1º semestre 2005 nº 7 
Academia Sul-Americana de Medicina Integrada
Editorial 
Polêmica científi ca internacional 
acerca das causas e soluções 
da SIDA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . p . 3 
Homeopatia transpessoal . . . . . . . . . p . 6 
A importância e validade 
da Psicoterapia no paciente 
oncológico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . p . 6 
A Osteopatia no tratamento 
das lesões dicais . . . . . . . . . . . . . . . p . 7 
Fitoterapia em Ginecologia: 
quando ela é melhor 
que o remédio . . . . . . . . . . . . . . . . p . 8 
7.º Encontro Brasileiro 
e 4. º Encontro Internacional 
de Medicina Integrada . . . . . . . . p. 1 2 
Perspectivas do mercado 
de alimentos à base 
de soja no Brasil . . . . . . . . . . . . . . . p. 1 3 
Osteoporose e Dolomita . . . . . . . . . . p. 1 6 
Inscrição 
Academia Sul-Americana 
de Medicina Integrada . . . . . . . . p. 1 7 
Estresse oxidativo em 
Câncer e Aids . . . . . . . . . . . . . . . . . p. 1 9 
Medicina e Filosofi a . . . . . . . . . . . . . . . p. 2 1 
Expediente 
Direção 
Dr. Roberto Cesar Leite 
Departamento 
Comercial 
Michele Araújo 
(41) 324-2966 
Editoração 
Editora Corpo Mente 
Projeto Gráfi co, Capa 
e Diagramação 
Michelle Aguiar 
Jornalista Responsável 
Raquel Stelle 
Reg. Prof. 05298 
Revisão Geral 
Raquel Stelle 
Fotos 
Divulgação 
Informações 
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E-mail: 
corpomente@avalon. 
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A Revista da Academia 
Sul-Americana de 
Medicina Integrada é 
publicada duas vezes por 
ano pela Editora Corpo 
Mente. 
Endereço: Rua Senador 
Xavier da Silva, n º. 39 - Alto 
São Francisco, Curitiba/PR, 
CEP 80530-060. 
A Revista da Academia 
Sul-Americana de Medicina 
Integrada não se responsa-biliza 
por conceitos 
emitidos nos artigos 
assinado. 
Março 2005. 
Sumário 
Prezados leitores, 
É uma grande alegria estar podendo apresentar 
a todos nós mais um número da revista ofi cial da 
Academia Sul-Americana de Medicina Integrada, 
trazendo temas que foram apresentados no 
7. º Encontro Brasileiro de Medicina Integrada. 
A cada dia que passa, vemos com alegria os frutos 
do esforço de todos nós desta Academia na 
divulgação da medicina baseada no ser, pois cada 
vez mais profi ssionais hoje sabem ou procuram 
conhecer a importância da correção de fatores 
nutricionais, energéticos, mentais, emocionais, 
espirituais do manejo das patologias crônicas. 
E é com profunda gratidão a todos aqueles que 
colaboraram para a recriação de uma medicina 
hipocrática que dedicamos esta revista. 
Continuaremos nosso trabalho convocando todos 
a participar do 7.º Encontro Brasileiro e 4. º Encontro 
Internacional de Medicina Integrada, a ser realizado 
em Curitiba nos dias 16 e 17 de abril, em parceria 
com o Centro Universitário Positivo (UNICENP). 
Academia Sul-Americana de Medicina Integrada
Polêmica científi ca internacional acerca 
das causas e soluções da SIDA 
Notícias Academia Sul-Americana de Medicina Integrada 3 
O HIV não pode ser a causa da SIDA 
Desde do início da epidemia da SIDA existe um crescente 
grupo de investigadores e cientistas que consideram que a 
SIDA é uma síndrome tóxica e nutricional causada por um 
alarmante crescimento mundial de agentes estressantes para 
o sistema imunológico. Nos juntamos ao Grupo por el Replan-teamiento 
Científi co da SIDA, com mais de 5000 membros, entre 
os quais há vários ganhadores do prêmio Nobel e estamos em 
mais de 100 países (1,2). 
Existe uma abundância de feitos científi cos que indicam 
como um denominado vírus da imunodefi ciência humana, o 
HIV, não cumpre os requisitos da epidemiologia, da biologia, 
nem os de sentido comum para ser a causa da síndrome de 
imunodefi ciência adquirida, a SIDA (3-5). 
O HIV não é necessário, nem sufi ciente e nem sempre an-tecede 
o desenvolvimento da síndrome. Assim mostram os 
milhares de casos de SIDA que são HIV negativos e por outro 
lado uma multidão de pessoas absolutamente sãs e que nunca 
desenvolveram a doença, apesar de serem HIV positivo. Além 
disso, há muitos indivíduos que primeiro desenvolvem a imu-nodefi 
ciência e só depois se tornam HIV positivo; o que indica 
que o fenômeno conhecido como HIV, antes de ser a causa, é 
um efeito da patologia da SIDA (3-5). 
Se o HIV existisse, sendo um retrovirus de qualquer maneira, 
não poderia ser um vírus patogênico e, portanto não poderia 
explicar as alterações imunológicas, nem as patológicas, nem 
as manifestações clínicas, nem a história natural da SIDA (5). 
Deve-se notar que existe um grande número de documentos 
que mostram como conhecemos o HIV, que nem sequer é um 
vírus com existência real. O HIV jamais foi isolado ou purifi cado 
como partícula viral (virion) livre e independente (6,7), como se 
faz com os vírus verdadeiros. 
Como tampouco é possível demonstrar que o fenômeno 
conhecido como HIV destrói o sistema imunológico e causa a 
SIDA, os investigadores que defendem com entusiasmo o HIV 
como a causa da síndrome, propõem uma grande variedade de 
agentes como os cofatores ou ajudantes do HIV na origem da 
SIDA. Não obstante, esses “cofatores” são por si mesmos agentes 
imunossupressores e, as exposições múltiplas, repetidas e crô-nicas 
a eles geram a SIDA sem a necessidade da presença do 
HIV. Por isso prefi ro chamar esses “cofatores” de agentes estres-imunológicos 
(5). 
Segue abaixo alguns dos agentes imunossupressores que 
tem sido reportados como “cofatores” do HIV (agentes estres-santes 
imunológicos): álcool, cocaína, heroína, maconha, cigarro, 
anfetaminas, nitritos voláteis como os denominados “poppers”, 
químicos contaminantes do meio ambiente, alérgenos, cito- 
Roberto Giraldo, MD* (Nova Iorque/EUA) 
megalovirus, vírus herpes tipos 1, 2 e 6, herpes 
zoster, vírus de Epstein Barr, adenovirus, outros 
retrovirus, vírus da hepatite A, B e C, papova-virus, 
micoplasmas e outros superantígenos, 
tuberculose, lepra, malária, tripanossomíases, 
fi larias e outras enfermidades tropicais, enfer-midades 
de transmissão sexual, sêmen, sangue, 
fator VIII da coagulação, medo, temor, ansieda-de, 
depressão, pânico, insônia, falta de repouso, 
exercícios extenuantes, más condições sanitá-rias, 
pobreza, má nutrição e as defi ciências de 
vitaminas e antioxidantes. 
A transmissão da SIDA de pessoa para pessoa 
por qualquer via, ou da mãe para o fi lho durante 
a gestação, ou parto ou a lactação (conhecida 
como “transmissão vertical”), são simples mitos 
ou suposições sem nenhuma evidência objetiva 
(2-5). Inclusive investigadores que defendem o 
HIV como a causa da SIDA, também questionam 
com argumentos muito convincentes o mito da 
transmissão da SIDA (8). 
É importante manter em mente que os indi-víduos 
“HIV negativos” que tem níveis normais 
de nutrientes e de antioxidantes não serocon-vertem 
a “HIV positivo” ou “soropositivos”. No 
entanto, indivíduos “HIV positivos” que têm 
níveis sangüíneos normais de nutrientes e de 
antioxidantes nunca desenvolveram a SIDA. 
Inclusive a morte de pessoas que desenvolvem 
a SIDA, depende muito mais de suas alterações 
e defi ciências nutricionais do que de qualquer 
outro fator. Além disso, tem sido observado que 
gestantes “HIV positivas” que tem níveis sangü-íneos 
normais de nutrientes e agentes oxidan-tes 
durante a gestação, dão a luz a bebês “HIV 
negativos”. Portanto requer-se a diminuição dos 
níveis sangüíneos de nutrientes e de agentes 
antioxidantes para que ocorra a “seroconver-são” 
ou o que se conhece como “transmissão do 
HIV/SIDA”, e o mesmo requer-se para que ocorra 
o progresso do “soropositivo” para desenvolver 
as manifestações clínicas da SIDA, assim como 
a possibilidade de morrer desta síndrome. O 
anterior indica claramente que a diminuição 
dos níveis sangüíneos de nutrientes e de anti-oxidantes 
tem um papel crucial na patogênese 
da SIDA assim como o curso e prognóstico da 
enfermidade (9).
4 1 º. semestre •• Fevereiro 2005 As verdadeiras causa da SIDA 
A circunstância realmente nova que rodeia 
todos os grupos de pessoas que com maior fre-qüência 
desenvolvem a SIDA é sua exposição 
exagerada nas últimas décadas, a uma varieda-de 
de agentes estressantes imunológicos que 
podem ter uma origem química, física, biológi-ca, 
mental e nutricional (10-12). 
Por exemplo, o mais recente em alguns se-tores 
da comunidade homossexual dos países 
industrializados é o uso de afrodisíaco e drogas 
psicoativas, que iniciou na década de setenta. 
Nestes mesmos países desenvolvidos os bebes 
que nascem com SIDA, nascem de mães ex-postas 
a drogas psicoativas e a outros agentes 
estressantes, durante a gestação. Do outro lado, 
na África, na Ásia e no Caribe, as novas circuns-tâncias 
são o nível insuportável de pobreza a 
que tem submetido seus habitantes durante 
muitas décadas. A pobreza jamais havia sido 
tanta e tão generalizada antes. Nos países 
subdesenvolvidos, a pobreza e todas as suas 
conseqüências como a má nutrição, a falta de 
água potável, a má disposição de excretos e li-xos, 
as infecções e os parasitas são os principais 
fatores de risco para a SIDA (10-12). 
O fato de a SIDA existir tanto em países 
pobres quanto em países ricos é um indicativo 
nítido de que nossa espécie está em perigo: o 
corpo humano já não suporta mais exploração, 
nem mais tóxicos, nem mais pobreza, nem mais 
desnutrição e nem mais abuso de todo tipo! 
Os agentes estressantes imunológicos atu-am 
por si mesmos ou estimulam a produção de 
radicais livres do tipo dos agentes oxidantes, os 
quais causam danos às células, entre outras 
funções imunocompetentes (11). 
Do ponto de vista bioquímico, a SIDA é, 
portanto, uma enfermidade por excesso de 
estresse oxidativo (5-11). 
Pode-se e deve-se entender a SIDA como 
a mais severa de todas as imunodefi ciências 
adquiridas, sendo uma síndrome tóxica e 
nutricional causada por exposições múltiplas, 
repetidas e crônicas a agentes estressantes 
para o sistema imunológico, cuja distribuição 
varia entre os grupos de pessoas que com 
maior freqüência desenvolvem a síndrome. 
Os agentes estressantes e imunológicos exer-cem 
efeitos imunotóxicos, imunogênicos, os 
quais geram um estado de estresse oxidativo 
nas células imunocompetentes e nas reações 
metabólicas do sistema imunológico e outros 
sistemas. A deterioração progressiva e contínua do trabalho do 
sistema imunológico leva o indivíduo a um défi cit severo das 
funções imunológicas de defesa, homeostasis e vigilância, com 
a subseguinte aparição simultânea de infecções, neoplasias e al-terações 
metabólicas. O colapso do sistema imunológico causa 
eventualmente a morte do indivíduo (5). 
As “provas para o HIV” não são adequadas 
Enquanto o HIV não for isolado e purifi cado e enquanto per-sistir 
a dúvida de sua existência como um vírus verdadeiro, não 
será possível garantir que os resultados positivos nas chamadas 
provas para HIV (ELISA, Western blot, Carga viral) indiquem in-fecções 
por HIV (6,7). 
Nem Luc Montagnier do Instituto Pasteur de Paris, nem Ro-bert 
Gallo do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, 
nem Jay Levy da Universidade da Califórnia isolaram o HIV como 
eles o sustentam em Science. Os investigadores que asseguram 
ter isolado o HIV, simplesmente observaram em cultivos de 
linfócitos de pessoas com SIDA ou o risco de desenvolver (esti-mulados 
com mutágenos e outros agentes oxidantes), algumas 
proteínas, algumas enzimas e fragmentos de ácido nucléicos, 
mas jamais isolaram partículas virais livres e independentes, 
pois nem sequer seguiram os passos estabelecidos internacio-nalmente 
para o isolamento de retrovírus (6,7). Como pensaram 
que tinham o vírus desintegrado, com as proteínas isoladas dos 
cultivos, prepararam antígenos para detectar anticorpos por 
conta destas proteínas que supostamente pertenciam ao HIV 
(provas de ELISA e Western blot); e com os fragmentos de ácido 
nucléico prepararam os reativos para a prova de PCR, chamada 
arbitrariamente “carga viral”. Não obstante, tanto as proteínas e 
enzimas como os fragmentos de ácidos nucléicos podem per-feitamente 
corresponder à “proteína do estresse” (13) liberadas 
pelas células dos cultivos estimulados ou pelas células das pes-soas 
que foram submetidas cronicamente a muitas injúrias an-tigênicas 
e tóxicas com o subseqüente estresse oxidativo, como 
ocorre com os grupos de pessoas que desenvolvem a SIDA com 
maior freqüência. 
Portanto, ser “HIV positivo” ou “Soropositivo” não indica estar 
infectado sem estar intoxicado ou oxidado; tampouco indica 
ter se infectado através de seus relacionamentos sexuais, nem 
durante a gestação, ou parto e nem na lactação. 
Tratamento e prevenção da SIDA 
O enfoque da SIDA como enfermidade tóxica, nutricional e 
oxidativa permite que possa tratar-se, prevenir-se e erradicar-se 
de forma efetiva, simples e barata (9,14), como vem acontecen-do 
em muitos países. 
Oito passos fundamentais devem ser seguidos para o trata-mento 
e a prevenção da SIDA: 
1- Assinalar as causas reais da SIDA 
2- Diagnosticar com bases clínicas e de laboratório 
3- Evitar a exposição a agentes estressantes imunológicos
Notícias Academia Sul-Americana de Medicina Integrada 5 
4- Desintoxicar o sistema imunológico e outros sistemas 
5- Estimular e regenerar o sistema imunológico e outros 
sistemas 
6- Tratar as manifestações clínicas da SIDA, quando presente 
7- Optar por medidas naturais 
8- Fazer no momento adequado 
Medicamentos tais como o AZT, inibidores de protease e 
outros antiretrovirais, devem ser eliminados do tratamento e da 
prevenção da SIDA por serem agentes imunotóxicos que contri-buem 
para gerar a síndrome. Tampouco faz sentido utilizar me-dicamentos 
para impedir a proliferação do HIV, posto que nun-ca 
foi constatado cientifi camente que este tenha algum papel 
causador na patogênese da SIDA. Além disso, é abuso querer 
destruir um vírus cuja existência jamais foi comprovada (15). 
O controle e a erradicação da SIDA são facilmente possíveis e 
dependem de que se evitem as exposições a agentes estressan-tes 
imunológicos, se desintoxique o indivíduo e se estimulem 
os órgãos e sistemas debilitados (9,14). Além disso, a simples 
crença ou temor de estar infectado com “o vírus da SIDA” é ter-rivelmente 
tóxico para o sistema imunológico e foi convertido 
em uma nova causa da SIDA. Portanto, derrotar o medo é o pri-meiro 
requisito para obter êxito no tratamento e na prevenção 
da SIDA (16). 
Diferentes técnicas nutricionais, energéticas, magnéticas, 
físicas, mentais e espirituais têm mostrado e continuam mos-trando 
efi cácia tanto na desintoxicação como na estimulação 
e regeneração do sistema imunológico e outros sistemas das 
pessoas “HIV positivas” e dos enfermos com SIDA (9,14). Algu-mas 
delas são: homeopatia e medicina natural, acupuntura e 
moxabustão, terapia neural, digitopuntura, medicina chinesa, 
fi toterapia, terapia nutricional, terapia com agentes quelantes, 
hidroterapia, terapia com água do mar, refl e-xoterapia, 
massagem linfática, ayurveda, fl orais 
de Bach, hipertermia, oxigenoterapia bioca-talítica, 
aromaterapia, massagem terapêutica, 
arteterapia, cromoterapia, hipnose, yoga, tai chi 
chuan, quigong ou chi kung, tuina ou massa-gem 
chinesa, reiki, magnetoterapia, sofrologia, 
medicina ortomolecular, medicina funcional e 
cuidado espiritual (9,14). A maior efi cácia se ob-tém 
ao aplicar ao mesmo tempo, várias destas 
terapias. 
Aos interessados em conhecer detalhada-mente 
estas propostas alternativas para o tra-tamento 
e a prevenção da SIDA, sugiro estudar 
cuidadosamente dois artigos: 
1- “Tratamento e prevenção de SIDA: guia 
de princípios básicos para uma alternativa não 
tóxica, efetiva e barata” (14). 
2- “Terapia nutricional para o tratamento e 
prevenção da SIDA: bases científi cas” (9). 
Nota: Informações mais detalhadas sobre o 
debate científi co internacional acerca das cau-sas 
e soluções da SIDA, podem ser encontradas 
nos seguintes websites: 
www.robertogiraldo.com 
www.duesberg.com 
www.amcmh.org 
www.theperthgroup.com 
www.geocities.com 
Referências Bibliográfi cas 
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reality. Cancer Research 47: 1199- 1220; 1987. 
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Colombia) 14(2); 55-74; 1996. 
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syndrome: Correlation but no causation. Proc Natl Acad Sci USA 1989; 86: 755-764. 
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diseases. Proc Natl Acad Sci USA 88: 1575-1579; 1991. 
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transmitted. It is a toxic-nutritional syndrome caused by the alarming worldwide incre-ment 
of immunological stressor agents. Medellín, Colombia: Impresos Begón. 205; 1997. 
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5(3); 20-21; 1998. 
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Africa not explained by sexual or vertical transmission. Int J STD & AIDS. 13: 657-666; 
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9. Giraldo RA. Terapia nutricional para el tratamiento y la prevención del SIDA: 
bases científi cas. Natura Medicatrix. 218-230; 2003. 
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10. Duesberg PH, Koehnlein C, Rasnick D. The chemical bases of the various AIDS 
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11. Giraldo RA. Papel de estresantes inmunológicos en la inmunodefi ciencia. IA-TREIA 
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12. Giraldo RA. El alarmante incremento mundial de agentes 
estresantes inmunológicos. En: Ahumada C, Hernandez A, Velas-co 
M. Relaciones internacionakles, política social y salud: Desafi os 
en la era de la globalización. Bogotá: Fundación Cultural Javeriana 
de Artes Gráfi cas. 49-73; 1998. 
13. Latchman DS. Stress proteins. Berlin: Springer. 422; 1999. 
14. Giraldo R, Ródenas P, Flores JJ, Embid A. Tratamiento y 
prevención del SIDA: guía de principios básicos para una alter-nativa 
no tóxica, efectiva y barata. Natura Medicatrix. 21: 66-75; 
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http://www. robertog i raldo. com/esp/articulos/ 
Tratamiento_y_Prevencion_2002.html 
15. Giraldo RA et al. Is it rational to treat or prevent AIDS with 
toxic antiretrovital drugs in pregnant women, infants, children, 
and anybody else? The answer is negative. Continuum (London). 
5(6); 38-52; 1999. 
16. Irwin M. AIDS and the voodoo hex. February 2002. 
http://www.virusmyth.net/aids/data/mivoodoo.htm 
* Médico especialista em medicina interna com ênfase em 
enfermidades infecciosas da Universidade de Antioquia, Colôm-bia. 
Graduado com distinção na Escola de Higiene e Medicina 
Tropical da Universidade de Londres ao obter um Magistrado de 
Ciência em Medicina Clínica Tropical. Investigador independen-te 
da AIDS desde 1981. Trabalha no laboratório de diagnóstico 
molecular do Hospital Universitário da Universidade de Cornell 
na cidade de Nova York. 
Email: RobGiraldo@aol.com 
Website: www.robertogiraldo.com
Homeopatia transpessoal 
6 1 º. semestre •• Fevereiro 2005 fecção do medicamento utilizando radiestesia e radiônica, ava-liação 
de resultados com bioeletrografi a e acompanhamento 
de casos com feed-backs positivos, abrem uma nova perspecti-va 
de tratamento ampliando as premissas Hahnemannianas da 
cura do ser doente. 
Cada novo processo de busca da cura integral necessita de 
uma observação atenta do curador. Nesta nova abordagem te-rapêutica 
propomos uma desintoxicação nos processos de no-xas 
interpessoais que identifi camos como “alérgicos”, causando 
perturbações nos campos sutis (vibratórios) que envolvem o ser 
doente, no momento presente ou pretérito. 
Baseamo-nos, também, nas premissas do Dr. Hamer, que 
identifi cam as patologias como sendo de causas emocionais, e 
buscamos ampliar com o conhecimento dos campos vibracio-nais 
do ser humano, sendo este primeiro fator (lócus minor resis-tancie) 
de desequilíbrio pelos impactos emocionais ou mesmo 
espirituais. 
Segue, nesta nova proposta terapêutica, uma abordagem de 
cunho energético, que percebemos com ampliação espiritual. 
Desejamos a colaboração de colegas que tenham essa visão 
para que possamos obter melhores resultados. 
Após mais de uma década de trabalho com 
Terapia Transpessoal, identifi camos a impor-tância 
das questões interpessoais como causa 
de patologias de variadas gravidades, princi-palmente 
das patologias crônicas. 
Estudando Homeopatia, foi possível encon-trar 
nos ambulatórios questões nas quais os 
relacionamentos causavam obstáculos à cura, 
difi cultando, assim, o tratamento tradicional. 
Na busca da cura integral, envolvendo as 
questões físicas, emocionais, psíquicas e espiri-tuais, 
iniciamos uma pesquisa sobre como afas-tar 
os obstáculos da cura, identifi cando as noxas 
que são causadas pelos relacionamentos. 
Através de uma revisão de literatura e de 
estudos de casos, buscamos um tratamento 
homeopático sutil, com técnicas já conhecidas, 
mas utilizadas de maneiras adequadas para o 
estudo em questão. 
Anamnese com perfi l psicológico em uma 
abordagem transpessoal, métodos para con- 
Rubens Cascapera Júnior (SP) 
A importância e validade da Psicoterapia 
no paciente oncológico 
Quando a vida – aquilo que não é vivenciado na consciência 
– escolhe como palco o corpo para ser representado, pode-se 
pressupor que nenhum sintoma surge do acaso. Conhecer-se 
seria o primeiro passo para não adoecer, esta é a tarefa da nossa 
alma, e quando isso não é possível o corpo ocupa esse papel. 
A tarefa do profi ssional da alma é estabelecer a harmonia 
entre os aspectos conscientes – as situações que vivenciamos 
sejam boas ou más – e o inconsciente (como participante des-tas 
situações, porém em outra linguagem). 
