ÍNDICE
Unidade 1 3
Unidade 2 10
Unidade 3 18
Unidade 4 26
Unidade 5 32
Unidade 6 42
Unidade 7 48
Unidade 8 58
Matemática
VOLUME 8
Unidade 1
Potências e raízes
Potências com expoente inteiro
negativo
Sendo a um número racional e n um número
natural, com a ≠ 0, temos que:
a
-n
= 1
a
n
Propriedades de potências
a
m
=
a
n
: a
m - n
2
a
m
=
n
a
m . n
3
4
Sendo a um número racional e m e n
números inteiros, com a ≠ 0, temos que:
a =
a
· a
m + n
1
Sendo a e b números racionais e n um
número inteiro, com a ≠ 0 e b ≠ 0, temos que:
5
m n
a =
b
·
n
a
n
b
n
.
a b
:
n
=
a
n
b =
a
n
bn
Notação científica
Na notação científica, os números são representados da seguinte maneira: 10
n
.
a
em que a é um número racional, com 1 ≤ a < 10, e n é um número inteiro.
=
Radiciação
Sendo a e b números racionais não
negativos e n um número natural maior do
que 1, dizemos que
Raiz de um número negativo
Podemos calcular a raiz de um número racional
negativo quando o índice dessa raiz for um número
natural ímpar maior que 1.
Exemplo:
Raiz quadrada exata
Podemos calcular a raiz de um número racional
negativo quando o índice dessa raiz for um número
natural ímpar maior que 1.
=
Raiz quadrada aproximada de um número
Podemos calcular a raiz de um número racional
negativo quando o índice dessa raiz for um número
natural ímpar maior que 1.
≈
Potências com expoente fracionário
Sendo a um número racional positivo, m e n números
naturais tais que m > 0 e n > 1, tem-se que:
Exemplos:
Matemática
VOLUME 8
Unidade 2
Ângulos e simetria
Ângulos notáveis
Os ângulos de 30°, 45°, 60° e 90°, por serem utilizados com frequência em diversas
situações, costumam ser chamados de ângulos notáveis.
Distância de um ponto e uma reta
A distância entre um ponto P e uma reta r corresponde ao comprimento do
segmento
de reta perpendicular a r, com extremidades em P e em um ponto de r.
distância do ponto P à reta
r
Bissetriz de um ângulo
A bissetriz de um ângulo AOB é a semirreta com origem no vértice O e que divide esse
ângulo em dois ângulos congruentes. Qualquer ponto da bissetriz é equidistante aos lados
do ângulo.
bissetriz de AÔB
Mediatriz de um segmento de reta
A mediatriz de um segmento de reta AB é a reta perpendicular a ele em seu ponto médio C,
de maneira que AC = BC.
Mediatriz de Reta r
Simetrias
Quando uma reta divide uma figura de maneira que, ao ser
dobrada sobre essa reta, as partes obtidas são idênticas por
sobreposição, dizemos que essa figura apresenta simetria de
reflexão em relação a um eixo. Essa reta corresponde ao eixo de
simetria.
Simetrias
Na simetria de rotação, cada ponto da figura é rotacionado
de acordo com determinado ângulo e sentido em torno de um
ponto O, chamado centro de rotação.
Simetrias
Na simetria de translação, o tamanho e o formato da figura são mantidos e seu deslocamento
ocorre de acordo com a distância, a direção e o sentido, que podem ser indicados por meio de
uma seta.
Figura I Figura II
Matemática
VOLUME 8
Unidade 3
Equação, sistema de equações e inequação
Expressões algébricas
Uma expressão matemática que apresenta números e letras, ou somente letras, é
denominada expressão algébrica ou literal. As letras, que normalmente
representam números reais, são chamadas variáveis.
Quando substituímos as variáveis de uma expressão algébrica por números e
efetuamos os cálculos indicados, obtemos o valor numérico da expressão algébrica
dada para esses números.
Sequências
3 5 9 17
Com essa expressão, em que n é um número natural maior que zero, é possível obter um termo
qualquer da sequência a partir do termo anterior. Assim, dizemos que essa sequência está definida de
maneira recursiva.
Sequências
Note que, com essa expressão, é possível determinar qualquer termo da sequência sem que seja
necessário conhecer termos anteriores. Assim, dizemos que essa sequência está definida de maneira
não recursiva.
