vista os recursos gráficos modernos e os prodígios da informática. VIDÊNCIA 1 - Como definiríamos a vidência? Conforme ocorre, freqüentemente, em nosso idioma, o termo vidência tem várias acepções. Vidente é todo aquele que exercita o sentido da visão, utilizando-se dos olhos. É, também, o que adivinha FRATERNIDADE ESPIRITUALISTA: Rua Manoel Penellas 536 – Santa Rosa Guarujá - SP
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    1 LAR ASSISTENCIAL RUBATAIANA CENTROESPIRITUALISTA DE APOIO E ORIENTAÇÃO Facilitador: RICARDO PLAÇA medicina.psionica@yahoo.com APOSTILA 021 o futuro, o dotado da visão à distância, o indivíduo perspicaz... Sob o ponto de vista espírita, é a pessoa que enxerga o mundo espiritual. 2 - Pessoas em estado de perturbação, enfrentando problemas existenciais ou de saúde, não raro têm vidências. É uma faculdade a ser desenvolvida? Não necessariamente. Assim como ocorre em relação a outros fenômenos envolvendo o mundo espiritual, a pessoa poderá ter vidências em decorrência de uma superexcitação psíquica. Após submeter-se ao tratamento espiritual, tenderão a desaparecer. 3 - É comum os pacientes terminais reportarem-se à presença de familiares desencarnados. Os médicos dizem tratar-se de alucinação, determinada pela fraqueza. Seria isso? A Medicina tateia nessas questões, tendendo às explicações reducionistas, isto é, a reduzir tudo a fenômenos envolvendo o cérebro. O que ocorre é que, com o afrouxamento dos laços que prendem o paciente terminal ao corpo, aguça-se a percepção espiritual. Ele passa a ter visões relacionadas com a presença de familiares desencarnados. Estes costumam assistir seus amados, no retorno à vida espiritual. Estêvão, o primeiro mártir do Cristianismo, experimentou esse fenômeno. Aberta sua visão espiritual, quando expirava, apedrejado, percebeu a presença de Jesus, que veio ampará-lo. 4 - Qualquer pessoa pode desenvolver a vidência? Com treinamento adequado e determinadas disciplinas e exercícios é possível colher experiências elementares nesse sentido. Para que o fenômeno ocorra de forma mais intensa, é fundamental que exista a faculdade bem desenvolvida. 5- O médium descreve uma grande cachoeira e imenso rio, ou um grupo de cavaleiros. Como é possível formarem-se essas imagens em pleno recinto da reunião? Há dois tipos de vidência, a objetiva e a subjetiva. A subjetiva surge na mente do médium, como uma imagem ideoplástica ou idealizada. Então, quando ele diz que está tendo essas visões, trata- se de algo que se formou em sua tela mental. 6 - Qual a utilidade desse tipo de vidência? FRATERNIDADE ESPIRITUALISTA: Rua Manoel Penellas 536 – Santa Rosa Guarujá - SP
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    1 LAR ASSISTENCIAL RUBATAIANA CENTROESPIRITUALISTA DE APOIO E ORIENTAÇÃO Facilitador: RICARDO PLAÇA medicina.psionica@yahoo.com APOSTILA 021 Atendem às idéias sugeridas pelos mentores espirituais, às quais o médium reveste, dá forma, de acordo com sua cultura e conhecimento, com riqueza maior ou menor de detalhes. Surgem como simbolismos. Compete ao grupo interpretar. 7 - E a vidência objetiva? O médium contempla o ambiente espiritual e os Espíritos presentes. Em estágio mais apurado, o médium chega a ver de olhos abertos, sem concentração ou transe. Jesus detinha essa faculdade. Em várias passagens evangélicas o vemos conversando com Espíritos perturbadores, ordenando-lhes que se afastem de suas vítimas. Chico Xavier também possuía essa vidência, transmitindo com freqüência recados de desencarnados aos seus familiares, presentes nas reuniões de que participava. 8 - Seria útil contar com um médium vidente na reunião mediúnica, para ajudar o doutrinador? É meio complicado, considerando que a maior parte das vidências são subjetivas. Mesmo os que têm a visão objetiva podem se equivocar, não raro sob influência de Espíritos ardilosos a envolvê- los. E a interferência do vidente, em pleno processo de doutrinação, pode confundir o doutrinador. Preferível que as informações dos videntes sejam passadas após o encerramento da reunião, ajudando na avaliação das comunicações. Quanto ao doutrinador, suas melhores fontes de referência são a intuição, o conhecimento e a prática. FRATERNIDADE ESPIRITUALISTA: Rua Manoel Penellas 536 – Santa Rosa Guarujá - SP