Ao constatar-se que esta harmonia foi quebrada e com isso 
surge o diagnóstico do câncer, a pressão que algo funcione para 
suprir este mal é forte e, geralmente, pouco conduzida para as 
causas desarmônicas e/ou a responsabilidade do paciente. 
Ao investigar as possíveis causas do desequilíbrio orgânico, 
é importante considerar todos os eventos que o paciente possa 
evocar como traumas, bloqueios, pensamentos ou programa-ções 
mentais sugestionadas a ele e suas próprias crenças – sen-do 
estas duas últimas de suma importância – e integrar a esta 
parte saudável do indivíduo, que ao desejar a cura, adoeceu. 
Adoece-se ao contrariar o equilíbrio orgânico e psicológico. 
Logo, a cura é a consciência da doença para emergir a saúde. 
Luciani Trentino (Curitiba/PR) 
Como o fenômeno psíquico é muito abran-gente 
e, muitas vezes, nossa linguagem não 
capta todo este universo, fi ca difícil entender ou 
aceitar que a doença teve sua origem na dimi-nuição 
da consciência. É através da conscienti-zação, 
desta vez fazendo uso da fala, evocando 
experiências traumáticas e desagradáveis, com 
suas matizes emocionais, que promove-se uma 
descarga e conseqüente liberação de energia. 
E, assim, poderemos retornar a um equilí-brio 
emocional otimizado, muitas vezes, por 
técnicas de relaxamento, meditações e visua-lizações. 
Sendo estes processos aliados ao trata-mento 
biológico, social e espiritual, podemos 
ter respostas signifi cativas ao tratamento do 
câncer. 
Nessa alquimia, transformando o sofrimen-to 
em vida, ativamos um fl uxo de Amor, Energia, 
Beleza e Saúde, tão carentes em nossos dias.
A Osteopatia no tratamento das lesões discais 
A Osteopatia é um método que há muitos anos tornou-se bem 
Notícias Academia Sul-Americana de Medicina Integrada 7 
reconhecido na Europa e nos Estado Unidos e há poucos anos está 
no Brasil. Essa especialidade fi sioterapêutica, inclui um diagnós-tico 
minucioso e a aplicação de terapia manual, objetivando 
o tratamento músculo-esquelético global e procurando tra-tar 
a causa dos sintomas. A Osteopatia dá condições para o 
organismo do paciente trazer o seu reequilíbrio estrutural 
e funcional, restabelecendo a saúde e o bem-estar. Essa 
medicina manual enfoca a coluna vertebral, pois dessa 
ramifi cam-se os nervos da medula vertebral, os quais 
comandam vasos sangüíneos, órgãos, músculos e outros 
tecidos. A vantagem dessa terapia é que tem como recurso 
um grande número de técnicas, incluindo tratamento para 
músculos faciais, articulações, órgãos, crânio e disco interver-tebral 
(hérnia ou protusão discal). 
Um dos grandes sucessos da Osteopatia é o tratamento das 
doenças discais (hérnia de disco, protrusão discal, degeneração dis-cal), 
evitando em mais de 90% dos casos as cirurgias de coluna. 
A hérnia discal geralmente ocorre em uma região da coluna que sofre com o excesso de movimento (hi-permobilidade). 
Esse excesso é freqüentemente causado por outras regiões que estão com falta de movimen-to, 
ou seja, com bloqueio articular (hipomobilidade), causador da má postura, tensões musculares, sintomas 
álgicos e difi culdade para alguns movimentos. A partir do momento que a Osteopatia trata o local da hérnia 
e principalmente as regiões com bloqueio articular, que estão supra ou infrajacente à hérnia discal, em mais 
de 90% das doenças discais os sintomas reduzem signifi cativamente ou até mesmo desaparecem. O objetivo 
é reduzir as pressões sobre o disco herniado, reduzir também as compressões e/ou irritações dos nervos e 
tecidos que geram a dor, normalizar os movimentos articulares de membros – pelve e coluna, melhorar a pos-tura 
e orientar o paciente quanto à ergonomia e atividades do dia-a-dia. Isso justifi ca o fato de alguns casos 
pós-cirúrgicos de hérnia de disco não serem solucionados, pois a eliminação apenas da causa secundária não 
soluciona o problema por completo. 
Devemos considerar, também, outros fatores envolvidos nas lesões discais como: causas metabólicas, nu-tricionais, 
sedentarismo, traumatismos, doenças associadas à atividade profi ssional, ptose de vísceras – órgãos 
abdominais, etc. 
O tratamento varia de 3 a 7 sessões e o espaço entre estas é de 5 a 20 dias (dependendo do caso). A Oste-opatia 
é aproximadamente 80% avaliação e 20% terapia, e o tempo da sessão (incluindo avaliação e terapia) 
é de 30 a 50 minutos. 
Inicialmente, o osteopata analisa se as afecções são de caráter osteopático ou necessitam de um trata-mento 
médico específi co ou urgente. Nos casos de hérnia paralisante ou com teste de Laseg positivo abaixo 
de 10º, é indicado tratamento cirúrgico. A avaliação inclui o histórico da doença, análise de exames de ima-gens 
(RX, TC, RM), investigação das características dos sintomas e exames físicos (testes ortopédicos, testes 
neurológicos, testes osteopáticos). Com relação ao diagnóstico, o importante é saber quais estruturas estão 
causando e infl uenciando nos sintomas do paciente. Deve-se considerar que as disfunções somáticas, ou seja, 
os bloqueios articulares vertebrais também podem gerar nevralgias (Ex: nevralgia ciática, nevralgia cérvico-braquial), 
podendo gerar um falso diagnóstico de hérnia discal. 
A presença de uma hérnia discal nem sempre é a causadora dos sintomas e, nesses casos, podendo ser os 
bloqueios articulares (hipomobilidade) a verdadeira causa primária. 
Dr. Rafael Stelle (Curitiba/PR)
Fitoterapia em Ginecologia: 
quando ela é melhor que o remédio 
8 1 º. semestre •• Fevereiro 2005 Para concentrarmos a conversa em um só 
assunto do vasto universo da Ginecologia, 
falaremos sobre a TRH – Terapia de Reposição 
Hormonal – que está dando pano para as 
mangas, haja vistos os últimos trabalhos sobre 
o estrogênio presente nos medicamentos em 
uso e que, além de não proteger as mamas, 
como alguns acreditavam, têm aumentado a 
incidência de câncer mamário. 
O climatério é um período natural da vida 
da mulher, e compreende uma faixa entre 40 
e 60 anos, em que a mulher passa da fase fértil 
para a não reprodutiva. A menopausa, parada 
da menstruação (uma importante eliminadora 
de toxinas e impurezas), marca dois aspectos 
deste período: a perimenopausa, que é o 
período próximo à parada das regras e em 
que ocorrem marcantes alterações no ciclo 
menstrual pela diminuição da produção de 
hormônios devido ao envelhecimento dos 
ovários, e a pós-menopausa, um ano após a 
última menstruação. 
A perimenopausa pode ser acompanhada 
– e varia de mulher para mulher – por ondas 
de calor, suores noturnos, náuseas, mal-estar 
geral, cefaléias, palpitações, insônia, cansaço, 
irritabilidade, perda de elasticidade da pele, 
ressecamento vaginal, diminuição da aten-ção 
e memória, depressão, nervosismo, entre 
outros comemorativos. Geralmente, os distúr-bios 
relacionados ocorrem pela instabilidade 
hormonal dos ovários e causam a parada 
da eliminação do fl uxo que elimina toxinas 
acumuladas no sangue. Este acúmulo de to-xinas 
por si só pode ser fator causal de alguns 
distúrbios da menopausa. Por isto, há os que 
começam qualquer tratamento com desinto-xicação 
orgânica, solicitando a diminuição ou 
parada de fumo, álcool, café e outros irritantes 
orgânicos, além de alguns medicamentos 
como antiácidos contendo alumínio, codeína 
e antidepressivos. 
Algumas plantas prestam-se para isto 
como bardana, ruibarbo, babosa, salsaparrilha, 
sobre as quais não falaremos por não serem 
específi cas ao nosso assunto, mas desintoxi-cantes 
gerais. 
Dr. Luiz Carlos Leme Franco (Curitiba/PR) 
Só pelo problema da falta de menstruação, quase todas as 
plantas que foram sugeridas acima podem ser usadas nesse 
período de transição normal da vida da mulher, para a cor-reção 
destes distúrbios, quando acontecerem. Para algumas 
mulheres, este período pode ser facilmente aceitável e de curta 
duração, sem sintomatologia alguma, mas há outras que apre-sentam 
todas essas queixas e outras mais. Uma queixa comum 
é a secura vaginal, amenizável com plantas que possuem bas-tante 
fl avonóides, pois estes promovem boa lubrifi cação neste 
local. A menopausa ocorre normalmente em todas as mulheres 
do mundo em todos os tempos, posto que é da natureza hu-mana 
o envelhecer, e este envelhecimento ocorre porque os 
órgãos estão programados para cumprir suas funções por um 
determinado tempo e depois irem diminuindo suas atividades 
até cessar de fazê-las, ou seja, envelhecer. Ocorrem com os rins, 
os pulmões, a pele e os órgãos sexuais até a morte, que é a 
falência e envelhecimento geral e total do corpo. As mulheres 
que aceitam bem este rito de passagem e que conseguem vi-ver 
suas etapas tranqüilamente, não têm muitos dissabores. Já 
aquelas que se sentem inválidas, velhas e próximas da morte 
– que virá mesmo, quer se queira ou não, graças à Deus –, pas-sam 
por difi culdades maiores nesta passagem da vida. 
Popularmente, o uso das plantas, sem o conhecimento 
ofi cial da medicina, sempre esteve presente nessa fase da vida 
da mulher. Agora, com a expectativa de vida aumentada e as 
mulheres vivendo mais tempo após a menopausa, chegando 
aos oitenta anos – antes faleciam por volta dos cinqüenta ou 
sessenta anos–, a Ciência obrigou-se a trabalhar melhor este 
período de vida, e surgiu a TRH, já que esta defi ciência hormo-nal 
pode trazer sintomas e transtornos que reduzem a qualida-de 
de vida em algumas mulheres. 
As mulheres orientais têm menos problemas no climatério. 
rio. 
Elas se alimentam com muita soja, que tem fi toestrogênos, um 
classe de químicos com estrutura semelhante aos estrogê 
femininos e que tem propriedades anticarcinogênicas 
benefício em relação aos hormônios sintéticos (os 
tipos de fi toestrogênos são isofl avonas, presentes 
e lignanas, comuns em sementes oleaginosas) 
as mamas contra câncer, mas há um estu 
cente documentando que comer fi 
sua quantidade circulante em 
mas não tira os fagachos da usuária – aqui o Trifólio dos prado 
é muito útil. 
s, uma 
trogênios 
nicas, outro 
s principais 
entes em legumes 
osas). Estes protegem 
m estudo dinamarquês re-omer 
toestrogênos aumenta a 
nte paciente com câncer de mama, 
chos prados 
Desde junho de 1995, quando o The New Englad Journal 
of Medicin edicine publicou um estudo com 122 
122.000 enfermeiras 
mostrando um alto risco de câncer de mama ma 
nas usuárias de 
terapia com estrógeno sintético combi 
combinado com progestero-
Notícias Academia Sul-Americana de Medicina Integrada 9 
na, a TRH estava sendo usada com mais zelo. Dois anos após, 
sociedades americanas de Ginecologia começaram um estudo 
apurado com TRH e, em junho de 2002, foram publicados dois 
estudos médicos desaconselhando o uso de 
repositores a base 
de estrógenos nas mulheres com risco aumentado de câncer 
de mama e afi rmando que eles aumentam 
a possibilidade da 
doença em men’s? Health Initiative). 
Três outros trabalhos foram divulgados em 2003: um afi rman-do 
que se tem índice maior de doença 
de Alzheimer nas usu-árias 
desta terapia; outro mostrando 
que, mesmo associando 
a progesterona ao estrógeno aumenta o risco para câncer de 
mama em 100% e um artigo inglês dizendo que a TRH dobra o 
risco de câncer de mama. Aventa-se a possibilidade de uma al-calinização 
da hemoglobina, o que daria transtornos nervosos/ 
cerebrais – estas comprovações aumentaram sobremaneira a 
oduladores 
a tibolona, o 
enos, ou este 
pois isto não 
u são insufi - 
se 
adaptar às 
como a helô- 
, as 
discóreas, 
se 
prestam a 
ntas medici-u 
fi 
toestrogê-discutidas 
nas 
ação seja, às 
são 
seguras e 
os acima são 
rica 
uase 
stro-se-a 
ou 
uam. 
gação 
seme-le 
a 0,45mg de estró-genos 
conjugados, ou 
um premarin. 
AS PRINCIPAIS: 
• Isofl avonas: biochaninas, daideina, (pre-sente 
no trevo-dos-prados, na soja e outros fei-jões), 
demetilangolensina, equol e formonone-tina, 
gliciteina e genisteina (os feijões também 
têm os dois últimos) tem propriedades seme-lhantes 
ao estrógeno (Kitaoka et al., 1998). 
• Lignanas (presente no óleo de linhaça, 
e outros óleos): matairesinol e secoisolarici-resinol. 
Encontrou-se em mamíferos alguns 
metabólitos de lignana (enterodiol e entero-lactona). 
• Coumestranas (isofl avonas conjugadas): 
coumestrol (encontrado também na soja e al-fafa) 
e metoxicoumestrol (na alfafa); Lactonas 
do ácido isorresorcílico; Fitoalexinas: resvera-trol; 
Flavonas: baicaleina, Cristina e galangina; 
Flavanonas: naringenina; Ácido glicirretico 
(presente no alcaçuz); Fitosterina: encontrada 
nas camomilas. 
Ainda existe a Diosgenina, que é precursora 
de hormônios sexuais, estrógenos, progestero-na 
e testosterona, encontrada nos inhames e 
no feno-grego. O cará e o alho são progestage-nonosmiméticos. 
A primeira a ser bastante usada pelas 
orientais é a SOJA – pois consomem 30% mais 
fi toestrógenos que as outras mulheres–, porta-dora 
de duas importantes isofl avonas aglico-nas 
prontamente absorvidas, a genisteina e a 
daidzeína e mais duas, genistina e a daidzina 
(gliconas) que precisam ser transformadas nas 
anteriores pelo suco gástrico. 
Atuam bem na eliminação dos fogachos, 
desde que sejam oferecidas juntamente com 
a proteína da soja. 
Comer o feijão e usar este grão dos vários 
modos possíveis é ter, com certeza, o benefício 
destes hormônios. 
Porém, extrair-se estes princípios e ofertá-los, 
isoladamente, em cápsulas ou líquidos, não 
parece surtir o efeito que estas plantas podem 
oferecer em prol das mulheres com sintomas 
típicos da menopausa. A dosagem ideal é de 
45mg de isofl avonas ao dia. 
O uso destas 
isofl avonas não está dando o 
sperava, pois tem fraca afi ni-manipulações 
continuam, 
ntando com cápsulas do 
inhame mexicano. Mas há outras alternativas 
vegetais e as mais usadas hoje são as relacio-nadas 
a seguir: 
z 
es com 
fora 
s genos aum 
a outras mulheres (WHI- Wome 
s e 
m erapia; na aumen 
0% d 
cer possib 
calinização transtorn 
sobre 
busca por outras alternativas. 
A medicina convencional lançou mão dos mo 
seletivos dos receptores de estrógenos, como t 
tamoxifeno e o raloxifeno, mas se não têm estrógeno 
é pouco, não adianta manipular seus receptores, po 
aumentará a ação deles, visto que não existem ou 
cientes. 
Poderemos usar plantas que ajudam o corpo a novas condições de baixas taxas deste hormônio, com 
nia (falso-unicórnio, não presente no Brasil ainda), a Actéia e a Alquemila, que possuem saponinas e esta ação. 
Concomitantemente, pode-se recorrer às plant 
nais tidas como portadoras de fi tohormônios ou nios, que começaram a ser bastante estudadas e dis 
mesas científi cas sendo receitadas, embora sua aç 
vezes, mil vezes menor que os químicos. Porém, nos casos em que os sintomas menopáusicos citados a 
leves, são sufi cientes. 
Fitohormônios são compostos químicos 
não-esteróides que uma parte das plantas fabric 
em células inespecializadas e que apresentam, quas 
sempre, um anel fenólico em sua estrutura e são 
capazes de aderir, em sua maioria, aos receptores estro 
gênicos (ou progestrogênicos) humanos. 
Podem ser classifi cados, então, em SERMS = modulares se 
letivos de receptores estrogênicos e agindo como agonista antagonista do estrógeno, a depender do local em que atuam 
São absorvidos pelo trato intestinal após desconjugaç 
pela fl ora, resultando fenóis, heterocíclicos com estrutura seme-lhante 
ao estrógeno humano, dando-lhe biodisponibilidade. 
Estudos já mostraram que uma xícara de soja tem 
300mg de fi tohormônio, o que equivale resultado que se esper 
dade ao receptor. As ma 
como há anos, contan 
Ma 
u
YAM (Dioscera villosa L): contém dios-genina 
em suas folhas, um fi tohormônio que 
10 1 º. semestre •• Fevereiro 2005 O tem ação semelhante a da progesterona. 
Muito comum na América Central, foi usado 
pelos índios americanos para facilitar no parto, 
diminuindo a dor (também atua em outros 
processos dolorosos, como processos reumáti-cos). 
Este suaviza cólicas menstruais e ajudam 
na excitação nervosa, podendo acabar com a 
insônia, também comum nesta fase da mulher. 
Foi dele que se fabricaram os primeiros anti-concepcionais. 
Usa-se, aqui, de 100 a 500mg 
da raiz, que é ramifi cada, torcida e lenhos, três 
vezes ao dia, como infuso. 
TREVO VIOLETA OU VERMELHO: por ter 
muito cobre, metal ligado a problemas de 
veias e ovários, e por ter várias isofl avonas (de 
1 a 2,5%), é excelente nesses casos. Seu nome 
nos Estados Unidos, onde é usada há quase 20 
anos, é Red clover e na Índia, também muito 
usada, é Vana ou Methika. Cientifi camente o 
conhecemos como Trifolium pratense (trevo-dos- 
prados). No mercado brasileiro vende-se 
o Marjan com o CLIMADIL e a galena, com 
TRIFOLIUM. Alivia as ondas de calor e outros 
sintomas neurovegetativos do climatério. 
Possui muita isofl avona (Zava et al., 1998). Uso: 
um comprimido de 40mg de extrato seco do 
capítulo fl oral ao dia durante alguma refeição 
ou 4g de por infusão do capítulo desidratado, 
três vezes ao dia. 
Outra opção em uso, com resultados um 
pouco mais consistentes que a anterior, é a 
CIMICIFUGA (Actéia) racemosa, conhecida 
internacionalmente como Cohosh negro, bla-ck 
Cohosh ou cimicífuga americana, uma plan-ta 
calmante que tem glicosídeos triterpenos, 
isofl avonas, taninos e resinas como agentes 
ativos. No Brasil encontra-se como Aplause (do 
laboratório Marjam), Clifemin (do Herbarium), 
Menofen (do Dr. Denner), Remidamin (Galena) 
, Mencirax do laboratório Ativus e Menolev do 
Teuto e esta para ser lançado, pelo laboratório 
Barrene o Amenopan. 
Age nos receptores hipotalâmicos, dimi-nuindo 
o fl uxo de LH e ajuda muito na dimi-nuição 
dos fogachos, ansiedade, depressão, 
cefaléia, distúrbios do sono, vertigens, e prin-cipalmente 
na secura vaginal, às semelhanças 
de estrógenos conjugados associados ao Dia-zepam, 
sem os efeitos adversos destas duas 
medicações, porque não interfere no hormô-nio 
folículo estimulante e nem na prolactina 
como aqueles (os índios americanos cherokee 
já a utilizavam para isto e a batizaram de ga na ge. Tinham-na 
como planta ligada a cobras, pelas quais tinham admiração). 
Usa-se 40mg/dia (toma-se um comprimido de manhã e outro 
à noite, com água). 
O Vitex agnus castus, AGNO CASTO, verbenácea usada para 
ovários policísticos, prolactenemia e dores nas mamas, é um 
fi toterápico bastante receitado que protege o útero como a 
progesterona. É encontrado no Brasil com os seguintes nomes 
comerciais: Vitex, Lutene, Tenag, Vitenon, Aguinosin e Regula-tum 
(e Forte Viton, que está com mais plantas medicinais). Uso: 
um comprimido/dia em jejum – do Vitex, deve-se tomar dois. 
A AMOREIRA nigra (Morus nigra) e a AMOREIRA branca 
(Morus álbum), árvores asiáticas das Moráceas/Urticáceas que 
por ter alguns fi totesteróides, estão sendo usadas (mais a 
branca) com sucesso até como TRH (Terapia de Reposição Hor-monal) 
natural, embora seja conhecidíssima no mundo todo 
como adstringente e usada para afecções da boca, corrimentos 
e ulcerações da pele. São mais úteis na prevenção, quando suas 
quantidades documentadas de hormônios fi toterápicos são 
muito pequenas. 
A semente da LINHAÇA ou linho comum, rica em lignana, 
é convertida em estrógeno pelas bactérias no intestino, é o 
Linum usitatissimum, cultivado como produto agrícola. 
O óleo das sementes, juntamente com a mucilagem que 
a planta tem é um ótimo laxativo. É usado em eczema, como 
captaplasma e pleurisia. Possui bastante óleo graxo essencial. 
Suas lignanas e precursores parecem agir nas disfunções ova-rinas 
por sua relação, embora fraca, com os hormônios sexuais 
femininos. Na Universidade de Rochester, em Nova York e em 
Minnesota, comprovou-se que a baixa dosagem de lignana 
predispõe as disfunções ovarinas como a novolução (Phipps W., 
1993 ). Melhora o perfi l lipídico, muitas vezes comprometido no 
climatério; 30mg ao dia são sufi cientes. 
GERGELIM ou sésamo (Sesamum orientale, Líeno/S. indicum 
Líneo) – e outras plantas oleosas, com mais ou menos hormônio 
– é uma erva Bignoniácea/Pedaliaceae anual asiática da Índia 
(onde se chama Tilaena China é Hei Chih ma) bem aclimatada 
no Brasil, sendo cultivada no nordeste (Pernambuco e Alagoas, 
principalmente) e em Minas Gerais, também no sul dos EUA e 
alguns países da África. Sesanum vem do grego sesamon, nome 
original da planta. O fruto é uma cápsula pequena, ovalada, de 
cor castanha, adocicado, que tem em torno de 50% de óleo fi xo 
(amarelo, obtido por compressão), 22% de proteína (aleurona) 
e 4% de mucilagem, além do fi tohormônio lignano sesamina 
(Gassita J., 1992), presente na parte não saponifi cável do óleo. 
O MORANGUEIRO (Fragaria spp): dizem que atua bem 
melhor que o estrógeno feminino. Talvez porque tenha boro 
também. Este mineral ajuda a liberar os estrógenos na circula-ção. 