Equação
Uma equação é uma sentença matemática
expressa por uma igualdade em que as
letras, que representam números
desconhecidos, são chamadas incógnitas.
Resolver uma equação consiste em encontrar o
valor da incógnita que torna a sentença
verdadeira, ou seja, encontrar a solução ou a
raiz da equação.
Equação do 1º grau com uma incógnita Equação do 2º grau com uma incógnita
Equação do 1º grau com duas incógnitas
Toda equação que pode ser reduzida a uma equação equivalente na forma ax + by = c, com a, b e c e
a ≠ 0, b ≠ 0, é denominada equação do 1° grau com duas incógnitas.
Dependendo do conjunto universo, uma equação do 1°
grau com duas incógnitas, x e y, por exemplo, pode ter
infinitas soluções, cada uma delas indicada por um par
ordenado de números: o primeiro número representa o
valor da incógnita x; o segundo representa sempre o valor
da incógnita y.
Essa ordem precisa ser respeitada.
Daí o nome par ordenado.
Indica-se: (x, y).
O par ordenado (2, 5) é solução da
equação 3x + 2y = 16.
Sistema de duas equações do 1º grau com duas incógnitas
Quando duas equações de 1° grau com duas incógnitas são escritas ligadas pelo conectivo e, dizemos
que há um sistema de duas equações do 1° grau com duas incógnitas (no caso, x e y).
A solução de um sistema de duas equações do 1o grau com
duas incógnitas, x e y, por exemplo, é um par ordenado (x,
y) que é solução tanto da primeira equação como da
segunda.
O par ordenado (10, 4) é solução desse
sistema, pois os valores verificam as
duas equações ao mesmo tempo:
Inequação do 1º grau com uma incógnita
Sentença matemática expressa por uma desigualdade com incógnitas.
Para resolver essa inequação, isolamos a incógnita x em um
dos membros da desigualdade.
Essa inequação pode ser lida
da seguinte maneira:
2x maior do que 300.
Matemática
VOLUME 8
Unidade 4
Proporcionalidade e porcentagem
Proporção
Considere dois números a e b, com b ≠ 0. A razão entre esses dois números, nessa
ordem, corresponde ao quociente a : b, que também pode ser indicada por ,
Quando as razões e são iguais, com b ≠ 0 e d ≠ 0, elas formam a proporção que
pode ser lida da seguinte maneira: a está para b assim como c está para d.
Os números a e d (primeiro e último termos) são os extremos e b e c (segundo e
terceiro termos) são os meios da proporção.
Proporção
Duas grandezas são diretamente proporcionais quando variam sempre na mesma
razão, ou seja, uma aumenta e a outra aumenta na mesma proporção ou, quando
uma diminui, a outra diminui na mesma proporção.
Para adubar um pomar de área igual a 15 000 m2
, utilizam-se
30 kg de fertilizante. Vamos calcular a quantidade de
fertilizante necessária para adubar um pomar de 32 000 m2
.
Essa situação relaciona duas grandezas proporcionais: área
(em m2
) e quantidade de fertilizante (em kg).
Proporção
Duas grandezas são inversamente proporcionais quando uma varia na razão
inversa da outra, ou seja, quando uma aumenta, a outra diminui na mesma
proporção, ou quando uma diminui, a outra aumenta na mesma proporção.
Um ônibus faz o percurso do terminal até o centro da cidade
e depois volta ao terminal. Um fiscal registrou as velocidades
médias do ônibus e o tempo gasto nos percursos de ida até o
centro em um determinado dia.
Porcentagem
Os povos indígenas fazem parte da história do Brasil e constituem parte da
população brasileira. Segundo o Censo 2010, no estado de Roraima , por exemplo,
cerca de 12% da população é indígena, o maior porcentual entre os estados
brasileiros.
Fontes dos dados: IBGE. Sinopse do Censo Demográfico 2010. Disponível em:
https://censo2010.ibge.gov.br/sinopse/index.php?dados=4&uf=00>. FUNAI. Distribuição espacial da população indígena. Disponível em:
<www.funai.gov.br/arquivos/conteudo/ ascom/2013/img/12-Dez/encarte_censo_indigena_02%20B.pdf>. Acessos em: 27 set. 2018.