Pela ordem decrescente de conteúdo em boro, temos mo-rango, 
pêssego, repolho, tomate, dente-de-leão, maçã, aspargo, 
fi go, papoulas (sementes), brócolis, pêra, a cereja, beterraba, 
alperce, passas, salsa, sementes de endro e cominho, que são 
ervas potencialmente úteis na prevenção dos sintomas da me-nopausa, 
já que possuem pouco fi tohormônio e a TRH exige
FITOTERAPIA PARA A MULHER 
Luiz Carlos Leme Franco 
Roberto Cesar Leite 
Mais informações e pedidos: 
Notícias Academia Sul-Americana de Medicina Integrada 11 
muita quantidade deste. No climatério, deve-se usar infusões 
de 20g de folhas secas em meio litro de água e tomar de 3 a 4 
xícaras ao dia. 
ONAGRA (Oenothera biennis): uma planta da América do 
Norte, é reguladora sobre os hormônios sexuais femininos, 
estrogênio, progesterona e também prolactina, e ainda útil na 
pele e nas infl amações. Também outras plantas (e são muitas) 
que têm os ácidos oléicos, linoleico, palmítico e garnalinoleico, 
cumprem a mesma função desta. Estamos representando to-das 
estas plantas quando falamos desta, que também possui 
fi toesteróide. No Brasil, usa-se a raiz ou, principalmente seu 
óleo. A planta toda é comestível. No SOMA estudamos esta 
planta comparativamente com a borragem, outra boa opção 
para fogachos. 
SÁLVIA (OFFICINALIS L) ou salva dos jardins, salva comum, 
salva das boticas, ou simplesmente sálvia, é uma planta eu-ropéia 
que se deu bem no Brasil. É muito usada na medicina 
caseira, lá e aqui. É aromática e tem, além dos óleos voláteis 
tanino, ácido gálico e material extrativo. Usa-se infuso de fo-lhas 
e fl ores, que são brancas ou violetas, para gargarejos em 
infl amações da cavidade oral: 30g da planta para um litro de 
água. Uma xícara ao deitar. Seu cozimento é útil em feridas. 
Há vários tipos e a chamada Lipia citrata, usada para insônia e 
para fortalecer o sistema nervoso, inclusive cérebro e útero (daí 
seu uso aqui), sendo antiabortiva: infuso de 10g da planta para 
cada litro de água. 
ALCAÇUZ (Glycyrrhiza glabra Linn): conhecido internacio-nalmente 
como licorice, seu nome inglês e espanhol. Tem na 
raiz a glicirrizina ou ácido glicirrínico, que parece reduzir a taxa 
de estrógenos quando alta e aumentá-la quando baixa. Previne 
coágulos, comuns no climatério. Nos últimos meses, laborató-rios 
de cosméticos estão usando em produtos para pele, por ser 
antialergênica e antiinfl amatória tópica. 
ANGÉLICA (A. archangelica L): uma Apiácea de zonas tem-peradas, 
possui resinas, vitamina B1, ácidos angélicos e valeriâ-nicos, 
cumarínico, taninos e fi tosterol (angelicol), um hormônio. 
É analgésica, antinauseante, antiasmática, diurética e estimu-lante 
digestiva. São usadas as raízes e as sementes. Sua espécie 
chinesa, a A. sinensis é bastante usada em manipulações e na 
medicina chinesa, com o nome de Dong Quai. Juntamente com 
o ginseng é a mais usada erva para menopausa (e para vários 
distúrbios “femininos”) no mundo todo, embora nenhuma das 
duas alivie ondas de calor. Possui alta atividade estrogenante, 
mas, mesmo assim sua ação é 400 vezes menor do que o estró-geno 
animal. Isto lhe permite ser usada tanto em mulheres com 
muito hormônio (para outras causas como analgesia, anemia, 
artrite, cefaléias, dores abdominais), como naquelas que o têm 
escassamente. Quando não há estrogênio, ela ocupa os recep-tores 
deste e serve como repositora e quando a mulher possui 
estrógenos, ela bloqueia os receptores deles. No Oriente, a An-gélica 
é tida como a planta da mulher, por ajudar a aliviar a Ten-são 
Pré-menstrual e os sintomas do climatério, principalmente 
a secura vaginal e a irritação. A parte usada é a raiz: 1g ao dia. 
A Medicina Ayurvédica classifi ca as plantas medicinais sob 
vários pontos, sendo um deles quanto ao sa-bor, 
considerando como uma das “assinaturas” 
do que a planta faz. As plantas doces (azedas, 
salgadas, pungentes, amargas e adstringes são 
outras opções), nutritivas, tônicas, que promo-vem 
regenerações, emolientes, demulcentes e 
rejuvenescedores, aumentam a saliva, o tecido 
nervoso e o leite e estimulam glândulas. São 
as que possuem açúcar, mucilagem e goma: a 
amêndoa, confrei, funcho, linho, alcaçuz, aven-ca 
cabeça de Vênus, mavaísco (uma malvácea), 
gergelim, psílio, passa, olmo e selo-de-Salomão 
e, segundo esta ioga de ervas, elas caberiam 
aqui (a lista não é muito diferente das plantas 
ocidentais). 
corpomente@avalon.sul.com.br 
Senador Xavier da Silva, 39 
Alto São Francisco 
CEP 80530-060 Curitiba-PR 
Fone/Fax: (41) 324 2966
7º. Encontro Brasileiro e 
4º. Encontro Internacional 
de Medicina Integrada 
Conferencista Convidado: Dr. Roberto Giraldo (EUA) 
Infectologista - New York Presbyterian Hospital, Weill Cornell Center, 
Nova York e Presidente do “Rethinking Aids”. 
Temos a grata satisfação de apresentar aos senhores o 7 º. Encontro 
Brasileiro e 4 º. Encontro Internacional de Medicina Integrada para 
cumprir com a função de introduzir e ampliar os conceitos de 
medicina integrada na sua teoria e prática. 
Conscientes da urgência da formação de equipes multidisciplinares 
e conhecedores da “medicina so ser”, temos orgulho de trazer para 
Curitiba este evento internacional, contando com especialistas 
mundialmente reconhecidos por suas descobertas e por sua 
dedicação para uma medicina multidimensionada. 
Dr. Roberto Cesar Leite 
Presidente da Academia Sul-Americana de Medicina Integrada 
Data: 16 e 17 de abril de 2005. 
Local: UnicenP - Centro Universitário Positivo 
Endereço: Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 
Mais informações: 
http://extensao.unicenp.br 
Telefone: (41) 324 2966 e (41) 3019 2966 
e-mails: corpomente@avalon.sul.com.br 
extesao@unicenp.br 
• Desconto de 30% para associados da Academia Sul- 
Americana de Medicina Integrada. 
• Trabalhos Científi cos: a comissão organizadora do evento 
receberá os trabalhos científi cos para posterior análise e 
publicação pela Academia Sul-Americana de Medicina Integrada. 
• Mesa Redonda com Dr. Roberto Giraldo - Infectologia (EUA). 
Vagas disponíveis limitadas. Sob consulta pelo telefone: 
(41) 324 2966.
Perspectivas do mercado de alimentos 
à base de soja no Brasil 
Valor nutritivo da soja 
Comparando a composição química da soja com a de outros alimentos comuns na dieta brasileira, obser-vamos 
a sua superioridade em relação a outros vegetais e sua equivalência em relação a produtos de origem 
Notícias Academia Sul-Americana de Medicina Integrada 13 
animal. 
A qualidade das proteínas é determinada em função da 
sua composição quantitativa de aminoácidos essenciais. As 
proteínas da soja apresentam um bom balanceamento des-ses 
aminoácidos, quando comparadas às de outros vegetais. 
Entretanto, como é comum às leguminosas, as proteínas da 
soja são limitantes nos aminoácidos sulfurados, metionina e 
cistina, e um teor elevado do aminoácido lisina. 
Marise Euclides Faigenblum (Curitiba/PR) 
e-mail: faigen@mps.com.br 
*As análises foram realizadas em alimentos crus. 
Fonte: Franco (1986). 
Tabela 1 - Composição química da soja e de outros alimentos 
Alimentos 
Vegetais 100g 
ARROZ POLIDO 
TRIGO VEGETAL 
MILHO MADURO 
FEIJÃO PRETO 
SOJA EM GRÃO 
CARNE BOVINA 
CARNE FRANGO 
CARNE PORCO 
FÍGADO BOI 
FÍGADO FRANGO 
OVOS GALINHA 
LEITE VACA “C” 
Calorias 
(G) 
364,0 
353,7 
363,3 
343,6 
395,0 
111,0 
106,7 
181,0 
130,3 
137,0 
150,9 
63,0 
Carboidratos 
(G) 
79,7 
70,1 
70,7 
62,4 
30,0 
0,0 
0,0 
0,0 
0,0 
2,4 
0,0 
5,0 
Proteínas 
(G) 
7,2 
12,7 
11,8 
20,7 
36,1 
21,0 
19,7 
18,5 
20,2 
22,4 
12,3 
3,1 
Lipídios 
(G) 
0,6 
2,5 
4,5 
1,3 
17,7 
3,0 
3,1 
11,9 
5,5 
4,2 
11,3 
3,5 
Ca 
(mg) 
9 
37 
11 
145 
226 
12 
2 
6 
8 
16 
73 
114 
P 
(mg) 
104 
386 
290 
471 
546 
224 
200 
220 
373 
224 
224 
102 
Fe 
(mg) 
1,3 
4,3 
2,5 
4,3 
8,8 
3,2 
1,9 
2,0 
12,1 
7,4 
3,1 
0,1 
Tabela 2 – Composição química do grão de soja. 
Componentes 
PROTEÍNA 
GORDURA 
CARBOIDRATO 
CELULOSE 
HEMICELULOSE 
AÇÚCARES 
Estaquiose 
Rafi nose 
Sacarose 
Outros açúcares (arabiose, glucose) 
Fonte: INTSOY Illinois University. 
CINZAS (vitaminas e minerais) 
% 
40.0 
20.0 
4.0 
15.0 
3.8 
1.1 
5.0 
5.1 
6.0
Avaliação da qualidade da proteína 
A avaliação mais simples para a determinação da qualidade da proteína dos alimentos é o Coefi ciente de 
Efi ciência Protéica (PER), que mede a razão do ganho do animal em crescimento e a ingestão protéica no 
período estudado. Comparando-se o leite de vaca com o extrato de soja temos: 
CEP caseína =2,50 CEP soja = 2,00 
Tabela 3 – Efeito da farinha de soja como suplemento protéico aos grãos de cereais. 
Cereais 
MILHO 
ARROZ 
FARINHA DE TRIGO 
GRÃO DE TRIGO 
14 1 º. semestre •• Fevereiro 2005 Composição Coefi ciente de efi ciência protéica (PER) 
Sem soja 
1,0 
1,9 
0,7 
1,3 
Com soja* 
2,2 
2,9 
2,0 
1,9 
*8% de soja adicionada ao milho, arroz e trigo integral e 10% adicionada na farinha de trigo. 
dos aminoácidos essenciais dos alimentos de soja disponíveis no mercado 
Tabela 4 – Composição dos aminoácidos essenciais (g/16gN) presentes nos grãos de soja, farinha, 
concentrado, isolado protéico, proteína vegetal texturizada (PVT) e o requerimento padrão da FAO. 
Aminoácidos 
CISTINA 
ISOLEUCINA 
LEUCINA 
LISINA 
METIONINA 
FENILALANINA 
TREONINA 
TRIPTOFANO 
TIROSINA 
VALINA 
Padrão 
FAO 
4,2 
4,2 
4,8 
4,2 
2,2 
2,8 
2,8 
1,4 
2,8 
4,2 
SOJA 
Grão 
1,3 
4,5 
7,8 
6,4 
1,3 
4,9 
3,9 
1,3 
3,1 
4,8 
Farinha 
1,6 
4,7 
7,9 
6,3 
1,4 
5,2 
4,2 
1,5 
3,9 
4,9 
Concentrado* 
1,6 
4,8 
7,8 
6,3 
1,4 
5,2 
4,2 
1,5 
3,9 
4,9 
Isolado* 
1,3 
4,9 
7,8 
6,4 
1,3 
5,3 
3,6 
1,4 
4,3 
4,7 
PVT* 
1,5 
4,7 
7,8 
6,1 
1,2 
5,0 
4,2 
1,1 
3,3 
4,8 
*Concentrado: produto com 70% de proteína; *Isolado: produto com 90% de proteína; *PVT: Proteína Vegetal Texturizada (carne de soja), com 50% de proteína. 
Extrato Solúvel de Soja (“leite”) 
Fontes: Weigartner, 1987. 
Fonte: Bressani, 1981. 
Tabela 5 – Teor de aminoácidos essenciais (g/16gN) no extrato solúvel de soja e nos leites 
Humano 
5,5 
9,1 
6,6 
2,0 
2,0 
4,5 
1,6 
6,2 
Fonte: Moretti & Guitierrez, 1981. 
de vaca e humano. 
Aminoácidos 
Essenciais 
ISOLEUCINA 
LEUCINA 
LISINA 
METIONINA 
CISTINA 
TREONINA 
TRIPTOFANO 
TRIPTOFANO 
Soja caseira 
5,1 
8,3 
6,2 
1,4 
1,7 
3,8 
1,3 
4,9 
TIPOS DE LEITE 
Soja comercial 
4,7 
8,1 
6,4 
1,2 
0,9 
3,9 
1,1 
5,0 
Vaca 
7,5 
11,0 
8,7 
3,2 
1,0 
4,7 
1,5 
7,0 
As proteínas dos cereais apresentam essa composição de aminoácidos em situação inversa. Portanto, a 
combinação de leguminosas e cereais, permite a complementação dos aminoácidos essenciais obtendo-se 
uma composição protéica com melhor qualidade. 
O extrato solúvel (“leite”) é uma opção alimentar nutritiva e econômica, que pode atender às necessidades 
das pessoas que buscam alimentos mais saudáveis, livres de colesterol, ou para aqueles que não gostam do 
leite de vaca ou não podem consumi-los (intolerância à lactose).
DESNATADO 
36,1 
5 
3,6 
0,1 
124 
98 
0,08 
Fonte: Franco (1986). 
Tabela 6 – Composição química do leite de vaca e do extrato solúvel de soja. 
CALORIAS 
AÇÚCARES 
PROTEÍNAS 
GORDURAS 
CÁLCIO 
FÓSFORO 
FERRO 
EXTRATO DE SOJA LEITE DE VACA 
LÍQUIDO 
52 
2,5 
3,4 
2,3 
40 
105 
1,2 
EM PÓ 
429 
28,0 
41,8 
20,3 
275 
674 
5,0 
LÍQUIDO 
63 
5 
3,1 
3,5 
114 
102 
0,1 
EM PÓ 
450,5 
35,1 
28,1 
21,7 
909 
708 
0,5 
Lipídios 
O lipídio da soja é amplamente usado como óleo para consumo humano e sua composição é similar a 
de outros óleos como o de girassol e amendoim. Tem alta digestibilidade e não contém colesterol. Os ácidos 
graxos insaturados representam 86% do total de lipídios na soja, e 60% destes são constituídos pelos ácidos 
graxos essenciais, como linoléico e linolênico. 
Tabela 7 – Composição média dos ácidos graxos (%) no óleo de soja. 
Ácidos graxos saturados = Total 13% 
PALMÍTICO 9% 
ESTEÁRICO 4% 
Ácidos graxos insaturados = TOTAL 86% 
OLÉICO 24% 
LINOLÉICO** 54% 
LINOLÊNICO 8% 
OUTROS = 1% 
** Ácidos graxos essenciais. 
Fonte: Nwar, 1985. 
Vitaminas e Minerais 
A soja encerra uma boa fonte de alguns minerais como o ferro, cuja quantidade é superior à dose diá-ria 
recomendada. Entretanto, não é uma boa fonte de cálcio e zinco, apresentando cerca de um terço e um 
quarto, respectivamente, da recomendação diária. Recomenda-se, portanto, que haja suplementação destes 
elementos nos produtos de soja destinados às crianças que não recebam uma dieta variada. Cem gramas de 
grãos de soja contêm, em média, 260mg de sódio e 740mg de potássio, o que permite sua recomendação 
para pacientes com pressão arterial elevada. 
Novas oportunidades para produtos de soja 
Considerando o alto valor nutricional da soja e sua disponibilidade no mercado brasileiro, a demanda de 
alimentos saudáveis, funcionais e nutracêuticos à base de soja é reprimida pela falta de domínio de tecnolo-gia 
para a formulação de alimentos tradicionais na dieta brasileira. 
O sabor exótico do leite de soja, introduzido no Brasil nas décadas de 60, 70 e 80, não foi aceito pela maioria 
Notícias Academia Sul-Americana de Medicina Integrada 15 
da população em virtude do seu sabor. 
Novas técnicas de preparo de alimentos à base de soja eliminam este sabor e possibilitam a adaptação dos 
derivados de soja à nossa cultura alimentar. 
Também a demanda de alternativas para alimentos lácteos e carnes vem favorecer a procura de alimentos 
enriquecidos ou derivados de soja. A mudança de estilo de vida do consumidor e a expectativa de vida mais 
longa, favorecem a procura por alimentos à base de soja. 
As estratégias para atender este novo segmento do mercado baseiam-se na formulação de alimentos 
com respeito aos hábitos alimentares locais, tradicionais e populares, e nas informações nutricionais e sobre 
benefícios do consumo de alimentos derivados de soja aos profi ssionais de saúde e alimentação, importantes 
neste processo de criação do mercado. 
Também a formulação de alimentos dietéticos para diabéticos celíacos e intolerantes à lactose, assim 
como alimentos enriquecidos para infantes, escolares, atletas e idosos são segmentos de mercado crescente.
Osteoporose e Dolomita 
A expectativa média de vida está aumen-tando, 
também, entre a população brasileira. 
Esta tendência obriga as autoridades em 
saúde de nosso país a uma revisão de suas 
prioridades assistenciais, pois a longevidade 
nos traz a preocupação com a qualidade de 
vida dessas pessoas. Vinte milhões de brasi-leiros 
estarão nesta faixa etária após a virada 
do milênio. 
Doenças como a Osteoporose apre-sentam 
uma alta prevalência. Esta doença 
osteometabólica, mais freqüente na terceira 
idade, é caracterizada por uma diminuição 
da massa óssea com conseqüente fragilida-de 
e risco de fraturas. 
A Osteoporose é uma doença caracteri-zada 
pelo aumento da porosidade dos ossos, 
que perdem a capacidade de sustentação e 
estruturação do corpo. É a responsável por 
60 a 70% das fraturas que ocorrem nas mu-lheres 
após os 60 anos. 
A massa óssea do ser humano 
atinge o pico máximo aos 25 anos. 
A partir daí começa a decrescer, 
pois a reconstituição é menor 
que a destruição. 
Esse início de perda de massa óssea 
(osteopenia) lenta e gradual é considerada 
normal para ambos os sexos. 
No entanto, na mulher, após a meno-pausa, 
em função do declínio acentuado da 
produção de hormônios estrogênicos pelo 
ovário, acelera-se a perda do tecido ósseo. 
Nos 5 a 6 anos seguidos à menopausa, as 
mulheres perdem o dobro de massa óssea 
que os homens da mesma idade. 
O normal é perder de 1 a 2% por ano, 
entretanto, após a menopausa, aquelas que 
caminham para a Osteoporose perdem de 3 
a 4%. Assim até os 65 anos, aproximadamen-te, 
a mulher pode ter sofrido uma redução de 
até 30% da massa óssea. 
Os ossos da coluna vertebral são costu-meiramente 
os primeiros a serem atingidos 
pela Osteoporose, devido a sua constituição 
em grande parte trabecular. Microfaturas 
16 1 º. semestre •• Fevereiro 2005 
Dra. Liane Athayde Beringhs-Bueno (Brasília/DF) 
liane@medicinaintegrativa.com.br 
acabam levando a um esmagamento das vértebras, resul-tado 
de movimentos rotineiros como carregar uma criança. 
Surge, então, um quadro doloroso seguido da contratura dos 
músculos do pescoço, tórax e do lombo. São freqüentes as 
dores nas costas e de cabeça. 
No Brasil, há cerca de 14 anos, vem-se pesquisando um 
suplemento alimentar natural de cálcio, um tipo especial de 
Dolomita, como fonte natural para a reposição mineral. Na 
década de 90 o Instituto Weismann de Pesquisas de Israel, 
sob a coordenação do Professor Dr. Samuel Edelstein, iniciou 
um projeto de pesquisa e está nos fornecendo o embasa-mento 
científi co para a observação clínica feita no Brasil, 
desde a década de 80. 
A maior descoberta em relação à Dolomita é que este 
suplemento brasileiro totalmente natural, além de fornecer 
cálcio para a formação da matriz óssea, também estimula a 
produção do calcitriol. Este hormônio é o responsável pela 
absorção do cálcio nos intestinos e sua fi xação nos ossos, 
além de outros processos vinculados à imunidade. 
Porque usar um mineral brasileiro natural - Dolomita? 
A vitamina D3 - colecalciferol - é produzida, em sua maior 
parte, pela síntese fotoquímica dos 7 desidrocolesterol na 
pele após a exposição à luz ultravioleta. 
Seu metabólito ativo - o calcitriol 1,25(OH)2D3 - é pro-duto 
de duas hidroxilações no organismo, uma no fígado e 
outra nos rins. O calcitriol comporta-se como um hormônio, 
pois é produzido, armazenado, transportado e regulado pelo 
hormônio da paratireóide por mecanismos de feed-backs 
negativos. De sua parte, o calcitriol regula o cálcio e seu 
transporte ativo através dos intestinos e também no líquido 
extracelular. O calcitriol é transportado no sangue por uma 
proteína ligadora de vitamina D. 
Nos enterócitos (células dos intestinos) existem recep-tores 
de calcitriol que, com a idade, perdem sua capacidade 
receptiva. Os mecanismos de envelhecimento natural do 
organismo também diminuem a capacidade de absorção 
de cálcio. 
Independentemente da idade do paciente ou da causa da 
má absorção de cálcio, a terapia com calcitriol ou com uma 
substância que aumente o nível de calcitriol, tanto no sangue 
quanto nos ossos, será sempre efi ciente na correção e na ho-meóstase 
do metabolismo do cálcio. 
Os principais efeitos do calcitriol são observados no 
esqueleto (ossos), glândulas paratireóides, rins, músculos, 
nervos e no sistema auto-imune (apoptose). Nos ossos, o 
calcitriol estimula os osteoclastos preservando o remodela-mento 
ósseo e regula a atividade osteoblástica, garantindo
qualidade e estabilidade mecânica dos ossos. O calcitriol di-minui 
a fraqueza muscular e aumenta a resistência e a vitali-dade 
em pacientes idosos, com isso melhorando a qualidade 
de vida do idoso. 
De um modo geral, o calcitriol intervém no crescimento 
celular e na diferenciação celular, sendo o rim o órgão princi-pal 
a fornecer calcitriol para circular no corpo, apesar de mais 
de 30 tecidos comprovadamente apresentarem atividade de 
calcitriol. 
Primária e particularmente, o calcitriol é indicado na 
prevenção e tratamento da Osteoporose induzida por cor-ticosteróides, 
pois o glicocorticoide inibe tanto a função dos 
osteoblastos quanto o efeito benéfi co do hormônio de cres-cimento 
e da testosterona nos ossos. 
Na psoríase, doença cutânea crônica caracterizada por hi-perproliferação 
de queratinócitos, há inibição de IL-8 e IL-8n 
(interleucinas) e conseqüentes melhoras cutâneas após uso 
de calcitriol. 
Sendo assim, o uso de Dolomita torna-se evidente em pa-cientes 
com Osteoporose, tanto em seu tratamento quanto 
em sua prevenção, pois, conforme os dados laboratoriais re-cebidos 
do Dr. Samuel Eldenstein (1998) – bioquímico chefe 
de pesquisas do Instituto Weismann –, a Dolomita é capaz de 
aumentar o calcitriol tanto no sangue quanto nos ossos. Evi-dências 
quanto ao seu uso em síndromes auto-imunes, cân-cer 
e suas metástases estão sendo analisadas e, quando os 
testes laboratoriais estiverem completos, novos dados serão 
fornecidos pelo Instituto Weismann de Ciências, de Israel. 
Entre a população feminina, duas em cada quatro mu-lheres 
deverão desenvolver Osteoporose após a menopau-sa. 
Os homens, devido ao uso abusivo de nicotina, álcool e 
alimentação defi ciente em cálcio e vitamina D, estão sendo 
acometidos com maior freqüência com outras formas de 
Osteoporose. 
Na Alemanha, as fraturas de quadril são a principal causa 
de incapacidade entre os idosos. Ocorrem aproximadamente 
70.000 fraturas de colo de fêmur em idosos, 
sendo que os gastos médicos diretos são 
anualmente em torno de um bilhão de mar-cos 
alemães. Cerca de 25% das vítimas de 
fraturas morrem seis meses depois do evento 
e estes pacientes ocupam 20% dos leitos de 
Ortopedia dos hospitais. 
Associado a isto, as fraturas de vértebras 
devido à Osteoporose são também causas 
comuns de lombalgias, deformidades e inca-pacidade 
física. Em 30% das mulheres e 55% 
dos homens com fraturas de esmagamento 
vertebral, são observadas causas secundárias 
de Osteoporose associadas com a anormali-dade 
e com o metabolismo da vitamina D e 
com má absorção de cálcio. 
Em homens mais jovens, a Osteoporose é 
geralmente associada ao uso de corticóides, 
abuso de álcool e especialmente nicotina. A 
imobilização é a causa mais comum de fra-gilidade 
óssea nestes pacientes. É tão grave, 
que a perda óssea por imobilização no leito 
após quatro meses no paciente apresenta 
uma redução de 15% em sua densidade 
óssea. O osso sofre um contínuo processo 
de remodelação durante toda a vida. Este 
processo é regulado pelo cálcio, hormônio 
da paratireóide, calcitonina, prostaglandinas, 
ação local de citocinas, exercícios físicos e 
pelo metabolismo ativo da vitamina D – o 
calcitriol. A busca por um equilíbrio em nível 
osteomolecular na população mais idosa 
passa necessariamente por uma alimentação 
rica em cálcio e magnésio, vitamina D e ou-tros 
fatores hormonais. 
Para fazer parte da Academia Sul-Americana de Medicina Integrada, preencha esta fi cha e envie para: 
Rua Senador Xavier da Silva, 26 . Alto São Francisco . Curitiba/PR . CEP 80530-060 
ou pelo Fax (41) 324 2966, ou então, mande em e-mail para corpomente@avalon.sul.com.br 
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Os objetivos da terapia para a Osteoporose na atualidade são: alívio da dor, que é o grande obstáculo para 
a mobilização do paciente; inibição da reabsorção óssea aumentada; redução do índice de novas fraturas, já 
que o diagnóstico normalmente só é feito após ocorrer uma fratura e desestruturação da formação óssea. O 
uso da Dolomita pode não só modular a osteosíntese, mas também minimizar a dores e prevenir as fraturas. 
Tabela – Resultados parciais da análise sangüínea de calcitriol em pacientes osteoporóticas que nunca 
tiveram tratamento prévio a partir do uso exclusivo de Dolomita 1000mg, 1 cápsula três vezes ao dia. 
PACIENTE 
O.K.P. 
L.M.B. 
A.A.T. 
O.V.C. 
O.V.M. 
N.C.R.C. 
B.M.F. 
D.L. 
I.M.R.S. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
DOSAGEM 
1ª AMOSTRA 
Agosto/96 
22 pg/ml 
Agosto/96 
34,7 pg/ml 
Agosto/96 
23,6 pg/ml 
Agosto/96 
33,7 pg/ml 
Agosto/96 
34,0 pg/ml 
Setembro/96 
36,6 pg/ml 
Setembro/96 
35,6 pg/ml 
Outubro/96 
23,9 pg/ml 
Novembro/96 
37,3 pg/ml 
1. EDELSTEIN S., BARRETT-CONNOR E. Relation Between 
Body Size and Mineral Density in Eldery Man and Woman. 
Am J. Epidemiol. Aug 1;138(3):160-9, 1993. 
2. EDELSTEIN1 S., SANSON H. J. R., LEV-RAN1 M., OTREM-SKI1 
I., ORNOY A. Epidemiology of osteoporosis in brasil 
and the effi cacy of a unique and natural dolomite in the 
treatment of the disease. IBMS/ECTS 2001 - PROGRAM and 
ABSTRACTS. 
SÉRICA DE 
2ª Amostra 
Setembro/96 
21 pg/ml 
Setembro/96 
34,0 pg/ml 
Setembro/96 
29,5 pg/ml 
Setembro/96 
23,0 pg/ml 
Setembro/96 
49,5 pg/ml 
Outubro/96 
52,0 pg/ml 
Outubro/96 
40,0 pg/ml 
Novembro/96 
Dezembro/96 
1,25 (OH)2 D3 
3ª Amostra 
Novembro/96 
35,2 pg/ml 
Novembro/96 
35,2 pg/ml 
Novembro/96 
38,1 pg/ml 
Novembro/96 
32,6 pg/ml 
Novembro/96 
Dezembro/96 
Dezembro/96 
3. EDELSTEIN S., LEV-RAN M. Vitamin D: Evolution, Metabolism and Clini-cal 
Applications. http://bioinfo.weismann.ac.il/_1s/samuel_edelstein/samuel_ 
edelstein.htm, /06/04/2004 
4. ISH-SHALOM S. The Effect of Nutritional Factors on Boné Health After Me-nopause. 
Metabolic Boné Deseases Unit, Rambam Medical Center - Israel Institute 
of technology. 
5. ZERBINI et al. Bone and Mineral Density in Brazilian Men 50 Years and 
Older. Brazilian Journal of Medical and Biological Research 33:1429-1435, 2000. 
INSCRIÇÃO ACADEMIA SUL-AMERICANA DE MEDICINA INTEGRADA
Notícias Academia Sul-Americana de Medicina Integrada 19 
Estresse oxidativo em Câncer e Aids 
Conceito: 
Estresse oxidativo é o dano causado na membrana celular do tecido 
ou órgão afetado, por um agente agressor. 
A AIDS – Síndrome da Imuno Defi ciência Adquirida e o Câncer, no ser humano, são processos de uma 
doença com várias etapas em diferentes nuances, e cada uma delas com suas peculiaridades e especifi cidades. 
Uma única célula pode se desenvolver de um tecido anteriormente normal (sadio) para a malignidade que 
vai culminar na destruição total do organismo. 
As etapas complexas, que ocorrem nos seus desenvolvimentos, podem ser mediadas por uma diversidade 
de estímulos tanto endógenos quanto exógenos ou ambientais. 
Agentes causadores: 
• Baixa imunidade orgânica; 
• Contaminação por metais tóxicos; 
• Ingestão de metais de transição como Fe, Ni, Cr, Pb, Hg, As, etc.; 
• Poluição ambiental; 
• Inalação de monóxidos e dióxidos; 
• Infecções viróticas de repetição (HPV, etc.). 
Todos contribuem amplamente para o aumento do estresse oxidativo na Aids e no Câncer. 
Como tratar 
Substâncias antioxidantes endógenas, conhecidas como antioxidantes enzimáticos endógenos: 
• Citocromo-oxidase = desintoxica 95 a 99% do O2 na célula. 
• SOD’s = Desintoxica o ânion superóxido (O2). 
• Catalase, Glutationa, Citicromo C, Interferon = desintoxica peróxido de hidrogênio. 
Antioxidantes não enzimáticos: 
• Lipídicos: 
Vitamina E = Tocoferol (alfa, beta, etc.). 
Beta Caroteno = Precursor da vitamina A. 
Aquosos: 
Acido Ascórbico 
Éster C Ascorbato 
Vita C revestida 
Ácido Alfa Lipóico 
Albumina = varredor de HOCL 
Bilirrubina = varredor de O2 e OH 
Ceruloplasmina = mecanismo similar à SOD 
Transferrina e Lactoferrina = unem-se ao Fe circulante 
Ferritina = une-se ao Fe tecidual Coenzima Q-10 = Ubiquinona 
NADH = Nicotinamida Adenina Dinucleotide 
Citocinas: 
Super famílias. 
Francisco Humberto de Freitas Azevedo (Uberlândia/MG)
20 1 º. semestre •• Fevereiro 2005 Ginkgobiloba; os Licopenos, todos muito usados para o tra-tamento 
do Câncer. 
• Fitoestrógenos: Licorice, Yam mexicano, Isofl avona, Red 
clover. 
Já o HIV e a Aids precisam de uma abordagem em que os 
fi toterápicos possam agir em três funções básicas: 
• atividade anti-retroviral, iguais aos fármacos alopáticos; 
• manter o sistema imunológico em bom estado para 
resistir melhor ao ataque do vírus; 
• equilíbrio do funcionamento do organismo do paciente 
como um todo. 
A hipericina do Hypericum perforatum (erva-de-são-joão) 
é extremamente ativa contra o HIV in vitro; inibindo 
a reprodução viral na superfície da célula infectada. Inibe a 
transcriptase reversa, da mesma forma que o AZT (Meruelo 
et all. 1988). 
A castanospermina (um glico-alcalóide) da Castonosper-ma 
australe (castanha-da-Austrália ou árvore-de-feijão-pre-to) 
inibe a produção de uma das proteínas que envolvem o 
vírus, impedindo sua adesão em células humanas (Ruprecht 
et all. 1989), mas pode causar má absorção e perda de peso. 
A Momordica charantia (melão-de-São-Caetano), efeito 
potente contra HIV com aumento na contagem de CD4 (res-taurando 
a função imunológica) (Zhang, et all. 1992). 
O Taraxacum offi cinale (dente-de-leão), reduz acentua-damente 
o nível de vírus em circulação no sangue periférico 
dos portadores de HIV. 
A curcumina da Curcuma zedoária (zedoária) provoca 
inibição da reativação das células latentemente infectadas 
(Li, et all. 1993; Hellinger et all. 1996). 
A aloina da Aloe barbadensis (babosa) reduz a reprodu-ção 
do HIV e a formação do sincício igual à castanospermina 
(Kahlon et all. 1991), age sinergisticamente com o AZT. 
Anti-0xidantes minerais devem ser administrados 
sempre dinamizados, de preferência na forma iônica que 
o torna totalmente atóxico ao organismo e faz dele melhor 
regulador biocatalítico do que uma simples reposição mi-neral: 
Zn, Se, Ge, Cu, são os mais importantes para se tratar 
estresse oxidativo em Câncer e Aids. 
Integrinas: são os receptores obriga-tórios 
da matriz extracelular do colágeno, 
fi brina, vitronectina, fi bronectina, laminina e 
intervêm decisivamente na migração celular 
e na cicatrização das feridas; identifi cadas 
até o momento 14 alfas e 8 betas diferentes. 
As integrinas aumentam sua densidade de 
expressão e a afi nidade dos seus receptores 
com a ativação celular através do TNF, IL, 
Interferon, do peróxido de hidrogênio, do 
ozônio, HBO. 
Selectinas: formada por apenas 3 mem-bros, 
a saber: selectina E, selectina L e selec-tina 
P (apenas desta é conhecida a função 
que é a de fazer o primeiro contato entre as 
células e por intervir na adesão leucocítica 
nas células endoteliais durante a fase inicial 
da infl amação e da coagulação). 
Cartilage-link: molécula de adesão en-contrada 
em quase todos os tecidos e cons-titui 
um receptor homing (CD44) da matriz 
do colágeno. Essa molécula de proteína in-tervém 
na migração celular e na cicatrização 
das feridas. 
Imunoglobulinas: com aproximadamen-te 
70 membros, sendo o grupo mais amplo 
de receptores de superfície, representa um 
dos compartimentos de moléculas de ade-são 
que revestem os leucócitos, plaquetas, 
células endoteliais e fi broblastos. Todas são 
ativadas pelas terapias oxidativas: HBO, O3, 
H2O2. 
Fitoterápicos: anti-oxidantes, com pro-priedades 
anti-viróticas. Anti-infl amatórias, 
anti-histamínicas e anti-carcinogênicas: 
• Biofl avonóides: mais de 4.000 já iden-tifi 
cados = as Proanthocyanidinas mais 
de 250 identifi cadas, em que a mais famosa 
é o Pycnogenol; os Heterosídios como o 
• Microscopia de Campo Escuro* 
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Filósofo Gilnei Lopes (Santa Maria/RS) 
Notícias Academia Sul-Americana de Medicina Integrada 21 
Medicina e Filosofi a 
Em nosso trabalho, acima de tudo, buscamos melhorar 
a sintonia da personalidade física com as Energias do “Eu 
Superior”, porque ocorre uma dissonância – mental e ener-gética 
– entre a personalidade física e o referido “Eu Superior” 
que, muitas vezes, prevalece sobre o processo da doença, 
perpetuando-o. 
A doença se estabelece em função de efeitos 
de padrões disfuncionais dos “CORPOS SUTIS”. 
Cabe que atuemos como a própria consciência daquele 
indivíduo, observando antes sua freqüência básica, a “distân-cia 
freqüencial” em que se encontra dela, tentando fazê-lo 
voltar – suprimindo esta distância – usando o diálogo, a 
argumentação pertinente a que se dê conta desta distância, 
justifi cando, com isso, a necessidade do seu processo de re-torno. 
Além do diálogo, usamos a indução mental, a Cromotera-pia, 
a Apometria e seu conjunto de técnicas. 
Entremos, portanto, no mérito apométrico de tratamento. 
Desenvolvida pelo Dr. José Lacerda de Azevedo, médico gaú-cho, 
a Apometria, além das suas técnicas de atuação é, prin-cipalmente, 
uma ferramenta – como, aliás, todas as técnicas, 
científi cas formais, ou não, o são – de interferência do Mundo 
Maior em nossa existência físico densa. 
Possui um embasamento científi co em Física, uma vez 
que, manipulando o trânsito energético do meio, do indiví-duo 
e do cosmos, chegou-se à conclusão de que era preciso 
organizar o procedimento essencial e dar uma condição 
didática do feito, para que todos os interessados pudessem 
partir de um referencial que facilitasse o conhecimento e o 
entendimento de toda a técnica e suas razões. 
É uma abordagem muito ampla, pois, tratamos com ela, 
de todas as freqüências que a nossa capacidade cultural 
alcance. 
O complexo estrutural do indivíduo, tão somente tomado 
como existência humana, é sufi cientemente grande para que 
pensemos ser sufi ciente estudá-lo, desvendá-lo e desenvol-ver 
a capacidade de ter o domínio do seu conhecimento. É 
possível imaginar a complexidade estrutural de todos os Cor-pos 
Sutis, que são o complexo estrutural energético de base, 
para que a vida humana apareça como tal? 
Quando nos voltamos para os nossos registros internos 
– e esse “voltar-se aos registros internos” deve nos mostrar 
que estes fazem parte do indivíduo que somos – é preciso 
considerar a possibilidade de identifi carmos 
o nosso “Ego”, aquele que “vivencia” e cons-tata 
estar vivenciando; aquele que tem a 
“consciência” de estar no mundo; aquele que 
possui os sentidos e o intelecto; a capacidade 
de racionalizar e chegar às conclusões que 
determinam suas atitudes externas; aquele 
que transmite e dá oportunidade ao Espírito 
a vivência terrena propriamente dita. 
Este Ego mostra à “Unidade” o “Eu Supe-rior” 
e a multiplicidade do “Nós”. O “Eu Su-perior” 
e o “Nós” formam a “Individualidade” 
e, com isso, o “Sujeito”, aquele que age no 
mundo. 
O Sujeito é a matéria, a multiplicidade e 
age sobre ela; e a consciência é a percepção 
da sua separatividade e da sua necessidade 
de “retornar à Unidade”, da qual herdou a sua 
essência e a capacidade de percepção desta 
essência e, com isso, a capacidade de percep-ção, 
então, da sua própria separatividade. 
Por isso é que, quanto mais sutilizar seu 
Ego, mais perceberá que as oposições são 
apenas aparências. São momentos didáticos 
que a Mestra Natureza nos põe, para que 
aprendamos a dualidade que a percepção 
explicita. 
Annie Besant vem nos dizer que “percep-ção 
é estar cônscio de”, signifi cando estar 
cônscio de algo, “pois não se pode estar 
cônscio de algo no vazio”. 
Quando referimos algo, estamos referindo 
consciência, pois sem a dualidade que este 
“algo” representa não há possibilidade de 
percepção e a consciência precisa da per-cepção 
para existir, ou seja, sem os limites da 
dualidade – que a existência física é – não há 
percepção, não há consciência de. 
Esta é a razão fundamental que nos em-purra 
para além dos limites e das resistências, 
para a transcendência, portanto. 
Temos que admitir que somos limitados. 
Não sabemos viver sem limites. Só quando 
transcendermos os nossos limites é que va-mos 
perceber o “outro”.
22 1 º. semestre •• Fevereiro 2005 Mas tal percepção está imbricada à condição da Auto-consciência 
e esta implica em ir muito além do aparente, da 
dualidade e da percepção da existência egóica. 
Como já dissemos, o “Ego” é a matéria, embora seja, apa-rentemente, 
um conceito subjetivo. Mas ele não é e não deve 
ser o “dominante” da existência. 
Temos que levar em conta que, na realidade, o que ob-servamos 
como consciência são apenas suas conseqüências, 
aquilo que manifestamos dela e que assume – nessa tão 
somente aparência de consciência – as características do 
veículo físico, através do qual está se manifestando. 
Em última instância, fi nalmente, observamos uma espécie 
de consciência que tem a roupagem do cérebro pelo qual se 
manifesta e que pode estar sendo, ainda, obstruída por algu-ma 
patologia daquele corpo físico. 
Há momentos possíveis, no entanto, em que a consciência 
se liberta da densidade física do cérebro e vai aos Campos 
Etéricos, em que tudo muda de aspecto. Lá os sentidos físi-cos 
não têm a ingerência e os limites do cérebro físico e da 
mente egóica, mas situa-se na essência, na origem de tudo. 
Alça vôos inimagináveis, reinventa, aproveita a condição de 
acesso aos seus próprios registros de vivências pretéritas 
– porque, ali o tempo não importa – cria momentos próprios, 
vivencia outra existência, em que a qualidade é diretamente 
proporcional ao estado de espírito do momento. 
O problema é tal que, não tendo consciência desta capa-cidade 
– embora a exerça muito mais amiúde do que pos-samos 
imaginar – toma-a como tão somente “imaginação”, 
“sonho”, “viagem”, como é o dito popular. 
Muitos senhores, tidos como sérios e/ou cultos, respeitá-veis 
por suas posturas rigorosamente científi cas, execram os 
“sonhadores”, os de “imaginação fértil”, e não sabem que estes 
têm o potencial de mudar o Mundo. A difi culdade é que eles 
tenham a consciência das “viagens” que realizam. 
Esta consciência não pode ser reconhecida tão somente 
pelo conhecimento da fi siologia, física e etérica, do seu pró-prio 
Ser, da sua própria condição humana. Só quando nos 
atrevermos às teses que extrapolem o estabelecido, aprovei-tando 
suas linhas de conhecimento, afi ns e compatíveis ao 
que desenvolvemos como nosso caminho, é que poderemos 
chegar aonde precisamos. 
Um exemplo que nos ocorre disto é o de Oswald Steward, na 
sua “História da Síntese Protéica nos Dendritos”, quando relata: 
“... Lembro-me, ainda, da primeira série de imagens dos 
agrupamentos de polirribossomos, dentro ou próximo das si-napses, 
nos espinhos dendríticos. Não foi tanto a observação 
quanto a idéia que nos veio à mente – esta capacidade de 
sintetizar certas proteínas, em locais específi cos da sinapse, 
poderia explicar o mecanismo que permitia aos neurônios, 
modifi car a composição molecular de sinapses individuais, 
de momento a momento. 
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Notícias Academia Sul-Americana de Medicina Integrada 23 
Esta hipótese tinha um grande valor para mim, mesmo 
indo contra a doutrina corrente de que a síntese protéica 
ocorreria somente no corpo celular. 
... Aquilo foi uma “Eureka”, uma intuição, cujo fundamento 
não saberia explicar inteiramente... 
Tendo recebido a visita de Sir John Eccles, que havia rece-bido 
o Prêmio Nobel por seus estudos sobre a transmissão 
sináptica, na Universidade de Virgínia, discutimos muitas coi-sas 
sobre a prática da ciência, e eu ainda me lembro de um 
comentário em especial: “Você pode gerar enormes quanti-dades 
de informação e nunca ter impacto em seu campo. O 
truque é desenvolver uma história”. 
Os neurônios, em todas as suas estruturas fundamentais, 
tais como a Bainha de Mielina, as Células Glias ou Gliais – Cé-lulas 
de Schwann – e os Nodos de Ranvier, pode nos dar a 
idéia, a ponte mental de como a Energia fl ui pelos Chakras, 
Nádhis e Meridianos, pois estes, infl uenciando – pela alte-ração 
de todo o campo energético glial – diretamente os 
sistemas bioelétricos, infl uenciam a regeneração celular, ou 
ao contrário. 
Sabemos que os neurônios são extremamente suscetíveis 
ao meio, captando todas as freqüências – ou vibrações – con-forme 
suas estruturas, que serão mais ou menos sofi sticadas, 
conforme o indivíduo do qual fazem parte. 
Notem que os SENTIDOS, como que fotocélulas ao meio 
circundante, são os captadores de informações do meio 
externo para o cérebro. O mesmo papel dos Chakras na sua 
especifi cação de captação e transformação das freqüências 
das energias captadas, para que possam ser absorvidas pelos 
campos do indivíduo, ao qual pertence. 
Alguns dos senhores poderiam até contestar a existência 
dos Chakras, Nádhis e Meridianos. É compreensível, sob cer-tos 
aspectos. Mas já não podem mais contestar a ingerência 
da ACUPUNTURA sobre os campos energéticos do indivíduo. 
Há algum tempo esta idéia teria eco, como teve. 
Hoje se festeja a ACUPUNTURA e a sua estimulação que, 
além da analgésica para procedimentos cirúrgicos, liberando 
endorfi nas, a partir da Hipófi se, por exemplo, que são agen-tes 
intermediários no complexo sistema energético corporal, 
como nos diz o Dr. Richard Gerber, em sua obra “Medicina 
Vibracional”. 
Há dez anos a Acupuntura não tinha o status médico que 
tem em nossos dias. 
Esperemos que não leve tanto tempo 
para que um terapeuta sério seja visto por 
sua capacidade, efi ciência e efi cácia e, princi-palmente, 
por sua história. 
A Cromoterapia, a Acupuntura, 
a Apometria contemporânea e suas 
técnicas existem e já possuem um legado 
de conhecimento e atuação, 
legítimos e legitimados, no Brasil. 