Porcentagem
O sangue constitui cerca de 8% da massa corporal de uma pessoa adulta de tamanho
médio. Que quantidade de sangue, em quilogramas, possui um adulto com 70 kg?
1
2
3
Matemática
VOLUME 8
Unidade 5
Polígonos e círculo
Triângulos
Elementos de um triângulo
Relações envolvendo os ângulos internos e externos de um triângulo
No triângulo representado a seguir, a, b e c
correspondem às medidas dos ângulos internos
e e, f e g às medidas dos ângulos externos.
Em um triângulo, a medida de um ângulo
externo é igual à soma das medidas dos dois
ângulos internos não adjacentes a ele.
Congruência de figuras
Dois polígonos são congruentes quando seus lados e ângulos internos
são, respectivamente, congruentes.
LAL:
Lado, ângulo, lado
ALA:
Ângulo, lado, ângulo
LLL:
Lado, lado, lado
LAAo:
Lado, ângulo, ângulo oposto.
Dois triângulos são congruentes quando
possuem dois lados e o ângulo interno
formado por esses lados respectivamente
congruentes.
Dois triângulos são congruentes quando
possuem um lado e dois ângulos adjacentes
a esse lado respectivamente congruentes.
Dois triângulos são congruentes quando
possuem os três lados respectivamente
congruentes.
Dois triângulos são congruentes quando
possuem um lado, um ângulo adjacente e o
ângulo oposto a esse lado respectivamente
congruentes.
Pontos notáveis de um triângulo
As mediatrizes de um triângulo são retas perpendiculares aos lados
em seus respectivos pontos médios.
As mediatrizes de um triângulo qualquer se
cruzam em um único ponto, chamado
circuncentro.
As bissetrizes de um triângulo são os segmentos de reta que têm
uma extremidade nos vértices, dividem os ângulos internos em dois
ângulos congruentes e têm a outra extremidade nos lados opostos.
As bissetrizes de um triângulo qualquer se cruzam
em um único ponto, chamado incentro.
Pontos notáveis de um triângulo
As medianas de um triângulo são os segmentos
de reta que têm uma extremidade nos vértices e a
outra nos pontos médios dos lados opostos.
As medianas de um triângulo qualquer se
cruzam em um único ponto, chamado
baricentro.
As alturas de um triângulo são os segmentos de
reta que têm uma extremidade nos vértices e a
outra nos lados opostos ou nos prolongamentos
deles, formando com eles ângulos retos.
As alturas de um triângulo qualquer, ou o
prolongamento delas, se cruzam em um
único ponto, chamado ortocentro.
Polígonos
No polígono da figura ao lado, os
segmentos AC, AD, BD, BE e CE são as suas
diagonais.
Em um polígono de n lados (ou n vértices), o
número de diagonais (d) é dado por:
Sendo Si a soma das medidas dos ângulos
internos de um polígono de n lados, temos:
A soma das medidas dos ângulos externos
de qualquer polígono é igual a 360°.
Polígonos regulares
Um polígono regular possui todos os lados
e todos os ângulos internos com medidas
iguais.
Para um polígono regular de n lados, temos:
Quadriláteros
Paralelogramo
Quadrilátero com dois pares de lados
opostos paralelos.
Trapézio
Quadrilátero com apenas um par
de lados paralelos.
círculo
O círculo e a circunferência
Se dividirmos o comprimento C de uma circunferência pelo comprimento 2r de seu diâmetro, encontraremos
uma aproximação do número irracional .
circunferência
Matemática
VOLUME 8
Unidade 6
Área de figuras planas
Área de quadriláteros
Área de quadriláteros
Área do triângulo
Também podemos utilizar a fórmula de Herão para
calcular a área de um triângulo, conhecendo a medida
de seus lados: a, b e c.
Na fórmula, s é o semiperímetro do triângulo.
Para calcular a área de um polígono regular de n lados
podemos decompô-lo em n triângulos congruentes.
Área de um polígono regular
Área do círculo
Matemática
VOLUME 8
Unidade 7
Estatística e probabilidade
Gráfico de colunas e gráfico de barras
Para facilitar visualmente a comparação, entre si, dos dados obtidos em
uma pesquisa, podemos utilizar o gráfico de colunas ou o gráfico de
barras.