Espera-se que haja ressonância – em cri-térios 
que a Ética Universal aponta – entre 
homens absolutamente sensatos e de boa 
vontade como a própria Física diz, pois, de 
acordo com o que ela nos ensina, a comu-nicação 
entre sistemas ocorre pelas freqü-ências 
afi ns, ou na de seus harmônicos, após 
ter recebido energia desencadeadora de fora 
do sistema. 
Que este Congresso seja um marco, no 
nosso País, onde homens de Ciências – aca-dêmicas 
ou não – se encontraram e desenca-dearam 
a SINCRONICIDADE e a RESSONÂN-CIA, 
para que a ORDEM de oportunidade 
à ESSÊNCIA, a velocidade e ritmo próprios, 
que estabelece o FLUXO NATURAL DO DEVIR, 
oferecendo condições a que existam indivi-dualidades, 
com massas de densidades pró-prias 
(não esquecendo que estas densidades 
são resultantes de freqüências estabelecidas 
para cada caso), mas mantendo a Ordem 
mais ampla do que a desordem e o Equilíbrio 
mais amplo do que o desequilíbrio, pois de-sordem 
e desequilíbrio, sendo reações, estão 
delimitados como condição a que nos demos 
conta da importância da sua própria condi-ção 
de instrumentos a que cheguemos ao 
Anelo Maior, que move toda a Humanidade, 
ainda que subconscientemente: “A EVOLU-ÇÃO 
POSITIVA” – “O GRANDE RETORNO”. 
VI Encontro Brasileiro e III Encontro Internacional de Medicina Integrada
A Editora Corpo Mente realiza trabalhos na área da saúde. São pes-quisados 
e apresentados métodos tradicionais e inovadores de medicina 
integrada: natural, biológica, homeopática, alopática, etc. Preocupada em 
trazer às pessoas as mais importantes informações nesta área, a Editora 
Corpo Mente atende seu público através de cursos, palestras, livros, apostilas, 
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46879180 revista-homo-optimus-nu-07

  • 1.
    1º semestre 2005nº 7 Academia Sul-Americana de Medicina Integrada
  • 2.
    Editorial Polêmica científica internacional acerca das causas e soluções da SIDA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . p . 3 Homeopatia transpessoal . . . . . . . . . p . 6 A importância e validade da Psicoterapia no paciente oncológico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . p . 6 A Osteopatia no tratamento das lesões dicais . . . . . . . . . . . . . . . p . 7 Fitoterapia em Ginecologia: quando ela é melhor que o remédio . . . . . . . . . . . . . . . . p . 8 7.º Encontro Brasileiro e 4. º Encontro Internacional de Medicina Integrada . . . . . . . . p. 1 2 Perspectivas do mercado de alimentos à base de soja no Brasil . . . . . . . . . . . . . . . p. 1 3 Osteoporose e Dolomita . . . . . . . . . . p. 1 6 Inscrição Academia Sul-Americana de Medicina Integrada . . . . . . . . p. 1 7 Estresse oxidativo em Câncer e Aids . . . . . . . . . . . . . . . . . p. 1 9 Medicina e Filosofi a . . . . . . . . . . . . . . . p. 2 1 Expediente Direção Dr. Roberto Cesar Leite Departamento Comercial Michele Araújo (41) 324-2966 Editoração Editora Corpo Mente Projeto Gráfi co, Capa e Diagramação Michelle Aguiar Jornalista Responsável Raquel Stelle Reg. Prof. 05298 Revisão Geral Raquel Stelle Fotos Divulgação Informações Tel/Fax: (41) 324-2966 E-mail: corpomente@avalon. sul.com.br A Revista da Academia Sul-Americana de Medicina Integrada é publicada duas vezes por ano pela Editora Corpo Mente. Endereço: Rua Senador Xavier da Silva, n º. 39 - Alto São Francisco, Curitiba/PR, CEP 80530-060. A Revista da Academia Sul-Americana de Medicina Integrada não se responsa-biliza por conceitos emitidos nos artigos assinado. Março 2005. Sumário Prezados leitores, É uma grande alegria estar podendo apresentar a todos nós mais um número da revista ofi cial da Academia Sul-Americana de Medicina Integrada, trazendo temas que foram apresentados no 7. º Encontro Brasileiro de Medicina Integrada. A cada dia que passa, vemos com alegria os frutos do esforço de todos nós desta Academia na divulgação da medicina baseada no ser, pois cada vez mais profi ssionais hoje sabem ou procuram conhecer a importância da correção de fatores nutricionais, energéticos, mentais, emocionais, espirituais do manejo das patologias crônicas. E é com profunda gratidão a todos aqueles que colaboraram para a recriação de uma medicina hipocrática que dedicamos esta revista. Continuaremos nosso trabalho convocando todos a participar do 7.º Encontro Brasileiro e 4. º Encontro Internacional de Medicina Integrada, a ser realizado em Curitiba nos dias 16 e 17 de abril, em parceria com o Centro Universitário Positivo (UNICENP). Academia Sul-Americana de Medicina Integrada
  • 3.
    Polêmica científi cainternacional acerca das causas e soluções da SIDA Notícias Academia Sul-Americana de Medicina Integrada 3 O HIV não pode ser a causa da SIDA Desde do início da epidemia da SIDA existe um crescente grupo de investigadores e cientistas que consideram que a SIDA é uma síndrome tóxica e nutricional causada por um alarmante crescimento mundial de agentes estressantes para o sistema imunológico. Nos juntamos ao Grupo por el Replan-teamiento Científi co da SIDA, com mais de 5000 membros, entre os quais há vários ganhadores do prêmio Nobel e estamos em mais de 100 países (1,2). Existe uma abundância de feitos científi cos que indicam como um denominado vírus da imunodefi ciência humana, o HIV, não cumpre os requisitos da epidemiologia, da biologia, nem os de sentido comum para ser a causa da síndrome de imunodefi ciência adquirida, a SIDA (3-5). O HIV não é necessário, nem sufi ciente e nem sempre an-tecede o desenvolvimento da síndrome. Assim mostram os milhares de casos de SIDA que são HIV negativos e por outro lado uma multidão de pessoas absolutamente sãs e que nunca desenvolveram a doença, apesar de serem HIV positivo. Além disso, há muitos indivíduos que primeiro desenvolvem a imu-nodefi ciência e só depois se tornam HIV positivo; o que indica que o fenômeno conhecido como HIV, antes de ser a causa, é um efeito da patologia da SIDA (3-5). Se o HIV existisse, sendo um retrovirus de qualquer maneira, não poderia ser um vírus patogênico e, portanto não poderia explicar as alterações imunológicas, nem as patológicas, nem as manifestações clínicas, nem a história natural da SIDA (5). Deve-se notar que existe um grande número de documentos que mostram como conhecemos o HIV, que nem sequer é um vírus com existência real. O HIV jamais foi isolado ou purifi cado como partícula viral (virion) livre e independente (6,7), como se faz com os vírus verdadeiros. Como tampouco é possível demonstrar que o fenômeno conhecido como HIV destrói o sistema imunológico e causa a SIDA, os investigadores que defendem com entusiasmo o HIV como a causa da síndrome, propõem uma grande variedade de agentes como os cofatores ou ajudantes do HIV na origem da SIDA. Não obstante, esses “cofatores” são por si mesmos agentes imunossupressores e, as exposições múltiplas, repetidas e crô-nicas a eles geram a SIDA sem a necessidade da presença do HIV. Por isso prefi ro chamar esses “cofatores” de agentes estres-imunológicos (5). Segue abaixo alguns dos agentes imunossupressores que tem sido reportados como “cofatores” do HIV (agentes estres-santes imunológicos): álcool, cocaína, heroína, maconha, cigarro, anfetaminas, nitritos voláteis como os denominados “poppers”, químicos contaminantes do meio ambiente, alérgenos, cito- Roberto Giraldo, MD* (Nova Iorque/EUA) megalovirus, vírus herpes tipos 1, 2 e 6, herpes zoster, vírus de Epstein Barr, adenovirus, outros retrovirus, vírus da hepatite A, B e C, papova-virus, micoplasmas e outros superantígenos, tuberculose, lepra, malária, tripanossomíases, fi larias e outras enfermidades tropicais, enfer-midades de transmissão sexual, sêmen, sangue, fator VIII da coagulação, medo, temor, ansieda-de, depressão, pânico, insônia, falta de repouso, exercícios extenuantes, más condições sanitá-rias, pobreza, má nutrição e as defi ciências de vitaminas e antioxidantes. A transmissão da SIDA de pessoa para pessoa por qualquer via, ou da mãe para o fi lho durante a gestação, ou parto ou a lactação (conhecida como “transmissão vertical”), são simples mitos ou suposições sem nenhuma evidência objetiva (2-5). Inclusive investigadores que defendem o HIV como a causa da SIDA, também questionam com argumentos muito convincentes o mito da transmissão da SIDA (8). É importante manter em mente que os indi-víduos “HIV negativos” que tem níveis normais de nutrientes e de antioxidantes não serocon-vertem a “HIV positivo” ou “soropositivos”. No entanto, indivíduos “HIV positivos” que têm níveis sangüíneos normais de nutrientes e de antioxidantes nunca desenvolveram a SIDA. Inclusive a morte de pessoas que desenvolvem a SIDA, depende muito mais de suas alterações e defi ciências nutricionais do que de qualquer outro fator. Além disso, tem sido observado que gestantes “HIV positivas” que tem níveis sangü-íneos normais de nutrientes e agentes oxidan-tes durante a gestação, dão a luz a bebês “HIV negativos”. Portanto requer-se a diminuição dos níveis sangüíneos de nutrientes e de agentes antioxidantes para que ocorra a “seroconver-são” ou o que se conhece como “transmissão do HIV/SIDA”, e o mesmo requer-se para que ocorra o progresso do “soropositivo” para desenvolver as manifestações clínicas da SIDA, assim como a possibilidade de morrer desta síndrome. O anterior indica claramente que a diminuição dos níveis sangüíneos de nutrientes e de anti-oxidantes tem um papel crucial na patogênese da SIDA assim como o curso e prognóstico da enfermidade (9).
  • 4.
    4 1 º.semestre •• Fevereiro 2005 As verdadeiras causa da SIDA A circunstância realmente nova que rodeia todos os grupos de pessoas que com maior fre-qüência desenvolvem a SIDA é sua exposição exagerada nas últimas décadas, a uma varieda-de de agentes estressantes imunológicos que podem ter uma origem química, física, biológi-ca, mental e nutricional (10-12). Por exemplo, o mais recente em alguns se-tores da comunidade homossexual dos países industrializados é o uso de afrodisíaco e drogas psicoativas, que iniciou na década de setenta. Nestes mesmos países desenvolvidos os bebes que nascem com SIDA, nascem de mães ex-postas a drogas psicoativas e a outros agentes estressantes, durante a gestação. Do outro lado, na África, na Ásia e no Caribe, as novas circuns-tâncias são o nível insuportável de pobreza a que tem submetido seus habitantes durante muitas décadas. A pobreza jamais havia sido tanta e tão generalizada antes. Nos países subdesenvolvidos, a pobreza e todas as suas conseqüências como a má nutrição, a falta de água potável, a má disposição de excretos e li-xos, as infecções e os parasitas são os principais fatores de risco para a SIDA (10-12). O fato de a SIDA existir tanto em países pobres quanto em países ricos é um indicativo nítido de que nossa espécie está em perigo: o corpo humano já não suporta mais exploração, nem mais tóxicos, nem mais pobreza, nem mais desnutrição e nem mais abuso de todo tipo! Os agentes estressantes imunológicos atu-am por si mesmos ou estimulam a produção de radicais livres do tipo dos agentes oxidantes, os quais causam danos às células, entre outras funções imunocompetentes (11). Do ponto de vista bioquímico, a SIDA é, portanto, uma enfermidade por excesso de estresse oxidativo (5-11). Pode-se e deve-se entender a SIDA como a mais severa de todas as imunodefi ciências adquiridas, sendo uma síndrome tóxica e nutricional causada por exposições múltiplas, repetidas e crônicas a agentes estressantes para o sistema imunológico, cuja distribuição varia entre os grupos de pessoas que com maior freqüência desenvolvem a síndrome. Os agentes estressantes e imunológicos exer-cem efeitos imunotóxicos, imunogênicos, os quais geram um estado de estresse oxidativo nas células imunocompetentes e nas reações metabólicas do sistema imunológico e outros sistemas. A deterioração progressiva e contínua do trabalho do sistema imunológico leva o indivíduo a um défi cit severo das funções imunológicas de defesa, homeostasis e vigilância, com a subseguinte aparição simultânea de infecções, neoplasias e al-terações metabólicas. O colapso do sistema imunológico causa eventualmente a morte do indivíduo (5). As “provas para o HIV” não são adequadas Enquanto o HIV não for isolado e purifi cado e enquanto per-sistir a dúvida de sua existência como um vírus verdadeiro, não será possível garantir que os resultados positivos nas chamadas provas para HIV (ELISA, Western blot, Carga viral) indiquem in-fecções por HIV (6,7). Nem Luc Montagnier do Instituto Pasteur de Paris, nem Ro-bert Gallo do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, nem Jay Levy da Universidade da Califórnia isolaram o HIV como eles o sustentam em Science. Os investigadores que asseguram ter isolado o HIV, simplesmente observaram em cultivos de linfócitos de pessoas com SIDA ou o risco de desenvolver (esti-mulados com mutágenos e outros agentes oxidantes), algumas proteínas, algumas enzimas e fragmentos de ácido nucléicos, mas jamais isolaram partículas virais livres e independentes, pois nem sequer seguiram os passos estabelecidos internacio-nalmente para o isolamento de retrovírus (6,7). Como pensaram que tinham o vírus desintegrado, com as proteínas isoladas dos cultivos, prepararam antígenos para detectar anticorpos por conta destas proteínas que supostamente pertenciam ao HIV (provas de ELISA e Western blot); e com os fragmentos de ácido nucléico prepararam os reativos para a prova de PCR, chamada arbitrariamente “carga viral”. Não obstante, tanto as proteínas e enzimas como os fragmentos de ácidos nucléicos podem per-feitamente corresponder à “proteína do estresse” (13) liberadas pelas células dos cultivos estimulados ou pelas células das pes-soas que foram submetidas cronicamente a muitas injúrias an-tigênicas e tóxicas com o subseqüente estresse oxidativo, como ocorre com os grupos de pessoas que desenvolvem a SIDA com maior freqüência. Portanto, ser “HIV positivo” ou “Soropositivo” não indica estar infectado sem estar intoxicado ou oxidado; tampouco indica ter se infectado através de seus relacionamentos sexuais, nem durante a gestação, ou parto e nem na lactação. Tratamento e prevenção da SIDA O enfoque da SIDA como enfermidade tóxica, nutricional e oxidativa permite que possa tratar-se, prevenir-se e erradicar-se de forma efetiva, simples e barata (9,14), como vem acontecen-do em muitos países. Oito passos fundamentais devem ser seguidos para o trata-mento e a prevenção da SIDA: 1- Assinalar as causas reais da SIDA 2- Diagnosticar com bases clínicas e de laboratório 3- Evitar a exposição a agentes estressantes imunológicos
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    Notícias Academia Sul-Americanade Medicina Integrada 5 4- Desintoxicar o sistema imunológico e outros sistemas 5- Estimular e regenerar o sistema imunológico e outros sistemas 6- Tratar as manifestações clínicas da SIDA, quando presente 7- Optar por medidas naturais 8- Fazer no momento adequado Medicamentos tais como o AZT, inibidores de protease e outros antiretrovirais, devem ser eliminados do tratamento e da prevenção da SIDA por serem agentes imunotóxicos que contri-buem para gerar a síndrome. Tampouco faz sentido utilizar me-dicamentos para impedir a proliferação do HIV, posto que nun-ca foi constatado cientifi camente que este tenha algum papel causador na patogênese da SIDA. Além disso, é abuso querer destruir um vírus cuja existência jamais foi comprovada (15). O controle e a erradicação da SIDA são facilmente possíveis e dependem de que se evitem as exposições a agentes estressan-tes imunológicos, se desintoxique o indivíduo e se estimulem os órgãos e sistemas debilitados (9,14). Além disso, a simples crença ou temor de estar infectado com “o vírus da SIDA” é ter-rivelmente tóxico para o sistema imunológico e foi convertido em uma nova causa da SIDA. Portanto, derrotar o medo é o pri-meiro requisito para obter êxito no tratamento e na prevenção da SIDA (16). Diferentes técnicas nutricionais, energéticas, magnéticas, físicas, mentais e espirituais têm mostrado e continuam mos-trando efi cácia tanto na desintoxicação como na estimulação e regeneração do sistema imunológico e outros sistemas das pessoas “HIV positivas” e dos enfermos com SIDA (9,14). Algu-mas delas são: homeopatia e medicina natural, acupuntura e moxabustão, terapia neural, digitopuntura, medicina chinesa, fi toterapia, terapia nutricional, terapia com agentes quelantes, hidroterapia, terapia com água do mar, refl e-xoterapia, massagem linfática, ayurveda, fl orais de Bach, hipertermia, oxigenoterapia bioca-talítica, aromaterapia, massagem terapêutica, arteterapia, cromoterapia, hipnose, yoga, tai chi chuan, quigong ou chi kung, tuina ou massa-gem chinesa, reiki, magnetoterapia, sofrologia, medicina ortomolecular, medicina funcional e cuidado espiritual (9,14). A maior efi cácia se ob-tém ao aplicar ao mesmo tempo, várias destas terapias. Aos interessados em conhecer detalhada-mente estas propostas alternativas para o tra-tamento e a prevenção da SIDA, sugiro estudar cuidadosamente dois artigos: 1- “Tratamento e prevenção de SIDA: guia de princípios básicos para uma alternativa não tóxica, efetiva e barata” (14). 2- “Terapia nutricional para o tratamento e prevenção da SIDA: bases científi cas” (9). Nota: Informações mais detalhadas sobre o debate científi co internacional acerca das cau-sas e soluções da SIDA, podem ser encontradas nos seguintes websites: www.robertogiraldo.com www.duesberg.com www.amcmh.org www.theperthgroup.com www.geocities.com Referências Bibliográfi cas 1. Duesberg PH. Retroviruses as carcinogens and pathogens: Expectations and reality. Cancer Research 47: 1199- 1220; 1987. 2. Giraldo RA. Polemica científi ca internacional acerca de la causa del SIDA. Inves-tigación y Educación en Enfermería (Universidad de Antioquia, Facultad de Enfermería, Colombia) 14(2); 55-74; 1996. 3. Duesberg PH. Human immunodefi ciency virus and acquired immunodefi ciency syndrome: Correlation but no causation. Proc Natl Acad Sci USA 1989; 86: 755-764. 4. Duesberg PH. AIDS Epidemiology: Inconsistencies with HIV and with infectious diseases. Proc Natl Acad Sci USA 88: 1575-1579; 1991. 5. Giraldo RA. AIDS and stressors: AIDS in neither an infectious disease nor is sexually transmitted. It is a toxic-nutritional syndrome caused by the alarming worldwide incre-ment of immunological stressor agents. Medellín, Colombia: Impresos Begón. 205; 1997. 6. Papadopulos-Eleopulos E, Turner VF, Papadimitriou JM, Causer D. The isolation of HIV: Has it really been achieved? The case against. Continuum (London) September/ October 4(3); S1-S24; 1996. 7. De Harven E. Remarks on methods for retroviral isolation. Continuum (London). 5(3); 20-21; 1998. 8. Gisselquist D, Rothemberg R, Potterat J, Drucker E. HIV infections in sub-Saharan Africa not explained by sexual or vertical transmission. Int J STD & AIDS. 13: 657-666; 2002. 9. Giraldo RA. Terapia nutricional para el tratamiento y la prevención del SIDA: bases científi cas. Natura Medicatrix. 218-230; 2003. http://robertogiraldo.com/esp/articulos/TerapiaNutricional.html 10. Duesberg PH, Koehnlein C, Rasnick D. The chemical bases of the various AIDS epidemics: recreational drugs, anti-viral chemotherapy and malnutrition J. Biosci. 28: 383–412; 2003. 11. Giraldo RA. Papel de estresantes inmunológicos en la inmunodefi ciencia. IA-TREIA (Universidad de Antioquia, Facultad de Medicina, Colombia). 10: 62-76; 1997. 12. Giraldo RA. El alarmante incremento mundial de agentes estresantes inmunológicos. En: Ahumada C, Hernandez A, Velas-co M. Relaciones internacionakles, política social y salud: Desafi os en la era de la globalización. Bogotá: Fundación Cultural Javeriana de Artes Gráfi cas. 49-73; 1998. 13. Latchman DS. Stress proteins. Berlin: Springer. 422; 1999. 14. Giraldo R, Ródenas P, Flores JJ, Embid A. Tratamiento y prevención del SIDA: guía de principios básicos para una alter-nativa no tóxica, efectiva y barata. Natura Medicatrix. 21: 66-75; 2003. http://www. robertog i raldo. com/esp/articulos/ Tratamiento_y_Prevencion_2002.html 15. Giraldo RA et al. Is it rational to treat or prevent AIDS with toxic antiretrovital drugs in pregnant women, infants, children, and anybody else? The answer is negative. Continuum (London). 5(6); 38-52; 1999. 16. Irwin M. AIDS and the voodoo hex. February 2002. http://www.virusmyth.net/aids/data/mivoodoo.htm * Médico especialista em medicina interna com ênfase em enfermidades infecciosas da Universidade de Antioquia, Colôm-bia. Graduado com distinção na Escola de Higiene e Medicina Tropical da Universidade de Londres ao obter um Magistrado de Ciência em Medicina Clínica Tropical. Investigador independen-te da AIDS desde 1981. Trabalha no laboratório de diagnóstico molecular do Hospital Universitário da Universidade de Cornell na cidade de Nova York. Email: RobGiraldo@aol.com Website: www.robertogiraldo.com
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    Homeopatia transpessoal 61 º. semestre •• Fevereiro 2005 fecção do medicamento utilizando radiestesia e radiônica, ava-liação de resultados com bioeletrografi a e acompanhamento de casos com feed-backs positivos, abrem uma nova perspecti-va de tratamento ampliando as premissas Hahnemannianas da cura do ser doente. Cada novo processo de busca da cura integral necessita de uma observação atenta do curador. Nesta nova abordagem te-rapêutica propomos uma desintoxicação nos processos de no-xas interpessoais que identifi camos como “alérgicos”, causando perturbações nos campos sutis (vibratórios) que envolvem o ser doente, no momento presente ou pretérito. Baseamo-nos, também, nas premissas do Dr. Hamer, que identifi cam as patologias como sendo de causas emocionais, e buscamos ampliar com o conhecimento dos campos vibracio-nais do ser humano, sendo este primeiro fator (lócus minor resis-tancie) de desequilíbrio pelos impactos emocionais ou mesmo espirituais. Segue, nesta nova proposta terapêutica, uma abordagem de cunho energético, que percebemos com ampliação espiritual. Desejamos a colaboração de colegas que tenham essa visão para que possamos obter melhores resultados. Após mais de uma década de trabalho com Terapia Transpessoal, identifi camos a impor-tância das questões interpessoais como causa de patologias de variadas gravidades, princi-palmente das patologias crônicas. Estudando Homeopatia, foi possível encon-trar nos ambulatórios questões nas quais os relacionamentos causavam obstáculos à cura, difi cultando, assim, o tratamento tradicional. Na busca da cura integral, envolvendo as questões físicas, emocionais, psíquicas e espiri-tuais, iniciamos uma pesquisa sobre como afas-tar os obstáculos da cura, identifi cando as noxas que são causadas pelos relacionamentos. Através de uma revisão de literatura e de estudos de casos, buscamos um tratamento homeopático sutil, com técnicas já conhecidas, mas utilizadas de maneiras adequadas para o estudo em questão. Anamnese com perfi l psicológico em uma abordagem transpessoal, métodos para con- Rubens Cascapera Júnior (SP) A importância e validade da Psicoterapia no paciente oncológico Quando a vida – aquilo que não é vivenciado na consciência – escolhe como palco o corpo para ser representado, pode-se pressupor que nenhum sintoma surge do acaso. Conhecer-se seria o primeiro passo para não adoecer, esta é a tarefa da nossa alma, e quando isso não é possível o corpo ocupa esse papel. A tarefa do profi ssional da alma é estabelecer a harmonia entre os aspectos conscientes – as situações que vivenciamos sejam boas ou más – e o inconsciente (como participante des-tas situações, porém em outra linguagem). Ao constatar-se que esta harmonia foi quebrada e com isso surge o diagnóstico do câncer, a pressão que algo funcione para suprir este mal é forte e, geralmente, pouco conduzida para as causas desarmônicas e/ou a responsabilidade do paciente. Ao investigar as possíveis causas do desequilíbrio orgânico, é importante considerar todos os eventos que o paciente possa evocar como traumas, bloqueios, pensamentos ou programa-ções mentais sugestionadas a ele e suas próprias crenças – sen-do estas duas últimas de suma importância – e integrar a esta parte saudável do indivíduo, que ao desejar a cura, adoeceu. Adoece-se ao contrariar o equilíbrio orgânico e psicológico. Logo, a cura é a consciência da doença para emergir a saúde. Luciani Trentino (Curitiba/PR) Como o fenômeno psíquico é muito abran-gente e, muitas vezes, nossa linguagem não capta todo este universo, fi ca difícil entender ou aceitar que a doença teve sua origem na dimi-nuição da consciência. É através da conscienti-zação, desta vez fazendo uso da fala, evocando experiências traumáticas e desagradáveis, com suas matizes emocionais, que promove-se uma descarga e conseqüente liberação de energia. E, assim, poderemos retornar a um equilí-brio emocional otimizado, muitas vezes, por técnicas de relaxamento, meditações e visua-lizações. Sendo estes processos aliados ao trata-mento biológico, social e espiritual, podemos ter respostas signifi cativas ao tratamento do câncer. Nessa alquimia, transformando o sofrimen-to em vida, ativamos um fl uxo de Amor, Energia, Beleza e Saúde, tão carentes em nossos dias.