Gráfico de segmentos
Quando queremos representar os dados obtidos em uma pesquisa de
maneira a facilitar a observação de como tais dados se comportam ou
variam no decorrer do tempo, podemos utilizar o gráfico de segmentos.
Gráfico de setores
Quando queremos comparar as partes de um conjunto de dados de uma
pesquisa com o todo e entre si, podemos utilizar o gráfico de setores.
Medidas de tendência central
A média ou média aritmética é uma medida de tendência central que
pode ser usada para apresentar de maneira resumida um conjunto de
dados.
Para calcular a média de dois ou mais números, adicionamos esses
números e dividimos a soma obtida por essa quantidade de números.
Rodrigo está preocupado com o consumo de água em
sua casa que, nesse mês, foi de 21 m3
. Observe abaixo
o consumo de água na casa de Rodrigo nos seis meses
anteriores.
Medidas de tendência central
A moda é uma medida de tendência central que corresponde ao dado de
maior frequência entre aqueles de um conjunto de dados de uma
pesquisa.
Rodrigo está preocupado com o consumo de água em
sua casa que, nesse mês, foi de 21 m3
. Observe abaixo
o consumo de água na casa de Rodrigo nos seis meses
anteriores.
Medidas de tendência central
A mediana é uma medida de tendência central que, para ser
determinada, é necessário que os dados da pesquisa estejam
organizados em ordem crescente ou decrescente.
Quando a quantidade de dados é ímpar, a mediana corresponde ao dado
central. Já quando a quantidade de dados é par, a mediana corresponde à
média dos dois dados centrais.
Rodrigo está preocupado com o consumo de água em
sua casa que, nesse mês, foi de 21 m3
. Observe abaixo
o consumo de água na casa de Rodrigo nos seis meses
anteriores.
Distribuição de frequência
O grupo de Alisson fez a
pesquisa na internet e identificou
que Sergipe é o estado brasileiro
com a menor extensão
territorial.
Os alunos desse grupo
registraram em um quadro a
extensão territorial aproximada
de cada um dos 75 municípios
desse estado, em quilômetros
quadrados.
Pesquisa estatística
Existem diversas técnicas de amostragem,
ou seja, de selecionar os elementos da
população para compor a amostra.
Amostra casual simples
Amostra estratificada
Elaboração
do
questionário
Definição do
público
entrevistado
Coleta de
dados
Organização
dos dados
Análise e
Apresentação
dos resultados
Etapas de uma pesquisa
Amostra sistemática
Probabilidade
Bárbara e Giovana foram a uma lanchonete
para cada uma delas tomar um suco e comer
um lanche natural. Pediram o cardápio e
verificaram que podiam escolher entre três
tipos de suco (laranja, melancia e uva) e dois
tipos de lanche natural (simples ou
completo).
De quantas maneiras diferentes cada uma
delas pode escolher um suco e um lanche?
Dado um experimento aleatório, o espaço amostral S
é o conjunto de todas as possibilidades de resultado
daquele experimento.
3 x 2 = 6
Matemática
VOLUME 8
Unidade 8
Medidas de volume e de capacidade
Medidas de volume e medidas de capacidade
Medidas de volume e medidas de capacidade
Múltiplos do litro
Unidade
fundamental
Submúltiplos do litro
quilolitro hectolitro decalitro litro decilitro centilitro mililitro
kL hL daL L dL cL mL
1000 L 100 L 10 L 1 L 0,1 L 0,01 L 0,001 L
Medidas de volume e medidas de capacidade
Múltiplos do metro cúbico
Unidade
fundamenta
l
Submúltiplos do metro cúbico
Quilômetro
cúbico
Hectômetro
cúbico
Decâmetro
cúbico
Metro cúbico
Decímetro
cúbico
Centímetro
cúbico
Milímetro
cúbico
km3
hm3
dam3
m3
dm3
cm3
mm3
1.000.000.000 m3
1.000.000 m3
1.000 m3
1 m3
0,001 m3
0,000001 m3
0,000000001 m3
Volume do bloco retangular
Para calcular o volume de um bloco retangular, multiplicamos as
medidas das três dimensões: comprimento, largura e altura.
Volume do bloco retangular
Como o cubo é um caso particular de bloco retangular, em que as
arestas têm medidas iguais, calculamos seu volume da mesma
maneira.