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    A Osteopatia notratamento das lesões discais A Osteopatia é um método que há muitos anos tornou-se bem Notícias Academia Sul-Americana de Medicina Integrada 7 reconhecido na Europa e nos Estado Unidos e há poucos anos está no Brasil. Essa especialidade fi sioterapêutica, inclui um diagnós-tico minucioso e a aplicação de terapia manual, objetivando o tratamento músculo-esquelético global e procurando tra-tar a causa dos sintomas. A Osteopatia dá condições para o organismo do paciente trazer o seu reequilíbrio estrutural e funcional, restabelecendo a saúde e o bem-estar. Essa medicina manual enfoca a coluna vertebral, pois dessa ramifi cam-se os nervos da medula vertebral, os quais comandam vasos sangüíneos, órgãos, músculos e outros tecidos. A vantagem dessa terapia é que tem como recurso um grande número de técnicas, incluindo tratamento para músculos faciais, articulações, órgãos, crânio e disco interver-tebral (hérnia ou protusão discal). Um dos grandes sucessos da Osteopatia é o tratamento das doenças discais (hérnia de disco, protrusão discal, degeneração dis-cal), evitando em mais de 90% dos casos as cirurgias de coluna. A hérnia discal geralmente ocorre em uma região da coluna que sofre com o excesso de movimento (hi-permobilidade). Esse excesso é freqüentemente causado por outras regiões que estão com falta de movimen-to, ou seja, com bloqueio articular (hipomobilidade), causador da má postura, tensões musculares, sintomas álgicos e difi culdade para alguns movimentos. A partir do momento que a Osteopatia trata o local da hérnia e principalmente as regiões com bloqueio articular, que estão supra ou infrajacente à hérnia discal, em mais de 90% das doenças discais os sintomas reduzem signifi cativamente ou até mesmo desaparecem. O objetivo é reduzir as pressões sobre o disco herniado, reduzir também as compressões e/ou irritações dos nervos e tecidos que geram a dor, normalizar os movimentos articulares de membros – pelve e coluna, melhorar a pos-tura e orientar o paciente quanto à ergonomia e atividades do dia-a-dia. Isso justifi ca o fato de alguns casos pós-cirúrgicos de hérnia de disco não serem solucionados, pois a eliminação apenas da causa secundária não soluciona o problema por completo. Devemos considerar, também, outros fatores envolvidos nas lesões discais como: causas metabólicas, nu-tricionais, sedentarismo, traumatismos, doenças associadas à atividade profi ssional, ptose de vísceras – órgãos abdominais, etc. O tratamento varia de 3 a 7 sessões e o espaço entre estas é de 5 a 20 dias (dependendo do caso). A Oste-opatia é aproximadamente 80% avaliação e 20% terapia, e o tempo da sessão (incluindo avaliação e terapia) é de 30 a 50 minutos. Inicialmente, o osteopata analisa se as afecções são de caráter osteopático ou necessitam de um trata-mento médico específi co ou urgente. Nos casos de hérnia paralisante ou com teste de Laseg positivo abaixo de 10º, é indicado tratamento cirúrgico. A avaliação inclui o histórico da doença, análise de exames de ima-gens (RX, TC, RM), investigação das características dos sintomas e exames físicos (testes ortopédicos, testes neurológicos, testes osteopáticos). Com relação ao diagnóstico, o importante é saber quais estruturas estão causando e infl uenciando nos sintomas do paciente. Deve-se considerar que as disfunções somáticas, ou seja, os bloqueios articulares vertebrais também podem gerar nevralgias (Ex: nevralgia ciática, nevralgia cérvico-braquial), podendo gerar um falso diagnóstico de hérnia discal. A presença de uma hérnia discal nem sempre é a causadora dos sintomas e, nesses casos, podendo ser os bloqueios articulares (hipomobilidade) a verdadeira causa primária. Dr. Rafael Stelle (Curitiba/PR)
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    Fitoterapia em Ginecologia: quando ela é melhor que o remédio 8 1 º. semestre •• Fevereiro 2005 Para concentrarmos a conversa em um só assunto do vasto universo da Ginecologia, falaremos sobre a TRH – Terapia de Reposição Hormonal – que está dando pano para as mangas, haja vistos os últimos trabalhos sobre o estrogênio presente nos medicamentos em uso e que, além de não proteger as mamas, como alguns acreditavam, têm aumentado a incidência de câncer mamário. O climatério é um período natural da vida da mulher, e compreende uma faixa entre 40 e 60 anos, em que a mulher passa da fase fértil para a não reprodutiva. A menopausa, parada da menstruação (uma importante eliminadora de toxinas e impurezas), marca dois aspectos deste período: a perimenopausa, que é o período próximo à parada das regras e em que ocorrem marcantes alterações no ciclo menstrual pela diminuição da produção de hormônios devido ao envelhecimento dos ovários, e a pós-menopausa, um ano após a última menstruação. A perimenopausa pode ser acompanhada – e varia de mulher para mulher – por ondas de calor, suores noturnos, náuseas, mal-estar geral, cefaléias, palpitações, insônia, cansaço, irritabilidade, perda de elasticidade da pele, ressecamento vaginal, diminuição da aten-ção e memória, depressão, nervosismo, entre outros comemorativos. Geralmente, os distúr-bios relacionados ocorrem pela instabilidade hormonal dos ovários e causam a parada da eliminação do fl uxo que elimina toxinas acumuladas no sangue. Este acúmulo de to-xinas por si só pode ser fator causal de alguns distúrbios da menopausa. Por isto, há os que começam qualquer tratamento com desinto-xicação orgânica, solicitando a diminuição ou parada de fumo, álcool, café e outros irritantes orgânicos, além de alguns medicamentos como antiácidos contendo alumínio, codeína e antidepressivos. Algumas plantas prestam-se para isto como bardana, ruibarbo, babosa, salsaparrilha, sobre as quais não falaremos por não serem específi cas ao nosso assunto, mas desintoxi-cantes gerais. Dr. Luiz Carlos Leme Franco (Curitiba/PR) Só pelo problema da falta de menstruação, quase todas as plantas que foram sugeridas acima podem ser usadas nesse período de transição normal da vida da mulher, para a cor-reção destes distúrbios, quando acontecerem. Para algumas mulheres, este período pode ser facilmente aceitável e de curta duração, sem sintomatologia alguma, mas há outras que apre-sentam todas essas queixas e outras mais. Uma queixa comum é a secura vaginal, amenizável com plantas que possuem bas-tante fl avonóides, pois estes promovem boa lubrifi cação neste local. A menopausa ocorre normalmente em todas as mulheres do mundo em todos os tempos, posto que é da natureza hu-mana o envelhecer, e este envelhecimento ocorre porque os órgãos estão programados para cumprir suas funções por um determinado tempo e depois irem diminuindo suas atividades até cessar de fazê-las, ou seja, envelhecer. Ocorrem com os rins, os pulmões, a pele e os órgãos sexuais até a morte, que é a falência e envelhecimento geral e total do corpo. As mulheres que aceitam bem este rito de passagem e que conseguem vi-ver suas etapas tranqüilamente, não têm muitos dissabores. Já aquelas que se sentem inválidas, velhas e próximas da morte – que virá mesmo, quer se queira ou não, graças à Deus –, pas-sam por difi culdades maiores nesta passagem da vida. Popularmente, o uso das plantas, sem o conhecimento ofi cial da medicina, sempre esteve presente nessa fase da vida da mulher. Agora, com a expectativa de vida aumentada e as mulheres vivendo mais tempo após a menopausa, chegando aos oitenta anos – antes faleciam por volta dos cinqüenta ou sessenta anos–, a Ciência obrigou-se a trabalhar melhor este período de vida, e surgiu a TRH, já que esta defi ciência hormo-nal pode trazer sintomas e transtornos que reduzem a qualida-de de vida em algumas mulheres. As mulheres orientais têm menos problemas no climatério. rio. Elas se alimentam com muita soja, que tem fi toestrogênos, um classe de químicos com estrutura semelhante aos estrogê femininos e que tem propriedades anticarcinogênicas benefício em relação aos hormônios sintéticos (os tipos de fi toestrogênos são isofl avonas, presentes e lignanas, comuns em sementes oleaginosas) as mamas contra câncer, mas há um estu cente documentando que comer fi sua quantidade circulante em mas não tira os fagachos da usuária – aqui o Trifólio dos prado é muito útil. s, uma trogênios nicas, outro s principais entes em legumes osas). Estes protegem m estudo dinamarquês re-omer toestrogênos aumenta a nte paciente com câncer de mama, chos prados Desde junho de 1995, quando o The New Englad Journal of Medicin edicine publicou um estudo com 122 122.000 enfermeiras mostrando um alto risco de câncer de mama ma nas usuárias de terapia com estrógeno sintético combi combinado com progestero-
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    Notícias Academia Sul-Americanade Medicina Integrada 9 na, a TRH estava sendo usada com mais zelo. Dois anos após, sociedades americanas de Ginecologia começaram um estudo apurado com TRH e, em junho de 2002, foram publicados dois estudos médicos desaconselhando o uso de repositores a base de estrógenos nas mulheres com risco aumentado de câncer de mama e afi rmando que eles aumentam a possibilidade da doença em men’s? Health Initiative). Três outros trabalhos foram divulgados em 2003: um afi rman-do que se tem índice maior de doença de Alzheimer nas usu-árias desta terapia; outro mostrando que, mesmo associando a progesterona ao estrógeno aumenta o risco para câncer de mama em 100% e um artigo inglês dizendo que a TRH dobra o risco de câncer de mama. Aventa-se a possibilidade de uma al-calinização da hemoglobina, o que daria transtornos nervosos/ cerebrais – estas comprovações aumentaram sobremaneira a oduladores a tibolona, o enos, ou este pois isto não u são insufi - se adaptar às como a helô- , as discóreas, se prestam a ntas medici-u fi toestrogê-discutidas nas ação seja, às são seguras e os acima são rica uase stro-se-a ou uam. gação seme-le a 0,45mg de estró-genos conjugados, ou um premarin. AS PRINCIPAIS: • Isofl avonas: biochaninas, daideina, (pre-sente no trevo-dos-prados, na soja e outros fei-jões), demetilangolensina, equol e formonone-tina, gliciteina e genisteina (os feijões também têm os dois últimos) tem propriedades seme-lhantes ao estrógeno (Kitaoka et al., 1998). • Lignanas (presente no óleo de linhaça, e outros óleos): matairesinol e secoisolarici-resinol. Encontrou-se em mamíferos alguns metabólitos de lignana (enterodiol e entero-lactona). • Coumestranas (isofl avonas conjugadas): coumestrol (encontrado também na soja e al-fafa) e metoxicoumestrol (na alfafa); Lactonas do ácido isorresorcílico; Fitoalexinas: resvera-trol; Flavonas: baicaleina, Cristina e galangina; Flavanonas: naringenina; Ácido glicirretico (presente no alcaçuz); Fitosterina: encontrada nas camomilas. Ainda existe a Diosgenina, que é precursora de hormônios sexuais, estrógenos, progestero-na e testosterona, encontrada nos inhames e no feno-grego. O cará e o alho são progestage-nonosmiméticos. A primeira a ser bastante usada pelas orientais é a SOJA – pois consomem 30% mais fi toestrógenos que as outras mulheres–, porta-dora de duas importantes isofl avonas aglico-nas prontamente absorvidas, a genisteina e a daidzeína e mais duas, genistina e a daidzina (gliconas) que precisam ser transformadas nas anteriores pelo suco gástrico. Atuam bem na eliminação dos fogachos, desde que sejam oferecidas juntamente com a proteína da soja. Comer o feijão e usar este grão dos vários modos possíveis é ter, com certeza, o benefício destes hormônios. Porém, extrair-se estes princípios e ofertá-los, isoladamente, em cápsulas ou líquidos, não parece surtir o efeito que estas plantas podem oferecer em prol das mulheres com sintomas típicos da menopausa. A dosagem ideal é de 45mg de isofl avonas ao dia. O uso destas isofl avonas não está dando o sperava, pois tem fraca afi ni-manipulações continuam, ntando com cápsulas do inhame mexicano. Mas há outras alternativas vegetais e as mais usadas hoje são as relacio-nadas a seguir: z es com fora s genos aum a outras mulheres (WHI- Wome s e m erapia; na aumen 0% d cer possib calinização transtorn sobre busca por outras alternativas. A medicina convencional lançou mão dos mo seletivos dos receptores de estrógenos, como t tamoxifeno e o raloxifeno, mas se não têm estrógeno é pouco, não adianta manipular seus receptores, po aumentará a ação deles, visto que não existem ou cientes. Poderemos usar plantas que ajudam o corpo a novas condições de baixas taxas deste hormônio, com nia (falso-unicórnio, não presente no Brasil ainda), a Actéia e a Alquemila, que possuem saponinas e esta ação. Concomitantemente, pode-se recorrer às plant nais tidas como portadoras de fi tohormônios ou nios, que começaram a ser bastante estudadas e dis mesas científi cas sendo receitadas, embora sua aç vezes, mil vezes menor que os químicos. Porém, nos casos em que os sintomas menopáusicos citados a leves, são sufi cientes. Fitohormônios são compostos químicos não-esteróides que uma parte das plantas fabric em células inespecializadas e que apresentam, quas sempre, um anel fenólico em sua estrutura e são capazes de aderir, em sua maioria, aos receptores estro gênicos (ou progestrogênicos) humanos. Podem ser classifi cados, então, em SERMS = modulares se letivos de receptores estrogênicos e agindo como agonista antagonista do estrógeno, a depender do local em que atuam São absorvidos pelo trato intestinal após desconjugaç pela fl ora, resultando fenóis, heterocíclicos com estrutura seme-lhante ao estrógeno humano, dando-lhe biodisponibilidade. Estudos já mostraram que uma xícara de soja tem 300mg de fi tohormônio, o que equivale resultado que se esper dade ao receptor. As ma como há anos, contan Ma u
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    YAM (Dioscera villosaL): contém dios-genina em suas folhas, um fi tohormônio que 10 1 º. semestre •• Fevereiro 2005 O tem ação semelhante a da progesterona. Muito comum na América Central, foi usado pelos índios americanos para facilitar no parto, diminuindo a dor (também atua em outros processos dolorosos, como processos reumáti-cos). Este suaviza cólicas menstruais e ajudam na excitação nervosa, podendo acabar com a insônia, também comum nesta fase da mulher. Foi dele que se fabricaram os primeiros anti-concepcionais. Usa-se, aqui, de 100 a 500mg da raiz, que é ramifi cada, torcida e lenhos, três vezes ao dia, como infuso. TREVO VIOLETA OU VERMELHO: por ter muito cobre, metal ligado a problemas de veias e ovários, e por ter várias isofl avonas (de 1 a 2,5%), é excelente nesses casos. Seu nome nos Estados Unidos, onde é usada há quase 20 anos, é Red clover e na Índia, também muito usada, é Vana ou Methika. Cientifi camente o conhecemos como Trifolium pratense (trevo-dos- prados). No mercado brasileiro vende-se o Marjan com o CLIMADIL e a galena, com TRIFOLIUM. Alivia as ondas de calor e outros sintomas neurovegetativos do climatério. Possui muita isofl avona (Zava et al., 1998). Uso: um comprimido de 40mg de extrato seco do capítulo fl oral ao dia durante alguma refeição ou 4g de por infusão do capítulo desidratado, três vezes ao dia. Outra opção em uso, com resultados um pouco mais consistentes que a anterior, é a CIMICIFUGA (Actéia) racemosa, conhecida internacionalmente como Cohosh negro, bla-ck Cohosh ou cimicífuga americana, uma plan-ta calmante que tem glicosídeos triterpenos, isofl avonas, taninos e resinas como agentes ativos. No Brasil encontra-se como Aplause (do laboratório Marjam), Clifemin (do Herbarium), Menofen (do Dr. Denner), Remidamin (Galena) , Mencirax do laboratório Ativus e Menolev do Teuto e esta para ser lançado, pelo laboratório Barrene o Amenopan. Age nos receptores hipotalâmicos, dimi-nuindo o fl uxo de LH e ajuda muito na dimi-nuição dos fogachos, ansiedade, depressão, cefaléia, distúrbios do sono, vertigens, e prin-cipalmente na secura vaginal, às semelhanças de estrógenos conjugados associados ao Dia-zepam, sem os efeitos adversos destas duas medicações, porque não interfere no hormô-nio folículo estimulante e nem na prolactina como aqueles (os índios americanos cherokee já a utilizavam para isto e a batizaram de ga na ge. Tinham-na como planta ligada a cobras, pelas quais tinham admiração). Usa-se 40mg/dia (toma-se um comprimido de manhã e outro à noite, com água). O Vitex agnus castus, AGNO CASTO, verbenácea usada para ovários policísticos, prolactenemia e dores nas mamas, é um fi toterápico bastante receitado que protege o útero como a progesterona. É encontrado no Brasil com os seguintes nomes comerciais: Vitex, Lutene, Tenag, Vitenon, Aguinosin e Regula-tum (e Forte Viton, que está com mais plantas medicinais). Uso: um comprimido/dia em jejum – do Vitex, deve-se tomar dois. A AMOREIRA nigra (Morus nigra) e a AMOREIRA branca (Morus álbum), árvores asiáticas das Moráceas/Urticáceas que por ter alguns fi totesteróides, estão sendo usadas (mais a branca) com sucesso até como TRH (Terapia de Reposição Hor-monal) natural, embora seja conhecidíssima no mundo todo como adstringente e usada para afecções da boca, corrimentos e ulcerações da pele. São mais úteis na prevenção, quando suas quantidades documentadas de hormônios fi toterápicos são muito pequenas. A semente da LINHAÇA ou linho comum, rica em lignana, é convertida em estrógeno pelas bactérias no intestino, é o Linum usitatissimum, cultivado como produto agrícola. O óleo das sementes, juntamente com a mucilagem que a planta tem é um ótimo laxativo. É usado em eczema, como captaplasma e pleurisia. Possui bastante óleo graxo essencial. Suas lignanas e precursores parecem agir nas disfunções ova-rinas por sua relação, embora fraca, com os hormônios sexuais femininos. Na Universidade de Rochester, em Nova York e em Minnesota, comprovou-se que a baixa dosagem de lignana predispõe as disfunções ovarinas como a novolução (Phipps W., 1993 ). Melhora o perfi l lipídico, muitas vezes comprometido no climatério; 30mg ao dia são sufi cientes. GERGELIM ou sésamo (Sesamum orientale, Líeno/S. indicum Líneo) – e outras plantas oleosas, com mais ou menos hormônio – é uma erva Bignoniácea/Pedaliaceae anual asiática da Índia (onde se chama Tilaena China é Hei Chih ma) bem aclimatada no Brasil, sendo cultivada no nordeste (Pernambuco e Alagoas, principalmente) e em Minas Gerais, também no sul dos EUA e alguns países da África. Sesanum vem do grego sesamon, nome original da planta. O fruto é uma cápsula pequena, ovalada, de cor castanha, adocicado, que tem em torno de 50% de óleo fi xo (amarelo, obtido por compressão), 22% de proteína (aleurona) e 4% de mucilagem, além do fi tohormônio lignano sesamina (Gassita J., 1992), presente na parte não saponifi cável do óleo. O MORANGUEIRO (Fragaria spp): dizem que atua bem melhor que o estrógeno feminino. Talvez porque tenha boro também. Este mineral ajuda a liberar os estrógenos na circula-ção. Pela ordem decrescente de conteúdo em boro, temos mo-rango, pêssego, repolho, tomate, dente-de-leão, maçã, aspargo, fi go, papoulas (sementes), brócolis, pêra, a cereja, beterraba, alperce, passas, salsa, sementes de endro e cominho, que são ervas potencialmente úteis na prevenção dos sintomas da me-nopausa, já que possuem pouco fi tohormônio e a TRH exige
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    FITOTERAPIA PARA AMULHER Luiz Carlos Leme Franco Roberto Cesar Leite Mais informações e pedidos: Notícias Academia Sul-Americana de Medicina Integrada 11 muita quantidade deste. No climatério, deve-se usar infusões de 20g de folhas secas em meio litro de água e tomar de 3 a 4 xícaras ao dia. ONAGRA (Oenothera biennis): uma planta da América do Norte, é reguladora sobre os hormônios sexuais femininos, estrogênio, progesterona e também prolactina, e ainda útil na pele e nas infl amações. Também outras plantas (e são muitas) que têm os ácidos oléicos, linoleico, palmítico e garnalinoleico, cumprem a mesma função desta. Estamos representando to-das estas plantas quando falamos desta, que também possui fi toesteróide. No Brasil, usa-se a raiz ou, principalmente seu óleo. A planta toda é comestível. No SOMA estudamos esta planta comparativamente com a borragem, outra boa opção para fogachos. SÁLVIA (OFFICINALIS L) ou salva dos jardins, salva comum, salva das boticas, ou simplesmente sálvia, é uma planta eu-ropéia que se deu bem no Brasil. É muito usada na medicina caseira, lá e aqui. É aromática e tem, além dos óleos voláteis tanino, ácido gálico e material extrativo. Usa-se infuso de fo-lhas e fl ores, que são brancas ou violetas, para gargarejos em infl amações da cavidade oral: 30g da planta para um litro de água. Uma xícara ao deitar. Seu cozimento é útil em feridas. Há vários tipos e a chamada Lipia citrata, usada para insônia e para fortalecer o sistema nervoso, inclusive cérebro e útero (daí seu uso aqui), sendo antiabortiva: infuso de 10g da planta para cada litro de água. ALCAÇUZ (Glycyrrhiza glabra Linn): conhecido internacio-nalmente como licorice, seu nome inglês e espanhol. Tem na raiz a glicirrizina ou ácido glicirrínico, que parece reduzir a taxa de estrógenos quando alta e aumentá-la quando baixa. Previne coágulos, comuns no climatério. Nos últimos meses, laborató-rios de cosméticos estão usando em produtos para pele, por ser antialergênica e antiinfl amatória tópica. ANGÉLICA (A. archangelica L): uma Apiácea de zonas tem-peradas, possui resinas, vitamina B1, ácidos angélicos e valeriâ-nicos, cumarínico, taninos e fi tosterol (angelicol), um hormônio. É analgésica, antinauseante, antiasmática, diurética e estimu-lante digestiva. São usadas as raízes e as sementes. Sua espécie chinesa, a A. sinensis é bastante usada em manipulações e na medicina chinesa, com o nome de Dong Quai. Juntamente com o ginseng é a mais usada erva para menopausa (e para vários distúrbios “femininos”) no mundo todo, embora nenhuma das duas alivie ondas de calor. Possui alta atividade estrogenante, mas, mesmo assim sua ação é 400 vezes menor do que o estró-geno animal. Isto lhe permite ser usada tanto em mulheres com muito hormônio (para outras causas como analgesia, anemia, artrite, cefaléias, dores abdominais), como naquelas que o têm escassamente. Quando não há estrogênio, ela ocupa os recep-tores deste e serve como repositora e quando a mulher possui estrógenos, ela bloqueia os receptores deles. No Oriente, a An-gélica é tida como a planta da mulher, por ajudar a aliviar a Ten-são Pré-menstrual e os sintomas do climatério, principalmente a secura vaginal e a irritação. A parte usada é a raiz: 1g ao dia. A Medicina Ayurvédica classifi ca as plantas medicinais sob vários pontos, sendo um deles quanto ao sa-bor, considerando como uma das “assinaturas” do que a planta faz. As plantas doces (azedas, salgadas, pungentes, amargas e adstringes são outras opções), nutritivas, tônicas, que promo-vem regenerações, emolientes, demulcentes e rejuvenescedores, aumentam a saliva, o tecido nervoso e o leite e estimulam glândulas. São as que possuem açúcar, mucilagem e goma: a amêndoa, confrei, funcho, linho, alcaçuz, aven-ca cabeça de Vênus, mavaísco (uma malvácea), gergelim, psílio, passa, olmo e selo-de-Salomão e, segundo esta ioga de ervas, elas caberiam aqui (a lista não é muito diferente das plantas ocidentais). corpomente@avalon.sul.com.br Senador Xavier da Silva, 39 Alto São Francisco CEP 80530-060 Curitiba-PR Fone/Fax: (41) 324 2966
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    7º. Encontro Brasileiroe 4º. Encontro Internacional de Medicina Integrada Conferencista Convidado: Dr. Roberto Giraldo (EUA) Infectologista - New York Presbyterian Hospital, Weill Cornell Center, Nova York e Presidente do “Rethinking Aids”. Temos a grata satisfação de apresentar aos senhores o 7 º. Encontro Brasileiro e 4 º. Encontro Internacional de Medicina Integrada para cumprir com a função de introduzir e ampliar os conceitos de medicina integrada na sua teoria e prática. Conscientes da urgência da formação de equipes multidisciplinares e conhecedores da “medicina so ser”, temos orgulho de trazer para Curitiba este evento internacional, contando com especialistas mundialmente reconhecidos por suas descobertas e por sua dedicação para uma medicina multidimensionada. Dr. Roberto Cesar Leite Presidente da Academia Sul-Americana de Medicina Integrada Data: 16 e 17 de abril de 2005. Local: UnicenP - Centro Universitário Positivo Endereço: Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 Mais informações: http://extensao.unicenp.br Telefone: (41) 324 2966 e (41) 3019 2966 e-mails: corpomente@avalon.sul.com.br extesao@unicenp.br • Desconto de 30% para associados da Academia Sul- Americana de Medicina Integrada. • Trabalhos Científi cos: a comissão organizadora do evento receberá os trabalhos científi cos para posterior análise e publicação pela Academia Sul-Americana de Medicina Integrada. • Mesa Redonda com Dr. Roberto Giraldo - Infectologia (EUA). Vagas disponíveis limitadas. Sob consulta pelo telefone: (41) 324 2966.
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    Perspectivas do mercadode alimentos à base de soja no Brasil Valor nutritivo da soja Comparando a composição química da soja com a de outros alimentos comuns na dieta brasileira, obser-vamos a sua superioridade em relação a outros vegetais e sua equivalência em relação a produtos de origem Notícias Academia Sul-Americana de Medicina Integrada 13 animal. A qualidade das proteínas é determinada em função da sua composição quantitativa de aminoácidos essenciais. As proteínas da soja apresentam um bom balanceamento des-ses aminoácidos, quando comparadas às de outros vegetais. Entretanto, como é comum às leguminosas, as proteínas da soja são limitantes nos aminoácidos sulfurados, metionina e cistina, e um teor elevado do aminoácido lisina. Marise Euclides Faigenblum (Curitiba/PR) e-mail: faigen@mps.com.br *As análises foram realizadas em alimentos crus. Fonte: Franco (1986). Tabela 1 - Composição química da soja e de outros alimentos Alimentos Vegetais 100g ARROZ POLIDO TRIGO VEGETAL MILHO MADURO FEIJÃO PRETO SOJA EM GRÃO CARNE BOVINA CARNE FRANGO CARNE PORCO FÍGADO BOI FÍGADO FRANGO OVOS GALINHA LEITE VACA “C” Calorias (G) 364,0 353,7 363,3 343,6 395,0 111,0 106,7 181,0 130,3 137,0 150,9 63,0 Carboidratos (G) 79,7 70,1 70,7 62,4 30,0 0,0 0,0 0,0 0,0 2,4 0,0 5,0 Proteínas (G) 7,2 12,7 11,8 20,7 36,1 21,0 19,7 18,5 20,2 22,4 12,3 3,1 Lipídios (G) 0,6 2,5 4,5 1,3 17,7 3,0 3,1 11,9 5,5 4,2 11,3 3,5 Ca (mg) 9 37 11 145 226 12 2 6 8 16 73 114 P (mg) 104 386 290 471 546 224 200 220 373 224 224 102 Fe (mg) 1,3 4,3 2,5 4,3 8,8 3,2 1,9 2,0 12,1 7,4 3,1 0,1 Tabela 2 – Composição química do grão de soja. Componentes PROTEÍNA GORDURA CARBOIDRATO CELULOSE HEMICELULOSE AÇÚCARES Estaquiose Rafi nose Sacarose Outros açúcares (arabiose, glucose) Fonte: INTSOY Illinois University. CINZAS (vitaminas e minerais) % 40.0 20.0 4.0 15.0 3.8 1.1 5.0 5.1 6.0
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    Avaliação da qualidadeda proteína A avaliação mais simples para a determinação da qualidade da proteína dos alimentos é o Coefi ciente de Efi ciência Protéica (PER), que mede a razão do ganho do animal em crescimento e a ingestão protéica no período estudado. Comparando-se o leite de vaca com o extrato de soja temos: CEP caseína =2,50 CEP soja = 2,00 Tabela 3 – Efeito da farinha de soja como suplemento protéico aos grãos de cereais. Cereais MILHO ARROZ FARINHA DE TRIGO GRÃO DE TRIGO 14 1 º. semestre •• Fevereiro 2005 Composição Coefi ciente de efi ciência protéica (PER) Sem soja 1,0 1,9 0,7 1,3 Com soja* 2,2 2,9 2,0 1,9 *8% de soja adicionada ao milho, arroz e trigo integral e 10% adicionada na farinha de trigo. dos aminoácidos essenciais dos alimentos de soja disponíveis no mercado Tabela 4 – Composição dos aminoácidos essenciais (g/16gN) presentes nos grãos de soja, farinha, concentrado, isolado protéico, proteína vegetal texturizada (PVT) e o requerimento padrão da FAO. Aminoácidos CISTINA ISOLEUCINA LEUCINA LISINA METIONINA FENILALANINA TREONINA TRIPTOFANO TIROSINA VALINA Padrão FAO 4,2 4,2 4,8 4,2 2,2 2,8 2,8 1,4 2,8 4,2 SOJA Grão 1,3 4,5 7,8 6,4 1,3 4,9 3,9 1,3 3,1 4,8 Farinha 1,6 4,7 7,9 6,3 1,4 5,2 4,2 1,5 3,9 4,9 Concentrado* 1,6 4,8 7,8 6,3 1,4 5,2 4,2 1,5 3,9 4,9 Isolado* 1,3 4,9 7,8 6,4 1,3 5,3 3,6 1,4 4,3 4,7 PVT* 1,5 4,7 7,8 6,1 1,2 5,0 4,2 1,1 3,3 4,8 *Concentrado: produto com 70% de proteína; *Isolado: produto com 90% de proteína; *PVT: Proteína Vegetal Texturizada (carne de soja), com 50% de proteína. Extrato Solúvel de Soja (“leite”) Fontes: Weigartner, 1987. Fonte: Bressani, 1981. Tabela 5 – Teor de aminoácidos essenciais (g/16gN) no extrato solúvel de soja e nos leites Humano 5,5 9,1 6,6 2,0 2,0 4,5 1,6 6,2 Fonte: Moretti & Guitierrez, 1981. de vaca e humano. Aminoácidos Essenciais ISOLEUCINA LEUCINA LISINA METIONINA CISTINA TREONINA TRIPTOFANO TRIPTOFANO Soja caseira 5,1 8,3 6,2 1,4 1,7 3,8 1,3 4,9 TIPOS DE LEITE Soja comercial 4,7 8,1 6,4 1,2 0,9 3,9 1,1 5,0 Vaca 7,5 11,0 8,7 3,2 1,0 4,7 1,5 7,0 As proteínas dos cereais apresentam essa composição de aminoácidos em situação inversa. Portanto, a combinação de leguminosas e cereais, permite a complementação dos aminoácidos essenciais obtendo-se uma composição protéica com melhor qualidade. O extrato solúvel (“leite”) é uma opção alimentar nutritiva e econômica, que pode atender às necessidades das pessoas que buscam alimentos mais saudáveis, livres de colesterol, ou para aqueles que não gostam do leite de vaca ou não podem consumi-los (intolerância à lactose).
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    DESNATADO 36,1 5 3,6 0,1 124 98 0,08 Fonte: Franco (1986). Tabela 6 – Composição química do leite de vaca e do extrato solúvel de soja. CALORIAS AÇÚCARES PROTEÍNAS GORDURAS CÁLCIO FÓSFORO FERRO EXTRATO DE SOJA LEITE DE VACA LÍQUIDO 52 2,5 3,4 2,3 40 105 1,2 EM PÓ 429 28,0 41,8 20,3 275 674 5,0 LÍQUIDO 63 5 3,1 3,5 114 102 0,1 EM PÓ 450,5 35,1 28,1 21,7 909 708 0,5 Lipídios O lipídio da soja é amplamente usado como óleo para consumo humano e sua composição é similar a de outros óleos como o de girassol e amendoim. Tem alta digestibilidade e não contém colesterol. Os ácidos graxos insaturados representam 86% do total de lipídios na soja, e 60% destes são constituídos pelos ácidos graxos essenciais, como linoléico e linolênico. Tabela 7 – Composição média dos ácidos graxos (%) no óleo de soja. Ácidos graxos saturados = Total 13% PALMÍTICO 9% ESTEÁRICO 4% Ácidos graxos insaturados = TOTAL 86% OLÉICO 24% LINOLÉICO** 54% LINOLÊNICO 8% OUTROS = 1% ** Ácidos graxos essenciais. Fonte: Nwar, 1985. Vitaminas e Minerais A soja encerra uma boa fonte de alguns minerais como o ferro, cuja quantidade é superior à dose diá-ria recomendada. Entretanto, não é uma boa fonte de cálcio e zinco, apresentando cerca de um terço e um quarto, respectivamente, da recomendação diária. Recomenda-se, portanto, que haja suplementação destes elementos nos produtos de soja destinados às crianças que não recebam uma dieta variada. Cem gramas de grãos de soja contêm, em média, 260mg de sódio e 740mg de potássio, o que permite sua recomendação para pacientes com pressão arterial elevada. Novas oportunidades para produtos de soja Considerando o alto valor nutricional da soja e sua disponibilidade no mercado brasileiro, a demanda de alimentos saudáveis, funcionais e nutracêuticos à base de soja é reprimida pela falta de domínio de tecnolo-gia para a formulação de alimentos tradicionais na dieta brasileira. O sabor exótico do leite de soja, introduzido no Brasil nas décadas de 60, 70 e 80, não foi aceito pela maioria Notícias Academia Sul-Americana de Medicina Integrada 15 da população em virtude do seu sabor. Novas técnicas de preparo de alimentos à base de soja eliminam este sabor e possibilitam a adaptação dos derivados de soja à nossa cultura alimentar. Também a demanda de alternativas para alimentos lácteos e carnes vem favorecer a procura de alimentos enriquecidos ou derivados de soja. A mudança de estilo de vida do consumidor e a expectativa de vida mais longa, favorecem a procura por alimentos à base de soja. As estratégias para atender este novo segmento do mercado baseiam-se na formulação de alimentos com respeito aos hábitos alimentares locais, tradicionais e populares, e nas informações nutricionais e sobre benefícios do consumo de alimentos derivados de soja aos profi ssionais de saúde e alimentação, importantes neste processo de criação do mercado. Também a formulação de alimentos dietéticos para diabéticos celíacos e intolerantes à lactose, assim como alimentos enriquecidos para infantes, escolares, atletas e idosos são segmentos de mercado crescente.
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    Osteoporose e Dolomita A expectativa média de vida está aumen-tando, também, entre a população brasileira. Esta tendência obriga as autoridades em saúde de nosso país a uma revisão de suas prioridades assistenciais, pois a longevidade nos traz a preocupação com a qualidade de vida dessas pessoas. Vinte milhões de brasi-leiros estarão nesta faixa etária após a virada do milênio. Doenças como a Osteoporose apre-sentam uma alta prevalência. Esta doença osteometabólica, mais freqüente na terceira idade, é caracterizada por uma diminuição da massa óssea com conseqüente fragilida-de e risco de fraturas. A Osteoporose é uma doença caracteri-zada pelo aumento da porosidade dos ossos, que perdem a capacidade de sustentação e estruturação do corpo. É a responsável por 60 a 70% das fraturas que ocorrem nas mu-lheres após os 60 anos. A massa óssea do ser humano atinge o pico máximo aos 25 anos. A partir daí começa a decrescer, pois a reconstituição é menor que a destruição. Esse início de perda de massa óssea (osteopenia) lenta e gradual é considerada normal para ambos os sexos. No entanto, na mulher, após a meno-pausa, em função do declínio acentuado da produção de hormônios estrogênicos pelo ovário, acelera-se a perda do tecido ósseo. Nos 5 a 6 anos seguidos à menopausa, as mulheres perdem o dobro de massa óssea que os homens da mesma idade. O normal é perder de 1 a 2% por ano, entretanto, após a menopausa, aquelas que caminham para a Osteoporose perdem de 3 a 4%. Assim até os 65 anos, aproximadamen-te, a mulher pode ter sofrido uma redução de até 30% da massa óssea. Os ossos da coluna vertebral são costu-meiramente os primeiros a serem atingidos pela Osteoporose, devido a sua constituição em grande parte trabecular. Microfaturas 16 1 º. semestre •• Fevereiro 2005 Dra. Liane Athayde Beringhs-Bueno (Brasília/DF) liane@medicinaintegrativa.com.br acabam levando a um esmagamento das vértebras, resul-tado de movimentos rotineiros como carregar uma criança. Surge, então, um quadro doloroso seguido da contratura dos músculos do pescoço, tórax e do lombo. São freqüentes as dores nas costas e de cabeça. No Brasil, há cerca de 14 anos, vem-se pesquisando um suplemento alimentar natural de cálcio, um tipo especial de Dolomita, como fonte natural para a reposição mineral. Na década de 90 o Instituto Weismann de Pesquisas de Israel, sob a coordenação do Professor Dr. Samuel Edelstein, iniciou um projeto de pesquisa e está nos fornecendo o embasa-mento científi co para a observação clínica feita no Brasil, desde a década de 80. A maior descoberta em relação à Dolomita é que este suplemento brasileiro totalmente natural, além de fornecer cálcio para a formação da matriz óssea, também estimula a produção do calcitriol. Este hormônio é o responsável pela absorção do cálcio nos intestinos e sua fi xação nos ossos, além de outros processos vinculados à imunidade. Porque usar um mineral brasileiro natural - Dolomita? A vitamina D3 - colecalciferol - é produzida, em sua maior parte, pela síntese fotoquímica dos 7 desidrocolesterol na pele após a exposição à luz ultravioleta. Seu metabólito ativo - o calcitriol 1,25(OH)2D3 - é pro-duto de duas hidroxilações no organismo, uma no fígado e outra nos rins. O calcitriol comporta-se como um hormônio, pois é produzido, armazenado, transportado e regulado pelo hormônio da paratireóide por mecanismos de feed-backs negativos. De sua parte, o calcitriol regula o cálcio e seu transporte ativo através dos intestinos e também no líquido extracelular. O calcitriol é transportado no sangue por uma proteína ligadora de vitamina D. Nos enterócitos (células dos intestinos) existem recep-tores de calcitriol que, com a idade, perdem sua capacidade receptiva. Os mecanismos de envelhecimento natural do organismo também diminuem a capacidade de absorção de cálcio. Independentemente da idade do paciente ou da causa da má absorção de cálcio, a terapia com calcitriol ou com uma substância que aumente o nível de calcitriol, tanto no sangue quanto nos ossos, será sempre efi ciente na correção e na ho-meóstase do metabolismo do cálcio. Os principais efeitos do calcitriol são observados no esqueleto (ossos), glândulas paratireóides, rins, músculos, nervos e no sistema auto-imune (apoptose). Nos ossos, o calcitriol estimula os osteoclastos preservando o remodela-mento ósseo e regula a atividade osteoblástica, garantindo
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    qualidade e estabilidademecânica dos ossos. O calcitriol di-minui a fraqueza muscular e aumenta a resistência e a vitali-dade em pacientes idosos, com isso melhorando a qualidade de vida do idoso. De um modo geral, o calcitriol intervém no crescimento celular e na diferenciação celular, sendo o rim o órgão princi-pal a fornecer calcitriol para circular no corpo, apesar de mais de 30 tecidos comprovadamente apresentarem atividade de calcitriol. Primária e particularmente, o calcitriol é indicado na prevenção e tratamento da Osteoporose induzida por cor-ticosteróides, pois o glicocorticoide inibe tanto a função dos osteoblastos quanto o efeito benéfi co do hormônio de cres-cimento e da testosterona nos ossos. Na psoríase, doença cutânea crônica caracterizada por hi-perproliferação de queratinócitos, há inibição de IL-8 e IL-8n (interleucinas) e conseqüentes melhoras cutâneas após uso de calcitriol. Sendo assim, o uso de Dolomita torna-se evidente em pa-cientes com Osteoporose, tanto em seu tratamento quanto em sua prevenção, pois, conforme os dados laboratoriais re-cebidos do Dr. Samuel Eldenstein (1998) – bioquímico chefe de pesquisas do Instituto Weismann –, a Dolomita é capaz de aumentar o calcitriol tanto no sangue quanto nos ossos. Evi-dências quanto ao seu uso em síndromes auto-imunes, cân-cer e suas metástases estão sendo analisadas e, quando os testes laboratoriais estiverem completos, novos dados serão fornecidos pelo Instituto Weismann de Ciências, de Israel. Entre a população feminina, duas em cada quatro mu-lheres deverão desenvolver Osteoporose após a menopau-sa. Os homens, devido ao uso abusivo de nicotina, álcool e alimentação defi ciente em cálcio e vitamina D, estão sendo acometidos com maior freqüência com outras formas de Osteoporose. Na Alemanha, as fraturas de quadril são a principal causa de incapacidade entre os idosos. Ocorrem aproximadamente 70.000 fraturas de colo de fêmur em idosos, sendo que os gastos médicos diretos são anualmente em torno de um bilhão de mar-cos alemães. Cerca de 25% das vítimas de fraturas morrem seis meses depois do evento e estes pacientes ocupam 20% dos leitos de Ortopedia dos hospitais. Associado a isto, as fraturas de vértebras devido à Osteoporose são também causas comuns de lombalgias, deformidades e inca-pacidade física. Em 30% das mulheres e 55% dos homens com fraturas de esmagamento vertebral, são observadas causas secundárias de Osteoporose associadas com a anormali-dade e com o metabolismo da vitamina D e com má absorção de cálcio. Em homens mais jovens, a Osteoporose é geralmente associada ao uso de corticóides, abuso de álcool e especialmente nicotina. A imobilização é a causa mais comum de fra-gilidade óssea nestes pacientes. É tão grave, que a perda óssea por imobilização no leito após quatro meses no paciente apresenta uma redução de 15% em sua densidade óssea. O osso sofre um contínuo processo de remodelação durante toda a vida. Este processo é regulado pelo cálcio, hormônio da paratireóide, calcitonina, prostaglandinas, ação local de citocinas, exercícios físicos e pelo metabolismo ativo da vitamina D – o calcitriol. A busca por um equilíbrio em nível osteomolecular na população mais idosa passa necessariamente por uma alimentação rica em cálcio e magnésio, vitamina D e ou-tros fatores hormonais. Para fazer parte da Academia Sul-Americana de Medicina Integrada, preencha esta fi cha e envie para: Rua Senador Xavier da Silva, 26 . Alto São Francisco . Curitiba/PR . CEP 80530-060 ou pelo Fax (41) 324 2966, ou então, mande em e-mail para corpomente@avalon.sul.com.br Anuidade = R$ 100,00 Depósito na Agência 1525 da Caixa Econômica Federal, conta nº 1237-0, nominal à RCL Publicações Ltda. Obs.: ENVIAR COMPROVANTE DE DEPÓSITO PARA O FAX (41) 324 2966. Nome: _________________________________________________________________________________________ Especialidade: _____________________________________________ CRM: _______________________________ Endereço: _________________________________________________ Nº: _______ Complemento: ______________ Bairro: __________________________ CEP: _____________Cidade: ______________________________ UF: ______ Tel. (residencial): ___________________ Tel. (comercial): ___________________ Fax: _________________________ e-mail: _________________________________________________________________________________________
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    Os objetivos daterapia para a Osteoporose na atualidade são: alívio da dor, que é o grande obstáculo para a mobilização do paciente; inibição da reabsorção óssea aumentada; redução do índice de novas fraturas, já que o diagnóstico normalmente só é feito após ocorrer uma fratura e desestruturação da formação óssea. O uso da Dolomita pode não só modular a osteosíntese, mas também minimizar a dores e prevenir as fraturas. Tabela – Resultados parciais da análise sangüínea de calcitriol em pacientes osteoporóticas que nunca tiveram tratamento prévio a partir do uso exclusivo de Dolomita 1000mg, 1 cápsula três vezes ao dia. PACIENTE O.K.P. L.M.B. A.A.T. O.V.C. O.V.M. N.C.R.C. B.M.F. D.L. I.M.R.S. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DOSAGEM 1ª AMOSTRA Agosto/96 22 pg/ml Agosto/96 34,7 pg/ml Agosto/96 23,6 pg/ml Agosto/96 33,7 pg/ml Agosto/96 34,0 pg/ml Setembro/96 36,6 pg/ml Setembro/96 35,6 pg/ml Outubro/96 23,9 pg/ml Novembro/96 37,3 pg/ml 1. EDELSTEIN S., BARRETT-CONNOR E. Relation Between Body Size and Mineral Density in Eldery Man and Woman. Am J. Epidemiol. Aug 1;138(3):160-9, 1993. 2. EDELSTEIN1 S., SANSON H. J. R., LEV-RAN1 M., OTREM-SKI1 I., ORNOY A. Epidemiology of osteoporosis in brasil and the effi cacy of a unique and natural dolomite in the treatment of the disease. IBMS/ECTS 2001 - PROGRAM and ABSTRACTS. SÉRICA DE 2ª Amostra Setembro/96 21 pg/ml Setembro/96 34,0 pg/ml Setembro/96 29,5 pg/ml Setembro/96 23,0 pg/ml Setembro/96 49,5 pg/ml Outubro/96 52,0 pg/ml Outubro/96 40,0 pg/ml Novembro/96 Dezembro/96 1,25 (OH)2 D3 3ª Amostra Novembro/96 35,2 pg/ml Novembro/96 35,2 pg/ml Novembro/96 38,1 pg/ml Novembro/96 32,6 pg/ml Novembro/96 Dezembro/96 Dezembro/96 3. EDELSTEIN S., LEV-RAN M. Vitamin D: Evolution, Metabolism and Clini-cal Applications. http://bioinfo.weismann.ac.il/_1s/samuel_edelstein/samuel_ edelstein.htm, /06/04/2004 4. ISH-SHALOM S. The Effect of Nutritional Factors on Boné Health After Me-nopause. Metabolic Boné Deseases Unit, Rambam Medical Center - Israel Institute of technology. 5. ZERBINI et al. Bone and Mineral Density in Brazilian Men 50 Years and Older. Brazilian Journal of Medical and Biological Research 33:1429-1435, 2000. INSCRIÇÃO ACADEMIA SUL-AMERICANA DE MEDICINA INTEGRADA