Volume do cilindro
Para calcular o volume de um cilindro, podemos multiplicar a
área
de sua base (Ab) e sua altura (a):

MATEMÁTICA -PPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPP Slides -pptx

  • 2.
    ÍNDICE Unidade 1 3 Unidade2 10 Unidade 3 18 Unidade 4 26 Unidade 5 32 Unidade 6 42 Unidade 7 48 Unidade 8 58
  • 3.
  • 4.
    Potências com expoenteinteiro negativo Sendo a um número racional e n um número natural, com a ≠ 0, temos que: a -n = 1 a n Propriedades de potências a m = a n : a m - n 2 a m = n a m . n 3 4 Sendo a um número racional e m e n números inteiros, com a ≠ 0, temos que: a = a · a m + n 1 Sendo a e b números racionais e n um número inteiro, com a ≠ 0 e b ≠ 0, temos que: 5 m n a = b · n a n b n . a b : n = a n b = a n bn
  • 5.
    Notação científica Na notaçãocientífica, os números são representados da seguinte maneira: 10 n . a em que a é um número racional, com 1 ≤ a < 10, e n é um número inteiro. =
  • 6.
    Radiciação Sendo a eb números racionais não negativos e n um número natural maior do que 1, dizemos que Raiz de um número negativo Podemos calcular a raiz de um número racional negativo quando o índice dessa raiz for um número natural ímpar maior que 1. Exemplo:
  • 7.
    Raiz quadrada exata Podemoscalcular a raiz de um número racional negativo quando o índice dessa raiz for um número natural ímpar maior que 1. =
  • 8.
    Raiz quadrada aproximadade um número Podemos calcular a raiz de um número racional negativo quando o índice dessa raiz for um número natural ímpar maior que 1. ≈
  • 9.
    Potências com expoentefracionário Sendo a um número racional positivo, m e n números naturais tais que m > 0 e n > 1, tem-se que: Exemplos:
  • 10.
  • 11.
    Ângulos notáveis Os ângulosde 30°, 45°, 60° e 90°, por serem utilizados com frequência em diversas situações, costumam ser chamados de ângulos notáveis.
  • 12.
    Distância de umponto e uma reta A distância entre um ponto P e uma reta r corresponde ao comprimento do segmento de reta perpendicular a r, com extremidades em P e em um ponto de r. distância do ponto P à reta r
  • 13.
    Bissetriz de umângulo A bissetriz de um ângulo AOB é a semirreta com origem no vértice O e que divide esse ângulo em dois ângulos congruentes. Qualquer ponto da bissetriz é equidistante aos lados do ângulo. bissetriz de AÔB
  • 14.
    Mediatriz de umsegmento de reta A mediatriz de um segmento de reta AB é a reta perpendicular a ele em seu ponto médio C, de maneira que AC = BC. Mediatriz de Reta r
  • 15.
    Simetrias Quando uma retadivide uma figura de maneira que, ao ser dobrada sobre essa reta, as partes obtidas são idênticas por sobreposição, dizemos que essa figura apresenta simetria de reflexão em relação a um eixo. Essa reta corresponde ao eixo de simetria.
  • 16.
    Simetrias Na simetria derotação, cada ponto da figura é rotacionado de acordo com determinado ângulo e sentido em torno de um ponto O, chamado centro de rotação.
  • 17.
    Simetrias Na simetria detranslação, o tamanho e o formato da figura são mantidos e seu deslocamento ocorre de acordo com a distância, a direção e o sentido, que podem ser indicados por meio de uma seta. Figura I Figura II
  • 18.
    Matemática VOLUME 8 Unidade 3 Equação,sistema de equações e inequação
  • 19.
    Expressões algébricas Uma expressãomatemática que apresenta números e letras, ou somente letras, é denominada expressão algébrica ou literal. As letras, que normalmente representam números reais, são chamadas variáveis. Quando substituímos as variáveis de uma expressão algébrica por números e efetuamos os cálculos indicados, obtemos o valor numérico da expressão algébrica dada para esses números.
  • 20.
    Sequências 3 5 917 Com essa expressão, em que n é um número natural maior que zero, é possível obter um termo qualquer da sequência a partir do termo anterior. Assim, dizemos que essa sequência está definida de maneira recursiva.
  • 21.
    Sequências Note que, comessa expressão, é possível determinar qualquer termo da sequência sem que seja necessário conhecer termos anteriores. Assim, dizemos que essa sequência está definida de maneira não recursiva.
  • 22.
    Equação Uma equação éuma sentença matemática expressa por uma igualdade em que as letras, que representam números desconhecidos, são chamadas incógnitas. Resolver uma equação consiste em encontrar o valor da incógnita que torna a sentença verdadeira, ou seja, encontrar a solução ou a raiz da equação. Equação do 1º grau com uma incógnita Equação do 2º grau com uma incógnita
  • 23.
    Equação do 1ºgrau com duas incógnitas Toda equação que pode ser reduzida a uma equação equivalente na forma ax + by = c, com a, b e c e a ≠ 0, b ≠ 0, é denominada equação do 1° grau com duas incógnitas. Dependendo do conjunto universo, uma equação do 1° grau com duas incógnitas, x e y, por exemplo, pode ter infinitas soluções, cada uma delas indicada por um par ordenado de números: o primeiro número representa o valor da incógnita x; o segundo representa sempre o valor da incógnita y. Essa ordem precisa ser respeitada. Daí o nome par ordenado. Indica-se: (x, y). O par ordenado (2, 5) é solução da equação 3x + 2y = 16.
  • 24.
    Sistema de duasequações do 1º grau com duas incógnitas Quando duas equações de 1° grau com duas incógnitas são escritas ligadas pelo conectivo e, dizemos que há um sistema de duas equações do 1° grau com duas incógnitas (no caso, x e y). A solução de um sistema de duas equações do 1o grau com duas incógnitas, x e y, por exemplo, é um par ordenado (x, y) que é solução tanto da primeira equação como da segunda. O par ordenado (10, 4) é solução desse sistema, pois os valores verificam as duas equações ao mesmo tempo:
  • 25.
    Inequação do 1ºgrau com uma incógnita Sentença matemática expressa por uma desigualdade com incógnitas. Para resolver essa inequação, isolamos a incógnita x em um dos membros da desigualdade. Essa inequação pode ser lida da seguinte maneira: 2x maior do que 300.
  • 26.
  • 27.
    Proporção Considere dois númerosa e b, com b ≠ 0. A razão entre esses dois números, nessa ordem, corresponde ao quociente a : b, que também pode ser indicada por , Quando as razões e são iguais, com b ≠ 0 e d ≠ 0, elas formam a proporção que pode ser lida da seguinte maneira: a está para b assim como c está para d. Os números a e d (primeiro e último termos) são os extremos e b e c (segundo e terceiro termos) são os meios da proporção.
  • 28.
    Proporção Duas grandezas sãodiretamente proporcionais quando variam sempre na mesma razão, ou seja, uma aumenta e a outra aumenta na mesma proporção ou, quando uma diminui, a outra diminui na mesma proporção. Para adubar um pomar de área igual a 15 000 m2 , utilizam-se 30 kg de fertilizante. Vamos calcular a quantidade de fertilizante necessária para adubar um pomar de 32 000 m2 . Essa situação relaciona duas grandezas proporcionais: área (em m2 ) e quantidade de fertilizante (em kg).
  • 29.
    Proporção Duas grandezas sãoinversamente proporcionais quando uma varia na razão inversa da outra, ou seja, quando uma aumenta, a outra diminui na mesma proporção, ou quando uma diminui, a outra aumenta na mesma proporção. Um ônibus faz o percurso do terminal até o centro da cidade e depois volta ao terminal. Um fiscal registrou as velocidades médias do ônibus e o tempo gasto nos percursos de ida até o centro em um determinado dia.
  • 30.
    Porcentagem Os povos indígenasfazem parte da história do Brasil e constituem parte da população brasileira. Segundo o Censo 2010, no estado de Roraima , por exemplo, cerca de 12% da população é indígena, o maior porcentual entre os estados brasileiros. Fontes dos dados: IBGE. Sinopse do Censo Demográfico 2010. Disponível em: https://censo2010.ibge.gov.br/sinopse/index.php?dados=4&uf=00>. FUNAI. Distribuição espacial da população indígena. Disponível em: <www.funai.gov.br/arquivos/conteudo/ ascom/2013/img/12-Dez/encarte_censo_indigena_02%20B.pdf>. Acessos em: 27 set. 2018.