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    Notícias Academia Sul-Americanade Medicina Integrada 19 Estresse oxidativo em Câncer e Aids Conceito: Estresse oxidativo é o dano causado na membrana celular do tecido ou órgão afetado, por um agente agressor. A AIDS – Síndrome da Imuno Defi ciência Adquirida e o Câncer, no ser humano, são processos de uma doença com várias etapas em diferentes nuances, e cada uma delas com suas peculiaridades e especifi cidades. Uma única célula pode se desenvolver de um tecido anteriormente normal (sadio) para a malignidade que vai culminar na destruição total do organismo. As etapas complexas, que ocorrem nos seus desenvolvimentos, podem ser mediadas por uma diversidade de estímulos tanto endógenos quanto exógenos ou ambientais. Agentes causadores: • Baixa imunidade orgânica; • Contaminação por metais tóxicos; • Ingestão de metais de transição como Fe, Ni, Cr, Pb, Hg, As, etc.; • Poluição ambiental; • Inalação de monóxidos e dióxidos; • Infecções viróticas de repetição (HPV, etc.). Todos contribuem amplamente para o aumento do estresse oxidativo na Aids e no Câncer. Como tratar Substâncias antioxidantes endógenas, conhecidas como antioxidantes enzimáticos endógenos: • Citocromo-oxidase = desintoxica 95 a 99% do O2 na célula. • SOD’s = Desintoxica o ânion superóxido (O2). • Catalase, Glutationa, Citicromo C, Interferon = desintoxica peróxido de hidrogênio. Antioxidantes não enzimáticos: • Lipídicos: Vitamina E = Tocoferol (alfa, beta, etc.). Beta Caroteno = Precursor da vitamina A. Aquosos: Acido Ascórbico Éster C Ascorbato Vita C revestida Ácido Alfa Lipóico Albumina = varredor de HOCL Bilirrubina = varredor de O2 e OH Ceruloplasmina = mecanismo similar à SOD Transferrina e Lactoferrina = unem-se ao Fe circulante Ferritina = une-se ao Fe tecidual Coenzima Q-10 = Ubiquinona NADH = Nicotinamida Adenina Dinucleotide Citocinas: Super famílias. Francisco Humberto de Freitas Azevedo (Uberlândia/MG)
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    20 1 º.semestre •• Fevereiro 2005 Ginkgobiloba; os Licopenos, todos muito usados para o tra-tamento do Câncer. • Fitoestrógenos: Licorice, Yam mexicano, Isofl avona, Red clover. Já o HIV e a Aids precisam de uma abordagem em que os fi toterápicos possam agir em três funções básicas: • atividade anti-retroviral, iguais aos fármacos alopáticos; • manter o sistema imunológico em bom estado para resistir melhor ao ataque do vírus; • equilíbrio do funcionamento do organismo do paciente como um todo. A hipericina do Hypericum perforatum (erva-de-são-joão) é extremamente ativa contra o HIV in vitro; inibindo a reprodução viral na superfície da célula infectada. Inibe a transcriptase reversa, da mesma forma que o AZT (Meruelo et all. 1988). A castanospermina (um glico-alcalóide) da Castonosper-ma australe (castanha-da-Austrália ou árvore-de-feijão-pre-to) inibe a produção de uma das proteínas que envolvem o vírus, impedindo sua adesão em células humanas (Ruprecht et all. 1989), mas pode causar má absorção e perda de peso. A Momordica charantia (melão-de-São-Caetano), efeito potente contra HIV com aumento na contagem de CD4 (res-taurando a função imunológica) (Zhang, et all. 1992). O Taraxacum offi cinale (dente-de-leão), reduz acentua-damente o nível de vírus em circulação no sangue periférico dos portadores de HIV. A curcumina da Curcuma zedoária (zedoária) provoca inibição da reativação das células latentemente infectadas (Li, et all. 1993; Hellinger et all. 1996). A aloina da Aloe barbadensis (babosa) reduz a reprodu-ção do HIV e a formação do sincício igual à castanospermina (Kahlon et all. 1991), age sinergisticamente com o AZT. Anti-0xidantes minerais devem ser administrados sempre dinamizados, de preferência na forma iônica que o torna totalmente atóxico ao organismo e faz dele melhor regulador biocatalítico do que uma simples reposição mi-neral: Zn, Se, Ge, Cu, são os mais importantes para se tratar estresse oxidativo em Câncer e Aids. Integrinas: são os receptores obriga-tórios da matriz extracelular do colágeno, fi brina, vitronectina, fi bronectina, laminina e intervêm decisivamente na migração celular e na cicatrização das feridas; identifi cadas até o momento 14 alfas e 8 betas diferentes. As integrinas aumentam sua densidade de expressão e a afi nidade dos seus receptores com a ativação celular através do TNF, IL, Interferon, do peróxido de hidrogênio, do ozônio, HBO. Selectinas: formada por apenas 3 mem-bros, a saber: selectina E, selectina L e selec-tina P (apenas desta é conhecida a função que é a de fazer o primeiro contato entre as células e por intervir na adesão leucocítica nas células endoteliais durante a fase inicial da infl amação e da coagulação). Cartilage-link: molécula de adesão en-contrada em quase todos os tecidos e cons-titui um receptor homing (CD44) da matriz do colágeno. Essa molécula de proteína in-tervém na migração celular e na cicatrização das feridas. Imunoglobulinas: com aproximadamen-te 70 membros, sendo o grupo mais amplo de receptores de superfície, representa um dos compartimentos de moléculas de ade-são que revestem os leucócitos, plaquetas, células endoteliais e fi broblastos. Todas são ativadas pelas terapias oxidativas: HBO, O3, H2O2. Fitoterápicos: anti-oxidantes, com pro-priedades anti-viróticas. Anti-infl amatórias, anti-histamínicas e anti-carcinogênicas: • Biofl avonóides: mais de 4.000 já iden-tifi cados = as Proanthocyanidinas mais de 250 identifi cadas, em que a mais famosa é o Pycnogenol; os Heterosídios como o • Microscopia de Campo Escuro* • Equipamentos importados, para clínicas • TummyTub - Banheira Terapêutica • Ozônio • Estética ortomolecular • Bioeletrografi a - GDV* • Cell-phone diode (Proteção do eletromagnetismo do telefone celular) Consulte também nosso grupo de consultoria para montagem de clínicas. Tel.: 41 244 7276 *Mais informações sobre estas duas terapias no site: www.cmrbrasil.com.br
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    Filósofo Gilnei Lopes(Santa Maria/RS) Notícias Academia Sul-Americana de Medicina Integrada 21 Medicina e Filosofi a Em nosso trabalho, acima de tudo, buscamos melhorar a sintonia da personalidade física com as Energias do “Eu Superior”, porque ocorre uma dissonância – mental e ener-gética – entre a personalidade física e o referido “Eu Superior” que, muitas vezes, prevalece sobre o processo da doença, perpetuando-o. A doença se estabelece em função de efeitos de padrões disfuncionais dos “CORPOS SUTIS”. Cabe que atuemos como a própria consciência daquele indivíduo, observando antes sua freqüência básica, a “distân-cia freqüencial” em que se encontra dela, tentando fazê-lo voltar – suprimindo esta distância – usando o diálogo, a argumentação pertinente a que se dê conta desta distância, justifi cando, com isso, a necessidade do seu processo de re-torno. Além do diálogo, usamos a indução mental, a Cromotera-pia, a Apometria e seu conjunto de técnicas. Entremos, portanto, no mérito apométrico de tratamento. Desenvolvida pelo Dr. José Lacerda de Azevedo, médico gaú-cho, a Apometria, além das suas técnicas de atuação é, prin-cipalmente, uma ferramenta – como, aliás, todas as técnicas, científi cas formais, ou não, o são – de interferência do Mundo Maior em nossa existência físico densa. Possui um embasamento científi co em Física, uma vez que, manipulando o trânsito energético do meio, do indiví-duo e do cosmos, chegou-se à conclusão de que era preciso organizar o procedimento essencial e dar uma condição didática do feito, para que todos os interessados pudessem partir de um referencial que facilitasse o conhecimento e o entendimento de toda a técnica e suas razões. É uma abordagem muito ampla, pois, tratamos com ela, de todas as freqüências que a nossa capacidade cultural alcance. O complexo estrutural do indivíduo, tão somente tomado como existência humana, é sufi cientemente grande para que pensemos ser sufi ciente estudá-lo, desvendá-lo e desenvol-ver a capacidade de ter o domínio do seu conhecimento. É possível imaginar a complexidade estrutural de todos os Cor-pos Sutis, que são o complexo estrutural energético de base, para que a vida humana apareça como tal? Quando nos voltamos para os nossos registros internos – e esse “voltar-se aos registros internos” deve nos mostrar que estes fazem parte do indivíduo que somos – é preciso considerar a possibilidade de identifi carmos o nosso “Ego”, aquele que “vivencia” e cons-tata estar vivenciando; aquele que tem a “consciência” de estar no mundo; aquele que possui os sentidos e o intelecto; a capacidade de racionalizar e chegar às conclusões que determinam suas atitudes externas; aquele que transmite e dá oportunidade ao Espírito a vivência terrena propriamente dita. Este Ego mostra à “Unidade” o “Eu Supe-rior” e a multiplicidade do “Nós”. O “Eu Su-perior” e o “Nós” formam a “Individualidade” e, com isso, o “Sujeito”, aquele que age no mundo. O Sujeito é a matéria, a multiplicidade e age sobre ela; e a consciência é a percepção da sua separatividade e da sua necessidade de “retornar à Unidade”, da qual herdou a sua essência e a capacidade de percepção desta essência e, com isso, a capacidade de percep-ção, então, da sua própria separatividade. Por isso é que, quanto mais sutilizar seu Ego, mais perceberá que as oposições são apenas aparências. São momentos didáticos que a Mestra Natureza nos põe, para que aprendamos a dualidade que a percepção explicita. Annie Besant vem nos dizer que “percep-ção é estar cônscio de”, signifi cando estar cônscio de algo, “pois não se pode estar cônscio de algo no vazio”. Quando referimos algo, estamos referindo consciência, pois sem a dualidade que este “algo” representa não há possibilidade de percepção e a consciência precisa da per-cepção para existir, ou seja, sem os limites da dualidade – que a existência física é – não há percepção, não há consciência de. Esta é a razão fundamental que nos em-purra para além dos limites e das resistências, para a transcendência, portanto. Temos que admitir que somos limitados. Não sabemos viver sem limites. Só quando transcendermos os nossos limites é que va-mos perceber o “outro”.
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    22 1 º.semestre •• Fevereiro 2005 Mas tal percepção está imbricada à condição da Auto-consciência e esta implica em ir muito além do aparente, da dualidade e da percepção da existência egóica. Como já dissemos, o “Ego” é a matéria, embora seja, apa-rentemente, um conceito subjetivo. Mas ele não é e não deve ser o “dominante” da existência. Temos que levar em conta que, na realidade, o que ob-servamos como consciência são apenas suas conseqüências, aquilo que manifestamos dela e que assume – nessa tão somente aparência de consciência – as características do veículo físico, através do qual está se manifestando. Em última instância, fi nalmente, observamos uma espécie de consciência que tem a roupagem do cérebro pelo qual se manifesta e que pode estar sendo, ainda, obstruída por algu-ma patologia daquele corpo físico. Há momentos possíveis, no entanto, em que a consciência se liberta da densidade física do cérebro e vai aos Campos Etéricos, em que tudo muda de aspecto. Lá os sentidos físi-cos não têm a ingerência e os limites do cérebro físico e da mente egóica, mas situa-se na essência, na origem de tudo. Alça vôos inimagináveis, reinventa, aproveita a condição de acesso aos seus próprios registros de vivências pretéritas – porque, ali o tempo não importa – cria momentos próprios, vivencia outra existência, em que a qualidade é diretamente proporcional ao estado de espírito do momento. O problema é tal que, não tendo consciência desta capa-cidade – embora a exerça muito mais amiúde do que pos-samos imaginar – toma-a como tão somente “imaginação”, “sonho”, “viagem”, como é o dito popular. Muitos senhores, tidos como sérios e/ou cultos, respeitá-veis por suas posturas rigorosamente científi cas, execram os “sonhadores”, os de “imaginação fértil”, e não sabem que estes têm o potencial de mudar o Mundo. A difi culdade é que eles tenham a consciência das “viagens” que realizam. Esta consciência não pode ser reconhecida tão somente pelo conhecimento da fi siologia, física e etérica, do seu pró-prio Ser, da sua própria condição humana. Só quando nos atrevermos às teses que extrapolem o estabelecido, aprovei-tando suas linhas de conhecimento, afi ns e compatíveis ao que desenvolvemos como nosso caminho, é que poderemos chegar aonde precisamos. Um exemplo que nos ocorre disto é o de Oswald Steward, na sua “História da Síntese Protéica nos Dendritos”, quando relata: “... Lembro-me, ainda, da primeira série de imagens dos agrupamentos de polirribossomos, dentro ou próximo das si-napses, nos espinhos dendríticos. Não foi tanto a observação quanto a idéia que nos veio à mente – esta capacidade de sintetizar certas proteínas, em locais específi cos da sinapse, poderia explicar o mecanismo que permitia aos neurônios, modifi car a composição molecular de sinapses individuais, de momento a momento. • Fitoterapia • Medicamentos Naturais • Cosmocêuticos (cosméticos com fi nalidade de tratamento) • Vitaminas, sais minerais e suplementos nutricionais Rua Nilo Peçanha, 14 • Alto São Francisco Curitiba - PR Tel.: (41) 322 2941 Fax: (41) 3019 0027 e-mail: farma.bella@bol.com.br
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    Notícias Academia Sul-Americanade Medicina Integrada 23 Esta hipótese tinha um grande valor para mim, mesmo indo contra a doutrina corrente de que a síntese protéica ocorreria somente no corpo celular. ... Aquilo foi uma “Eureka”, uma intuição, cujo fundamento não saberia explicar inteiramente... Tendo recebido a visita de Sir John Eccles, que havia rece-bido o Prêmio Nobel por seus estudos sobre a transmissão sináptica, na Universidade de Virgínia, discutimos muitas coi-sas sobre a prática da ciência, e eu ainda me lembro de um comentário em especial: “Você pode gerar enormes quanti-dades de informação e nunca ter impacto em seu campo. O truque é desenvolver uma história”. Os neurônios, em todas as suas estruturas fundamentais, tais como a Bainha de Mielina, as Células Glias ou Gliais – Cé-lulas de Schwann – e os Nodos de Ranvier, pode nos dar a idéia, a ponte mental de como a Energia fl ui pelos Chakras, Nádhis e Meridianos, pois estes, infl uenciando – pela alte-ração de todo o campo energético glial – diretamente os sistemas bioelétricos, infl uenciam a regeneração celular, ou ao contrário. Sabemos que os neurônios são extremamente suscetíveis ao meio, captando todas as freqüências – ou vibrações – con-forme suas estruturas, que serão mais ou menos sofi sticadas, conforme o indivíduo do qual fazem parte. Notem que os SENTIDOS, como que fotocélulas ao meio circundante, são os captadores de informações do meio externo para o cérebro. O mesmo papel dos Chakras na sua especifi cação de captação e transformação das freqüências das energias captadas, para que possam ser absorvidas pelos campos do indivíduo, ao qual pertence. Alguns dos senhores poderiam até contestar a existência dos Chakras, Nádhis e Meridianos. É compreensível, sob cer-tos aspectos. Mas já não podem mais contestar a ingerência da ACUPUNTURA sobre os campos energéticos do indivíduo. Há algum tempo esta idéia teria eco, como teve. Hoje se festeja a ACUPUNTURA e a sua estimulação que, além da analgésica para procedimentos cirúrgicos, liberando endorfi nas, a partir da Hipófi se, por exemplo, que são agen-tes intermediários no complexo sistema energético corporal, como nos diz o Dr. Richard Gerber, em sua obra “Medicina Vibracional”. Há dez anos a Acupuntura não tinha o status médico que tem em nossos dias. Esperemos que não leve tanto tempo para que um terapeuta sério seja visto por sua capacidade, efi ciência e efi cácia e, princi-palmente, por sua história. A Cromoterapia, a Acupuntura, a Apometria contemporânea e suas técnicas existem e já possuem um legado de conhecimento e atuação, legítimos e legitimados, no Brasil. Espera-se que haja ressonância – em cri-térios que a Ética Universal aponta – entre homens absolutamente sensatos e de boa vontade como a própria Física diz, pois, de acordo com o que ela nos ensina, a comu-nicação entre sistemas ocorre pelas freqü-ências afi ns, ou na de seus harmônicos, após ter recebido energia desencadeadora de fora do sistema. Que este Congresso seja um marco, no nosso País, onde homens de Ciências – aca-dêmicas ou não – se encontraram e desenca-dearam a SINCRONICIDADE e a RESSONÂN-CIA, para que a ORDEM de oportunidade à ESSÊNCIA, a velocidade e ritmo próprios, que estabelece o FLUXO NATURAL DO DEVIR, oferecendo condições a que existam indivi-dualidades, com massas de densidades pró-prias (não esquecendo que estas densidades são resultantes de freqüências estabelecidas para cada caso), mas mantendo a Ordem mais ampla do que a desordem e o Equilíbrio mais amplo do que o desequilíbrio, pois de-sordem e desequilíbrio, sendo reações, estão delimitados como condição a que nos demos conta da importância da sua própria condi-ção de instrumentos a que cheguemos ao Anelo Maior, que move toda a Humanidade, ainda que subconscientemente: “A EVOLU-ÇÃO POSITIVA” – “O GRANDE RETORNO”. VI Encontro Brasileiro e III Encontro Internacional de Medicina Integrada
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    A Editora CorpoMente realiza trabalhos na área da saúde. São pes-quisados e apresentados métodos tradicionais e inovadores de medicina integrada: natural, biológica, homeopática, alopática, etc. Preocupada em trazer às pessoas as mais importantes informações nesta área, a Editora Corpo Mente atende seu público através de cursos, palestras, livros, apostilas, vídeos e cassetes. Seu trabalho é embasado em informações de profi ssionais da área médica. Os cursos, sempre com temas atuais, trazem informações preciosas para a melhora da qualidade de vida e são ministrados por médicos e dirigidos ora ao público, ora a profi ssionais da saúde. Os livros tratam da saúde e do equilíbrio mente/corpo. Médicos e outros profi ssionais da saúde conhecerão mais a respeito de técnicas integradas e inovadoras, e que trazem excelentes resultados no tratamento de diversas enfermidades. O público em geral receberá mensagens de autoconheci-mento, e obterá várias informações e dicas de como alcançar a saúde e o equilíbrio mente/corpo. As palestras trazem sempre temas atuais sobre saúde e bem-estar, e são um delicioso encontro com o palestrante. As apostilas também trazem temas atuais e abrangentes sobre saúde. Dicas importantes geralmente fáceis de serem seguidas em apostilas leves, claras e gostosas de ler. FOTOLUMINESCÊNCIA Dr. Roberto Cesar Leite Antiga técnica, e já esquecida, que renasce com força no combate às doenças virais e bacterianas, trazendo ao médico informações e formas de seu uso. COLONTERAPIA Dr. Roberto Cesar Leite O autor, baseando-se em pesquisas e na prática médica, comprova a efetividade desta terapia, que proporciona a desintoxicação total do organismo, dando condições ao corpo para se recuperar sem toxinas. OZÔNIO Dr. Roberto Cesar Leite Ozonioterapia: técnicas e protocolos do uso do ozônio na prática médica. Método utilizado em mais de 50 mil pacientes no mundo todo, com excelentes resultados. TEREAPIAS BIOXIDATIVAS Dr. Roberto Cesar Leite Neste livro, o autor reúne estudos científi cos que abordam os resultados extraordinários obtidos, na prática médica, com o uso do peróxido de hidrogênio, do ozônio e da fotoluninescência. Mais informações e pedidos: Senador Xavier da Silva, 39 Alto São Francisco CEP 80530-060 . Curitiba-PR Fone/Fax: (41) 324-2966 e-mail: corpomente@avalon.sul.com.br PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO Dr. Roberto Cesar Leite Dr. Francisco Humberto F. Azevedo Este livro apresenta ao médico informações de suma importância sobre o peróxido de hidrogênio (H2O2), como usá-lo, e seus protocolos.