  • 31.
    Porcentagem O sangue constituicerca de 8% da massa corporal de uma pessoa adulta de tamanho médio. Que quantidade de sangue, em quilogramas, possui um adulto com 70 kg? 1 2 3
  • 32.
  • 33.
  • 34.
    Relações envolvendo osângulos internos e externos de um triângulo No triângulo representado a seguir, a, b e c correspondem às medidas dos ângulos internos e e, f e g às medidas dos ângulos externos. Em um triângulo, a medida de um ângulo externo é igual à soma das medidas dos dois ângulos internos não adjacentes a ele.
  • 35.
    Congruência de figuras Doispolígonos são congruentes quando seus lados e ângulos internos são, respectivamente, congruentes. LAL: Lado, ângulo, lado ALA: Ângulo, lado, ângulo LLL: Lado, lado, lado LAAo: Lado, ângulo, ângulo oposto. Dois triângulos são congruentes quando possuem dois lados e o ângulo interno formado por esses lados respectivamente congruentes. Dois triângulos são congruentes quando possuem um lado e dois ângulos adjacentes a esse lado respectivamente congruentes. Dois triângulos são congruentes quando possuem os três lados respectivamente congruentes. Dois triângulos são congruentes quando possuem um lado, um ângulo adjacente e o ângulo oposto a esse lado respectivamente congruentes.
  • 36.
    Pontos notáveis deum triângulo As mediatrizes de um triângulo são retas perpendiculares aos lados em seus respectivos pontos médios. As mediatrizes de um triângulo qualquer se cruzam em um único ponto, chamado circuncentro. As bissetrizes de um triângulo são os segmentos de reta que têm uma extremidade nos vértices, dividem os ângulos internos em dois ângulos congruentes e têm a outra extremidade nos lados opostos. As bissetrizes de um triângulo qualquer se cruzam em um único ponto, chamado incentro.
  • 37.
    Pontos notáveis deum triângulo As medianas de um triângulo são os segmentos de reta que têm uma extremidade nos vértices e a outra nos pontos médios dos lados opostos. As medianas de um triângulo qualquer se cruzam em um único ponto, chamado baricentro. As alturas de um triângulo são os segmentos de reta que têm uma extremidade nos vértices e a outra nos lados opostos ou nos prolongamentos deles, formando com eles ângulos retos. As alturas de um triângulo qualquer, ou o prolongamento delas, se cruzam em um único ponto, chamado ortocentro.
  • 38.
    Polígonos No polígono dafigura ao lado, os segmentos AC, AD, BD, BE e CE são as suas diagonais. Em um polígono de n lados (ou n vértices), o número de diagonais (d) é dado por: Sendo Si a soma das medidas dos ângulos internos de um polígono de n lados, temos: A soma das medidas dos ângulos externos de qualquer polígono é igual a 360°.
  • 39.
    Polígonos regulares Um polígonoregular possui todos os lados e todos os ângulos internos com medidas iguais. Para um polígono regular de n lados, temos:
  • 40.
    Quadriláteros Paralelogramo Quadrilátero com doispares de lados opostos paralelos. Trapézio Quadrilátero com apenas um par de lados paralelos.
  • 41.
    círculo O círculo ea circunferência Se dividirmos o comprimento C de uma circunferência pelo comprimento 2r de seu diâmetro, encontraremos uma aproximação do número irracional . circunferência
  • 42.
  • 43.
  • 44.
  • 45.
    Área do triângulo Tambémpodemos utilizar a fórmula de Herão para calcular a área de um triângulo, conhecendo a medida de seus lados: a, b e c. Na fórmula, s é o semiperímetro do triângulo.
  • 46.
    Para calcular aárea de um polígono regular de n lados podemos decompô-lo em n triângulos congruentes. Área de um polígono regular
  • 47.
  • 48.
  • 49.
    Gráfico de colunase gráfico de barras Para facilitar visualmente a comparação, entre si, dos dados obtidos em uma pesquisa, podemos utilizar o gráfico de colunas ou o gráfico de barras.
  • 50.
    Gráfico de segmentos Quandoqueremos representar os dados obtidos em uma pesquisa de maneira a facilitar a observação de como tais dados se comportam ou variam no decorrer do tempo, podemos utilizar o gráfico de segmentos.
  • 51.
    Gráfico de setores Quandoqueremos comparar as partes de um conjunto de dados de uma pesquisa com o todo e entre si, podemos utilizar o gráfico de setores.
  • 52.
    Medidas de tendênciacentral A média ou média aritmética é uma medida de tendência central que pode ser usada para apresentar de maneira resumida um conjunto de dados. Para calcular a média de dois ou mais números, adicionamos esses números e dividimos a soma obtida por essa quantidade de números. Rodrigo está preocupado com o consumo de água em sua casa que, nesse mês, foi de 21 m3 . Observe abaixo o consumo de água na casa de Rodrigo nos seis meses anteriores.
  • 53.
    Medidas de tendênciacentral A moda é uma medida de tendência central que corresponde ao dado de maior frequência entre aqueles de um conjunto de dados de uma pesquisa. Rodrigo está preocupado com o consumo de água em sua casa que, nesse mês, foi de 21 m3 . Observe abaixo o consumo de água na casa de Rodrigo nos seis meses anteriores.
  • 54.
    Medidas de tendênciacentral A mediana é uma medida de tendência central que, para ser determinada, é necessário que os dados da pesquisa estejam organizados em ordem crescente ou decrescente. Quando a quantidade de dados é ímpar, a mediana corresponde ao dado central. Já quando a quantidade de dados é par, a mediana corresponde à média dos dois dados centrais. Rodrigo está preocupado com o consumo de água em sua casa que, nesse mês, foi de 21 m3 . Observe abaixo o consumo de água na casa de Rodrigo nos seis meses anteriores.
  • 55.
    Distribuição de frequência Ogrupo de Alisson fez a pesquisa na internet e identificou que Sergipe é o estado brasileiro com a menor extensão territorial. Os alunos desse grupo registraram em um quadro a extensão territorial aproximada de cada um dos 75 municípios desse estado, em quilômetros quadrados.
  • 56.
    Pesquisa estatística Existem diversastécnicas de amostragem, ou seja, de selecionar os elementos da população para compor a amostra. Amostra casual simples Amostra estratificada Elaboração do questionário Definição do público entrevistado Coleta de dados Organização dos dados Análise e Apresentação dos resultados Etapas de uma pesquisa Amostra sistemática
  • 57.
    Probabilidade Bárbara e Giovanaforam a uma lanchonete para cada uma delas tomar um suco e comer um lanche natural. Pediram o cardápio e verificaram que podiam escolher entre três tipos de suco (laranja, melancia e uva) e dois tipos de lanche natural (simples ou completo). De quantas maneiras diferentes cada uma delas pode escolher um suco e um lanche? Dado um experimento aleatório, o espaço amostral S é o conjunto de todas as possibilidades de resultado daquele experimento. 3 x 2 = 6
  • 58.
    Matemática VOLUME 8 Unidade 8 Medidasde volume e de capacidade
  • 59.
    Medidas de volumee medidas de capacidade
  • 60.
    Medidas de volumee medidas de capacidade Múltiplos do litro Unidade fundamental Submúltiplos do litro quilolitro hectolitro decalitro litro decilitro centilitro mililitro kL hL daL L dL cL mL 1000 L 100 L 10 L 1 L 0,1 L 0,01 L 0,001 L
  • 61.
    Medidas de volumee medidas de capacidade Múltiplos do metro cúbico Unidade fundamenta l Submúltiplos do metro cúbico Quilômetro cúbico Hectômetro cúbico Decâmetro cúbico Metro cúbico Decímetro cúbico Centímetro cúbico Milímetro cúbico km3 hm3 dam3 m3 dm3 cm3 mm3 1.000.000.000 m3 1.000.000 m3 1.000 m3 1 m3 0,001 m3 0,000001 m3 0,000000001 m3
  • 62.
    Volume do blocoretangular Para calcular o volume de um bloco retangular, multiplicamos as medidas das três dimensões: comprimento, largura e altura.
  • 63.
    Volume do blocoretangular Como o cubo é um caso particular de bloco retangular, em que as arestas têm medidas iguais, calculamos seu volume da mesma maneira.
  • 64.
    Volume do cilindro Paracalcular o volume de um cilindro, podemos multiplicar a área de sua base (Ab) e sua altura (a):